sábado, 15 de setembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 15 – Nossa Senhora das Dores (Memória)

A fé em Nossa Senhora é uma fé maravilhosa. Outro dia, alguém comentava comigo que uma pessoa com uma vida desregrada vai a Fátima. Há em Fátima algo que atrai as pessoas, mesmo as que andam afastadas da religião, como é este caso. Não sei o que é que essa pessoa vai lá fazer. Talvez veja Nossa Senhora como uma mãe que tudo compreende. (O que é diferente de tudo aprovar.) Talvez vá pedir para não ir para o inferno. Talvez vá pedir conselho. Talvez… Talvez. Rezemos pelos grandes pecadores que vão a Fátima. 

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Conferencia na Igreja da Misericórdia de Colares

Sexta-feira - 14 de Setembro - 21h30

'O Mal' com Maria Cortez Lobão, mãe de 8 filhos, formou-se em Teologia e escreveu o seu mestrado sobre este tema.

QUINTA-FEIRA 13 de Setembro - Adoração ao SS.mo Sacramento na Igreja da Azoia às 15h00.

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 13 – S. João Crisóstomo (Memória)

Se o leitor pedir a Deus que Se comunique consigo, vai ver que alguma coisa acontecerá, se é que não aconteceu já. Depois, o problema pode ser o leitor querer saber se «aquilo» foi Deus ou não. Isso consegue-se com a experiência. As dúvidas talvez nunca desapareçam ou talvez desapareçam completamente. O leitor verá. Não é preciso ser santo para isto acontecer. Hoje, o leitor reze para que Deus Se comunique consigo

terça-feira, 11 de setembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 11 – Semana XXIII do Tempo Comum

Hoje, vamos pedir para que os discípulos de Jesus aumentem de número. Para que os indecisos ou os decididos que não têm coragem de descolar do seu grupo de ateus tenham essa coragem. Um grupo de amigos ateus pode ter uma influência enorme numa pessoa que gostava de aderir à nossa Igreja. Mas tem medo de perder os seus amigos. Hoje, o leitor reze por essas pessoas

Dez regras para a participação na catequese

Pe Antonio Manuel Ramires
9 de Setembro ·

1.º A inscrição na catequese é recomendada, mas não é obrigatória. É livre. Pais e filhos podem dirigir-se à Igreja e inscrever-se de livre e espontânea vontade. Ao inscrever-se, aceitarão as regras: horário, lugar, catequistas, atividades programadas, por exemplo.

2.º Os catequistas são pessoas normais, que tem família, trabalho, atividades pessoais, estudos, problemas, alegrias, frustrações, desânimo, ou seja, sentimentos comuns a qualquer pessoa. Por isso, hão de ser tratados com carinho e respeito. Mais ainda, quando ser catequista não é uma profissão, mas uma atividade de voluntariado.

3.º Quando a catequese organiza palestras, encontros, reuniões, convívios, celebrações, é porque quer construir uma ponte de relacionamento com as famílias, em particular, e com toda a comunidade paroquial. Gostar-se-ia que todos participem com entusiasmo, sem murmúrios nem a olhar frequentemente para o relógio. Bastará pensar que foram necessárias muitas horas de preparação para que decorra bem uma atividade que durará apenas uma hora.

4.º A catequese não é um depósito de crianças e jovens, nem os catequistas são substitutos dos pais. A catequese é um espaço para aprofundamento dos assuntos de Deus e de educação cristã e humana. A catequese apoia e complementa aquilo que é/deve ser feito em família.

5.º A catequese é um processo contínuo, dura anos. A catequese acompanha o desenvolvimento intelectual e afetivo em cada idade.

6.º O conteúdo da catequese é a Verdade trazida por Jesus Cristo. Todos hão de ser verdadeiros. Não mentir nem ajudar a inventarem desculpas para tentar enganar os pais, catequistas ou quem quer que seja é uma regra fundamental.

7.º A catequese é religião, no sentido de ligar a pessoa Deus. Por isso, é também elo de fraternidade entre as pessoas. A catequese é expressão da Igreja de portas abertas, que acolhe a todos. O ecumenismo (diálogo entre igrejas cristãs) e o diálogo inter-religioso são promovidos.

8.º A catequese é uma atividade da Igreja. A Igreja são todos os fiéis: clero e leigos. É tão catequista aquele que acompanha o grupo, como o pároco, a freira, o pai, a mãe, os vizinhos. «Eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras», escreveu S. Tiago na sua carta (Tg 2, 18).

9.º O dia da primeira comunhão ou crisma não é formatura. Não são o fim de nada, mas o começo.

10.º A catequese merece ser tratada da mesma forma que a escola e todas as actividades formativas e lúdicas que os pais oferecem aos filhos.

domingo, 9 de setembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 9 – Domingo XXIII do Tempo Comum – Ano B

A religião cristã não é a religião do Livro. Não estamos ligados à força do literalismo daquilo que está escrito na Escritura, mas somos a religião da Palavra e da escuta, isto é, da comunhão! Seguimos uma Pessoa e não simplesmente um conjunto de ideias. Somos seguidores de Jesus Cristo e a escuta da sua palavra presente na Bíblia guia-nos até Ele. Por isso, um surdo-mudo, como aquele que o Evangelho hoje nos apresenta, é símbolo do mal que nos impede de escutar Aquele que é Palavra. 

A passagem imediatamente anterior a esta mostra-nos uma mulher, ainda por cima uma estrangeira, que escuta de Jesus a palavra «vai, a tua filha está curada» e, acreditando, dirige-se a sua casa para encontrar a filha curada. Vemos, em contraste, nessa passagem, como os discípulos não compreendem o que se está a passar: ouvem a palavra, mas não a compreendem. O milagre apresentado no Evangelho de hoje, como todos os milagres relatados na Escritura, tem um significado que vai para além da mera cura de uma doença: há alguma coisa que Jesus nos quer dizer para lá do que pode ser evidente. Somos todos surdos! Temos todos uma surdez seletiva. Tantas vezes ouvimos só aquilo que nos interessa e, mesmo sem que nos apercebamos, filtramos tantas coisas daquilo que nos é dito. Na nossa vida só podemos dar aquilo que de alguma maneira tivermos recebido, só podemos dizer aquilo que tivermos escutado. O Senhor quer curar-nos das nossas surdezes para O podermos reconhecer na nossa vida. Ele é o Médico que nos cura de tudo aquilo que nos impede de O escutarmos e de O reconhecermos. 

Há muitas surdezes e cegueiras na nossa vida e a segunda leitura coloca-nos diante de uma grave cegueira que nos pode acontecer: avaliar as pessoas pela sua aparência. S. Tiago recorda-nos que Deus não faz aceção de pessoas e chama-nos à atenção para que não aconteça o mesmo entre nós. Diz-nos S. Tiago: se, por exemplo, entrar alguém bem vestido numa nossa celebração e lhe dissermos: «vem para aqui, para a primeira fila, para um bom lugar», e em seguida entrar uma outra pessoa, mal vestida e com mau aspeto, e lhe dissermos: «tu, vai lá para o fundo porque não há lugares cá à frente», estamos a julgar com base na aparência. Isto é, certamente, sinal de que estamos a escutar só aquilo que nos interessa quando ouvimos a Palavra; é sinal de uma surdez seletiva que nos impede de reconhecer o Senhor nos nossos irmãos. 

«Efatá!», diz Jesus a todos nós. «Abre-te!». Que os nossos ouvidos se abram à escuta da Palavra; que a nossa língua se solte; que a nossa vida proclame que o Amor está vivo. 

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 7 – Semana XXII do Tempo Comum / 1ª Sexta-feira

Nós devemos deixar que Deus nos torne no seu vinho velho. Que Deus nos transforme para «sabermos» melhor. A vida vai-nos transformando, independentemente de nós querermos ou não. Cabe-nos a nós apanharmos esse fluxo para amarmos com mais qualidade, para irmos estando na vida com cada vez mais qualidade e subindo cada vez mais a nossa montanha. O que é para o leitor estar na vida com mais qualidade? 

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

«Nunca se descansou tanto como hoje, e no entanto nunca se experimentou tanto vazio», diz papa

«O ser humano nunca descansou tanto como hoje, e no entanto nunca experimentou tanto vazio como hoje», declarou o papa na audiência geral desta quarta-feira, no Vaticano.

Na intervenção dedicada ao mandamento sobre o descanso, enganadoramente simples de observar, Francisco frisou que o repouso autêntico caracteriza-se pela contemplação e pelo louvor, e não pela fuga.

O descanso é essencial para ver a vida, ou seja todos os outros dias, com outros olhos – desmentindo assim a difundida expressão «graças a Deus que é sexta-feira», ou seja, mais tempo para o repouso e diversão –, descobrindo-lhe um sentido que aparentemente não tem sentido.

«Quantas vezes encontrámos cristãos doentes que nos consolaram com uma serenidade que não se encontra nos que gozam a vida e nos hedonistas. E vimos pessoas humildes e pobres rejubilar por pequenas graças com uma felicidade que tinha o sabor de eternidade», afirmou.

O descanso e a pausa que proporciona, não só nos prolongados períodos de férias mas todas as semanas, é a oportunidade de reconciliação com a história pessoal, «com os factos que não se aceitam, com as partes difíceis da própria existência», porque a «verdadeira paz não é mudar a própria história, mas acolhê-la e valorizá-la, tal como aconteceu», apontou na alocução, que traduzimos em seguida.


Quando é que a vida se torna bela? Quando se começa a pensar bem dela, qualquer que seja a nossa história. Quando faz caminho o dom de uma dúvida: a de que tudo seja graça, e esse santo pensamento desmorona o muro interior da insatisfação, inaugurando o autêntico descanso. A vida torna-se bela quando se abre o coração à Providência e se descobre como verdadeiro o que diz o salmo: “Só em Deus repousa a minha alma”. É bela esta frase do salmo.»

Rui Jorge Martins 
Fonte: Sala de Imprensa da Santa Sé
Imagem: Syntheticmessiah/Bigstock.com 
Publicado em 05.09.2018

Carta aos diocesanos de Lisboa, no início do ano pastoral 2018-2019

1. Saúdo-vos a todos com muita estima no início de mais um ano dedicado à receção da Constituição Sinodal de Lisboa. Mantendo o objetivo transversal de FAZER DA IGREJA UMA REDE DE RELAÇÕES FRATERNAS (CSL, 60), para reforçar a participação e a corresponsabilidade comunitárias a todos os níveis da vida paroquial e diocesana, incidiremos especialmente no nº 47: VIVER A LITURGIA COMO LUGAR DE ENCONTRO COM DEUS E TAMBÉM DA COMUNIDADE CRISTÃ ENQUANTO POVO DE DEUS QUE CELEBRA.
Como, entretanto, o Papa Francisco destinou o mês de outubro de 2019 à intensificação missionária da vida eclesial e a Conferência Episcopal Portuguesa alargou esse objetivo a todo o ano antecedente, teremos muito em conta o que o Santo Padre nos diz no nº 142 da Exortação apostólica Gaudete et Exultate sobre o chamamento à santidade no mundo atual: «Partilhar a Palavra e celebrar juntos a Eucaristia torna-nos mais irmãos e vai-nos transformando pouco a pouco em comunidade santa e missionária». 
É uma feliz síntese sobre a comunidade que escuta, partilha e celebra, assim mesmo crescendo em fraternidade, santidade e missão. Bem podemos tomar este trecho como lema do nosso ano pastoral, unindo todos os seus motivos.
Ao longo do ano muito se fará decerto em termos de formação orante e litúrgica. Peço às comunidades que aproveitem para tal todas as ocasiões pastorais: iniciação cristã, catequese, celebrações – tudo é espaço e tempo para formação sobre o modo cristão e eclesial de rezar e celebrar. O Departamento de Liturgia realizará ações formativas nas Vigararias, contando com boa participação de todos, mormente dos que têm especiais funções litúrgicas. Também o Instituto Diocesano de Formação Cristã oferece o seu valioso contributo nesse sentido. Assim cresceremos em santidade e missão, pois Deus chama para enviar. 

2. O número 47 da nossa Constituição Sinodal, depois da frase citada, continua assim: «Além da beleza dos espaços e dos ritos, da música e do canto, a celebração da fé é chamada a educar para a interioridade, para a comunhão e para o silêncio, criando momentos que disponham à escuta de Deus. É necessário cuidar sempre da formação litúrgica das comunidades, para que tanto os que exercem ministérios, como toda a assembleia, entrem em diálogo com o Senhor. É, por isso, de grande utilidade uma permanente catequese mistagógica que introduza toda a comunidade na vivência dos tempos litúrgicos e na compreensão dos seus símbolos e ritos». 
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Quero ainda pedir-vos, caríssimos diocesanos, comunhão profunda e orante com o Santo Padre, que com tanta coragem e lucidez guia a Igreja neste momento de purificação espiritual e prática. Estamos com o Papa Francisco, como ele está com Cristo e o Evangelho. 

Convosco, em oração e missão,

+ Manuel, Cardeal-Patriarca

Lisboa, 1 de setembro de 2018                       

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

SEXTA-FEIRA 7 de Setembro - Adoração ao SS.mo Sacramento e Confissões na Igreja da Misericórdia às 18h00.


QUINTA-FEIRA 6 de Setembro - Adoração ao SS.mo Sacramento com Oração Vocacional na Igreja do Mucifal às 18h00

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 5 – Semana XXII do Tempo Comum

Os demónios queriam estragar a vida a Jesus. Queriam anunciar que Ele era o Messias e assim as pessoas aclamá-Lo-iam segundo a maneira dos demónios, como um rei temporal cheio de força e poder. Jesus não queria poder humano. Só queria o poder que Lhe vinha do Pai. Quando chegou a hora do poder humano, submeteu-Se e não teve guardas que lutassem contra os guardas judeus (cf. João 18, 36). Hoje, o leitor peça a graça de não ser violento (ou virulento) quando «atacado». 

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Os jovens da África – O Vídeo do Papa – Setembro 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 4 – Semana XXII do Tempo Comum

Todos se encheram de assombro porque estavam abertos às surpresas que a presença de Jesus nas suas vidas significou naquela altura. Jesus, Deus Pai, o Espírito Santo podem significar muitas (algumas) surpresas na vida do leitor. Podem dar-lhe sinais, podem «falar»-lhe, comunicar com o leitor se o leitor estiver atento, se se abrir a isso, se tiver períodos de silêncio na sua oração. (Claro que não é automático.) Hoje, peça a Deus essa graça. 

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 3 – S. Gregório Magno (Memória)

O texto é estranho porque, PRIMEIRO, diz que todos davam testemunho em seu favor, mas depois já estavam todos furiosos. Seja como for, Jesus acabou por não cair bem e foi expulso da cidade. Jesus não pertencia à elite intelectual, era bem conhecido de todos e por isso não podia fazer prodígios. Temos que nos precaver contra isso. Contra o excesso de familiaridade com Jesus. Temos que estar abertos às surpresas com Jesus. Hoje, o leitor reze para estar aberto às surpresas de Jesus.

domingo, 2 de setembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 2 – Domingo XXII do Tempo Comum – Ano B

Reuniu-se à volta de Jesus um grupo de fariseus e escribas: os primeiros são cumpridores escrupulosos da lei e os segundos são aqueles que estudam a lei até ao mais ínfimo detalhe. Estes reparam que os discípulos de Jesus não cumprem todas as leis e comem sem a purificação ritual que estava indicada. De facto, a Lei diz que antes de comer se devem purificar as mãos e não é só por uma questão de higiene, mas também um rito purificatório que recorda que o alimento é uma fonte pura de vida, um dom do amor de Deus. Os ritos, quando são esvaziados do seu significado, correm o risco de se transformar em magia ou mera formalidade. Até com as coisas mais santas isto pode acontecer, se são esvaziadas do seu sentido. A própria Eucaristia pode ser pervertida e celebrada por mero hábito, por uma conveniência minha ou até mesmo por lucro. 

Jesus denuncia que uma religiosidade meramente formal, exterior, faz com que a Lei, que em si é boa, degenere em legalismo e seja reduzida a palavras e tradições que, no fim de contas, são simplesmente humanas e acabam por anular a palavra de Deus. Assim, Jesus aproveita a provocação dos escribas e dos fariseus para chamar a multidão e dizer-lhe que não há nada na natureza que nos torne impuros. O mal não está nas coisas! As coisas são boas. O mal pode estar no modo como as utilizamos. 

Toda a criação existe como lugar, como casa em que somos todos chamados a viver amando a Deus e ao próximo como a nós mesmos. O mal está no uso que fazemos das coisas, pervertendo-as da sua (e da nossa) finalidade. O mal está quando aquilo que sai do nosso coração não é o amor, mas o egoísmo. 

«Ama e faz o que quiseres», diz- -nos Santo Agostinho: o princípio do bem ou do mal não está só na nossa ação, não está no mero cumprimento ou não cumprimento de uma lei, mas no princípio que nos leva a agir. Claro que são necessárias leis que nos ajudem, mas não somos chamados ao mero cumprimento, antes ao Amor. Amando cumprimos a lei, diz S. Paulo. É o amor o cumprimento da lei. Por isso é que, para o cristão, é importante o discernimento, isto é: procurar qual ação me aproxima mais do Senhor para que possamos agir não só em conformidade com a lei, mas semp

sábado, 1 de setembro de 2018

SÁBADO 1 de Setembro - Adoração ao SS.mo Sacramento ás 17h00, na Praia das Maçãs

1º sábado
Seguida de Missa às 18 h, na capela de Nossa Senhora da Praia.
Por tradição, a missa do sábado a seguir à festa é celebrada por alma de todas as pessoas que viveram na Praia das Maçãs

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 1 – Semana XXI do Tempo Comum / 1º Sábado

Quem tem, pois, que semear? Nós. E quando é que semeamos? Por exemplo: Sempre que prestamos atenção ou falamos. As duas coisas podem ser muito difíceis. Por exemplo, eu tenho muita dificuldade em participar numa conversa. Sou um verdadeiro mono. Mas gosto de ouvir. Outras pessoas, quando estão a uma mesa não dão hipótese a mais ninguém. Têm uma inspiração inesgotável. Cada um devia semear com as sementes do outro para bem do próximo. Hoje, o leitor peça para vencer o seu caráter