terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Praia das Maçãs - 4 de Fevereiro


Colares - 3 de Fevereiro


Nucifal - 2 de Fevereiro


Destaques da Semana

- QUINTA-FEIRA: 1a do Mês. Adoração ao SS.mo Sacramento e Oração Vocacional no Mucifal às 18h00.
- SEXTA-FEIRA: 1a do Mês. Oração pela Paz, na Igreja do Mucifal às 15h00. Adoração ao SS.mo Sacramento e Confissões na Igreja de Colares às 18h00.
- SÁBADO: 1° Encontro de preparação para a Consagração "Totus Tuus" segundo o método de São Luis Maria de Monforte, no Centro Social Paroquial Colares para crianças e adultos das 11h00 às 12h00.

domingo, 29 de janeiro de 2017

Vaticano: Papa pede prioridade para a partilha sobre o «ter»

Encontro dominical de oração marcado por reflexão sobre as bem-aventuranças

Cidade do Vaticano, 29 jan 2017 (Ecclesia) – O Papa Francisco defendeu hoje no Vaticano que as comunidades católicas devem ser locais onde se privilegie a “partilha” sobre o “ter”, numa reflexão centrada nas bem-aventuranças.

“Os pobres, neste sentido evangélico, surgem como aqueles que têm em vista a meta do Reino dos Céus, fazendo entrever que o mesmo é antecipado, em semente, na comunidade fraterna, que privilegia a partilha ao ter”, disse, perante milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro para a recitação da oração do ângelus.

Francisco apresentou a passagem evangélica das bem-aventuranças como a “carta magna” do Novo Testamento, que manifesta a “vontade de Deus” de conduzir a humanidade à felicidade.

“Não é um mecanismo automático, mas um caminho de vida no seguimento do Senhor, pelo qual a realidade da dificuldade e da aflição é vista numa perspetiva nova e experimentada segundo a conversão que é levada a cabo”, precisou.

O Papa falou em particular da bem-aventurança que fala nos “pobres em espírito”, ou seja, os que “assumiram os sentimentos e a atitude dos pobres que, na sua condição, não se rebelam”.

“O pobre em espírito é o cristão que não confia em si mesmo, nas suas riquezas materiais, não se obstina nas suas opiniões pessoas, mas escuta com respeito e segue respeitosamente as decisões de outros”, assinalou.

A tradicional catequese dos domingos concluiu-se com uma oração à Virgem Maria, para que ajude os católicos a “abandonar-se a Deus, rico de misericórdia”.

OC

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

O que é ideologia de género (Legendas PT)

Este tema será discutido no fórum "Wahou" nos próximos dias 4 e 5 de Fevereiro.
Para mais informações visiste: https://goo.gl/76CyOG 

Papa: discutir com Deus também é oração

"Ele gosta quando você fica bravo e diz claramente aquilo que sente"


O Papa Francisco celebrou a missa na capela da Casa Santa Marta esta terça-feira (24/01), centralizando a sua homilia na Carta aos Hebreus proposta pela liturgia do dia.

Quando Cristo vem ao mundo, diz: “Tu não quiseste nem te agradaram vítimas, oferendas, holocaustos, sacrifícios pelo pecado’. ‘Eu vim para fazer a tua vontade’”. Estas palavras de Jesus – explicou o Papa – desfecham uma história de “eis-me” concatenados: “a história da salvação” é “uma história de ‘eis-me’”.

Depois de Adão, que se esconde porque tinha medo do Senhor, Deus começa a chamar e a ouvir a resposta daqueles homens e mulheres que dizem: “Eis-me. Estou disposto. Estou disposta”. Do eis-me de Abraão, Moisés, Elias, Isaías, Jeremias, até chegar ao grande “eis-me” de Maria e ao último “eis-me”, o de Jesus. “Uma história de ‘eis-me’, mas não automáticos”, porque “o Senhor dialoga com aqueles que convida”:

“O Senhor dialoga sempre com aqueles que convida a percorrer esta estrada e a dizer o eis-me. Há muita paciência, muita paciência. Quando lemos o Livro de Jó, todos esses raciocínios de Jó, que não entende, e as respostas, e o Senhor que fala, o corrige … e no final, qual é o eis-me de Jó? ‘Ah, Senhor, Tu tens razão: eu te conhecia somente por ouvir falar; agora os meus olhos te viram’. O eis-me quando existe a vontade, eh? A vida cristã é isto: um eis-me, um eis-me contínuo para fazer a vontade do Senhor. E um atrás do outro…. É belo ler a Escritura, a Bíblia, buscando as respostas das pessoas ao Senhor, como respondiam, e encontrar estas respostas é tão bonito. ‘Eis-me, eu vim para fazer a Tua vontade’”.

A liturgia de hoje nos exorta a refletir: como vai o meu eis-me ao Senhor?:

“Eu me escondo, como Adão, para não responder? Ou quando o Senhor me chama, ao invés de dizer ‘eis-me’ ou ‘o que quer de mim?’, fujo, como Jonas, que não queria fazer o que o Senhor lhe pedia? Ou faço de conta de fazer a vontade do Senhor, mas somente externamente, como os doutores da lei aos quais Jesus condena duramente? Faziam de conta: ‘Tudo bem, … nada de perguntas: eu faço isso e nada mais’. Ou olho para o outro lado, como fizeram o levita e o sacerdote diante daquele pobre homem ferido, agredido pelos brigantes, abandonado meio morto? Como é a minha resposta ao Senhor?”.

O Senhor nos chama todos os dias e nos convida a dizer o nosso eis-me – concluiu o Papa –, mas podemos “discutir” com Ele:

“Ele gosta de discutir conosco. Alguém me diz: ‘Mas, Padre, quando rezo, muitas vezes fico bravo com o Senhor…’: mas também isso é oração! Ele gosta quando você fica bravo e diz claramente aquilo que sente, porque é Pai! Mas isso é também um eis-me …. Ou me escondo? Ou fujo? Ou faço de conta? Ou olho para o outro lado? Cada um de nós pode responder: como é o meu eis-me ao Senhor, para fazer a Sua vontade na minha vida. Como é. Que o Espírito Santo nos dê a graça de encontrar a resposta”.

(Rádio Vaticano)

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

“Feliz Ano Novo”

Votos de uma ótima semana para todos e “Feliz Ano Novo”!

Que a semana está no início é certo, mas também um Ano Novo? É verdade, o Papa lembrou-o: no próximo sábado as famílias do Extremo Oriente celebram o Ano Novo Lunar e, por isso, Francisco enviou-lhes votos de alegria. Foi este domingo, na mensagem que dirigiu aos peregrinos que se encontravam na Praça de São Pedro, durante a oração mariana do Angelus, onde lembrou as vítimas dos nevões, em Itália. Este fim-de-semana, o Papa deu também uma nova entrevista, desta vez ao jornal espanhol “El Pais”.

Mas nestes dias há uma palavra que é central: Unidade. Na Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, são muitas histórias e as celebrações que recordam essa urgência. Depende de todos prosseguir nesse caminho…

Esta segunda-feira, a Agência Ecclesia vai publicar informações sobre a celebração do mártir S. Vicente e sobre a clausura das celebrações dos 800 anos dos dominicanos, em Portugal. Pelas 15h00, na RTP2, pode ouvir um físico, professor da Universidade de Coimbra, falar sobre a história dos Jesuítas. Chama-se Carlos Filhais e escreveu, com José Eduardo Franco, o livro “Jesuítas, construtores da globalização”. Mais tarde, no programa Ecclesia que passa na Antena 1 pelas 22h45, começamos a falar do filme "Silêncio". Partilhamos perspetivas e testemunhos sobre o filme que retrata a perseguição religiosa no Japão no século XVII.

Bons motivos para ter a Ecclesia por perto! Na internet, na televisão ou na rádio!

Boa semana!
Paulo Rocha

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Colares, 6ª Feira. 20 de Janeiro

 Missa Solene de São Sebastião, na Igreja de São Sebastião às 16h00. 

Encontro de Reflexão "A caminho com os Santos" no C.S.P.C. às 21h00.

Almoçageme - 12 de Janeiro às 10h00


Na Tua Palavra | D. NUNO BRÁS

O Salvador

“Nasceu-vos o Salvador” – foi assim, de acordo com o evangelho de S. Lucas, que os anjos evangelizaram os pastores na noite do nascimento de Jesus (Lc 2,11). A grande notícia para todos, a começar por aqueles homens simples e a terminar nos mais importantes, foi e é o nascimento do Salvador.

Isso significa, em primeiro lugar, que, da parte de Deus, o mundo tem salvação. Fora o mundo destinado à perdição; foram os homens condenados à auto-destruição (como alguns nos querem fazer acreditar) e Deus não teria perdido tempo connosco. Colocando-nos no lugar de Deus, talvez fosse mesmo isso que merecíamos: gente de coração duro e de pensamento frio; gente inconstante e capaz do melhor e do pior… – fôssemos nós Deus e já teríamos perdido a paciência com esta humanidade. Mas não: apesar de tudo, para Deus somos obra das suas mãos, onde Ele gravou a sua imagem. E, depois, há Jesus Cristo: e, por um justo, Deus não destruirá a cidade. E, em Jesus, antes e depois dele, muitos pecadores que se deixaram tornar justos, e que brilhasse na sua vida e no seu coração a justiça de Cristo: Deus não destruirá a cidade!

Mas a Boa Nova do nascimento do Salvador significa igualmente que existe, no meio do tempo, alguém que nos pode libertar. Insistimos em recusar Jesus Cristo. Os homens insistem em querer salvar-se a si mesmos. Em procurar outros caminhos mais fáceis (mesmo religiosos – e, alguns, disfarçados até de cristianismo), onde a auto-salvação possa ir de mãos dadas com a riqueza, a soberba, o egoísmo, a auto-glorificação…

Que essa recusa de Jesus acontecesse naqueles lugares onde ainda não ressoou o Evangelho, poderíamos compreender; mas que isso aconteça nestas terras onde praticamente desde o início aquele feliz anúncio foi escutado, ultrapassa todas as lógicas (penso nisto, e olho para mim, pecador, e percebo que talvez não seja assim tão estranho)!…

A história do mundo quase se poderia contar deste modo: a recusa de um Salvador, e a tentativa, sempre falhada, de acreditar apenas na humanidade e nas suas capacidades; e a insistência, persistência, perseverança de Deus em fazer-nos encontrar o Salvador… É um mistério esta paciência de Deus! Mas é uma tarefa de que Deus não nos dispensa, a nós, cristãos: o anúncio, diante de todos, hoje como naquela noite fria de Belém, de que nasceu o Salvador.

Notícias de Taizé

 Operação Esperança: Solidariedade com a Síria
Um ano após a sua visita à Síria, o irmão Alois lançou em Riga um um convite à solidariedade. Ele disse: «Através da nossa Operação Esperança, a colecta de Taizé, queremos apoiar financeiramente uma comunidade cristã em Alepo, na Síria, e outra em Mossul, no Iraque. Elas cuidam de crianças que sofrem traumatismos e contribuem para a reconstrução de casas destruídas. Com estas acções, ajudam as pessoas a permanecer nos seus países.»

O 40° Encontro Europeu de Jovens terá lugar em Basileia, na Suíça
O 40° Encontro Europeu de Jovens, no final de Dezembro de 2017, será animado por Taizé em Basileia, uma cidade suíça que se estende sobre três países, a França, a Suíça e a Alemanha. As Igrejas locais da região nestes três países e de todas as confissões escreveram juntas o convite. Vários responsáveis das Igrejas locais participaram no Encontro de Riga. Nos próximos meses publicaremos regularmente notícias sobre a preparação deste Encontro.

Oração
Jesus Cristo, nossa esperança, por ti a plenitude de Deus tornou-se muito próxima. Na instabilidade deste mundo e na fragilidade das nossas vidas, a tua luz não se apaga, ela é fonte de uma alegria serena.

Para receber regularmente as «Notícias de Taizé por e-mail», visite a página: http://www.taize.fr/taizenews.php?lang=pt

Solenidade de São Vicente - 22 de Janeiro

No próximo Domingo, 22 de janeiro, o Patriarcado de Lisboa celebra a Solenidade de São Vicente - padroeiro principal. Na celebração, vão tomar posse os novos cónegos e vigários. 
Participe ou acompanhe, em direto, através de www.patriarcado-lisboa.pt

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Migrações/Refugiados: Responsáveis católicos desafiam portugueses a deixar «indignação de sofá» e agir no terreno

17.º encontro de agentes sociopastorais decorreu em Leiria

Leiria, 15 jan 2017 (Ecclesia) – O 17.º encontro de agentes sociopastorais das migrações, da Igreja Católica em Portugal, chegou hoje ao fim com apelos em favor de um compromisso concreto da sociedade em favor dos refugiados.

“É urgente que os portugueses deixem de lado uma ‘indignação de sofá’, estimulada pelos picos de informação e a exploração de casos dramáticos, para agirem numa indignação plena que leve ao verdadeiro compromisso”, assinalam as conclusões do encontro, que decorreu em Leiria desde sexta-feira.

O documento, enviado à Agência ECCLESIA, pede uma “resposta pronta” ao atual desafio de acolhimento às famílias que estão para chegar a Portugal através da Plataforma de Apoio aos Refugiados (PAR).

“É necessário criar condições de um apoio humanitário imediato, defendendo a abertura de vias de acesso para que as pessoas se desloquem de forma segura e legal, para os países de acolhimento”, assinalam os responsáveis católicos da área das migrações.

A PAR e as organizações a ela associadas vão promover um “reforço de sensibilização e consciencialização” sobre o que é ser-se uma instituição de acolhimento, para que cada paróquia possa receber, pelo menos, uma família de refugiados, acolhendo o convite do Papa Francisco.

O 17º encontro dos agentes sociopastorais das migrações contou com cerca de 70 participantes, em volta do tema ‘Refugiados: euros ou pessoas?’.

A iniciativa anual é promovida pela Obra Católica Portuguesa de Migrações, a Cáritas Portuguesa, o Departamento Nacional da Pastoral Juvenil e a Agência ECCLESIA.

O documento conclusivo acusa os responsáveis europeus de “ignorar os valores que impulsionaram a sua união”, falhando no acolhimento e na integração de pessoas e famílias refugiadas.

“A Europa não está a ser capaz de assumir as suas responsabilidades, tendo vindo a mostrar-se, escandalosamente, ‘tímida’ na resolução da crise da mobilidade humana que o mundo atravessa”, referem as conclusões.

Os participantes no encontro rejeitam argumentos económicos para justificar a falta de acolhimento a mais refugiados, pedindo que os líderes políticos evitem a promoção de “medos infundados” que estão na origem de “comportamentos xenófobos”.

“A defesa dos direitos humanos é uma garantia de segurança aos olhos de quem procura a Europa como local de destino e a não arbitrariedade nos critérios para o acolhimento é uma exigência ética, acrescenta o documento.

Os participantes concluem com um elogio ao ambiente que se vive em Portugal no campo das relações inter-religiosas, um “contributo fundamental para a integração das famílias refugiadas”.

OC