sábado, 8 de fevereiro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 8 – Semana IV do Tempo Comum

1 Reis 3, 4-13 / Slm 118 (119), 9-14 / Mc 6, 30-34

Vinde Comigo para um lugar isolado. (Evang.)

Hoje, o leitor vá com Jesus para um lugar isolado e ofereça-se a Ele. Ofereça-se a Ele para o que Ele quiser de si. Será algo de extraordinário? Será algo banal? Eu não sei. E repare que o leitor também não. Não comece a oração a pensar que já sabe. Vá em branco. Até pode ser que hoje não tenha nenhuma resposta. Nessa altura, amanhã, volte a rezar sobre este assunto.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Escutar os gritos dos migrantes - O Vídeo do Papa 2 - fevereiro de 2020



Não podemos ser cúmplices silenciosos do fenómeno mafioso que envolve o tráfico de pessoas. E muito menos protagonistas, embora indiretos. Diante daqueles que vivem do infortúnio dos outros e se aproveitam de seu desespero, trabalhemos para superar as desigualdades que favorecem a uma pessoa escravizar a outra.

"Frequentemente, os migrantes são vítimas do tráfico de pessoas.

Entre outras causas, isto acontece pela corrupção daqueles que estão dispostos a fazer qualquer coisa para enriquecer.

O dinheiro dos seus negócios sujos e dos seus delitos é dinheiro manchado de sangue. Não estou exagerando: é dinheiro manchado de sangue.

Rezemos para que o clamor dos irmãos migrantes vítimas do tráfico criminoso de pessoas seja escutado e considerado."

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 7 – Cinco Chagas do Senhor (Festa) / 1ª Sexta-Feira

Is 53, 1-10 / Slm 21 (22), 7-8.15.17-18a.22-23 / Jo 19, 28-37

E, inclinando a cabeça, expirou. (Evang.)

Expirou depois de ter exclamado: «Tudo está consumado». Depois de ter terminado de fazer a vontade de Deus na terra. Nós também devemos ter um sentido de missão cumprida, de vontade de Deus cumprida. E o que é a vontade de Deus? Muitas vezes, a vontade de Deus é «só» fazermos bem aquilo em que estamos metidos. E fazermos bem é quebrar uma rotina em que fazemos as coisas do dia a dia automaticamente. É pormos todo o nosso ser no que fazemos.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 6 – SS. Paulo Miki e Companheiros, mm. (Memória)

1 Reis 2, 1-4.10-12 / 1 Cr 29, 10-13 / Mc 6, 7-13

Tudo no céu e na terra Vos pertence. (Salmo)

E nós somos os administradores. Nós que usamos a terra devemos melhorá-la para a transmitir às gerações futuras. A comida do supermercado é toda para nós, ou também é para o Banco Alimentar? E quando há o Banco Alimentar, é um bocadinho do que temos no carrinho que damos ou é um bocadinho do que demos ao Banco Alimentar que levamos para casa? Que tal, um dia, darmos mais para o Banco Alimentar do que o que levamos para nós? (O leitor não faça batota, não vale aquele dia em que só foi comprar um litro de leite.)

O Papa: o mundo rico de hoje pode e deve acabar com a pobreza

"Um mundo rico e uma economia vibrante podem e devem acabar com a pobreza." “O nível de riqueza e de técnica acumulados pela humanidade, bem como a importância e o valor que os direitos humanos adquiriram, não permitem mais pretextos. Devemos ter consciência de que todos somos responsáveis”, disse o Papa falando a banqueiros, economistas e ministros da economia reunidos no Vaticano pela Pontifícia Academia das Ciências Sociais

Raimundo de Lima - Cidade do Vaticano

“O mundo é rico e, todavia, os pobres aumentam ao nosso redor.” Foi a constatação expressa pelo Papa no discurso na tarde desta quarta-feira (05/02) na Casina Pio IV, no Vaticano, no Simpósio “Novas formas de fraternidade solidária, de inclusão, integração e inovação”, com a participação, entre outros, de economistas, ministros da economia e banqueiros.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Início da semana Vicarial da caridade: Domingo 9 Fevereiro em Rio de Mouro

 “Ter um coração que vê”
Celebração para doentes e idosos, a nível Vicarial, com Confissões às 15h00 e Missa com Unção dos enfermos às 15h30

Vigararia de Sintra


SEXTA-FEIRA, 7 de Fevereiro: 1ª do Mês, em Colares na Igreja da Misericórdia às 18h15

e Confissões, às 19h15 Missa

QUINTA-FEIRA 6 de Fevereiro: 1ª do Mês, na Igreja do Mucifal às 18h00

e Oração Vocacional 

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 5 – Santa Águeda (Memória)

2 Sam 24, 2.8b-17 / Slm 31 (32), 1-2.5-7 / Mc 6, 1-6

Não é Ele o carpinteiro? (Evang.)

Conseguimos sempre arranjar defeitos. O Ronaldo é vaidoso! Um homem que faz vibrar milhões e milhões é culpado por ser vaidoso. Um homem que fazia milagres era criticado por ser de condição modesta. Os médicos no estrangeiro é que são bons e a nossa religião está muito bem mas a nossa Igreja tem aquele problema terrível. Tudo tem duas faces. Para qual delas é que o leitor se deixa atrair?

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

04 de Fevereiro de 2020 - Eutanásia

Cardeal-Patriarca rejeita abordagens de «ânimo leve» e pede aposta em sociedade «paliativa»
“A atitude correta que devemos ter é estar ao lado de quem sofre", referiu D. Manuel Clemente.

O Cardeal-Patriarca de Lisboa disse à Agência Ecclesia que o tema da legalização da eutanásia “não se pode tratar de ânimo leve”, apontando ao debate parlamentar agendado para 20 de fevereiro. “A atitude correta que devemos ter é estar ao lado de quem sofre, para que essa última fase da sua vida – com tudo aquilo que os cuidados paliativos também podem e devem fazer, quando generalizados e aplicados -, seja uma fase positiva”, sustentou D. Manuel Clemente, presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP).

O presidente da CEP assumiu a intenção de promover uma intervenção “antes, durante e depois” do debate, numa mobilização “até fora do âmbito eclesial”, por considerar que está em causa “a vida, o seu significado, sobretudo quando está mais fragilizada”. “[A despenalização da eutanásia] Pode ser episodicamente aprovada, mas nós cá estamos, como seres humanos, nesta frente comum por uma humanidade melhor”, aponta, lembrando que “esta é uma questão humana, não se deve confinar esta frente pela vida ao âmbito eclesial, porque ela é humanitária e a humanidade diz respeito a todos”.

Para D. Manuel Clemente, a prioridade é que a sociedade seja “toda ela paliativa”, ou seja, uma sociedade “que abriga, que acolhe, que envolve”. “Isto é muito importante, quer no princípio da vida, quer na sua última fase”, indicou.

O Cardeal-Patriarca entende que quem é acompanhado “não quer morrer”. “A vida tem de ser vivida em toda a sua latitude e longitude, ainda antes do nascer, na sua fase embrionária, e na sua fase final. Está é uma questão que, ou se trata na totalidade, ou fica muito maltratada”, defende.

Em 2016, a CEP publicou a Nota Pastoral ‘Eutanásia: o que está em causa? Contributos para um diálogo sereno e humanizador’, na qual os bispos católicos afirmam que “nunca é absolutamente seguro que se respeita a vontade autêntica de uma pessoa que pede a eutanásia”.

Ecclesia

MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 4 – S. João de Brito (Memória)

2 Sam 18, 9-10.14b.24-25a.30 – 19, 3 / Slm 85 (86), 1-6 / Mc 5, 21-43

Jesus [era] seguido por grande multidão, que O apertava de todos os lados. (Evang.)

Porque queria coisas boas. Nós também queremos coisas boas de Jesus. Isso é normal. O problema é se as coisas boas que queremos só são boas para nós. A multidão que recebeu coisas boas de Jesus, inclusivamente os apóstolos, não esteve ao lado de Jesus quando Pilatos perguntou quem queria que soltasse. A multidão tinha querido coisas boas só para ela. Não se interessava verdadeiramente por Jesus. Leitor: o que é que faz por Jesus?

Igreja/Portugal: Missão País vai levar 3377 estudantes em missão para 60 locais (c/vídeo)

Em 2020, iniciativa tem como lema «Desce depressa! Eu fico contigo»


Lisboa, 03 fev 2020 (Ecclesia) – A ‘Missão País 2020’ vai mobilizar 3377 universitários, de 55 faculdades, numa semana de oração e divertimento, entrega e serviço, em 60 locais de Portugal, numa iniciativa de estudantes que nasceu ligada ao Movimento Apostólico de Schoenstatt.

“Uma grande novidade e muito boa, é que para além dos polos do Porto, Coimbra, Lisboa e Évora, este ano Aveiro, Leiria, Santarém e Algarve começaram as suas primeiras missões, depois de um processo de acompanhamento”, disse Joana Sequeira, chefe nacional da ‘Missão Pais’.

Em declarações à Agência ECCLESIA, a estudante da Faculdade de Psicologia adianta que 3377 estudantes missionários, de 55 faculdades, estão envolvidos em 60 missões em território nacional, que já começaram no dia 20 de janeiro.

Os ciclos da ‘Missão País’ numa localidade têm a duração de três anos e Joana Sequeira refere que são “muitas marcas e muito boas”, depois de um triénio em Nisa; 2020 é seu segundo ano em Almeida.

“Posso referir os amigos que se fazem nas missões e é um espírito muito bom que se cria. Para além disso o facto de nesta semana termos uma relação tão boa e tão próxima com Jesus também acabamos por trazer isso para o nosso dia-a-dia”, acrescentou.

Teresa Prazeres, responsável pela área da Comunicação na ‘Missão País’, afirma por sua vez que esta “é uma semana imprescindível no ano académico”, depois de um primeiro semestre em que os participantes estão “muito focados” em si, “no estudo, nos livros, nos cadernos”, naquilo que têm de responder e nas provas que têm de dar.

“Poder parar uma semana para refletir sobre aquilo que é a nossa vida, o nosso ano, como é que está a nossa fé, a nossa espiritualidade. Podermos sair de dentro desta bola para nos abrirmos aos outros, a quem mais precisa, para ter novas relações com outras pessoas que nos cruzamos todos os dias na faculdade e também com as pessoas do local para onde vamos missionar”, desenvolveu a jovem da Faculdade de Ciências Médicas, que já esteve três anos em Alcanena.

O também chefe nacional Miguel Cordovil, estudante do Instituto Superior Técnico, assinala que “todas as experiências são diferentes” e da ‘Missão País’ “saem sempre grandes amizades, importantes”, porque são feitas durante “uma semana muito intensa, com muito serviço, com muito apostolado, em que se fazem coisas muito bonitas”.

‘Acolher, transformar, enviar’ são as etapas da ‘Missão País’ em cada localidade, ao longo do triénio, e Miguel Cordovil contextualiza que são as “três graças”.

(No primeiro ano) não só somos acolhidos inteiramente pela comunidade como, pouco a pouco, começamos a acolher a comunidade nas nossas atividades, na nossa fé; no segundo ano tentamos entrar um pouco mais fundo na vida das pessoas, dar um bocadinho mais de nós, receber mais dos outros; e, no, final termina tudo no envio”.

Joana Sequeira assinala que o dinamismo missionário dos estudantes também fica nas terras de missão e dá como exemplo a criação de “grupos de jovens que começam a ter reuniões todas as semanas”, ou grupos de amigos que começam a visitar o lar.

‘Desce depressa! Eu fico contigo’, inspirado na passagem bíblica de Zaqueu, é o tema desta edição que segundo a organização se situa entre a exortação pós-sinodal ‘Cristo vive’, do Papa Francisco, e a Jornada Mundial da Juventude que Lisboa vai receber em 2022.

O logótipo, a partir do tema, tem “movimento” e Miguel Cordovil explica que o “pequeno Zaqueu que é muito pequenino” em relação à cruz grande “está a descer na direção de fazer qualquer” e, nesse sentido, a cor, o “terracota, é a cor de obra, de construção, o tijolo que constrói uma igreja, que constrói uma missão”.

A iniciativa universitária começou com estudantes ligados ao Movimento Apostólico de Schoenstatt, com 20 jovens em 2003.

PR/CB/OC

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 3 – Semana IV do Tempo Comum

2 Sam 15, 13-14.30; 16, 5-13a / Slm 3, 2-7 / Mc 5, 1-20

Ele [o homem com o espírito impuro] despedaçava os grilhões e quebrava as cadeias. (Evang.)

Ontem li um artigo que dizia que os maus têm uma energia que os bons não têm. Todos nós sentimos que um acesso de raiva dá muita energia. A bondade parece não ter muita energia. E, no entanto, tem uma energia poderosa. A energia da atração. A bondade tem dentro de si a lei da atração universal. Os espíritos impuros afastam, quebram elos. O leitor chegue-se ao outro. Hoje vai ser a quem?

domingo, 2 de fevereiro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 2 – Apresentação do Senhor (Festa)

Mal 3, 1-4 / Slm 23 (24), 7-10 / Heb 2, 14-18 / Lc 2, 22-40 ou 2, 22-32

Dia dos Consagrados / Dia da Universidade Católica Portuguesa

Celebramos hoje a apresentação de Jesus no templo e a purificação ritual de sua Mãe, cumprindo a lei, com a simplicidade dos humildes, sem requerer um estatuto de exceção para o próprio Senhor da lei e sua santíssima Mãe.

Esta festa remonta ao século IV, quando em Jerusalém se fazia a bênção dos círios. No século VII, estendeu-se a Roma e ao Ocidente. Na liturgia oriental esta celebração tem o nome de «Festa do Encontro», pois se comemora o primeiro encontro oficial de Jesus com o seu povo.

A carta aos Hebreus recorda-nos a realidade maravilhosa de Deus que, em Jesus Cristo, Se aproximou de nós, assumindo plenamente a nossa condição humana. Daqui vem a garantia de podermos ser compreendidos e ajudados por Deus: «uma vez que Ele próprio passou pela tentação e pelo sofrimento, pode agora socorrer os que são tentados». É um privilégio seguirmos um Deus tão comprometido com a nossa vida e felicidade, um Deus que nos compreende e serve, maximamente solidário com a nossa condição humana, frágil e limitada.

O «Senhor do universo», cheio de poder e glória, de que nos fala o profeta Malaquias, aparece-nos no templo na fragilidade de um menino. Os pais, cumprindo a lei judaica, apresentam Jesus no templo, pois todos os primogénitos devem ser oferecidos ao Senhor. O velho Simeão e a profetisa Ana têm a experiência extremamente consoladora ao descobrirem naquele menino o Messias salvador, esperado há séculos.

Simeão louva a Deus porque «os meus olhos viram a vossa salvação, que pusestes ao alcance de todos os povos: luz para se revelar às nações e glória de Israel, vosso povo». O próprio Cristo Se definiu como luz: «Eu sou a luz do mundo. Quem Me segue não anda nas trevas, mas terá a luz da vida». Neste dia se celebra especialmente «Nossa Senhora das Candeias» ou «Nossa Senhora da Luz», como sendo a Mãe de Cristo, luz do mundo.

Este é também o «Dia do Consagrado», dos irmãos e irmãs que, em castidade pobreza e obediência, se consagraram a Cristo na Vida Religiosa, num Instituto Secular ou numa Sociedade de Vida Apostólica. Agradecemos o seu testemunho de radicalidade e pedimos a graça da fidelidade na sua entrega generosa.

No primeiro domingo de fevereiro, celebramos o «Dia da Universidade Católica Portuguesa», notável instituição cultural da Igreja em Portugal, que presta um prestigioso serviço a todos os cidadãos e espera o nosso apoio e a nossa oração.

sábado, 1 de fevereiro de 2020

XXIV Dia Mundial da Vida Consagrada que será celebrado neste domingo (02/02)

Vida Consagrada: «A minha vocação nasceu mais no mar do que em terra» – Irmã Amélia Costa

Faz mergulho, tinha 12 anos quando “fugiu” dos vulcão dos Capelinhos, queria viver numa roulotte, começou a acompanhar jovens com o padre Max, em Vila Real, toca, canta e assina uma das músicas mais populares entre os jovens

Lisboa, 01 fev 2020 (Ecclesia) – A irmã Maria Amélia Costa é natural dos Açores, gosta de mergulhar, deixou a “rebeldia” há 50 anos quando experimentou o “contágio” de uma comunidade franciscana e aposta na música para acompanhar grupos de jovens.

“Jesus chamou-me mais junto à praia do que junto ao templo”, afirma a religiosa da Congregação das Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição (CONFHIC) que este ano assinalou as bodas de ouro de Vida Religiosa.

Por ocasião do Dia do Consagrado, que se assinala no dia 2 de fevereiro, a irmã Amélia Costa falou sobre o seu percurso de vida à Agência ECCLESIA, disse que a sua vocação “tem muito de mar”, recordou a praia e os pescadores da ilha onde morava, o Faial, e a inspiração que encontrava “nas rochas, nas fajãs, junto ao mar”.

“Sempre que é possível, retiro-me oito a 10 dias para um local que tenha mar – porque se não tiver mar, nenhum local serve para repousar e regenerar – e aproveito a manhã, a tarde e o fim de tarde para desfrutar o máximo que é possível do mar”, afirmou.

Com três irmãos, Amélia Costa era a “mais rebelde” e o pai quis que estudasse num colégio, onde o testemunho de cinco religiosas professoras “começou a alterar completamente” o seu interior, que “estava muito confuso, muito fechado”.

Prestes a abandonar a prática cristã, participou num retiro durante três dias e recorda que foi na madrugada de domingo que a sua vida mudou após ter falado com um sacerdote que estava a confessar as colegas da turma.

“Pelas duas e meia da manhã eu vou igreja a cima, fui ter com o sacerdote e pedi-lhe para me dizer o que tinha dito a elas, porque vi que vinham com rostos diferentes, vinham bem, ficavam bem”, recorda.

“A partir daí a minha vida mudou, até em casa”, afirmou.


Dia Mundial do Doente - 11 de Fevereiro.

Queridos irmãos e irmãs enfermos: a doença coloca-vos de modo particular entre os «cansados e oprimidos» que atraem o olhar e o coração de Jesus. É de lá que vem a luz para os vossos momentos de escuridão, a esperança para o vosso desalento. Convida-vos a ir ter com Ele: «Vinde». Com efeito, n’Ele encontrareis força para ultrapassar as inquietudes e interrogações que vos surgem nesta “noite” do corpo e do espírito. É verdade que Cristo não nos deixou receitas, mas, com a sua paixão, morte e ressurreição, liberta-nos da opressão do mal.

Com esta citação da Mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial do Doente que se celebra a 11 de Fevereiro, trazemos até si a mensagem bem como os subsídios que preparámos e que se encontram disponíveis em

 Pretendemos que estes materiais, cuja ampla divulgação agradecemos, contribuam  para uma sentida vivência junto de todos os que se encontram privados da sua saúde física ou mental.

Com um abraço em Cristo, que cura os enfermos

P. José Manuel Pereira de Almeida
Coordenador Nacional da Pastoral da Saúde 

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 1 – Semana III do Tempo Comum / 1º Sábado

2 Sam 12, 1-7a.10-17 / Slm 50 (51), 12-17 / Mc 4, 35-41

Porque estais tão assustados? (Evang.)

Os discípulos estavam cheios de medo da tempestade. E Jesus ralhou-lhes porque eles não tiveram fé que com Ele na barca a tempestade não prevaleceria. O leitor tem medo das suas tempestades? Como é que o leitor reage quando se aproximam as suas tempestades? E as tempestadezinhas de todos os dias? Sente/sabe que Jesus está na sua barca? Isso dá-lhe tranquilidade? Se não, porque será?

sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

“A idade dos Porquês” é o tema do FNO 2020

A 7ª edição do Faith’s Night Out (FNO) vai decorrer no próximo dia 15 de fevereiro, às 19h00, no Centro de Congressos de Lisboa. 

31 de Janeiro de 2020
EJNS
A edição deste ano do FNO, que tem como tema "A idade dos porquês" vai contar com a participação de vários oradores, desde “professores universitários, um apresentador de rádio, um Comandante da Marinha” e do Bispo Auxiliar de Lisboa D. Américo Aguiar, revela um comunicado da organização.  

O FNO é uma iniciativa organizada, desde 2013, pelas Equipas de Jovens de Nossa Senhora (EJNS) com “o propósito de inspirar na Fé católica”. Os lucros do evento revertem para o movimento juvenil. Os bilhetes custam entre 14 e 17 euros e estão à venda em www.faithsnightout.com

Oradores Confirmados:

Isabel Figueiredo, diretora do Secretariado Nacional das Comunicações Sociais 
Fake news - Porquê a verdade? 

Prof. José Fonseca Pires, professor e responsável pela área de Comportamento Humano na Organização da AESE 
Unidade de vida - Porquê o Céu para o meu chefe? 

Comandante Francisco Piedade Vaz, Comandante da Marinha, investigador do Centro de Estudos de Filosofia da Universidade Católica 
Guerra - Porquê lutar? 

Prof. Marta Lince de Faria, professora de mestrados na Católica Lisbon, doutoranda em Filosofia pela Universidade Pontifícia da Santa Cruz, Roma 
Mente sã em corpo são - Porque o peso na balança?  

João Paulo Sacadura, apresentador de rádio e televisão 
Humor de Deus - Porquê sorrir?  

Pedro Castro, gestor e ex-toxicodependente 
Mal - Porquê o mal?  

João Valentim, jovem, ex-membro das EJNS, apaixonado por comunicação criativa
Diversidade de carismas - Porquê construir pontes?  

Prof. Ricardo Zózimo, professor de Gestão na Nova SBE e membro do comité organizador da “Economia de Francisco” 
Ecologia - Porquê o verde?  

Fátima Fonseca, mãe de sete filhos, um deles padre 
Família - Porquê tantos?  

D. Américo Aguiar, Bispo Auxiliar de Lisboa
Igreja Culta – Porquê uma Igreja Culta?

Pedro Figueiredo, seminarista no Seminário do Cristo Rei dos Olivais 
Confiança em Deus – E agora?

Mais informações: www.faithsnightout.com

O MAIS CONHECIDO SONHO PROFÉTICO DE SÃO JOÃO BOSCO

“Imaginai estar comigo na praia do mar, ou melhor, sobre um escolho isolado, e de não estar em torno de vós senão o mar. Em toda aquela vasta superfície de águas vê-se uma multidão de naves em ordem de batalha, que avançam contra uma nave muito maior e mais alta que todas, tentando chocar-se contra ela com o esporão da proa, tentando incendiá-la e fazer-lhe o maior dano possível. Àquela majestosa nave fazem escolta pequenas naves, mas o vento lhes é contrário e o mar agitado parece favorecer os inimigos.

No meio da imensa extensão do mar elevavam-se acima das ondas duas robustas colunas, altíssimas, pouco distantes uma da outra. Sobre uma delas havia a estátua da Virgem Imaculada, a cujos pés pendia um longo cartaz com esta inscrição: Auxilium Christianorum; sobre a outra, que era muito mais alta e mais grossa, havia uma Hóstia de grandeza proporcional à coluna, e em baixo havia um outro cartaz, com as palavras: Salus Credentium.