Dia 1 de Setembro
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Praia das Maçãs
Sintra, Lisboa 28 ago 2013 (Ecclesia) - A Praia das Maçãs, em Colares, Sintra, recebe este domingo em procissão a imagem de Nossa Senhora da Praia, uma tradição iniciada em 1896.
A eucaristia realiza-se na capelinha da Praia das Maças, pelas 16 horas, no dia 1 de setembro, segundo depois em procissão “milhares de pessoas” pelas ruas a acompanhar os nove andores até à praia, revela o comunicado enviado à Agência ECCLESIA.
O destino é “o oceano onde ficam a aguardar o lançamento de pétalas de rosa, vindas do céu”, explica a organização.
A procissão integra as imagens de Nossa Senhora da Praia, de Nossa Senhora dos Mares, da aldeia de Azenhas do Mar, de Nossa Senhora do Carmo, padroeira dos surfistas da Praia das Maçãs.
Na procissão vão, também, andores com a imagem de S. Marçal, padroeiro dos bombeiros voluntários, do Menino Jesus, de Nossa Senhora de Fátima, de São José, do Sagrado Coração de Jesus, e de Santo António de Lisboa, todos transportados por voluntários.
Esta celebração remonta a 1896, na “sequência da construção de uma ermida por Alfredo Keil”, mais conhecido por ser o autor da música do Hino Nacional de Portugal.
“Certamente inspirado pela lenda segundo a qual teria sido encontrada uma imagem de Nossa Senhora junto às rochas da Praia das Maçãs”, acrescenta a organização.
Depois da morte de Alfredo Keil, a festa foi retomada há 30 anos, primeiro por moradores e veraneantes e agora, pela Irmandade de Nossa Senhora da Praia.
O comunicado assinala que a procissão é “um motivo de grande atração para a população local e visitantes de vários pontos do País”.
CB/LS
A eucaristia realiza-se na capelinha da Praia das Maças, pelas 16 horas, no dia 1 de setembro, segundo depois em procissão “milhares de pessoas” pelas ruas a acompanhar os nove andores até à praia, revela o comunicado enviado à Agência ECCLESIA.
O destino é “o oceano onde ficam a aguardar o lançamento de pétalas de rosa, vindas do céu”, explica a organização.
A procissão integra as imagens de Nossa Senhora da Praia, de Nossa Senhora dos Mares, da aldeia de Azenhas do Mar, de Nossa Senhora do Carmo, padroeira dos surfistas da Praia das Maçãs.
Na procissão vão, também, andores com a imagem de S. Marçal, padroeiro dos bombeiros voluntários, do Menino Jesus, de Nossa Senhora de Fátima, de São José, do Sagrado Coração de Jesus, e de Santo António de Lisboa, todos transportados por voluntários.
Esta celebração remonta a 1896, na “sequência da construção de uma ermida por Alfredo Keil”, mais conhecido por ser o autor da música do Hino Nacional de Portugal.
“Certamente inspirado pela lenda segundo a qual teria sido encontrada uma imagem de Nossa Senhora junto às rochas da Praia das Maçãs”, acrescenta a organização.
Depois da morte de Alfredo Keil, a festa foi retomada há 30 anos, primeiro por moradores e veraneantes e agora, pela Irmandade de Nossa Senhora da Praia.
O comunicado assinala que a procissão é “um motivo de grande atração para a população local e visitantes de vários pontos do País”.
CB/LS
Incêndios
Padre bombeiro revoltado com operacionais tratados como «números»
Sacerdote Manuel Amaral da diocese de Lamego combate fogos e presta assistência espiritual aos colegas bombeiros
Penedono, Viseu, 27 ago 2013 (Ecclesia) - O padre Manuel Amaral, que também é bombeiro, revelou hoje que considera “revoltante” a morte dos que arriscam a vida e que são tratados “como números”.
Quando um colega morre em serviço sente “revolta”: “acredito na ressurreição mas é revoltante porque os bombeiros são homens e mulheres com família, com filhos, como é o caso da bombeira Ana Rita Pereira, uma mãe de 24 anos”, que faleceu em serviço na passada quinta-feira a combater um incêndio na Serra do Caramulo, Concelho de Oliveira do Hospital.
O sacerdote observa que passado “dois ou três dias” os bombeiros já foram esquecidos pela sociedade.
Bombeiro desde 2002, em Penedono, em Viseu, a revolta surge, por considerar que os soldados da paz continuam a “ser tratados como números pelos Governos” e que há “falta de sensibilidade por parte da população” que os critica quando arriscam a própria vida.
“Eu acredito que os bombeiros, neste momento, são mártires como existiram os mártires na Igreja Nascente”, afirma o sacerdote à Agência ECCLESIA.
“O espírito de missão para ajudar e amar o próximo, nos dois serviços, é o mesmo porque reúne a vertente espiritual e física”.
Ser sacerdote e ser bombeiro “abrange o total da pessoa humana” e a vocação religiosa, afirma, ajuda-o “a não ser tão frio na forma de raciocinar” quando está em serviço nos Bombeiros.
Esta segunda-feira, o sacerdote esteve a ajudar a corporação num incêndio na freguesia de Penedono, na localidade de Souto.
Durante um incêndio considera que as populações afetadas também são tratadas como “meros números” quando na realidade está presente “o sofrimento de quem pode perder tudo”.
O sacerdócio ajuda Manuel Amaral a compreender “que as pessoas não são números mas têm coração e preocupações”.
Quando preside a celebrações eucarísticas para bombeiros, o sacerdote procura transmitir que, mesmo que não sejam praticantes estes homens “são dos mais católicos e crentes que existem” porque “ninguém deixa a família e vai para um sítio que onde pode morrer”, desenvolve o sacerdote.
Manuel Amaral é padre desde 2011 na diocese de Lamego e revela que conjugar os dois serviços nem sempre é fácil porque o sacerdócio ocupa grande parte da sua vida.
“Cada vez que tenho tempo livre se puder ajudar os bombeiros não vou descurar esse parâmetro”, acrescentou.
Para o padre Manuel Amaral, ser sacerdote numa corporação de bombeiros “é sempre bom” porque pode ser “prestável” estando disponível para “ouvir os desabafos dos colegas”.
CB/LS
Sacerdote Manuel Amaral da diocese de Lamego combate fogos e presta assistência espiritual aos colegas bombeiros
Penedono, Viseu, 27 ago 2013 (Ecclesia) - O padre Manuel Amaral, que também é bombeiro, revelou hoje que considera “revoltante” a morte dos que arriscam a vida e que são tratados “como números”.
Quando um colega morre em serviço sente “revolta”: “acredito na ressurreição mas é revoltante porque os bombeiros são homens e mulheres com família, com filhos, como é o caso da bombeira Ana Rita Pereira, uma mãe de 24 anos”, que faleceu em serviço na passada quinta-feira a combater um incêndio na Serra do Caramulo, Concelho de Oliveira do Hospital.
O sacerdote observa que passado “dois ou três dias” os bombeiros já foram esquecidos pela sociedade.
Bombeiro desde 2002, em Penedono, em Viseu, a revolta surge, por considerar que os soldados da paz continuam a “ser tratados como números pelos Governos” e que há “falta de sensibilidade por parte da população” que os critica quando arriscam a própria vida.
“Eu acredito que os bombeiros, neste momento, são mártires como existiram os mártires na Igreja Nascente”, afirma o sacerdote à Agência ECCLESIA.
“O espírito de missão para ajudar e amar o próximo, nos dois serviços, é o mesmo porque reúne a vertente espiritual e física”.
Ser sacerdote e ser bombeiro “abrange o total da pessoa humana” e a vocação religiosa, afirma, ajuda-o “a não ser tão frio na forma de raciocinar” quando está em serviço nos Bombeiros.
Esta segunda-feira, o sacerdote esteve a ajudar a corporação num incêndio na freguesia de Penedono, na localidade de Souto.
Durante um incêndio considera que as populações afetadas também são tratadas como “meros números” quando na realidade está presente “o sofrimento de quem pode perder tudo”.
O sacerdócio ajuda Manuel Amaral a compreender “que as pessoas não são números mas têm coração e preocupações”.
Quando preside a celebrações eucarísticas para bombeiros, o sacerdote procura transmitir que, mesmo que não sejam praticantes estes homens “são dos mais católicos e crentes que existem” porque “ninguém deixa a família e vai para um sítio que onde pode morrer”, desenvolve o sacerdote.
Manuel Amaral é padre desde 2011 na diocese de Lamego e revela que conjugar os dois serviços nem sempre é fácil porque o sacerdócio ocupa grande parte da sua vida.
“Cada vez que tenho tempo livre se puder ajudar os bombeiros não vou descurar esse parâmetro”, acrescentou.
Para o padre Manuel Amaral, ser sacerdote numa corporação de bombeiros “é sempre bom” porque pode ser “prestável” estando disponível para “ouvir os desabafos dos colegas”.
CB/LS
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Leitura: “O
desassossego do pensamento”
O viver humano, para ser humano, não se pode
resumir só ao viver. Começar um prefácio com esta afirmação pode parecer
estranho, mas a verdade é que ela traduz bem o exercício que o Paulo Caetano faz
nas belas páginas que nos oferece nesta publicação. Mais do que um simples
exercício de escrita, julgo que o que aqui podemos encontrar é verdadeiramente
este exercício de humanização da vida, do mundo e da história. A um ritmo que
acompanha os grandes acontecimentos da vida, o Paulo Caetano oferece-nos, como o
próprio diz, «um espaço que pretende ser lugar de tranquilidade, de palavras
cheias de luz, de amizade e de força».
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Destaques da semana
TERÇA-FEIRA:
Missa de Acção de Graças a Nossa Senhora, na Capellinha de Nossa Senhora da Praia às 21h30.
QUARTA-FEIRA:
Oração Mariana, na Capelinha de Nossa Senhora da Praia às 21h30.
QUINTA-FEIRA:
Oração Mariana Azenhas do Mar 18h00 confissoes- 21h00 oraçao Mariana.
SEXTA-FEIRA:
Adoração ao SS.mo Sacramento, na Capelinha de Nossa Senhora da Praia às 21h30.
DOMINGO:
Festa de Nossa Senhora da Praia. Missa às 16h00 seguida de Procissão.
Missa de Acção de Graças a Nossa Senhora, na Capellinha de Nossa Senhora da Praia às 21h30.
QUARTA-FEIRA:
Oração Mariana, na Capelinha de Nossa Senhora da Praia às 21h30.
QUINTA-FEIRA:
Oração Mariana Azenhas do Mar 18h00 confissoes- 21h00 oraçao Mariana.
SEXTA-FEIRA:
Adoração ao SS.mo Sacramento, na Capelinha de Nossa Senhora da Praia às 21h30.
DOMINGO:
Festa de Nossa Senhora da Praia. Missa às 16h00 seguida de Procissão.
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
A história da Basílica da Estrela

A história da Basílica da Estrela
Lisboa, 22 ago 2013 (Ecclesia) – A Basílica dedicada ao Santíssimo Coração de Jesus, em Lisboa, mais conhecida por Basílica da Estrela, foi pioneira na sua espiritualidade e artisticamente, ainda hoje, é uma mostra da arte portuguesa do século XVIII.
Este monumento nacional é “um dos poucos em Portugal” que é mais conhecido pela localização geográfica do que pela sua dedicação, ao Santíssimo Coração de Jesus, que “é um dos seus aspetos mais importantes”,
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Colares 14 a 18 de Agosto - Festas de Nossa Senhora da Assunção
sábado, 10 de agosto de 2013
Informação
A Igreja em
Portugal e no mundo: síntese (9.8.2013)
Ministério da Educação
contradiz-se e muda regra de colocação de professores de Educação Moral e
Religiosa Católica | Igreja preocupada com emigrantes portugueses no Luxemburgo
| Santuário de Fátima inaugura site sobre exposição «Ser, o segredo do coração»
| Papa faz visita surpresa à zona industrial do Vaticano.
Azenhas do Mar
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Você dá esmola?

“Você dá esmola?”.
Dizem pra mim: “Sim, padre”.
“E quando você dá a esmola, olha nos olhos da pessoa a quem dá a esmola?”
“Ah, não sei, não me dou conta disso”.
“Então você não encontrou a pessoa. Você jogou a esmola e foi embora. Quando você dá a esmola, toca a mão ou joga a moeda?”
“Não, jogo a moeda”.
“E então não o tocou. E se não o tocou, não o encontrou”. #PapaFrancisco
Saiba mais: http://goo.gl/FExhBg
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
5.ª edição do «Laúndos em Movimento»
Porto: Padre DJ lidera projeto «aglutinador» de comunidades e emigrantes
Laúndos, Porto, 06 ago 2013 (Ecclesia) – A aldeia de Laúndos, na Póvoa de Varzim, vai vestir-se esta sexta-feira de festa com a iniciativa “Laúndos em Movimento”, um projeto da Igreja Católica local que desde 2009 funciona como “ponto aglutinador” das comunidades.
“São três dias em que juntamos nas mais diversas atividades os fiéis da paróquia com os emigrantes, já que muitos vêm até cá de férias”, salienta o pároco de Laúndos (Distrito do Porto, Diocese de Braga), padre Guilherme Peixoto, em entrevista à Agência ECCLESIA.
O sacerdote prevê que, no total, o evento deverá contar com a presença de mais de quatro mil visitantes.
Música, dança, corridas, rally papers e animações de rua são algumas das propostas incluídas no programa, que tem como curiosidade a participação do padre Guilherme Peixoto, ou melhor, do “DJ Ar de Rock Laúndos”.
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Espiritualidade
Transfigurações
Os
discípulos descobrem que a oração de Jesus é transfigurante. Eis aqui uma boa
nova para o nosso mundo tão desfigurado pelo ódio, a violência, o rancor, as
guerras, a corrida aos interesses pessoais. O primeiro testemunho que podemos
dar-lhe é o da atenção ao que nos afeta. Todos conhecemos momentos de graça e de
iluminação na nossa vida. É a partir dessa iluminação que retomamos as forças
para nos levantarmos e continuarmos. Santo Inácio diz-nos que a alegria é um dos
frutos do Espírito, enquanto a tristeza e o desencorajamento denunciam a
presença de Satã, o adversário. A ação mais profunda de Deus em nós é aquela em
que ele se gera pelo Espírito, através da oração. Ora, só o desejo reza. Não
como tendência, nem pulsão, nem gozo mas como esperança. O desejo visa o real
que não conhecemos e que só podemos esperar, como algo que nos é dado. Visa
sempre um além do prazer, o que é impossível imaginar, a Vida.
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
domingo, 4 de agosto de 2013
Espiritualidade
17 maneiras de
rezar | IMAGENS
|
Caminhar. Ler um livro. Ler a Sagrada Escritura. Exprimir
um pedido do Pai Nosso. Angustiar-se profundamente por não rezar. Dormir. Como
uma criança, dizer coisas a Deus. Conversar disto e daquilo. Abrir a Sagrada
Escritura. Desejar, desejar desesperadamente. Escrever. Ouvir música. Permanecer
em paz. Sair da igreja. Duvidar, duvidar de Deus intensamente. Nem as imagens
nem o texto. Trabalhar com as próprias mãos.

sábado, 3 de agosto de 2013
Espiritualidade
O simples e o
complexo
Para quem a quiser ouvir, a vida lança-nos o desafio (a
sugestão, a prece) de um amor sem posse. Não é o que sabíamos o mais importante,
mas o que vamos sabendo. Não é o conhecimento armazenado de um dia que nos pode
servir de mapa, mas a meditação do acontecer. Somos convocados para peregrinar,
para aferir a profundidade no movimento, para vislumbrar através da incessante
deslocação aquilo que permanece. O nosso olhar nem sempre aceita que é pobre,
mas quando aceita, percebe finalmente aquilo que está dito num verso de Rainer
Maria Rilke e em tantos outros lugares: «A pobreza é um grande brilho que vem de
dentro…».
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Mais uma diferença...

- Sim, respondeu o guarda.
- De pé? - perguntou o Papa Francisco. Você não está cansado?
- É meu dever, Sua Santidade, para a sua segurança.
O Papa Francisco , olhou para ele, voltou para o seu apartamento e, momentos depois, voltou com uma cadeira entre as mãos.
- Pelo menos sente e descanse - disse o Papa.
O guarda respondeu:
- Desculpe-me Sua Santidade, mas não posso, as regras não permitem isso.
- As regras? - disse Francisco.
- Meu capitão, Sua Santidade... - disse o guarda.
- Bem, mas eu sou o Papa e lhe peço para se sentar.
Mais tarde, o Papa Francisco voltou com um pouco de pão e presunto, entregou-o ao guarda e disse:
- Bom apetite, meu irmão.
( Sao as atitudes que fazem toda a diferença e gestos de generosidade devem ser espalhados . Concorda ? COMPARTILHE .
Tá aqui a fonte .
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