24 fev, 2020 - 10:40 • Aura Miguel com Redação
"Pedimos-vos em nome de Cristo: deixai-vos reconciliar com Deus" é o título da mensagem deste ano de 2020, em que o Papa volta a criticar a "acumulação de riqueza" que "embrutece" o homem
O Papa Francisco apela, na sua mensagem para a Quaresma, a que não se deixe "passar em vão este tempo de graça" e que o Mistério pascal seja colocado "no centro da vida".
"Colocar o Mistério pascal no centro da vida significa sentir compaixão pelas chagas de Cristo crucificado, presentes nas inúmeras vítimas inocentes das guerras, das prepotências contra a vida desde a do nascituro até à do idoso, das variadas formas de violência, dos desastres ambientais, da iníqua distribuição dos bens da terra, do tráfico de seres humanos em todas as suas formas e da sede desenfreada de lucro, que é uma forma de idolatria", lê-se na mensagem divulgada esta segunda-feira pelo Vaticano.
Francisco sustenta que quem crê no anúncio da Ressureição "rejeita a mentira de que a nossa vida teria origem em nós mesmos, quando na realidade nasce do amor de Deus Pai, da sua vontade de dar vida em abundância".
"Não deixemos passar em vão este tempo de graça, na presunçosa ilusão de sermos nós o dono dos tempos e modos da nossa conversão a Ele", diz o Papa.
Na mensagem, Francisco sublinha, ainda, que "o diálogo que Deus quer estabelecer com cada homem, por meio do Mistério pascal do seu Filho, não é como o diálogo atribuído aos habitantes de Atenas, que 'não passavam o tempo noutra coisa senão a dizer ou a escutar as últimas novidades'".
"Este tipo de conversa, ditado por uma curiosidade vazia e superficial, carateriza a mundanidade de todos os tempos e, hoje em dia, pode insinuar-se também num uso pervertido dos meios de comunicação."
Assim, o diálogo deve estabelecer-se "coração a coração, de amigo a amigo", pelo que "é tão importante a oração" neste tempo quaresmal. A oração "antes de ser um dever, expressa a necessidade de corresponder ao amor de Deus, que sempre nos precede e sustenta".
“Economia mais justa e inclusiva”
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terça-feira, 25 de fevereiro de 2020
domingo, 1 de dezembro de 2019
Presépio é a “única e verdadeira revolução” que dá esperança e ternura
01 dez, 2019 - 15:04 • Aura Miguel
Carta do Papa Francisco divulgada neste domingo apela à redescoberta do presépio.
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| Papa Francisco, esta manhã, no Vaticano. Foto: Fabio Frustaci/EPA |
O Papa Francisco apela a uma redescoberta e revitalização do Presépio para que volte a ser feito onde deixou de estar presente. Numa carta apostólica assinada e divulgada neste domingo, em Greccio, onde São Francisco de Assis fez o primeiro presépio, o Papa apresenta-o como “a única verdadeira revolução que dá esperança e dignidade aos deserdados, aos marginalizados”, como uma “revolução do amor, a revolução da ternura”.
Numa linguagem muito acessível, o Papa começa por escrever que quer “apoiar a bonita tradição das famílias” que nestes dias preparam o Presépio, não só dentro de casa, também “nos lugares de trabalho, nas escolas, nos hospitais, nos estabelecimentos prisionais, nas praças”. Francisco espera “que esta prática nunca desapareça” e que “onde tenha caído em desuso, se possa redescobrir e revitalizar.” Ler
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segunda-feira, 13 de agosto de 2018
Papa: não basta não fazer o mal
“É preciso aderir ao bem e fazer o bem”
“É bom não fazer o mal, mas é mal não fazer o bem”. Uma frase que os jovens foram convidados a repetir diversas vezes durante a alocução do Santo Padre, que inspirou-se no convite de São Paulo a não entristecermos o Espírito Santo com que fomos marcados por Deus no dia de nosso Batismo.
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terça-feira, 29 de maio de 2018
Patriarca felicita chumbo da eutanásia e defende "sociedade paliativa"
D. Manuel Clemente deixa uma “palavra de congratulação” aos deputados e considera que “o grande projeto que nós temos todos como sociedade é o da vida e a sua dignificação em todo o arco existencial”.

29 de Maio de 2018
O Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, felicita a decisão da Assembleia da República de chumbar a legalização da eutanásia. Em declarações à Renascença, o patriarca defende que o caminho a seguir deve ser “tornarmo-nos, realmente e cada vez mais, uma sociedade paliativa, próxima e solidária”.
Os quatro diplomas de liberalização da eutanásia debatidos esta terça-feira no Parlamento foram chumbados pelos deputados. D. Manuel Clemente deixa uma “palavra de congratulação” e considera que “o grande projeto que nós temos todos como sociedade é o da vida e a sua dignificação em todo o arco existencial”. Esta atenção deve ser direcionada, “sobretudo, para aquelas pessoas que estejam mais fragilizadas e que precisam de um reforço da nossa companhia, como sociedade, como Estado, no sentido mais paliativo do termo”. “Qualquer passo noutro sentido de desistência da vida seria muito negativo, porque infelizmente um pequeno passo atrás levar-nos-ia muito mais atrás, no sentido do progresso, da vida, da construção de uma sociedade solidária e paliativa que todos nós temos que avançar”, sublinha D. Manuel Clemente.
Renascença
sábado, 24 de fevereiro de 2018
Papa agradece a Tolentino Mendonça
Papa agradece a Tolentino Mendonça por ter orientado o retiro quaresmal desta semana e por ter mostrado que “a Igreja não é uma gaiola para o Espírito Santo”
Ver: https://www.facebook.com/renascenca/videos/10155578836792515/
Ver: https://www.facebook.com/renascenca/videos/10155578836792515/
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018
Sobreviveu ao nazismo para levar Jesus às cadeias portuguesas. Morreu o padre Dâmaso Lambers
22 fev, 2018 - 20:12 • Filipe d'Avillez
Cresceu no meio da guerra e desde pequeno que quis ser padre. Da Holanda à cadeia do Linhó vai uma grande distância, mais ou menos do tamanho de um coração inteiramente entregue a Jesus.
O padre Dâmaso Lambers morreu esta quinta-feira, no Hospital da Ordem Terceira, em Lisboa. O homem que levou Jesus para a cadeia tinha 87 anos. Durante anos a Renascença foi como a sua segunda paróquia. O corpo do padre Dâmaso estará em câmara ardente na Igreja de Nossa Senhora do Amparo de Benfica, a partir das 16h00 de sexta-feira. O funeral é sábado às 10h30.
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| Padre Dâmaso com João Paulo II. Foto: DR |
O padre Dâmaso Lambers morreu esta quinta-feira, no Hospital da Ordem Terceira, em Lisboa. O homem que levou Jesus para a cadeia tinha 87 anos. Durante anos a Renascença foi como a sua segunda paróquia. O corpo do padre Dâmaso estará em câmara ardente na Igreja de Nossa Senhora do Amparo de Benfica, a partir das 16h00 de sexta-feira. O funeral é sábado às 10h30.
terça-feira, 5 de setembro de 2017
É Dia Internacional da Caridade. Ocasião para recordar “uma mulher terna e firme”
Assim foi definida Madre Teresa de Calcutá, que as Nações Unidas decidiram homenagear com um dia dedicado à caridade.
“Uma mulher terna e firme ao mesmo tempo” – foi assim que Madre Teresa de Calcutá foi definida por uma das irmãs da sua obra.
É uma “dupla faceta” de uma “mulher tão pequenina e magrinha, mas tão forte e tão atractiva do ponto de vista da ternura de Deus”, comenta a vaticanista da Renascença, Aura Miguel.
Convidada a comentar a vida e obra daquela religiosa nascida na Macedónia, canonizada há um ano, Aura Miguel lembra “a maneira corajosa que [Madre Teresa] tinha para enfrentar a realidade mais incómoda, que são os mais pobres dos pobres, aqueles a quem tendencialmente viramos a cara para não enfrentarmos essa realidade”.
“Ela ia mesmo às lixeiras das ruas de Calcutá e andava pelas valetas à procura dos moribundos para lhes dar, ao menos, uma morte digna, uma vez que não tinham conseguido ter uma vida digna”, refere na Manhã da Renascença.
A sua fama era conhecida em vida e foi, ao lado do Papa João Paulo II (que depois a beatificou), uma das personalidades do século XX.
“A fecundidade da sua obra manifesta-se pelas Missionárias da Caridade, espalhadas pelo mundo inteiro, que vivem e acolhem os mais esquecidos e que mais sofrem nas realidades do mundo mais difíceis”, diz a especialista em assuntos religiosos, acrescentando que a sua obra “vai ao encontro também do estilo do Papa Francisco que, ao tê-la canonizado no ano passado, confirmou que esta mulher era um modelo a ser seguido por todos”.
Madre Teresa de Calcutá morreu a 5 de Setembro de 1997. Em 2012, as Nações Unidas decidiram instituir o Dia Internacional da Caridade nesta data.
“Uma mulher terna e firme ao mesmo tempo” – foi assim que Madre Teresa de Calcutá foi definida por uma das irmãs da sua obra.
É uma “dupla faceta” de uma “mulher tão pequenina e magrinha, mas tão forte e tão atractiva do ponto de vista da ternura de Deus”, comenta a vaticanista da Renascença, Aura Miguel.
Convidada a comentar a vida e obra daquela religiosa nascida na Macedónia, canonizada há um ano, Aura Miguel lembra “a maneira corajosa que [Madre Teresa] tinha para enfrentar a realidade mais incómoda, que são os mais pobres dos pobres, aqueles a quem tendencialmente viramos a cara para não enfrentarmos essa realidade”.
“Ela ia mesmo às lixeiras das ruas de Calcutá e andava pelas valetas à procura dos moribundos para lhes dar, ao menos, uma morte digna, uma vez que não tinham conseguido ter uma vida digna”, refere na Manhã da Renascença.
A sua fama era conhecida em vida e foi, ao lado do Papa João Paulo II (que depois a beatificou), uma das personalidades do século XX.
“A fecundidade da sua obra manifesta-se pelas Missionárias da Caridade, espalhadas pelo mundo inteiro, que vivem e acolhem os mais esquecidos e que mais sofrem nas realidades do mundo mais difíceis”, diz a especialista em assuntos religiosos, acrescentando que a sua obra “vai ao encontro também do estilo do Papa Francisco que, ao tê-la canonizado no ano passado, confirmou que esta mulher era um modelo a ser seguido por todos”.
Madre Teresa de Calcutá morreu a 5 de Setembro de 1997. Em 2012, as Nações Unidas decidiram instituir o Dia Internacional da Caridade nesta data.
segunda-feira, 10 de abril de 2017
Patriarca de Lisboa surpreendido “positivamente” com resultados da actual maioria
10 abr, 2017 - 06:52 • Aura Miguel , José Pedro Frazão , Joana Bourgard , Inês Rocha
Solução de esquerda não parecia “natural”, mas está a conseguir coisas “positivas”, do défice ao desemprego. A “distensão” ajuda “a resolver os problemas de outra maneira”, diz D. Manuel Clemente em entrevista à Renascença.
O cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, diz que a solução que apoia o Governo no Parlamento está a obter alguns resultados “positivamente” surpreendentes. Para D. Manuel Clemente, houve uma viragem na sociedade portuguesa e vêem-se “alguns sinais de recuperação económica” e de “descrispação”, um clima que “ajuda a resolver os problemas de outra maneira”.
“Quando foram as últimas eleições, estivemos diante de resultados que deixaram muita gente perplexa. Como é que isto agora se vai resolver? Há um partido que é o mais votado, mas que não tem votação suficiente para formar governo, mesmo aliado com o partido com que estava aliado antes. Talvez fosse mais natural, atendendo ao que tinha acontecido até aí, que as alianças acontecessem no chamado arco governamental. Mas não foi assim e assim nasceu uma outra coligação, pelo menos no Parlamento, que sustenta o Governo. E as coisas têm andado e têm andado de uma maneira que, nalguns aspectos, é surpreendente e positivamente surpreendente”, diz D. Manuel Clemente, numa entrevista para ouvir e ler na íntegra pelas 17h00, esta segunda-feira, na Renascença.
No final desta conversa, D. Manuel Clemente faz uma revelação: admite voltar a fazer rádio na Renascença. “Aquilo tinha muita vitalidade, muita actualidade. Disso tenho pena. Mas, enfim... Daqui por seis anos, faço 75 e, se o Papa da altura me dispensar destas funções, volto à rádio [risos].”
Solução de esquerda não parecia “natural”, mas está a conseguir coisas “positivas”, do défice ao desemprego. A “distensão” ajuda “a resolver os problemas de outra maneira”, diz D. Manuel Clemente em entrevista à Renascença.
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http://rr.sapo.pt/noticia/80767/patriarca_de_lisboa_surpreendido_positivamente_com_resultados_da_actual_maioria
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O cardeal patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, diz que a solução que apoia o Governo no Parlamento está a obter alguns resultados “positivamente” surpreendentes. Para D. Manuel Clemente, houve uma viragem na sociedade portuguesa e vêem-se “alguns sinais de recuperação económica” e de “descrispação”, um clima que “ajuda a resolver os problemas de outra maneira”.“Quando foram as últimas eleições, estivemos diante de resultados que deixaram muita gente perplexa. Como é que isto agora se vai resolver? Há um partido que é o mais votado, mas que não tem votação suficiente para formar governo, mesmo aliado com o partido com que estava aliado antes. Talvez fosse mais natural, atendendo ao que tinha acontecido até aí, que as alianças acontecessem no chamado arco governamental. Mas não foi assim e assim nasceu uma outra coligação, pelo menos no Parlamento, que sustenta o Governo. E as coisas têm andado e têm andado de uma maneira que, nalguns aspectos, é surpreendente e positivamente surpreendente”, diz D. Manuel Clemente, numa entrevista para ouvir e ler na íntegra pelas 17h00, esta segunda-feira, na Renascença.
No final desta conversa, D. Manuel Clemente faz uma revelação: admite voltar a fazer rádio na Renascença. “Aquilo tinha muita vitalidade, muita actualidade. Disso tenho pena. Mas, enfim... Daqui por seis anos, faço 75 e, se o Papa da altura me dispensar destas funções, volto à rádio [risos].”
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
Papa em Cuba. “Quem não vive para servir, não serve para viver”
Na primeira grande celebração religiosa desta visita histórica a Cuba, Francisco destacou a importância de servir os outros, deixando de lado as questões ideológicas.
“Todos estamos chamados, por vocação cristã, ao serviço que serve e a ajudar-nos mutuamente a não cair nas tentações do ‘serviço que se serve’. Todos somos convidados, encorajados por Jesus a cuidar uns dos outros por amor.”
Este cuidar por amor, disse o Papa “não se reduz a uma atitude de servilismo; simplesmente põe, no centro do caso, o irmão”.
“O serviço fixa sempre o rosto do irmão, toca a sua carne, sente a sua proximidade e, em alguns casos, até ‘padece’ com ela e procura a sua promoção. Por isso, o serviço nunca é ideológico, dado que não servimos a ideias, mas a pessoas”, salientou Francisco na celebração realizada na Praça da Revolução.
O Papa convidou os cubanos e os povos de todo o mundo a “cuidar desta vocação” e a “cuidar e servir, de modo especial, a fragilidade dos vossos irmãos”.
“Não os descureis por causa de projectos que podem parecer sedutores, mas desinteressam-se do rosto de quem está ao teu lado. Não servimos a ideias, mas a pessoas”, referiu o Bispo de Roma nesta primeira visita a Cuba.
Francisco concluiu que a “importância dum povo, duma nação, a importância duma pessoa sempre se baseia no modo como serve a fragilidade dos seus irmãos. Nisto, encontramos um dos frutos da verdadeira humanidade. Quem não vive para servir, não serve para viver”.
O Papa lançou ainda um apelo à paz e reconciliação definitiva entre forças governamentais e os rebeldes da Colômbia.
“Que o sangue derramado por milhares de inocentes, durante tantas décadas de conflito armado, unido ao sangue do Senhor Jesus Cristo na Cruz, sustente todos os esforços que se estão a fazer, inclusivamente nesta bela Ilha, para uma reconciliação definitiva”, declarou o Bispo de Roma, na Praça da Revolução, em Havana
domingo, 4 de março de 2012
Opinião
Sem Pantufas
Recentemente, numa conversa sobre Nova Evangelização, na Renascença, o bispo auxiliar de Lisboa, D. Nuno Brás, lamentava o facto de grande parte dos que dizem ter fé serem "cristãos de pantufas", acomodados e sem qualquer energia para proclamar aos outros aquilo que são.
A imagem é altamente contrastante com a atitude corajosa dos nossos irmãos do Médio Oriente. Ou seja, os cristãos de Jerusalém, Israel, Palestina e também os da Jordânia, Síria, Líbano, Chipre e Egipto correm perigos graves pelo simples facto de serem cristãos.
Além disso, precisam de tudo: de apoio para escolas, programas de saúde, habitação, locais para se reunirem... Enfim, precisam de tudo aquilo que a generosidade da Igreja possa suscitar.
O apelo surgiu, ontem, da Santa Sé e é dirigido a todo o mundo católico sem excepção. E podemos fazê-lo com a oração, com as peregrinações à Terra Santa e com ajuda concreta, contribuindo na colecta da Sexta-feira Santa em todas as igrejas.
Recentemente, numa conversa sobre Nova Evangelização, na Renascença, o bispo auxiliar de Lisboa, D. Nuno Brás, lamentava o facto de grande parte dos que dizem ter fé serem "cristãos de pantufas", acomodados e sem qualquer energia para proclamar aos outros aquilo que são.
A imagem é altamente contrastante com a atitude corajosa dos nossos irmãos do Médio Oriente. Ou seja, os cristãos de Jerusalém, Israel, Palestina e também os da Jordânia, Síria, Líbano, Chipre e Egipto correm perigos graves pelo simples facto de serem cristãos.
Além disso, precisam de tudo: de apoio para escolas, programas de saúde, habitação, locais para se reunirem... Enfim, precisam de tudo aquilo que a generosidade da Igreja possa suscitar.
O apelo surgiu, ontem, da Santa Sé e é dirigido a todo o mundo católico sem excepção. E podemos fazê-lo com a oração, com as peregrinações à Terra Santa e com ajuda concreta, contribuindo na colecta da Sexta-feira Santa em todas as igrejas.
Opinião de Aura Miguel
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Jornadas Nacionais das Comunicações Sociais
As Jornadas Nacionais das Comunicações Sociais, organizadas pela Conferência Episcopal Portuguesa, decorrem entre 23 e 24 de Setembro, em Fátima.
O bispo auxiliar de Lisboa e o historiador Fernando Rosas apresentaram as verdades e as mentiras sobre o conflito que opôs a Igreja Católica à Primeira República (1910-1926). No primeiro dia das Jornadas Nacionais das Comunicações Sociais, que decorrem em Fátima, D. Carlos Azevedo disse que "a República deu à Igreja mais liberdade".
O bispo auxiliar de Lisboa e o historiador Fernando Rosas apresentaram as verdades e as mentiras sobre o conflito que opôs a Igreja Católica à Primeira República (1910-1926). No primeiro dia das Jornadas Nacionais das Comunicações Sociais, que decorrem em Fátima, D. Carlos Azevedo disse que "a República deu à Igreja mais liberdade".
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Comissão pode ajudar a aplicar assistência religiosa aos doentes (ler+)
Criar uma comissão que ajude as instituições de saúde públicas a garantir a assistência religiosa aos doentes, seja qual for a sua fé é a principal conclusão do encontro inter-religioso que hoje teve lugar em Lisboa
terça-feira, 20 de outubro de 2009
A Bíblia não pode ser um pretexto para afirmar preconceitos ideológicos em relação à religião, diz D. Manuel Clemente. (ler+)
É a opinião do presidente da Comissão Episcopal responsável pela área da Cultura a respeito das declarações do Nobel da Literatura José Saramago que considera que a Bíblia é um "manual de maus costumes e "um catálogo de crueldade".
Em entrevista à Renascença, D. Manuel Clemente diz que um escritor com a envergadura literária de Saramago devia ser mais exigente consigo próprio na abordagem destas questões.
“Porque é que não tem mais cuidado, quando fala destas personagens bíblicas? A não ser que haja aqui um preconceito ideológico em relação à religião, mas então é disso que se trata e falemos de ideologia e não busquemos a Bíblia como um pretexto”
Em entrevista à Renascença, D. Manuel Clemente diz que um escritor com a envergadura literária de Saramago devia ser mais exigente consigo próprio na abordagem destas questões.
“Porque é que não tem mais cuidado, quando fala destas personagens bíblicas? A não ser que haja aqui um preconceito ideológico em relação à religião, mas então é disso que se trata e falemos de ideologia e não busquemos a Bíblia como um pretexto”
terça-feira, 9 de junho de 2009
Educação Moral e Religiosa (ver+)
Comissão Episcopal alerta para discriminação dos professores.
Os Bispos portugueses acusam o Ministério da Educação de estar a discriminar os docentes de Educação Moral e Religiosa Católica.
Os Bispos portugueses acusam o Ministério da Educação de estar a discriminar os docentes de Educação Moral e Religiosa Católica.
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