Consistorio 2015: Guilherme d'Oliveira Martins Elogia Programa do novo cardeal português
Lisboa, 14 fev 2015 (Ecclesia) - O presidente do Centro Nacional de Cultura (CNC), Guilherme d'Oliveira Martins, elogiou o novo cardeal português, D. Manuel Clemente, destacando como SUA "Dimensões cívica e religiosa".
"Num ritmo de incertezas São OS Sinais de Justiça that devem Ser invocados. E E de bom augurio Que o novo cardeal-patriarca de Lisboa, D. Manuel, FAÇA fazer Seu Programa pastoral sinodal Uma Caminhada, considerando a importancia da fundamentais colegialidade, da Partilha de Responsabilidades e da Convergência Comunitária ",, comunique o presidente do CNC, Num texto de Opinião Que integra uma nova edição do Semanário ECCLESIA.
Guilherme d'Oliveira Martins RecordA o "muito Que o novo cardeal TEM Pensado Sobre Portugal e Os portugueses" em Vários Escritos e Entrevistas, Numa Reflexão Que renova o Discurso dos "Homens da Igreja Que se NÃO limitam a revisitar Fórmulas Gerais e conhecidas, PROCURANDO Tirar como in Lições Necessárias da História Imediata ".
"Trata-se, sim, de nos refazermos A Partir de Quem Somos Realmente", acrescenta.
O presidente do CNC Afirma Que No ensinamento de D. Manuel Clemente se encontram ecos das Palavras dos Padres António Vieira e Manuel Bernardes, "que se centraram na Realidade de carne e Osso" dos Portugueses, "nem povo escolhido NEM povo enjeitado".
OC
sábado, 14 de fevereiro de 2015
Cardinalato de D. Manuel Clemente
“Para o
bem da Igreja”
O Cardinalato é “um serviço de ajuda, suporte e proximidade especial à pessoa do Papa e para o bem da Igreja”, referiu o Papa Francisco em carta recente enviada aos novos Cardeais da Igreja, entre os quais D. Manuel Clemente, Patriarca de Lisboa, que recebem este sábado, dia 14, o barrete e o anel cardinalício, em Roma.
Transmissões pelo site do Patriarcado
A entrega do barrete e do anel cardinalício no sábado, 14 de fevereiro, às 10h00 portuguesas, e a Santa Missa no Domingo, dia 15, às 9h00 de Portugal continental, vão ser transmitidas em direto pelo site do Patriarcado de Lisboa (www.patriarcado-lisboa.pt), a partir da emissão oficial da CTV, Centro Televisivo do Vaticano.
O Cardinalato é “um serviço de ajuda, suporte e proximidade especial à pessoa do Papa e para o bem da Igreja”, referiu o Papa Francisco em carta recente enviada aos novos Cardeais da Igreja, entre os quais D. Manuel Clemente, Patriarca de Lisboa, que recebem este sábado, dia 14, o barrete e o anel cardinalício, em Roma.
Transmissões pelo site do Patriarcado
A entrega do barrete e do anel cardinalício no sábado, 14 de fevereiro, às 10h00 portuguesas, e a Santa Missa no Domingo, dia 15, às 9h00 de Portugal continental, vão ser transmitidas em direto pelo site do Patriarcado de Lisboa (www.patriarcado-lisboa.pt), a partir da emissão oficial da CTV, Centro Televisivo do Vaticano.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
Vaticano
Igreja: Vaticano publica guia para homilias sem
«improvisações»
Novo diretório recorda que intervenção após o Evangelho está reservada a «ministros ordenados»
Novo diretório recorda que intervenção após o Evangelho está reservada a «ministros ordenados»
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
Uma proposta para viver a Quaresma em família
Ajudar as famílias e as comunidades cristãs a viverem o tempo da Quaresma e da Páscoa, de forma a “aprofundar e fortalecer a dimensão comunitária da família”. É este o objetivo da proposta ‘Do coração de Deus ao coração da família e do mundo’, elaborada em conjunto pelo Departamento da Pastoral Familiar e pelo Departamento da Catequese do Patriarcado de Lisboa.“No espírito da caminhada sinodal procura-se que as famílias ensaiem experiências que as integrem no «sonho missionário de chegar a todos» a partir da experiência que fazem do amor de Deus e do testemunho que são chamadas a dar desse amor”, refere a proposta.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
- Almoço com o Pe. Paulo Gerardo -
A CHATA VEM EM FIM DE TARDE..... DE DOMINGO!
Olá! Uma saudação cordial na Paz de Cristo.Vimos, através do Evangelho de Marcos, que no antepenúltimo domingo Jesus convida Tiago, João, Simão e André para O seguirem, no último, com os mesmos, entra numa sinagoga e hoje com Tiago e João vai a casa de Simão e André. Assim vemos Jesus a dar os primeiros passos da Sua Vida de Missão: CURAR, REZAR e ANUNCIAR.
Jesus mistura-se com a multidão e cura, devolvendo, não apenas a saúde física, mas no fundo é o Seu "dedo" que toca no íntimo de cada um, fazendo a cura milagrosa dos corações.
Jesus vai à nascente secreta da força: Orando regressa cheio de Deus e em sintonia com o Pai passa a anuncia-Lo.
Hoje O vemos (Marcos 1, 29-39) a curar a sogra de Simão ( Pedro), que se encontrava gravemente doente com febre (naquele tempo não havia os brufenes nem aspirinas, a febre era grave e matava). Que milagre tão pobre de pretensões, onde Jesus nem sequer fala....apenas os gestos. E aqui me detenho: quantas vezes procuramos respostas que não encontramos e esquecemos simplesmente os gestos, como os d'Ele: simples!
Jesus dá a resposta: aproxima-se , vai ao encontro da dor, não tem medo (e eu, quantas vezes me desvio?). Tomou-a pela mão e levantou-a. Jesus levanta-a e devolve-a à vida. E ela começou a servi-los. Tudo isto em gestos de afecto e ternura... sem uma palavra!
Quantos gestos de "nada" eu perdi na estrada da minha agitação, com demasiadas coisa para fazer e que poderiam bastar para ajudar a soerguer uma vida?!
O segundo momento da vida de Jesus, na narrativa de Marcos, é a oração. Jesus cria espaços e reza ao Pai muitas vezes durante a noite, longe do barulho. Afasta-se, recolhe-se na intimidade....
E eu Senhor? Tantas vezes desassossegada... Às vezes conversando Contigo e pensando em tanto ao mesmo tempo. Como Tu pudesses esperar mais um pouquinho.... Tem paciência para comigo Senhor.... Ajuda-me, ensina-me a orar a encontrar-Te, nascente que me dá vida interior, a sós Contigo. Sei que esta proximidade é possível, muitas vezes não a consigo ter e preciso da Tua ajuda para que seja mais presente
Por último Marco diz-nos que os discípulos vão ter com Jesus e partem para outras aldeias, outros lugares , outros homens ....a anunciar a Boa Nova. E como anuncio eu?
Peço a Deus, por mim e por ti, que Ele nos torne humildes e sensíveis aos outros.
.Apertando outras mãos....Acolhendo ....Aproximando... Anunciando a BOA NOVA.
Que a nossa generosidade não fique apenas perdida por ai, mas a encontremos na oração, nascente da nossa força, e tenhamos a coragem de sermos verdadeiramente seguidores de Jesus Cristo.
Com um abraço em Cristo, me despeço. Boa semana,
ana saldanha (elemento da Equipa Casais Stª Maria/Colares)
domingo, 8 de fevereiro de 2015
«Todas as instituições, incluindo a comunidade eclesial, são chamadas a garantir a liberdade de escolha para as mulheres, para que tenham a possibilidade de assumir responsabilidades sociais e eclesiais de uma forma harmoniosa com a vida familiar», afirmou o papa na audiência aos participantes na assembleia plenária do Pontifício Conselho da Cultura. «Símbolo de vida, o corpo feminino é, infelizmente não raro, agredido e deturpado também por aqueles que deveriam ser os protetores e companheiros de vida», assinalou Francisco, referindo-se à violência conjugal.
foto: Fernand Leger | D.R
Papa sublinha que mulheres não são «hóspedes» mas «plenamente participantes» na vida da Igreja
Referindo-se ao tema da assembleia plenária do Pontifício Conselho da Cultura, Francisco manifestou-se convencido da «urgência de oferecer espaços às mulheres na vida da Igreja e de as acolher, tendo em conta as específicas e mutáveis sensibilidades culturais e sociais», pelo que «é desejável» uma presença feminina «mais capilar e incisiva nas comunidades», para que se «possam ver muitas mulheres envolvidas nas responsabilidades pastorais, no acompanhamento de pessoas, famílias e grupos, assim como na reflexão teológica».
Foto: Matisse | D.R
«Estamos neste caminho e vamos para a terra, onde todos acabaremos».
Papa
Francisco medita sobre a sua morte e lembra vítimas do ódio aos
cristãos
O martírio dos cristãos não pertence ao passado, porque hoje há muitos que são vítimas «de gente que odeia Jesus Cristo», afirmou hoje o papa Francisco na missa a que presidiu, no Vaticano, em que se deteve sobre a vida e morte de S. João Batista.
Tratou-se de uma das homilias mais tocantes na Casa de Santa Marta, em que o papa seguiu o Evangelho proclamado nas eucaristias desta sexta-feira (Marcos 6, 14-29), que narra a morte daquele que preparou o caminho de Jesus e o batizou.
É sobretudo quando é preso por ordem de Herodes Antipas que «o maior dos homens nascido de uma mulher» se torna «pequeno, pequeno, pequeno», observou Francisco sobre João Batista, detido por vontade de Herodíades, esposa de Filipe, irmão do monarca, que este tinha tomado por mulher.
Após uma dança que agradou aos reis e aos seus convidados, a filha de Herodíades recebeu de Herodes a promessa de que receberia tudo o que ela quisesse; ela, aconselhando-se com a mãe, pediu a cabeça de João Batista, pedido a que o rei acedeu, consternado, por não poder voltar atrás com a promessa proferida em público.
João Batista, frequentemente retratado na arte a apontar para Jesus – ou para um cordeiro -, sinal do contínuo aniquilamento de si e prefigurando a aniquilação daquele de quem era precursor, termina a sua vida «sob a autoridade de um rei medíocre, embriagado e corrupto, pelo capricho de uma bailarina e pelo ódio vingativo de uma adúltera».
«Assim acaba o grande, o maior homem nascido de mulher», vincou o papa», que acrescentou: «Quando leio este trecho, confesso que me comovo».
Francisco comentou as duas ideias que lhe surgem sempre que medita naquela passagem bíblica: «Primeiro, penso nos nossos mártires, os mártires dos nossos dias, aqueles homens, mulheres e crianças que são perseguidos, odiados, expulsos das casas, torturados, massacrados. E isto não é uma coisa do passado: hoje acontece isto».
«Os nossos mártires, que acabam a vida sob a autoridade corrupta de gente que odeia Jesus Cristo. Far-nos-á bem pensar nos nossos mártires. Hoje pensamos em Paulo Miki [que a Igreja católica evoca a 6 de fevereiro, juntamente com os seus companheiros], mas isso aconteceu no século XVII. Pensemos naqueles de hoje, de 2015», acentuou.
O caminho de João Batista, «continuamente até ao nada», faz o papa pensar no fim da sua existência: «Estamos neste caminho e vamos para a terra, onde todos acabaremos».
«Também eu acabarei. Todos nós acabaremos. Ninguém tem a vida “comprada”. Também nós, querendo ou não querendo, percorremos o caminho da aniquilação existencial da vida, e isto, pelo menos a mim, faz-me rezar para que esta aniquilação se assemelhe o mais possível a Jesus Cristo, à sua aniquilação», afirmou Francisco.
Alessandro De Carolis / Rádio Vaticano
Trad. / edição: Rui Jorge Martins
Publicado em 06.02.2015
O martírio dos cristãos não pertence ao passado, porque hoje há muitos que são vítimas «de gente que odeia Jesus Cristo», afirmou hoje o papa Francisco na missa a que presidiu, no Vaticano, em que se deteve sobre a vida e morte de S. João Batista.Tratou-se de uma das homilias mais tocantes na Casa de Santa Marta, em que o papa seguiu o Evangelho proclamado nas eucaristias desta sexta-feira (Marcos 6, 14-29), que narra a morte daquele que preparou o caminho de Jesus e o batizou.
É sobretudo quando é preso por ordem de Herodes Antipas que «o maior dos homens nascido de uma mulher» se torna «pequeno, pequeno, pequeno», observou Francisco sobre João Batista, detido por vontade de Herodíades, esposa de Filipe, irmão do monarca, que este tinha tomado por mulher.
Após uma dança que agradou aos reis e aos seus convidados, a filha de Herodíades recebeu de Herodes a promessa de que receberia tudo o que ela quisesse; ela, aconselhando-se com a mãe, pediu a cabeça de João Batista, pedido a que o rei acedeu, consternado, por não poder voltar atrás com a promessa proferida em público.
João Batista, frequentemente retratado na arte a apontar para Jesus – ou para um cordeiro -, sinal do contínuo aniquilamento de si e prefigurando a aniquilação daquele de quem era precursor, termina a sua vida «sob a autoridade de um rei medíocre, embriagado e corrupto, pelo capricho de uma bailarina e pelo ódio vingativo de uma adúltera».
«Assim acaba o grande, o maior homem nascido de mulher», vincou o papa», que acrescentou: «Quando leio este trecho, confesso que me comovo».
Francisco comentou as duas ideias que lhe surgem sempre que medita naquela passagem bíblica: «Primeiro, penso nos nossos mártires, os mártires dos nossos dias, aqueles homens, mulheres e crianças que são perseguidos, odiados, expulsos das casas, torturados, massacrados. E isto não é uma coisa do passado: hoje acontece isto».
«Os nossos mártires, que acabam a vida sob a autoridade corrupta de gente que odeia Jesus Cristo. Far-nos-á bem pensar nos nossos mártires. Hoje pensamos em Paulo Miki [que a Igreja católica evoca a 6 de fevereiro, juntamente com os seus companheiros], mas isso aconteceu no século XVII. Pensemos naqueles de hoje, de 2015», acentuou.
O caminho de João Batista, «continuamente até ao nada», faz o papa pensar no fim da sua existência: «Estamos neste caminho e vamos para a terra, onde todos acabaremos».
«Também eu acabarei. Todos nós acabaremos. Ninguém tem a vida “comprada”. Também nós, querendo ou não querendo, percorremos o caminho da aniquilação existencial da vida, e isto, pelo menos a mim, faz-me rezar para que esta aniquilação se assemelhe o mais possível a Jesus Cristo, à sua aniquilação», afirmou Francisco.
Alessandro De Carolis / Rádio Vaticano
Trad. / edição: Rui Jorge Martins
Publicado em 06.02.2015
sábado, 7 de fevereiro de 2015
Pastoral da Cultura
Mão na mão com o
Infinito: Meditação sobre o Evangelho de DomingoMarcos apresenta o relato da jornada-tipo de Jesus, ritmada sobre as suas três ocupações preferidas: mergulhar na multidão e curar, fazer com que as pessoas fiquem bem; mergulhar na fonte secreta da força, a oração; e daí regressar envolvido em Deus e anunciá-lo. Tudo parte da dor do mundo. E Jesus toca, fala, agarra as mãos. O milagre é, na sua beleza jovem, o início da boa nova, o anúncio de que é possível viver melhor, encontrar vida em plenitude, viver uma vida bela, boa, alegre.
Comissão Nacional Justiça e Paz diz que diálogo entre culturas e religiões é «urgente» e que liberdade de expressão «tem limites»
O texto salienta que «não podem confundir-se expressões marginais de fanatismo extremista, que instrumentaliza a religião islâmica em função de um projeto ideológico e político, com o sentir da maioria dos muçulmanos, nestes incluindo os que vivem em Portugal e os seus representantes». Por outro lado, a promoção «do encontro e da hospitalidade supõe a criação de condições materiais de vida conformes à dignidade humana», pelo que «tão urgente como o diálogo entre culturas e religiões é a remoção de fatores que conduzem à pobreza e exclusão social».
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
- Grupos de Caminhada Sinodal:
Vaticano: Papa alerta para «ideologias» que destabilizam a família
Francisco manifestou preocupação pelas consequências do «secularismo», em encontro com bispos da LituâniaCidade do Vaticano, 02 fev 2015 (Ecclesia) - O Papa Francisco alertou hoje no Vaticano para as consequências das “ideologias” que procuram destabilizar a família, em particular na Europa, durante um encontro com bispos da Lituânia.
“Também o vosso país, que acaba de entrar na União Europeia a título pleno, está exposto ao influxo das ideologias que gostariam de introduzir elementos de destabilização das famílias, fruto de um sentido de liberdade pessoal mal compreendido”, assinalou, no discurso entregue aos responsáveis católicos.
Francisco evocou o período de reflexão sobre a família que se vive na Igreja, entre as duas assembleias do Sínodo dos Bispos dedicadas a este tema, pedindo que todos contribuam nesta “grande obra de discernimento”.
O Papa elogiou a coragem dos católicos lituanos durante os anos de perseguição do regime comunista do século XX, fruto de “ideologias contrárias à dignidade e à liberdade humanas”, pedindo que essa mesma força seja utilizada para combater “o secularismo e o relativismo” de hoje.
Esse esforço, precisou, exige um “anúncio incansável” dos valores cristãos e um “diálogo construtivo” com todos, incluindo os que estão “longe da experiência religiosa”.
“Que as comunidades cristãs sejam sempre locais de acolhimento, de debate aberto e construtivo”, apelou.
A intervenção recordou ainda os “necessitados, desempregados, doentes e abandonados” da sociedade, para referir a necessidade de que a Igreja esteja junto deles.
OC
domingo, 1 de fevereiro de 2015
A CHATA VEM FAZER UMA PERGUNTA: "QUE TENS TU A VER CONNOSCO, JESUS NAZARENO?"
OLÁ! Uma santa tarde, descansadinha e calma é o que vos desejo.
Pois claro, cá estou para vos chatear!
Pelas leituras bíblicas que escutámos na Eucaristia de hoje, especialmente o Evangelho (Marcos 1,21-28) conjugado com a 1ª Leitura (Dt 18,15-20), chegamos facilmente à conclusão que o profeta prometido por Deus a Moisés (1ª Leitura) é o próprio JESUS CRISTO.
Logo, nas primeiras linhas do Evangelho percebemos que Jesus não é somente um profeta, Ele é mais do que um profeta, Ele é Aquele que traz a NOVIDADE. Ele é um profeta porque vem em nome de Deus e fala em nome de Deus, mas... Jesus vem-nos trazer a imagem amorosa de Deus, demonstradas pelas Suas palavras e acções. Jesus vem dar-nos a conhecer o Pai, um Pai misericordioso, e a ensinar-nos a relacionar-mo-nos com Ele.
Jesus sabe que vem da parte do Pai e que a Sua Missão é restaurar as relações entre Deus e o Homem... aproximar-mo-nos, através d'Ele ao Pai. Ou seja, Jesus é o profeta de Deus como mensageiro da BOA NOVA. Ele próprio É A BOA NOVA, o revelador do Pai, a Palavra encarnada.
Jesus vem-nos dizer quem é Deus e não apenas dizer, como os profetas, "o Senhor diz..."
Jesus é o Santo de Deus. É a novidade! Daí que a multidão daquele tempo se interrogasse: "que vem a ser isto?" ou "uma nova doutrina? Com que autoridade".
Será que, hoje, para mim, Jesus constitui uma novidade? Uma nova doutrina? Com que autoridade? São interrogações de hoje e para o nosso tempo, que se colocam nas nossas vidas.
Jesus vem-nos dizer que Deus é gratuitidade, misericórdia, amor contrastando, hoje como ontem, com a vingança, a falta de perdão, o ódio, a indiferença.... tantos sentimentos que às vezes nos enchem o coração e tão distantes desta NOVIDADE! Tão distantes... que me afastam de Deus e de ti, meu irmão!
Será que eu aceito mesmo esta NOVIDADE?
Quem sou eu para que Ele aceitasse carregar-me ao colo? Que tem Ele a ver comigo?
Que tenho eu a ver com Ele? Que tenho eu a ver contigo, meu irmão?
Será que eu sou uma cristã tradicional, vivendo a "minha" fé, a minha vidinha, como rotineira e domingueira? Será que o Evangelho (Jesus) entra na minha vida concretamente como uma novidade e com a força para me fazer mudar e converter?
Que o Senhor nos dê o DOM de acolher... acolher esta novidade que É Jesus e que se nos oferece. Ele mesmo!
Ajuda-nos a descobrir o que nos afasta e separa de Ti, para que possas contar connosco, abrindo as portas do nosso coração para acolher a Tua bondade em nossas vidas.
SÓ CONTIGO por companheiro eu poderei estar mais próximo, para que, Tu Senhor, possas ter a ver comigo e... eu contigo, amigo que caminhas a meu lado.
Termino, pois foram longas as minhas letras.
Abraço na PAZ DE CRISTO, que TUDO TEM A VER CONNOSCO, porque nos transmite as coisas do PAI com sabedoria, compromisso, fidelidade e... muito Amor!
ana saldanha(elemento da Equipa Casais Stª Maria/Colares)
Pois claro, cá estou para vos chatear!Pelas leituras bíblicas que escutámos na Eucaristia de hoje, especialmente o Evangelho (Marcos 1,21-28) conjugado com a 1ª Leitura (Dt 18,15-20), chegamos facilmente à conclusão que o profeta prometido por Deus a Moisés (1ª Leitura) é o próprio JESUS CRISTO.
Logo, nas primeiras linhas do Evangelho percebemos que Jesus não é somente um profeta, Ele é mais do que um profeta, Ele é Aquele que traz a NOVIDADE. Ele é um profeta porque vem em nome de Deus e fala em nome de Deus, mas... Jesus vem-nos trazer a imagem amorosa de Deus, demonstradas pelas Suas palavras e acções. Jesus vem dar-nos a conhecer o Pai, um Pai misericordioso, e a ensinar-nos a relacionar-mo-nos com Ele.
Jesus sabe que vem da parte do Pai e que a Sua Missão é restaurar as relações entre Deus e o Homem... aproximar-mo-nos, através d'Ele ao Pai. Ou seja, Jesus é o profeta de Deus como mensageiro da BOA NOVA. Ele próprio É A BOA NOVA, o revelador do Pai, a Palavra encarnada.
Jesus vem-nos dizer quem é Deus e não apenas dizer, como os profetas, "o Senhor diz..."
Jesus é o Santo de Deus. É a novidade! Daí que a multidão daquele tempo se interrogasse: "que vem a ser isto?" ou "uma nova doutrina? Com que autoridade".
Será que, hoje, para mim, Jesus constitui uma novidade? Uma nova doutrina? Com que autoridade? São interrogações de hoje e para o nosso tempo, que se colocam nas nossas vidas.
Jesus vem-nos dizer que Deus é gratuitidade, misericórdia, amor contrastando, hoje como ontem, com a vingança, a falta de perdão, o ódio, a indiferença.... tantos sentimentos que às vezes nos enchem o coração e tão distantes desta NOVIDADE! Tão distantes... que me afastam de Deus e de ti, meu irmão!
Será que eu aceito mesmo esta NOVIDADE?
Quem sou eu para que Ele aceitasse carregar-me ao colo? Que tem Ele a ver comigo?
Que tenho eu a ver com Ele? Que tenho eu a ver contigo, meu irmão?
Será que eu sou uma cristã tradicional, vivendo a "minha" fé, a minha vidinha, como rotineira e domingueira? Será que o Evangelho (Jesus) entra na minha vida concretamente como uma novidade e com a força para me fazer mudar e converter?
Que o Senhor nos dê o DOM de acolher... acolher esta novidade que É Jesus e que se nos oferece. Ele mesmo!
Ajuda-nos a descobrir o que nos afasta e separa de Ti, para que possas contar connosco, abrindo as portas do nosso coração para acolher a Tua bondade em nossas vidas.
SÓ CONTIGO por companheiro eu poderei estar mais próximo, para que, Tu Senhor, possas ter a ver comigo e... eu contigo, amigo que caminhas a meu lado.
Termino, pois foram longas as minhas letras.
Abraço na PAZ DE CRISTO, que TUDO TEM A VER CONNOSCO, porque nos transmite as coisas do PAI com sabedoria, compromisso, fidelidade e... muito Amor!
ana saldanha(elemento da Equipa Casais Stª Maria/Colares)
IV Domingo do tempo comum - Ano B
Deus do
deslumbramento, liberta-nos de tudo o que nos mantém cativos: Meditação sobre o
Evangelho de Domingo
Ele é o Deus chamado liberdade e que se opõe a tudo o que aprisiona o homem. Os demónios dão-se conta: o que há entre nós e Tu, Jesus de Nazaré? Vieste para nos arruinar? Sim, Jesus veio para arruinar tudo o que arruína o homem, veio para demolir prisões; veio trazer espada e fogo para cortar e queimar tudo o que não é amor. Veio para arruinar o reino dos desejos equivocados que se apoderam e devoram o homem: dinheiro, sucesso, poder, egoísmos.
Ele é o Deus chamado liberdade e que se opõe a tudo o que aprisiona o homem. Os demónios dão-se conta: o que há entre nós e Tu, Jesus de Nazaré? Vieste para nos arruinar? Sim, Jesus veio para arruinar tudo o que arruína o homem, veio para demolir prisões; veio trazer espada e fogo para cortar e queimar tudo o que não é amor. Veio para arruinar o reino dos desejos equivocados que se apoderam e devoram o homem: dinheiro, sucesso, poder, egoísmos.
sábado, 31 de janeiro de 2015
Papa Francisco: nunca expulsar crianças que choram na igreja
O Papa Francisco afirmou que “o choro da criança é a voz de Deus”.
“As crianças choram, fazem barulho em todos os lugares. Mas nunca podemos expulsar as crianças que choram na igreja”, completou.
Falando de maneira improvisada, segundo o jornal romano “Il Messaggero”, o Papa recordou que, quando alguém se sente incomodado ao ver uma criança chorando na igreja e pede que ela seja retirada, está apagando a voz de Deus. Segundo Francisco, o choro das crianças “é a melhor pregação”.
Falando com a simplicidade de um pároco, o Papa recordou o que Jesus disse: “Deixai que as crianças venham a mim e não as impeçais, porque o Reino dos céus é daqueles que se assemelham a elas” (Mt 19, 14).
O contexto é significativo: o Papa visitou a paróquia de São José, na periferia de Roma, no dia 14 de dezembro.
Assim, o Bispo de Roma responde à tão comum situação de constrangimento dos pais nas missas de domingo, pois, se por um lado não querem perder a missa, por outro, não sabem com quem deixar seus filhos pequenos; muitos acabam deixando de ir à igreja para não receber olhares acusadores de outros fiéis.
O Papa Francisco recordou que o Natal é das crianças. E recordou aos adultos a alegria do significado profundo do nascimento de Jesus em um presépio.
O Natal não é só a ceia
A glória do Natal não se reduz a uma ceia pomposa, recordou o Papa durante a visita à paróquia.
Sem um texto preparado, acrescentou: “Mas, padre, nós fazemos uma grande ceia... Isso é ótimo, mas esta não é a verdadeira alegria cristã. A Igreja quer fazer entender o que é a verdadeira glória. Não podemos chegar ao dia 24 de dezembro dizendo que falta isso, falta aquilo... Esta não é a verdadeira glória cristã”.
O Papa se encontrou com crianças, jovens catequistas, ciganos e doentes. Nesta mesma visita, ele confessou 5 paroquianos. No final, celebrou a santa missa na paróquia romana sem apagar a voz de Deus: as crianças.
“As crianças choram, fazem barulho em todos os lugares. Mas nunca podemos expulsar as crianças que choram na igreja”, completou.
Falando de maneira improvisada, segundo o jornal romano “Il Messaggero”, o Papa recordou que, quando alguém se sente incomodado ao ver uma criança chorando na igreja e pede que ela seja retirada, está apagando a voz de Deus. Segundo Francisco, o choro das crianças “é a melhor pregação”.
Falando com a simplicidade de um pároco, o Papa recordou o que Jesus disse: “Deixai que as crianças venham a mim e não as impeçais, porque o Reino dos céus é daqueles que se assemelham a elas” (Mt 19, 14).
O contexto é significativo: o Papa visitou a paróquia de São José, na periferia de Roma, no dia 14 de dezembro.
Assim, o Bispo de Roma responde à tão comum situação de constrangimento dos pais nas missas de domingo, pois, se por um lado não querem perder a missa, por outro, não sabem com quem deixar seus filhos pequenos; muitos acabam deixando de ir à igreja para não receber olhares acusadores de outros fiéis.
O Papa Francisco recordou que o Natal é das crianças. E recordou aos adultos a alegria do significado profundo do nascimento de Jesus em um presépio.
O Natal não é só a ceia
A glória do Natal não se reduz a uma ceia pomposa, recordou o Papa durante a visita à paróquia.
Sem um texto preparado, acrescentou: “Mas, padre, nós fazemos uma grande ceia... Isso é ótimo, mas esta não é a verdadeira alegria cristã. A Igreja quer fazer entender o que é a verdadeira glória. Não podemos chegar ao dia 24 de dezembro dizendo que falta isso, falta aquilo... Esta não é a verdadeira glória cristã”.
O Papa se encontrou com crianças, jovens catequistas, ciganos e doentes. Nesta mesma visita, ele confessou 5 paroquianos. No final, celebrou a santa missa na paróquia romana sem apagar a voz de Deus: as crianças.
Os animais também vão para o céu? Papa Francisco diz que sim
Sumo Pontífice voltou a contrariar os católicos mais conservadores ao garantir que todas as criaturas serão recebidas no Paraíso.
A notícia foi recebida com entusiasmo pelos amantes dos animais: o Papa Francisco parece ter intenção de abrir os portões do paraíso a todas as criaturas terrestres, sem excluir os animais, muito menos os de estimação.
Numa audiência recente no Vaticano, dedicada ao tema da vida após a morte, o Sumo Pontífice citou mesmo a apóstolo São Paulo, que dizia: "também ela (a criação, será) libertada do cativeiro da corrupção, para participar da gloriosa liberdade dos filhos de Deus".
O Papa Francisco foi claro no seu discurso, afrontando as convições dos católicos mais conservadores que recusam o céu aos animais pela sua "falta de consciência". Numa linha semelhante à de João Paulo II, que já defendera que os animais, tal como os homens e as mulheres, têm um "sopro divino", Francisco contrariou a posição do seu antecessor Bento XVI, mais tradicional, que argumenta que a morte, para as outras criaturas, significa apenas o fim da existência sobre a terra.
Num passo histórico, o Papa que se tem destacado pelo esforço de abrir as portas da Igreja àqueles cuja entrada era tradicionalmente vedada - dos homossexuais aos divorciados - volta a surpreender admitindo que cães, gatos, peixes e todos os outros animais serão recebidos no Paraíso.
Conforme acrescenta o New York Times, a posição de Francisco não é completamente inesperada, uma vez que já tinha decidido adotar o nome de São Francisco de Assis, patrono dos animais, quando foi escolhido para assumir o Pontificado.
A notícia foi recebida com entusiasmo pelos amantes dos animais: o Papa Francisco parece ter intenção de abrir os portões do paraíso a todas as criaturas terrestres, sem excluir os animais, muito menos os de estimação.
Numa audiência recente no Vaticano, dedicada ao tema da vida após a morte, o Sumo Pontífice citou mesmo a apóstolo São Paulo, que dizia: "também ela (a criação, será) libertada do cativeiro da corrupção, para participar da gloriosa liberdade dos filhos de Deus".
O Papa Francisco foi claro no seu discurso, afrontando as convições dos católicos mais conservadores que recusam o céu aos animais pela sua "falta de consciência". Numa linha semelhante à de João Paulo II, que já defendera que os animais, tal como os homens e as mulheres, têm um "sopro divino", Francisco contrariou a posição do seu antecessor Bento XVI, mais tradicional, que argumenta que a morte, para as outras criaturas, significa apenas o fim da existência sobre a terra.
Num passo histórico, o Papa que se tem destacado pelo esforço de abrir as portas da Igreja àqueles cuja entrada era tradicionalmente vedada - dos homossexuais aos divorciados - volta a surpreender admitindo que cães, gatos, peixes e todos os outros animais serão recebidos no Paraíso.
Conforme acrescenta o New York Times, a posição de Francisco não é completamente inesperada, uma vez que já tinha decidido adotar o nome de São Francisco de Assis, patrono dos animais, quando foi escolhido para assumir o Pontificado.
Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma
Fortalecei os vossos corações (Tg 5, 8)
Amados irmãos e irmãs,
Tempo de renovação para a Igreja, para as comunidades e para cada um dos fiéis, a Quaresma é sobretudo um «tempo favorável» de graça (cf. 2 Cor 6, 2). Deus nada nos pede, que antes não no-lo tenha dado: «Nós amamos, porque Ele nos amou primeiro» (1 Jo 4, 19). Ele não nos olha com indiferença; pelo contrário, tem a peito cada um de nós, conhece-nos pelo nome, cuida de nós e vai à nossa procura, quando O deixamos. Interessa-Se por cada um de nós; o seu amor impede-Lhe de ficar indiferente perante aquilo que nos acontece. Coisa diversa se passa connosco! Quando estamos bem e comodamente instalados, esquecemo-nos certamente dos outros (isto, Deus Pai nunca o faz!), não nos interessam os seus problemas, nem as tribulações e injustiças que sofrem; e, assim, o nosso coração cai na indiferença: encontrando-me relativamente bem e confortável, esqueço-me dos que não estão bem! Hoje, esta atitude egoísta de indiferença atingiu uma dimensão mundial tal que podemos falar de uma globalização da indiferença. Trata-se de um mal-estar que temos obrigação, como cristãos, de enfrentar.
Quando o povo de Deus se converte ao seu amor, encontra resposta para as questões que a história continuamente nos coloca. E um dos desafios mais urgentes, sobre o qual me quero deter nesta Mensagem, é o da globalização da indiferença.
Dado que a indiferença para com o próximo e para com Deus é uma tentação real também para nós, cristãos, temos necessidade de ouvir, em cada Quaresma, o brado dos profetas que levantam a voz para nos despertar.
A Deus não Lhe é indiferente o mundo, mas ama-o até ao ponto de entregar o seu Filho pela salvação de todo o homem. Na encarnação, na vida terrena, na morte e ressurreição do Filho de Deus, abre-se definitivamente a porta entre Deus e o homem, entre o Céu e a terra. E a Igreja é como a mão que mantém aberta esta porta, por meio da proclamação da Palavra, da celebração dos Sacramentos, do testemunho da fé que se torna eficaz pelo amor (cf. Gl 5, 6). O mundo, porém, tende a fechar-se em si mesmo e a fechar a referida porta através da qual Deus entra no mundo e o mundo n'Ele. Sendo assim, a mão, que é a Igreja, não deve jamais surpreender-se, se se vir rejeitada, esmagada e ferida.
Por isso, o povo de Deus tem necessidade de renovação, para não cair na indiferença nem se fechar em si mesmo. Tendo em vista esta renovação, gostaria de vos propor três textos para a vossa meditação.
1. «Se um membro sofre, com ele sofrem todos os membros» (1 Cor 12, 26): A Igreja.
Com o seu ensinamento e sobretudo com o seu testemunho, a Igreja oferece-nos o amor de Deus, que rompe esta reclusão mortal em nós mesmos que é a indiferença. Mas, só se pode testemunhar algo que antes experimentámos. O cristão é aquele que permite a Deus revesti-lo da sua bondade e misericórdia, revesti-lo de Cristo para se tornar, como Ele, servo de Deus e dos homens. Bem no-lo recorda a liturgia de Quinta-feira Santa com o rito do lava-pés. Pedro não queria que Jesus lhe lavasse os pés, mas depois compreendeu que Jesus não pretendia apenas exemplificar como devemos lavar os pés uns aos outros; este serviço, só o pode fazer quem, primeiro, se deixou lavar os pés por Cristo. Só essa pessoa «tem a haver com Ele» (cf. Jo 13, 8), podendo assim servir o homem.
A Quaresma é um tempo propício para nos deixarmos servir por Cristo e, deste modo, tornarmo-nos como Ele. Verifica-se isto quando ouvimos a Palavra de Deus e recebemos os sacramentos, nomeadamente a Eucaristia. Nesta, tornamo-nos naquilo que recebemos: o corpo de Cristo. Neste corpo, não encontra lugar a tal indiferença que, com tanta frequência, parece apoderar-se dos nossos corações; porque, quem é de Cristo, pertence a um único corpo e, n'Ele, um não olha com indiferença o outro. «Assim, se um membro sofre, com ele sofrem todos os membros; se um membro é honrado, todos os membros participam da sua alegria» (1 Cor 12, 26).
A Igreja é communio sanctorum, não só porque, nela, tomam parte os Santos mas também porque é comunhão de coisas santas: o amor de Deus, que nos foi revelado em Cristo, e todos os seus dons; e, entre estes, há que incluir também a resposta de quantos se deixam alcançar por tal amor. Nesta comunhão dos Santos e nesta participação nas coisas santas, aquilo que cada um possui, não o reserva só para si, mas tudo é para todos. E, dado que estamos interligados em Deus, podemos fazer algo mesmo pelos que estão longe, por aqueles que não poderíamos jamais, com as nossas simples forças, alcançar: rezamos com eles e por eles a Deus, para que todos nos abramos à sua obra de salvação.
2. «Onde está o teu irmão?» (Gn 4, 9): As paróquias e as comunidades
Tudo o que se disse a propósito da Igreja universal é necessário agora traduzi-lo na vida das paróquias e comunidades. Nestas realidades eclesiais, consegue-se porventura experimentar que fazemos parte de um único corpo? Um corpo que, simultaneamente, recebe e partilha aquilo que Deus nos quer dar? Um corpo que conhece e cuida dos seus membros mais frágeis, pobres e pequeninos? Ou refugiamo-nos num amor universal pronto a comprometer-se lá longe no mundo, mas que esquece o Lázaro sentado à sua porta fechada (cf. Lc 16, 19-31)?
Para receber e fazer frutificar plenamente aquilo que Deus nos dá, deve-se ultrapassar as fronteiras da Igreja visível em duas direcções.
Em primeiro lugar, unindo-nos à Igreja do Céu na oração. Quando a Igreja terrena reza, instaura-se reciprocamente uma comunhão de serviços e bens que chega até à presença de Deus. Juntamente com os Santos, que encontraram a sua plenitude em Deus, fazemos parte daquela comunhão onde a indiferença é vencida pelo amor. A Igreja do Céu não é triunfante, porque deixou para trás as tribulações do mundo e usufrui sozinha do gozo eterno; antes pelo contrário, pois aos Santos é concedido já contemplar e rejubilar com o facto de terem vencido definitivamente a indiferença, a dureza de coração e o ódio, graças à morte e ressurreição de Jesus. E, enquanto esta vitória do amor não impregnar todo o mundo, os Santos caminham connosco, que ainda somos peregrinos. Convicta de que a alegria no Céu pela vitória do amor crucificado não é plena enquanto houver, na terra, um só homem que sofra e gema, escrevia Santa Teresa de Lisieux, doutora da Igreja: «Muito espero não ficar inactiva no Céu; o meu desejo é continuar a trabalhar pela Igreja e pelas almas» (Carta 254, de 14 de Julho de 1897).
Também nós participamos dos méritos e da alegria dos Santos e eles tomam parte na nossa luta e no nosso desejo de paz e reconciliação. Para nós, a sua alegria pela vitória de Cristo ressuscitado é origem de força para superar tantas formas de indiferença e dureza de coração.
Em segundo lugar, cada comunidade cristã é chamada a atravessar o limiar que a põe em relação com a sociedade circundante, com os pobres e com os incrédulos. A Igreja é, por sua natureza, missionária, não fechada em si mesma, mas enviada a todos os homens.
Esta missão é o paciente testemunho d'Aquele que quer conduzir ao Pai toda a realidade e todo o homem. A missão é aquilo que o amor não pode calar. A Igreja segue Jesus Cristo pela estrada que a conduz a cada homem, até aos confins da terra (cf. Act 1, 8). Assim podemos ver, no nosso próximo, o irmão e a irmã pelos quais Cristo morreu e ressuscitou. Tudo aquilo que recebemos, recebemo-lo também para eles. E, vice-versa, tudo o que estes irmãos possuem é um dom para a Igreja e para a humanidade inteira.
Amados irmãos e irmãs, como desejo que os lugares onde a Igreja se manifesta, particularmente as nossas paróquias e as nossas comunidades, se tornem ilhas de misericórdia no meio do mar da indiferença!
3. «Fortalecei os vossos corações» (Tg 5, 8): Cada um dos fiéis
Também como indivíduos temos a tentação da indiferença. Estamos saturados de notícias e imagens impressionantes que nos relatam o sofrimento humano, sentindo ao mesmo tempo toda a nossa incapacidade de intervir. Que fazer para não nos deixarmos absorver por esta espiral de terror e impotência?
Em primeiro lugar, podemos rezar na comunhão da Igreja terrena e celeste. Não subestimemos a força da oração de muitos! A iniciativa 24 horas para o Senhor, que espero se celebre em toda a Igreja – mesmo a nível diocesano – nos dias 13 e 14 de Março, pretende dar expressão a esta necessidade da oração.
Em segundo lugar, podemos levar ajuda, com gestos de caridade, tanto a quem vive próximo de nós como a quem está longe, graças aos inúmeros organismos caritativos da Igreja. A Quaresma é um tempo propício para mostrar este interesse pelo outro, através de um sinal – mesmo pequeno, mas concreto – da nossa participação na humanidade que temos em comum.
E, em terceiro lugar, o sofrimento do próximo constitui um apelo à conversão, porque a necessidade do irmão recorda-me a fragilidade da minha vida, a minha dependência de Deus e dos irmãos. Se humildemente pedirmos a graça de Deus e aceitarmos os limites das nossas possibilidades, então confiaremos nas possibilidades infinitas que tem de reserva o amor de Deus. E poderemos resistir à tentação diabólica que nos leva a crer que podemos salvar-nos e salvar o mundo sozinhos.
Para superar a indiferença e as nossas pretensões de omnipotência, gostaria de pedir a todos para viverem este tempo de Quaresma como um percurso de formação do coração, a que nos convidava Bento XVI (Carta enc. Deus caritas est, 31). Ter um coração misericordioso não significa ter um coração débil. Quem quer ser misericordioso precisa de um coração forte, firme, fechado ao tentador mas aberto a Deus; um coração que se deixe impregnar pelo Espírito e levar pelos caminhos do amor que conduzem aos irmãos e irmãs; no fundo, um coração pobre, isto é, que conhece as suas limitações e se gasta pelo outro.
Por isso, amados irmãos e irmãs, nesta Quaresma desejo rezar convosco a Cristo: «Fac cor nostrum secundum cor tuum – Fazei o nosso coração semelhante ao vosso» (Súplica das Ladainhas ao Sagrado Coração de Jesus). Teremos assim um coração forte e misericordioso, vigilante e generoso, que não se deixa fechar em si mesmo nem cai na vertigem da globalização da indiferença.
Com estes votos, asseguro a minha oração por cada crente e cada comunidade eclesial para que percorram, frutuosamente, o itinerário quaresmal, enquanto, por minha vez, vos peço que rezeis por mim. Que o Senhor vos abençoe e Nossa Senhora vos guarde!
Vaticano, Festa de São Francisco de Assis, 4 de Outubro de 2014.
Francisco
Amados irmãos e irmãs,
Tempo de renovação para a Igreja, para as comunidades e para cada um dos fiéis, a Quaresma é sobretudo um «tempo favorável» de graça (cf. 2 Cor 6, 2). Deus nada nos pede, que antes não no-lo tenha dado: «Nós amamos, porque Ele nos amou primeiro» (1 Jo 4, 19). Ele não nos olha com indiferença; pelo contrário, tem a peito cada um de nós, conhece-nos pelo nome, cuida de nós e vai à nossa procura, quando O deixamos. Interessa-Se por cada um de nós; o seu amor impede-Lhe de ficar indiferente perante aquilo que nos acontece. Coisa diversa se passa connosco! Quando estamos bem e comodamente instalados, esquecemo-nos certamente dos outros (isto, Deus Pai nunca o faz!), não nos interessam os seus problemas, nem as tribulações e injustiças que sofrem; e, assim, o nosso coração cai na indiferença: encontrando-me relativamente bem e confortável, esqueço-me dos que não estão bem! Hoje, esta atitude egoísta de indiferença atingiu uma dimensão mundial tal que podemos falar de uma globalização da indiferença. Trata-se de um mal-estar que temos obrigação, como cristãos, de enfrentar.
Quando o povo de Deus se converte ao seu amor, encontra resposta para as questões que a história continuamente nos coloca. E um dos desafios mais urgentes, sobre o qual me quero deter nesta Mensagem, é o da globalização da indiferença.
Dado que a indiferença para com o próximo e para com Deus é uma tentação real também para nós, cristãos, temos necessidade de ouvir, em cada Quaresma, o brado dos profetas que levantam a voz para nos despertar.
A Deus não Lhe é indiferente o mundo, mas ama-o até ao ponto de entregar o seu Filho pela salvação de todo o homem. Na encarnação, na vida terrena, na morte e ressurreição do Filho de Deus, abre-se definitivamente a porta entre Deus e o homem, entre o Céu e a terra. E a Igreja é como a mão que mantém aberta esta porta, por meio da proclamação da Palavra, da celebração dos Sacramentos, do testemunho da fé que se torna eficaz pelo amor (cf. Gl 5, 6). O mundo, porém, tende a fechar-se em si mesmo e a fechar a referida porta através da qual Deus entra no mundo e o mundo n'Ele. Sendo assim, a mão, que é a Igreja, não deve jamais surpreender-se, se se vir rejeitada, esmagada e ferida.
Por isso, o povo de Deus tem necessidade de renovação, para não cair na indiferença nem se fechar em si mesmo. Tendo em vista esta renovação, gostaria de vos propor três textos para a vossa meditação.
1. «Se um membro sofre, com ele sofrem todos os membros» (1 Cor 12, 26): A Igreja.
Com o seu ensinamento e sobretudo com o seu testemunho, a Igreja oferece-nos o amor de Deus, que rompe esta reclusão mortal em nós mesmos que é a indiferença. Mas, só se pode testemunhar algo que antes experimentámos. O cristão é aquele que permite a Deus revesti-lo da sua bondade e misericórdia, revesti-lo de Cristo para se tornar, como Ele, servo de Deus e dos homens. Bem no-lo recorda a liturgia de Quinta-feira Santa com o rito do lava-pés. Pedro não queria que Jesus lhe lavasse os pés, mas depois compreendeu que Jesus não pretendia apenas exemplificar como devemos lavar os pés uns aos outros; este serviço, só o pode fazer quem, primeiro, se deixou lavar os pés por Cristo. Só essa pessoa «tem a haver com Ele» (cf. Jo 13, 8), podendo assim servir o homem.
A Quaresma é um tempo propício para nos deixarmos servir por Cristo e, deste modo, tornarmo-nos como Ele. Verifica-se isto quando ouvimos a Palavra de Deus e recebemos os sacramentos, nomeadamente a Eucaristia. Nesta, tornamo-nos naquilo que recebemos: o corpo de Cristo. Neste corpo, não encontra lugar a tal indiferença que, com tanta frequência, parece apoderar-se dos nossos corações; porque, quem é de Cristo, pertence a um único corpo e, n'Ele, um não olha com indiferença o outro. «Assim, se um membro sofre, com ele sofrem todos os membros; se um membro é honrado, todos os membros participam da sua alegria» (1 Cor 12, 26).
A Igreja é communio sanctorum, não só porque, nela, tomam parte os Santos mas também porque é comunhão de coisas santas: o amor de Deus, que nos foi revelado em Cristo, e todos os seus dons; e, entre estes, há que incluir também a resposta de quantos se deixam alcançar por tal amor. Nesta comunhão dos Santos e nesta participação nas coisas santas, aquilo que cada um possui, não o reserva só para si, mas tudo é para todos. E, dado que estamos interligados em Deus, podemos fazer algo mesmo pelos que estão longe, por aqueles que não poderíamos jamais, com as nossas simples forças, alcançar: rezamos com eles e por eles a Deus, para que todos nos abramos à sua obra de salvação.
2. «Onde está o teu irmão?» (Gn 4, 9): As paróquias e as comunidades
Tudo o que se disse a propósito da Igreja universal é necessário agora traduzi-lo na vida das paróquias e comunidades. Nestas realidades eclesiais, consegue-se porventura experimentar que fazemos parte de um único corpo? Um corpo que, simultaneamente, recebe e partilha aquilo que Deus nos quer dar? Um corpo que conhece e cuida dos seus membros mais frágeis, pobres e pequeninos? Ou refugiamo-nos num amor universal pronto a comprometer-se lá longe no mundo, mas que esquece o Lázaro sentado à sua porta fechada (cf. Lc 16, 19-31)?
Para receber e fazer frutificar plenamente aquilo que Deus nos dá, deve-se ultrapassar as fronteiras da Igreja visível em duas direcções.
Em primeiro lugar, unindo-nos à Igreja do Céu na oração. Quando a Igreja terrena reza, instaura-se reciprocamente uma comunhão de serviços e bens que chega até à presença de Deus. Juntamente com os Santos, que encontraram a sua plenitude em Deus, fazemos parte daquela comunhão onde a indiferença é vencida pelo amor. A Igreja do Céu não é triunfante, porque deixou para trás as tribulações do mundo e usufrui sozinha do gozo eterno; antes pelo contrário, pois aos Santos é concedido já contemplar e rejubilar com o facto de terem vencido definitivamente a indiferença, a dureza de coração e o ódio, graças à morte e ressurreição de Jesus. E, enquanto esta vitória do amor não impregnar todo o mundo, os Santos caminham connosco, que ainda somos peregrinos. Convicta de que a alegria no Céu pela vitória do amor crucificado não é plena enquanto houver, na terra, um só homem que sofra e gema, escrevia Santa Teresa de Lisieux, doutora da Igreja: «Muito espero não ficar inactiva no Céu; o meu desejo é continuar a trabalhar pela Igreja e pelas almas» (Carta 254, de 14 de Julho de 1897).
Também nós participamos dos méritos e da alegria dos Santos e eles tomam parte na nossa luta e no nosso desejo de paz e reconciliação. Para nós, a sua alegria pela vitória de Cristo ressuscitado é origem de força para superar tantas formas de indiferença e dureza de coração.
Em segundo lugar, cada comunidade cristã é chamada a atravessar o limiar que a põe em relação com a sociedade circundante, com os pobres e com os incrédulos. A Igreja é, por sua natureza, missionária, não fechada em si mesma, mas enviada a todos os homens.
Esta missão é o paciente testemunho d'Aquele que quer conduzir ao Pai toda a realidade e todo o homem. A missão é aquilo que o amor não pode calar. A Igreja segue Jesus Cristo pela estrada que a conduz a cada homem, até aos confins da terra (cf. Act 1, 8). Assim podemos ver, no nosso próximo, o irmão e a irmã pelos quais Cristo morreu e ressuscitou. Tudo aquilo que recebemos, recebemo-lo também para eles. E, vice-versa, tudo o que estes irmãos possuem é um dom para a Igreja e para a humanidade inteira.
Amados irmãos e irmãs, como desejo que os lugares onde a Igreja se manifesta, particularmente as nossas paróquias e as nossas comunidades, se tornem ilhas de misericórdia no meio do mar da indiferença!
3. «Fortalecei os vossos corações» (Tg 5, 8): Cada um dos fiéis
Também como indivíduos temos a tentação da indiferença. Estamos saturados de notícias e imagens impressionantes que nos relatam o sofrimento humano, sentindo ao mesmo tempo toda a nossa incapacidade de intervir. Que fazer para não nos deixarmos absorver por esta espiral de terror e impotência?
Em primeiro lugar, podemos rezar na comunhão da Igreja terrena e celeste. Não subestimemos a força da oração de muitos! A iniciativa 24 horas para o Senhor, que espero se celebre em toda a Igreja – mesmo a nível diocesano – nos dias 13 e 14 de Março, pretende dar expressão a esta necessidade da oração.
Em segundo lugar, podemos levar ajuda, com gestos de caridade, tanto a quem vive próximo de nós como a quem está longe, graças aos inúmeros organismos caritativos da Igreja. A Quaresma é um tempo propício para mostrar este interesse pelo outro, através de um sinal – mesmo pequeno, mas concreto – da nossa participação na humanidade que temos em comum.
E, em terceiro lugar, o sofrimento do próximo constitui um apelo à conversão, porque a necessidade do irmão recorda-me a fragilidade da minha vida, a minha dependência de Deus e dos irmãos. Se humildemente pedirmos a graça de Deus e aceitarmos os limites das nossas possibilidades, então confiaremos nas possibilidades infinitas que tem de reserva o amor de Deus. E poderemos resistir à tentação diabólica que nos leva a crer que podemos salvar-nos e salvar o mundo sozinhos.
Para superar a indiferença e as nossas pretensões de omnipotência, gostaria de pedir a todos para viverem este tempo de Quaresma como um percurso de formação do coração, a que nos convidava Bento XVI (Carta enc. Deus caritas est, 31). Ter um coração misericordioso não significa ter um coração débil. Quem quer ser misericordioso precisa de um coração forte, firme, fechado ao tentador mas aberto a Deus; um coração que se deixe impregnar pelo Espírito e levar pelos caminhos do amor que conduzem aos irmãos e irmãs; no fundo, um coração pobre, isto é, que conhece as suas limitações e se gasta pelo outro.
Por isso, amados irmãos e irmãs, nesta Quaresma desejo rezar convosco a Cristo: «Fac cor nostrum secundum cor tuum – Fazei o nosso coração semelhante ao vosso» (Súplica das Ladainhas ao Sagrado Coração de Jesus). Teremos assim um coração forte e misericordioso, vigilante e generoso, que não se deixa fechar em si mesmo nem cai na vertigem da globalização da indiferença.
Com estes votos, asseguro a minha oração por cada crente e cada comunidade eclesial para que percorram, frutuosamente, o itinerário quaresmal, enquanto, por minha vez, vos peço que rezeis por mim. Que o Senhor vos abençoe e Nossa Senhora vos guarde!
Vaticano, Festa de São Francisco de Assis, 4 de Outubro de 2014.
Francisco
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
Tudo está perdoado?
De que vale dizermos que perdoámos quando o fazemos com
condicionalismos mais ou menos explícitos? Perdoar passa pelo esquecimento
completo e absoluto dos atos que provocaram as ofensas. Este perdão tem de vir
da razão, pois perdoar é um ato de vontade, mas acima de tudo do coração, com
total sinceridade, sem nada que possa de algum modo ferir ou provocar o ofensor
porque perdoar é também resgatar o outro para uma relação verdadeiramente
honesta sem condições.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
Curso Bíblico sobre São Marco
Dias 2.e 9/Fev. às 21h30 - SEGUNDA-FEIRA no Centro Social Paroquial de Colares
sábado, 24 de janeiro de 2015
3º Domingo do Tempo Comum - ano B
Evangelho - Mc 1,14-20
Comentário breve
A página do Evangelho deste domingo é a narrativa de vocações na qual se pode ver quem se predispõe a ouvir o chamamento de Jesus, ou pode ser ocasião recordar a nossa vocação à santidade no caminho do matrimónio que pode ter ainda, ou não, mais força ou então significado.
Jesus regressa à terra da sua infância, para começar a proclamar a mensagem que trazia em Si como missão confiada pelo Pai.
Começa esta vida de pregação e o seu trajecto após a prisão de João, aquele que o baptizou no Jordão. Mais um profeta que está na senda de ser morto por causa da Palavra e testemunho. Jesus percebe imediatamente. Seguindo o caminho do seu mestre, agora ou depois, conhecerá a perseguição e morte violenta.
Jesus começa o anúncio da Boa Notícia, o Evangelho de Deus, na consciência de que o tempo da espera dos profetas, o tempo da paciência de Deus chegou ao seu cumprimento, como o tempo de uma mulher grávida – no final está o parto.
Assim, Jesus anuncia: "Cumpriu-se o tempo e está próximo o reino de Deus. Arrependei-vos e acreditai no Evangelho».
Esta é a síntese da sua pregação – um tempo novo no qual é possível deixar reinar Deus na vida dos homens e para tal é necessária a conversão, fazer o retorno para Deus e acreditar na Boa Nova que é a Palavra de Deus incarnada.
Esta novidade que cabe num versículo estende-se até hoje e agora. É possível que Deus reine sobre mim, sobre ti, sobre nós e, assim, acontece o Reino de Deus.
Diante desta alegre notícia, homens e mulheres que hoje escutam o Evangelho, o que fazemos? Como reagimos?
Provavelmente, na pressa dos dias, na atenção aos filhos, ao trabalho, nas dificuldades acrescidas por esta crise financeira e de valores, não deixamos espaço nem tempo para o encontro na escuta que precisa de silêncio.
Contudo, não há hora pré-determinada. Num qualquer momento acende-se uma chama no nosso coração.
Quem sabe se escuto a voz? Conseguirei dizer sim? Será que se destina a mim? E como fazer? A quem seguir e como?
Tantas perguntas e outras tantas poderiam ser colocadas. Nestas, quando escutadas com atenção pode surgir uma voz mais profunda do que nós mesmos, para além de nós próprios, no entanto através de nós: a voz do Senhor Jesus! É assim que se estabelece a relação entre cada um de nós e Ele, presença invisível, mas viva, presença que não fala de modo sonoro, mas atrai.
Neste trecho fica dito o essencial da vocação: acolhida, deixam-se as redes, isto é a profissão, abandona-se o pai, a empresa familiar e assim despojado segue-se Jesus. Atenção que a vocação é uma aventura cheia de grandeza, mas também de miséria, basta recordas todas as contendas, incompreensões e até negações destes escolhidos.
Muito provavelmente, nós não teremos muito de que nos gloriar, por isso, invoquemos a misericórdia de Deus, dando-Lhe graças porque, apesar de tudo, seguimos Jesus e tentamos, dia após dia, viver com Ele.
Comentário breve
A página do Evangelho deste domingo é a narrativa de vocações na qual se pode ver quem se predispõe a ouvir o chamamento de Jesus, ou pode ser ocasião recordar a nossa vocação à santidade no caminho do matrimónio que pode ter ainda, ou não, mais força ou então significado.
Jesus regressa à terra da sua infância, para começar a proclamar a mensagem que trazia em Si como missão confiada pelo Pai.
Começa esta vida de pregação e o seu trajecto após a prisão de João, aquele que o baptizou no Jordão. Mais um profeta que está na senda de ser morto por causa da Palavra e testemunho. Jesus percebe imediatamente. Seguindo o caminho do seu mestre, agora ou depois, conhecerá a perseguição e morte violenta.
Jesus começa o anúncio da Boa Notícia, o Evangelho de Deus, na consciência de que o tempo da espera dos profetas, o tempo da paciência de Deus chegou ao seu cumprimento, como o tempo de uma mulher grávida – no final está o parto.
Assim, Jesus anuncia: "Cumpriu-se o tempo e está próximo o reino de Deus. Arrependei-vos e acreditai no Evangelho».
Esta é a síntese da sua pregação – um tempo novo no qual é possível deixar reinar Deus na vida dos homens e para tal é necessária a conversão, fazer o retorno para Deus e acreditar na Boa Nova que é a Palavra de Deus incarnada.
Esta novidade que cabe num versículo estende-se até hoje e agora. É possível que Deus reine sobre mim, sobre ti, sobre nós e, assim, acontece o Reino de Deus.
Diante desta alegre notícia, homens e mulheres que hoje escutam o Evangelho, o que fazemos? Como reagimos?
Provavelmente, na pressa dos dias, na atenção aos filhos, ao trabalho, nas dificuldades acrescidas por esta crise financeira e de valores, não deixamos espaço nem tempo para o encontro na escuta que precisa de silêncio.
Contudo, não há hora pré-determinada. Num qualquer momento acende-se uma chama no nosso coração.
Quem sabe se escuto a voz? Conseguirei dizer sim? Será que se destina a mim? E como fazer? A quem seguir e como?
Tantas perguntas e outras tantas poderiam ser colocadas. Nestas, quando escutadas com atenção pode surgir uma voz mais profunda do que nós mesmos, para além de nós próprios, no entanto através de nós: a voz do Senhor Jesus! É assim que se estabelece a relação entre cada um de nós e Ele, presença invisível, mas viva, presença que não fala de modo sonoro, mas atrai.
Neste trecho fica dito o essencial da vocação: acolhida, deixam-se as redes, isto é a profissão, abandona-se o pai, a empresa familiar e assim despojado segue-se Jesus. Atenção que a vocação é uma aventura cheia de grandeza, mas também de miséria, basta recordas todas as contendas, incompreensões e até negações destes escolhidos.
Muito provavelmente, nós não teremos muito de que nos gloriar, por isso, invoquemos a misericórdia de Deus, dando-Lhe graças porque, apesar de tudo, seguimos Jesus e tentamos, dia após dia, viver com Ele.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
PEDIR O DOM DA PAZ
No dia 25 de Janeiro, em todo o país, paróquias, congregações, grupos de oração, movimentos e famílias cristãs são convidadas a rezar o terço às 17h00 para PEDIR O DOM DA PAZ pela intercessão da Nossa Senhora de Fátima. Fundação AIS#RezarPelaPaz
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
- Papa Francisco -
Pobreza,
paternidade responsável, liberdade de expressão: Papa Francisco no regresso da
viagem ao Sri Lanka e FilipinasOs povos não devem perder a liberdade. O povo tem a sua cultura, a sua história; cada povo tem a sua cultura. Mas quando surgem condições impostas pelos impérios colonizadores, procuram que os povos percam a sua identidade e tornar tudo igual. É importante globalizar, não como a esfera, mas como o poliedro, isto é, que cada povo, cada parte, conserve a sua identidade.
Família, corrupção, lágrimas, Óscar Romero, dalai lama, China, América: Papa no regresso do Sri Lanka e Filipinas (2)
«No momento da missa, senti-me como que aniquilado, quase não me vinha a voz. Não sei o que me aconteceu, talvez fosse a emoção, não sei», afirmou, acrescentando: «Ali estava o povo de Deus, e o Senhor estava lá. É a alegria da presença de Deus, que nos diz: pensai bem que sois servidores deles. Eles são os protagonistas».
Foto: Papa Francisco no voo de Manila para Roma, 19.1.2015 | (AFP Photo/Giuseppe Cacace | D.R
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
LEMBRANÇA DA CHATA
Saudações
cordiais e desejos de boa semana, na PAZ do SENHOR
Esta
semana estamos a viver a:
"SEMANA
DE ORAÇÃO PELA UNIDADE DOS CRISTÃOS" - de 18 a 25 Janeiro.
É
um convite ao encontro... ao diálogo... e à oração!
Relembro
o Domingo passado (II) - O ENCONTRO e o DIÁLOGO..... A RELAÇÃO!
"..É
uma oportunidade para reconhecer a riqueza e o valor que estão presentes no
outro, no diferente, e pedir a Deus o DOM DA UNIDADE"- (extraído da
introdução ao tema para 2015).
NOTA:
Homens como o Patriarca Gregório III, da Síria, O Papa Francisco e o Patriarca
Bartolomeu I estão a fazer tudo ao seu alcance para que os cristãos do Médio
Oriente não desapareçam. Muitos mais estão envolvidos (com/paixão) nesta causa.
E nós?
A
minha voz não tem eco internacionalmente, mas a minha reflexão e oração tem eco
no coração de Deus...
NO
DIA 25 DE JANEIRO é o "DIA MUNDIAL DOS LEPROSOS", sobre o lema:
"POR
UM MUNDO UNIDO E SEM LEPRA"
Relembro
com carinho RAOUL FOLLEREAU que dedicou a sua vida à causa dos leprosos.
Nesta
data, podemos dizer, não há leprosos em Portugal, mas há muitos países que se
vêem a braços com esta terrível doença, embora, já tenha cura.
Em
Portugal existe a Associação Portuguesa Amigos de Raoul Follereau
(APARF), envolvida nesta causa (tel - 218 520 520 e têm conta
aberta na CGD) .
No
domingo há um peditório para a causa dos leprosos, não viremos as costas e
recordemo-nos que temos a "sorte" de nascer e viver num país
privilegiado. Ponhamos, também nós a marca do nosso AMOR no pequeno acto da
nossa presença e vivamos no nosso coração longe mas perto.
Com
um abraço amigo, entrego à protecção de Maria estas preocupações, para que ela
interceda junto de seu Filho, para que o resto dos seus filhos tenha a PAZ tão
necessária e me ajude, a mim, a colaborar neste MUNDO Anunciado de Amor e
Misericórdia, que já começou.
Bem
hajam, não por me ouvirem, mas por colaborarem... com a vossa oração!
ana saldanha (elemento da Equipa Casais Stª Maria/Colares)
ana saldanha (elemento da Equipa Casais Stª Maria/Colares)
Encerramento - Festa de São Sebastião
Pastoral Social

A Pastoral Social vai organizar um dia de formação com a Cáritas Diocesana de Lisboa. Vai acontecer no próximo dia 31 de Janeiro, das 9,30 às 17 Horas em Rio de Mouro. Esta formação destina-se a todos os agentes da Pastoral Social das Paróquias. Esta formação é sobre a Doutrina Social da Igreja. Envio a ficha de inscrição.
Abraço em Cristo
Diác. Carlos Martins
Nota: Fichas de inscrição no Cartório Paroquial
TEOLOGIA E ESPIRITUALIDADE DA FAMÍLIA – CURSO ORGANIZADO PELA FACULDADE DE TEOLOGIA DA UCP
Todos sabemos, até por experiência pessoal a vários níveis, que a família desempenha um papel fundamental na vida das pessoas, desde o nascer ao morrer. A sua centralidade, como âmbito de vida, é inquestionável. A sua presença é importante, a sua ausência ou destruturação gera dificuldades.
Por outro lado, a família adquiriu nos últimos tempos, várias configurações, às vezes diferenciadas dos padrões do passado mesmo recente. Fala-se de “vários modelos de família”.
A Igreja, inspirada na Sagrada Escritura, e conhecedora da realidade social e pessoal, sempre teve a família em grande consideração. Temáticas como a conjugalidade, a paternidade, a educação humana e a transmissão da fé, entre outras ocuparam e ocupam grande parte das suas preocupações.
Consciente da importância da família e das novas realidades em que se move, o papa Francisco decidiu convocar dois sínodos, um em 2014, já realizado, o outro previsto para outubro de 2015.
A Faculdade de Teologia da UCP associa-se a este cuidado pastoral, proporcionando o presente Curso como itinerário de reflexão e de estudo.
De fevereiro de 2015 a junho de 2015, à 2ª feira, das 18.30h-21.15h, decorrerá a 1ª edição do Curso.Inscrições: de 5 de janeiro a 30 de janeiro.
Para mais esclarecimentos consulte a página www.ft.lisboa.ucp.pt
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Muito se gritou por Paris mas pouco se gritou pelos meninos e meninas mortos no recreio da escola em Peshawar
Esta rua onde “me”
moro…Do outro lado da minha rua, fica a Rue Lambert, mais adiante, a Porte de Pantin, a Place de la Nation, um quarteirão mais abaixo é o recreio da escola de Peshawar, nas traseiras é Bagdad e mais longe, só um pouquinho mais longe fica Tikrit e Mossul, e fica a coragem do medo do meu mundo e o medo da coragem do meu ser… fica o meu medo e a minha raiva, fica o grito por gritar ou talvez não, aqui na minha rua onde se grita por Paris mas onde foram poucos os que gritaram pelos meninos e meninas mortos no recreio da escola em Peshawar.
Foto: Raoul Dufy | 1903 | D.R.
Papa Francisco | Encontro com famílias, Manila, Filipinas, 16.1.2015
Papa
Francisco aos casais: «Nunca deixem de ser namorados»
Recomendo-vos que, à noite, quando fizerem o exame de consciência, façam também esta pergunta: “Hoje sonhei com o futuro dos meus filhos?” “Hoje sonhei com o amor do meu esposo ou da minha esposa? Com os meus pais e os meus avós?” Não percam a capacidade de sonhar na família.
Recomendo-vos que, à noite, quando fizerem o exame de consciência, façam também esta pergunta: “Hoje sonhei com o futuro dos meus filhos?” “Hoje sonhei com o amor do meu esposo ou da minha esposa? Com os meus pais e os meus avós?” Não percam a capacidade de sonhar na família.
A CHATA CHEGA, NESTE II DOMINGO DO TEMPO COMUM, APÓS O "ENCERRAMENTO" (?) DO CICLO NATALICÍO
(1 Samuel (Sam)3,3b-10; Evangelho: João (Jo) 1,35-42).
As leituras escolhidas para a Celebração Eucarística de hoje falam-nos de encontros.... Encontros, vocações... chamamentos!
No Evangelho, vamos encontrar Jesus a passar junto de
João Baptista. Não há grandes conversas entre eles. É como se se tratassem de desconhecidos, no entanto... J. Baptista apresenta Jesus aos presentes como " O CORDEIRO DE DEUS", como se dissesse é Ele que baptiza no espírito, é Ele que carrega com os pecados do mundo, que carrega as nossas faltas e fraquezas. (Quando tiver um tempinho escrevo sobre uma tradição judaica onde se fazia uma cerimónia alusiva à expiação dos pecados).
Há 2 discípulos de João Baptista, que ao ouvirem as palavras de João, imediatamente o deixam e seguem Jesus.... Como se deviam ter sentido tocados... que experiência intensa, sem um dialogo O seguem... Paro! Por minutos penso... nunca vivi uma experiência tão forte!
Sem conversas, sem indicações das intenções de Jesus... sem saberem ao que iam.... lá vão eles atrás de Jesus.... Confiam! E eu que preciso de tantas certezas...
Jesus volta-se para ver quem o seguia (como se já não soubesses. Tu sabes tudo Senhor!) e pergunta-lhes, não o que querem, mas o que procuram e eles respondem Mestre, "onde moras?". Jesus responde-lhes: "Vinde ver".
ESTE CONVITE, "VINDE VER" É FEITO A CADA UM DE NÓS... HOJE!
"Vinde ver".... não a casa, o local ou o sitio, mas a experiência de Deus.... a RELAÇÃO!
Não basta conhecermos o Evangelho ou as teologias... Jesus quer mais de nós! Para além da sabedoria, quer o nosso Coração... à semelhança do d'Ele!
Diz-nos ainda João (evangelista) que os que O seguiram, não conseguiram guardar só para si este encontro tocante e foram leva-lo a outros.... E outros vieram! Não por acaso, mas porque TU, Jesus, os escolhestes! E.... eles responderam e ficaram Contigo! E, assim acontecem os discípulos: Tu vais e procura-los um a um... Jesus, vais à procura, vais ao encontro....
A EXPERIÊNCIA DE JESUS transborda os corações dos escolhidos... não pode ficar escondida em cada um!
O chamamento... a vocação, cada um de sua forma é chamado a dar uma resposta. Foi o que escutamos hoje na 1ª leitura onde DEUS chama Samuel, e no Evangelho Jesus escolhe Pedro, a quem haveria de dizer mais tarde: "... sobre ti edificarei a minha Igreja" .
E continua a chamar cada um de nós, a resposta é nossa! Ele SÓ nos pede que acolhamos o chamamento, o vivamos e o testemunhemos vida fora... (SÓ!)
Jesus, ajuda cada um de nós, a deixar-se encontrar por Ti, pois só Tu és o Caminho que nos leva a Deus. Ajuda-nos a ser testemunhas da nossa vocação de Filhos Amados por Deus.
Ajuda-nos a sentir no mais íntimo de nós que a resposta ao chamamento é a adesão à Tua Pessoa.
Vou acabar. Um abraço fraterno e boa semana na companhia de Cristo Jesus
ana saldanha(elemento da Equipa Casais Stª Maria/Colares)
Encontro de Formação
A Pastoral Social vai organizar um dia de formação com a Cáritas Diocesana de Lisboa. Vai acontecer no próximo dia 31 de Janeiro, das 9,30 às 17 Horas em Rio de Mouro. Esta formação destina-se a todos os agentes da Pastoral Social das Paróquias. Esta formação é sobre a Doutrina Social da Igreja. Envio a ficha de inscrição.
Abraço em Cristo
Diác. Carlos Martins
Abraço em Cristo
Diác. Carlos Martins
domingo, 18 de janeiro de 2015
Festa de São Sebastião - Colares
Ontem foi o maravilhoso Concerto com o coro "ArdeCoro" hoje às 15h00 Procissão da Igreja do Muvifal para a Igreja de São Sebastião acompanhada pela Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
Terra Santa: Bispos católicos denunciam drama de «dezenas de milhares de famílias cristãs»
Ausência de soluções para a paz entre Israel e Palestina está a ter «consequências trágicas»
Jerusalém, 15 jan 2015 (Ecclesia) – Os bispos católicos que estão de visita à Terra Santa denunciaram a falta de condições que “dezenas de milhares de famílias cristãs” enfrentam na Faixa de Gaza, devido ao conflito israelo-palestino.
Numa mensagem enviada hoje à Agência ECCLESIA pelo Conselho das Conferências Episcopais da Europa, também representado nesta iniciativa, eles lamentam a falta de soluções para fazer “avançar a paz”, ao nível das políticas “locais e internacionais”.
Algo que, para as populações radicadas em Gaza, um dos epicentros da guerra, tem tido “consequências trágicas”.
Segundo os prelados, “depois de falhadas as últimas negociações” são necessárias “novas abordagens” que permitam “a construção de pontes, não de muros”, entre Israel e a Palestina.
“É preciso humanizar o conflito, através de medidas que favoreçam o diálogo entre as duas partes. A paz apenas virá quando todos concordarem que este território é sagrado para três credos, o cristianismo, o judaísmo e o islamismo, e casa de dois povos, israelitas e palestinos”, advogam os bispos.
Desde sexta-feira, os responsáveis católicos já tiveram ocasião de contactar e escutar os anseios de diversas comunidades, não só do lado palestino, na Faixa de Gaza mas também do lado israelita.
A viagem que hoje termina envolve líderes e representantes católicos da Europa, da América do Norte e da África do Sul, e está inserida na 15.ª reunião anual da Coordenação das Conferências Episcopais em favor da Igreja Católica da Terra Santa.
De acordo com os membros daquele organismo, o conflito em curso “assalta a dignidade de israelitas e palestinos” e coloca em causa a vida de inúmeros cristãos que têm de saber que “não foram esquecidos”.
Medo, pobreza, desemprego, habitação precária, são muitos os problemas que afligem estas pessoas.
“O bloqueio em Gaza impede dramaticamente qualquer tentativa de reconstrução e favorece um ambiente de desespero que depois mina também as esperanças legítimas dos israelitas em termos de segurança”, descrevem os bispos.
No entanto, no meio de toda a “devastação” e do “receio de novos combates”, “a esperança permanece viva” na região.
Os responsáveis católicos tiveram ocasião de constatar isso mesmo por exemplo na visita a uma “pequena comunidade cristã com uma enorme fé”.
Também através da “tenacidade” demonstrada por “muitos voluntários” que ali trabalham em prol das populações mais carenciadas, e da passagem por uma “escola onde muçulmanos e cristãos estudam e brincam em harmonia”.
“Um estudante disse-nos que durante a guerra recebeu um e-mail a perguntar se precisava de comida, de roupa ou de abrigo. Sem amargura, ele respondeu que o que precisava era de dignidade. É este direito que os líderes políticos têm de defender”, frisam os prelados.
No seu texto, a Coordenação das Conferências Episcopais em favor da Igreja Católica da Terra Santa salienta que “vai continuar a opor-se” às injustiças que estão a ser praticadas no território.
Em causa estão também situações como a “expansão do programa dos colonatos israelitas, ilegal à luz da lei internacional” e “a construção do muro de separação no Vale de Cremisan”, projetada pelo governo de Israel e cuja concretização colocará em causa “a subsistência de muitas famílias cristãs”.
Ao todo participaram nesta visita cerca de 40 bispos e representantes católicos de 16 países: Alemanha, África do Sul, Irlanda, Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega, Suécia, Estados Unidos da América, Inglaterra, Pais de Gales, França, Itália, Canadá, Suíça, e Espanha.
JCP
Atentados: Papa condena terrorismo fundamentalista e pede fim das «ofensas» às religiões
Francisco diz que a liberdade de expressão tem «limites»
Lisboa, 15 jan 2015 (Ecclesia) - O Papa Francisco condenou hoje de novo os atentados terroristas da última semana em Paris e pediu o fim das “ofensas” contra as religiões, sublinhando que a liberdade de expressão tem “limites”.
“Não se pode matar em nome de Deus, isso é uma aberração”, declarou, em conferência de imprensa durante o voo que o levou do Sri Lanka às Filipinas, segunda etapa da viagem que se iniciou na segunda-feira.
Francisco sublinhou que a liberdade religiosa e a liberdade de expressão são “dois direitos humanos fundamentais” e disse que, neste contexto, “não se pode provocar, não se pode insultar a fé dos outros”.
“Há um limite, toda a religião tem dignidade, não posso ridicularizar uma religião que respeite a vida humana, a pessoa”, acrescentou.
12 pessoas, entre jornalistas e polícias, foram mortas na última quarta-feira após um atentado contra o jornal satírico ‘Charlie Hebdo’, que esta semana publica uma caricatura com o profeta Maomé.
Francisco defendeu que o uso da liberdade não justifica o festo de “ofender”.
“É verdade que não se pode reagir violentamente, mas se o doutor Gasbarri [organizador das viagens pontifícias, que se encontra normalmente junto do Papa], que é um amigo, ofender a minha mãe, vai levar um murro”, gracejou.
O Papa insistiu, depois, na ideia de que “na liberdade de expressão há limites”.
“Muita gente ofende, ridiculariza, faz pouco da religião dos outros. Esses provocam e pode acontecer aquilo que aconteceria ao doutor Gasbarri se dissesse alguma coisa contra a minha mãe”, alertou.
Francisco citou o discurso de Bento XVI em Ratisbona (2006), Alemanha, para falar de uma “mentalidade pós-relativista” que leva a apresentar as religiões e as expressões religiosas “como uma espécie de subcultura", que são apenas "toleradas”, mas não valorizadas.
“Cada um tem o direito de praticar a sua própria religião, sem ofender, e assim queremos fazer todos. Em segundo lugar: não se pode ofender ou fazer a guerra, matar em nome da própria religião, em nome de Deus”, observou.
Questionado sobre eventuais ameaças terroristas contra o Vaticano ou a sua pessoa, Francisco disse que a melhor resposta é “ser manso, humilde”, sem agredir ninguém.
“A mim preocupam-me os fiéis, na verdade, e falei disso com a segurança do Vaticano”, revelou, confessando que tem uma “boa dose de inconsciência” no que diz respeito à sua própria segurança.
O Papa comentou ainda o recente atentado terrorista na Nigéria em que os fundamentalistas usaram uma criança para rebentar uma bomba.
“É preciso dizer que por trás de cada atentado suicida há um elemento de desequilíbrio humano, não sei se mental, mas humano, algo que não está bem na pessoa: essa pessoa tem um desequilíbrio na sua vida”, sustentou.
“O ‘kamikaze’ dá a vida para destruir”, lamentou.
Francisco admitiu que o Vaticano está em conversações com líderes de outras religiões, sobre o extremismo, e que existe a hipótese de “promover um novo encontro em Assis” contra a violência e pela paz.
OC
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Dia Mundial do Doente - Propostas para a vivência desta jornada
O Sector da Pastoral da Saúde do Patriarcado de Lisboa, através do Departamento da Comunicação, fez chegar a todas as paróquias os materiais para reflexão e divulgação do Dia Mundial do Doente, celebrado a 11 de fevereiro. De entre as propostas, é sugerida uma festa litúrgica “com este extraordinário sacramento da Unção dos Doentes”. É ainda salientado que “a visita dos doentes na comunidade paroquial é um ato de grande relevo na vida da paróquia”.Oração para o Dia Mundial do Doente
“Ó Maria, Sede da Sabedoria, intercedei como nossa Mãe por todos os doentes e quantos cuidam deles. Fazei que possamos, no serviço ao próximo sofredor e através da própria experiência do sofrimento, acolher e fazer crescer em nós a verdadeira sabedoria do coração”.
Papa Francisco
Comunidade
católica inaugura com budistas caminhada de descoberta inter-religiosa
A iniciativa da comunidade radica no facto de conviverem há vários anos – décadas, em alguns casos – no mesmo perímetro urbano cristãos, judeus, muçulmanos, budistas e outros, e todavia o desconhecimento é mútuo. «Os encontros inter-religiosos são uma proposta para aprofundarmos uma pacífica convivência com base no conhecimento, no respeito e na amizade.»
A iniciativa da comunidade radica no facto de conviverem há vários anos – décadas, em alguns casos – no mesmo perímetro urbano cristãos, judeus, muçulmanos, budistas e outros, e todavia o desconhecimento é mútuo. «Os encontros inter-religiosos são uma proposta para aprofundarmos uma pacífica convivência com base no conhecimento, no respeito e na amizade.»
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
Pastoral da Cultura
Se
alguém te perguntasse «onde vives?», «que há de interessante na tua vida?», como
responderias?Vinde e vereis». Fazei vós mesmos a experiência. Não procureis informação de fora. Vinde viver comigo e descobrireis como vivo, de onde oriento a minha vida, a quem me dedico, porque vivo assim. Este é o passo decisivo que precisamos de dar hoje para inaugurar uma fase nova na história do cristianismo. Milhões de pessoas dizem-se cristãs mas não experimentaram um verdadeiro contacto com Jesus. Não sabem como viveu, ignoram o seu projeto. Dele não aprendem nada de especial.
Papa apela à «paz» no coração da atual «guerra mundial» e diz que «fundamentalismo religioso» rejeita Deus
Tomando o ícone do nascimento de Jesus numa manjedoura, Francisco manifestou a sua «dor» pelas «consequências dramáticas» daquela que definiu como «uma mentalidade da rejeição» e da «cultura da subjugação», que se expressa na «contínua difusão dos conflitos».
Clique nos títulos para ler mensagem completa
Sri
Lanka e Filipinas esperam papa Francisco | IMAGENS |O programa de Francisco no Sri Lanka inicia-se com a cerimónia de boas-vindas no aeroporto, às 9h00 de terça-feira (2h30 em Portugal), prosseguindo com um encontro com o episcopado local, a visita ao novo presidente do país e, a terminar o primeiro dia, um encontro inter-religioso.
domingo, 11 de janeiro de 2015
SEGUNDA-FEIRA - Igreja Paroquial de Colares às 21h00.
Assembleia Paroquial, para apresentação do II tema do Sínodo Diocesano: Na crise do compromisso comunitário, orientada pelo Pe. Dário Pedroso, na Igreja de Colares às 21h00.
Grupos de Caminhada Sinodal: 3ª feira na Azóia às 15h30, em Almoçageme às 20h30 e no Mucifal às 21h00. 4ª feira em Colares e na Praia das Maçãs às 21h00. 5ª feira nas Azenhas do Mar às 21h00 e Domingo no Penedo às 10h00 e em Colares às 10h30.
A CHATA EM DOMINGO DE CELEBRAÇÃO DO BAPTIZADO....(?) DE JESUS! (MARCOS 1,7-11)
Uma saudação fraterna em Cristo Jesus, com desejos de um bom Dia do Senhor.
Hoje, a Igreja Católica, encerra o Tempo de Natal, com o Baptismo de Jesus. Nestas semanas, desde o dia 25 de Dezembro,,. temos celebrado o Tempo de Natal, vivendo muitos acontecimentos que se passaram em dias ou anos, e que chegam até nós, também, como manifestação, em "Tempo de Natal", que é o Tempo em que aquela pequenina grande LUZ de Belém continuamente se quer revelar... a nós! Ele continua de braços abertos para descobrirmos a Sua manifestação, a Sua doação... não só até à Cruz mas à Sua gloriosa Ressurreição!
Hoje, como ontem, Ele espera por nós, manifestando-se nas pequenas coisas do nosso dia a dia.
Quero partilhar convosco a frase "... viu os Céus rasgarem-se e o ESPIRITO SANTO que descia sobre ELE em forma de pomba; ouviu-se dos Céus uma voz : -TU ÉS O MEU FILHO AMADO".
Desculpa lá ó Deus esta expressão tão mundana, mas na tropa, onde eu andei, como civil, largos anos, diríamos: Já viram o Quartel General em peso? É verdade! AQUI ESTÁ PRESENTE A SANTÍSSIMA TRINDADE! O ESPIRITO SANTO - O FILHO E O PAI! Como me enche descobrir uma acção conjunta!.. Eu sei que as há continuamente na nossa vida, mas aqui, está expresso... não sei explicar! Entendo no meu interior, mas não tenho palavras para definir, talvez Aquilo que não tem definição. Não percebo porque só hoje vi claramente, o que há anos leio... No meu baptismo, eu consigo entender que é o Espírito Santo que desce sobre mim, tal como em Jesus e, por isso, é um baptismo não só de água e luz, mas também do Espírito. Eu acredito, e por nada ponho em causa, só nunca tinha "visto", neste acto, distintamente a acção das TRÊS PESSOAS... Talvez por AS considerar apenas UMA, não conseguia separar as Suas acções!
Vou acabar, com a certeza de que as Palavras dirigidas à humanidade "MEU FILHO AMADO", não foram só para Jesus, mas para nós também, no dia do nosso Baptismo... e isto me fascina e o meu coração se enche de gratidão!
Ajuda-me, Pai, a que esta "corrente" de AMOR que vem da TUA PALAVRA, seja força para que eu saiba descobrir o outro que comigo se cruza, colaborando na construção de um MUNDO MAIS TEU.
Agora acabo mesmo, abraço fraterno em Cristo, nossa Pascoa, e um a boa semana sobre a protecção de Maria.
ana saldanha(elemento da Equipa Casais Stª Maria/Colares)
DA CHATA....
Caros amigos para todos vós um ANO NOVO cheio das bênçãos do Senhor nosso Deus. É o expoente máximo que eu quero para vós e convosco englobo toda a Humanidade.
Tenho sentido imenso a falta das minhas letras e espero que possa ser recíproco (?!?), mas tenho andado ocupadíssima de um lado para o outro, barata tonta...
Queria-vos ter dado uma palavrinha no dia 1 Janeiro sobre a solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus e simultaneamente, Dia Mundial da Paz, a Paz de que o mundo tanto precisa!
Que melhor começar o Ano Novo sobre a protecção de Maria e pedir - lhe a sua interpretação junto de seu Filho Jesus para que conceda a Sua PAZ aos nossos corações !...
Segui -se o segundo Domingo do ano e para a Igreja, Domingo II do Tempo de Natal, celebrou-se a Epifania de Jesus, isto é, Jesus manifesta-se ao mundo com a vinda dos reis magos... Hoje, tal como ontem, continua a manifestar-se através de cada um de nós... Apenas quero partilhar convosco uma coisinha… Os reis magos vieram para adorarem o Menino e, quando O conheceram, jamais ficaram no mesmo caminho... regressaram por outro caminho... mudaram de caminho. Mudaram a sua caminhada! E eu... festejei -O, conheci -O... penso que O conheço (apenas um pouco) e mudei de caminho? Ou simplesmente continuei... sem mudança? Agora que o Tempo de Natal vai acabar no próximo domingo (hoje) com o Baptismo de Jesus, para retomar o Tempo Comum, como ficarei eu? Que mudança na minha vida? Vim adora-Lo e regresso sem mudança? Ajuda-nos Senhor a regressar pelo Teu Caminho... fica connosco! Que a Tua vinda à terra nos levem pelos caminhos da Paz ao Reino que vieste anunciar.
Sobre a protecção de Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, um abraço e que Cristo nos acompanhe,
ana saldanha(elemento da Equipa Casais Stª Maria/Colares
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Hoje - SEXTA-FEIRA
Assembleia Paroquial para partilhar das reflexões dos grupos de Caminhada Sinodal, na Varanda de Colares às 21h00.
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Ano Jubilar 2015 | 2016
Olhar com gratidão a vida e obra de Teresa de Saldanha
Neste Ano, dedicado pelo Papa Francisco à Vida Consagrada, apraz-nos recordar Teresa de Saldanha (Lisboa, 1837-1916) que, nascendo e vivendo num tempo difícil para a Igreja em Portugal, ousou desafiar as leis vigentes e fundou, na clandestinidade, uma...
Neste Ano, dedicado pelo Papa Francisco à Vida Consagrada, apraz-nos recordar Teresa de Saldanha (Lisboa, 1837-1916) que, nascendo e vivendo num tempo difícil para a Igreja em Portugal, ousou desafiar as leis vigentes e fundou, na clandestinidade, uma...
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Nomes
e rostos dos novos cardeais “eleitores” (que podem eleger o papa) | IMAGENS |
O papa Francisco anunciou este domingo os nomes dos 20 prelados que se vão tornar cardeais no próximo consistório de 14 e 15 de fevereiro, entre os quais se encontra o patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente. Os nomeados são provenientes de 18 países dos cinco continentes; 15 têm menos de 80 anos, e portanto poderão eleger novo papa em caso de conclave. Cinco têm mais de 80 anos. Apresentamos o nome e os rostos de 14 dos 15 novos cardeais “eleitores”.
O papa Francisco anunciou este domingo os nomes dos 20 prelados que se vão tornar cardeais no próximo consistório de 14 e 15 de fevereiro, entre os quais se encontra o patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente. Os nomeados são provenientes de 18 países dos cinco continentes; 15 têm menos de 80 anos, e portanto poderão eleger novo papa em caso de conclave. Cinco têm mais de 80 anos. Apresentamos o nome e os rostos de 14 dos 15 novos cardeais “eleitores”.
domingo, 4 de janeiro de 2015
Patriarca de Lisboa vai ser criado Cardeal a 14 de fevereiro

O Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente vai ser criado Cardeal no Consistório marcado para o próximo dia 14 de fevereiro, em Roma. O Papa Francisco anunciou hoje, na oração do Angelus, na Praça de São Pedro, no Vaticano, o nome de D. Manuel Clemente como novo membro do Colégio Cardinalício.
Este será o segundo consistório convocado pelo Papa Francisco para a criação de novos cardeais e vai decorrer em Roma, depois de um encontro de dois dias com o Colégio Cardinalício sobre a reforma da Cúria Romana.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
Sete perguntas
sobre Jesus1. Jesus existiu?; 2. Os Evangelhos são “fiáveis”?; 3. Jesus nasceu no ano zero?; 4. Jesus tinha irmãos e
irmãs?; 5. Jesus era um rabi como os outros?; 6. Jesus foi crucificado?; 7. O sudário de Turim é uma “fotografia” de Jesus?
Foto: Cristo (det.) | El Greco | 1580-1585 | McNay Art Museum, San Antonio, EUA | D.R.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
- Ano Novo -
O Ano Novo está a chegar..... É tempo de renovar.... A PAZ É POSSÍVEL! A PAZ É URGENTE!Para o ano 2015, peço ao Deus Menino, que encha o teu coração de sementinhas da SUA PAZ, que elas germinem e dêem muito fruto... Tanto que transborde de mão para mão!.... construção de um Reino Novo que não sendo deste mundo, é de certeza, de Paz e Amor e começa aqui já e agora, por mim... por ti....!
Mil bênçãos do nosso Deus para ti e que Ele nos acompanhe no caminhar dos nossos dias.
ana saldanha(elemento da Equipa Casais Stª Maria/Colares)
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