Caros amigos
Neste Domingo que a Igreja dedica e exalta a Sagrada Família de Nazaré, e que coincide também com o ultimo dia do ano de 2017, a Direcção Executiva Nacional quer desejar a todos os casais, grupos e assistentes um Abençoado ano de 2018.
Acolhamos Maria nas nossas famílias e que à semelhança de Jesus possamos Crescer, em Estatura, Sabedoria e Graça.
domingo, 31 de dezembro de 2017
MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 31 – Sagrada Família de Jesus, Maria e José (Festa) – Ano B
Sir 3, 3-7.14-17a / Slm 127 (128), 1-5 / Col 3, 12-21 / Lc 2, 22-40
Hoje celebramos a Festa da Sagrada Família. Poderemos pensar que esta não é uma festa muito importante para a nossa vida, uma vez que pensamos que a Sagrada Família é demasiado «especial» e que, por isso, não tem nada a ver com a nossa vida. Mas não é bem assim, uma vez que, na verdade, todas as famílias são «especiais». A Sagrada Família serve para nós como modelo para o essencial: aquilo que os une é o amor. Se as nossas famílias estiverem forte e solidamente assentes no amor, então o modo como Jesus, Maria e José são família pode ser para nós um modelo de família.
A família cristã passa pelo mesmo desafio da Sagrada Família: ser lugar da incarnação de Cristo. Claro que Jesus já veio ao mundo e não voltará a nascer, mas continuamos a ser desafiados pelo Senhor a dar-Lhe o nosso sim para que sejamos presença de Cristo no mundo. Na segunda leitura, S. Paulo diz isto de um modo muito concreto: «revesti-vos de sentimentos de misericórdia, de bondade, humildade, mansidão e paciência». Depois, mais à frente, continua: «revesti-vos da caridade». O modo como nos vestimos não é um mero cobrir o corpo, mas revela quem somos. Não revela meramente os nossos gostos, mas diz muito mais do que isso. A «roupa» que reveste o cristão é a «roupa» de Cristo.
S. Paulo não está a sugerir um modo concreto de vestir, uma «moda cristã», mas desafia-nos a que aquilo que somos, aquilo que revelamos com a nossa vida seja o Amor de Cristo. É este o simbolismo bíblico da roupa: exterioriza as escolhas do nosso coração, manifesta as nossas disposições interiores.
Somos chamados a mais do que simplesmente não fazer mal a ninguém. Somos chamados a ser ocasião da presença de Cristo para os outros. Por isso, S. Paulo dá-nos algumas indicações de como manter e fortificar esta «roupa» nas nossas famílias. Sublinha a importância de que habite em nós a Palavra de Cristo. Como podemos fazer isto? Por exemplo: lendo a Bíblia e rezando em família.
Termina S. Paulo com o último e o mais importante desafio: «Tudo quanto fizerdes, por palavras ou por obras, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando graças por Ele a Deus Pai». Vivendo assim, todas as famílias são sagradas e chamadas a serem símbolo de Deus no mundo.
Hoje celebramos a Festa da Sagrada Família. Poderemos pensar que esta não é uma festa muito importante para a nossa vida, uma vez que pensamos que a Sagrada Família é demasiado «especial» e que, por isso, não tem nada a ver com a nossa vida. Mas não é bem assim, uma vez que, na verdade, todas as famílias são «especiais». A Sagrada Família serve para nós como modelo para o essencial: aquilo que os une é o amor. Se as nossas famílias estiverem forte e solidamente assentes no amor, então o modo como Jesus, Maria e José são família pode ser para nós um modelo de família.
A família cristã passa pelo mesmo desafio da Sagrada Família: ser lugar da incarnação de Cristo. Claro que Jesus já veio ao mundo e não voltará a nascer, mas continuamos a ser desafiados pelo Senhor a dar-Lhe o nosso sim para que sejamos presença de Cristo no mundo. Na segunda leitura, S. Paulo diz isto de um modo muito concreto: «revesti-vos de sentimentos de misericórdia, de bondade, humildade, mansidão e paciência». Depois, mais à frente, continua: «revesti-vos da caridade». O modo como nos vestimos não é um mero cobrir o corpo, mas revela quem somos. Não revela meramente os nossos gostos, mas diz muito mais do que isso. A «roupa» que reveste o cristão é a «roupa» de Cristo.
S. Paulo não está a sugerir um modo concreto de vestir, uma «moda cristã», mas desafia-nos a que aquilo que somos, aquilo que revelamos com a nossa vida seja o Amor de Cristo. É este o simbolismo bíblico da roupa: exterioriza as escolhas do nosso coração, manifesta as nossas disposições interiores.
Somos chamados a mais do que simplesmente não fazer mal a ninguém. Somos chamados a ser ocasião da presença de Cristo para os outros. Por isso, S. Paulo dá-nos algumas indicações de como manter e fortificar esta «roupa» nas nossas famílias. Sublinha a importância de que habite em nós a Palavra de Cristo. Como podemos fazer isto? Por exemplo: lendo a Bíblia e rezando em família.
Termina S. Paulo com o último e o mais importante desafio: «Tudo quanto fizerdes, por palavras ou por obras, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando graças por Ele a Deus Pai». Vivendo assim, todas as famílias são sagradas e chamadas a serem símbolo de Deus no mundo.
sábado, 30 de dezembro de 2017
MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 30 – 6º dia da Oitava do Natal
1 Jo 2, 12-17 / slm 95 (96), 7-8a.8b-9.10 / Lc 2, 36-40
... dai ao Senhor glória e poder (...). Dizei (…): «O Senhor é Rei». (Salmo)
Com certeza que o Natal trouxe ao leitor uma boa ajuda para interpretar este salmo corretamente. Que tipo de Rei é este. Qual é a sua glória e o seu poder? Onde é que este Rei nasceu? Quais são os seus valores? Será um rei distante e majestático, cheio de honra, glória e poder, como Luís XIV de França ou a rainha de Inglaterra? E será o Pai de Jesus assim? Distante e majestático? Lembremo-nos que «quem Me vê, vê o Pai». Nunca o leitor se esqueça que a glória de Deus é o amor.
... dai ao Senhor glória e poder (...). Dizei (…): «O Senhor é Rei». (Salmo)
Com certeza que o Natal trouxe ao leitor uma boa ajuda para interpretar este salmo corretamente. Que tipo de Rei é este. Qual é a sua glória e o seu poder? Onde é que este Rei nasceu? Quais são os seus valores? Será um rei distante e majestático, cheio de honra, glória e poder, como Luís XIV de França ou a rainha de Inglaterra? E será o Pai de Jesus assim? Distante e majestático? Lembremo-nos que «quem Me vê, vê o Pai». Nunca o leitor se esqueça que a glória de Deus é o amor.
sexta-feira, 29 de dezembro de 2017
MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 29 – 5º DIA DA OITAVA DO NATAL
1 João 2, 3-11 / Slm 95 (96), 1-3.5.6 / Lc 2, 22-35
Este menino foi estabelecido para ser (…) sinal de contradição. (Evang.)
Peçamos a Deus que seja sinal de contradição nas nossas vidas. Que assinale as nossas contradições, as nossas incoerências, as nossas faltas de retidão espiritual. Que fale alto na nossa consciência. Que nos aponte onde não estamos bem para nos podermos corrigir, para podermos amar mais e melhor. Hoje, rezemos por isso. Rezemos pela nossa vontade e pela nossa inteligência.
Este menino foi estabelecido para ser (…) sinal de contradição. (Evang.)
Peçamos a Deus que seja sinal de contradição nas nossas vidas. Que assinale as nossas contradições, as nossas incoerências, as nossas faltas de retidão espiritual. Que fale alto na nossa consciência. Que nos aponte onde não estamos bem para nos podermos corrigir, para podermos amar mais e melhor. Hoje, rezemos por isso. Rezemos pela nossa vontade e pela nossa inteligência.
quinta-feira, 28 de dezembro de 2017
PAPA QUER PACTOS GLOBAIS EM DEFESA DOS MIGRANTES E REFUGIADOS
Na Mensagem para o Dia Mundial da Paz 2018, o Papa Francisco diz esperar que, precisamente este ano, as Nações Unidas definam e aprovem um pacto global para migrações seguras, ordenadas e regulares, e um outro pacto referente aos refugiados.
"Enquanto acordos partilhados a nível global, estes pactos representarão um quadro de referência para propostas políticas e medidas práticas", afirma o Santo Padre, que entende que estes pactos devem ser "inspirados por sentimentos de compaixão, clarividência e coragem, de modo a aproveitar todas as ocasiões para fazer avançar a construção da paz". No entender de Francisco, "só assim o necessário realismo da política internacional não se tornará uma capitulação ao cinismo e à globalização da indiferença".
A Mensagem para o 51.º Dia Mundial da Paz, que se assinala a 1 de janeiro de 2018, refere que "o diálogo e a coordenação constituem uma necessidade e um dever próprio da comunidade internacional". Na opinião de Francisco, "é possível também que países menos ricos possam acolher um número maior de refugiados ou acolhê-los melhor, se a cooperação internacional lhes disponibilizar os fundos necessário".
O Papa aponta o contributo da Secção Migrantes e Refugiados do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, que sugeriu "20 pontos de ação como pistas concretas" para a implementação de políticas públicas e para a conduta e ação das comunidades cristãs, que visem o apoio a requerentes de asilo, refugiados, migrantes e vítimas de tráfico humano. Estas e outras contribuições, entende o Sumo Pontífice, "pretendem expressar o interesse da Igreja Católica pelo processo que levará à adoção dos referidos pactos globais das Nações Unidas. Um tal interesse confirma uma vez mais a solicitude pastoral que nasceu com a Igreja e tem continuado em muitas das suas obras até aos nossos dias", acrescenta.
Francisco recorda, na Mensagem, os mais de 250 milhões de migrantes no mundo, dos quais 22 milhões e meio são refugiados, e afirma que os conflitos armados e outras formas de violência organizada "continuam a provocar deslocações de populações no interior das fronteiras nacionais e para além delas".
E se a "maioria migra seguindo um percurso legal", há quem siga "outros caminhos, sobretudo por causa do desespero, quando a pátria não lhes oferece segurança nem oportunidades, e todas as vias legais parecem impraticáveis, bloqueadas ou demasiado lentas".
Francisco lembra que há quem entenda as migrações globais como uma ameaça. "Eu, pelo contrário, convido-vos a vê-las com um olhar repleto de confiança, como oportunidade para construir um futuro de paz".
Os migrantes e refugiados "trazem uma bagagem feita de coragem, capacidades, energias e aspirações, para além dos tesouros das suas culturas nativas, e deste modo enriquecem a vida das nações que os acolhem".
Na Mensagem, o Papa refere que oferecer a requerentes de asilo, refugiados, migrantes e vítimas de tráfico humano a possibilidade de encontrar a paz de que andam à procura, "exige uma estratégia que combine quatro ações: acolher, proteger, promover e integrar".
"Acolher" apela "à exigência de ampliar as possibilidades de entrada legal, de não repelir refugiados e migrantes para lugares onde os aguardam perseguições e violências, e de equilibrar a preocupação pela segurança nacional com a tutela dos direitos humanos fundamentais". "Proteger" recorda o dever de reconhecer e tutelar a dignidade inviolável de quem foge de um perigo real "em busca de asilo e segurança, de impedir a sua exploração". "Promover" refere-se "ao apoio para o desenvolvimento humano integral de migrantes e refugiados", nomeadamente "a importância de assegurar às crianças e aos jovens o acesso a todos os níveis de instrução". "Integrar" passa por "permitir que refugiados e migrantes participem plenamente na vida da sociedade que os acolhe, numa dinâmica de mútuo enriquecimento e fecunda colaboração na promoção do desenvolvimento humano integral das comunidades locais".
Estes quatro pilares estão no cerne da Mensagem que o Papa Francisco escreveu para o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, que se celebra a 14 de janeiro. Acolher, proteger, promover e integrar deve ser a resposta dada à «triste situação» de quem foge «das guerras, das perseguições, dos desastres naturais e da pobreza».
O Dia Mundial da Paz foi instituído pelo Papa Paulo VI, em 1967.
"Enquanto acordos partilhados a nível global, estes pactos representarão um quadro de referência para propostas políticas e medidas práticas", afirma o Santo Padre, que entende que estes pactos devem ser "inspirados por sentimentos de compaixão, clarividência e coragem, de modo a aproveitar todas as ocasiões para fazer avançar a construção da paz". No entender de Francisco, "só assim o necessário realismo da política internacional não se tornará uma capitulação ao cinismo e à globalização da indiferença".
A Mensagem para o 51.º Dia Mundial da Paz, que se assinala a 1 de janeiro de 2018, refere que "o diálogo e a coordenação constituem uma necessidade e um dever próprio da comunidade internacional". Na opinião de Francisco, "é possível também que países menos ricos possam acolher um número maior de refugiados ou acolhê-los melhor, se a cooperação internacional lhes disponibilizar os fundos necessário".
O Papa aponta o contributo da Secção Migrantes e Refugiados do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, que sugeriu "20 pontos de ação como pistas concretas" para a implementação de políticas públicas e para a conduta e ação das comunidades cristãs, que visem o apoio a requerentes de asilo, refugiados, migrantes e vítimas de tráfico humano. Estas e outras contribuições, entende o Sumo Pontífice, "pretendem expressar o interesse da Igreja Católica pelo processo que levará à adoção dos referidos pactos globais das Nações Unidas. Um tal interesse confirma uma vez mais a solicitude pastoral que nasceu com a Igreja e tem continuado em muitas das suas obras até aos nossos dias", acrescenta.
Francisco recorda, na Mensagem, os mais de 250 milhões de migrantes no mundo, dos quais 22 milhões e meio são refugiados, e afirma que os conflitos armados e outras formas de violência organizada "continuam a provocar deslocações de populações no interior das fronteiras nacionais e para além delas".
E se a "maioria migra seguindo um percurso legal", há quem siga "outros caminhos, sobretudo por causa do desespero, quando a pátria não lhes oferece segurança nem oportunidades, e todas as vias legais parecem impraticáveis, bloqueadas ou demasiado lentas".
Francisco lembra que há quem entenda as migrações globais como uma ameaça. "Eu, pelo contrário, convido-vos a vê-las com um olhar repleto de confiança, como oportunidade para construir um futuro de paz".
Os migrantes e refugiados "trazem uma bagagem feita de coragem, capacidades, energias e aspirações, para além dos tesouros das suas culturas nativas, e deste modo enriquecem a vida das nações que os acolhem".
Na Mensagem, o Papa refere que oferecer a requerentes de asilo, refugiados, migrantes e vítimas de tráfico humano a possibilidade de encontrar a paz de que andam à procura, "exige uma estratégia que combine quatro ações: acolher, proteger, promover e integrar".
"Acolher" apela "à exigência de ampliar as possibilidades de entrada legal, de não repelir refugiados e migrantes para lugares onde os aguardam perseguições e violências, e de equilibrar a preocupação pela segurança nacional com a tutela dos direitos humanos fundamentais". "Proteger" recorda o dever de reconhecer e tutelar a dignidade inviolável de quem foge de um perigo real "em busca de asilo e segurança, de impedir a sua exploração". "Promover" refere-se "ao apoio para o desenvolvimento humano integral de migrantes e refugiados", nomeadamente "a importância de assegurar às crianças e aos jovens o acesso a todos os níveis de instrução". "Integrar" passa por "permitir que refugiados e migrantes participem plenamente na vida da sociedade que os acolhe, numa dinâmica de mútuo enriquecimento e fecunda colaboração na promoção do desenvolvimento humano integral das comunidades locais".
Estes quatro pilares estão no cerne da Mensagem que o Papa Francisco escreveu para o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, que se celebra a 14 de janeiro. Acolher, proteger, promover e integrar deve ser a resposta dada à «triste situação» de quem foge «das guerras, das perseguições, dos desastres naturais e da pobreza».
O Dia Mundial da Paz foi instituído pelo Papa Paulo VI, em 1967.
MEDITAÇÃO DIÁRIA, Qui, 28 – Santos Inocentes (Festa)
1 Jo 1, 1-5 – 2, 2 / Slm 123 (124), 2-5.7b-8 / Mt 2, 13-18
O sangue de Jesus, seu Filho, purifica-nos de todo o pecado. (1ª Leit.)
Jesus entregou-Se até ao sangue. Entregou-Se totalmente. E o que é para nós entregarmo-nos totalmente? Por um lado, é entregarmo-nos com inteligência. Isso é muito importante, senão a nossa entrega definha dia após dia, ano após ano. É a inteligência – e a vontade – que nos ajuda a progredir. Se não tivermos a inteligência a trabalhar, a nossa entrega não melhora. Fica sempre com os mesmos padrões, os mesmos paradigmas, os mesmos hábitos. O leitor reze com inteligência.
O sangue de Jesus, seu Filho, purifica-nos de todo o pecado. (1ª Leit.)
Jesus entregou-Se até ao sangue. Entregou-Se totalmente. E o que é para nós entregarmo-nos totalmente? Por um lado, é entregarmo-nos com inteligência. Isso é muito importante, senão a nossa entrega definha dia após dia, ano após ano. É a inteligência – e a vontade – que nos ajuda a progredir. Se não tivermos a inteligência a trabalhar, a nossa entrega não melhora. Fica sempre com os mesmos padrões, os mesmos paradigmas, os mesmos hábitos. O leitor reze com inteligência.
quarta-feira, 27 de dezembro de 2017
MEDITAÇÃO DIÁRIA, Qua, 27 – S. João, Apóstolo e Evangelista (Festa)
1 Jo 1, 1-4 / Slm 96 (97), 1-2.5-6.11-12 / Jo 20, 2-8
Nós vos anunciamos o que vimos e ouvimos para que estejais em comunhão connosco. (1ª Leit.)
A nossa vida interior – o que vimos e ouvimos e nos vem de Deus – não é para ser partilhada à toa, nem com pessoas que não conhecemos de lado nenhum. Mas partilhá-la com um amigo íntimo pode ser bom para os dois. Pode ajudar a construir (ainda mais) a vida interior dos dois participantes nessa conversa, pode ajudar a construir a comunhão entre os dois amigos. Façamo-lo.
Nós vos anunciamos o que vimos e ouvimos para que estejais em comunhão connosco. (1ª Leit.)
A nossa vida interior – o que vimos e ouvimos e nos vem de Deus – não é para ser partilhada à toa, nem com pessoas que não conhecemos de lado nenhum. Mas partilhá-la com um amigo íntimo pode ser bom para os dois. Pode ajudar a construir (ainda mais) a vida interior dos dois participantes nessa conversa, pode ajudar a construir a comunhão entre os dois amigos. Façamo-lo.
terça-feira, 26 de dezembro de 2017
O Vídeo de Papa 12-2017 – Pelos idosos – Dezembro de 2017
Tenhamos presente os nossos idosos, para que, sustentados pelas famílias e instituições, colaborem com a sua sabedoria e experiência na educação das novas gerações.
Papa Francisco - Dezembro 2017
Um povo que não protege os avós e não os trata bem é um povo que não tem futuro!
São os idosos que oferecem a sabedoria da vida.
Eles foram encarregados de transmitir a experiência da vida, a história de uma família, de uma comunidade, de um povo.
Tenhamos presente os nossos idosos, para que, sustentados pelas famílias e instituições, colaborem com a sua sabedoria e experiência na educação das novas gerações.
MEDITAÇÃO DIÁRIA, Ter, 26 – SANTO ESTÊVÃO (Festa)
At 6, 8-10; 7, 54-59 / Slm 30 (31), 3cd-4.6.8ab.16b-17 / Mt 10, 17-22
Ao ouvirem as suas palavras [de Estêvão], estremeceram de raiva no seu coração. (1ª Leit.)
Muitas vezes, face a palavras justas que nos incomodam, fazemo-nos surdos. É natural, algumas coisas incomodam-nos. Mas se nos fechamos, podemos fechar-nos a coisas importantes, que se transformariam em coisas muito importantes, e perdemos isso tudo, perdemos essas graças que Deus nos queria dar. Temos de ter cuidado com aquilo a que fechamos os nossos ouvidos. Às vezes, podemos fechar os ouvidos numa altura, mas se essa ideia voltar noutra altura, nessa outra altura abramos-lhe o coração.
Ao ouvirem as suas palavras [de Estêvão], estremeceram de raiva no seu coração. (1ª Leit.)
Muitas vezes, face a palavras justas que nos incomodam, fazemo-nos surdos. É natural, algumas coisas incomodam-nos. Mas se nos fechamos, podemos fechar-nos a coisas importantes, que se transformariam em coisas muito importantes, e perdemos isso tudo, perdemos essas graças que Deus nos queria dar. Temos de ter cuidado com aquilo a que fechamos os nossos ouvidos. Às vezes, podemos fechar os ouvidos numa altura, mas se essa ideia voltar noutra altura, nessa outra altura abramos-lhe o coração.
Mensagem de Natal do cardeal-patriarca de Lisboa
D. Manuel Clemente afirmou também que é necessário acompanhar os idosos «até ao fim natural das suas vidas»
Lisboa, 24 dez 2017 (Ecclesia) – O cardeal-patriarca de Lisboa disse hoje na mensagem de Natal que o ano que termina fica marcado “por trágicos incêndios” e pela “grande solidariedade”, nomeadamente em relação aos mais idosos, a acompanhar “até ao fim natural das suas vidas”.
“Estamos a terminar um ano que, entre nós, foi marcado por trágicos incêndios, que vitimaram muitas pessoas e destruíram habitações e outros edifícios, com grave dano para a vida, o trabalho e o sustento de muitas outras também”, lembrou D. Manuel Clemente.
No texto da Mensagem de Natal, enviado à Agência ECCLESIA, o cardeal-patriarca de Lisboa disse também que este ano foi “marcado pela grande solidariedade de tantos que, na altura e ainda agora, estiveram e estão presentes e ativos para minorar e ultrapassar os efeitos da tragédia, com contribuições materiais e pessoais, que reforçam o que naturalmente cabe fazer às entidades públicas”.
“Certamente que, para o futuro, nos retomaremos mais conscientes do país que somos e do que devemos ser, mais organizados no território e mais coesos como sociedade, procurando o bem comum de todos”, sublinhou.
D. Manuel Clemente referiu-se depois à “grande solidão” em que vive “parte considerável” dos cidadãos portugueses, sobretudo idosos, “dispersos por locais isolados”, como mostraram os dias da tragédia dos incêndios, e lembrou o episódio bíblico que narra a apresentação de Jesus no tempo onde foi acolhido por dois idosos, Simeão e Ana.
“Esta referência evangélica há de levar-nos a considerar a existência humana como uma longa expetativa de respostas cabais e profundas, que só o tempo vivido e convivido geralmente pode dar. A essas respostas chamamos “sabedoria”, que é compreensão do verdadeiro sentido e valor das coisas”, afirmou.
“Cada idoso é uma experiência de vida e uma interpelação à convivência, que nos faz melhores, quando lhe correspondemos”, sublinhou o cardeal-patriarca de Lisboa.
Na mensagem vídeo, divulgada esta noite, o cardeal-patriarca de Lisboa recordou a mensagem do Papa Francisco a um colóquio internacional de médicos onde disse que, mesmo “quando a vida definha e precisa de especiais cuidados”, é necessária a presença de todos, “sem eutanásia e sem encarniçamento terapêutico”.
“Em todos e em cada um é a vida que acontece”, lembrou D. Manuel Clemente.
“Com este sentido alargado de uma convivência reforçada entre todas as gerações, encontramo-nos certamente melhor para o ano que se avizinha e para a vida de nós todos. Bom e feliz Natal para todos”, concluiu o cardeal-patriarca de Lisboa.
segunda-feira, 25 de dezembro de 2017
MEDITAÇÃO DIÁRIA - Seg, 25 - Natal do Senhor (Solenidade) - Missa do dia
Is 52, 7-10 / Slm 97 (98), 1-6 / Hebr 1, 1-6 / Jo 1, 1-18
«Muitas vezes e de muitos modos falou Deus antigamente aos nossos pais pelos Profetas. Nestes dias, que são os últimos, falou-nos por seu Filho...». Hoje celebramos a vinda definitiva de Deus ao mundo. Ele fez-Se um de nós. Por amor, vem falar-nos por Jesus Cristo, o seu Filho.
Deus é o Senhor que vem, que está sempre a vir ao nosso encontro. Nos «tempos antigos», falou-nos pela criação, mas agora, para chegarmos à plenitude da história, vem viver connosco e ser um de nós.
S. João começa o seu Evangelho apresentando-nos como que um resumo muito condensado da História da Salvação. Começa por nos dizer quem é Jesus. Sim, certo, é o Menino Jesus que hoje nasceu, mas Ele é o Verbo, a Palavra de Deus. É o princípio e o fim (finalidade), o Alfa e o Omega de tudo, Aquele por meio do qual tudo se fez «e sem Ele nada foi feito». É a Vida. É a Luz. O «Menino Jesus» é a Sabedoria de Deus que veio habitar entre nós. S. João esclarece imediatamente de quem se está a falar no seu Evangelho. O Deus Altíssimo que, por Amor, Se faz um de nós.
João esclarece que Deus Se faz «carne». Na linguagem bíblica, a «carne» é a dimensão de fragilidade da vida humana. Isto não significa simplesmente que Deus assumiu para Si um corpo com músculos e ossos, mas que Se tornou verdadeiramente um de nós. Tal como nós, não sabia tudo, não nasceu ensinado, mas sentia cansaço como nós, alegrias e tristezas, em tudo semelhante a nós exceto no pecado.
A Deus nunca ninguém O viu, mas todos temos em nós o desejo de O ver. Somos criados por Amor e para o Amor e o nosso coração não encontra a paz até que O encontremos. Só em Deus descansa a nossa alma, só n’Ele repousa o nosso coração. A Deus nunca ninguém O viu, mas o Filho Unigénito, Jesus Cristo, dá-O a conhecer. Agora que Deus Se fez um de nós, podemos ver a Deus olhando para Jesus. Para conhecer Deus basta contemplar Cristo, olhar para a sua vida, ver o que faz, ouvir o que diz e observar o modo como ama.
O Prólogo do Evangelho de S. João, que hoje rezamos, apresenta-nos o Senhor, mas só no fim de todo o Evangelho poderemos realmente conhecê-Lo. Nesta primeira página do Evangelho segundo S. João, sobrevoamos, tal como uma águia lá do alto sobrevoa os campos, a vida de Jesus, o Cristo, para podermos ter uma visão ampla de quem é Aquele cujo nascimento hoje celebramos.
«Muitas vezes e de muitos modos falou Deus antigamente aos nossos pais pelos Profetas. Nestes dias, que são os últimos, falou-nos por seu Filho...». Hoje celebramos a vinda definitiva de Deus ao mundo. Ele fez-Se um de nós. Por amor, vem falar-nos por Jesus Cristo, o seu Filho.
Deus é o Senhor que vem, que está sempre a vir ao nosso encontro. Nos «tempos antigos», falou-nos pela criação, mas agora, para chegarmos à plenitude da história, vem viver connosco e ser um de nós.
S. João começa o seu Evangelho apresentando-nos como que um resumo muito condensado da História da Salvação. Começa por nos dizer quem é Jesus. Sim, certo, é o Menino Jesus que hoje nasceu, mas Ele é o Verbo, a Palavra de Deus. É o princípio e o fim (finalidade), o Alfa e o Omega de tudo, Aquele por meio do qual tudo se fez «e sem Ele nada foi feito». É a Vida. É a Luz. O «Menino Jesus» é a Sabedoria de Deus que veio habitar entre nós. S. João esclarece imediatamente de quem se está a falar no seu Evangelho. O Deus Altíssimo que, por Amor, Se faz um de nós.
João esclarece que Deus Se faz «carne». Na linguagem bíblica, a «carne» é a dimensão de fragilidade da vida humana. Isto não significa simplesmente que Deus assumiu para Si um corpo com músculos e ossos, mas que Se tornou verdadeiramente um de nós. Tal como nós, não sabia tudo, não nasceu ensinado, mas sentia cansaço como nós, alegrias e tristezas, em tudo semelhante a nós exceto no pecado.
A Deus nunca ninguém O viu, mas todos temos em nós o desejo de O ver. Somos criados por Amor e para o Amor e o nosso coração não encontra a paz até que O encontremos. Só em Deus descansa a nossa alma, só n’Ele repousa o nosso coração. A Deus nunca ninguém O viu, mas o Filho Unigénito, Jesus Cristo, dá-O a conhecer. Agora que Deus Se fez um de nós, podemos ver a Deus olhando para Jesus. Para conhecer Deus basta contemplar Cristo, olhar para a sua vida, ver o que faz, ouvir o que diz e observar o modo como ama.
O Prólogo do Evangelho de S. João, que hoje rezamos, apresenta-nos o Senhor, mas só no fim de todo o Evangelho poderemos realmente conhecê-Lo. Nesta primeira página do Evangelho segundo S. João, sobrevoamos, tal como uma águia lá do alto sobrevoa os campos, a vida de Jesus, o Cristo, para podermos ter uma visão ampla de quem é Aquele cujo nascimento hoje celebramos.
domingo, 24 de dezembro de 2017
MEDITAÇÃO DIÁRIA - Dom, 24 – Domingo IV do Advento – Ano B
2 Sam 7, 1-5.8b-12.14a.16 / Slm 88 (89), 2-5.27.29 / Rom 16, 25-27 / Lc 1, 26-38
Na segunda leitura deste quarto domingo do Advento, S. Paulo fala-nos da «revelação do mistério encoberto desde os tempos eternos, mas agora manifestado». Esta palavra, «mistério», é por vezes mal compreendida. De que «mistério» está a falar S. Paulo? O mistério da nossa salvação. É isto que significa esta palavra: o plano salvífico que Deus, desde sempre, tem no seu coração.
A revelação de quem é Deus para nós foi sendo progressivamente feita ao longo de toda a história. Com a suavidade que só o Amor conhece, Deus foi manifestando a sua presença delicadamente, de modo que esta não se impusesse pela força, mas fosse, ao longo dos séculos, reconhecida como presente e cada vez mais próxima.
Começa com a criação. Tudo o que existe veio ao mundo porque «Deus disse...». Tudo é criado por Deus e de tudo e em tudo podemos reconhecer a sua presença. Depois da criação, Deus não nos abandonou, mas continuou no meio de nós. Enviou profetas que nos mostravam, na sua vida, o rosto de Deus. Por fim, em Jesus Cristo, Deus faz-Se um de nós e vem viver connosco. É Deus-Connosco. Em Cristo, tudo está revelado. Quando, na cruz, o Senhor diz: «Tudo está consumado», está a dizer que a História da Salvação está consumada, que o Amor do Pai está definitivamente revelado, que o mistério da nossa salvação está plenamente revelado.
No Evangelho, temos aquela que é uma das passagens mais conhecidas e mais representadas da Escritura, que nos mostra como se concretiza definitivamente a revelação do mistério da Salvação: a Anunciação.
Em Maria, nossa mãe, temos a imagem do que é a vida cristã, de qual é o fundamento da nossa vida: a incarnação de Cristo. Todos somos chamados a «dar à luz» Jesus. Claro que isto não é para ser lido num sentido físico, mas a vida cristã plena, à qual somos todos chamados, passa por dizer o nosso «Sim» como faz Maria. Dizendo «Sim» a Deus, uma coisa é certa: Ele vem habitar o nosso coração e ficamos «grávidos» de Deus. Se temos dentro de nós o Senhor, se abrimos as portas do nosso coração à sua presença, então na nossa vida, no trabalho, em casa, onde quer que estejamos, seremos presença de Deus. Através da nossa vida e com a nossa colaboração, Deus continua a vir ao mundo. Tal como há 2000 anos Deus quis precisar de Maria para vir ao Mundo, tal como, antes de Cristo, o Senhor Se fez presente pelos profetas e na criação, agora, hoje, precisa do nosso «sim» para fazer-Se carne na nossa vida.
Na segunda leitura deste quarto domingo do Advento, S. Paulo fala-nos da «revelação do mistério encoberto desde os tempos eternos, mas agora manifestado». Esta palavra, «mistério», é por vezes mal compreendida. De que «mistério» está a falar S. Paulo? O mistério da nossa salvação. É isto que significa esta palavra: o plano salvífico que Deus, desde sempre, tem no seu coração.
A revelação de quem é Deus para nós foi sendo progressivamente feita ao longo de toda a história. Com a suavidade que só o Amor conhece, Deus foi manifestando a sua presença delicadamente, de modo que esta não se impusesse pela força, mas fosse, ao longo dos séculos, reconhecida como presente e cada vez mais próxima.
Começa com a criação. Tudo o que existe veio ao mundo porque «Deus disse...». Tudo é criado por Deus e de tudo e em tudo podemos reconhecer a sua presença. Depois da criação, Deus não nos abandonou, mas continuou no meio de nós. Enviou profetas que nos mostravam, na sua vida, o rosto de Deus. Por fim, em Jesus Cristo, Deus faz-Se um de nós e vem viver connosco. É Deus-Connosco. Em Cristo, tudo está revelado. Quando, na cruz, o Senhor diz: «Tudo está consumado», está a dizer que a História da Salvação está consumada, que o Amor do Pai está definitivamente revelado, que o mistério da nossa salvação está plenamente revelado.
No Evangelho, temos aquela que é uma das passagens mais conhecidas e mais representadas da Escritura, que nos mostra como se concretiza definitivamente a revelação do mistério da Salvação: a Anunciação.
Em Maria, nossa mãe, temos a imagem do que é a vida cristã, de qual é o fundamento da nossa vida: a incarnação de Cristo. Todos somos chamados a «dar à luz» Jesus. Claro que isto não é para ser lido num sentido físico, mas a vida cristã plena, à qual somos todos chamados, passa por dizer o nosso «Sim» como faz Maria. Dizendo «Sim» a Deus, uma coisa é certa: Ele vem habitar o nosso coração e ficamos «grávidos» de Deus. Se temos dentro de nós o Senhor, se abrimos as portas do nosso coração à sua presença, então na nossa vida, no trabalho, em casa, onde quer que estejamos, seremos presença de Deus. Através da nossa vida e com a nossa colaboração, Deus continua a vir ao mundo. Tal como há 2000 anos Deus quis precisar de Maria para vir ao Mundo, tal como, antes de Cristo, o Senhor Se fez presente pelos profetas e na criação, agora, hoje, precisa do nosso «sim» para fazer-Se carne na nossa vida.
sábado, 23 de dezembro de 2017
A alegria dos pastores
Mensagem de Natal do bispo de Santarém às crianças
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| D. José Traquina |
Ficaram cheios de luz e assustados, mas o anjo sossegou-os e deu-lhes uma boa notícia que era motivo de alegria para todas as pessoas: em Belém nasceu um Menino que é o Messias, o Salvador.
Ler + http://www.agencia.ecclesia.pt/noticias/documentos/a-alegria-dos-pastores/
MEDITAÇÃO DIÁRIA, SÁB, 23 – FÉRIA DO ADVENTO
Mal 3, 1-4.23.24 / Slm 24 (25), 4-5.8-10 / Lc 1, 57-66
Sentar-Se-à para fundir e purificar. (1ª Leit.)
Sentar-Se-à para fundir e purificar. (1ª Leit.)
Hoje, o leitor faça um exame de consciência e peça a Deus que o purifique. Faça um exame de consciência sem propósito de emenda. Faça um exame de consciência aceitando-se como é e pedindo a Deus que queime o seu pecado, que o purifique no fogo do Deus amor.
quinta-feira, 21 de dezembro de 2017
MEDITAÇÃO DIÁRIA, QUI, 21 – FÉRIA DO ADVENTO
Cant 2, 8-14 ou Sof 3, 14-18 / Slm 32 (33), 2-3.11-12.20-21 / Lc 1, 39-45
Quando Isabel ouviu a saudação de Maria (…) ficou cheia do Espírito Santo. (Evang.)
Será que Nossa Senhora tem o poder de nos encher do Espírito Santo? De si, o Espírito Santo é enviado por Jesus, mas não me parece descabido pensar que o Espírito Santo, que enche Nossa Senhora, transborde, como uma característica que uma pessoa possui em grande quantidade transborda para fora dela, «estendendo-se» àqueles que a circundam. Assim, ao rezarmos a Nossa Senhora é natural que o Espírito Santo se torne mais vivo dentro de nós. O leitor não acha?
Quando Isabel ouviu a saudação de Maria (…) ficou cheia do Espírito Santo. (Evang.)
Será que Nossa Senhora tem o poder de nos encher do Espírito Santo? De si, o Espírito Santo é enviado por Jesus, mas não me parece descabido pensar que o Espírito Santo, que enche Nossa Senhora, transborde, como uma característica que uma pessoa possui em grande quantidade transborda para fora dela, «estendendo-se» àqueles que a circundam. Assim, ao rezarmos a Nossa Senhora é natural que o Espírito Santo se torne mais vivo dentro de nós. O leitor não acha?
quarta-feira, 20 de dezembro de 2017
CONFISSÕES - QUINTA-FEIRA, 21
18h30 - Confissões no Mucifal
21h00 - Adoração ao SS.mo Sacramento e Confissões de preparação para o Natal em Colares
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