2 Sam 24, 2.8b-17 / Slm 31 (32), 1-2.5-7 / Mc 6, 1-6
Não é Ele o carpinteiro? (Evang.)
Jesus não podia realizar milagres prodigiosos porque era carpinteiro. Nós achamos que uma pessoa que nos é antipática não pode realizar coisas boas. A mesma coisa do Partido Comunista: o Partido Comunista nunca pode fazer coisas boas. Um sem-abrigo é sempre uma ameaça. Um imposto é sempre algo a escapar. Vivemos cheios de preconceitos e não pensamos com uma alma cristã. Não pensamos pela NOSSA cabeça cristã mas pela cabeça dos outros. O leitor reze para ter convicções cristãs e suas.
quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
terça-feira, 30 de janeiro de 2018
Dia Mundial do Doente
Oração para o XXVI Dia Mundial do Doente 2018
Mater Ecclesiae: «“Eis o teu filho […] Eis a tua mãe”
E, a partir daquela hora, o discípulo recebeu-a em sua casa»
(Jo 19,26-27)
Santa Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe,
ensinai-nos a acreditar, a esperar e a amar.
Jesus disse-vos na Cruz:
“Mulher, eis o teu filho”.
Com estas palavras abriu-se,
para todos nós,
o vosso coração materno.
“Temos Mãe!”
Confortai-nos, Senhora nossa, com a vossa ternura,
e indicai-nos o caminho para o Reino.
Santa Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe,
somos filhos vossos!
Confiamo-nos ao vosso coração de Mãe
em todos os dias da nossa vida.
Amen.
MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 30 – Semana IV do Tempo Comum
2 Sam 18, 9-10.14b.24-25a.30 – 19, 3 / Slm 85 (86), 1-6 / Mc 5, 21-43
Jesus era seguido por uma multidão que O apertava por todos os lados. (Evang.)
Deixemo-nos «apertar pela multidão». Deixemos que a «multidão» tire de nós o que precisa . Estejamos à disposição daqueles com quem não simpatizamos. Isso é muito difícil. Tão difícil que normalmente não o fazemos. Somos relutantes em seguir uma ideia de uma pessoa de quem não gostamos. Estejamos atentos a essa nossa relutância. Percebamos em relação a quem é que temos relutância em nos pormos à disposição. Aquela pessoa com quem não simpatizamos nada, que nos causa engulhos. Quem é?
Jesus era seguido por uma multidão que O apertava por todos os lados. (Evang.)
Deixemo-nos «apertar pela multidão». Deixemos que a «multidão» tire de nós o que precisa . Estejamos à disposição daqueles com quem não simpatizamos. Isso é muito difícil. Tão difícil que normalmente não o fazemos. Somos relutantes em seguir uma ideia de uma pessoa de quem não gostamos. Estejamos atentos a essa nossa relutância. Percebamos em relação a quem é que temos relutância em nos pormos à disposição. Aquela pessoa com quem não simpatizamos nada, que nos causa engulhos. Quem é?
segunda-feira, 29 de janeiro de 2018
INICIATIVA DA FACULDADE DE TEOLOGIA DA UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA
CURSO: 7, 21 e 28 de fevereiro |18h15 – 20h30 | Auditório Pe. José Bacelar e Oliveira | Inscrições até 5 de fevereiro
JORNADA: 2 de março |10h00 – 17h30 | Auditório Pe. José Bacelar e Oliveira | Inscrições até 1/2 de março
INFORMAÇÕES DETALHADAS E MODALIDADES DE INSCRIÇÃO - AQUI
sexta-feira, 26 de janeiro de 2018
Notícias de Taizé
Madrid: A capital espanhola acolherá o próximo Encontro Europeu
Entre os anúncios feitos em Basileia pelo irmão Alois na noite de 30 de dezembro, um era esperado com especial expetativa: o local do próximo Encontro Europeu, no final de 2018. Como explicou, «no ano passado estivemos no norte da Europa, em Riga. No próximo ano iremos para sul, para uma cidade onde nunca tivemos um Encontro Europeu. No Sul, na Península Ibérica, já fomos calorosamente acolhidos diversas vezes em Barcelona e também em Lisboa e em Valência. No próximo ano, de 28 de dezembro a 1 de janeiro, fomos convidados a reunir-nos na cidade de Madrid.»Oração para a semana de oração pela unidade
Louvado sejas, Cristo ressuscitado. Tu tornas-nos atentos aos dons que podemos receber uns dos outros, na tua Igreja. Gostaríamos de nos deixar levar sempre pela paixão da unidade. Concede a todos os que te amam a graça de ser um sinal de paz e de reconciliação na família humana.Informação
Nesta sexta-feira pelas 15h pode sintonizar a RTP 2 e acompanhar o comentário à liturgia do próximo domingo e às 22h45, na Antena 1, a temática da unidade dos cristãos é o tema de conversa com um católico e um pastor batista.
MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 26 – S. Timóteo e S. Tito (Memória)
2 Sam 11, 1-10.13-17 / Slm 50 (51), 3-7.10-11 / Mc 4, 26-34
Lavai-me de toda a iniquidade. (Salmo)
Geralmente, associamos a água à purificação. Um dos instrumentos da purificação, para o cristão, é a confissão. Mas a confissão tem de ser bem feita. Diz-se que a confissão bem feita implica o propósito de emenda. Sim. Mas também devia implicar o propósito de progressão – a emenda já é uma progressão. Se nos confessamos sempre da mesma coisa é porque não progredimos muito. Não queremos? Não sabemos? Não temos quem nos ajude? Nem sequer procuramos? Qual é a situação do leitor? Quer progredir? Vai progredir?
Lavai-me de toda a iniquidade. (Salmo)
Geralmente, associamos a água à purificação. Um dos instrumentos da purificação, para o cristão, é a confissão. Mas a confissão tem de ser bem feita. Diz-se que a confissão bem feita implica o propósito de emenda. Sim. Mas também devia implicar o propósito de progressão – a emenda já é uma progressão. Se nos confessamos sempre da mesma coisa é porque não progredimos muito. Não queremos? Não sabemos? Não temos quem nos ajude? Nem sequer procuramos? Qual é a situação do leitor? Quer progredir? Vai progredir?
quarta-feira, 24 de janeiro de 2018
Papa alerta para consequências de ódio e conflito das «fake news»
O Papa Francisco alertou hoje para as consequências da difusão das chamadas ‘fake news’, as notícias falsas, com objetivos económicos ou políticos, que levam ao ódio e ao conflito.
“O drama da desinformação é o descrédito do outro, a sua representação como inimigo, chegando-se a uma demonização que pode fomentar conflitos. Deste modo, as notícias falsas revelam a presença de atitudes simultaneamente intolerantes e hipersensíveis, cujo único resultado é o risco de se aumentar a arrogância e o ódio”, escreve, na mensagem para o 52.º Dia Mundial das Comunicações Sociais, que vai ser celebrado a 13 de maio de 2018.
O texto divulgado pela Santa Sé tem como título “«A verdade vos tornará livres” (Jo 8,32)». Fake news e jornalismo de paz”. “Hoje, no contexto duma comunicação cada vez mais rápida e dentro dum sistema digital, assistimos ao fenómeno das notícias falsas, as chamadas fake news”, explica o Papa.
Francisco convida a prevenir a difusão destas notícias falsas e a “redescobrir o valor da profissão jornalística”, sublinhando a responsabilidade pessoal de cada um na “comunicação da verdade”.
A mensagem sublinha que as ‘fake news’ visam “enganar e até manipular o destinatário”, muitas vezes com objetivos predefinidos, como os de “influenciar opções políticas e favorecer lucros económicos”. O Papa admite que estas notícias são muitas vezes “plausíveis” e que são difundidas com a ajuda de “um uso manipulador das redes sociais”.
“Os conteúdos, embora desprovidos de fundamento, ganham tal visibilidade que os próprios desmentidos categorizados dificilmente conseguem circunscrever os seus danos”, lamenta.
Francisco considera ainda que a dificuldade em “desvendar e erradicar as fake news” se deve também ao facto de “as pessoas interagirem muitas vezes dentro de ambientes digitais homogéneos e impermeáveis a perspetivas e opiniões divergentes”. “As fake news tornam-se frequentemente virais, ou seja, propagam-se com grande rapidez e de forma dificilmente controlável” A mensagem saúda as iniciativas institucionais e jurídicas que visam “circunscrever” o fenómeno das notícias falsas, convidando cada pessoa a um “discernimento profundo e cuidadoso” face ao que é apresentado como “a «lógica da serpente», capaz de se camuflar e morder em qualquer lugar”.
O Papa reflete, nesta passagem do texto, partindo do relato do pecado original, no livro do Génesis, com a serpente a tentar Eva. “Este episódio bíblico revela assim um facto essencial para o nosso tema: nenhuma desinformação é inofensiva; antes pelo contrário, fiar-se daquilo que é falso produz consequências nefastas”, precisa.
Francisco aponta o dedo às motivações económicas e oportunistas da desinformação, convidando a Igreja e a sociedade a “educar para a verdade”.
“A contaminação contínua por uma linguagem enganadora acaba por ofuscar o íntimo da pessoa”, observa, citando o russo Dostoiévski, na sua obra ‘Os irmãos Karamazov’.
Numa perspetiva cristã, o Papa sustenta que o “antídoto mais radical” ao vírus da falsidade é “deixar-se purificar pela verdade”. “Libertação da falsidade e busca do relacionamento: eis aqui os dois ingredientes que não podem faltar, para que as nossas palavras e os nossos gestos sejam verdadeiros, autênticos e fiáveis”, aponta.
O Dia Mundial das Comunicações Sociais foi a única celebração do género estabelecida pelo Concílio Vaticano II, no decreto ‘Inter Mirifica’, em 1963; assinala-se no domingo antes do Pentecostes (13 de maio em 2018).
A mensagem do Papa é tradicionalmente publicada por ocasião da festa litúrgica de São Francisco de Sales, padroeiro dos jornalistas, no dia 24 de janeiro.
O Secretariado Nacional das Comunicações Sociais vai promover esta quinta-feira, em Lisboa, um debate sobre o tema, com os jornalistas Begoña Iñiguez, Teresa Canto Noronha, Olivier Bonamici, Vitor Bandarra. O encontro vai decorrer no auditório da Rádio Renascença, entre as 17h30 e as 19h00, e tem o objetivo de analisar as “fake news” e a sua “intromissão no ambiente informativo”, refere a organização.
Ecclesia
“O drama da desinformação é o descrédito do outro, a sua representação como inimigo, chegando-se a uma demonização que pode fomentar conflitos. Deste modo, as notícias falsas revelam a presença de atitudes simultaneamente intolerantes e hipersensíveis, cujo único resultado é o risco de se aumentar a arrogância e o ódio”, escreve, na mensagem para o 52.º Dia Mundial das Comunicações Sociais, que vai ser celebrado a 13 de maio de 2018.
O texto divulgado pela Santa Sé tem como título “«A verdade vos tornará livres” (Jo 8,32)». Fake news e jornalismo de paz”. “Hoje, no contexto duma comunicação cada vez mais rápida e dentro dum sistema digital, assistimos ao fenómeno das notícias falsas, as chamadas fake news”, explica o Papa.
Francisco convida a prevenir a difusão destas notícias falsas e a “redescobrir o valor da profissão jornalística”, sublinhando a responsabilidade pessoal de cada um na “comunicação da verdade”.
A mensagem sublinha que as ‘fake news’ visam “enganar e até manipular o destinatário”, muitas vezes com objetivos predefinidos, como os de “influenciar opções políticas e favorecer lucros económicos”. O Papa admite que estas notícias são muitas vezes “plausíveis” e que são difundidas com a ajuda de “um uso manipulador das redes sociais”.
“Os conteúdos, embora desprovidos de fundamento, ganham tal visibilidade que os próprios desmentidos categorizados dificilmente conseguem circunscrever os seus danos”, lamenta.
Francisco considera ainda que a dificuldade em “desvendar e erradicar as fake news” se deve também ao facto de “as pessoas interagirem muitas vezes dentro de ambientes digitais homogéneos e impermeáveis a perspetivas e opiniões divergentes”. “As fake news tornam-se frequentemente virais, ou seja, propagam-se com grande rapidez e de forma dificilmente controlável” A mensagem saúda as iniciativas institucionais e jurídicas que visam “circunscrever” o fenómeno das notícias falsas, convidando cada pessoa a um “discernimento profundo e cuidadoso” face ao que é apresentado como “a «lógica da serpente», capaz de se camuflar e morder em qualquer lugar”.
O Papa reflete, nesta passagem do texto, partindo do relato do pecado original, no livro do Génesis, com a serpente a tentar Eva. “Este episódio bíblico revela assim um facto essencial para o nosso tema: nenhuma desinformação é inofensiva; antes pelo contrário, fiar-se daquilo que é falso produz consequências nefastas”, precisa.
Francisco aponta o dedo às motivações económicas e oportunistas da desinformação, convidando a Igreja e a sociedade a “educar para a verdade”.
“A contaminação contínua por uma linguagem enganadora acaba por ofuscar o íntimo da pessoa”, observa, citando o russo Dostoiévski, na sua obra ‘Os irmãos Karamazov’.
Numa perspetiva cristã, o Papa sustenta que o “antídoto mais radical” ao vírus da falsidade é “deixar-se purificar pela verdade”. “Libertação da falsidade e busca do relacionamento: eis aqui os dois ingredientes que não podem faltar, para que as nossas palavras e os nossos gestos sejam verdadeiros, autênticos e fiáveis”, aponta.
O Dia Mundial das Comunicações Sociais foi a única celebração do género estabelecida pelo Concílio Vaticano II, no decreto ‘Inter Mirifica’, em 1963; assinala-se no domingo antes do Pentecostes (13 de maio em 2018).
A mensagem do Papa é tradicionalmente publicada por ocasião da festa litúrgica de São Francisco de Sales, padroeiro dos jornalistas, no dia 24 de janeiro.
O Secretariado Nacional das Comunicações Sociais vai promover esta quinta-feira, em Lisboa, um debate sobre o tema, com os jornalistas Begoña Iñiguez, Teresa Canto Noronha, Olivier Bonamici, Vitor Bandarra. O encontro vai decorrer no auditório da Rádio Renascença, entre as 17h30 e as 19h00, e tem o objetivo de analisar as “fake news” e a sua “intromissão no ambiente informativo”, refere a organização.
Ecclesia
MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 24 – S. Francisco de Sales (Memória)
2 Sam 7, 4-17 / Slm 88 (89), 4-5.27-30 / Mc 4, 1-20
Vós sois meu pai, meu Deus, meu salvador. (Salmo)
Note o leitor que estamos no Antigo Testamento e já temos uma imagem de Deus como Pa i. Outra de Deus como salvador que esmaga os inimigos. Jesus virá confirmar que Deus é Pai, mas um Pai que, ao invés de esmagar os inimigos, nos manda amar os inimigos. É um Pai com uma grande pedagogia, um Pai que nos acolhe e que, em nos acolhendo, nos ensina a acolher. O leitor acolhe fora da sua família? Quem?
Vós sois meu pai, meu Deus, meu salvador. (Salmo)
Note o leitor que estamos no Antigo Testamento e já temos uma imagem de Deus como Pa i. Outra de Deus como salvador que esmaga os inimigos. Jesus virá confirmar que Deus é Pai, mas um Pai que, ao invés de esmagar os inimigos, nos manda amar os inimigos. É um Pai com uma grande pedagogia, um Pai que nos acolhe e que, em nos acolhendo, nos ensina a acolher. O leitor acolhe fora da sua família? Quem?
terça-feira, 23 de janeiro de 2018
Sintra: Encontro Cristão reflete ‘A mão de Deus’
A partir das 17h00, no salão paroquial da Igreja São Miguel, em Sintra, haverá workshops e fóruns, para participantes a partir dos 13 anos, sendo necessário fazer a inscrição pelo email epvsintra@gmail.com
MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 23 – Semana III do Tempo Comum
2 Sam 6, 12b-15.17-19 / Slm 23 (24), 7-10 / Mc 3, 31-35
Quem fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha Mãe. (Evang.)
Desta maneira, todos pertencemos à família dos que tentam fazer a vontade de Deus. Pertencer à família de Deus é uma coisa extraordinária. O leitor já pensou? Pertencer à família de Deus? Parece uma coisa nova e, no entanto, não é. Somos filhos de Deus e de Nossa Senhora. E como é que nos comportamos, filhos de Deus que somos? Como é que anda o nosso amor a Deus?
Quem fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha Mãe. (Evang.)
Desta maneira, todos pertencemos à família dos que tentam fazer a vontade de Deus. Pertencer à família de Deus é uma coisa extraordinária. O leitor já pensou? Pertencer à família de Deus? Parece uma coisa nova e, no entanto, não é. Somos filhos de Deus e de Nossa Senhora. E como é que nos comportamos, filhos de Deus que somos? Como é que anda o nosso amor a Deus?
segunda-feira, 22 de janeiro de 2018
MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 22 – Semana III do Tempo Comum
2 Sam 5, 1-7.10 / Slm 88 (89), 20-22.25-26 / Mc 3, 22-30Impus uma coroa a um herói. (Salmo)
Há pessoas que se entregam ao outro e a Deus de forma heróica. Podemos pensar desde logo na Madre Teresa, mas há pessoas que fazem isso no anonimato das suas casas. E o leitor? O que faz para ser um herói? Provavelmente, nada. Ou, então, achará que já é herói suficiente. Mas pense: se Deus lhe dissesse «quer
o que te tornes num herói para Mim», o que mudaria?
sexta-feira, 19 de janeiro de 2018
MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 19 – Semana II do Tempo Comum
1 Sam 24, 3-21 / Slm 56 (57), 2-4.6.11 / Mc 3, 13-19
O Senhor entregou-me nas tuas mãos. (1ª Leit.)
O Senhor entrega-nos nas mãos de algumas pessoas. Nas mãos da nossa família, nas mãos dos nossos amigos. E há momentos de grande ternura, de grande carinho, que nos marcam para sempre. Há gestos que nos marcam para sempre. Hoje, lembremos essas ocasiões e agradeçamos por essas pessoas.
O Senhor entregou-me nas tuas mãos. (1ª Leit.)
O Senhor entrega-nos nas mãos de algumas pessoas. Nas mãos da nossa família, nas mãos dos nossos amigos. E há momentos de grande ternura, de grande carinho, que nos marcam para sempre. Há gestos que nos marcam para sempre. Hoje, lembremos essas ocasiões e agradeçamos por essas pessoas.
quinta-feira, 18 de janeiro de 2018
MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 18 – Semana II do Tempo Comum
1 Sam 18, 6-9; 19, 1-7 / Slm 55 (56), 2-3.9-10ab.10c-11.12-13 / Mc 3, 7-12
Todos os que sofriam de algum padecimento corriam para Ele. (Evang.)
E como é que reagimos quando Deus já não nos é agradável? Já não digo quando Deus não nos cura porque, muitas vezes, mesmo muitas, não nos cura. Mas, às vezes, a nossa oração seca. Torna-se-nos difícil rezar, parece que já não temos fé. A oração já não nos conforta. Como é que reagimos a esses tempos? Às vezes, não é bem a isso que temos de reagir, é ao facto de a oração não ter o grau de necessidade que tem o ir ao supermercado e, por isso, ser deixada para trás. Como reagimos a estas situações?
Todos os que sofriam de algum padecimento corriam para Ele. (Evang.)
E como é que reagimos quando Deus já não nos é agradável? Já não digo quando Deus não nos cura porque, muitas vezes, mesmo muitas, não nos cura. Mas, às vezes, a nossa oração seca. Torna-se-nos difícil rezar, parece que já não temos fé. A oração já não nos conforta. Como é que reagimos a esses tempos? Às vezes, não é bem a isso que temos de reagir, é ao facto de a oração não ter o grau de necessidade que tem o ir ao supermercado e, por isso, ser deixada para trás. Como reagimos a estas situações?
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