Neste seminário desafiamo-nos a refletir, à luz dos pressupostos éticos, e a responder com criatividade aos novos desafios e às novas necessidades em Deficiência Intelectual.
A inscrição no seminário é gratuita, limitada a 150 vagas, e inclui o almoço.
Poderá realizar a inscrição em: www.casadesaudedaidanha-eventos.com
Fique a par de todas as noticias e publicações em: www.facebook.com/events/1026352777747644/
quinta-feira, 14 de novembro de 2019
MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 14 – Semana XXXII do Tempo Comum
Sab 7, 22 – 8, 1 / Slm 118 (119), 89-91.130.135.175 / Lc 17, 20-25
Espelho puríssimo da atividade de Deus. (1ª Leit.)
Como é que podemos ser um «espelho puríssimo da atividade de Deus» em nós? Jesus diz-nos que «a boca fala da abundância do coração» (Lc 6, 45). De maneira que parece que esse reflexo tem qualquer coisa de automático. Temos de cultivar a sintonia com Deus. Como? Através da meditação. Através da reflexão sobre o nosso comportamento ético no emprego e/ou na nossa comunidade religiosa. (O que não deve ser confundido com deixarmo-nos amarfanhar.) O leitor reze sobre isto.
quarta-feira, 13 de novembro de 2019
MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 13 – Semana XXXII do Tempo Comum
Sab 6, 1-11 / Slm 81 (82), 3-4.6-7 / Lc 17, 11-19
Ele examinará as vossas obras e sondará as vossas intenções. (1ª Leit.)
E ajudar-nos-á a andar bem, a pensar retamente. Daí ser bom as pessoas corrigirem-nos, porque nós temos facetas que só os outros notam (Menos boas e muito boas.) Há também a correção que vem de Deus quando Este atua através da nossa consciência. Peçamos a Deus uma consciência clara, porque nem sempre estamos muito certos do que é bem ou mal. Mas Deus pode ajudar-nos sondando as nossas intenções e dizendo-nos se a nossa intenção é boa ou não. (Às vezes, faz isto indiretamente, outras, diretamente.)
terça-feira, 12 de novembro de 2019
MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 12 – S. Josafat (Memória)
Deus criou o homem para ser incorruptível. (1ª Leit.)
Não o criou incorruptível, mas para se tornar incorruptível. E, na sequência disso, estar disposto a ser difamado, ultrajado, incompreendido por ser um cristão de mão-cheia. Uma pessoa incorruptível é uma pessoa incómoda, que em certas alturas é posta na prateleira porque se recusa a ser uma «Maria vai com as outras», que é uma forma de corrupção do pensamento. O leitor já rezou sobre isto?
segunda-feira, 11 de novembro de 2019
ACES Sintra
A Direção Executiva do ACES Sintra vem por este meio convidar a REDE SOCIAL de Sintra a participar no seu IV Encontro e também no III Encontro de Cuidados Paliativos que se vai realizar nos próximos dias 4 e 5 de Dezembro 2019 no Centro Cultural Olga Cadaval – Auditório Acácio Barreiros
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Para mais informações e inscrições clique AQUI
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MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 11 – S. Martinho de Tours (Memória)
(…) vós que governais a terra... (1ª Leit.)
Nós governamos a terra e «governamos» o outro; quer dizer, influenciamos. Governamos a terra na nossa maneira de a tratar e influenciamos o outro também na nossa maneira de o tratar. As nossas ações são como uma pedrada num rio. A nossa influência no outro e na terra formam aqueles anéis que se vão espalhando e movendo as águas. Assim, temos um poder sobre o outro que se vai espalhando sobre a terra. Querido leitor, junto de Deus Pai, torne o seu coração bem ciente disto porque é uma grande responsabilidade.
domingo, 10 de novembro de 2019
Bartolomeu dos Mártires: Vaticano apresenta novo santo como «modelo» para os bispos
Jornal e portal de notícias destacam canonização do arcebispo português, que se destacou na vida eclesial do século XVI
Cidade do Vaticano, 10 nov 2019 (Ecclesia) – O Vaticano destaca hoje no seu portal de notícias e no jornal ‘Osservatore Romano’ a canonização de frei Bartolomeu dos Mártires, arcebispo de Braga, no século XVI, que apresenta como um “modelo” para os bispos.A leitura do decreto de canonização vai ser feita, esta tarde, pelo cardeal Angelo Becciu, prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, durante a Missa de Ação de Graças que se celebra na Catedral de Braga.
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| Relicário com o osso da vértebra de S. Bartolomeu dos Mártires |
Bartolomeu Fernandes nasceu a 3 de maio de 1514 em Verdelha, Mártires, na região de Lisboa, no seio de uma família humilde; em 1551 recebeu em Salamanca o grau de Mestre em Teologia.
Em 1559, aceita a nomeação como arcebispo de Braga, sucedendo a D. Frei Baltasar Limpo, na qual “tratará, em particular, da santificação do clero através do estabelecimento de diferentes escolas de teologia moral e da evangelização do povo”.
O novo santo é lembrado como “um bispo popular, preocupado com as questões sociais e empenhado nas obras de caridade”.
São Bartolomeu dos Mártires escreveu um catecismo que foi distribuído a todos os clérigos, dividido em duas partes: na primeira uma exposição do Pai-Nosso, da profissão de fé, dos Dez Mandamentos, dos pecados capitais e dos sacramentos; a segunda parte possuía práticas e sermões a serem lidos aos fiéis aos domingos e nos dias de festa.
“Bartolomeu foi um dos defensores do princípio da correção fraterna, adotando a correção dos hereges em segredo, ao invés de enviá-los para o Santo Ofício, ou de julgá-los em tribunais episcopais; com isso, tornava-se possível poupar o indivíduo de uma pena mais dura e da exposição pública”, recorda o Vaticano.
A nota biográfica destaca as mais de 90 visitas em todas as 1260 paróquias que faziam parte da Arquidiocese de Braga (na altura incluindo territórios bracarenses, de Viana do Castelo, Vila Real e Bragança), bem como o “verdadeiro programa de reforma pastoral”, que levou a cabo.
Os textos destacam a atuação do novo santo português durante o Concílio de Trento, onde esteve presente nas reuniões de 1562 e 1563, apresentando 268 petições.
Entre os seus livros conta-se o “Stimulus Pastorum”, uma obra em a responsabilidade dos bispos é destacada no papel da preservação dos costumes e na tarefa da salvação de almas, que estava entre os textos entregues para reflexão aos padres que participaram nos concílios Vaticano I e Vaticano II.
O processo canónico para o reconhecimento da santidade de Frei Bartolomeu dos Mártires foi estabelecido em 1643, com depoimentos recolhidos nas dioceses de Lisboa e Braga; seria declarado venerável por Gregório XVI a 23 de março de 1845.
Como milagre para a beatificação, foi reconhecida a cura de uma jovem portuguesa afetada por meningoencefalite; foi proclamado beato por João Paulo II na Praça de São Pedro, a 4 de novembro de 2001.
OC
Ler também: https://agencia.ecclesia.pt/portal/igreja-portugal-tem-um-novo-santo/
MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 10 – Domingo XXXII do Tempo Comum – Ano C / 1º Dia da Semana dos Seminários
2 Mac 7, 1-2.9-14 / Slm 16 (17), 1.5-6.8b.15 / 2 Tes 2, 16 – 3, 5 / Lc 20, 27-38
Os Macabeus dão-nos um excelente exemplo de acreditar na ressurreição e na vida eterna. Por isso arriscam sofrer cruéis tormentos e morrer «porque o Rei do universo nos ressuscitará para a vida eterna». Usando uma imagem desportiva, podemos comparar a nossa vida na terra, que só muito raramente ultrapassa os cem anos, à primeira parte de um jogo. Depois vem a segunda parte que, no caso das nossas vidas, é eterna. A fidelidade ao Deus da vida, durante os nossos anos na terra, garante-nos a vitória sobre a morte e uma eternidade feliz.
A fidelidade inquebrantável destes nossos irmãos do Antigo Testamento é fonte de inspiração para sermos fortes, sem nos deixarmos arrastar por modas e pressões que se opõem à nossa fé e aos valores do Evangelho.
sábado, 9 de novembro de 2019
MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 9 – Dedicação da Basílica de Latrão (Festa)
Ez 47, 1-2.8-9.12 / Slm 45 (46), 2-3.5-6.8-9 / 1 Cor 3, 9c-11.16-17 / Jo 2, 13-22
[O] alicerce (…) que está posto (…) é Jesus Cristo. (2ª Leit.)
«Sois templo de Deus e o Espírito de Deus habita em vós». Somos, pois, templos de Deus e dentro desse templo está Deus. Nós temos Deus dentro de nós. Às vezes, irrita-nos a sua mudez. Hoje, no dia em que escrevo isto, estive 40 minutos à espera que me atendessem num restaurante e lembrei-me que podia desabafar com Deus. Mas Deus estava irritantemente mudo. Outras vezes, Deus ouve-me e dialoga comigo, só que eu não O obrigo a falar comigo quando quero. Não instrumentalizo Deus. Qual é a experiência do leitor?
sexta-feira, 8 de novembro de 2019
MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 8 – Semana XXXI do Tempo Comum
Rom 15, 14-21 / Slm 97 (98), 1-4 / Lc 16, 1-8
Para não construir em alicerce alheio. (1ª Leit.)
S. Paulo não queria pregar onde outro já tivesse pregado. Para não ir desvirtuar aquela pregação? Nós devemos deixar as construções dos outros intactas. Não devemos desvirtuar o que os outros dizem quando o reproduzimos, ou mesmo quando o pensamos. Devemos procurar ser fiéis à letra e ao espírito do que o outro diz. Isso também se aplica ao cumprimento da lei. Da lei da Igreja e da lei civil, desde que a nossa consciência nos diga que a devemos cumprir. Hoje o leitor peça docilidade de espírito.
quinta-feira, 7 de novembro de 2019
quarta-feira, 6 de novembro de 2019
terça-feira, 5 de novembro de 2019
MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 5 – Semana XXXI do Tempo Comum
Rom 12, 5-16a / Slm 130 (131), 1.2ab.3 / Lc 14, 15-24
Bendizei aqueles que vos perseguem. (1ª Leit.)
Bendizei aqueles que vos perseguem. (1ª Leit.)
Termos quem nos critique é bom. Todos nós temos um lado que não vemos, com coisas boas e coisas más. Às vezes, os outros consideram-nos muito melhores do que aquilo que nos consideramos e também às vezes temos defeitos muito patentes a que somos completamente cegos. E, às vezes, somos nós que perseguimos os outros. Temos graças que magoam os outros. Por exemplo, estarmos em postos de mando é perigoso. Facilmente ficamos imunes a críticas. O leitor veja do que precisa e, eventualmente, fale com alguém.
domingo, 3 de novembro de 2019
CONVITE Evento de apresentação Alpha Jovens
Próximo Sábado
9 NOVEMBRO
19.30
Antigo Mercado do Mucifal
(sede dos Escuteiros)
caldo verde & castanhas & sobremesas
tragam
tigela, caneca, colher e castanhas
amigos e boa disposição
Evento de apresentação aberto a jovens e pais
telm. 919754707 / 965130176
"Mais do que uma experiência, um caminho. Um sítio onde aprendi, onde ensinei, onde ri, onde chorei, onde desabafei. Um sítio onde senti Deus, talvez o único. Foi no Alpha Jovens que relembrei o porquê de viver a fé cristã, o porquê da minha fé que aumentou ao longo deste caminho percorrido. Não me arrependo, aliás, agradeço por me terem convidado. Algo único! Um grande obrigado ao Alpha Jovens!"
Ao longo de toda a nossa vida, é raro conseguirmos encontrar um lugar e um tempo para pensarmos e falarmos sobre as grandes questões da vida. No Alpha acreditamos que todos devem ter essa oportunidade.
Explorar a fé Cristã, fazer perguntas e partilhar o ponto de vista - todos fomos criados para isto.O Alpha oferece-nos esta possibilidade - num ambiente informal, amigável e de liberdade. Ninguém pode forçar o outro a acreditar no que quer que seja - descobrimos ao longo dos anos que, se expressarmos a nossa verdadeira hospitalidade e permitirmos que os nossos convidados possam ser eles mesmos, as vidas e as comunidades serão transformadas.
MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 3 – Domingo XXXI do Tempo Comum – Ano C
Sab 11, 22 – 12, 2 / Slm 144 (145), 1-2.8-11.13cd.14 / 2 Tes 1, 11 – 2, 2 / Lc 19, 1-10
O Livro da Sabedoria apresenta-nos a admirável grandeza de Deus: «O mundo inteiro é como um grão de areia na balança», ao mesmo tempo que nos descreve a imensa bondade do Criador: «De todos vos compadeceis, porque sois omnipotente... Vós amais tudo o que existe e não odiais nada do que fizestes... A todos perdoais, porque tudo é vosso, Senhor, que amais a vida». É este olhar de amorosa bondade que também nós devemos cultivar sobre a criação, sobre nós mesmos e todas as pessoas. Viver zangados com a vida, cultivar o pessimismo e a desesperança não é humano e contradiz a visão esperançosa de Deus.
A passagem do Livro da Sabedoria dá a justa interpretação dos castigos de Deus: «Castigais brandamente aqueles que caem e advertis os que pecam... para que se afastem do mal e acreditem em Vós, Senhor». Ou seja, os castigos de Deus não são punições de vingança, mas remédios para alcançarmos a perfeita saúde. Não há ninguém tão interessado pelo nosso maior bem do que Deus.
S. Paulo adverte-nos sobre a realidade da comunidade cristã de Tessalónica, na qual se infiltraram alguns visionários, que previam estar iminente o fim do mundo. Falsos profetas têm aparecido ao longo da história da Igreja e também hoje os há. Importa estar atentos, abrindo-nos ao dom do discernimento. Absolutizar pormenores, tentar desviar do essencial e criar divisões nunca pode ser obra do Espírito de Deus.
Jesus cumpre à perfeição o provérbio: «odiar o pecado e amar o pecador». Mas os considerados justos no tempo de Jesus juntavam as duas coisas, marginalizando e excluindo quem era pecador. Os publicanos, cobradores de impostos, tinham a fama e o proveito de ladrões. Além disso, Zaqueu tinha o estatuto de ser «chefe de publicanos», ou seja, era considerado um superladrão. A sua «baixa estatura», referida pelo evangelista, era sobretudo moral. De Zaqueu não havia nada de bom a esperar.
Contra a corrente da pública má fama de Zaqueu, como pecador profissional, Jesus abre uma janela de esperança e recuperação. Arrisca a sua boa fama de Messias, não temendo ser apelidado de «amigo de cobradores de impostos e de pecadores». A experiência de uma extraordinária amizade, que não tem fronteiras nem impõe condições, revoluciona a vida de Zaqueu, que passa a ser um benfeitor generoso dos habitantes de Jericó.
Oiçamos como dito para cada um de nós o amoroso convite de Jesus: «Desce depressa, que Eu hoje devo ficar em tua casa». E Jesus vem até nós e Ele próprio Se nos dá a comungar.
O Livro da Sabedoria apresenta-nos a admirável grandeza de Deus: «O mundo inteiro é como um grão de areia na balança», ao mesmo tempo que nos descreve a imensa bondade do Criador: «De todos vos compadeceis, porque sois omnipotente... Vós amais tudo o que existe e não odiais nada do que fizestes... A todos perdoais, porque tudo é vosso, Senhor, que amais a vida». É este olhar de amorosa bondade que também nós devemos cultivar sobre a criação, sobre nós mesmos e todas as pessoas. Viver zangados com a vida, cultivar o pessimismo e a desesperança não é humano e contradiz a visão esperançosa de Deus.
A passagem do Livro da Sabedoria dá a justa interpretação dos castigos de Deus: «Castigais brandamente aqueles que caem e advertis os que pecam... para que se afastem do mal e acreditem em Vós, Senhor». Ou seja, os castigos de Deus não são punições de vingança, mas remédios para alcançarmos a perfeita saúde. Não há ninguém tão interessado pelo nosso maior bem do que Deus.
S. Paulo adverte-nos sobre a realidade da comunidade cristã de Tessalónica, na qual se infiltraram alguns visionários, que previam estar iminente o fim do mundo. Falsos profetas têm aparecido ao longo da história da Igreja e também hoje os há. Importa estar atentos, abrindo-nos ao dom do discernimento. Absolutizar pormenores, tentar desviar do essencial e criar divisões nunca pode ser obra do Espírito de Deus.
Jesus cumpre à perfeição o provérbio: «odiar o pecado e amar o pecador». Mas os considerados justos no tempo de Jesus juntavam as duas coisas, marginalizando e excluindo quem era pecador. Os publicanos, cobradores de impostos, tinham a fama e o proveito de ladrões. Além disso, Zaqueu tinha o estatuto de ser «chefe de publicanos», ou seja, era considerado um superladrão. A sua «baixa estatura», referida pelo evangelista, era sobretudo moral. De Zaqueu não havia nada de bom a esperar.
Contra a corrente da pública má fama de Zaqueu, como pecador profissional, Jesus abre uma janela de esperança e recuperação. Arrisca a sua boa fama de Messias, não temendo ser apelidado de «amigo de cobradores de impostos e de pecadores». A experiência de uma extraordinária amizade, que não tem fronteiras nem impõe condições, revoluciona a vida de Zaqueu, que passa a ser um benfeitor generoso dos habitantes de Jericó.
Oiçamos como dito para cada um de nós o amoroso convite de Jesus: «Desce depressa, que Eu hoje devo ficar em tua casa». E Jesus vem até nós e Ele próprio Se nos dá a comungar.
sábado, 2 de novembro de 2019
MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 2 – Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos / 1º Sábado
Job 19, 1.23-27a / Slm 26 (27), 1.4.7-8b.9a.13-14 / 2 Cor 4, 14 – 5, 1 / Mt 11, 25-302 Mac 12, 43-46 / Slm 102 (103), 8.10.13-18 / 2 Cor 5, 1.6-10 / Jo 11, 21-27
Is 25, 6a.7-9 / Slm 22 (23), 1-3a.3b-6 / 1 Tes 4, 13-18 / Jo 6, 51-58
O próprio Senhor descerá do Céu... (2ª Leit. da terceira Missa)
«... e os mortos em Cristo ressuscitarão», diz-nos S. Paulo, referindo-se ao fim do mundo. Ora, para cada um de nós, o fim do mundo é o dia da nossa morte/ressurreição. E devia ser evidente que Deus nos vem buscar. Aliás, se pensarmos bem, Deus não nos vem buscar; Deus leva-nos! Pois se Deus está connosco, havia de Se separar de nós no momento em que Se nos vai revelar plenamente? Não faz o menor sentido. Deus, que está dentro de nós, leva-nos para a outra vida. (Que continua esta.)
sexta-feira, 1 de novembro de 2019
MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 1 – Todos os Santos (Solenidade) / 1ª Sexta-Feira
Ap 7, 2-4.9-14 / Slm 23 (24), 1-4ab.5-6 / 1 Jo 3, 1-3 / Mt 5, 1-12a
O culto dos santos começou desde os primórdios da Igreja, particularmente centrado nos mártires que derramaram o seu sangue pela fidelidade a Cristo.
Ao longo do ano litúrgico, com toda a Igreja, celebramos uma grande diversidade de santas e santos, mas hoje fazemos festa a todos eles no seu conjunto, incluindo aqueles que não foram canonizados, mas que gozam com Deus da felicidade celeste. Esta celebração começou nos inícios do século IV, nos tempos de forte perseguição, sob o imperador Diocleciano. O Papa Gregório III, no século VIII, fixou esta festa na data em que atualmente a celebramos, no dia 1 de novembro, na vigília do dia em que recordamos os nossos queridos fiéis defuntos, rezamos por eles e nos abrimos à sua intercessão.
O Papa Francisco exorta-nos a viver estas celebrações com confiada esperança: «Esta é a esperança que não cria desilusão. Hoje e amanhã são dias de esperança. A esperança é como o fermento que faz ampliar a alma. Mas também existem momentos difíceis na vida, mas com a esperança, a alma vai adiante. Olha o que te espera». A meta a que tantíssimos homens e mulheres chegaram é perfeitamente alcançável por nós, ajudados pela força que nos vem de Deus, animados pelo exemplo e intercessão de tantos santos e santas.
Em tempos duros de perseguição, S. João anima os cristãos; usando o género literário apocalíptico, descreve uma multidão incontável de eleitos no paraíso, assinalados com a cruz de Cristo e purificados com o sangue do Cordeiro de Deus. Esta meta de glória cria em nós a coragem para ultrapassar todas as tribulações.
S. João, na sua carta, recorda o nosso maravilhoso estatuto: é que somos verdadeiramente filhos de Deus. Um sacerdote sábio e santo, Júlio Fragata, recordava que o facto de sermos «filhos adotivos», não quer dizer «filhos fictícios», mas sim autênticos filhos, não por nossos méritos, mas por infinita graça divina. Vivamos em perpétuo estado de gratidão por Deus nos amar desmedida e ternamente.
No Evangelho encontramos a proclamação do caminho cristão para sermos felizes. Aqui encontramos o resumo da boa nova de Jesus. As bem-aventuranças são como que o «programa eleitoral» do Messias salvador. Como nos recorda o Papa Francisco na sua Exortação Apostólica Alegrai-vos e exultai: «Jesus explicou, com toda a simplicidade, o que é ser santo; fê-lo quando nos deixou as bem-aventuranças. Estas são como que o bilhete de identidade do cristão» (n. 63). Pondo em prática as bem-aventuranças de Jesus, estamos no bom caminho para sermos santos, como Deus quer e os outros precisam.
O culto dos santos começou desde os primórdios da Igreja, particularmente centrado nos mártires que derramaram o seu sangue pela fidelidade a Cristo.
Ao longo do ano litúrgico, com toda a Igreja, celebramos uma grande diversidade de santas e santos, mas hoje fazemos festa a todos eles no seu conjunto, incluindo aqueles que não foram canonizados, mas que gozam com Deus da felicidade celeste. Esta celebração começou nos inícios do século IV, nos tempos de forte perseguição, sob o imperador Diocleciano. O Papa Gregório III, no século VIII, fixou esta festa na data em que atualmente a celebramos, no dia 1 de novembro, na vigília do dia em que recordamos os nossos queridos fiéis defuntos, rezamos por eles e nos abrimos à sua intercessão.
O Papa Francisco exorta-nos a viver estas celebrações com confiada esperança: «Esta é a esperança que não cria desilusão. Hoje e amanhã são dias de esperança. A esperança é como o fermento que faz ampliar a alma. Mas também existem momentos difíceis na vida, mas com a esperança, a alma vai adiante. Olha o que te espera». A meta a que tantíssimos homens e mulheres chegaram é perfeitamente alcançável por nós, ajudados pela força que nos vem de Deus, animados pelo exemplo e intercessão de tantos santos e santas.
Em tempos duros de perseguição, S. João anima os cristãos; usando o género literário apocalíptico, descreve uma multidão incontável de eleitos no paraíso, assinalados com a cruz de Cristo e purificados com o sangue do Cordeiro de Deus. Esta meta de glória cria em nós a coragem para ultrapassar todas as tribulações.
S. João, na sua carta, recorda o nosso maravilhoso estatuto: é que somos verdadeiramente filhos de Deus. Um sacerdote sábio e santo, Júlio Fragata, recordava que o facto de sermos «filhos adotivos», não quer dizer «filhos fictícios», mas sim autênticos filhos, não por nossos méritos, mas por infinita graça divina. Vivamos em perpétuo estado de gratidão por Deus nos amar desmedida e ternamente.
No Evangelho encontramos a proclamação do caminho cristão para sermos felizes. Aqui encontramos o resumo da boa nova de Jesus. As bem-aventuranças são como que o «programa eleitoral» do Messias salvador. Como nos recorda o Papa Francisco na sua Exortação Apostólica Alegrai-vos e exultai: «Jesus explicou, com toda a simplicidade, o que é ser santo; fê-lo quando nos deixou as bem-aventuranças. Estas são como que o bilhete de identidade do cristão» (n. 63). Pondo em prática as bem-aventuranças de Jesus, estamos no bom caminho para sermos santos, como Deus quer e os outros precisam.
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