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terça-feira, 1 de setembro de 2020

Carta aos diocesanos de Lisboa no começo do novo ano pastoral


01 de Setembro de 2020

Ano Pastoral 2020/2021

Caríssimos diocesanos

 1. Antes de mais, desejo que estejais bem, com as vossas famílias e comunidades. Bem fisicamente e também espiritualmente, em especial os que tenham sofrido em si e nos seus com a presente pandemia ou qualquer enfermidade. Uma lembrança forte e permanente vai para todas as instituições de solidariedade, eclesiais ou outras, onde a pandemia entrou, causando tanta perturbação e desgaste nos residentes e cuidadores.   

Como salientei na apresentação do programa-calendário para 2020-2021, a crise sanitária impediu-nos de realizar muitas das atividades previstas. Por isso continuaremos agora na mesma linha de receção da Constituição Sinodal de Lisboa e com os mesmos temas, tão atuais como urgentes: “Sair com Cristo ao encontro de todas as periferias” – onde Ele sempre nos espera (cf. CSL 53) e “Fazer da Igreja uma rede de relações fraternas” - reforçando as instâncias de corresponsabilidade comunitária e missionária (cf. CSL 60).

A pandemia afetou-nos muito, como sociedade e como Igreja. Nas suas várias incidências, da saúde à economia, do trabalho à escolaridade e ao convívio, exigiu-nos e continua a exigir solidariedade e solicitude reforçadas. Tudo se restringiu nos espaços e limitou nos encontros presenciais, condicionalismo que só paulatinamente se ultrapassará. Tivemos celebrações comunitárias interrompidas e agora retomamo-las sob estritas regras sanitárias. Dou graças a Deus por tanta generosidade manifestada nas comunidades, bem como nos vários serviços públicos e particulares, estando certo de que nos reencontraremos mais próximos, justos e solidários, como necessariamente tem de ser.

2. No que a atividades diocesanas se refere e além de tudo o que é próprio dos vários departamentos, setores e serviços (cf. Programa- Calendário) saliento as mais específicas do Departamento da Pastoral Sociocaritativa, com relevância para o respetivo Congresso, a 14-15 de maio de 2021. Aí confluirão a experiência entretanto feita com as Semanas Vicariais da Caridade, que poderão repetir-se, e também muitas outras ações realizadas - e aumentadas em resposta às necessidades que a pandemia trouxe.

Quer no campo sociocaritativo, quer em todos os outros da nossa vida pastoral, importa crescer em corresponsabilidade. Não se trata de algo acessório e meramente funcional. Trata-se de viver e trabalhar comunitariamente, como aprendizagem da própria vida unitrinária de Deus, finalidade maior da Igreja que somos. Solidários com todos e corresponsáveis entre nós, da vida comunitária à diocesana, do mais local ou particular ao mais universal e geral.

Daqui a importância de incentivar e desenvolver todos os órgãos de corresponsabilidade comunitária, com os vários conselhos canonicamente previstos. Tudo o que fizermos nesse sentido é louvável e inadiável. A qualidade cristã do que realizarmos, além do benefício imediato que origine, mede-se pelo modo comunitário como o fizermos. Cristo não trabalhou sozinho, mas sempre com o Pai, no Espírito que os une (cf. Jo 5, 17). E associou outros, que com Ele aprenderam a trabalhar unidos e fez companheiros de missão. Assim então e assim agora, necessariamente.

Aliás, a grande receção do Concílio Vaticano II, em que convictamente prosseguimos, reforça-nos a experiência e a consciência de sermos Povo de Deus, Corpo de Cristo e Templo do Espírito Santo, sempre integrados num todo básico e comum. Por isso desenvolvemos catequeses que se querem verdadeiras inserções na vida eclesial e não meras aulas entre tantas outras; celebramos como comunidade participativa e não como assistentes à atuação demasiado destacada de algum ministro do culto; e incrementamos todas as instâncias de colaboração comunitária, pastorais ou administrativas que sejam, com intenção missionária sempre.

3. Nesse sentido, a recente Instrução da Congregação para o Clero A conversão pastoral da comunidade paroquial ao serviço da missão evangelizadora da Igreja, dá-nos esta motivadora definição: «A paróquia é uma comunidade convocada pelo Espírito Santo para anunciar a Palavra de Deus e fazer renascer novos filhos na fonte batismal; reunida pelo seu pastor, celebra o memorial da paixão, morte e ressurreição do Senhor e testemunha a fé na caridade, vivendo em permanente estado de missão, para que a ninguém falte a mensagem salvífica, que doa a vida» (nº 29).

Será boa catequese para todos, retomar esta definição comunitária no começo do novo ano pastoral, revendo à sua luz o que se faz e o que se há de fazer, ponto por ponto. Também no que a Instrução diz mais à frente, sobre o Conselho Pastoral Paroquial: «Longe de ser um simples organismo burocrático, então, o Conselho Pastoral coloca em destaque e realiza a centralidade do Povo de Deus como sujeito e protagonista ativo da missão evangelizadora, em virtude do facto de que cada fiel recebeu os dons do Espírito através do Batismo e da Confirmação» (nº 110).

Proponho que em todas as paróquias se leia atentamente esta Instrução da Congregação do Clero, que sobre elas diretamente incide. Ao longo dos seus números, tanto se reflete sobre as atuais circunstâncias socioculturais, que exigem mais interligação com o conjunto pastoral da diocese, dada a menor fixação territorial das populações, como se indicam possibilidades de trabalho intercomunitário, ou a natureza e os fins próprios das várias instâncias de corresponsabilidade.

4. O Papa Francisco propõe-nos para este tempo uma atenção ecológica redobrada, ainda mais oportuna por causa dos danos da pandemia. Durante o presente ano pastoral devemos retomar tudo quanto nos escreveu em 2015, na sua preciosa encíclica Laudato si´, sobre o cuidado da casa comum. Sugiro-vos que, pessoal e comunitariamente, se assimile a encíclica nas suas múltiplas incidências, espirituais também.

Por todo o texto papal perpassa uma vinculação  global e a solidariedade com a criação inteira. Requer-nos uma autêntica “conversão ecológica”, comportando três atitudes: 1ª) Gratidão pela obra criadora de Deus, correspondida com generosidade e gratuidade no modo de viver e conviver; 2ª) consciência de não estarmos separados das outras criaturas, com as quais formamos uma comunhão universal; 3ª) desenvolvimento das capacidades que Deus nos deu, para ajudar a resolver os dramas deste mundo (cf. LS, 219-220). 

Três atitudes complementares, que o Papa nos propõe, em torno duma figura (S. Francisco de Assis) e de um conceito (ecologia integral): «Acho que Francisco é o exemplo por excelência do cuidado pelo que é frágil e por uma ecologia integral, vivida com alegria e autenticidade. […] Nele se nota até que ponto são inseparáveis a preocupação pela natureza, a justiça para com os pobres, o empenhamento na sociedade e a paz interior» (LS, 10).

É nesta integralidade ecológica que o Papa insiste do princípio ao fim. Na verdade, se faltar um destes pontos, logo se desequilibra o conjunto. Dar aos animais ou às plantas a atenção devida, requer outra igual ou maior aos seres humanos injustiçados; ninguém se pacifica intimamente quando se alheia das causas da justiça e da paz para todos.

Neste sentido, incluo outra citação da encíclica, tão clara como inevitável. Merece-nos uma atenção muito particular, por razões de coerência ecológica. Coerência que, por ser total, nunca pode ser “fraturante”. Importa salvaguardar a criação, começando pela vida humana e tudo o que esta requer, da conceção à morte natural: «Quando, na própria realidade, não se reconhece a importância de um pobre, de um embrião humano, de uma pessoa com deficiência – só para dar alguns exemplos -, dificilmente se saberá escutar os gritos da própria natureza. Tudo está interligado» (LS, 117).

5. Por causa da pandemia, o Papa Francisco adiou para 2023 a Jornada Mundial da Juventude, a realizar em Lisboa. Temos assim mais um ano para a preparar, como já acontece no conjunto das dioceses portuguesas. Assim se vão desenvolvendo catequeses que têm como base a reflexão e a experiência dos vários subtemas, ano a ano, sempre em torno da atitude da Virgem Maria na Visitação, quando apressadamente se dirigiu ao encontro de Isabel (cf. Lc 1, 39). 

Esta “urgência” em levar a todos o Jesus que recebemos, há de preencher a nossa vida pessoal e comunitária, de jovens e menos jovens, relançando-nos ainda mais na evangelização que o mundo pede. A JMJ 2023 será essencialmente o fruto do que connosco acontecer para tal.

Caríssimos diocesanos, deixo-vos estes tópicos para o ano pastoral que agora começa, convicto da sua oportunidade eclesial e sociocultural. Com os irmãos Bispos que comigo trabalham no Patriarcado de Lisboa, desejo-vos a maior felicidade em todos os campos da vossa vida e atividade. Felicidade que, como Cristo nos ensina, sempre «está mais em dar do que em receber» (Act 20, 35).


Irmão e amigo,

Lisboa, 1 de setembro de 2020


† Manuel, Cardeal-Patriarca 

    

(foto: Arlindo Homem)


quinta-feira, 2 de abril de 2020

Semana Santa - NA SÉ DE LISBOA


Celebrações com transmissão online, na rádio e na televisão
Foram anunciados hoje os horários das celebrações da Semana Santa, presididas pelo Cardeal-Patriarca, na Sé de Lisboa. No seguimento das recomendações da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos e no cumprimento do que foi determinado pelas autoridades, as celebrações da Semana Santa deste ano 2020, na Sé de Lisboa, vão decorrer sem a presença física dos fiéis. 
Consulte aqui os horários das transmissões: 


terça-feira, 31 de março de 2020

Covid-19: Bispos de Lisboa escrevem carta aos padres da diocese

«Interrupção do habitual» pode ser compensado com «a criação de um futuro ainda mais rico, em possibilidades e meios», escrevem D. Manuel Clemente e seus auxiliares

Lisboa, 30 mar 2020 (Ecclesia) – O cardeal-patriarca e bispos auxiliares de Lisboa enviaram uma mensagem aos sacerdotes do patriarcado, nas difíceis circunstâncias” que se vivem, por causa da pandemia de Covid-19.

“Partilhamos convosco o sofrimento de não poder celebrar com o povo. Nem por isso deixamos de viver a Santa Quaresma, ainda que sem as manifestações habituais de piedade, tão fortes e expressivas como são. Quando as pudermos retomar noutros anos, ainda mais fortes e conversoras hão de ser”, refere a mensagem, assinada por D. Manuel Clemente, D. Joaquim Mendes, D. Daniel Henriques e D. Américo Aguiar.

A missiva dirige-se em particular aos padres “mais idosos ou doentes”, elogiando também o esforço dos responsáveis católicos para acompanhar os fiéis.

“Assim o fazeis pela oração e por muitas conexões de telefone, internet e outros meios, com que superais a inevitável separação física por várias formas criativas de contacto”, indica o texto, divulgado através da internet.

"Chegam-nos felizes notícias de tempos de oração sacerdotal e de encontro pastoral pela internet ou telefone, intensificando ou mantendo o cuidado mútuo e o serviço dos fiéis. Igualmente sobre a vossa atenção aos mais sós e doentes, entre os vossos paroquianos ou outros, com mensagens que enviais e telefonemas que fazeis. E o mesmo se diga do cuidado em garantir o serviço de vários equipamentos sociocaritativos e dos respetivos colaboradores”.

Os responsáveis católicos consideram que o momento de emergência nacional e de isolamento social criaram novos hábitos para o trabalho pastoral futuro, “quando a normalidade regressar e como regressar”.

“Na verdade, este tempo difícil tem sido da parte do presbitério de Lisboa uma ocasião de reforço da ação pastoral, compensando a interrupção do habitual com a criação de um futuro ainda mais rico, em possibilidades e meios”, indicam os bispos de Lisboa.

Em relação à Semana Santa, a carta adianta que o Patriarcado de Lisboa vai seguir as orientações do Decreto da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos (Santa Sé).

OC

sexta-feira, 13 de março de 2020

Informação ao Clero

Comunicado da Conferência Episcopal Portuguesa

Em consonância com as indicações do Governo e das autoridades de saúde, a Conferência Episcopal Portuguesa determina que os sacerdotes suspendam a celebração comunitária da Santa Missa até ser superada a atual situação de emergência.

Também devem seguir-se as indicações diocesanas referentes a outros sacramentos e atos de culto, bem como à suspensão de catequeses e reuniões.

Estas medidas devem ser complementadas com as possíveis ofertas celebrativas na televisão, rádio e internet.

Permaneçamos em oração pessoal e familiar, biblicamente alimentada, confiados na graça divina e na boa vontade de todos.

Lisboa, 13 de março de 2020
______________________________________________________

Departamento da Comunicação do Patriarcado de Lisboa

Mosteiro de São Vicente de Fora, Campo de Santa Clara, 1100-472 LISBOA

Email: info@patriarcado-lisboa.pt • Telefone: 218 810 500 • Fax: 218 810 555

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domingo, 23 de fevereiro de 2020

Falecimento de D. Ilídio Leandro

 D. Ilídio Leandro
21 de Fevereiro de 2020
Cardeal-Patriarca lembra “entrega e afinco” de D. Ilídio Leandro

D. Manuel Clemente lembra a “presença sempre disponível” do Bispo emérito de Viseu que faleceu hoje, aos 69 anos.

O presidente da Conferência Episcopal Portuguesa lembrou hoje D. Ilídio Leandro como uma “presença sempre disponível, cumpridora e que sempre levou a sua vida sacerdotal e episcopal com muita entrega e afinco”. “Nestes últimos anos em que a doença o atacou também permaneceu muito sereno e foi um bom exemplo para todos nós”, referiu D. Manuel Clemente deixando “uma palavra de muita gratidão pela sua vida, pelo seu trabalho e agora de intercessão para que o Senhor o tenha em paz e o coroe tantos méritos como ele demonstrou”.

Numa nota publicada no site da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), em reação à morte de D. Ilídio Leandro, o porta-voz, padre Manuel Barbosa, manifesta o “sentido pesar pela sua partida desta vida peregrina e a viva esperança de que esteja na comunhão eterna de Deus, agora como nosso intercessor”. “Manifesto igualmente um forte reconhecimento pelo seu prestimoso contributo no seio da Conferência Episcopal, nomeadamente nas suas comissões e outros serviços”, refere.

D. Ilídio Pinto Leandro, bispo emérito da Diocese de Viseu, faleceu hoje, aos 69 anos de idade, no Hospital de São Teotónio (Viseu), onde estava internado, após agravamento da sua saúde.

A Diocese de Viseu anunciou que este sábado, pelas 12h00, na igreja do Centro Pastoral de Viseu, tem início um “tempo de oração e vigília”, que se conclui às 21h00, com a celebração do Ofício de Leitura de Defuntos. No Domingo, pelas 12h00, decorre o cortejo fúnebre para a Catedral de Viseu, onde o corpo permanece até à celebração da Missa Exequial, pelas 15h00. As cerimónias prosseguem na terra natal do falecido Bispo, Rio de Mel (Pincelo dos Milagres, São Pedro do Sul), onde vai ser celebrada a Eucaristia, pelas 17h00, seguindo-se o sepultamento no cemitério local.

com Ecclesia

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Liturgia, Arte e Arquitetura

Jornada reflete sobre 
«Pensar a igreja. Projetar igrejas»

A sessão de abertura vai contar com a presença do Cardeal-Patriarca de Lisboa.

A Igreja do Sagrado Coração de Jesus, em Lisboa, vai acolher, no dia 1 de fevereiro, a V Jornada de Liturgia, Arte e Arquitetura que tem como tema ‘Pensar a igreja. Projetar igrejas’. Após a sessão de abertura, marcada para as 9h45, com D. Manuel Clemente e João Luís Marques, dá-se início ao painel ‘Contextos’, centrado no ‘Pensar a Igreja’, com quatro reflexões: Cónego António Janela, Helena Valentim, António Marujo e Hugo Casanova, realça uma nota.

O painel ‘Formas’ apresentará durante a parte da tarde o tema ‘Projetar Igrejas’, a partir da obra dos arquitetos Diogo Lino Pimentel, António Freitas Leal, António Flores Ribeiro e Luiz Cunha, de “grande relevância na arquitetura religiosa em Portugal”. As intervenções vão estar a cargo de colaboradores e amigos dos quatro arquitetos.

A jornada é promovida por um grupo informal e voluntário de arquitetos, o ‘Átrio’ que se dedica “à partilha, estudo e discussão da arquitetura, arte e liturgia”, lê-se no comunicado.

A inscrição neste dia da jornada é obrigatória e pode ser feita através do link:

A proposta conta ainda, no dia 31 de janeiro, às 21h00, um programa complementar dedicado à apresentação do filme «A Espessura da Luz», sobre a Igreja de Olivais-Sul, na própria Igreja de Olivais Sul.

No dia 2 de fevereiro, às 16h30, está prevista a apresentação do livro ‘Nuno Portas: 18 Obras Partilhadas’, na Igreja do Sagrado Coração de Jesus, ela própria um projeto de Nuno Portas e Nuno Teotónio Pereira.

A organização da Jornada conta com a colaboração do Centro de Estudos de História Religiosa da Universidade Católica Portuguesa (CEHR-UCP) e do Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo da Faculdade de Arquitectura do Porto (CEAU-FAUP) e ainda com o apoio da Comissão Nacional Portuguesa do ICOMOS, PRERICO, Escola Artística António Arroio e Ordem dos Arquitectos.

Mais informação

Email:  mail.atrio@gmail.com

Evento no facebook: https://www.facebook.com/events/833171563792981/ 

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Pastoral da Deficiência publica guia para o acolhimento a pessoas com deficiência

O Serviço Pastoral a Pessoas com Deficiência do Patriarcado de Lisboa publicou o “Guia para o acolhimento eclesial a pessoas com deficiência - ´Uma Igreja para Todos´”. Esta publicação, que estará disponível, para consulta, em todas as paróquias da diocese, a partir deste mês de janeiro de 2020, resulta da adaptação da publicação ‘La persona com discapacidad y su lugar en la Iglesia’, editada pela Arquidiocese de Madrid. 

O organismo do Patriarcado de Lisboa deseja, com este guia, “promover melhor o acolhimento dos irmãos com deficiência e valorizar a sua presença na Igreja”, explica em comunicado. Este “é um guia que pretende apoiar e promover o acolhimento dos irmãos com deficiência que, por isso, não deixam de ter dons e capacidades fundamentais para a atividade pastoral de cada paróquia”, prossegue.

Para além dos exemplares que estarão disponíveis nas paróquias, é possível descarregar a publicação em formato PDF e consultá-la através do ISUU.

O Serviço Pastoral a Pessoas com Deficiência está disponível para qualquer dúvida ou comentário, através do email pastoraldadeficiencia@patriarcado-lisboa.pt

segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

Mafra recebe Fórum das Missões

O Sector da Animação Missionária do Patriarcado de Lisboa está a organizar o Fórum das Missões 2020, que vai decorrer no Convento de Mafra, no dia 19 de janeiro, Domingo. O acolhimento está marcado para as 9h30, sendo a manhã dedicada a atividades e terminando com a Eucaristia, às 11h30. Após o almoço, tem lugar, às 14h30, o Mission Talks, com testemunhos, e um concerto, às 16h30. “No Fórum Diocesano das Missões vamos tentar, com dinâmicas novas, trazer a realidade missionária e espelhá-la de uma maneira mais viva e mais dinâmica”, refere ao Jornal VOZ DA VERDADE o padre Albino dos Anjos, diretor deste sector.

Informações:
www.facebook.com/lisboamissao

segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

Igreja: «Estamos todos do mesmo lado», afirmou D. Manuel Clemente sobre a abolição do segredo pontifício nos casos de violência sexual e de abuso de menores

Cardeal-patriarca comentou decisão da última semana do Papa Francisco
Lisboa, 22 dez 2019 (Ecclesia) – O cardeal-patriarca comentou hoje a abolição, pelo Papa Francisco, do segredo pontifício nos casos de violência sexual e de abuso de menores cometidos por clérigos, afirmando que, com a Conferência Episcopal Portuguesa, está disponível para “para resolver um problema que é uma chaga”

“Estamos todos do mesmo lado para resolver também esse problema, que é uma chaga. E, por isso, quer da parte da Igreja, quer da parte de todas as entidades onde possa haver resposta, cá estamos”, afirmou D. Manuel Clemente aos jornalistas na 31.ª Festa de Natal da Comunidade Vida e Paz.

O Papa Francisco decidiu abolir o segredo pontifício nos casos de violência sexual e de abuso de menores cometidos por clérigos, num decreto publicado na última terça-feira pelo Vaticano.

A decisão é acompanhada por outro decreto, que altera a norma relativa ao crime de pornografia infantil – inserido na categoria de ‘delicta graviora’, os crimes mais graves, no direito canónico-, à posse e difusão de imagens pornográficas, fazendo agora referência a menores de 18 anos de idade, em vez dos 14 anos, como acontecia até agora.

Um “rescrito” assinado pelo cardeal Pietro Parolin, Secretário de Estado do Vaticano, comunica que no último dia 4 de dezembro o Papa decidiu abolir o segredo pontifício sobre denúncias, processos e decisões relativas aos crimes mencionados no primeiro artigo do recente motu proprio “Vos estis lux mundi“, ou seja: casos de violência e de atos sexuais cometidos sob ameaça ou abuso de autoridade; casos de abuso de menores e de pessoas vulneráveis; casos de pornografia infantil; casos de não denúncia e cobertura dos abusadores, por parte de bispos e superiores gerais de institutos religiosos.

A nova instrução, adianta o Vaticano, especifica que “as informações devem ser tratadas de modo a garantir a segurança, a integridade e a confidencialidade”, conforme estabelecido no Código de Direito Canónico para tutelar “o bom nome, a imagem e a privacidade” das pessoas envolvidas.

Este “sigilo profissional”, lê-se na instrução, “não impede o cumprimento das obrigações estabelecidas em todos os lugares pelas leis estatais”, incluindo quaisquer obrigações de denúncia, “bem como a execução dos pedidos executivos das autoridades judiciais civis”.

As novas normas determinam que “não pode ser imposto algum vínculo de silêncio” às vítimas e às testemunhas.

O segundo rescrito, assinado pelo cardeal Parolin e pelo prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé (Santa Sé), cardeal Luis Ladaria Ferrer, apresenta modificações a três artigos do motu proprio “Sacramentorum sanctitatis tutela” (de 2001, modificado em 2010 no pontificado de Bento XVI).

Além da mudança da idade para a definição de pornografia infantil, o Papa Francisco estabelece que, nos casos relativos a estes crimes mais graves, o papel de “advogado e procurador” também possa ser desempenhado por fiéis leigos, com doutoramento em Direito Canónico, e não apenas por sacerdotes.


OC/PR

Luz da Paz de Belém - “Dai a luz de Cristo a todos”

Na cerimónia regional de partilha da Luz da Paz de Belém, o Bispo Auxiliar de Lisboa D. Joaquim Mendes desafiou os escuteiros a ousarem “ser luzeiros de Cristo”. Na Sé Patriarcal, na noite do passado dia 17 de dezembro, o prelado desejou ainda que esta luz seja “uma chama que se acende rumo à JMJ 2022”.
“Partilhai com todos a Luz da Paz de Belém, sobretudo a luz que está em vós: Cristo e o seu amor por todos. Dai a luz de Cristo a todos: aos que andam nas trevas e também aos que andam na luz, para que não saiam da luz.  Ousai ser luzeiros de Cristo! Sede sempre e em toda a parte amor em ação e, com Ele, sede aquilo que Jesus disse que devemos ser, «luz do mundo»”, convidou o Bispo Auxiliar, na celebração que reuniu diversos agrupamentos de escuteiros da diocese, que agora vão distribuir, nas suas comunidades cristãs, a Luz da Paz de Belém.Promovida pela Região de Lisboa do CNE – Corpo Nacional de Escutas, a cerimónia regional de partilha da Luz da Paz de Belém teve lugar na Sé de Lisboa. “Desejamos que a partilha da Luz da Paz de Belém que vamos fazer seja «uma chama» que se acende rumo à JMJ 2022, e nos leve a partir «apressadamente», como Maria, para servir quem precisa”, assinalou o prelado, no início da homilia. “Somos chamados a transmitir a Luz da Paz de Belém com o testemunho da nossa disponibilidade para servir: servir na família; servir os amigos; servir os próximos, conhecidos ou desconhecidos, simpáticos ou antipáticos”, acrescentou. 
Na partilha da Luz da Paz de Belém, D. Joaquim Mendes deixou ainda “três desafios” aos escuteiros. “Primeiro, deixai-vos iluminar por Cristo. Ele veio e vem continuamente para partilhar connosco a sua vida luminosa, para iluminar a nossa”, apontou, destacando como segundo desafio o “caminhar na luz”. “Caminhar com Cristo, nas peugadas de Cristo, atentos à sinalética que Ele coloca no vosso caminho, nos vossos trilhos, na vossa vida”, sublinhou. Finalmente, o “terceiro desafio, partilhar a luz de Cristo com todos”.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Conselho Pastoral - “O programa da Igreja é deixar que o Reino aconteça”

Na reunião do Conselho Pastoral Diocesano, o Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, apontou o “programa de Jesus Cristo” como o essencial para a vida da Igreja. No encontro, foi apontada a solidão, em especial entre os idosos, como prioridade nas preocupações de cada paróquia.
Na reunião do Conselho Pastoral Diocesano que decorreu no passado dia 7 de dezembro, no Seminário dos Olivais, o Cardeal-Patriarca, na sua intervenção, refletiu sobre a ‘Carta aos diocesanos de Lisboa no início do ano pastoral 2019-2020’ e garantiu que “95% do programa da Igreja” não vem em ‘calendário ou plano pastoral’. “O programa da Igreja é o programa de Jesus Cristo, é aquilo que acontece com o trabalho que fazem os leigos, religiosos, institutos seculares, padres, diáconos, Bispos... Trata-se de fazer aquilo que Jesus Cristo fazia, que é acompanhar as pessoas, deixar que o Reino aconteça... Isso é o programa”, salientou.
Neste encontro que reuniu, pela segunda vez, os membros do mandato 2019-2024 do Conselho Pastoral Diocesano, D. Manuel Clemente valorizou a proposta das ‘Semanas Vicariais da Caridade’, que estão a ser preparadas e realizadas em diferentes datas, em cada vigararia da diocese, e que antecedem o “Congresso da Pastoral Social, em maio”, onde “será o momento para se avaliar o que se fez e haverá certamente algo de prospetivo”, apontou.

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

12 de Outubro, sábado, às 17h00, na Igreja de São Vicente de Fora

Assista sexto concerto do IX Ciclo do Órgão Histórico da Igreja de São Vicente de Fora.


Entrada livre. Informações e reservas: luisgomes@althum.com  Tm 919 745 338

segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Rezar pelos “sem família e sem amor"

A Irmandade da Misericórdia e de São Roque de Lisboa vai rezar “por todos quantos «sem família, sem abrigo, sem amor», morreram na Cidade de Lisboa, ao longo do ano que passou e foram acompanhados pela Irmandade à sua última morada”, refere um comunicado. Presidida por D. Américo Aguiar, Bispo Auxiliar de Lisboa, a celebração eucarística vai ter lugar no próximo dia 17 de outubro (Dia Internacional da Erradicação da Pobreza e dos Sem Abrigo), quinta-feira, pelas 18h30, na Basílica de Nossa Senhora dos Mártires (Rua Garrett), em Lisboa, e é antecedida pela oração do Terço, às 18h00.
Informações: www.irmandadesaoroque.pt

terça-feira, 17 de setembro de 2019

Jornada Diocesana da Formação

O Instituto Diocesano da Formação Cristã convida todos os seus alunos, antigos alunos, professores, padres, tutores, colaboradores e amigos, a participar na Jornada Diocesana da Formação que marcará o início do Ano Pastoral 2019/2020.
Será um dia de reflexão e convívio no âmbito da formação e com um olhar para o mundo digital em que nos movemos.
Esta data coincide com a celebração dos 30 anos da Escola de Leigos, pelo que será também um dia de festa!
Por fim, em parceria com a Paulus Editora, iremos também apresentar o livro "Não eu, mas Deus - biografia espiritual de Carlo Acutis", um jovem que utilizou o mundo digital para evangelizar e que recebeu o título de venerável por parte da Santa Sé.

A Jornada terá lugar na Igreja Paroquial de Nossa Senhora do Cabo, em Linda-a-velha, no dia 28 de Setembro de 2019 (sábado).

É necessário prévia inscrição e o contributo de 15,00 € (5,00€ sem almoço).
A inscrição deverá ser efectuada até ao dia 23 de Setembro, e pode ser realizada através do botão laranja abaixo ou seguindo este link: Ficha de Inscrição.

Aguardamos pelo vosso contacto e esperamos por vós no dia 28 de Setembro,
Faça já a sua inscrição!

Saudações fraternas
Instituto Diocesano da Formação Cristã do Patriarcado de Lisboa
Centro de Formação a Distância

Inscrição online


sábado, 22 de junho de 2019

Papa anuncia o tema da JMJ Lisboa 202

“Maria levantou-se e partiu apressadamente” (Lc 1, 39) é o tema escolhido pelo Papa Francisco para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) 2022, em Lisboa.

No discurso que encerrou o XI Fórum Internacional de Jovens, em Roma, o Papa Francisco anunciou os temas para o itinerário trienal das próximas Jornadas Mundiais da Juventude. Em 2020 e 2021, as Jornadas Mundiais da Juventude, celebradas em cada diocese, vão ter como tema “Jovem, eu te digo, levanta-te!” (cf. Lc 7, 14) e “Levanta-te! Eu te constituo testemunha do que viste!” (cf. At 26, 16), respetivamente. Para a Jornada Mundial da Juventude celebrada em 2022, no encontro internacional que vai reunir, em Lisboa, os jovens de todo o mundo, o Papa escolheu como tema “Maria levantou-se e partiu apressadamente” (Lc 1, 39).
O Papa Francisco dá assim continuidade à dimensão mariana como proposta de caminhada espiritual para os jovens. Em janeiro deste ano, a JMJ no Panamá teve como tema “Eis a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1, 38).

sexta-feira, 14 de junho de 2019

Festa da Família - 2019

Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente deixa convite à participação na Festa da Família, a realizar no dia 16 de junho de 2019, no Parque da Quinta das Conchas, no Lumiar, Lisboa.

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Mensagem do Cardeal-Patriarca, por ocasião do Dia Diocesano da Liturgia

Caríssimos diocesanos,

Festejaremos no próximo Domingo 26 de maio no Estoril (Boa Nova) o Dia Diocesano da Liturgia. Lá nos encontraremos, provindos de muitos lugares do Patriarcado (Lisboa, Termo e Oeste), num dia feliz e repleto de bons motivos: reflexão, convívio e celebração.
Na receção que vimos fazendo da Constituição Sinodal de Lisboa, fixamo-nos este ano na Liturgia como «lugar de encontro com Deus e também da comunidade cristã enquanto Povo de Deus celebra» (CSL, nº 47). 
Bem importante é este ponto, pois da Igreja se trata e como o próprio Deus a congrega, constrói e envia. Numa síntese perfeita e estimulante, escreve o Papa Francisco: «Partilhar a Palavra e celebrar juntos a Eucaristia torna-nos mais irmãos e vai-nos transformando pouco a pouco em comunidade santa e missionária» (Gaudete et Exsultate, nº 142).
No presente ano pastoral o nosso Departamento de Liturgia desdobrou-se em ações de formação por todas as Vigararias da Diocese e foram muitos os que nelas participaram com gosto e proveito. De vários lados chegam pedidos para mais ações deste género, como certamente acontecerão. Este Dia Diocesano da Liturgia é já uma delas, especialmente importante.
O referido número da Constituição Sinodal de Lisboa diz também ser importante «uma permanente catequese mistagógica que introduza toda a comunidade na vivência dos tempos litúrgicos e na compreensão dos seus símbolos e ritos». Na verdade, compreender melhor e celebrar mais conscientemente todos os sinais sacramentais da presença do Senhor "no meio de nós" situa a nossa vida no seu verdadeiro Centro e inextinguível Fonte, para daí irradiar também.
O Dia Diocesano da Liturgia será uma forte experiência disso mesmo. É um encontro garantido da parte de Deus. Será um encontro bem vivido por todos o que lá formos. Conto convosco!

+ Manuel, Cardeal-Patriarca

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sábado, 4 de maio de 2019

Assembleia de Catequistas: Vivência “plena” do Domingo pede “criatividade”

Na Assembleia Diocesana de Catequistas, que decorreu em Sintra, o Cardeal-Patriarca de Lisboa agradeceu o trabalho destes agentes, que estão “na primeira fronteira” do Evangelho, e apelou à “vivência plena” do primeiro dia da semana “que dá sentido a todos os outros”. Os percursos formativos neste dia conduziram as mais de cinco centenas de catequistas por experiências de oração e formação litúrgica.

A vila de Sintra recebeu, no último Domingo, 28 de abril, 550 catequistas, na Assembleia Diocesana de Catequistas, vindos de todas as vigararias do Patriarcado de Lisboa. A este pequeno ‘exército’, o Cardeal-Patriarca de Lisboa agradeceu todo o trabalho e dedicação que empregam, todas as semanas, na formação na fé de milhares de catequizandos. “Em cada criança, adolescente, jovem ou adulto que acompanhais nos atos catequéticos – aí, exatamente, o Evangelho que está vivo nas vossas vidas e nos vossos corações se torna vida de todos”, garantiu D. Manuel Clemente, na homilia da celebração que encerrou o encontro que teve como tema ‘Celebrar o encontro com Jesus Cristo’.
Por entre três percursos formativos, os catequistas foram conduzidos, ao longo da manhã e início da tarde, por vários ateliers, em diferentes locais, que tiveram como objetivo, “por um lado, proporcionar uma formação litúrgica, do ponto de vista catequético e, por outro, experiências de oração”, explica, ao Jornal VOZ DA VERDADE, a irmã Isabel Martins, do Setor da Catequese do Patriarcado de Lisboa. Para esta responsável, a catequese atual “tem que continuar a ser repensada neste tripé: catequista, catequizandos, famílias”. “A catequese será cada vez menos um catequista que vai dar catequese e os pais que levam os meninos. Não pode ser. Tem que ser um caminho conjunto”, defende a religiosa.

Caminhada conjunta
A importância da envolvência dos pais no percurso de catequese dos seus filhos foi também um dos pontos abordados em alguns ateliers que decorreram, na sua maioria, no Agrupamento de Escolas D. Fernando II, em Sintra. Na sessão que teve como tema ‘Iniciação à oração na infância’, a formadora Fátima Soledade garantiu que apenas “uma caminhada conjunta com pais e filhos” pode “gerar frutos”, mas alertou: “Temos que trabalhar muito. A catequese não é uma aula”. Para esta catequista, da Paróquia do Parque das Nações, é importante ter muita atenção aos sinais. “As crianças vão-nos imitar em tudo”, refere, dando como exemplo a Bíblia, sempre aberta, que convida todos os pais terem em casa. “É essencial que eles sintam, desde o primeiro dia, que aquele é um livro da Palavra, que tem de estar sempre aberto e no coração”.

Partilhar diferentes realidades
Para além da presença dos catequistas, este encontro, organizado pelo Setor da Catequese do Patriarcado de Lisboa, contou com a colaboração de 40 animadores dos ateliers e 120 voluntários, vindos, sobretudo, da Vigararia de Sintra, que acolheu esta iniciativa. Os diferentes participantes foram partilhando, ao longo do dia, na página do Setor da Catequese no Facebook (www.facebook.com/CatequesedeLisboa) alguns testemunhos. João Pedro, catequista da Paróquia de Algueirão - Mem Martins - Mercês, referiu que estes encontros “são importantes para estarmos juntos e compreendermos e partilharmos diferentes realidades, dificuldades e como as superamos”. “São também uma oportunidade para obter ferramentas e ter momentos de oração”, acrescentou. Estes encontros diocesanos são também momento para buscar “as melhores soluções” para resolver algumas situações, segundo salientou um grupo de catequistas da Paróquia da Malveira. “É importante este dia porque partilhamos e adquirimos conhecimento e não ficamos cingidos à nossa própria realidade, apoiamo-nos uns aos outros e conseguimos perceber quais as melhores soluções”, referiram. Para a jovem catequista Andreia, da Paróquia de Camarate, a Assembleia de Catequistas foi uma “oportunidade para todos aprenderem a ser melhores catequistas e a caminharem em direção ao que o Senhor nos ensina”. 

Leia a entrevista completa na edição do dia 5 de maio do Jornal  VOZ DA VERDADE, disponível nas paróquias ou em sua casa.

quarta-feira, 1 de maio de 2019

Patriarcado de Lisboa

O Grupo de Teatro Musical Religioso, que desenvolve a sua atividade na Paróquia da Parede, vai apresentar o Musical “LÚCIA – O inicio de Fátima” no próximo dia 12 de Maio (16h) e 18 de Maio (21h) no Auditório do Colégio de São João de Brito na Freguesia do Lumiar, em Lisboa.