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sábado, 4 de janeiro de 2020

Mais de 1300 presépios expostos em Fátima

Novo espaço em Fátima vai revelar ao público uma vasta coleção de presépios, marcada pela «interculturalidade», e organizada por continentes

Um novo espaço destinado a acolher e a expor parte de uma coleção de presépios superior a 1300 exemplares, vai abrir no Centro Bíblico dos Capuchinhos, localizado em Fátima, no próximo sábado, dia 4 de janeiro, pelas 15h00.

Com o nome «Evangelho da vida», o novo espaço integra-se nos objetivos do Centro Bíblico dos Capuchinhos, inaugurado em 1983. A coleção que ficará exposta ao público «tem como objetivos transmitir a mensagem do nascimento de Jesus Cristo revelada na Bíblia», mas não só.

A iniciativa visa ainda demonstrar ao público a «interculturalidade de expressões concretizadas nos presépios, que o seu anúncio motivou em todos os povos do mundo». Os presépios em exposição vão estar «organizados por continentes», conforme indicam os serviços de comunicação da diocese de Leiria-Fátima.
Fátima Missionária

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Fátima Missionária

Exposição dedicada à Amazónia abre em Fátima

Texto J.B. | Foto Francisco Pedro | 02/10/2019 | 16:29
Mostra reúne fotografias dos Yanomami e objetos utilizados por aquele povo em atividades como a caça e a pesca. A iniciatica «Chá com arte» vai inaugurar a exposição.

A exposição temporária «Amazónia» fica de portas abertas ao público a partir das 17h00 da próxima quarta-feira, 9 de outubro, no Consolata Museu, em Fátima. A exposição debruça-se sobre o povo Yanomami, que vive em casas comunitárias, conhecidas como malocas, «construídas com madeiras, cipós, esteios, folhas e barros amassados». A maloca tem «normalmente uma só porta, servindo para todas as pessoas da comunidade, composta por vários grupos, onde habitam em comum entre 10 a 40 famílias», destacam os responsáveis pelo espaço museológico dos Missionário da Consolata.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

«Mundo falhou em proteger as crianças em 2018»

Os casamentos forçados, raptos e violações tornaram-se num padrão de atuação em muitos países em conflito. A UNICEF frisa que precisa de ser feito «muito mais» para «prevenir as guerras e acabar com os vários conflitos armados»


Os responsáveis pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) alertam para o facto do futuro dos mais pequenos estar em risco em países onde decorrem confrontos, em consequências das violações perpetradas pelas partes envolvidas. Manuel Fontaine, diretor de Programas de Emergência da UNICEF, refere em comunicado que os líderes mundiais falharam na responsabilização dos causadores destas violações: «O mundo falhou em proteger as crianças em 2018».

Segundo Manuel Fontaine, os menores que vivem em regiões onde decorrem confrontos estão a ser vítimas de extrema pobreza. O responsável da UNICEF lamenta o facto das partes envolvidas nos conflitos terem praticado atos cruéis, por muito tempo, com quase total impunidade, situação essa que «está a piorar». «Muito mais pode e deve ser feito para proteger e ajudar» crianças de Estados em guerra, que «estão a ser atacadas diretamente, usadas como escudos humanos, mortas, mutiladas ou recrutadas para combater», frisa Fontaine.

A existência de casamentos forçados, violações e raptos tornaram-se em 2018, segundo o diretor de Programas de Emergência da UNICEF, um padrão em conflitos na Síria, Iémen, República Democrática do Congo, Nigéria, Sudão do Sul e Mianmar. No Afeganistão «a violência e o derramamento de sangue ocorrem diariamente», com mais de 5 mil crianças a morrerem no primeiro semestre de 2018.

No nordeste da Nigéria, grupos armados, incluindo partes do grupo terrorista Boko Haram, utilizaram raparigas como «bombas humanas», forçaram-nas a tornarem-se esposas de combatentes e foram alvo de violações. Nos Camarões olha-se para o caso de «escolas, alunos e professores» que «são frequentemente atacados». Na República Centro-Africana deu-se uma agravação dos confrontos, colocando duas em cada três crianças a necessitarem de assistência humanitária.

Manuel Fontaine pediu aos Estados que cumpram as suas obrigações sob a lei internacional e que «parem imediatamente com as violações contra crianças e ataques contra infra-estruturas civis, incluindo escolas, hospitais e fontes de água». «Muito mais precisa de ser feito para prevenir as guerras e acabar com os vários conflitos armados que arrasam a vida das crianças de forma desastrosa (…) Ataques contra crianças nunca devem ser admitidos», sustenta o responsável. O diretor de Programas de Emergência da UNICEF apela para que as partes em confrontos sejam obrigadas a proteger as crianças, caso contrário «elas, as suas famílias e comunidades continuarão a sofrer as consequências, agora e por muitos anos».

terça-feira, 6 de novembro de 2018

«O Iémen é um inferno para as crianças»

Campanhas de vacinação diminuíram drasticamente por falta de condições de segurança e 1,8 milhões de menores sofrem de desnutrição aguda. Destes, 400 mil encontram-se em risco de vida
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quarta-feira, 5 de julho de 2017

Fátima Missionária

Fátima Missionária
Texto F.P. | Foto Lusa | 03/07/2017 | 15:06

Papa: «A fome e a desnutrição não são fenómenos naturais»
A situação difícil em que se encontram milhões de pessoas em todo o mundo resulta de uma complexa condição desenvolvimento, causada pela inércia ou pelo egoísmo, considera Francisco

O Papa Francisco alertou esta segunda-feira, 3 de julho, que «as guerras, o terrorismo e os deslocamentos forçados não são fruto da fatalidade, mas consequência de decisões concretas» e pediu à comunidade internacional que use a solidariedade como um critério inspirador em qualquer forma de cooperação. 

«Todos estamos conscientes de que não basta a intenção de garantir a todos o pão quotidiano, mas que é necessário reconhecer que todos têm direito a ele e que devem, portanto, beneficiar-se do mesmo. Se os contínuos objetivos propostos permanecem distantes, isso depende da falta de uma cultura da solidariedade e de atividades internacionais que ficam ligadas somente ao pragmatismo das estatísticas» sublinhou o Pontífice, numa mensagem enviada aos participantes da 40ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), que se iniciou em Roma, Itália.

Para Francisco, quando um país não é capaz de oferecer respostas adequadas à desnutrição devido a seu grau de desenvolvimento, às suas condições de pobreza, mudanças climáticas ou insegurança, é necessário que a FAO e as demais instituições intergovernamentais possam ter a capacidade de intervir especificamente para empreender uma adequada ação solidária.

«A partir da consciência de que os bens que Deus Criador nos entregou são para todos, é urgente que a solidariedade seja o critério inspirador de qualquer forma de cooperação nas relações internacionais». A fome e a desnutrição «não são fenómenos naturais ou estruturais de determinadas áreas geográficas, mas o resultado de uma complexa condição de desenvolvimento, causada pela inércia de muitos ou pelo egoísmo de poucos», referiu o Papa.

A reunião magna da FAO decorre até 8 de julho e tem como principal objetivo a análise e votação do programa de trabalho proposto pelo diretor-geral da organização, José Graziano da Silva, relacionado com a alimentação e agricultura.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Pensamento do dia

É preciso viver com a certeza de que Deus se compadece das nossas fraquezas e desculpa as nossas faltas; só deseja é que mostremos um pouco de boa vontade.

Fátima Missionária

Fome ameaça de morte 700 mil crianças 

Organização cristã de ajuda humanitária está preocupada com a situação de crise alimentar que se vive em África, onde 25 milhões de pessoas necessitam de ajuda urgente. Milhares de menores estão em risco de vida


A seca severa que afeta a zona este de África está a causar a falta de água e de pasto, que tem como consequência uma drástica diminuição do gado. A produção de leite e carne é muito escassa e os preços dos cereais nos mercados aumentaram consideravelmente. Esta redução geral do acesso aos alimentos, associada à falta de água, provocou um aumento dos surtos de doenças e da taxa de mortalidade», alerta a organização cristã World Vision, em comunicado.

Segundo os responsáveis da instituição, há neste momento 25 milhões de pessoas a necessitar de «ajuda imediata» e 700 mil crianças à beira da morte, por falta de comida. Para assegurar assistência humanitária de emergência na zona seriam necessários 98 milhões de euros com urgência.

«As crianças estão a morrer no Sudão do Sul e na Somália e muitas estão à beira da morte no Quénia e Etiópia. Não podemos esperar mais. É necessária ajuda rápida para obter alimentos e água e poder salvar vidas e reverter esta ameaça», sublinha o diretor da Resposta Humanitária da World Vision, Christopher Hoffman.

A organização calcula que mais de 3,5 milhões de crianças sofrem de má nutrição grave nestes países, uma taxa muito acima do aceitável, e 700 mil sofrem de desnutrição aguda, estando por isso em perigo de vida.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Pensamento do dia

  Fazei as coisas com perfeição, mas também com desembaraço. Quem é responsável por qualquer trabalho deve ser ainda mais despachado que os outros. 


quarta-feira, 4 de maio de 2016

Fátima Missionária

Santuário lança passatempo de fotografia 

Até 31 de outubro, os entusiastas da fotografia têm a oportunidade de mostrar o significado de Fátima na experiência da vida cristã, através de imagens. Os concorrentes habilitam-se a ganhar uma viagem a Roma

Pensamento do dia  

Se alguém não tiver amor a Nossa Senhora, peça-o; não amar Nossa Senhora é mau sinal.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

«Não está superada a `crise´ financeira»

As fragilidades na integração dos migrantes e a falta de soluções para os milhares de refugiados que chegam à Europa são problemas que estão por resolver na sociedade portuguesa e europeia, segundo o cardeal-patriarca de Lisboa
Fátima Missionária
Manuel Clemente, cardeal-patriarca de Lisboa

quarta-feira, 16 de março de 2016

Iémen: «A guerra de que ninguém fala»

Milhares de civis foram mortos e feridos pela coligação liderada pela Arábia Saudita desde o início do conflito no Iémen. Agora, os EUA preparam-se para vender mais armamento ao regime saudita. Campanha da Amnistia Internacional quer evitar a venda

É a guerra que ninguém está a falar, submergida por outros conflitos que preocupam também a comunidade internacional. Milhares de civis foram mortos e feridos pela coligação liderada pela Arábia Saudita desde o início do conflito no Iémen. 

O governo de Riade liderou uma campanha devastadora de ataques aéreos ilegais e bombardeamento a alvos civis no país vizinho, como denuncia a Amnistia Internacional. E agora o Presidente americano Obama autorizou a venda pelos Estados Unidos da América (EUA) de mais de 18 mil bombas e 1500 ogivas para a Arábia Saudita, no valor de mais de mil milhões de dólares (cerca de 898 milhões de euros). 

Como as bombas ainda não foram entregues, a Amnistia Internacional lançou uma campanha na internet para pedir ao Presidente Obama e ao Congresso dos EUA que cancelem a venda deste armamento à Arábia Saudita.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Organizações pedem fim da pobreza em Portugal

Texto Juliana Batista
Foto FIM | 11/01/2016 | 10:43
Cidadãos e instituições têm dinamizado um grupo de trabalho para definir uma Estratégia Nacional de Erradicação da Pobreza e preparam-se para apresentar uma publicação sobre o tema

Várias organizações portuguesas estão a unir-se para pedirem um compromisso nacional para «Erradicar a Pobreza». Entre essas instituições está a Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN) e a Cáritas Portuguesa, que apresentam esta segunda-feira, 11 de janeiro, a edição n.º 48 da Revista Rediteira, sobre o tema «Erradicar a Pobreza: Compromisso para uma Estratégia Nacional».

«A EAPN Portugal, em parceria com um conjunto de pessoas e instituições, tem vindo a dinamizar um grupo de trabalho tendo em vista a definição de uma Estratégia Nacional de Erradicação da Pobreza e no fundo esta publicação sistematiza esse trabalho e apresenta um conjunto de reflexões e propostas para cumprir esse objetivo», explicam os responsáveis pela organização.

A apresentação terá lugar na Sala do Arquivo Municipal dos Paços do Concelho, em Lisboa, pelas 18h00, e será conduzida pelo antigo presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz, Alfredo Bruto da Costa, contando com a presença do cardeal-patriarca de Lisboa, Manuel Clemente, e de Guilherme d’Oliveira Martins, presidente do Centro Nacional de Cultura.

«Para muitos, erradicar a pobreza e a exclusão social é um objetivo utópico. Contudo, a experiência demonstra-nos que os seus efeitos podem ser prevenidos e consequentemente diminuídos os números, sempre que todos os atores sociais se impliquem de forma ativa e se definam as medidas adequadas e eficazes às realidades nacionais», refere a EAPN Portugal.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação

Papa convoca Igreja a rezar pela criação 
Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação passa a comemorar-se todos os anos a 1 de setembro, tal como acontece com a Igreja Ortodoxa. Pontífice quer que a data seja uma contribuição para a superação da crise ecológica que vive a humanidade

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Pensamento do dia

Quando me chega da África alguma notícia menos agradável, interrogo-me logo se não será por minha culpa. E se, de noite, penso na responsabilidade que tenho por cada um de vós, o sono desaparece dos meus olhos.
Beato José Allamano

Fátima

«Incompetência dos governos leva à emigração»

«A incompetência dos governos leva à emigração» afirmou em Fátima o diretor da Obra Católica Portuguesa para as Migrações, Frei Sales Diniz, no âmbito da Peregrinação do Migrante e Refugiado

quarta-feira, 4 de junho de 2014

À atenção de catequistas e não só...

Dezenas de workshops preparam fiéis para evangelizar
Mais de 30 workshops, com a duração de 75 minutos, vão realizar-se em Mirandela, no Porto e Estoril, no âmbito do encontro de formação «E-vangelizar». O objetivo é preparar animadores e catequistas para o anúncio do Evangelho

Pensamento do dia

Causa pena ouvir dizer: ?Não posso rezar porque tenho muito que fazer, muito que pregar...?. Tudo inútil! Se a graça de Deus te faltar, pregas em vão, atiras palavras ao vento. 
Beato José Allamano