terça-feira, 17 de novembro de 2020

 Ap 3, 1-6.14-22 / Slm 14 (15), 2-5 / Lc 19, 1-10

Jesus entrou em Jericó e começou a atravessar a cidade. (Evangelho)

E encontrou Zaqueu, que já estando curioso sobre Ele, se converteu. Hoje o leitor deixe Jesus atravessá-lo e chegar àquela falha há algum tempo a olhar para Jesus, mas sem coragem para se converter. Talvez tenha chegado o momento. Veja o leitor se Jesus quererá ficar em sua casa. Talvez essa conversão não seja tão difícil quanto o leitor pensa. Porque se não pensasse isso já tinha superado essa falha, não é assim? Mas talvez tenha uma surpresa. Quem sabe.

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 16 – Semana XXXIII do Tempo Comum

Ap 1, 1-4; 2, 1-5a / Slm 1, 1-4.6 / Lc 18, 35-43

Mas ele gritava ainda mais. (Evangelho)

Querido leitor: há situações sem solução. Talvez o leitor já tenha passado por isso. Mas talvez também já tenha experimentado que Deus, embora não resolva todos os problemas humanos, nem pouco mais ou menos, nos dá sempre a mão. Daí que seja bom «gritar» bastante. Rezar bastante. E dar tempo ao tempo. Deus está sempre connosco. É preciso nunca perder a fé numa cada vez maior união com Deus. E desta união virá o alívio para as nossas penas.

domingo, 15 de novembro de 2020

📢 Mensagem do Prior 📢


 

MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 15 – Domingo XXXIII do Tempo Comum – Ano A / Dia Mundial dos Pobres

Prov 31, 10-13.19-20.30-31 / Slm 127, 1-5 / 1 Tes 5, 1-6 / Mt 25, 14-30

O livro dos Provérbios faz o elogio da mulher virtuosa. É uma justa ocasião para agradecermos a Deus o tesouro que têm sido incontáveis mulheres ao longo da nossa vida, começando pela nossa mãe, irmãs, catequistas, professoras, colegas, amigas. As suas virtudes e testemunho de vida são uma riqueza que nos enche de esperança e alegria.

O apóstolo Paulo exorta-nos a fugir das trevas, que são imagem do mal e do pecado. Convida-nos a ser «filhos da luz», com uma vida digna de irmãos de Jesus Cristo, pelo amor e o serviço. Vivendo assim, vigilantes na caridade, aguardamos confiantes a chegada do Senhor.

Na parábola dos talentos, Jesus dá-nos uma lição sobre o modo como fazermos render as capacidades e qualidades que temos. Não são condecorações pessoais, mas instrumentos de serviço. Temos de dar contas a Deus do seu uso. O servo que, com preguiça e medo, enterra o talento, é condenado severamente. O Senhor das nossas vidas desafia-nos a arriscar tudo o que somos e temos ao serviço dos nossos próximos.

Celebrando-se neste domingo o Dia Mundial dos Pobres, destaco um parágrafo da Mensagem do Papa Francisco para o presente ano: «Nestes meses, em que o mundo inteiro foi dominado por um vírus que trouxe dor e morte, desconforto e perplexidade, pudemos ver tantas mãos estendidas! A mão estendida do médico que se preocupa de cada paciente, procurando encontrar o remédio certo. A mão estendida da enfermeira e do enfermeiro que permanece, muito para além dos seus horários de trabalho, a cuidar dos doentes. A mão estendida de quem trabalha na administração e providencia os meios para salvar o maior número possível de vidas. A mão estendida do farmacêutico exposto a inúmeros pedidos num arriscado contacto com as pessoas. A mão estendida do sacerdote que, com o coração partido, continua a abençoar. A mão estendida do voluntário que socorre quem mora na rua e a quantos, embora possuindo um teto, não têm nada para comer. A mão estendida de homens e mulheres que trabalham para prestar serviços essenciais e segurança. E poderíamos enumerar ainda outras mãos estendidas, até compor uma ladainha de obras de bem. Todas estas mãos desafiaram o contágio e o medo, a fim de dar apoio e consolação».

Sendo este o dia conclusivo da Semana dos Seminários, tendo em conta que é o Dia Mundial dos Pobres, rezemos pelos seminaristas, presentes e futuros, e pelos seus formadores, para que na Igreja não faltem bons pastores que privilegiem o serviço aos mais frágeis e necessitados.

sábado, 14 de novembro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 14 – Semana XXXII do Tempo Comum

 3 Jo 5-8 / Slm 111 (112), 1-6 / Lc 18, 1-8

Feliz o homem que (...) ama ardentemente os (…) preceitos [do Senhor]. (Salmo)

O leitor imagine-se a arder, a ser consumido pelos preceitos do Senhor. Com um zelo permanente devido a uma motivação vinda de dentro. Nós não andamos com um «zelo permanente» à flor da pele. Mas podemos alcançar um estado paralelo ao amor aos nossos parentes mais próximos, um amor que não é sempre uma chama viva, mas que está sempre presente. O objetivo é que o zelo pelos preceitos do Senhor esteja sempre presente dentro de nós, que vivamos evangelicamente.

sexta-feira, 13 de novembro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 13 – Semana XXXII do Tempo Comum

2 Jo, 4-9 / Slm 118 (119), 1-2.10-11.17-18 / Lc 17, 26-37

Felizes os que seguem o caminho perfeito. (Salmo)

Podemos achar que o caminho perfeito é inacessível, e ficamos por aqui, ou podemos esforçar-nos por o calcorrear. Tem de ser passo a passo, dia a dia, com muita paciência, perseverança, embora com altos e baixos, por etapas e tendo sempre presente o objetivo último. Porque o caminho é que é perfeito, não é a pessoa que é perfeita. A pessoa vai-se aperfeiçoando indefinidamente, porque uma etapa alcançada leva a outra mais difícil. E tudo por amor a Deus.

quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Este fim de semana - Alteração ao horário das Missas


 

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 12 – São Josafat (Memória)

 Flm 7-20 / Slm 145 (146), 7-10 / Lc 17, 20-25

O reino de Deus está no meio de vós. (Evangelho)

O reino de Deus já está no meio de nós e ainda não. A presença de Cristo já está no meio de nós. E temos a Igreja, com muitas pessoas santas no seu seio. E pessoas, mais comuns, que se esforçam, com seriedade, por se aproximarem de Cristo e dos irmãos. E, no meio de tudo isso, há um sofrimento redentor e também muitas alegrias na construção do Reino inacabado. O leitor faz parte destes grupos.

quarta-feira, 11 de novembro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 11 – São Martinho (Memória)

 Tit 3, 1-7 / Slm 22 (23), 1-6 / Mt 25, 31-40 (Evangelho do Santoral)

Quantas vezes o fizeste a um dos meus irmãos mais pequeninos a mim o fizeste. (Evangelho)

Por exemplo, o leitor interessa-se pela sua mulher a dias? Paga-lhe o mínimo «da tabela» ou o que pode? Que necessidades tem a sua mulher a dias? Se o leitor recebe uma gratificação no seu emprego talvez pudesse partilhar isso com a sua mulher a dias. Talvez a possa gratificar no Natal. Ou vai comprar-lhe uma prenda de uma loja barata porque é a sua mulher a dias? Depois, na outra vida, admire-se se as coisas não correrem bem.

terça-feira, 10 de novembro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 10 – São Leão Magno (Memória)

Tit 2, 1-8.11-14 / Slm 36 (37), 3-4.18.23.27.29 / Lc 17, 7-10

Não devem ser maldizentes. (1ª Leitura)

Uma das ocasiões em que tendemos a ser maldizentes é quando nos magoam. Se vamos contar o que se passou a várias pessoas, e naturalmente a nossa versão dos acontecimentos, estamos a difamar quem nos magoou, que, apesar de nos ter magoado, e por muito que nos custe, tem direito ao bom nome. Além disso, Cristo manda amar o inimigo. Mas temos de desabafar com alguém. Então façamo-lo com dois ou três íntimos, sempre os mesmos, mas não espalhemos a maledicência, porque isso é um veneno.

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 9 – Dedicação da Basílica de Latrão (Festa)

Ez 47, 1-2.8-9.12 ou 1 Cor 3, 9c-11.16-17 / Slm 45 (46), 2-3.5-6.8-9 / Jo 2, 13-22

Ele ressuscitou dos mortos. (Evangelho)

Sem a ressurreição não poderíamos ter fé porque tudo teria terminado na cruz. Quem está dentro de nós não é um Jesus que acabou na cruz, mas o Ressuscitado que passou pela cruz. É Jesus vitorioso. Jesus crucificado acompanha o leitor nos seus infortúnios. E o leitor, nos seus infortúnios, acompanha, por entre os séculos da História, Jesus crucificado. Mas o leitor, quando contemplar a cruz, a cruz de Jesus e a sua cruz, olhe mais para cima. Para a ressurreição de Jesus e para a ressurreição do leitor.


📢 Mensagem do Prior 📢

 

domingo, 8 de novembro de 2020

ESTILO DE VIDA

O hábito simples do Papa que todos nós deveríamos imitar

Massimo Valicchia / NurPhoto / NurPhoto via AFP

 Magnús Sannleikur - publicado em 06/11/20

A forma como o Santo Padre inicia o seu dia de trabalho é inspiradora

O que o Papa Francisco faz primeiro, quando chega ao seu escritório no Palácio Apostólico todas as manhãs? Verifica o email dele? Posta um tuíte? Revisa a agenda? Nada disso!

Durante uma audiência recentemente com os Carabinieri (uma força policial armada nacional italiana) da Companhia de São Pedro, o pontífice revelou um detalhe interessante de sua rotina:

“Todas as manhãs quando chego aqui no meu escritório da Biblioteca, rezo a Nossa Senhora e depois vou à janela para olhar a praça, para olhar a cidade e ali, no final da praça, vejo-vos. Todas as manhãs, saúdo-vos com o coração e agradeço.”

Oração e gratidão

Portanto, esse hábito do Papa serve para refletirmos: será que existe maneira melhor de começar nosso dia de trabalho a não ser com oração e gratidão? Quando chegamos ao nosso local de trabalho, com que frequência paramos por um momento para confiar o nosso trabalho a Deus e à intercessão de Nossa Senhora?

Além disso, olhamos ao nosso redor para ver (pelo menos com o olho da mente) aqueles que nos apoiam e protegem, ou seja, nossos colegas de trabalho? Será que os saudamos e rezamos por eles?

Podemos até pensar que não temos vontade ou tempo para isso. Porém, lembre-se: o Papa faz isso, e ele é o encarregado de guiar toda a Igreja em todo o mundo. Então, se ele consegue um tempinho para rezar e agradecer antes de começar o trabalho, nós também conseguimos.

De fato, o hábito de orar e agradecer não só nos abrirá para receber a graça de Deus ao longo do dia. Isso também nos ajudará a trabalhar com maior generosidade e pureza de intenção.

Consequentemente, lembraremos que estamos sempre na presença de Deus e sempre contando com a ajuda de outras pessoas. Ninguém trabalha verdadeiramente sozinho ou é verdadeiramente independente. Somos, portanto, apoiados pela graça de Deus e por inúmeras pessoas que mantêm a sociedade funcionando, como por exemplo: policiais a engenheiros, eletricistas, motoristas, médicos e zeladores.

Por isso, devemos a todos a nossa gratidão e o nosso respeito. E podemos demonstrar isso através de gestos simples ou ocultos.

Um hábito a ser imitado

Com efeito, o Papa Francisco disse aos Carabinieri que a forma como ajudam cada dia “é tanto mais meritória quando acontece de forma oculta, através daqueles pequenos mas significativos gestos do vosso serviço cotidiano. Se nem mesmo seus superiores veem esses atos ocultos, vocês sabem que Deus os vê e não os esquece!”

Portanto, se ainda não o fazemos, agora é um bom momento para imitarmos este hábito do Papa. Antes de começarmos a trabalhar, então, podemos pedir a intercessão de Nossa Senhora (e de quaisquer outros santos favoritos) e orar a Deus. Além disso, podemos parar por um momento para considerar todas as pessoas cujo trabalho torna o nosso possível, saudando-as e agradecendo-as (em voz alta, se pudermos!). Assim, começaremos nosso dia com o pé direito, na presença de Deus e com uma disposição caridosa para com os outros.

A inteligência artificial - O Vídeo do Papa 11 - novembro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 8 – Domingo XXXII do Tempo Comum – Ano A / 1º Dia da Semana dos Seminários

 Sab 6, 12-16 / Slm 62 (63), 2-8 / 1 Tes 4, 13-18 / Mt 25, 1-13

O livro da Sabedoria exorta-nos a viver com qualidade, a orientar bem a própria vida, com bons critérios e cultivando as virtudes. Sabedoria que não é propriamente a acumulação de conhecimentos, mas a arte de viver bem, na fidelidade ao Deus da aliança.

São Paulo, escrevendo aos cristãos de Tessalónica, esclarece alguns pontos sobre a nova fase da vida depois da morte. Põe em relevo que nós, os cristãos, encaramos a vida futura com a certeza da esperança, pois acreditamos que Jesus ressuscitou, como primícias de todos nós que o seguimos, e que nos há de ressuscitar. O apóstolo oferece-nos estas palavras sumamente consoladoras, introduzindo-nos no mistério glorioso da nossa ressurreição futura. Para quem crê em Cristo, a vida não acaba, apenas se transforma em vida eterna, na alegria da casa do Pai.

A parábola das dez virgens, que Cristo nos apresenta, é uma exortação à vigilância. Todos somos convidados para a festa nupcial do noivo, que é o próprio Jesus. Há que ter as candeias acesas, bem fornecidas de azeite, ou seja, uma vida digna da amizade do noivo, pois queremos entrar na sua festa. Não podemos arrastar a nossa vida na ociosidade e no desleixo, como se a vida presente nada tivesse a ver com o nosso futuro. A entrada no festim eterno do noivo, Jesus Cristo, prepara-se agora. Deus quer oferecer-nos um futuro eterno de jubilosa glória. Vivamos em confiante vigilância cada dia, sempre preparados para entrar na festa da casa de Deus.

Estamos a iniciar a Semana dos Seminários. É um convite que a Igreja nos faz para rezarmos e mostrarmos a nossa solicitude pelas vocações ao sacerdócio, pelos seminaristas e seus formadores. A Igreja precisa de pastores segundo o coração de Deus, que sejam imagem de Jesus Cristo, o ótimo Bom Pastor de todos os pastores. Abramo-nos a esta graça.


sábado, 7 de novembro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 7 – Semana XXXI do Tempo Comum / 1º Sábado

 Filip 4, 10-19 / Slm 111 (112), 1-2.5-6.8a.9 / Lc 16, 9-15

O que vale muito para os homens nada vale aos olhos de Deus. (Evangelho)

O que vale aos olhos de Deus é a caridade. Jesus fala-nos do amor aos mais fracos. Nós temos de ter cuidado em não ser mais atenciosos com as pessoas «da sociedade» do que com as pessoas do povo. A própria linguagem nos trai: uma mulher da «sociedade» é uma senhora; se não pertencer à «sociedade», é simplesmente uma mulher. Isto assim escrito choca, mas é a realidade do preconceito que pode habitar em nós. Hoje rezemos pela conversão social do nosso coração.

sexta-feira, 6 de novembro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 6 – São Nuno de Santa Maria (Memória) / 1ª Sexta-Feira

 Filip 3, 17 – 4, 1 / Slm 121 (122), 1-5 / Lc 16, 1-8

Ponde os olhos naqueles que procedem segundo o modelo que tendes em nós. (1ª Leitura)

Neste Portugal tão afligido pelo compadrio, e mais do que isso, todo o cristão tem de ser um modelo de lisura e coerência. Além disso, talvez o leitor seja um modelo para outras pessoas. Ou porque tem filhos e netos, ou porque é sacerdote ou religioso(a), ou porque tem um cargo de chefia, etc. O cristão tem ainda de ser um modelo de caridade para quem vive ao seu lado. Há tanta gente tão talentosa em infernizar a vida do irmão. Muitas vezes, estas pessoas não têm consciência do seu mau feitio. O leitor faça um exame de consciência.

quinta-feira, 5 de novembro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 5 – Semana XXXI do Tempo Comum

 Filip 3, 3-8a / Slm 104 (105), 2-7 / Lc 15, 1-10

Por ele renunciei a todas as coisas e considerei tudo como lixo, para ganhar Cristo. (1ª Leitura)

Cristo só se ganha pela imolação de tudo o que nos separa d’Ele. E para isso temos de ver o que é que nos separa d’Ele e ir estabelecendo metas, objetivos que queremos alcançar. O mesmo Cristo nos vai assistir no definir e na prossecução dos objetivos. Cristo quer invadir o nosso espírito e este tem de estar limpo para deixar que Cristo o penetre o mais possível. Temos de ser fiéis aos nossos objetivos e pedir uma consciência sempre maior dos nossos pecados.

quarta-feira, 4 de novembro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 4 – São Carlos Borromeu (Memória)

Filip 2, 12-18 / Slm 26 (27), 1-4.13-14 / Lc 14, 25-33

Quem não toma a sua cruz para me seguir não pode ser meu discípulo. (Evangelho)

Porque é que temos de tomar a nossa cruz quando seguimos Jesus? Porque é que temos de preferir Jesus aos parentes e até à própria vida? Porque, em última análise, só Jesus Cristo nos preenche completamente. Nós sabemos e sentimos que Deus está dentro de nós de uma maneira que mais ninguém está, que nos ajuda a levar a nossa cruz como mais ninguém – nenhum parente – nos ajuda, que dá sentido ao nosso sofrimento e que só Deus terá capacidade para nos preencher pelo infinito fora.

terça-feira, 3 de novembro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 3 – Semana XXXI do Tempo Comum

 Filip 2, 5-11 / Slm 21 (22), 26b-32 / Lc 14, 15-24

Humilhou-se ainda mais, obedecendo até à morte, e morte de cruz. (1ª Leitura)

Só não temendo a humilhação é que somos completamente livres. Mas a humilhação é terrível; ser objeto de escárnio ou de troça, ser olhado de lado, ser ignorado, etc. É por isso que muitas pessoas não se atrevem a expressar uma opinião diferente das correntes de opinião prevalecentes. Seriam imediatamente humilhados. Mas se nos vergarmos a isto nunca seremos livres; seremos sempre escravos do medo. Porque ser cristão não é estar rodeado de pessoas que não nos desafiam.