1 Sam 9, 1-4.17-19; 10, 1a / Slm 20 (21), 2-7 / Mc 2, 13-17
Ele come com publicanos e pecadores. (Evang.)
Jesus estava a comer com os pecadores, em casa de um vendido à causa romana e ladrão dos seus compatriotas. Um grupo de gente posta de parte pela sociedade que «dava o tom». Muitas vezes, o nosso problema também é sair fora do tom, sair fora do que o grupo pensa, não seguindo assim a nossa consciência, mas acalmando o nosso medo. Agora, o leitor, na sua oração, pergunte-se: «Quando foi a última vez que isto se deu comigo?».
sábado, 13 de janeiro de 2018
sexta-feira, 12 de janeiro de 2018
MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 12 – Semana I do Tempo Comum
1 Sam 8, 4-7.10-22a / Slm 88 (89), 16-19 / Mc 2, 1-12
Não é só Deus que pode perdoar os pecados? (Evang.)
Sim, de certo ponto de vista. Mas nós também nos temos de perdoar. E isso pode ser muito difícil. Às vezes, há pecados que, embora confessados e perdoados, nos custa muito a perdoar a nós próprios. Outras vezes, são circunstâncias que, não sendo pecado, magoaram outras pessoas e nós nunca fomos capazes de nos perdoar. Entreguemo-nos completamente. Na oração de hoje, peçamos a Nossa Senhora que nos ajude a curar as nossas feridas. E podemos acabar com a Consagração a Nossa Senhora.
Não é só Deus que pode perdoar os pecados? (Evang.)
Sim, de certo ponto de vista. Mas nós também nos temos de perdoar. E isso pode ser muito difícil. Às vezes, há pecados que, embora confessados e perdoados, nos custa muito a perdoar a nós próprios. Outras vezes, são circunstâncias que, não sendo pecado, magoaram outras pessoas e nós nunca fomos capazes de nos perdoar. Entreguemo-nos completamente. Na oração de hoje, peçamos a Nossa Senhora que nos ajude a curar as nossas feridas. E podemos acabar com a Consagração a Nossa Senhora.
Ecumenismo: Jovens rezam pela Unidade dos Cristãos
Os departamentos juvenis da Igreja Católica, Lusitana, Metodista e Presbiteriana organizam a Vigília Ecuménica Jovem, que vai decorrer no dia 20 de janeiro, às 21h30, na igreja de Santa Joana Princesa, em Lisboa. A iniciativa decorre no âmbito da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos (18 a 25 de janeiro) e vai reunir centenas de jovens.“Esta noite de vigília, que será também de dimensão nacional, foi preparada pelos cristãos das Caraíbas, que ao logo da sua história foram sujeitos a regimes de escravatura e que encontraram na Bíblia, na Palavra de Deus e na pessoa de Jesus Cristo, um refúgio e uma fonte de libertação para as correntes que os aprisionavam”, explica a organização.
A Vigília Ecuménica tem como tema “A Tua mão, Senhor, liberta-nos com poder” (cf. Ex 15, 6), é de entrada livre e procura responder ao apelo do Papa Francisco: “A unidade dos cristãos é um requisito essencial da nossa fé. Um requisito que brota do fundo de nosso ser como crentes em Jesus Cristo”, sublinham os responsáveis da iniciativa.
quinta-feira, 11 de janeiro de 2018
MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 11 – Semana I do Tempo Comum
1 Sam 4, 1-11 / Slm 43 (44), 10-11.14-15.24-25 / Mc 1, 40-45
Não digas nada a ninguém, mas vai mostrar-te ao sacerdote. (Evang.)
Talvez Jesus quisesse tocar o coração do sacerdote. Talvez o tivesse feito, talvez não. Nós sabemos que nem todos, entre a hierarquia religiosa judaica, eram contra Jesus. Peçamos a graça de sermos sinais de Deus para os outros. Peçamos a graça de a nossa humildade ser um sinal de Deus. E como é a nossa humildade, não nos vamos armar em sinal de Deus. É só deixarmo-nos estar humildes. Deus atuará através de nós.
Não digas nada a ninguém, mas vai mostrar-te ao sacerdote. (Evang.)
Talvez Jesus quisesse tocar o coração do sacerdote. Talvez o tivesse feito, talvez não. Nós sabemos que nem todos, entre a hierarquia religiosa judaica, eram contra Jesus. Peçamos a graça de sermos sinais de Deus para os outros. Peçamos a graça de a nossa humildade ser um sinal de Deus. E como é a nossa humildade, não nos vamos armar em sinal de Deus. É só deixarmo-nos estar humildes. Deus atuará através de nós.
quarta-feira, 10 de janeiro de 2018
MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 10 – Semana I do Tempo Comum
1 Sam 3.1-10.19-20 / Slm 39 (40), 2.5.7-8a.b-9.11 / Mc 1, 29-39
Ela começou a servi-los. (Evang.)
A sogra de Pedro estava reconhecida e começou a servir Jesus. Nós vamos servindo a Cristo e vamos estando reconhecidos mais ou menos ao mesmo tempo. Não podemos separar estas duas coisas, estes dois momentos. Mas é importante exercitarmos o reconhecimento e a oferenda. Às vezes, a balança tende mais para o lado do pedir. Os pratos da balança devem estar mais ou menos equilibrados. O leitor é que sabe onde é que deve pôr mais peso. Agora só tem de pôr.
Ela começou a servi-los. (Evang.)
A sogra de Pedro estava reconhecida e começou a servir Jesus. Nós vamos servindo a Cristo e vamos estando reconhecidos mais ou menos ao mesmo tempo. Não podemos separar estas duas coisas, estes dois momentos. Mas é importante exercitarmos o reconhecimento e a oferenda. Às vezes, a balança tende mais para o lado do pedir. Os pratos da balança devem estar mais ou menos equilibrados. O leitor é que sabe onde é que deve pôr mais peso. Agora só tem de pôr.
terça-feira, 9 de janeiro de 2018
MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 9 – Semana I do Tempo Comum
1 Sam 1, 9-20 / 1 Sam 2, 1.4-8 / Mc 1, 21-28
Ensinava com autoridade. (Evang.)
Dizia-me um jesuíta que é mais fácil ver onde não está o Espírito Santo do que onde está. uma pessoa que pretende impor a sua opinião aos berros, enraivecida, «espumando», não tem o Espírito Santo com ela. Outra, que propõe a sua opinião de uma forma calma, «aceitando que não seja aceite», por muito importante que ache que essa ideia seja, estará mais próxima do Espírito Santo, de Deus. Quer isso dizer que esse tipo de apresentação mais tolerante de uma ideia implica que a sigamos? Não. Implicará, sim, que prestemos atenção à pessoa que a proferiu. Naquele momento, pelo menos, foi uma pessoa tocada pelo Espírito Santo. Talvez não nas ideias. Na atitude, com certeza.
Ensinava com autoridade. (Evang.)
Dizia-me um jesuíta que é mais fácil ver onde não está o Espírito Santo do que onde está. uma pessoa que pretende impor a sua opinião aos berros, enraivecida, «espumando», não tem o Espírito Santo com ela. Outra, que propõe a sua opinião de uma forma calma, «aceitando que não seja aceite», por muito importante que ache que essa ideia seja, estará mais próxima do Espírito Santo, de Deus. Quer isso dizer que esse tipo de apresentação mais tolerante de uma ideia implica que a sigamos? Não. Implicará, sim, que prestemos atenção à pessoa que a proferiu. Naquele momento, pelo menos, foi uma pessoa tocada pelo Espírito Santo. Talvez não nas ideias. Na atitude, com certeza.
segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
MEDITAÇÃO DIÁRIA, Seg, 8 – Batismo do Senhor (Festa)
Is 42, 1-4.6-7 / Slm 28 (29), 1a.2.3ac-4.3b.9b-10 / Mc 1, 7-11
Vai chegar depois de mim quem é mais forte do que eu. (Evang.)
Às vezes conversamos espiritualmente com alguém. Tenhamos a consciência que depois de nós vem Alguém mais forte que nós. Talvez no eco que aquela conversa vai ter na pessoa, talvez porque a pessoa vai comentar essa conversa com outra pessoa, talvez porque um dia o tema da conversa servirá para os escritos dessa pessoa ou porque a conversa muda o comportamento da pessoa. Os caminhos de Deus são insondáveis. Rezemos, com humildade, pelo fruto das nossas conversas.
Vai chegar depois de mim quem é mais forte do que eu. (Evang.)
Às vezes conversamos espiritualmente com alguém. Tenhamos a consciência que depois de nós vem Alguém mais forte que nós. Talvez no eco que aquela conversa vai ter na pessoa, talvez porque a pessoa vai comentar essa conversa com outra pessoa, talvez porque um dia o tema da conversa servirá para os escritos dessa pessoa ou porque a conversa muda o comportamento da pessoa. Os caminhos de Deus são insondáveis. Rezemos, com humildade, pelo fruto das nossas conversas.
sábado, 6 de janeiro de 2018
Pastoral Familiar do Patriarcado de Lisboa
Inscrição para o curso de formação para agentes da Pastoral Familiar 2017-2018 Clique para aceder à ficha de inscrição
Como já tem sido habitual, a Pastoral Familiar do Patriarcado de Lisboa volta a propor para este novo ano pastoral, uma formação para os agentes de Pastoral Familiar. Esta formação será realizada em três módulos, de acordo com o seguinte programa:
- 27 de Janeiro de 2017 - O que é Pastoral Familiar?
- 24 de Fevereiro de 2017: Módulo 2 - O magistério sobre a Família
- 17 de Março de 2017: Módulo 3 - Exemplos de Pastoral Familiar
O pagamento da inscrição será realizado no período de acolhimento (entre as 9h30 e as 10h00), a qual poderá fazer em duas modalidades: o preço de cada módulo é de 15€. O pagamento integral dos três módulos é 40€. No preço de inscrição encontra-se incluído o almoço, e a contribuição para o aluguer dos espaços e materiais.
Inscrições abertas até ao dia 21 de Janeiro de 2018. Participe!
MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 6 – Tempo do Natal / 1º Sábado
1 Jo 5, 5-13 / Slm 147, 12-15.19-20 / Mc 1, 7-11 ou Lc 3, 23-28 ou 23, 31-34.36.38Estabeleceu a paz nas tuas fronteiras. (Salmo)
Peçamos a Deus que estabeleça a paz nas nossas fronteiras. Nas fronteiras entre o nosso interior e o nosso exterior. Que o nosso interior controle o nosso exterior em paz. Que o nosso interior assimile o exterior (sentido inverso ao primeiro) em paz. Quero dizer, que sejamos coerentes: que não haja sobressaltos entre o interior e o exterior. O leitor peça essa graça.
sexta-feira, 5 de janeiro de 2018
MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 5 – Tempo do Natal / 1ª Sexta-Feira
1 Jo 3, 11-21 / Slm 99 (100), 2-5 / Jo 1, 43-51
Segue-Me. (Evang.)
O que é seguir Jesus? É seguir o amor, é seguir a verdade, é seguir a sinceridade, é seguir a transparência, a candura. Não estou só a dizer para amarmos. Estou a sugerir que sejamos sensíveis às pessoas, às circunstâncias, às alturas em que o amor se exprime. Muitas vezes, o amor não se exprime de uma maneira muito vistosa. Exprime-se no sorriso de um filho, de um neto, de um bisneto, na fraternidade de alguém da minha comunidade. Reparemos nesses momentos, que são momentos cheios de Deus.
Segue-Me. (Evang.)
O que é seguir Jesus? É seguir o amor, é seguir a verdade, é seguir a sinceridade, é seguir a transparência, a candura. Não estou só a dizer para amarmos. Estou a sugerir que sejamos sensíveis às pessoas, às circunstâncias, às alturas em que o amor se exprime. Muitas vezes, o amor não se exprime de uma maneira muito vistosa. Exprime-se no sorriso de um filho, de um neto, de um bisneto, na fraternidade de alguém da minha comunidade. Reparemos nesses momentos, que são momentos cheios de Deus.
Sé de Lisboa recebe Concerto de Ano de Novo
O Coro da Catedral de Lisboa vai realizar o seu Concerto de Ano de Novo 2018 no Domingo da Epifania, 7 de janeiro, às 17h00, na Sé Patriarcal de Lisboa, com entrada livre.
O fio condutor do concerto centra-se na expressão ‘Jubilate Deo, Cantate Domino’ (‘Alegrai-vos em Deus, Cantai ao Senhor’). “A peça de abertura – ‘Jubilate Deo’ – da autoria de Jean Paul Lécot e interpretada no Vaticano na liturgia das canonizações dos santos e santas de Deus, é o leitmotiv deste concerto que nos permite, ainda, assinalar algumas efemérides que ocorreram em 2017, ao mesmo tempo que prestamos a nossa homenagem aos instrumentistas e compositores: Antoine Sibertin-Blanc (5º aniversário do falecimento), Malcolm Archer (65 anos do nascimento), Jean Paul Lécot (70 anos do nascimento), Domenico Bartolucci (100 anos do nascimento) e António Lotti (350 anos do nascimento)”, assinala um comunicado do Coro da Catedral de Lisboa. Além destes autores, vão ser ainda ouvidas “obras de António Cartageno, Fernando Cupertino, Gabriel Fauré, César Franck, William Gomez, Manuel Luís, Vítor Pereira/José Joaquim Ribeiro, John Stainer, Piotr I. Tchaikovsky e François Couperin”. “Deste último compositor, serão interpretadas duas peças do Glória de ‘Messe por les Paroisses’, pertencentes a uma das duas missas para órgão escritas por este compositor para a solenidade, riqueza e festividade das paróquias parisienses”, acrescenta a nota, destacando: “Uma outra particularidade, prende-se com a composição escrita há 29 anos pelo Pe. António Cartageno, cuja letra foi elaborada pelo nosso atual Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, integrando na altura a equipa formadora do Seminário”.
Conjuntamente com o Coro da Catedral de Lisboa e o Coro Juvenil de Nossa Senhora da Ajuda (com os responsáveis Sofia Rita, André Santos e Fátima Santos), vão ainda participar neste Concerto de Ano de Novo António Duarte (órgão), Alzira Martins Trindade (flauta), Ana Almeida (trompete), Andreia Rosa (clarinete), Cátia Filipa Magalhães (violoncelo), José Eduardo Pires (trompa), Carolina Barbosa, Joana Maria Figueira, Maria de Jesus Assunção e Sofia Rita (solistas) e Luís Filipe Fernandes (direção musical).
O fio condutor do concerto centra-se na expressão ‘Jubilate Deo, Cantate Domino’ (‘Alegrai-vos em Deus, Cantai ao Senhor’). “A peça de abertura – ‘Jubilate Deo’ – da autoria de Jean Paul Lécot e interpretada no Vaticano na liturgia das canonizações dos santos e santas de Deus, é o leitmotiv deste concerto que nos permite, ainda, assinalar algumas efemérides que ocorreram em 2017, ao mesmo tempo que prestamos a nossa homenagem aos instrumentistas e compositores: Antoine Sibertin-Blanc (5º aniversário do falecimento), Malcolm Archer (65 anos do nascimento), Jean Paul Lécot (70 anos do nascimento), Domenico Bartolucci (100 anos do nascimento) e António Lotti (350 anos do nascimento)”, assinala um comunicado do Coro da Catedral de Lisboa. Além destes autores, vão ser ainda ouvidas “obras de António Cartageno, Fernando Cupertino, Gabriel Fauré, César Franck, William Gomez, Manuel Luís, Vítor Pereira/José Joaquim Ribeiro, John Stainer, Piotr I. Tchaikovsky e François Couperin”. “Deste último compositor, serão interpretadas duas peças do Glória de ‘Messe por les Paroisses’, pertencentes a uma das duas missas para órgão escritas por este compositor para a solenidade, riqueza e festividade das paróquias parisienses”, acrescenta a nota, destacando: “Uma outra particularidade, prende-se com a composição escrita há 29 anos pelo Pe. António Cartageno, cuja letra foi elaborada pelo nosso atual Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, integrando na altura a equipa formadora do Seminário”.
Conjuntamente com o Coro da Catedral de Lisboa e o Coro Juvenil de Nossa Senhora da Ajuda (com os responsáveis Sofia Rita, André Santos e Fátima Santos), vão ainda participar neste Concerto de Ano de Novo António Duarte (órgão), Alzira Martins Trindade (flauta), Ana Almeida (trompete), Andreia Rosa (clarinete), Cátia Filipa Magalhães (violoncelo), José Eduardo Pires (trompa), Carolina Barbosa, Joana Maria Figueira, Maria de Jesus Assunção e Sofia Rita (solistas) e Luís Filipe Fernandes (direção musical).
quinta-feira, 4 de janeiro de 2018
MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 4 – Tempo do Natal
1 Jo 3, 7-10 / Slm 97 (98), 1.7-9 / Jo 1, 35-42E levou-o a Jesus. (Evang.)
André levou Pedro a Jesus. É uma evidência dizer-se que temos de levar Jesus uns a os outros. Provavelmente, também é uma evidência dizer-se que isso é difícil. Pode ser difícil por muitas razões, mas concentremo-nos numa: é difícil porque, para isso, muitas vezes temos de corrigir o outro e, para algumas personalidades, isso vai muito contra a pele. Peçamos essa coragem, peçamos a sabedoria do momento oportuno.
quarta-feira, 3 de janeiro de 2018
MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 3 – Tempo do Natal
1 Jo 2, 29 – 3, 6 / Slm 97 (98), 1.3cd-4.5-6 / Jo 1, 29-34
E somo-lo de facto (filhos de Deus). (1ª Leit.)
É costume dizer-se de um filho que é parecido com o pai nisto ou naquilo. Terá alguma base genética e outra parte será do convívio com o pai. Nós também temos as duas partes. A genética é a nossa alma, a do convívio é a que vem da oração. Daí que, forçosamente, tenhamos alguma parecença com o nosso Pai do Céu. Hoje, o leitor veja se tem alguma parecença com Deus.
E somo-lo de facto (filhos de Deus). (1ª Leit.)
É costume dizer-se de um filho que é parecido com o pai nisto ou naquilo. Terá alguma base genética e outra parte será do convívio com o pai. Nós também temos as duas partes. A genética é a nossa alma, a do convívio é a que vem da oração. Daí que, forçosamente, tenhamos alguma parecença com o nosso Pai do Céu. Hoje, o leitor veja se tem alguma parecença com Deus.
terça-feira, 2 de janeiro de 2018
Como ler os Evangelhos?
Esta informação está à sua disposição em formato papel no cartório Paroquial
MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 2 – S. Basílio Magno e S. Gregório Nazianzeno (Memória)
1 Jo 2, 22-28 / Slm 97 (98), 1.2-3ab.3cd-4 / Jo 1, 19-28
Eu sou a voz que clama no deserto. (Evang.)
É difícil, dói, clamar no deserto, se com isso significamos que dizemos coisas importantes a quem não nos liga . (Quantas vezes isso acontece nas famílias.) Sim, dói, mas podemos fazer com que isso faça crescer a nossa gratuidade. Nós oferecemos o nosso «dizer» e aceitamos que a outra pessoa o acate ou não, por muito que isso nos afete. Assim, falamos de maneira gratuita, quer dizer, estando desapegados do resultado. O leitor percebeu?
Eu sou a voz que clama no deserto. (Evang.)
É difícil, dói, clamar no deserto, se com isso significamos que dizemos coisas importantes a quem não nos liga . (Quantas vezes isso acontece nas famílias.) Sim, dói, mas podemos fazer com que isso faça crescer a nossa gratuidade. Nós oferecemos o nosso «dizer» e aceitamos que a outra pessoa o acate ou não, por muito que isso nos afete. Assim, falamos de maneira gratuita, quer dizer, estando desapegados do resultado. O leitor percebeu?
segunda-feira, 1 de janeiro de 2018
MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 1 – Santa Maria, Mãe de Deus (Solenidade) – ano B
Dia Mundial da Paz
Num 6, 22-27 / Slm 66 (67), 2-3.5-6.8 / Gal 4, 4-7 / Lc 2, 16-21
A oitava de Natal conclui-se com a celebração da solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus. Hoje recordamos de modo especial a Mãe do nosso Salvador, é este imenso mistério que celebramos: Maria, uma de nós, é a Mãe de Deus. Com efeito, logo desde o início dos tempos da Igreja que se desenvolveu uma forte devoção a Nossa Senhora. Alguns cristãos consideravam exagerado chamar-lhe «Mãe de Deus» e achavam que era melhor chamar a Maria «Mãe de Jesus» ou, então, «Mãe de Cristo». A verdade é que a fé prevaleceu e Maria foi declarada por toda a Igreja como a «Mãe de Deus», a «Theotokos».
Dizer que Maria é verdadeiramente Mãe de Deus é consequência da certeza de que Jesus Cristo é verdadeiramente homem e verdadeiramente Deus. Ele é realmente um de nós! Ele é realmente Deus e quis ser um de nós verdadeiramente para que pudéssemos conhecer o seu grande Amor. Celebramos, portanto, Deus que Se compromete connosco, que toma a nossa parte, que atravessa connosco a vida e nunca nos abandona.
Na segunda leitura deste dia, S. Paulo mostra-nos que não tem dúvidas e diz-nos que a vinda de Jesus ao mundo assinala a «plenitude do tempo», isto é, antes de Jesus a história da humanidade ainda estava incompleta, faltava alguma coisa, viviam-se os tempos da espera. Agora que Deus Se fez um de nós, finalmente acabou a espera e sabemos que temos um Deus que é Amor. É essa a nossa finalidade, o nosso «destino»: o Amor! O Filho de Deus faz-Se um de nós e faz de nós filhos por participação n’Ele. Esta é a nossa verdade que Ele revela, esta é a nossa salvação.
De nós que vivemos «nestes tempos que são os últimos», e que sabemos que somos filhos, espera-se que vivamos de acordo com a nossa condição de filhos de Deus. Somos continuamente libertados daquilo que nos escraviza. Maria, a nossa Mãe Santíssima, é verdadeiramente livre. Isto significa que não está sempre preocupada consigo mesma e não tem de se afirmar a si mesma. Assim podemos medir a nossa liberdade: seremos tanto mais livres quanto menos estivermos preocupados connosco e com aquilo que os outros pensam de nós; se não estamos sempre à procura de nos satisfazermos a nós mesmos, então seremos livres para amar. Quem se deixa libertar pelo Amor olha à sua volta e vê irmãos e irmãs, filhos e filhas de Deus, e põe-se ao serviço.
Quem ama, serve os irmãos e quem serve os irmãos reconhece, com a vida, que é Filho de Deus.
Num 6, 22-27 / Slm 66 (67), 2-3.5-6.8 / Gal 4, 4-7 / Lc 2, 16-21
A oitava de Natal conclui-se com a celebração da solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus. Hoje recordamos de modo especial a Mãe do nosso Salvador, é este imenso mistério que celebramos: Maria, uma de nós, é a Mãe de Deus. Com efeito, logo desde o início dos tempos da Igreja que se desenvolveu uma forte devoção a Nossa Senhora. Alguns cristãos consideravam exagerado chamar-lhe «Mãe de Deus» e achavam que era melhor chamar a Maria «Mãe de Jesus» ou, então, «Mãe de Cristo». A verdade é que a fé prevaleceu e Maria foi declarada por toda a Igreja como a «Mãe de Deus», a «Theotokos».
Dizer que Maria é verdadeiramente Mãe de Deus é consequência da certeza de que Jesus Cristo é verdadeiramente homem e verdadeiramente Deus. Ele é realmente um de nós! Ele é realmente Deus e quis ser um de nós verdadeiramente para que pudéssemos conhecer o seu grande Amor. Celebramos, portanto, Deus que Se compromete connosco, que toma a nossa parte, que atravessa connosco a vida e nunca nos abandona.
Na segunda leitura deste dia, S. Paulo mostra-nos que não tem dúvidas e diz-nos que a vinda de Jesus ao mundo assinala a «plenitude do tempo», isto é, antes de Jesus a história da humanidade ainda estava incompleta, faltava alguma coisa, viviam-se os tempos da espera. Agora que Deus Se fez um de nós, finalmente acabou a espera e sabemos que temos um Deus que é Amor. É essa a nossa finalidade, o nosso «destino»: o Amor! O Filho de Deus faz-Se um de nós e faz de nós filhos por participação n’Ele. Esta é a nossa verdade que Ele revela, esta é a nossa salvação.
De nós que vivemos «nestes tempos que são os últimos», e que sabemos que somos filhos, espera-se que vivamos de acordo com a nossa condição de filhos de Deus. Somos continuamente libertados daquilo que nos escraviza. Maria, a nossa Mãe Santíssima, é verdadeiramente livre. Isto significa que não está sempre preocupada consigo mesma e não tem de se afirmar a si mesma. Assim podemos medir a nossa liberdade: seremos tanto mais livres quanto menos estivermos preocupados connosco e com aquilo que os outros pensam de nós; se não estamos sempre à procura de nos satisfazermos a nós mesmos, então seremos livres para amar. Quem se deixa libertar pelo Amor olha à sua volta e vê irmãos e irmãs, filhos e filhas de Deus, e põe-se ao serviço.
Quem ama, serve os irmãos e quem serve os irmãos reconhece, com a vida, que é Filho de Deus.
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