sexta-feira, 21 de outubro de 2016

C55 - Perfeito ou Pecador? - 30.º Domingo Tempo Comum (Ano C) - P. Paulo...

DESAFIO-TE:
E tu, onde é que tu te colocas? De pé, idolatrando-te a ti próprio ou reconheces onde está o verdadeiro Deus na tua vida?

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Lisboa: A morte e a vida em conferência

Lisboa: A morte e a vida em conferência: No próximo dia 18 de Outubro a paróquia do Parque das Nações, no Patriarcado de Lisboa, recebe uma conferência subordinada ao tema.

Catequese, a tarefa diz respeito a todos nós

No mês de Outubro, as famílias cristãs são chamadas a cuidar da inscrição dos seus filhos e netos na Catequese, para lhes proporcionar que a alegria da fé comece a despertar e se fortaleça nos seus corações.
As famílias têm o dever de cuidar da transmissão da fé às novas gerações, e estas têm o direito de receber os fundamentos da fé de seus pais e as tradições e valores a ela associados.
Embora se tenha verificado uma dinâmica secularista muito forte na nossa sociedade, as famílias estão a reconhecer a importância da Catequese na formação dos seus filhos, o que é muito positivo e nos deve incentivar a todos nas paróquias a apostar na formação dos catequistas e na formação de adultos, sobretudo através de cursos bíblicos, jornadas do Evangelho, lectio divina, e outras possibilidades para ajudar as famílias a aprofundar a mensagem bíblica.
Recordamos o nº 67 da exortação apostólica Catechesi Tradendae, a Catequese para Hoje, que nos ajuda a refletir sobre a importância da Catequese Paroquial:

“A comunidade paroquial deve continuar a ser a animadora da catequese e o seu lugar privilegiado.” É, por isso, necessário “que se continue a dar-lhe de novo estruturas adequadas, conforme for preciso, e sobretudo novo impulso mediante a integração crescente de membros qualificados, responsáveis e generosos.”
“Dito isto, e tendo em conta a necessária diversidade dos lugares de catequese — a própria paróquia, as famílias que acolhem crianças e adolescentes, as aulas de religião nas escolas do Estado, as instituições escolares católicas, os movimentos de apostolado que mantêm tempos reservados à catequese, os centros abertos a todos os jovens, os «fins de semana» para formação espiritual, etc. — importa sobremaneira que todos estes canais catequéticos convirjam realmente para uma mesma confissão de fé, para uma comum consciência de pertencer à mesma Igreja e para uma fidelidade aos compromissos na sociedade, vividos com o mesmo espírito evangélico: «... um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai ...».”

“(…) Em resumo, sem monopolizar nem querer uniformizar, a paróquia, como se disse acima, continua a ser o lugar privilegiado da catequese. Precisa para isso de reencontrar a sua vocação neste aspeto, que é a de ser a casa de família, fraterna e acolhedora, onde os batizados e confirmados tomam consciência de ser Povo de Deus e onde o pão da boa doutrina e o pão da Eucaristia lhes são repartidos com abundância, no quadro de um único ato de culto (117); é daí que são quotidianamente reenviados para a sua missão apostólica em todos os sectores da vida do mundo.”

domingo, 16 de outubro de 2016

sábado, 15 de outubro de 2016

5 Grandes falhas dos discípulos de Jesus Cristo


1. FALTA DE PRIORIDADE
Quando a mulher do vaso de alabastro derrama perfume sobre a cabeça de Jesus (Mc 14, 9), a preocupação dos discípulos estava no valor do perfume e não em honrar Jesus, na sua pessoa e na pessoa do próximo. Preocuparam-se mais com o valor das coisas do que com o valor do ser humano.

2. NÃO COMPREENDER OS PROPÓSITOS DE DEUS
Judas criou no seu coração a expectativa de que Jesus seria um rei no sentido político daquele tempo. Quando viu que Jesus estava a anunciar a sua morte e que Ele não correspondia às suas expectativas pessoais, ficou carregado de frustrações no seu coração. Daí resultou a infidelidade e a traição (Mc 14, 10 e 11).
O mesmo aconteceu com os filhos de Zebedeu, Tiago e João, que pedem a Jesus para se sentarem ao seu lado no reino (Mc 10, 35-45). No texto paralelo de Mateus (Mt 20), é a mãe deles que vai falr com Jesus.

3. FALTA DE AUTOCONHECIMENTO
Na mente dos discípulos nenhum deles negaria Jesus (Mc 14, 17-19.27-31), mas a pressão da situação mostrou que eles não se conheciam o suficiente. No Getsêmani, deixando-O, fugiram todos (MC 14, 50)

4. FALTA DE EMPATIA
No Getsêmani, Jesus convidou os discípulos mais íntimos para partilharem a sua dor. Jesus queria receber apoio dos seus companheiros, queria homens intercessores ao seu lado, mas infelizmente os discípulos dormiram.
Antes, quando Ele queria abençoar as crianças, eles estavam a afastá-las (Mc 10, 14), por exemplo.

5. FALTA DE COMPROMISSO
Quando Jesus vê a multidão faminta e desorientada, quer dar-lhes de comer. Mas os discípulos sugerem que a mande embora (Mc 8, 1-10).

O BOM CARÁTER DE DEUS
- Jesus vela pelos seus discípulos (Mc 14, 3-9).
- Jesus sabe o nosso futuro, sabe quem encontraremos no nosso caminho (Mc 14, 13-16).
- Jesus nos da a chance de nos arrependermos mostrando a consequência dos nossos atos (Mc 13, 17-21).
- Jesus sabe o que é se entristecer, ter medo e angustia, Ele pode identificar-Se connosco nessas situações (Mc 14, 72).

PRINCÍPIOS E VALORES
- Devemos perguntar a Jesus como ele quer que façamos as coisas (Mc 14, 12).
- Ao orarmos podemos expressar a nossa vontade a, Deus porém temos que nos submeter a vontade do Pai como Jesus nos ensinou (Mc 14, 36).
- Temos que vigiar e orar para não cair em tentação (Mc 14, 38).

Adaptado de: http://devocional-747.blogspot.pt

AMAR ATÉ AO FIM

“Amar até ao Fim” é o tema de uma conferência que pretende esclarecer cristãos e não cristãos sobre a temática da eutanásia. Este encontro, organizado pela Paróquia de Cascais, realiza-se no dia 17 de Outubro, às 21h30 no Centro Cultural de Cascais, e conta com a presença da deputada e médica Isabel Galriça Neto e o jurista Pedro Vaz Patto, presidente da Comissão Nacional de Justiça e Paz.
A entrada é gratuita mas os participantes deverão fazer uma pré-inscrição através do email:

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Lisboa | NOVO ANO PASTORAL

Patriarcado promove formação para catequistas

O Setor da Catequese de Lisboa disponibiliza diversas formações catequéticas destinadas aos catequistas, estando disponíveis quatro tipos: Formação Inicial, Curso de Iniciação, Curso Geral e Formação Permanente por Catecismos.
 
A Formação Inicial destina-se a todos os começam a trabalhar na catequese da Igreja sem terem frequentado o curso de iniciação e também aos catequistas auxiliares; o Curso de Iniciação decorre em diversas vigararias da diocese; o Curso Geral visa completar a formação do catequista; e a Formação por Catecismos, do 1º ao 6º, proporciona uma introdução ao catecismo e um auxílio à programação do ano catequético.
 
Informações: 218810533 ou www.catequese.net

Pensamento do dia

  Fazei as coisas com perfeição, mas também com desembaraço. Quem é responsável por qualquer trabalho deve ser ainda mais despachado que os outros. 


domingo, 9 de outubro de 2016

Carta aos diocesanos de Lisboa, para garantir espiritualmente o Sínodo

Caríssimos diocesanos,

De 30 de novembro a 4 de dezembro reúne-se a nossa assembleia sinodal segundo o Código de Direito Canónico (cân. 460 ss). Como vos tenho dito e escrito, vejo-a como a etapa “canónica” da nossa caminhada sinodal, sendo esta muito mais vasta e englobante do conjunto da diocese, antes, durante e depois.
Tudo começou com a exortação apostólica A alegria do Evangelho (Evangelii Gaudium) do Papa Francisco, de 24 de novembro de 2013, convidando-nos para uma nova etapa evangelizadora e indicando caminhos para o percurso da Igreja nos próximos anos (cf. EG, 1).
O Papa quis também que em cada diocese “amadurecessem” os organismos de participação canonicamente previstos - entre os quais o sínodo diocesano – e outras formas de diálogo pastoral. E que tal acontecesse, não tanto por motivos de “organização eclesial”, mas com “o sonho missionário de chegar a todos” (cf. EG, 31).
Ouvido o Conselho Presbiteral, que se pronunciou unanimemente neste sentido, começou o nosso caminho sinodal, em que participaram milhares de fiéis do Patriarcado, juntando reflexões e ensaiando ações a partir dos cinco capítulos da exortação apostólica, tudo envolvido na oração pessoal e comunitária. Com o que enviaram para a comissão preparatória, elaborou-se o Documento de Trabalho que está na base da próxima assembleia sinodal. Com plena liberdade de ação do Espírito, procuraremos que o caminho sinodal de Lisboa, que envolveu tantos fiéis leigos, consagrados e ordenados, seja tomado no seu conjunto e continue depois, na aplicação concreta dos tópicos e critérios entretanto apurados.

Neste dia em que vos escrevo, celebra-se em toda a Igreja a Memória de Nossa Senhora do Rosário, ocasião propícia para insistir na necessidade de, com Maria, Mãe de Jesus, perseverarmos unidos em oração (cf. Ac 1, 14). Esta atitude “garantiu” a primeira evangelização e garantirá agora a que levarmos por diante.
O próprio Papa Francisco o indica na exortação apostólica, na parte referente a “Maria, a Mãe da evangelização” (cf. 284 ss). Retomo alguns pontos do que nos escreve a propósito:
Maria é indispensável na herança de Jesus. Mais ainda, é com Ela que O podemos contemplar e seguir, com verdade e empenho. Escreve o Papa: «Ao pé da cruz, na hora suprema da nova criação, Cristo conduz-nos a Maria; conduz-nos a ela, porque não quer que caminhemos sem uma mãe: e, nesta imagem materna, o povo lê todos os mistérios do Evangelho» (EG, 285).
Geralmente falando, ninguém conhece tão bem os filhos como as suas mães. Para conhecer Jesus e O testemunhar no mundo é-nos imprescindível aprender com Maria o que nela primeiramente se passou, em relação a Jesus e ao respetivo seguimento. Acertarmos na evangelização a fazer entre nós, só com Maria é possível, em meditação orante.
Da sua parte, o exercício é constante, cumprindo a maternidade eclesial que Jesus lhe confiou. Da nossa parte, a oração seja agora mais insistente, em filial correspondência. Oiçamos o Papa: «Ela é a missionária que se aproxima de nós, para nos acompanhar ao longo da vida, abrindo os corações à fé com o seu afeto materno. Como uma verdadeira mãe, caminha connosco, luta connosco e aproxima-nos incessantemente do amor de Deus» (EG, 286).
Maria ensina-nos a todos o que Ela mesma aprendeu e viveu a respeito do Jesus e do Evangelho. E não há melhor aprendizagem do que a que temos das nossas mães, nem vínculo mais duradouro e profundo para a família inteira. Roguemos então com o Papa: «À Mãe do Evangelho vivo, pedimos que interceda a fim de que este convite para uma nova etapa da evangelização seja acolhido por toda a comunidade eclesial. […] Hoje fixamos nela o olhar, para que nos ajude a anunciar a todos a mensagem de salvação e para que os novos discípulos se tornem comprometidos evangelizadores» (EG, 287).
Maria oferece a quem lho peça o que lhe é tão próprio enquanto mulher e mãe. O Papa define-o como ternura e afeto, sentimentos indispensáveis à evangelização no seu todo: «Há um estilo mariano na atividade evangelizadora da Igreja.
Porque sempre que olhamos para Maria voltamos a acreditar na força revolucionária da ternura e do afeto». E, depois de sumariar as atitudes essenciais da Mãe de Jesus, o Papa conclui: «Esta dinâmica de justiça e ternura, de contemplação e de caminho para os outros, faz dela um modelo eclesial para a evangelização. Pedimos-lhe que nos ajude com a sua oração materna, para que a Igreja se torne uma casa para muitos, uma mãe para todos os povos, e torne possível o nascimento de um mundo novo» (EG, 288).

Caríssimos diocesanos do Patriarcado de Lisboa: Reforcemos a todos os níveis – pessoal, familiar e comunitário – a oração pelo Sínodo e os seus frutos. Como indica o Papa Francisco, façamo-lo em chave mariana, para que com Maria aprendamos Cristo e O testemunhemos como agora importa e tanto urge.
Repetindo a oração que temos feito desde o início da nossa caminhada sinodal de Lisboa: «Maria, Mãe da Igreja, ajudai-nos a dizer o nosso “sim”. Dai-nos a audácia de buscar novos caminhos para que chegue a todos o dom da beleza que não se apaga. Virgem da escuta e da contemplação, intercedei pela nossa Igreja de Lisboa, em caminho sinodal, para que nunca se feche nem se detenha na sua paixão por instaurar o Reino. Estrela da nova evangelização, ajudai-nos a resplandecer com o testemunho da comunhão, do serviço, da fé ardente e generosa, da justiça e do amor aos pobres, para que a alegria do Evangelho chegue até aos confins da terra e nenhuma periferia fique privada da sua luz. Mãe do Evangelho vivo, manancial de alegria para os pequeninos, rogai por nós. Ámen.»

Convosco, irmão e amigo,

+ Manuel, Cardeal-Patriarca

Lisboa, 7 de outubro de 2016, Memória de Nossa Senhora do Rosário

sábado, 8 de outubro de 2016

“Venham ver a viagem em toada musical”

O Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, desafia os diocesanos, através de uma mensagem, a assistirem ao musical “Partimos. Vamos. Somos” – o musical dos 300 anos do Patriarcado de Lisboa.

Mensagem:

"Partimos. Vamos. Somos: Mais do que três palavras, indicam uma vida plena, como realmente acontece. Só é, quem "parte", de corpo e alma parte, e assim mesmo acontece. Como queremos para nós e para todos. Trezentos anos de Patriarcado em Lisboa, aludem ao que se chegou a ser porque antes se partira. Já de trás, como os que aqui tinham chegado tantos séculos antes com o Evangelho de Cristo. Como os que se têm acrescentado de 1716 para 2016. E os que hão de partir também, mesmo que fiquem onde estão, na viagem e torna viagem que o nosso mundo proporciona e reclama. Às vezes até bem perto, para que ninguém fique sem terra. Venham ver a viagem em toada musical. Venham ser com os que foram, para acontecerem sempre mais agora.

Convosco, partindo aqui,
+ Manuel Clemente

O elenco do musical é composto por jovens da Diocese de Lisboa, a encenação está a cargo de Matilde Trocado e o texto é da responsabilidade do padre Hugo Gonçalves.
O musical “Partimos. Vamos. Somos” acontece por ocasião das comemorações dos 300 anos do Patriarcado de Lisboa e “pretende mostrar o facto de Lisboa, no passado e no presente, ser uma cidade marcada pelo empenho missionário”.

A estreia está marcada para o próximo dia 18 de novembro, no Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa, e os bilhetes já estão à venda, nos locais habituais e em http://ticketline.sapo.pt.

C53 - Duas Curas - 28.º Domingo Tempo Comum - P. Francisco Martins

DESAFIO-TE:
Esta semana, põe a mão na consciência. Disponho de cinco minutos para agradecer a Deus os seus inúmeros dons?

01 - O ensino da prece cristã

A oração do Pai Nosso, deixada pelo próprio Jesus, surge a partir de um pedido dos Seus discípulos: “Senhor, ensina-nos a orar” (Lc 11, 1). Cristo,

02 - O primeiro passo para começar a rezar

Toda oração é um relacionamento entre a nossa miséria e a misericórdia de Deus. Rezar não é simplesmente mexer os lábios, mas encontrar-se com uma Pessoa. Nesta 2.ª aula do nosso curso “Ensina-nos a orar”, descubra qual o primeiro passo para começar a ter vida de oração, a partir da lição do Senhor: “Tu, quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta e ora ao teu Pai que está no escondido” (Mt 6, 6).

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

PENSAMENTO DO DIA

Não nos devemos deixar absorver totalmente pelas actividades exteriores; devemos reservar sempre uma parte do coração para Deus. Mesmo durante o estudo ou o trabalho podemos rezar algumas jaculatórias. 

Beato José Allamano