Quereis
saber qual é o valor da vossa fé? Cristo morreu por ela. Sendo assim, porque é
que procuras a recompensa terrena, apegado como estás ao ouro e ao dinheiro? É
um insulto que fazes à fé, pela qual Cristo morreu. O que é que há no céu? O que
os olhos não veem (Is 64, 4). Que é que há na terra? O que os olhos dos fiéis
não querem ver. O que é que há no céu? Aquilo que o Lázaro coberto de chagas
pôde encontrar. O que é que há na terra? O que o rico avarento possuía (Cf. Lc
16, 22). Que é que há no céu? Aquilo que não pode perecer. O que é que há na
terra? O que não pode perdurar. Que é que há no céu? Ausência de sofrimento. Que
é que há na terra? O medo constante. Que é que eu tenho no céu? O quê? Aquele
que fez o céu. O valor da tua fé é o teu Deus. Tê-lo-ás a Ele. Ele dispõe-se a
ser Ele próprio a recompensa para os que lhe prestam culto. Considerai, irmãos
caríssimos, todas as criaturas: o céu, a terra, o mar, o que está no céu, na
terra e no mar. Como tudo é belo, como tudo é admirável, como tudo está disposto
digna e ordenadamente! Impressiona-vos estas coisas? Com certeza que
impressionam. Porquê? Porque são belas. Quem é que as fez? Creio que ficaríeis
embasbacados, se vísseis a beleza dos anjos. Quem é, pois, o criador dos anjos?
É aquele que é a recompensa da vossa fé. Ó avaros, com que é que vos haveis de
saciar, se o próprio Deus vos não sacia?
sábado, 16 de novembro de 2013
Leitura
Leitura:
“Sim, cremos – O Credo comentado pelos Padres da Igreja” (2)
Quereis
saber qual é o valor da vossa fé? Cristo morreu por ela. Sendo assim, porque é
que procuras a recompensa terrena, apegado como estás ao ouro e ao dinheiro? É
um insulto que fazes à fé, pela qual Cristo morreu. O que é que há no céu? O que
os olhos não veem (Is 64, 4). Que é que há na terra? O que os olhos dos fiéis
não querem ver. O que é que há no céu? Aquilo que o Lázaro coberto de chagas
pôde encontrar. O que é que há na terra? O que o rico avarento possuía (Cf. Lc
16, 22). Que é que há no céu? Aquilo que não pode perecer. O que é que há na
terra? O que não pode perdurar. Que é que há no céu? Ausência de sofrimento. Que
é que há na terra? O medo constante. Que é que eu tenho no céu? O quê? Aquele
que fez o céu. O valor da tua fé é o teu Deus. Tê-lo-ás a Ele. Ele dispõe-se a
ser Ele próprio a recompensa para os que lhe prestam culto. Considerai, irmãos
caríssimos, todas as criaturas: o céu, a terra, o mar, o que está no céu, na
terra e no mar. Como tudo é belo, como tudo é admirável, como tudo está disposto
digna e ordenadamente! Impressiona-vos estas coisas? Com certeza que
impressionam. Porquê? Porque são belas. Quem é que as fez? Creio que ficaríeis
embasbacados, se vísseis a beleza dos anjos. Quem é, pois, o criador dos anjos?
É aquele que é a recompensa da vossa fé. Ó avaros, com que é que vos haveis de
saciar, se o próprio Deus vos não sacia?
Quereis
saber qual é o valor da vossa fé? Cristo morreu por ela. Sendo assim, porque é
que procuras a recompensa terrena, apegado como estás ao ouro e ao dinheiro? É
um insulto que fazes à fé, pela qual Cristo morreu. O que é que há no céu? O que
os olhos não veem (Is 64, 4). Que é que há na terra? O que os olhos dos fiéis
não querem ver. O que é que há no céu? Aquilo que o Lázaro coberto de chagas
pôde encontrar. O que é que há na terra? O que o rico avarento possuía (Cf. Lc
16, 22). Que é que há no céu? Aquilo que não pode perecer. O que é que há na
terra? O que não pode perdurar. Que é que há no céu? Ausência de sofrimento. Que
é que há na terra? O medo constante. Que é que eu tenho no céu? O quê? Aquele
que fez o céu. O valor da tua fé é o teu Deus. Tê-lo-ás a Ele. Ele dispõe-se a
ser Ele próprio a recompensa para os que lhe prestam culto. Considerai, irmãos
caríssimos, todas as criaturas: o céu, a terra, o mar, o que está no céu, na
terra e no mar. Como tudo é belo, como tudo é admirável, como tudo está disposto
digna e ordenadamente! Impressiona-vos estas coisas? Com certeza que
impressionam. Porquê? Porque são belas. Quem é que as fez? Creio que ficaríeis
embasbacados, se vísseis a beleza dos anjos. Quem é, pois, o criador dos anjos?
É aquele que é a recompensa da vossa fé. Ó avaros, com que é que vos haveis de
saciar, se o próprio Deus vos não sacia?
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Hoje no Centro Social e Paroquial de Colares
SEXTA-FEIRA: Conferência sobre a Constituição Dogmática Gaudium et Spes, orientada pelo Prof. Doutor David Sampaio, da U.C.P e Presidente da Fundação ajuda à Igreja que sofre, em Colares às 21h30.
Leitura - uma boa oferta de Natal
Editora
Princípia lança novos livros sobre papa Francisco e D. Manuel Clemente
“O
meu amigo Jorge”, “O Papa Francisco “, e “O Evangelho e a vida”, do patriarca de
Lisboa, constituem as novidades natalícias da Editora Principia, que chegaram
esta quinta-feira às livrarias. Dirigido às crianças, o primeiro livro é uma
biografia que recorda alguns dos lugares da cidade de Buenos Aires, onde o papa
nasceu e viveu. Assinado por Stefan von Kempis, “O Papa Francisco – Quem é, o
que pensa e o que o espera” descreve «com conhecimento de causa», e acompanhado
por fotografias, o caminho percorrido por Jorge Bergoglio até à cátedra do bispo
de Roma. “O Evangelho e a vida” apresenta meditações sobre os evangelhos das
missas dominicais que D. Manuel Clemente propôs semanalmente no programa “Dia do
Senhor”, na Renascença. É deste volume que oferecemos um excerto, relativo ao
Evangelho do 1.º Domingo do Advento, 1 de dezembro.
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Vive agora, já.
Passado,
presente, futuro: como viver o tempo?
É preciso viver o momento presente. Prestar atenção às coisas diárias simples, e vivê-las com grande paixão. Habituamo-nos a pensar sempre na situação que há de vir; por exemplo, pensa-se na noite em que se irá jantar fora com o parceiro, imagina-se de que modo acontecerá; ou, então, durante a semana, pensa-se no domingo, quando se for jogar golfe, nos resultados a que se chegará… Mas, depois, quando estivermos a cear ou a jogar golfe, precisamente nesses momentos, estaremos a pensar em como acabará o serão ou o que se fará depois da partida de golfe.
É preciso viver o momento presente. Prestar atenção às coisas diárias simples, e vivê-las com grande paixão. Habituamo-nos a pensar sempre na situação que há de vir; por exemplo, pensa-se na noite em que se irá jantar fora com o parceiro, imagina-se de que modo acontecerá; ou, então, durante a semana, pensa-se no domingo, quando se for jogar golfe, nos resultados a que se chegará… Mas, depois, quando estivermos a cear ou a jogar golfe, precisamente nesses momentos, estaremos a pensar em como acabará o serão ou o que se fará depois da partida de golfe.
Destaques da semana
QUINTA-FEIRA: Oração pelos Seminários no Mucifal às 18h00. Oração Mariana nas Azenhas do Mar, às 21h00.
SEXTA-FEIRA: Conferência sobre a Constituição Dogmática Gaudium et Spes, orientada pelo Prof. Doutor David Sampaio, da U.C.P e Presidente da Fundação ajuda à Igreja que sofre, em Colares às 21h30.
SÁBADO:Conferência sobre: A Fé actua pela Caridade, orientada pelo Patriarca de Lisboa Dom Manuel Clemente, em Rio de Mouro às 21h30.
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Prece
PARA NÃO SE TORNAR RABUGENTA(O)
Ó Senhor, tu sabes melhor do que eu que estou envelhecendo a cada dia.
Sendo assim, Senhor, livra-me da tolice de achar que devo dizer algo, em toda e qualquer ocasião.
Livra-me, também, Senhor, deste desejo enorme que tenho de querer pôr em ordem a vida dos outros. Devo entender que eles podem, às vezes, estar com a razão.
Ensina-me a pensar nos outros e a ajudá-los, sem jamais me impor sobre eles, mesmo considerando com modéstia a sabedoria que acumulei e que penso ser uma lástima não passar adiante.
Tu sabes, Senhor, que desejo preservar alguns amigos e uma boa relação com os filhos e netos, e que só se os preserva quando não há intromissão na vida deles.
Livra-me, também, Senhor, da tolice de querer contar tudo com detalhes e minúcias e dar asas à minha imaginação, para voar directamente ao ponto que interessa.
Não me permita falar mal de alguém.
Ensina-me a fazer silêncio sobre minhas dores e doenças...
Elas estão aumentando e, com isso, a vontade de descrevê-las vai crescendo a cada ano que passa.
Não ouso pedir o dom de ouvir com alegria a descrição das doenças alheias; Seria pedir muito.
Mas, ensina-me, Senhor, a suportar ouvi-las com paciência.
Ensina-me a maravilhosa sabedoria de saber que posso estar errado em algumas ocasiões. Já descobri que pessoas que acertam sempre são maçantes e desagradáveis.
Mas, sobretudo, Senhor, nesta prece de envelhecimento, peço:
- Mantenha-me o mais amável possível.
- Livrai-me de ser santo.
- É difícil conviver com santos!
- Mas um velho rabugento, Senhor, é obra prima do diabo!
- Poupe-me, por misericórdia.
Ó Senhor, tu sabes melhor do que eu que estou envelhecendo a cada dia.
Sendo assim, Senhor, livra-me da tolice de achar que devo dizer algo, em toda e qualquer ocasião.
Livra-me, também, Senhor, deste desejo enorme que tenho de querer pôr em ordem a vida dos outros. Devo entender que eles podem, às vezes, estar com a razão.
Ensina-me a pensar nos outros e a ajudá-los, sem jamais me impor sobre eles, mesmo considerando com modéstia a sabedoria que acumulei e que penso ser uma lástima não passar adiante.
Tu sabes, Senhor, que desejo preservar alguns amigos e uma boa relação com os filhos e netos, e que só se os preserva quando não há intromissão na vida deles.
Livra-me, também, Senhor, da tolice de querer contar tudo com detalhes e minúcias e dar asas à minha imaginação, para voar directamente ao ponto que interessa.
Não me permita falar mal de alguém.
Ensina-me a fazer silêncio sobre minhas dores e doenças...
Elas estão aumentando e, com isso, a vontade de descrevê-las vai crescendo a cada ano que passa.
Não ouso pedir o dom de ouvir com alegria a descrição das doenças alheias; Seria pedir muito.
Mas, ensina-me, Senhor, a suportar ouvi-las com paciência.
Ensina-me a maravilhosa sabedoria de saber que posso estar errado em algumas ocasiões. Já descobri que pessoas que acertam sempre são maçantes e desagradáveis.
Mas, sobretudo, Senhor, nesta prece de envelhecimento, peço:
- Mantenha-me o mais amável possível.
- Livrai-me de ser santo.
- É difícil conviver com santos!
- Mas um velho rabugento, Senhor, é obra prima do diabo!
- Poupe-me, por misericórdia.
“Regras de fé”
Pré-publicação:
“Sim, cremos: O Credo comentado pelos Padres da Igreja”
Escreveu Santo Agostinho: «Tem sempre presente a tua fé, examina-te a ti mesmo; que o Símbolo da fé seja para ti como um espelho. Olha-te nele para ver se realmente crês em todas as verdades que professas acreditar e alegra-te todos os dias na tua fé, pois esta é a tua grande riqueza.» E ainda: «O Símbolo é, pois, a regra da fé, compendiada de forma breve, para instruir sem sobrecarregar a memória. Com poucas palavras dizem-se coisas com as quais muito se alcança. Chama-se Símbolo, porque com ele se reconhecem os cristãos.» A Universidade Católica Editora lança esta sexta-feira, em Lisboa, a obra “Sim, cremos: O Credo comentado pelos Padres da Igreja”, de Isidro Pereira Lamelas, especialista em Patrologia e professor da Faculdade de Teologia. O livro contém «os melhores textos» redigidos pelos Padres da Igreja» – escritores que, a seguir à geração dos apóstolos e até ao séc. VIII, se notabilizaram pela santidade de vida e pela sintonia com o pensamento da Igreja – sobre as grandes afirmações da fé que ficaram condensadas no Credo. Leia um excerto do volume.
Escreveu Santo Agostinho: «Tem sempre presente a tua fé, examina-te a ti mesmo; que o Símbolo da fé seja para ti como um espelho. Olha-te nele para ver se realmente crês em todas as verdades que professas acreditar e alegra-te todos os dias na tua fé, pois esta é a tua grande riqueza.» E ainda: «O Símbolo é, pois, a regra da fé, compendiada de forma breve, para instruir sem sobrecarregar a memória. Com poucas palavras dizem-se coisas com as quais muito se alcança. Chama-se Símbolo, porque com ele se reconhecem os cristãos.» A Universidade Católica Editora lança esta sexta-feira, em Lisboa, a obra “Sim, cremos: O Credo comentado pelos Padres da Igreja”, de Isidro Pereira Lamelas, especialista em Patrologia e professor da Faculdade de Teologia. O livro contém «os melhores textos» redigidos pelos Padres da Igreja» – escritores que, a seguir à geração dos apóstolos e até ao séc. VIII, se notabilizaram pela santidade de vida e pela sintonia com o pensamento da Igreja – sobre as grandes afirmações da fé que ficaram condensadas no Credo. Leia um excerto do volume.
«vida dupla»
Papa
Francisco critica «vida dupla» de quem dá dinheiro à Igreja mas «rouba» o Estado
e os pobres
O papa Francisco criticou esta segunda-feira, no Vaticano, a «vida dupla» de quem dá dinheiro à Igreja mas retrai-se na partilha com os pobres e falta à verdade nos impostos a pagar ao Estado. «A vida dupla de um cristão faz tanto mal, tanto mal. “Mas eu sou benfeitor da Igreja! Meto a mão ao bolso e dou à Igreja.” Mas com a outra mão, rouba: ao Estado, aos pobres… rouba. É um injusto. Esta é a vida dupla», vincou Francisco na homilia da missa a que presidiu.
O papa Francisco criticou esta segunda-feira, no Vaticano, a «vida dupla» de quem dá dinheiro à Igreja mas retrai-se na partilha com os pobres e falta à verdade nos impostos a pagar ao Estado. «A vida dupla de um cristão faz tanto mal, tanto mal. “Mas eu sou benfeitor da Igreja! Meto a mão ao bolso e dou à Igreja.” Mas com a outra mão, rouba: ao Estado, aos pobres… rouba. É um injusto. Esta é a vida dupla», vincou Francisco na homilia da missa a que presidiu.
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Evocação a 11 de Novembro
S. Martinho: Mais que castanhas e água-pé
Ajude-nos São Martinho a compreender que só através de um compromisso comum de partilha, é possível responder ao grande desafio do nosso tempo: isto é, de construir um mundo de paz e de justiça, no qual cada homem possa viver com dignidade. Isto pode acontecer se prevalecer um modelo mundial de autêntica solidariedade, capaz de garantir a todos os habitantes do planeta o alimento, as curas médicas necessárias, mas também o trabalho e os recursos energéticos, assim como os bens culturais, o saber científico e tecnológico.
Ajude-nos São Martinho a compreender que só através de um compromisso comum de partilha, é possível responder ao grande desafio do nosso tempo: isto é, de construir um mundo de paz e de justiça, no qual cada homem possa viver com dignidade. Isto pode acontecer se prevalecer um modelo mundial de autêntica solidariedade, capaz de garantir a todos os habitantes do planeta o alimento, as curas médicas necessárias, mas também o trabalho e os recursos energéticos, assim como os bens culturais, o saber científico e tecnológico.
sábado, 9 de novembro de 2013
Como portar-se na Igreja?
Por Dom Henrique Soares da Costa.
Caro Amigo de Facebook, deseja portar-se na Igreja como verdadeiro católico?
Ao entrar, observe se há a pia de água benta. Se houver, persigne-se com ela, recordando o seu Batismo, pelo qual você, marcado para sempre pela cruz do Redentor, entrou na Igreja. Entrar na igreja-casa deve sempre nos recordar a graça de quando entramos na Igreja-Povo de Deus Pai, Corpo de Cristo e Templo do Espírito!
Depois, vá até o seu lugar. Antes de entrar na fileira dos bancos, faça a genuflexão ao Santíssimo Sacramento, se Ele estiver à vista: dobre até o solo seu joelho direito. Os católicos orientais em geral rezam de pé para recordarem que são humanidade nova e gloriosa em Cristo; rezam, pois, de pé, numa posição gloriosa. Belíssimo! Nós, católicos latinos, ajoelhamo-os em várias ocasiões, como ato de humildade ante o Senhor e, sobretudo, recordando o senhorio de Cristo Jesus, diante de Quem deve dobrar-se todo joelho no céu, na terra e nos abismos. Assim, recordamos também que ainda não somos plenamente glorificados, ainda estamos a caminho! Belíssimo também!
Depois, já no seu lugar, ajoelhe-se e reze; derrame seu coração ante o Senhor em louvor, adoração e amoroso silêncio. Se não estiver inspirado, basta saudar o Santíssimo Sacramento, rezar o Pai-nosso, um Glória ao Pai, uma Ave-Maria... Somente depois sente-se e, calma e silenciosamente, pensando nas coisas de Deus, nas coisas da vida e nas coisas do céu, espere o início da santa Liturgia!
Se necessitar realmente falar com seu vizinho, faça-o com voz muito baixa e com discrição. É importante preservar o ambiente de sacralidade, respeito e religioso silêncio: "O lugar em que pisas é santo"; foi especialmente consagrado a Deus!
É assim que um verdadeiro católico, consciente e educado na fé, se porta!
Arte e espiritualidade
Dedicação da Basílica
de Latrão, a mãe de todas as igrejas |
IMAGENS |
Muitas pessoas pensam que a basílica de São Pedro é a principal igreja do Papa, mas na verdade é a de S. João de Latrão, a catedral da diocese de Roma, cuja dedicação os católicos evocam a 9 de Novembro.
Muitas pessoas pensam que a basílica de São Pedro é a principal igreja do Papa, mas na verdade é a de S. João de Latrão, a catedral da diocese de Roma, cuja dedicação os católicos evocam a 9 de Novembro.
XXXII Domingo do Tempo Comum
Para Deus,
todos estão vivos: comentário ao Evangelho de domingo
Ao tempo de Jesus,
a fé na ressurreição era recente e não era ainda partilhada por todos os judeus.
Os fariseus acreditavam nela firmemente; para eles era evidente que o Deus da
vida não abandonaria os seus fiéis à morte. Mas podia ser-se um bom judeu sem
crer na ressurreição da carne. Era o caso dos saduceus. Para justificar a sua
recusa na ressurreição, tentavam demonstrar que uma tal crença conduzia a
situações ridículas. A sua lógica era imparável: uma mulher não pode ter sete
maridos ao mesmo tempo, estamos de acordo; se crê na ressurreição, diziam a
Jesus, o inaceitável vai acontecer: ela teve sete maridos sucessivos, que
morreram uns após outros; mas se todos ressuscitarem, já se sabe o que vai
acontecer! O erro desta argumentação, responderá Jesus, consiste em procurar a
fé nos nossos raciocínios.
Ao tempo de Jesus,
a fé na ressurreição era recente e não era ainda partilhada por todos os judeus.
Os fariseus acreditavam nela firmemente; para eles era evidente que o Deus da
vida não abandonaria os seus fiéis à morte. Mas podia ser-se um bom judeu sem
crer na ressurreição da carne. Era o caso dos saduceus. Para justificar a sua
recusa na ressurreição, tentavam demonstrar que uma tal crença conduzia a
situações ridículas. A sua lógica era imparável: uma mulher não pode ter sete
maridos ao mesmo tempo, estamos de acordo; se crê na ressurreição, diziam a
Jesus, o inaceitável vai acontecer: ela teve sete maridos sucessivos, que
morreram uns após outros; mas se todos ressuscitarem, já se sabe o que vai
acontecer! O erro desta argumentação, responderá Jesus, consiste em procurar a
fé nos nossos raciocínios.
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Peregrinação diocesana no final do Ano da Fé
Lisboa |DIA 24 DE NOVEMBRO, A PENICHE
O Santuário da Senhora dos Remédios, em Peniche, acolhe, a 24 de novembro, Solenidade de Cristo-Rei, a Peregrinação Diocesana por ocasião do Encerramento do Ano da Fé.
“Toda a Igreja Diocesana é convocada para este grande acontecimento”, refere o diretor do Secretariado de Ação Pastoral, padre Paulo Franco, em carta enviada esta semana aos párocos. A comunicação informa que o acolhimento tem início às 14h, em diversos locais, de acordo com as regiões pastorais: “Oeste, Igreja da Ajuda; Lisboa Cidade e Termo Ocidental, Largo da Misericórdia; Termo Oriental, Campo da República, vulgo Campo da Torre (fortaleza)”. Após uma catequese proferida pelo Patriarca e Bispos Auxiliares, inicia-se uma caminhada em direção ao Santuário da Senhora dos Remédios onde, pelas 16h, será celebrada a Eucaristia.Inscrições na secretaria Paroquial
Vaticano: Os passos que levam a um Sínodo
Vaticano: Os passos que levam a um Sínodo
Lisboa, 04 nov 2013 (Ecclesia) – O Vaticano vai promover esta terça-feira uma conferência de imprensa sobre a “preparação” do próximo Sínodo dos Bispos, convocado pelo Papa para debater, em outubro de 2014, os “desafios pastorais da família no contexto da evangelização”. O caminho para o Sínodo, um organismo...
sábado, 2 de novembro de 2013
Papa Francisco
Os santos não são super-homens, nem nasceram perfeitos. São como nós, como cada um de nós, são pessoas que antes de chegar à glória viveram uma vida normal, com alegrias e tristezas, lutas e esperanças. Mas o que foi que mudou as suas vidas? Quando conheceram o amor de Deus, seguiram-no com todo o coração, sem condições e hipocrisias; consumiram as suas vidas no serviço dos outros, suportaram sofrimentos e adversidades sem odiar e respondendo o mal com o bem, difundindo alegria e paz. Esta é a vida dos Santos: pessoas que por amor a Deus não lhe colocaram restrições nas próprias vidas; não foram hipócritas; gastaram as suas vidas no serviço dos outros para servir o próximo; sofreram muitas dificuldades, mas sem odiar. Os Santos nunca odiaram. Compreendam bem isso: o amor é de Deus, mas o ódio vem de quem? O ódio não vem de Deus, mas do diabo! E os santos se afastaram do diabo; Os Santos são homens e mulheres que têm a alegria no coração e a transmitem aos outros. Nunca odiar, mas servir os outros, os mais necessitados; orar e viver na alegria; esse é o caminho da santidade!
Papa Francisco.
Sabado 2 de Novembro
Manhã - Comemoração de todos os Fiéis defuntos.
Missas na Ulgueira às 9h30, em Almoçageme às 10h30 e no Cemitério de São Gregório do Vinagre às 12h00.
Tarde - Missas Vespertinas
Missas na Praia das Maçãs às 17h30 e na Igreja de São Sebastião às 19h00.
Missas na Ulgueira às 9h30, em Almoçageme às 10h30 e no Cemitério de São Gregório do Vinagre às 12h00.
Tarde - Missas Vespertinas
Missas na Praia das Maçãs às 17h30 e na Igreja de São Sebastião às 19h00.
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