sábado, 6 de abril de 2019

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 6 – Semana IV da Quaresma / 1º Sábado

Jer 11, 18-20 / Slm 7, 2.3.9bc-12 / Jo 7, 40-53

Acaso a nossa Lei julga um homem sem antes o ter ouvido? (Evang.)

Não julgar sem antes ter ouvido é muito difícil. Normalmente, julgamos pelo que ouvimos nas notícias ou pelo que nos contam. Nenhuma destas situações nos dá oportunidade para ouvir a pessoa que é objeto da notícia ou da fofoca, porque mesmo o jornalista – supostamente objetivo – enquadra a notícia como quer. O nosso coração toma sempre partido. Para compensar isso, criemos o hábito de rezar pelas pessoas em causa. Hoje pense numa pessoa dessas e reze por ela.

quinta-feira, 4 de abril de 2019

Hoje, 4 de Abril 2019


MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 4 – Semana IV da Quaresma

Ex 32, 7-14 / Slm 105 (106), 19-23 / Jo 5, 31-47

Vós que recebeis glória uns dos outros e não… a glória que vem só de Deus? (Evang.)

Alguma glória temos de receber uns dos outros. Todos nós precisamos de alimentar a nossa autoestima. Por isso é que aqueles que querem que a sua glória venha só de Deus tendem a viver em comunidade. (Não propriamente para se andarem a glorificar mutuamente mas para terem algum apoio afetivo.) Ou em família. O importante é não nos deixarmos vender a uma glória que não é evangélica. Hoje peçamos por isso.  

quarta-feira, 3 de abril de 2019

Sábado, 1º do mês, 06 Abril 2019

 e Oração Mariana na Praia das Maçãs às 16h30

Sexta-feira, 1ª do mês, 05 Abril 2019

 e Confissões às 18h15, na Igreja da Misericórdia.

Quinta-feira, 1ª do mês, 04 Abril 2019

e Oração Vocacional na Igreja do Mucifal às 18h00

Confissões às18h15

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 3 – Semana IV da Quaresma

Is 49, 8-15 / Slm 144 (145), 8.9.13cd.14.17.18 / Jo 5, 17-30

... e tem compaixão dos pobres. (1ª Leit.)

Para ter compaixão dos pobres, o homem tem de dar as mãos a Deus. Se o homem quiser resolver a pobreza só distribuindo dinheiro, acaba por ficar com países sem alma (sem religião) e sem calor humano, com muitos problemas de solidão, como os países do Norte da Europa. Hoje peçamos pela conversão dos países nórdicos ao Cristianismo.

terça-feira, 2 de abril de 2019

Em um dia como hoje, São João Paulo II partiu para a Casa do Pai

REDAÇÃO CENTRAL, 02 Abr. 19 / 05:00 am (ACI).- Neste dia 2 de abril recorda-se os 14 anos de falecimento de São João Paulo II, o Papa polonês que esteve à frente da Igreja Católica por 26 anos e 5 meses. É lembrado como o “Papa peregrino”, foi um grande defensor das famílias e amado pelos jovens.

São João Paulo II faleceu no dia 2 de abril de 2005, às 21h37, na noite anterior ao Domingo da Misericórdia, que ele mesmo instituiu e da qual foi muito devoto.
Poucos minutos após o falecimento, Dom Leonardo Sandri, que na época era o Substituto da Secretaria de Estado da Santa Sé, anunciou a notícia para as milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro e ao resto do mundo, que acompanhava as últimas horas do Pontífice através dos meios de comunicação.

Desde aquela noite até o dia 8 de abril, dia em que foram celebradas as exéquias do falecido Pontífice, mais de três milhões de peregrinos homenagearam o Papa polonês, permanecendo inclusive 24 horas na fila para poder entrar na Basílica de São Pedro.

Em 28 de abril, Bento XVI dispensou o tempo de cinco anos de espera após a morte para iniciar a causa de beatificação e canonização de João Paulo II. A causa foi aberta oficialmente pelo Cardeal Camillo Ruini, Vigário Geral para a Diocese de Roma, em 28 de junho de 2005.

Bento XVI o beatificou em 1º de maio de 2011 e ele foi canonizado pelo Papa Francisco em 27 de abril de 2014, junto com São João XXIII.

São João Paulo II liderou o terceiro pontificado mais longo nos mais de 2.000 anos de história da Igreja, realizando 104 viagens apostólicas fora da Itália e 146 nesse país.

Promoveu as Jornadas Mundiais da Juventude, nas quais se reuniu com milhões de jovens de todo o mundo, e inaugurou os Encontros Mundiais das Famílias.

MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 2 – Semana IV da Quaresma

Ez 47, 1-9.12 / Slm 45 (46), 2.3.5.6.8.9 / Jo 5, 1-3a.5-16

Dai-me de novo a alegria da vossa salvação. (Do Aleluia)

Tenho um grande amigo que está a passar por uma altura muito difícil no emprego e no seu casamento. Falar a uma pessoa destas na alegria de Deus não lhe vai dizer muito. No entanto, a alegria da salvação está sempre subjacente na nossa alma, mesmo que a pessoa não a note. É uma alegria que é a certeza de que seremos salvos, mas pode não ser uma alegria que nos torne muito alegres. Se é que o leitor me entende, é uma alegria interior compatível c
om uma tristeza exterior.

Por que os católicos celebram Missa de Sétimo Dia?


De onde veio a tradição de celebrar Missas “no sétimo dia” do falecimento de nossos entes queridos? Qual o significado do número 7 em nossas liturgias?

A Igreja desde sempre reza pelos fiéis defuntos, pedindo a Deus que conceda o repouso eterno às suas almas. O motivo desse costume é a fé católica no Purgatório: como sem a santidade ninguém pode ver a Deus (cf. Hb 12, 14), nem todas as pessoas que foram salvas, ao partirem desta vida, entram imediatamente no Céu. Em favor delas, nossas orações são extremamente úteis, especialmente a Santa Missa, através da qual se atualiza, em nossos altares, o próprio sacrifício de Cristo no Calvário. Daí a tradição das Missas pro defunctis, “pelos defuntos”, também chamadas Missas de Réquiem, fazendo referência às palavras com que os sacerdotes normalmente iniciam estas cerimônias (o introitum da Missa, hoje mais conhecido por “antífona de entrada”): Requiem aeternam dona eis, Domine — “Dai-lhes, Senhor, o descanso eterno”.
No direito litúrgico antigo havia o costume de se celebrar estas Missas no 3.º e no 7.º dia de falecimento das pessoas (além do 30.º dia e do aniversário da morte). Dessas tradições, difundiu-se bem em nosso país a prática da chamada “Missa de Sétimo Dia”, razão pela qual é muito oportuno considerar o significado de todos esses números.

Em primeiro lugar, o número 3 faz referência aos três dias em que Jesus permaneceu sepultado e ao fim dos quais ressuscitou dos mortos. Assim, ao rezarem a Santa Missa no terceiro dia do falecimento de seus entes queridos, os cristãos manifestavam a esperança de que, no fim dos tempos, também os corpos deles ressurgissem para a vida eterna.

O número 7, por sua vez, guarda relação com o sétimo dia da Criação, quando o Senhor “descansou” de toda a obra que fizera. Trata-se de uma alusão ao “shabat” divino, mais do que apropriada enquanto rezamos pelo “descanso” eterno daqueles que partiram deste mundo. Esse costume, que hoje nos é tão caro, é deveras bastante antigo, pois Santo Ambrósio de Milão o explica, ainda no século IV, durante uma celebração em favor de seu irmão de sangue, São Sátiro, que há pouco havia morrido: Nunc quoniam dies septimo ad sepulcrum redimus, ele diz, qui dies symbolum futuræ quietis est. “Agora voltamos ao sepulcro no sétimo dia, que é símbolo do repouso futuro.” 

segunda-feira, 1 de abril de 2019

Quinta-feira, 04 de Abril - Igreja da Misericórdia das 20 às 21h00


BEM-VINDO, D. AMÉRICO, BISPO AUXILIAR DE LISBOA!


MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 1 – Semana IV da Quaresma

Is 65, 17-21 / Slm 29 (30), 2.4-6.11-12a.13b / Jo 4, 43-54

E acreditou, ele e todos os de sua casa. (Evang.)

Hoje em dia, salvo exceções muito honrosas, temos este panorama: os avós são católicos praticantes, os filhos, às vezes sim, outras vezes não (às vezes, mesmo pertencendo a movimentos religiosos não vão à missa dominical!) e 50 por cento dos filhos destes (dos que vão à missa) depois de terem o Crisma – que lhes permite ser padrinhos – nunca mais se interessam por nada. A Igreja, essa, balança-se entre os sacerdotes que se esforçam por motivar um pouco as pessoas e outros que têm as suas igrejas vazias, o que também depende das terras. Hoje rezemos pela evangelização das famílias.

domingo, 31 de março de 2019


MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 31 – Domingo IV da Quaresma – Ano C

Jos 5, 9a.10-12 / Slm 33 (34), 2-7 / 2 Cor 5, 17-21 / Lc 15, 1-3.11-32

A celebração da Páscoa do povo de Israel tornava presente uma história de libertação da escravidão no Egito e a presença contínua de Deus, que acompanhou o seu povo nas agruras do deserto, o alimentou com o maná até o fazer entrar na terra prometida. Não se trata de uma celebração saudosa do passado, mas da presença ativa e fiel na vida atual do povo eleito.

As infidelidades do povo nunca fizeram desistir Deus do seu amor inalterável. Deus ama-nos não porque merecemos o seu amor, mas porque precisamos dele como alimento essencial. Assim é a gratuidade do amor desmedido que o Senhor nos oferece.

O apóstolo Paulo dirige uma forte exortação à conversão dos cristãos de Corinto e a nós também, como «embaixador de Deus»: «Nós vos pedimos, em nome de Cristo, reconciliai-vos com Deus». Podemos encontrar aqui também uma exortação à reconciliação sacramental neste particular tempo da Quaresma. A justiça de Deus coincide com a sua misericórdia, presente que o Senhor nos quer oferecer e do qual todos necessitamos.

No Evangelho encontramos um texto de profunda beleza literária que nos revela a imagem real do nosso Deus desmedidamente amoroso. É comum chamarmos «Parábola do Filho Pródigo», mas este título é muito parcial, pois omitimos que o filho mais velho também era pecador. Além disso, a personagem fundamental é o Pai dos dois filhos. Assim, poderíamos intitular esta história de Jesus: «Parábola do Pai excessiva e incorrigivelmente misericordioso».

Que seria do nosso mundo se fosse um acumular de histórias como a do filho que abandonou a casa paterna, para fazer envenenar a sua liberdade com libertinagens até ficar reduzido a um guardador de porcos? Jesus, com esta parábola, revela-nos que não há becos sem saída, mas qualquer vida desastrada pode terminar na casa do Pai, com beijos e abraços, música e danças, em clima de reconciliação festiva.

Esta parábola é contada por Jesus a fim de Se justificar do próprio comportamento, considerado escandaloso pelos escribas e fariseus, que se julgavam justos: «Este homem acolhe os pecadores e come com eles». Aqui encontramos o pai a organizar um banquete festivo para quem, segundo a justiça humana, merecia castigos e humilhações. Deus, representado pelo pai, não Se importa com a sua honra ofendida, mas ocupa-Se em reabilitar a dignidade do filho, que chegou a casa como um pobre miserável esfarrapado. «A glória de Deus é o homem cheio de vida», como afirma Santo Ireneu. O pai da parábola, imagem de Deus, não tem a mínima observação que denote ira ou desejo de vingança, como mostra o filho mais velho. Apenas se empenha em fazer festa a quem se converte. Esta é a ideia fixa de Deus, o seu imperativo categórico também hoje a nosso respeito: «Tínhamos de fazer festa e alegrar-nos, porque este teu irmão estava morto e voltou à vida; estava perdido e foi reencontrado».

sábado, 30 de março de 2019

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 30 – Semana III da Quaresma

Os 6, 1-6 / Slm 50 (51), 3-4.18-21 / Lc 18, 9-14

Alguns que se consideravam justos e desprezavam os outros. (Evang.)

Será que o leitor despreza alguém? Se calhar, não. Será que se sente superior a alguém? Se calhar, sim. Se calhar também se sente inferior a outras pessoas. Na inteligência? No estatuto social? Na riqueza? Todos nós temos pessoas abaixo e acima de nós. Mas, embora a nossa cabeça saiba isso, podemos amar toda a gente com o nosso coração. Sempre haverá diferenças, mas nós podemos não nos deixar encandear por essas diferenças. Rezemos por isso.

Papa Francisco confessa-se e confessa: O «coração da Confissão» não é o pecado que dizemos, mas a misericórdia

A imagem, como acontece a cada ano, é a de um papa penitente, ajoelhado diante de um sacerdote de um dos 95 confessionários que ladeiam a nave direita da basílica de S. Pedro, no Vaticano. Francisco celebra a iniciativa “24 horas para o Senhor”, e, antes de confessar 11 fiéis, tira os paramentos, dirige-se para receber o sacramento da Reconciliação. Durante cerca de seis minutos, o papa permanece de joelhos, com a cabeça inclinada e as mãos juntas. Para Jesus, «antes do pecado vem o pecador»: «Eu, tu, cada um de nós, vem primeiro no coração de Deus: primeiro que os erros, as regras, os juízos, as nossas quedas».
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sexta-feira, 29 de março de 2019

PAPA APROVA LEI SOBRE PROTEÇÃO DE MENORES E PESSOAS VULNERÁVEIS

O Papa aprovou hoje a lei sobre a proteção de menores e pessoas vulneráveis no Estado do Vaticano e na Cúria Romana, com normas que sublinham a obrigatoriedade da denúncia e afastamento de pessoas envolvidas em casos de abusos.

“Que amadureça em todos a consciência do dever de denunciar os abusos às autoridades competentes e de cooperar com eles em atividades de prevenção e combate”, apela Francisco.

O ordenamento jurídico, acompanhado por um conjunto de diretrizes, surge na sequência da cimeira mundial convocada pelo pontífice, entre 21 e 24 de fevereiro, com responsáveis de conferências episcopais e institutos religiosos.

O Papa assina uma Carta Apostólica, na forma de ‘Motu Proprio’ (documento de iniciativa pontifícia), para acompanhar a Lei CCXCVII sobre proteção de menores e pessoas vulneráveis no Estado da Cidade do Vaticano e na Cúria Romana, sublinhando a necessidade de “criar um ambiente seguro” para todos.

“Isto requer uma conversão contínua e profunda, na qual a santidade pessoal e o compromisso moral podem contribuir para promover a credibilidade do anúncio do Evangelho e renovar a missão educativa da Igreja”, escreve.

Francisco assume a intenção de “reforçar ainda mais o quadro institucional” para prevenir e combater qualquer forma de violência física ou mental ou abuso, negligência, abuso ou exploração.

As novas orientações determinam que “qualquer abuso ou maus-tratos” contra menores ou contra pessoas vulneráveis sejam “eficazmente” investigado, respeitando o direito da vítima e suas famílias a ser “acolhido, ouvido e acompanhado”.

Francisco determina que as vítimas tenham o devido “apoio espiritual, médico, psicológico e legal” e recorda a importância de que aos acusados seja garantido o direito a um “julgamento justo e imparcial”, em conformidade com a presunção de inocência, bem como aos “princípios de legalidade e proporcionalidade entre o crime e a sentença”.

O Papa sublinha a obrigatoriedade de “apresentação de denúncia promotor de justiça no tribunal do Estado da Cidade do Vaticano” a todos aqueles que, no exercício das suas funções, tenham “notícia ou motivos razoáveis para acreditar que uma criança ou uma pessoa vulnerável” foi vítimas de abusos.

“Na seleção e recrutamento de pessoal da Cúria Romana e de instituições ligadas à Santa Sé, bem como daqueles que colaboram numa base voluntária, deve ser verificada a idoneidade do candidato para interagir com menores e pessoas vulneráveis”, acrescenta o texto.

O alargamento da prescrição para 20 anos, “em caso de ofensa a um menor”, a partir do momento em que este completa 18 anos de idade, seguindo o Direito Canónico, é uma das novidades no ordenamento jurídico do Estado da Cidade do Vaticano.

A lei prevê sanções para responsáveis que omitam a denúncia às autoridades judiciais, com exceção do “sigilo sacramental”, isto é, do segredo de Confissão.

Essa obrigação estende-se a todos os funcionários do Estado do Vaticano e da Cúria Romana, bem como diplomatas ao serviço das nunciaturas (embaixadas da Santa Sé).

As normas preveem a criação de um “serviço de acompanhamento” para as vítimas, com assistência médica e legal.

O ‘Motu Proprio’ e a Lei CCXCVII são acompanhados por um conjunto de diretrizes pastorais, as quais assinala, que “os agentes, colaboradores e voluntários que souberem de abusos devem informar o vigário-geral”, por escrito, a fim se de comunicar essa denúncia ao promotor de justiça do tribunal do Estado da Cidade do Vaticano.

Quando a denúncia não for “manifestamente infundada”, o vigário-geral comunica-a diretamente ao tribunal e afasta o alegado autor dos factos “das atividades pastorais do Vicariato”.

O novo quadro jurídico entra em vigor a 1 de junho de 2019.

Texto: OC / Ecclesia

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 29 – Semana III da Quaresma

Os 14, 2-10 / Slm 80 (81), 6-11.14.17 / Mc 12, 28b-34

Escuta, Israel. (Evang.)

«Escuta, Israel», quer dizer: Israel, presta atenção. É o que nos faz falta, muitas vezes. Quantas vezes não ouvimos as leituras da Missa só com um ouvido, ou lemos a Palavra mecanicamente? Muitas vezes. Porque é que eu digo isso? Porque temos muita dificuldade em aplicar a Palavra ao nosso dia a dia, em amolecer o nosso coração de pedra. Quantas vezes pensamos (ou não pensamos): o que é que eu posso fazer por Deus ou pelo meu próximo?