sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Henri Teissier, arcebispo emérito de Argel
Na apresentação em Lisboa do seu livro, baseado nas reflexões de um dos monges
trapistas assassinados na Argélia, em 1996, o arcebispo emérito de Argel
destacou a amizade e a partilha da oração como pontos fundamentais para
fortalecer o diálogo islamo-cristão
Diálogo inter-religioso faz-se com amizade e oração (ver mais)
Diálogo inter-religioso faz-se com amizade e oração (ver mais)
Mundo
- I Congresso Mundial do
Movimento Eucarístico Juvenil
Movimento Eucarístico Juvenil é a nova denominação da conhecida "Cruzada Eucarística". ... - Bispo do Reino Unido aconselha
fiéis a rezarem publicamente
A simplicidade da proposta e os bons frutos de sua prática fizeram com que ela se propagasse rapidamente entre os fiéis dentro e fora do Reino Unido. ...
Roma
- A Igreja vive na história, mas
não se fecha em si mesma, diz Bento XVI
“a oração é como uma janela aberta que nos permite ter os olhos voltados para Deus", afirmou o Santo Padre. ... - Cardeal Bertone a novos bispos: não conformar-se com o mundo por medo de ser criticado Se as pessoas nos criticam porque não vivemos fielmente a nossa vocação, nossa missão, devemos examinar-nos e mudar de vida. ...
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
"Ide e ensinai"
Jornadas
Nacionais de Catequistas
De 5 a 7 de outubro Fátima recebe as Jornadas Nacionais de Catequistas (JNC)
2012. Subordinada ao tema "Da Catequese Familiar à Catequese Intergeracional" as
JNC realizam-se no auditório do Centro Paulo VI e marcam a Semana Nacional da
Educação Cristã.
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Despertar da Fé 2013
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Despertar da Fé 2013
Disponibilizamos, a todos os catequistas, professores e educadores, o
programa para 2013 do Despertar da Fé bem como as fichas de inscrições para as
ações de formação do novo ano pastoral.
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quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Arte de pensar
Precisamos
de construir o silêncio e reencontrar a «arte de pensar»
Vivemos submersos num mundo de palavras manipuladas, esvaziadas de verdadeiro sentido, desresponsabilizadas. Num mundo de palavras exaustas, exiladas de si mesmas, inflacionadas. O próprio uso que se faz da palavra a desmente e deforma, tornando-a contraditória, ambígua e, por fim, irrelevante. Quando nos ensurdecem tantas vozes e fantasmas, perdemos a capacidade de ouvir a voz interior e de sermos nós próprios. A nossa interioridade é colonizada e tornamo-nos cada vez mais dependentes dos flashes de ideias, imagens e ruídos que se sucedem em nosso redor. Precisamos de contrariar este movimento de demissão, reencontrando uma arte de pensar; recuperando uma atenção mais crítica em relação ao que nos é servido a toda a hora; construindo espaços de distanciamento favoráveis ao silêncio e à reflexão.
Vivemos submersos num mundo de palavras manipuladas, esvaziadas de verdadeiro sentido, desresponsabilizadas. Num mundo de palavras exaustas, exiladas de si mesmas, inflacionadas. O próprio uso que se faz da palavra a desmente e deforma, tornando-a contraditória, ambígua e, por fim, irrelevante. Quando nos ensurdecem tantas vozes e fantasmas, perdemos a capacidade de ouvir a voz interior e de sermos nós próprios. A nossa interioridade é colonizada e tornamo-nos cada vez mais dependentes dos flashes de ideias, imagens e ruídos que se sucedem em nosso redor. Precisamos de contrariar este movimento de demissão, reencontrando uma arte de pensar; recuperando uma atenção mais crítica em relação ao que nos é servido a toda a hora; construindo espaços de distanciamento favoráveis ao silêncio e à reflexão.
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Espiritualidade
Viver
no aberto de Deus e do mundo (IV) |
VÍDEO |
Mesmo no aberto precisamos de um centro. O «pleno vento» não é o nada nem o ninguém. Os labirintos que na Idade Média se construíam no interior das igrejas são a imagem do nosso quotidiano. Podemos bater em muros que nos conduzem a lugar nenhum mas sabemos que estamos chamados à centralidade.
Mesmo no aberto precisamos de um centro. O «pleno vento» não é o nada nem o ninguém. Os labirintos que na Idade Média se construíam no interior das igrejas são a imagem do nosso quotidiano. Podemos bater em muros que nos conduzem a lugar nenhum mas sabemos que estamos chamados à centralidade.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Ideia para férias
Dormir em
mosteiros (IV): Balsamão | IMAGENS
|
Haverá cinco umbigos do mundo. Um deles é o Monte Morais. O convento de Balsamão, dos Padres Marianos da Imaculada Conceição, está diante dele, ao colo. Uma divina enfermeira, protetora de noivos, será a culpada. Cortemos, então, a respiração, subindo à esplanada e ao miradouro: a Serra de Bornes em redor, os olivais de Chacim ao fundo, as termas da Abilheira em baixo. Se for ao final da tarde, podemos ter a sorte de contemplar um pôr do sol glorioso, de vermelhos e laranjas intensos. Há alternativas, claro: no miradouro da água, o assombro é pelo menos igual ao anterior. E nos claustros apetece ficar apenas a olhar as árvores de fruto ou a cisterna apaziguadora dos sentidos. O lugar, perto de Macedo de Cavaleiros, é assim há muito. No seu diário, o principal inspirador do convento, o padre polaco Casimiro Wyszynski (1700-1755) descrevia: «Temos aqui, cercados pelos rios, campos, pomares, vinhedos, prados, oliveiras e frutas de várias espécies. E nesse monte há florestas, árvores, belos carvalhos.»
Haverá cinco umbigos do mundo. Um deles é o Monte Morais. O convento de Balsamão, dos Padres Marianos da Imaculada Conceição, está diante dele, ao colo. Uma divina enfermeira, protetora de noivos, será a culpada. Cortemos, então, a respiração, subindo à esplanada e ao miradouro: a Serra de Bornes em redor, os olivais de Chacim ao fundo, as termas da Abilheira em baixo. Se for ao final da tarde, podemos ter a sorte de contemplar um pôr do sol glorioso, de vermelhos e laranjas intensos. Há alternativas, claro: no miradouro da água, o assombro é pelo menos igual ao anterior. E nos claustros apetece ficar apenas a olhar as árvores de fruto ou a cisterna apaziguadora dos sentidos. O lugar, perto de Macedo de Cavaleiros, é assim há muito. No seu diário, o principal inspirador do convento, o padre polaco Casimiro Wyszynski (1700-1755) descrevia: «Temos aqui, cercados pelos rios, campos, pomares, vinhedos, prados, oliveiras e frutas de várias espécies. E nesse monte há florestas, árvores, belos carvalhos.»
domingo, 9 de setembro de 2012
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Espiritualidade
Viver
no aberto de Deus e do mundo (III) |
VÍDEO |
O fariseu olha para a mulher e só vê uma pecadora. Jesus consegue ver muito mais e, sobretudo, consegue ver o gesto de amor, de arrependimento, de desejo que aquela mulher transporta. E por isso é o único a sentir o verdadeiro perfume interior que ela traz. Também nós somos chamados tantas vezes a transcender as aparências, os juízos, as fórmulas, as etiquetas, as receitas, o conhecido, o que temos por estável, os preconceitos, para podermos olhar a história de amor sem palavras que cada pessoa expressa.
O fariseu olha para a mulher e só vê uma pecadora. Jesus consegue ver muito mais e, sobretudo, consegue ver o gesto de amor, de arrependimento, de desejo que aquela mulher transporta. E por isso é o único a sentir o verdadeiro perfume interior que ela traz. Também nós somos chamados tantas vezes a transcender as aparências, os juízos, as fórmulas, as etiquetas, as receitas, o conhecido, o que temos por estável, os preconceitos, para podermos olhar a história de amor sem palavras que cada pessoa expressa.
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Espiritualidade
Viver
no aberto de Deus e do mundo (II) |
VÍDEO |
«O percurso crente é de abertura àquilo que se escuta no silêncio, ao que se encontra na perda, àquilo que se espera na desesperança e no vazio, ao que se toca na ausência e na experiência do luto e da morte.» A narrativa bíblica de uma moeda perdida que faz toda a diferença é analisada na segunda parte da intervenção do diretor do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, padre José Tolentino Mendonça, na conferência “No aberto de Deus e do mundo”, realizada a 23 de junho de 2012 no Mosteiro das Monjas Dominicanas do Lumiar, em Lisboa. «Importa perceber na nossa vida como estas experiências de abertura são também um chamamento muito forte e muito claro a refazermos o nosso caminho, a acendermos uma luz, a varrermos a nossa casa, a reganharmos um cuidado pelo nosso mundo interior.»
«O percurso crente é de abertura àquilo que se escuta no silêncio, ao que se encontra na perda, àquilo que se espera na desesperança e no vazio, ao que se toca na ausência e na experiência do luto e da morte.» A narrativa bíblica de uma moeda perdida que faz toda a diferença é analisada na segunda parte da intervenção do diretor do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, padre José Tolentino Mendonça, na conferência “No aberto de Deus e do mundo”, realizada a 23 de junho de 2012 no Mosteiro das Monjas Dominicanas do Lumiar, em Lisboa. «Importa perceber na nossa vida como estas experiências de abertura são também um chamamento muito forte e muito claro a refazermos o nosso caminho, a acendermos uma luz, a varrermos a nossa casa, a reganharmos um cuidado pelo nosso mundo interior.»
Espiritualidade
Viver
no aberto de Deus e do mundo (I) | VÍDEO
|
«Por vezes estamos há muito tempo a percorrer um caminho muito claro, com muita convicção e certeza. E de repente esse caminho bem delimitado desagua num espaço aberto, numa clareira onde os contornos não são tão nítidos e as fronteiras estão mais esbatidas. É então que somos chamados a fazer a experiência da diversidade, e a vida torna-se o lugar inesperado do polifónico.» Primeira parte da intervenção do diretor do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, padre José Tolentino Mendonça, na conferência “No aberto de Deus e do mundo”, realizada a 23 de junho de 2012 no Mosteiro das Monjas Dominicanas do Lumiar, em Lisboa.
«Por vezes estamos há muito tempo a percorrer um caminho muito claro, com muita convicção e certeza. E de repente esse caminho bem delimitado desagua num espaço aberto, numa clareira onde os contornos não são tão nítidos e as fronteiras estão mais esbatidas. É então que somos chamados a fazer a experiência da diversidade, e a vida torna-se o lugar inesperado do polifónico.» Primeira parte da intervenção do diretor do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, padre José Tolentino Mendonça, na conferência “No aberto de Deus e do mundo”, realizada a 23 de junho de 2012 no Mosteiro das Monjas Dominicanas do Lumiar, em Lisboa.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Paróquia de Colares
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domingo, 2 de setembro de 2012
Vocações
Igreja: «É preciso investir muito nas vocações», diz responsável dos Salesianos
Lisboa, 01 set 2012 (Ecclesia) – O responsável máximo da província portuguesa dos Salesianos, congregação católica dedicada à educação dos jovens, considera que a Igreja tem de dar prioridade a estratégias que favoreçam o surgimento de mais padres e religiosos. “É preciso investir muito nas vocações”,...
sábado, 1 de setembro de 2012
PARALÍMPICOS
Acompanhe os Jogos Paralímpicos:
Algumas das provas em directo e vídeos em:
http://www.youtube.com/user/ ParalympicSportTV
Na RTP 2, todos os dias, às 13h15 e às 21h00 compacto do dia.
Algumas das provas em directo e vídeos em:
http://www.youtube.com/user/
Na RTP 2, todos os dias, às 13h15 e às 21h00 compacto do dia.
Roma
- Papa indica intenções de
orações para o mês de setembro
Bento XVI pede orações “para que os políticos atuem sempre com honradez, integridade e amor pela vida e a verdade” ...
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Uma ideia para férias
Dormir em
mosteiros (III): Carmelo de Bande |
IMAGENS |
Dizem os filólogos que Bande significa lugar de passagem. Mas aqui apetece ficar, entre o pequeno bosque de choupos, os terrenos cultivados ou o pomar com uma enorme diversidade de árvores de fruto. E falar de apetite não é despropositado neste mosteiro: «Deus é a eternidade constante, mas a eternidade não é algo estático, é uma novidade que cumula todo o desejo». Cheira ainda a novo, o edifício – mesmo se leva já uma década neste lugar, uma aldeia do concelho de Paços de Ferreira. No resto do espaço, vê-se que foi obra dar ao sítio o aspeto que ele tem hoje. Plantar árvores, cultivar a horta, humanizar o lugar. Dar beleza aos caminhos, com um jardim de oliveiras e cerejeiras, noivas-da-floresta e árvores de folha caduca, ervas aromáticas e plantas medicinais, frutos silvestres e medronhos, morangos e framboesas. Talvez seja também por isso que, veremos adiante, sorriem muito, estas irmãs.
Dizem os filólogos que Bande significa lugar de passagem. Mas aqui apetece ficar, entre o pequeno bosque de choupos, os terrenos cultivados ou o pomar com uma enorme diversidade de árvores de fruto. E falar de apetite não é despropositado neste mosteiro: «Deus é a eternidade constante, mas a eternidade não é algo estático, é uma novidade que cumula todo o desejo». Cheira ainda a novo, o edifício – mesmo se leva já uma década neste lugar, uma aldeia do concelho de Paços de Ferreira. No resto do espaço, vê-se que foi obra dar ao sítio o aspeto que ele tem hoje. Plantar árvores, cultivar a horta, humanizar o lugar. Dar beleza aos caminhos, com um jardim de oliveiras e cerejeiras, noivas-da-floresta e árvores de folha caduca, ervas aromáticas e plantas medicinais, frutos silvestres e medronhos, morangos e framboesas. Talvez seja também por isso que, veremos adiante, sorriem muito, estas irmãs.
Uma ideia para férias
Dormir em
mosteiros (II): Singeverga | IMAGENS
|
Tomem-se 45 litros de álcool mais 10 litros de água, junte-se o açúcar e, no final, as especiarias e as plantas aromáticas. Coloque-se o caramelo como corante. Deixe-se depois quatro dias em maceração. A mistura irá envelhecer em pipas. Nos intervalos, preparem-se as garrafas, colando os rótulos. O licor a engarrafar é aquele que há mais tempo está nas pipas. Pode haver tempo, por isso, para rezar um salmo enquanto se contempla o prodígio que é ver surgir um licor aromático a partir de tais ingredientes. «É o que eu gosto mais, é rezar um salmo, algumas frases que fixo», diz o padre Albino Nogueira, 67 anos, que desde 1989 trabalha na produção do licor de Singeverga – que atualmente já é mesmo vendido em algumas grandes superfícies.
Tomem-se 45 litros de álcool mais 10 litros de água, junte-se o açúcar e, no final, as especiarias e as plantas aromáticas. Coloque-se o caramelo como corante. Deixe-se depois quatro dias em maceração. A mistura irá envelhecer em pipas. Nos intervalos, preparem-se as garrafas, colando os rótulos. O licor a engarrafar é aquele que há mais tempo está nas pipas. Pode haver tempo, por isso, para rezar um salmo enquanto se contempla o prodígio que é ver surgir um licor aromático a partir de tais ingredientes. «É o que eu gosto mais, é rezar um salmo, algumas frases que fixo», diz o padre Albino Nogueira, 67 anos, que desde 1989 trabalha na produção do licor de Singeverga – que atualmente já é mesmo vendido em algumas grandes superfícies.
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