| Os aniversariantes |
segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
ESCUTAR PARA VIVER
A Escola de Oração de S. José vai realizar, no próximo dia 14 de janeiro, sábado, um encontro "Escutar para viver" - uma proposta que proporciona um dia de escuta da Palavra, formação, oração, celebração, silêncio, partilha.O tema deste encontro será:
“Fazei o que Ele vos disser!” (Jo 2,5)
com Maria ser discípulos de Jesus
As inscrições decorrem até dia 7 de janeiro, através de escolaoracao@gmail.com
Dia Mundial da Paz
Hoje, 1 de janeiro de 2017, é o Dia Mundial da Paz. Há 50 anos que o Papa dirige uma Mensagem a todas as mulheres e a todos os homens para este dia. Paulo VI tomou essa iniciativa, em 1967 e, daí para cá, São João Paulo
II, Bento XVI e agora o Papa
Francisco deram-lhe continuidade.
A 50ª Mensagem propõe a não-violência como caminho para a paz. E encontra pistas que concretizam esta sugestão do Papa Francisco, no ambiente de cada um e no relacionamento entre Estados, nas reportagens publicadas pela Agência Ecclesia..
Dia 1 de janeiro é também o dia em que inicia funções António Guterres como secretário-geral das ONU. A esse propósito, pedimos ao Francisco Noronha de Andrade que nos mostrasse os seus arquivos do dia 1 de janeiro de 1917. Há cem anos, a poucos meses das Aparições de Fátima, fazem-se profecias de paz no primeiro dia do ano… Que assim aconteça também para o mandato de António Guterres.
Hoje, é a liturgia católica assinala a solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus. Jovens da Diocese de Lisboa, nomeadamente os que integram o movimento ‘Eu Acredito’’, participam na celebração da Missa, no Mosteiro dos Jerónimos, e numa procissão que se lhe segue até ao Padrão dos Descobrimentos, com a Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima, onde se vai realizar um gesto pela paz. Uma boa forma de começar o ano!
O que passou, 2016, é recordado por António Bagão Félix na Ecclesia por sete palavras começadas por ‘E’.
Feliz Ano Novo! Que a justiça e a paz marquem cada um dos seus dias!
Paulo Rocha
A 50ª Mensagem propõe a não-violência como caminho para a paz. E encontra pistas que concretizam esta sugestão do Papa Francisco, no ambiente de cada um e no relacionamento entre Estados, nas reportagens publicadas pela Agência Ecclesia..
Dia 1 de janeiro é também o dia em que inicia funções António Guterres como secretário-geral das ONU. A esse propósito, pedimos ao Francisco Noronha de Andrade que nos mostrasse os seus arquivos do dia 1 de janeiro de 1917. Há cem anos, a poucos meses das Aparições de Fátima, fazem-se profecias de paz no primeiro dia do ano… Que assim aconteça também para o mandato de António Guterres.Hoje, é a liturgia católica assinala a solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus. Jovens da Diocese de Lisboa, nomeadamente os que integram o movimento ‘Eu Acredito’’, participam na celebração da Missa, no Mosteiro dos Jerónimos, e numa procissão que se lhe segue até ao Padrão dos Descobrimentos, com a Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima, onde se vai realizar um gesto pela paz. Uma boa forma de começar o ano!
O que passou, 2016, é recordado por António Bagão Félix na Ecclesia por sete palavras começadas por ‘E’.
Feliz Ano Novo! Que a justiça e a paz marquem cada um dos seus dias!
Paulo Rocha
domingo, 1 de janeiro de 2017
Dia Mundial da Paz: Mensagem do Papa Francisco é «ousada e corajosa»
Padre José Vieira, superior provincial dos Missionários Combonianos, sublinha importância de apostar nas famílias
Lisboa, 31 dez 2016 (Ecclesia) – O padre José Vieira, superior provincial dos Missionários Combonianos em Portugal, aponta “a família como primeiro laboratório para a paz”.Numa reflexão sobre o Dia Mundial da Paz que vai ser assinalado este domingo, e publicada no Semanário ECCLESIA, o sacerdote salienta que “a não-violência aprende-se de pequenino em casa” e que tão almejado “desarmamento”, não só material mas do coração, tem origem em pequenos “gestos” como “o diálogo, respeito, a busca do bem do outro”.
“Não há violências maiores e menores, nem violências de estimação. O coração humano é o campo de batalha onde a violência e a paz se defrontam, onde nasce o conflito”, escreve aquele responsável, que esteve vários anos em missão no Sudão e acompanhou de perto a tensão naquele país, hoje dividido entre sul e norte.
O padre José Vieira realça que “a violência dá sempre mais violência para gáudio e ganho de uns tantos senhores da guerra”, ao mesmo tempo que desvia dos mais pobres “recursos” essenciais para a sua subsistência e desenvolvimento.
Destaca ainda a mensagem que o Papa Francisco escreveu para o 50.º Dia Mundial da Paz, em que “apela ao desarmamento, à proibição e abolição das armas nucleares” mas também a outros males da sociedade atual, como a “violência doméstica e abuso sobre mulheres e crianças, o descarte das pessoas, os danos do meio ambiente” e a vertigem do “vencer a todo o custo”.
Para o superior provincial dos Missionários Combonianos em Portugal, a mensagem do Papa argentino apresenta-se como “uma proposta ousada e corajosa”, sobretudo para a ação dos cristãos na sociedade.
“Hoje, ser verdadeiro discípulo de Jesus significa aderir também à sua proposta de não-violência”, realça Francisco no seu texto.
O padre José Vieira destaca ainda a ação de António Guterres, secretário-geral designado da ONU, que ainda enquanto Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados visitou o Sudão e vários outros países marcados pela guerra e pela violência.
No seu discurso de juramento, António Guterres “defendeu a reforma do sistema de manutenção de paz das Nações Unidas”, mais “baseado na prevenção, resolução de conflitos, manutenção e construção da paz e desenvolvimento”, ideia que o missionário comboniano apoia e reforça.
“A ética da fraternidade e da coexistência pacífica não seria mais efetiva para proteger e manter a paz entre os povos? Resultou na África do Sul e é incomparavelmente mais barata que a solução militar”, sustenta o padre José Vieira.
O Dia Mundial da Paz foi instituído pelo Papa Paulo VI (1897-1978) e é celebrado no primeiro dia do novo ano.
A mensagem do Papa Francisco para 2017, intitulada ‘A não-violência: estilo de uma política para a paz’, merece amplo destaque no Semanário ECCLESIA.
JCP
sexta-feira, 30 de dezembro de 2016
Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus - 1 de Janeiro
- SÁBADO: Missas Vespertinas no Mucifal às 19h00. e nas Azenhas do Mar às 22h30 seguida de Adoração ao SS.mo Sacramento.
- DOMINGO:.Missas em Almoçageme às 10h30 e em Colares às 12h00 e 18h30
- DOMINGO:.Missas em Almoçageme às 10h30 e em Colares às 12h00 e 18h30
quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
segunda-feira, 26 de dezembro de 2016
Destaques da semana
- MISSAS DA SEMANA: 3ª e 6ª feira em Colares às 19h00, 4ª feira em Almoçageme às 9h30 e 5ª feira em Colares às 19h30 (não haverá missa no Mucifal)
- QUARTA-FEIRA: Reunião da Legião de Maria no Mucifal às 15h00. Adoração ao SS.mo Sacramento, nas Azenhas do Mar às 21h30.
- QUINTA-FEIRA: Aniversário do Sr. Prior. Missa em Colares às 19h30 seguida de jantar-convívio, na varanda.
- QUARTA-FEIRA: Reunião da Legião de Maria no Mucifal às 15h00. Adoração ao SS.mo Sacramento, nas Azenhas do Mar às 21h30.
- QUINTA-FEIRA: Aniversário do Sr. Prior. Missa em Colares às 19h30 seguida de jantar-convívio, na varanda.
domingo, 25 de dezembro de 2016
D. Manuel Clemente lembra que o Natal se reflecte no rosto dos que estão sós
25 dez, 2016 - 16:54
O Cardeal Patriarca de Lisboa, na homilia de Natal, esta manhã na Sé de Lisboa, lembra que o Natal se reflecte no rosto de todos os que estão sós ou abandonados e dos que vivem em situações muito difíceis. D. Manuel Clemente sublinha que a oração aproxima todos de todos.
O Cardeal Patriarca de Lisboa, na homilia de Natal, esta manhã na Sé de Lisboa, lembra que o Natal se reflecte no rosto de todos os que estão sós ou abandonados e dos que vivem em situações muito difíceis. D. Manuel Clemente sublinha que a oração aproxima todos de todos.
Hoje dia de Natal a Missa das 18h30 é celebrada no Mucifal
O nascimento de Jesus foi um evento muito importante para todos nós. Deus veio à terra e viveu entre nós, como um homem. A própria História foi dividida em antes e depois de seu nascimento!
Jesus nasceu de condição humilde, não como um rei. Seu nascimento milagroso, de uma virgem, prova que ele era mais que um homem - ele também era Deus. Ele nasceu com uma missão: salvar o mundo do pecado e nos unir novamente com Deus.
sábado, 24 de dezembro de 2016
Mensagem do Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente*
O Natal, cada Natal, é ocasião oportuna e necessária para nós aprendermos o modo divino de acontecer e o modo solidário de agir. O modo divino de acontecer porque é sempre para nós uma surpresa como Deus apareceu no mundo – foi esperado, e é esperado, por tantas gerações e depois acontece assim, tão imprevisivelmente num lugar recôndito em Belém de Judá, sem lugar na hospedaria… e é assim que Deus acontece no mundo e por isso temos de estar muito atentos a este modo divino de acontecer para também podermos coincidir com Ele em tudo aquilo que é mais simples e que foge às atenções, mas é o lugar de Deus.
E daqui o modo solidário de agir. Porque não podemos esquecer aquela frase do Evangelho de que o Menino foi deitado numa manjedoira porque não havia lugar na hospedaria. Quantas pessoas ainda hoje, quantos meninos, quantos outros que já nasceram há mais tempo não têm um teto que os abrigue com dignidade, não têm uma casa onde possam viver como Deus quer. Daí a solidariedade, para que, de ano para ano, de Natal em Natal, todos nós como sociedade – e nós, cristãos, integramos uma sociedade que deve crescer precisamente aí, na solidariedade – vamos resolvendo esta problemática da habitação, que é uma problemática fundamental para que tudo o resto possa acontecer bem. O crescer, a educação, a convivência, a família, tudo! Porque a casa é a nossa maneira correta de vivermos e de convivermos, de guardar e fomentar a vida familiar e de possibilitar que depois a vizinhança seja cada vez mais concreta, mais próxima e mais realizadora.
Por isso, que neste Natal nos fixemos nestas duas notas: no modo divino de acontecer e no modo solidário de agir, consequentemente.”
* declaração ao Jornal VOZ DA VERDADE
E daqui o modo solidário de agir. Porque não podemos esquecer aquela frase do Evangelho de que o Menino foi deitado numa manjedoira porque não havia lugar na hospedaria. Quantas pessoas ainda hoje, quantos meninos, quantos outros que já nasceram há mais tempo não têm um teto que os abrigue com dignidade, não têm uma casa onde possam viver como Deus quer. Daí a solidariedade, para que, de ano para ano, de Natal em Natal, todos nós como sociedade – e nós, cristãos, integramos uma sociedade que deve crescer precisamente aí, na solidariedade – vamos resolvendo esta problemática da habitação, que é uma problemática fundamental para que tudo o resto possa acontecer bem. O crescer, a educação, a convivência, a família, tudo! Porque a casa é a nossa maneira correta de vivermos e de convivermos, de guardar e fomentar a vida familiar e de possibilitar que depois a vizinhança seja cada vez mais concreta, mais próxima e mais realizadora.
Por isso, que neste Natal nos fixemos nestas duas notas: no modo divino de acontecer e no modo solidário de agir, consequentemente.”
* declaração ao Jornal VOZ DA VERDADE
sexta-feira, 23 de dezembro de 2016
Palavras de Fé - O DOM DO NATAL
Celebramos mais uma vez o Natal do Senhor. Acabamse
as palavras. A prosa torna-se pequena. Deus connosco
é a Palavra! Deus feito da nossa raça. Deus construiu
a sua tenda, acampou neste mundo e da forma
mais humana possível.
Aqui está. Deus está ao nosso lado. Deus é dos nossos,
do que é nosso, do mesmo barro, mas não está manchado
de lama. Igual, mas especial. Igual, mas com
divindade que transborda por todos os lados, porque
vem para revelar o Pai, para que entendamos Deus e o
mistério da sua vontade e do Seu amor.
No Natal celebramos o mistério da Encarnação. Deus
descendo, fazendo-se de cá, sem fazer barulho. Deus
assumindo o que somos, entendendo-nos no mais fundo
de nós, onde jogamos a nossa vida, os sentimentos,
todo o mistério humano. Deus feito homem para nos ajudar
a nos entendermos, que somos mistério
.
Deus surpreendendo-nos. Este Deus acampado não
cabe na cabeça. Se o quisermos conter em ideias não
conseguimos. Deus já só cabe no coração. Rompeu
toda a lógica, deslumbrou-nos.
Muitos não conseguem acreditar nisto. Muitos não conseguem
reconhecê-lo. Muitos não o querem receber.
Outros ficam-se na verdade das suas pequenas verdades,
incapazes de abrir o coração ao Deus connosco.
Mas quem vive com o coração aberto, pode recebê-lo. E
uma nova existência começará: sentir e saborear que
Deus nos torna filhos, que Deus nos torna seus filhos e
por isso sua família.
É a nova família que não se constitui nem pela carne
nem pelo sangue, mas pela corrente de fé, de confiança,
de abertura ao que é possível porque Deus é dom.
A todos um abençoado e feliz Natal! Que o Menino
Jesus a todos conceda uma fé forte e generosa!
Pe. José António Rebelo da Silva
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
quarta-feira, 21 de dezembro de 2016
domingo, 18 de dezembro de 2016
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
Destaques da Semana
- TERÇA-FEIRA: 14h30 - Confissões aos doentes e idosos da Praia das Maçãs e Azenhas do Mar.
- QUARTA-FEIRA: Confissões de preparação para o Natal em Almoçageme, às 10h00. Reunião da Legião de Maria no Mucifal às 15h00.
- QUINTA-FEIRA: Confissões aos doentes de Almoçageme a partir das 11h00. Confissões no Mucifal às 18h30.
- SEXTA-FEIRA: Confissões aos doentes e idosos de Colares a partir das 15h00. Festa de Natal da catequese, no Mucifal às 21h00, Pavilhão do Mucifalense.
domingo, 11 de dezembro de 2016
Patriarcado de Lisboa
Membros da Assembleia Sinodal que decorreu entre 30 de novembro e 4 de dezembro, noTurcifal - Centro Diocesano de Espiritualidade
sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
Mensagem do Papa Francisco por ocasião do Sínodo Diocesano de Lisbo
Venerado Irmão
D. MANUEL CLEMENTE
Cardeal Patriarca de Lisboa
No próximo dia 8 de dezembro, solenidade de Nossa Senhora da Conceição, terá lugar o encerramento do Sínodo Diocesano dessa amada Igreja local, promovido na passagem dos 300 anos da sua qualificação «patriarcal» recebida do meu antecessor Clemente XI, a 7 de novembro de 1716, em atenção ao assinalável esforço missionário que, de Lisboa, fizera irradiar a Boa Nova de Jesus pelas cinco partidas do mundo.
E permanece viva, como comprova o presente Sínodo, a vossa decisão de prosseguir neste caminho ao encontro de todas as pessoas e situações que esperam o anúncio do Evangelho de Cristo. Disseste-me, venerado Irmão, que a caminhada sinodal envolveu milhares de fiéis do Patriarcado, que estudaram e rezaram os sucessivos capítulos da Exortação Apostólica Evangelii gaudium, compartilhando comigo «o sonho missionário de chegar a todos» (n. 31). Obrigado pela alegria que me dais! Que as vossas comunidades se abram cada vez mais a fim de «alcançar a todas as pessoas que vivem no seu território, para que chegue a todas a carícia de Deus através do testemunho dos crentes. Este é o tempo da misericórdia» (Carta ap. Misericordia et misera, 21), que nos impele a trabalhar para restituir dignidade a todos esses nossos irmãos e irmãs, chamados connosco a contruir uma cidade fiável (cf. Ibid., 18).
Na Sagrada Escritura, fala-se duma cidade luminosa colocada sobre o monte que a tradição aplicou à Igreja (cf. Mt 5, 14; Ap 21, 10-11.23-24) advertindo, porém, a seus filhos e filhas de que só poderão irradiar a luz de Deus, se acolherem em si mesmos a pessoa do Senhor ressuscitado, procurando transfigurar-se n’Ele num contínuo e perseverante caminho de verdadeira conversão. Que o Senhor encha da sua graça quantos trabalharam para o Sínodo e agora se vão empenhar para que dele nasçam e amadureçam abundantes frutos do Espírito Santo! Na hora da aplicação das decisões sinodais que espelham o rosto e o coração do Patriarcado latino de Lisboa, ao deparar-vos com as limitações humanas e as dificuldades que sempre aparecem, nunca percais de vista a promessa que o Senhor vos fez: «Eu estarei sempre convosco até ao fim dos tempos» (Mt 28, 20).
Queridos irmãos e irmãs da Igreja de Deus que está em Lisboa, à cabeça da vossa peregrinação no tempo rumo ao futuro de Deus colocai a Imaculada Virgem Mãe, pois ninguém soube como Ela anunciar Cristo ao mundo: não Se limitou a dizê-lo, mas deu-O. Que Ela, o padroeiro São Vicente, Santo António e todos os outros Santos e Santas que, através dos séculos, tornaram fecundo o caminho dessa amada Igreja local, vos guiem e sustentem com o seu exemplo e a sua intercessão. E não vos esqueçais de rezar por mim, como eu rezo por vós. Como prova da minha estima fraterna, a todos concedo a implorada Bênção Apostólica.
Vaticano, 29 de novembro de 2016.
FRANCISCUS
D. MANUEL CLEMENTE
Cardeal Patriarca de Lisboa
No próximo dia 8 de dezembro, solenidade de Nossa Senhora da Conceição, terá lugar o encerramento do Sínodo Diocesano dessa amada Igreja local, promovido na passagem dos 300 anos da sua qualificação «patriarcal» recebida do meu antecessor Clemente XI, a 7 de novembro de 1716, em atenção ao assinalável esforço missionário que, de Lisboa, fizera irradiar a Boa Nova de Jesus pelas cinco partidas do mundo.
E permanece viva, como comprova o presente Sínodo, a vossa decisão de prosseguir neste caminho ao encontro de todas as pessoas e situações que esperam o anúncio do Evangelho de Cristo. Disseste-me, venerado Irmão, que a caminhada sinodal envolveu milhares de fiéis do Patriarcado, que estudaram e rezaram os sucessivos capítulos da Exortação Apostólica Evangelii gaudium, compartilhando comigo «o sonho missionário de chegar a todos» (n. 31). Obrigado pela alegria que me dais! Que as vossas comunidades se abram cada vez mais a fim de «alcançar a todas as pessoas que vivem no seu território, para que chegue a todas a carícia de Deus através do testemunho dos crentes. Este é o tempo da misericórdia» (Carta ap. Misericordia et misera, 21), que nos impele a trabalhar para restituir dignidade a todos esses nossos irmãos e irmãs, chamados connosco a contruir uma cidade fiável (cf. Ibid., 18).
Na Sagrada Escritura, fala-se duma cidade luminosa colocada sobre o monte que a tradição aplicou à Igreja (cf. Mt 5, 14; Ap 21, 10-11.23-24) advertindo, porém, a seus filhos e filhas de que só poderão irradiar a luz de Deus, se acolherem em si mesmos a pessoa do Senhor ressuscitado, procurando transfigurar-se n’Ele num contínuo e perseverante caminho de verdadeira conversão. Que o Senhor encha da sua graça quantos trabalharam para o Sínodo e agora se vão empenhar para que dele nasçam e amadureçam abundantes frutos do Espírito Santo! Na hora da aplicação das decisões sinodais que espelham o rosto e o coração do Patriarcado latino de Lisboa, ao deparar-vos com as limitações humanas e as dificuldades que sempre aparecem, nunca percais de vista a promessa que o Senhor vos fez: «Eu estarei sempre convosco até ao fim dos tempos» (Mt 28, 20).
Queridos irmãos e irmãs da Igreja de Deus que está em Lisboa, à cabeça da vossa peregrinação no tempo rumo ao futuro de Deus colocai a Imaculada Virgem Mãe, pois ninguém soube como Ela anunciar Cristo ao mundo: não Se limitou a dizê-lo, mas deu-O. Que Ela, o padroeiro São Vicente, Santo António e todos os outros Santos e Santas que, através dos séculos, tornaram fecundo o caminho dessa amada Igreja local, vos guiem e sustentem com o seu exemplo e a sua intercessão. E não vos esqueçais de rezar por mim, como eu rezo por vós. Como prova da minha estima fraterna, a todos concedo a implorada Bênção Apostólica.
Vaticano, 29 de novembro de 2016.
FRANCISCUS
quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
Descarregue aqui a Constituição Sinodal de Lisboa
A Constituição Sinodal de Lisboa foi apresentada neste dia 8 de dezembro, no Mosteiro dos Jerónimos. A versão impressa está disponível, a partir de dia 9 de dezembro, na Livraria Nova Terra, no Patriarcado de Lisboa.
Descarregue aqui o documento:
CONSTITUIÇÃO SINODAL DE LISBOA
Descarregue aqui o documento:
CONSTITUIÇÃO SINODAL DE LISBOA
Nossos fracassos espirituais
Quantas vezes você já se perguntou: "Por que as coisas ruins não desaparecem da minha vida?"
Quantas vezes perguntamos: por que as coisas ruins não desaparecem de minha vida?
Com estes e outros pensamentos, no fundo estamos dizendo: por que Deus não vem em meu socorro? Algo semelhante também aconteceu com os discípulos, ao ponto de um pai desesperado dizer a Jesus em Lucas 9,40: “Pedi a teus discípulos que o expelissem, mas não o puderam fazer.”
Qual foi a dificuldade dos discípulos? Quem sabe não haviam orado o suficiente, e como consequência foram dominados pelo desânimo. Agindo assim não confiaram no poder de Deus para realizar o impossível aos olhos humanos.
Assim tem acontecido na vida de muitos cristãos em todos os tempos. O fracasso tem a sua origem na perda de confiança ou na fé fraca, que se desenvolve na falta de oração. A fé que opera milagres tem a sua fonte de poder na oração.
A maioria dos nossos fracassos espirituais brota no coração que está distante de Deus. A intimidade divina é cultivada pela oração. Isso vale para as nossas lutas pessoais de qualquer tipo.
Dedicar tempo à oração é a única garantia que temos de que Ele estará connosco dando-nos a força e a coragem para continuar combatendo o bom combate.
(via Encontro com Cristo)
(via Encontro com Cristo)
quarta-feira, 7 de dezembro de 2016
Patriarcado de Lisboa - 8 de Dezembro 2016
AMANHÃ vai ser apresentada a Constituição Sinodal de Lisboa, às 15h30, no Mosteiro dos Jerónimos.
Na celebração onde vão ser ordenados 5 diáconos e um padre, o Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, vai encerrar o Sínodo Diocesano e dar a conhecer a Constituição que resulta da Assembleia Sinodal.
Participe ou acompanhe a transmissão em DIRETO, através de www.patriarcado-lisboa.pt
Na celebração onde vão ser ordenados 5 diáconos e um padre, o Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, vai encerrar o Sínodo Diocesano e dar a conhecer a Constituição que resulta da Assembleia Sinodal.
Participe ou acompanhe a transmissão em DIRETO, através de www.patriarcado-lisboa.pt
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
Sínodo Lisboa 2016: Membros da assembleia sinodal destacam vontade de mudança
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| Foto Patriarcado de Lisboa, Assembleia Sinodal |
Trabalhos terminaram hoje, no Centro Diocesano de Espiritualidade, no Turcifal
Torres Vedras, 04 dez 2016 (Ecclesia) – A assembleia sinodal do Patriarcado de Lisboa terminou hoje e os participantes destacam a vontade de mudar saída dos trabalhos que decorreram no Centro Diocesano de Espiritualidade e que vai estar expressa no documento final.“Fica a certeza de que tudo o que se disse é importante, tudo o que está escrito é importante. As palavras têm uma força enorme mas têm de passar a atitudes, a gestos que têm de se concretizar, em mudanças de vida, de atitude”, disse Isabel Figueiredo à Agência ECCLESIA, que acompanhou o final da assembleia sinodal.
Para a entrevistada, que participou nos trabalhos, “não se pode dizer” que a assembleia sinodal terminou, antes que foi um “ponto-chave” em todo o processo do caminho que o Patriarcado de Lisboa está a fazer desde 2014.
“Abre novas perspetivas. Agora temos de pôr mãos à obra e trabalhar. Há confiança, sinto que é possível”, destacou.
Os 137 elementos da assembleia sinodal – bispos, padres, diáconos, leigos, consagrados – estiveram reunidos durante quatro dias, desde quarta-feira, na Casa de Espiritualidade do Turcifal, em Torres Vedras, “perfeitamente integrados”, como comprovou o decorrer dos trabalhos de grupos.
“Toda a gente disse o que pensava, sentia, gostava. Há muito realismo e estamos conscientes que é uma seara enorme”, disse Isabel Figueiredo, acrescentando que a dimensão da família deveria estar mais “estar presente”, uma vez que só havia um casal a acompanhar o sínodo.
Para Teresa Quintela De Brito a caminhada sinodal “começou agora”, sendo preciso “repensar as estruturas” depois de “definir muito bem os caminhos”.
A entrevistada da Vigararia 2 destacou da assembleia o trabalho de equipa com “muita autenticidade, entusiamo, grande desejo de mudar e grande preocupação pela família e presença da Igreja junto das famílias”.
Jorge Sá Nogueira, da comunidade Verbum Dei de Lisboa e da Paróquia Campo Grande, leva da assembleia sinodal a “alegria e esperança” que encontrou em muitas pessoas “comprometidas”.
“Tivemos um trabalho com muitas sensibilidades, onde as pessoas tiveram oportunidades de dizer o que pensam, o que intuem, o que o Senhor chama a dizer”, recorda.
O também membro do Conselho Pastoral Diocesano observou que o documento final do sínodo, que foi aprovado ponto por ponto, este sábado, traduz essas “várias sensibilidades e inquietações”, onde o essencial “é a vontade de renovar a Igreja de Lisboa”, a ação missionária e a forma como chega “aos outros”.
Por sua vez o jurista Pedro Vaz Patto considera que a assembleia sinodal foi uma experiência de “Igreja comunhão” que serve de “luz para o futuro”, para tudo aquilo que se fizer a partir de agora.
“É neste âmbito de Igreja comunhão, de partilha, diálogo, comunhão de dons, também das nossas diferenças, que encaramos este desafio que é o sonho missionário de chegar a todos”, explicou o presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz.
Manuel Albuquerque da ‘Missão País’ sentiu que falaram “muito dos jovens”, mas depois “não ficou muito concretizado qual era a pastoral e o que se iria fazer”.
A representar o projeto católico de universitários, Manuel Albuquerque assinala que era importante terem conhecido outras realidades juvenis na assembleia e leva consigo a perceção que “na diocese se querem ouvir os leigos”.
O encerramento solene do Sínodo Diocesano é celebrado na Solenidade da Imaculada Conceição, dia 8 de dezembro, às 15h30, na igreja do Mosteiros dos Jerónimos, numa cerimónia com ordenações diaconais.
HM/CB
sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
Eutanásia: Capelães e Assistentes Espirituais Hospitalares promovem debate sobre «Morte Assistida e Compaixão»
Iniciativa decorre em Fátima
Fátima, 01 dez 2016 (Ecclesia) – A Associação Portuguesa de Capelães e Assistentes Espirituais Hospitalares promove hoje, em Fátima, um seminário sobre «Morte Assistida e Compaixão».A iniciativa decorre num momento em que a discussão em torno do fim da vida - da eutanásia/morte assistida e a dignidade da vida humana - é um assunto “a exigir uma profunda reflexão, seja sob o ponto de vista ético, técnico, religioso, cultura”.
A Associação e a Coordenação Nacional das Capelanias Hospitalares realizam este evento no Hotel Verbo Divino, realça uma nota enviada à Agência ECCLESIA.
O seminário conta com intervenções de Filipe Almeida (professor da Faculdade de Medicina do Porto); Pedro Afonso (professor da Faculdade de Medicina de Lisboa); Manuel Luis Capelas (presidente da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos) e a jornalista Laurinda Alves.
LFS
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
terça-feira, 29 de novembro de 2016
A01 - Prepara-te! - 1.º Domingo Advento (Ano A) - P. Jorge Sobreiro
DESAFIO-TE:
Nesta semana examina a tua vida, faz um exame de consciência e prepara-te para receber o Senhor!
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
sábado, 19 de novembro de 2016
C60 - Um Rei de Miseridórdia - 34.º Domingo Tempo Comum (Ano C) - P. Fra...
DESAFIO-TE:
Neste final de Ano da Misericórdia, reflete: quais foram os frutos que este Ano Jubilar da Misericórdia teve na minha vida?
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
25 de Novembro de 2016 - Concerto Comemorativo dos 300 Anos, no Teatro de São Carlos
Obras de compositores portugueses do século XVIII, como Carlos Seixas, Francisco António de Almeida, João de Sousa Carvalho, António Leal Moreira e Marco Portugal, vão ser interpretadas no Concerto Comemorativo dos 300 Anos do Patriarcado de Lisboa, que decorre no Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa, no dia 25 de novembro, às 21h00
Numa parceria do Patriarcado de Lisboa com o Teatro Nacional de São Carlos, o concerto vai ser interpretado pela Orquestra Sinfónica Portuguesa, um dos corpos artísticos do Teatro Nacional de São Carlos que foi criada em 1993, tendo direção musical do maestro Rui Pinheiro.
“A primeira parte deste concerto é integralmente preenchida por obras religiosas de compositores que, de uma forma ou de outra, estiveram intimamente associados à instituição fundada pelo Rei Magnânimo. De Carlos Seixas (1704-1742), compositor coimbrão que se notabilizou sobretudo pela sua vasta produção de sonatas para instrumentos de tecla, será cantado o Credo da sua Missa em Sol Maior, de Francisco António de Almeida (1745-1799) uma ária de La Giuditta, oratória estreada em Roma em 1726 e obra do mais alto nível da música barroca portuguesa, de João de Souza Carvalho (1745-1799), Primeiro Mestre da Capela do Seminário, dois excertos da Missa a 4 Vozes e do Te Deum e de António Leal Moreira (1758-1819), Mestre Capela da Patriarcal e primeiro diretor do Teatro Real de São Carlos, encerraremos a primeira parte com dois excertos do seu Te Deum Laudamus, composto em 1786. Na segunda parte deste concerto comemorativo será interpretado o Te Deum em Ré maior P04.08 de Marcos Portugal (1762-1830), Mestre de Música do Seminário da Patriarcal e porventura o compositor português cujas obras no seu tempo maior difusão tiveram no estrangeiro. Composto expressamente para celebrar o nascimento do infante D. Miguel, o Te Deum foi estreado a 14 de Novembro de 1802 no Palácio de Queluz por ocasião do batizado do infante”, refere um comunicado do Teatro Nacional de São Carlos.
Criado em 1713 por decreto de D. João V, o Real Seminário de Música da Patriarcal de Lisboa “viria a ser a mais importante e influente Escola de Música do país antes da criação do Conservatório Nacional em 1835”. “A par da contratação de músicos estrangeiros, tais como Domenico Scarlatti, Giovanni Giorgi ou David Perez, o Real Seminário tinha, como primeiro objetivo, fornecer uma sólida formação musical aos jovens músicos portugueses. O terramoto de 1755 não só destruiu o edifício como a sua riquíssima biblioteca recheada de manuscritos de incalculável valor musical e patrimonial”, salienta a nota.
Para mais informações e compra de bilhetes, consulte o site do Teatro de São Carlos
C59 - Deus Cuida de Ti - 33.º Domingo Tempo Comum (Ano C) - P. Abel Ferr...
DESAFIO-TE:
És capaz de olhar com amor as dificuldades da tua vida? Não? Pede a Deus essa graça.
domingo, 13 de novembro de 2016
DIVÓRCIO por Arnaldo Jabor
Meus amigos separados não cansam de perguntar como consegui ficar casado 30 anos com a mesma mulher. As mulheres sempre mais maldosas que os homens, não perguntam a minha esposa como ela consegue ficar casada com o mesmo homem, mas como ela consegue ficar casada comigo. Os jovens é que fazem as perguntas certas, ou seja, querem conhecer o segredo para manter um casamento por tanto tempo. Ninguém ensina isso nas escolas, pelo contrário. Não sou um especialista do ramo, como todos sabem, mas dito isso, minha resposta é mais ou menos a que segue:
Hoje em dia o divórcio é inevitável, não dá para escapar. Ninguém agüenta conviver com a mesma pessoa por uma eternidade. Eu, na realidade já estou em meu terceiro casamento – a única diferença é que casei três vezes com a mesma mulher.
Minha esposa, se não me engano está em seu quinto, porque ela pensou em pegar as malas mais vezes que eu. O segredo do casamento não é a harmonia eterna. Depois dos inevitáveis arranca-rabos, a solução é ponderar, se acalmar e partir de novo com a mesma mulher.
O segredo no fundo é renovar o casamento e não procurar um casamento novo. Isso exige alguns cuidados e preocupações que são esquecidos no dia-a-dia do casal.
De tempos em tempos, é preciso renovar a relação. De tempos em tempos é preciso voltar a namorar, voltar a cortejar, seduzir e ser seduzido. Há quanto tempo vocês não saem para dançar? Há quanto tempo você não tenta conquistá-la ou conquistá-lo como se seu par fosse um pretendente em potencial?
Há quanto tempo não fazem uma lua-de-mel, sem os filhos eternamente brigando para ter a sua irrestrita atenção?
Sem falar dos inúmeros quilos que se acrescentaram a você depois do casamento. Mulher e marido que se separam perdem 10 kg em um único mês, por que vocês não podem conseguir o mesmo?
Faça de conta que você está de caso novo. Se fosse um casamento novo, você certamente passaria a freqüentar lugares novos e desconhecidos, mudaria de casa ou apartamento, trocaria seu guarda-roupa, os discos, o corte de cabelo, a maquiagem. Mas tudo isso pode ser feito sem que você se separe de seu cônjuge.
Vamos ser honestos: ninguém agüenta a mesma mulher ou o mesmo marido por trinta anos com a mesma roupa, o mesmo batom, com os mesmos amigos, com as mesmas piadas. Muitas vezes não é a sua esposa que está ficando chata e mofada, é você, são seus próprios móveis com a mesma desbotada decoração.
Se você se divorciasse, certamente trocaria tudo, que é justamente um dos prazeres da separação. Quem se separa se encanta com a nova vida, a nova casa, um novo bairro, um novo circuito de amigos.
Não é preciso um divórcio litigioso para ter tudo isso. Basta mudar de lugares e interesses e não se deixar acomodar. Isso obviamente custa caro e muitas uniões se esfacelam porque o casal se recusa a pagar esses pequenos custos necessários para renovar um casamento.
Mas se você se separar, sua nova esposa vai querer novos filhos, novos móveis, novas roupas e você ainda terá a pensão dos filhos do casamento anterior.
Não existe essa tal “estabilidade do casamento” nem ela deveria ser almejada. O mundo muda, e você também, seu marido, sua esposa, seu bairro e seus amigos.
A melhor estratégia para salvar um casamento não é manter uma “relação estável”, mas saber mudar junto. Todo cônjuge precisa evoluir, estudar, aprimorar-se, interessar-se por coisas que jamais teria pensado em fazer no inicio do casamento. Você faz isso constantemente no trabalho, porque não fazer na própria família?
É o que seus filhos fazem desde que vieram ao mundo. Portanto descubra a nova mulher ou o novo homem que vive ao seu lado, em vez de sair por aí tentando descobrir um novo interessante par. Tenho certeza que seus filhos os respeitarão pela decisão de se manterem juntos e aprenderão a importante lição de como crescer e evoluir unidos apesar das desavenças. Brigas e arranca-rabos sempre ocorrerão: por isso de vez em quando é necessário se casar de novo, mas tente fazê-lo sempre com o mesmo par.
Como vê, NÃO EXISTE MÁGICA – EXISTE COMPROMISSO, COMPROMETIMENTO E TRABALHO – é isso que salva casamentos e famílias.”
Fonte: Citações Arnaldo Jabor
Hoje em dia o divórcio é inevitável, não dá para escapar. Ninguém agüenta conviver com a mesma pessoa por uma eternidade. Eu, na realidade já estou em meu terceiro casamento – a única diferença é que casei três vezes com a mesma mulher.
Minha esposa, se não me engano está em seu quinto, porque ela pensou em pegar as malas mais vezes que eu. O segredo do casamento não é a harmonia eterna. Depois dos inevitáveis arranca-rabos, a solução é ponderar, se acalmar e partir de novo com a mesma mulher.
O segredo no fundo é renovar o casamento e não procurar um casamento novo. Isso exige alguns cuidados e preocupações que são esquecidos no dia-a-dia do casal.
De tempos em tempos, é preciso renovar a relação. De tempos em tempos é preciso voltar a namorar, voltar a cortejar, seduzir e ser seduzido. Há quanto tempo vocês não saem para dançar? Há quanto tempo você não tenta conquistá-la ou conquistá-lo como se seu par fosse um pretendente em potencial?
Há quanto tempo não fazem uma lua-de-mel, sem os filhos eternamente brigando para ter a sua irrestrita atenção?
Sem falar dos inúmeros quilos que se acrescentaram a você depois do casamento. Mulher e marido que se separam perdem 10 kg em um único mês, por que vocês não podem conseguir o mesmo?
Faça de conta que você está de caso novo. Se fosse um casamento novo, você certamente passaria a freqüentar lugares novos e desconhecidos, mudaria de casa ou apartamento, trocaria seu guarda-roupa, os discos, o corte de cabelo, a maquiagem. Mas tudo isso pode ser feito sem que você se separe de seu cônjuge.
Vamos ser honestos: ninguém agüenta a mesma mulher ou o mesmo marido por trinta anos com a mesma roupa, o mesmo batom, com os mesmos amigos, com as mesmas piadas. Muitas vezes não é a sua esposa que está ficando chata e mofada, é você, são seus próprios móveis com a mesma desbotada decoração.
Se você se divorciasse, certamente trocaria tudo, que é justamente um dos prazeres da separação. Quem se separa se encanta com a nova vida, a nova casa, um novo bairro, um novo circuito de amigos.
Não é preciso um divórcio litigioso para ter tudo isso. Basta mudar de lugares e interesses e não se deixar acomodar. Isso obviamente custa caro e muitas uniões se esfacelam porque o casal se recusa a pagar esses pequenos custos necessários para renovar um casamento.
Mas se você se separar, sua nova esposa vai querer novos filhos, novos móveis, novas roupas e você ainda terá a pensão dos filhos do casamento anterior.
Não existe essa tal “estabilidade do casamento” nem ela deveria ser almejada. O mundo muda, e você também, seu marido, sua esposa, seu bairro e seus amigos.
A melhor estratégia para salvar um casamento não é manter uma “relação estável”, mas saber mudar junto. Todo cônjuge precisa evoluir, estudar, aprimorar-se, interessar-se por coisas que jamais teria pensado em fazer no inicio do casamento. Você faz isso constantemente no trabalho, porque não fazer na própria família?
É o que seus filhos fazem desde que vieram ao mundo. Portanto descubra a nova mulher ou o novo homem que vive ao seu lado, em vez de sair por aí tentando descobrir um novo interessante par. Tenho certeza que seus filhos os respeitarão pela decisão de se manterem juntos e aprenderão a importante lição de como crescer e evoluir unidos apesar das desavenças. Brigas e arranca-rabos sempre ocorrerão: por isso de vez em quando é necessário se casar de novo, mas tente fazê-lo sempre com o mesmo par.
Como vê, NÃO EXISTE MÁGICA – EXISTE COMPROMISSO, COMPROMETIMENTO E TRABALHO – é isso que salva casamentos e famílias.”
Fonte: Citações Arnaldo Jabor
sábado, 12 de novembro de 2016
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
ENCERRAMENTO DO ANO DA MISERICÓRDIA
O Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, preside este Domingo, 13 de novembro, às 11h30, na Sé Patriarcal, à celebração da Eucaristia de encerramento do Ano da Misericórdia na Diocese de Lisboa. A celebração será transmitida, em direto, pela Rádio Renascença.
terça-feira, 8 de novembro de 2016
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
Patriarcado de Lisboa comemora 300 anos
Hoje, 7 de novembro, o Patriarcado de Lisboa comemora 300 anos da sua qualificação Patriarcal. Fique a saber mais, nesta entrevista publicada hoje, no Diário de Notícias.
À volta da criação do Patriarcado de Lisboa, a 7 de novembro de 1716, de que comemoramos hoje os 300 anos, temos D. João V a ajudar o Papa contra os turcos, temos também D. João V a enviar uma grande embaixada a Roma. O Portugal do início do século XVIII era muito, muito importante para a cristandade?
Era muito importante, porque não nos podemos esquecer de que não se confinava aqui, ao território europeu. Era muito importante porque se projetava no Atlântico Sul, sobretudo no Brasil, embora tivesse também presença na costa africana e no Oriente. E, além daquilo que era o território politicamente ligado a Portugal, havia o chamado Padroado do Oriente que eram territórios cuja evangelização estava confiada, por papas do século XV, aos reis de Portugal; e que eles iam exercendo conforme dispusessem ou não de missionários e também vencessem uma certa concorrência que outras iniciativas missionárias partidas da Europa desenvolviam. E isto leva-nos à famosa embaixada de D. João V. Essa embaixada já tinha chegado a Roma, chefiada pelo marquês de Fontes, para resolver problemas precisamente ligados ao Padroado do Oriente, mas também, digamos, para a nobilitação da capela real aqui do Paço da Ribeira. Com tudo isto, há o problema do avanço turco pelo Mediterrâneo, sobretudo no Adriático, e que punha em causa a sobrevivência da república de Veneza. E o Papa Clemente XI pede aos príncipes cristãos para ajudarem a aliviar aquele cerco turco. Acontece que boa parte não estava disponível. Havia as sequelas ainda da Guerra da Sucessão de Espanha.
Ler entrevista completa: http://www.dn.pt/sociedade/interior/d-joao-v-e-quase-um-rei-sacerdote-por-intermedio-do-seu-capelao-que-e-o-patriarca-5483278.html
sábado, 5 de novembro de 2016
C58 - Confessa-te! - 32.º Domingo Tempo Comum - Madalena Fontoura
DESAFIO-TE:
Esta semana, vai ter com um padre, pede-lhe para te confessares e reencontra-te com Deus.
quarta-feira, 2 de novembro de 2016
Destaque
- QUINTA-FEIRA: 1ª do Mês. Oração pela Paz às 15h00 e Oração Vocacional, no Mucifal às 18h00.
- SEXTA-FEIRA: 1ª do Mês. Adoração ao SS.mo Sacramento e confissões em Colares às 18h00. Conferência sobre A Vida em Cristo com o Tema: “Como a Oração transforma a Minha vida?”, com o Pe. Nelson Matias Pereira.
terça-feira, 1 de novembro de 2016
- QUARTA-FEIRA - Dia de Fiéis Defuntos
C57 - Santidade para Todos! - Todos os Santos (Ano C) - P. Bernardo Trocado
DESAFIO-TE:
Procura a história de um santo. Descobre na simplicidade da sua vida, o que levou a que se tornasse santo.
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