domingo, 6 de janeiro de 2019

MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 6 – Epifania do Senhor (Solenidade)

Is 60, 1-6 / Slm 71 (72), 2.7-8.10-13 / Ef 3, 2-3.5-6 / Mt 2, 1-12

"Epifania" significa manifestação, revelação. Nesta solenidade celebramos Jesus que é apresentado a todos os povos, para além do clima de intimidade familiar do Natal. O nosso Natal é celebrado pelos cristãos do Oriente nesta festa.

A passagem do profeta Isaías é das páginas mais poeticamente belas de toda a Sagrada Escritura. Aqui se relata o volte-face dos acontecimentos dramáticos da conquista e destruição de Jerusalém, no ano 587 a.C., pelos exércitos da Babilónia. Agora, tudo é luz, paz e glória, no regresso dos exilados que voltam à sua pátria, à cidade santa de Jerusalém.

S. Paulo fala-nos do mistério de Cristo que lhe foi dado a conhecer e que transmite aos que encontra na sua missão apostólica. É uma graça que não pode ficar encerrada num cofre, mas que é para oferecer a todos os povos. Não se trata de um privilégio concedido apenas aos judeus, mas é para comunicar a todos: "os gentios recebem a mesma herança que os judeus, pertencem ao mesmo corpo e participam da mesma promessa, em Cristo Jesus, por meio do Evangelho".

No Evangelho encontramos o episódio dos Magos vindos do Oriente, que se dirigem para destino incerto, procurando o recém-nascido rei dos Judeus. Perante o rei Herodes afirmam: "Nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-Lo". É-nos dito que Herodes ficou inseguro, temendo ser suplantado, procurando informações para se poder desfazer de Jesus menino.

Desde os tempos das primeiras cristandades, os Magos suscitaram grande interesse, tendo nascido muitas lendas: os Magos foram apresentados como reis, sendo três (embora no texto de S. Mateus não se indique o número nem se aponte a sua realeza), dando-se-lhes mesmo nomes (Belchior, Baltasar e Gaspar), que acabaram por se encontrar vindos da Ásia, da África e da Europa. As suas relíquias estiveram em Constantinopla, depois em Milão, até 1162, altura em que foram para a catedral de Colónia, na Alemanha.

Com este relato evangélico, S. Mateus quer dizer-nos que o que é indicado na leitura do profeta Isaías se cumpriu plenamente. O Messias chegou e é adorado pelos povos pagãos, representados pelos Magos, que se dirigem a Jerusalém, oferecendo a Deus Menino ricos presentes, prostrando-se em adoração. A tradição popular aplicou aos dons oferecidos um significado simbólico: o ouro é o reconhecimento de Jesus como rei; o incenso significa a adoração de Deus que é aquele Menino; a mirra representa a humanidade de Deus encarnado.

Os Magos são imagem da Igreja, que não tem fronteiras, acolhendo a todos e congregando pessoas de todas as línguas, raças, povos e nações. No respeito da identidade de cada um, cria unidade na diversidade.  

sábado, 5 de janeiro de 2019

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 5 – Tempo do Natal / 1º Sábado

1 Jo 3, 11-21 / Slm 99 (100), 2-5 / Jo 1, 43-51

Todo aquele que odeia o seu irmão é homicida. (1ª Leit.)

O leitor talvez não tenha ódio a ninguém, mas talvez tenha um forte «não gostar» de alguém. Talvez tenha, lá no fundo, uns amargos de boca contra alguém. Reze por essa(s) pessoa(s), mesmo que isso lhe seja difícil. Peça docilidade de pensamento para com essas pessoas. Se não gostamos nada de alguém, não estamos muito dispostos a ter bons sentimentos face a essa pessoa. Mas talvez possamos pedi-los…

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

SÁBADO 1° do Mês, 5 de Janeiro de 2019

Às 16h30 - Praia das Maçãs

Grupo Alpha Colares - Divulgação

Alpha Portugal desafia-nos a participar, nos encontros Alpha nacional em Braga a 8-9 de Fevereiro e no Alpha internacional leadership em Londres a 6-7 de Maio! 
Este ano o encontro Alpha nacional é mais longe... Braga! Há 2 anos foi em Leiria, pareceu-nos longe, hesitámos mas fomos e valeu a pena!
No ano passado, um pouco mais longe, foi em Coimbra, também não nos arrependemos, foram conferencias muito interessantes!
Este ano Braga e com um espírito de conferencistas mais jovem... porque não? 
Quem quer/pode participar, sem duvida dias intensos com um entusiasmo contagiante!
Mais informação: http://portugal.alpha.org/enovar-principal/ 

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 4 – Tempo do Natal / 1ª Sexta-Feira

1 Jo 3, 7-10 / Slm 97 (98), 1.7-9 / Jo 1, 35-42

Mestre, onde moras?… Vinde ver. (Evang.)

Também podemos ser nós a levar Jesus a diferentes sítios. Onde é que o vamos levar hoje? Ou amanhã? Talvez possamos fazer um plano porque talvez saibamos que no nosso emprego, na nossa família, nos nossos amigos há este ou aquele que está a precisar de um elogio, de uma palavra amiga, de desabafar. Ou nós. Eu. Eu, leitor. Estou a precisar de uma palavra de encorajamento, uma palavra de firmeza. O leitor fale com Deus sobre isso.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 3 – Tempo do Natal

1 Jo 2, 29 – 3, 6 / Slm 97 (98), 1.3-6 / Jo 1, 29-34

Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do Mundo. (Evang.)

Cristo é o sacrifício vivo que tirou o pecado do mundo uma vez por todas. Mas o pecado permanece. E a graça salvífica de Cristo também. Na cruz, Cristo, vítima de expiação pelos nossos pecados, obteve do Pai, definitivamente, o perdão dos nossos pecados: tirou o pecado do mundo. E com esse gesto adquiriu, para nós, o dom da vida nova na graça. Mas, na terra, as forças do Mal e do Bem digladiam-se. Hoje, peçamos que a vitória do Bem chegue o mais depressa possível.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

OS VÍCIOS E VIRTUDES DA POLÍTICA QUE CONDICIONAM A PAZ

“A boa política está ao serviço da paz” foi o tema da Mensagem para o Dia Mundial da Paz, que se celebrou no dia 1 de janeiro de 2019. No texto divulgado a 18 dez 2018, o Papa sustenta que “a política pode tornar-se verdadeiramente uma forma eminente de caridade”, “se for implementada no respeito fundamental pela vida, a liberdade e a dignidade das pessoas”.

O Santo Padre enumera um conjunto de “virtudes humanas que subjazem a uma boa ação política” e nas quais “se podem reconhecer todos os políticos, de qualquer afiliação cultural ou religiosa, que desejam trabalhar para o bem da família humana”: “a justiça, a equidade, o respeito mútuo, a sinceridade, a honestidade, a fidelidade”.

A par das virtudes, Francisco fala também dos “vícios da vida política”, que “enfraquecem o ideal de uma vida democrática autêntica, são a vergonha da vida pública e colocam em perigo a paz social”.

Estes vícios, segundo o Papa, são “a corrupção – nas suas múltiplas formas de apropriação indevida dos bens públicos ou de instrumentalização das pessoas –, a negação do direito, a falta de respeito pelas regras comunitárias, o enriquecimento ilegal, a justificação do poder pela força ou com o pretexto arbitrário da 'razão de Estado', a tendência a perpetuar-se no poder, a xenofobia e o racismo, a recusa a cuidar da Terra, a exploração ilimitada dos recursos naturais em razão do lucro imediato, o desprezo daqueles que foram forçados ao exílio”.

Na Mensagem, Francisco condena a guerra, a proliferação descontrolada das armas e a estratégia do medo, assinalando que “manter o outro sob ameaça significa reduzi-lo ao estado de objeto e negar-lhe a sua dignidade”.

“Não são sustentáveis os discursos políticos que tendem a acusar os migrantes de todos os males e a privar os pobres da esperança”, afirma o Santo Padre, lembrando que “a paz baseia-se no respeito por toda a pessoa, independentemente da sua história, no respeito pelo direito e o bem comum, pela criação que nos foi confiada e pela riqueza moral transmitida pelas gerações passadas”.

Francisco defende que “a paz é fruto de um grande projeto político, que se baseia na responsabilidade mútua e na interdependência dos seres humanos”, mas também “um desafio que requer ser abraçado dia após dia”, de alma e coração, por cada ser humano.

Neste contexto, o Papa aponta três dimensões indissociáveis desta paz interior e comunitária:

- a paz consigo mesmo, rejeitando a intransigência, a ira e a impaciência e – como aconselhava São Francisco de Sales – cultivando “um pouco de doçura para consigo mesmo”, a fim de oferecer “um pouco de doçura aos outros”;

- a paz com o outro: o familiar, o amigo, o estrangeiro, o pobre, o atribulado..., tendo a ousadia do encontro, para ouvir a mensagem que traz consigo;

- a paz com a criação, descobrindo a grandeza do dom de Deus e a parte de responsabilidade que compete a cada um de nós, como habitante deste mundo, cidadão e ator do futuro.
Ler Mensagem 

Aniversário do nosso Pároco 29 Dez 2018



As maiores bênçãos para 2019 

Presépio - Colares


"É um escândalo ir à igreja e odiar os outros"

O papa Francisco afirmou durante sua primeira audiência geral de 2019, que é um "escândalo" ir à igreja e "odiar os outros".

A missa ocorreu esta manhã, dia 2, na Sala Paolo VI, no Vaticano. "Quantas vezes nós vemos o escândalo daqueles que vão à igreja, ficam o dia inteiro ali, todos os dias, e depois vivem odiando os outros ou falando mal das pessoas? Isso é um escândalo, vivem como ateus", acusou.

Segundo Francisco, se um fiel vai à igreja, deve "viver como filho e dar bom testemunho". "Há gente capaz de tecer orações ateias, sem Deus. Fazem isso para ser admirados pelos homens", acrescentou, dizendo também que muitos cristãos pensam que rezar seja "falar a Deus como um papagaio".

«Mundo falhou em proteger as crianças em 2018»

Os casamentos forçados, raptos e violações tornaram-se num padrão de atuação em muitos países em conflito. A UNICEF frisa que precisa de ser feito «muito mais» para «prevenir as guerras e acabar com os vários conflitos armados»


Os responsáveis pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) alertam para o facto do futuro dos mais pequenos estar em risco em países onde decorrem confrontos, em consequências das violações perpetradas pelas partes envolvidas. Manuel Fontaine, diretor de Programas de Emergência da UNICEF, refere em comunicado que os líderes mundiais falharam na responsabilização dos causadores destas violações: «O mundo falhou em proteger as crianças em 2018».

Segundo Manuel Fontaine, os menores que vivem em regiões onde decorrem confrontos estão a ser vítimas de extrema pobreza. O responsável da UNICEF lamenta o facto das partes envolvidas nos conflitos terem praticado atos cruéis, por muito tempo, com quase total impunidade, situação essa que «está a piorar». «Muito mais pode e deve ser feito para proteger e ajudar» crianças de Estados em guerra, que «estão a ser atacadas diretamente, usadas como escudos humanos, mortas, mutiladas ou recrutadas para combater», frisa Fontaine.

A existência de casamentos forçados, violações e raptos tornaram-se em 2018, segundo o diretor de Programas de Emergência da UNICEF, um padrão em conflitos na Síria, Iémen, República Democrática do Congo, Nigéria, Sudão do Sul e Mianmar. No Afeganistão «a violência e o derramamento de sangue ocorrem diariamente», com mais de 5 mil crianças a morrerem no primeiro semestre de 2018.

No nordeste da Nigéria, grupos armados, incluindo partes do grupo terrorista Boko Haram, utilizaram raparigas como «bombas humanas», forçaram-nas a tornarem-se esposas de combatentes e foram alvo de violações. Nos Camarões olha-se para o caso de «escolas, alunos e professores» que «são frequentemente atacados». Na República Centro-Africana deu-se uma agravação dos confrontos, colocando duas em cada três crianças a necessitarem de assistência humanitária.

Manuel Fontaine pediu aos Estados que cumpram as suas obrigações sob a lei internacional e que «parem imediatamente com as violações contra crianças e ataques contra infra-estruturas civis, incluindo escolas, hospitais e fontes de água». «Muito mais precisa de ser feito para prevenir as guerras e acabar com os vários conflitos armados que arrasam a vida das crianças de forma desastrosa (…) Ataques contra crianças nunca devem ser admitidos», sustenta o responsável. O diretor de Programas de Emergência da UNICEF apela para que as partes em confrontos sejam obrigadas a proteger as crianças, caso contrário «elas, as suas famílias e comunidades continuarão a sofrer as consequências, agora e por muitos anos».

Adoração ao SS.mo Sacramento

- QUINTA-FEIRA: 1ª do Mês - Adoração ao SS.mo Sacramento e Oração Vocacional no Mucifal às 18h00.

- SEXTA-FEIRA: 1ª do Mês - Adoração ao SS.mo Sacramento e Confissões na Igreja da Misericórdia às 18h15

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 2 – S. Basílio Magno e S. Gregório Nazianzeno (Memória)

1 Jo 2, 22-28 / Slm 97 (98), 1-4 / Jo 1, 19-28

Quem é o mentiroso senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? (1ª Leit.)

Em tempos tão conturbados como os nossos, em que nos fazem passar que todas as ideias valem desde que não sejam as tradicionais difundidas pelo homem, pior se for branco, pior se vier da civilização cristã ocidental, ainda pior se defender a família e a vida, é altura de se proclamar alto que Jesus é o Cristo, que o Papa é o nosso líder espiritual e que tudo isso tem implicações nos valores que defendemos e transmitimos aos nossos e "na rua". Peçamos a Deus que os cristãos (nós) se afirmem com dignidade e sem respeitos humanos.

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

TER, 1 – SANTA MARIA, MÃE DE DEUS (SOLENIDADE), E DIA MUNDIAL DA PAZ

Num 6, 22-27 / Slm 66 (67), 2-3.5-6.8 / Gl 4, 4-7 / Lc 2, 16-21

Iniciando um novo ano, 2019 depois de Cristo, celebramos a solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus. A reforma litúrgica do Concílio Vaticano II fez começar o ano civil festejando Nossa Senhora, simples criatura humana, que Deus assumiu como a sua própria Mãe no mistério da encarnação de Jesus Cristo.

A leitura do livro dos Números refere a mais famosa de todas as bênçãos contidas na Sagrada Escritura: «O Senhor te abençoe e te guarde. O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face e te seja favorável. O Senhor volte para ti os seus olhos e te conceda a paz». Esta fórmula foi ensinada pelo próprio Deus a Moisés, e era usada no templo como conclusão da liturgia diária. À sua semelhança, também terminam com uma bênção as nossas atuais liturgias eucarísticas. Esta fórmula sagrada nunca podia ser usada para amaldiçoar, como será hoje um abuso sacrílego utilizar expressões semelhantes para desejar mal a alguém.

Nos salmos, somos convidados repetidamente a bendizer a Deus: «Bendizei o Senhor, todos os servos do Senhor... Elevai as vossas mãos em oração e bendizei o Senhor» (134, 1-2). Assim respondemos aos benefícios que recebemos de Deus, explicitando a nossa consciência de tantas graças recebidas.

O povo de Israel esperava uma bênção bastante material, ligada às vitórias sobre os inimigos e à prosperidade no bem-estar. Mas, chegada a plenitude dos tempos, Deus ofereceu-lhe o seu próprio Filho. É no contexto litúrgico natalício que estamos celebrando o melhor presente de Deus à humanidade: Jesus Cristo.

Na vez em que S. Paulo se refere a Nossa Senhora, recorda que «Deus enviou ao mundo o seu Filho, nascido de uma mulher... para nos tornar seus filhos adotivos». É uma graça maravilhosa que devemos não só agradecer a Deus, mas também a Maria. Por Ela, nos tornámos filhos de Deus e, portanto, herdeiros da felicidade eterna que Ele nos quer oferecer.

No Evangelho encontramos os pastores, pessoas humildes e simples, a quem é concedido o privilégio de serem os primeiros a chegar à gruta de Belém e de encontrarem a sagrada família já com o Emanuel, Deus connosco nascido. Nada viram de extraordinário, mas uma pobre criança com Maria e José, tendo reconhecido a chegada do Messias salvador.

Aqui se diz que o Deus Menino é posto numa manjedoura. Na Eucaristia, o mesmo Jesus é-nos oferecido como alimento, tão nosso Se faz o Emanuel.

O evangelista Lucas sublinha a atitude contemplativa de Nossa Senhora: «Maria conservava todas estas palavras (dos pastores), meditando-as em seu coração». É a atitude inversa à superficialidade de quem se deixa submergir por factos e informações, sem ponderar por dentro a mensagem que está para além das fachadas e aparências. Muito temos a aprender com a fé simples dos pastores e com a profundidade espiritual de Maria.

Desde 1968, por decisão do Papa S. Paulo VI, se celebra o «Dia Mundial da Paz» no primeiro dia do ano. A paz continua a ser uma aspiração fundamental e urgente das famílias, povos e nações. Por intercessão de «Maria, Rainha da Paz», pedimos ao «Deus da Paz» que nos conceda a graça da paz.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 31 – 7º Dia da Oitava do Natal

1 Jo 2, 18-21 / Slm 95 (96), 1-2.11-13 / Jo 1, 1-18

Tudo se fez por meio d’Ele e sem Ele nada foi feito. (Evang.)

É bom que no último dia do ano tenhamos consciência que tudo foi feito por meio de Deus. O leitor peça a Deus que o ajude a ver as coisas boas deste ano. Muitas vezes, no fim do ano, somos um bocadinho pessimistas com o nosso desempenho e idealistas com o desempenho do ano seguinte, com propósitos do estilo: «este ano é que vai ser». Hoje, concentremo-nos a ver o que de bom este ano nos trouxe e agradeçamo-lo a Deus.

domingo, 30 de dezembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 30 – Sagrada Família de Jesus, Maria e José (Festa) – Ano C

Sir 3, 3-7.14-17a / Slm 127 (128), 1-5 / Cl 3, 12-21 / Lc 2, 41-52

Termos uma família é um tesouro que nunca agradeceremos suficientemente, sabendo que não é feita de anjos impecáveis, mas de pessoas de carne e osso, naturalmente limitadas, como eu e todos somos. Na família aprendemos a arte da fraternidade, os valores de amar e servir. A família é a nossa primeira e fundamental escola de acolhimento e cordialidade, de oração e disponibilidade, de justiça e de paz. Que seria de nós, de mim, sem a família, que vale imensamente mais que o ouro e a prata? Mas importa cair na conta de que a qualidade da nossa família depende, em primeiro lugar, de nós próprios, não dos outros. Cada um de nós é o principal responsável da sua família, independentemente da idade, estilo e formação.

A primeira leitura é do livro de Ben Sirá, livro com bons e práticos conselhos para as mais diversas situações da vida humana. Em boa parte, é dedicado à vida familiar, com observações pertinentes também para os dias de hoje. Seu autor é Ben Sirá, que viveu cerca de dois séculos antes de Cristo.

S. Paulo, nesta passagem da sua carta aos cristãos de Colossos, recomenda que nos revistamos dos sentimentos de Cristo. A roupa é um prolongamento do nosso corpo e identifica o estilo da pessoa que está por dentro. S. Paulo enumera diversas qualidades da roupa que deve usar o cristão: «Revesti-vos, pois, de sentimentos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de paciência, suportando-vos uns aos outros e perdoando-vos mutuamente, se alguém tiver razão de queixa contra outro. Tal como o Senhor vos perdoou, fazei-o vós também. E, acima de tudo isto, revesti-vos do amor, que é o laço da perfeição. Reine nos vossos corações a paz de Cristo, à qual fostes chamados num só corpo. E sede agradecidos». Resumindo, o toque de elegância da alta costura do cristão é o amor. É fundamental, para a vida sã da nossa família, que nos revistamos do amor de Cristo.

No Evangelho é-nos apresentada uma cena que, parece, não deveria poder acontecer na família mais perfeita que existiu sobre a terra. Na peregrinação anual à cidade santa de Jerusalém, José e Maria perdem o seu filho. A Mãe de Jesus pede explicações ao filho porque Se afastou de seus pais sem ter pedido licença, mas estes não entendem a sua justificação, precisando de «guardar todas estas coisas em seu coração». Mesmo a melhor das famílias passa por dificuldades. Peçamos à Sagrada Família de Nazaré a graça de encontrar as soluções possíveis, com amor paciente.

sábado, 29 de dezembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 29 – 5º Dia da Oitava do Natal

1 Jo 2, 3-11 / Slm 95 (96), 1-3.5b-6 / Lc 2, 22-35

Caríssimos: Nós sabemos que conhecemos Jesus Cristo se guardamos os seus mandamentos. (1ª Leit.)

Esta certeza que S. João nos dá não é baseada nem no nosso sentimento – falível – nem no nosso raciocínio, igualmente falível. É como dizer: se amarmos a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos, então Cristo é-nos revelado interiormente. Não nos aparece a sua imagem dentro de nós, nem nenhuma definição teológica, mas temos a certeza que estamos em comunhão com Ele. Agora, temos de rezar a Jesus para que Ele nos ajude a cumprir os seus mandamentos, de modo a estarmos cada vez mais em comunhão com Ele.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Faleceu o diácono Carlos Martins

Faleceu hoje, aos 55 anos, o diácono Carlos Manuel Fernandes Martins, que exerceu o seu ministério na Paróquia de Rio de Mouro, Vigararia de Sintra. O corpo vai estar em câmara-ardente a partir de amanhã, às 17h00, na igreja de Nossa Senhora da Paz, em Rio de Mouro. A Missa exequial vai decorrer no Domingo, 30 de dezembro, às 11h00, na mesma igreja, e vai ser presidida pelo Bispo Auxiliar de Lisboa D. Joaquim Mendes.
O diácono Carlos Martins foi ordenado em 2 de julho de 2011, por D. José Policarpo, no Mosteiro dos Jerónimos. Este membro do clero do Patriarcado era natural de Dornelas do Zêzere, Pampilhosa da Serra, era casado e tinha dois filhos. O diácono Carlos Manuel Fernandes Martins era membro da Irmandade de São Pedro do Clero do Patriarcado de Lisboa.

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 28 – Santos Inocentes (Festa)

1 Jo 1, 5 – 2, 2 / Slm 123 (124), 2-5.7b-8 / Mt 2, 13-18

Ouviu-se uma voz em Ramá, lamentos e gemidos sem fim: Raquel chora seus filhos e não quer ser consolada, porque eles já não existem. (Evang.)

Raquel não tinha consolo porque os seus filhos já não existiam. O leitor reze para que a dor nunca o feche de tal modo sobre si próprio que não queira ser consolado. O excesso de dor pode apoderar-se de nós e fechar-nos ao consolo de Deus, ao consolo da família, dos amigos. É uma situação terrível. O leitor peça para que este negrume nunca o envolva. E peça por aqueles que são envolvidos por ele.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Atenção - ao horário das Missas do fim de semana, 29 e 30 de Dezembro

- SÁBADO: Missa Vespertina da Solenidade da Sagrada Família em Colares às 19h30.
- DOMINGO: Solenidade da Sagrada Familia. Missas – em Almoçageme às 10h30, em Colares às 12h00 e no Mucifal às 18h30.

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 27 – S. João, Apóstolo e Evangelista (Festa)

1 Jo 1, 1-4 / Slm 96 (97), 1-2.5-6.11-12 / Jo 20, 2-8

O discípulo predileto de Jesus. (Evang.)

Agora todos somos prediletos porque Deus ama infinitamente cada um de nós. Com todo o seu poder. Deve ser essa a nossa alegria: sentirmo-nos e sabermo-nos completamente amados por Deus. Porque podemos não sentir nada. A nossa relação com Deus tem uma grande parte de vontade que conduz à fidelidade, porque muitas vezes não sentimos nada. Mas sabemos que Deus nos ama e nós amamos Deus.  

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Mensagem de Natal 2018

Mensagem de Natal do Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente.

MENSAGEM «URBI ET ORBI» DO PAPA FRANCISCO

NATAL 2018
Sacada Central da Basílica Vaticana
Terça-feira, 25 de dezembro de 2018

Queridos irmãos e irmãs, feliz Natal!

A vós, fiéis de Roma, a vós, peregrinos, e a todos vós que, das mais variadas partes do mundo, estais sintonizados connosco, renovo o jubiloso anúncio de Belém: «Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens do seu agrado» (Lc 2, 14).

Como os pastores, os primeiros que acorreram à gruta, ficamos maravilhados com o sinal que Deus nos deu: «Um menino envolto em panos e deitado numa manjedoura» (Lc 2, 12). Em silêncio, ajoelhamo-nos e adoramos.

E que nos diz aquele Menino, nascido, para nós, da Virgem Maria? Qual é a mensagem universal do Natal? Diz-nos que Deus é um Pai bom, e nós somos todos irmãos.

Esta verdade está na base da visão cristã da humanidade. Sem a fraternidade que Jesus Cristo nos concedeu, os nossos esforços por um mundo mais justo ficam sem fôlego, e mesmo os melhores projetos correm o risco de se tornar estruturas sem alma.

Por isso, as minhas boas-festas natalícias são votos de fraternidade.

Fraternidade entre pessoas de todas as nações e culturas.

Fraternidade entre pessoas de ideias diferentes, mas capazes de se respeitar e ouvir umas às outras.

Fraternidade entre pessoas de distintas religiões. Jesus veio revelar o rosto de Deus a todos aqueles que o procuram.

E o rosto de Deus manifestou-se num rosto humano concreto. Apareceu, não sob a forma dum anjo, mas dum homem, nascido num tempo e lugar concretos. E assim, com a sua encarnação, o Filho de Deus indica-nos que a salvação passa através do amor, da hospitalidade, do respeito por esta nossa pobre humanidade que todos compartilhamos numa grande variedade de etnias, línguas, culturas... mas todos irmãos em humanidade!

Então, as nossas diferenças não constituem um dano nem um perigo; são uma riqueza. Como no caso dum artista que queira fazer um mosaico: é melhor ter à sua disposição ladrilhos de muitas cores, que de poucas.

A experiência da família no-lo ensina: irmãos e irmãs são diferentes um do outro e nem sempre estão de acordo, mas há um laço indissolúvel que os une, e o amor dos pais ajuda-os a quererem-se bem. O mesmo se passa com a família humana, mas, nesta, é Deus o «pai», o fundamento e a força da nossa fraternidade.

Que este Natal nos faça redescobrir os laços de fraternidade que nos unem como seres humanos, interligando todos os povos. Permita a Israelitas e Palestinenses retomar o diálogo e embocar um caminho de paz que ponha fim a um conflito que, há mais de setenta anos, dilacera a Terra escolhida pelo Senhor para nos mostrar o seu rosto de amor.

O Menino Jesus permita, à amada e atormentada Síria, reencontrar a fraternidade depois destes longos anos de guerra. Que a Comunidade Internacional trabalhe com decisão para uma solução política que anule as divisões e os interesses de parte, de modo que o povo sírio, especialmente aqueles que tiveram de deixar as suas terras e buscar refúgio noutro lugar, possa voltar a viver em paz na sua pátria.

Penso no Iémen com a esperança de que a trégua mediada pela Comunidade Internacional possa, finalmente, levar alívio a tantas crianças e às populações exaustas pela guerra e a carestia.

Penso depois na África, onde há milhões de pessoas refugiadas ou deslocadas e precisam de assistência humanitária e segurança alimentar. O Deus Menino, Rei da paz, faça calar as armas e surgir uma nova aurora de fraternidade em todo o Continente, abençoando os esforços de quantos trabalham para favorecer percursos de reconciliação a nível político e social.

O Natal robusteça os vínculos fraternos que unem a península coreana e consinta de prosseguir no caminho de aproximação empreendido para se chegar a soluções compartilhadas que a todos assegurem progresso e bem-estar.

Este tempo de bênção permita à Venezuela reencontrar a concórdia e, a todos os componentes da sociedade, trabalhar fraternalmente para o desenvolvimento do país e prestar assistência aos setores mais vulneráveis da população.

O Senhor recém-nascido leve alívio à amada Ucrânia, ansiosa por reaver uma paz duradoura, que tarda a chegar. Só com a paz, respeitadora dos direitos de cada nação, é que o país poderá recuperar das tribulações sofridas e restabelecer condições de vida dignas para os seus cidadãos. Solidário com as comunidades cristãs daquela Região, rezo para que possam tecer relações de fraternidade e amizade.

Que, diante do Menino Jesus, se redescubram irmãos os habitantes da querida Nicarágua, para que não prevaleçam as divisões e discórdias, mas todos trabalhem para favorecer a reconciliação e, juntos, construir o futuro do país.

Desejo lembrar os povos que sofrem colonizações ideológicas, culturais e económicas, vendo dilaceradas a sua liberdade e identidade, e que sofrem por causa da fome e da carência de serviços educativos e sanitários.

Penso de modo particular nos nossos irmãos e irmãs que celebram a Natividade do Senhor em contextos difíceis, para não dizer hostis, especialmente onde a comunidade cristã é uma minoria, por vezes frágil ou desconsiderada. Que o Senhor lhes conceda, a eles e a todas as minorias, viver em paz e ver reconhecidos os seus direitos, sobretudo a liberdade religiosa.

O Menino pequenino e com frio, que hoje contemplamos na manjedoura, proteja todas as crianças da terra e todas as pessoas frágeis, indefesas e descartadas. Possamos todos nós receber paz e conforto do nascimento do Salvador e, sentindo-nos amados pelo único Pai celeste, reencontrarmo-nos e vivermos como irmãos!

Azenhas do Mar - QUINTA-FEIRA 27/12/2018, às 21h30

 Azenhas do Mar às 21h30

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 26 – Santo Estêvão (Festa)

At 6, 8-10; 7, 54-59 / Slm 30 (31), 3cd-4.6.8ab.16b.17 / Mt 10, 17-22

... mas é o espírito do vosso Pai que falará em vós. (Evang.)

Peçamos a Deus que nos dê o hábito de, em ocasiões importantes – porque não podemos estar sempre a pedir isto –, Lhe pedirmos que nos ilumine. E é claro que ocasiões importantes não são só as que têm a ver com o nosso emprego, mas também com a nossa família, os nossos amigos, os membros da nossa comunidade religiosa, etc. Tanto devíamos pedir a ajuda do Espírito Santo para uma conferência como para uma conversa amiga. O leitor veja se introduz o hábito na sua vida.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Minuto com o Papa: no Natal, não deixar de lado o festejado


Palavras inspiradoras do Papa Francisco (VÍDEO)

FESTA CONVÍVIO


Todos os nascimentos

«O Natal é o nascimento absoluto que reflete e assume, ilumina e redime, abençoa e consagra todos os nascimentos anteriores e todos os nascimentos depois. Cada homem que vem à luz repete o milagre do Natal de Cristo;

porque é Deus que decide aquele nascimento; é Ele que quer aquela vida. É precisamente em cada um desses nascimentos, em cada uma dessas vidas, sem exclusão, que o impeliu desde sempre a fazer-se carne.»

Para os nossos votos natalícios quisemos deixar para trás a coreografia tradicional: não faltam textos literários e espirituais que se confiam a estrelas, neves, pastorinhos e música para dar vida ao presépio, um símbolo aliás querido a todos.

Desta vez damos espaço a uma citação “pesada”, um parágrafo “teológico” extraído do livro “A majestade da vida”, de Giovanni Testori, escritor italiano que morreu em 1993. É muito sugestiva a fusão que ele opera entre o «nascimento absoluto» e emblemático de Cristo e todos os outros nascimentos.

Jesus nasceu, isto é, quis ter um início como todas as suas criaturas, Ele que era eterno, precisamente para partilhar connosco o tempo, a história, a carne. E como todos nós quis ter um fim, uma morte Realizou isto para depor em todos os nascimentos e em todas as mortes, com a sua presença, uma semente divina.

Como escreve Testori, o Natal do Filho de Deus «reflete e assume, ilumina e redime, abençoa e consagra todos os nascimentos», todas as vidas.

Devemos por isso amar a vida dos viventes, de quem agora nasce até a quem morre, porque nela se celebra uma manifestação de Deus, um desvelamento da sua partilha com a nossa realidade, uma revelação do seu amor.

P. (Card.) Gianfranco Ravasi 
In Avvenire 
Trad.: Rui Jorge Martins: 
Imagem: Gosphotodesign/Bigstock.com 
Publicado em 21.12.2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 24 – Féria do Advento

2 Sam 7, 1-5.8b-12.14a.16 / Slm 88 (89), 2-5.27.29 / Lc 1, 67-79

Que nos concederia a graça de O servirmos um dia sem temor, livres das mãos dos nossos inimigos. (Evang.)

Normalmente, não temos medo de Deus. Mas podíamos pedir-Lhe que nos tirasse todos os bocadinhos de medo que nos inspira. Às vezes, medo de não estarmos a fazer a coisa certa, medo de um dia sermos castigados, medo de não percebermos o que Deus nos diz, medo que Deus esteja zangado connosco. Podemos ter vários medos em relação a Deus. Hoje, peçamos para ter com Ele uma relação descansada.

domingo, 23 de dezembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 23 – Domingo IV do Advento – Ano C

Mq 5, 1-4a / Slm 79 (80), 2ac.3b.15-16.18-19 / Hb 10, 5-10 / Lc 1, 39-45

Estamos na antevéspera do Natal de Jesus. As leituras do presente domingo ajudam-nos a criar um clima de acolhimento de Deus infinito que Se faz um dos nossos, desmedidamente pequeno, pobre e acessível.

O profeta Miqueias é uma voz de esperança no contexto de uma situação desastrosa de Israel a nível político, social e económico. A corrupção passou a ser um esquema normal de vida; a violência instalou-se como em sua casa; um grupo de dominadores vão-se tornando donos dos campos e exploram os pobres trabalhadores. Nesta situação calamitosa, o profeta Miqueias, que fala como porta-voz de Deus, abre uma janela de consolação, prometendo que de Belém de Judá «sairá aquele que há de reinar sobre Israel», e assim «se viverá em segurança», porque «Ele será a paz».

Cada um de nós é desafiado pelo Senhor para ser um novo profeta Miqueias, oferecendo presentes de esperança, paz e consolação.

Segundo a Carta aos Hebreus, o Jesus que recebemos no Natal é um servo obediente, que Se oferece a Si mesmo pela nossa salvação. Particularmente no tempo de Natal, celebramos a nossa santificação «pela oblação do corpo de Jesus Cristo, feita de uma vez para sempre». Que os enfeites e festas natalícias sejam sinais exteriores que nos orientam para o mistério do amor desmedido que Deus nos tem, a ponto de Se fazer nosso irmão no menino de Belém.

No Evangelho de Lucas é-nos descrita a cena da visitação de Nossa Senhora a sua prima Isabel. Poderemos falar na visitação dos dois principais protagonistas deste acontecimento: Jesus, o Messias salvador, que visita seu primo João, o Batista seu precursor. Estes são ainda parte de suas Mães, Maria e Isabel, na primeira vida escondida no Nazaré do seio materno.

No Natal celebramos a visitação do Filho de Deus, que nos deseja fazer «exultar de alegria», confirmando que o nosso Deus é «Emanuel», Deus connosco.

Isabel elogiou sua prima, Maria de Nazaré, declarando-a feliz bem-aventurada porque «acreditou no cumprimento de tudo quanto lhe foi dito da parte do Senhor». A nossa felicidade assenta sobre o alicerce da fé, acreditando nas promessas de Deus, que sempre são cumpridas? Celebrar o Natal de Jesus é uma confirmação festiva de que Deus cumpre o que promete, com incomensurável generosidade.

sábado, 22 de dezembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 22 – Féria do Advento

1 Sam 1, 24-28 / 1 Sam 2, 1.4-8 / Lc 1, 46-56

O meu espírito se alegra em Deus... (Evang.)

O nosso espírito alegra-se em Deus e a nossa alegria terrena é aumentada com a alegria que sentimos em Deus. As alegrias terrenas são aumentadas com a alegria que sentimos em Deus. As nossas alegrias terrenas sobem até Deus e ampliam-se quando chegam junto d’Ele. Talvez o leitor já tenha experimentado isso em momentos de consolação. O leitor habitue-se a, quando tem uma alegria terrestre, elevá-la para Deus.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Mensagem de Natal do Nosso Pároco

Natal é Luz!
O Natal surge na liturgia cristã para encher a nossa vida de Esperança nos destinos da humanidade e no futuro promissor da nossa civilização. O Natal convida-nos à reflexão. É tempo de fazer uma análise introspectiva e retrospectiva de todas as nossas ações. É tempo de refletir, de pensar e falar corretamente, e de edificar a paz. É tempo de receber e aceitar a mensagem calorosa do Menino materializada na figura de uma Mãe que amamenta o filho, aconchegando-o de encontro ao peito. O Natal de Jesus traz-nos a certeza inabalável de que enquanto houver na terra uma mãe e uma criança, apesar de tudo e de todos, haverá Esperança.
Natal é festa de Luz porque um Natal sem luz não é Natal. Que exista a luz na alma, no coração; que exista perdão aos outros; que não existam inimizades, que são trevas. Que exista a luz de Jesus, tão bela. Um Natal de luz é uma oportunidade de perdoar e limpar a alma.
O Natal ruidoso afugenta o silêncio, que permite ouvir a voz do amor. O Natal deve significar para todos nós o permanente renascer de Jesus na manjedoura dos nossos corações. Além das decorações das nossas Igrejas, casas e outros espaços, devemos decorar o Natal com uma vida de bondade, paciência, alegria, generosidade, fazendo resplandecer a própria luz dos que desejam iluminar os outros.
O canto das mensagens de paz, justiça e amor reflete-se no anjo anunciador da boa nova, na estrela-guia, nos Reis Magos, nos presentes, nas cores luminosas da árvore, na humildade e na bondade dos homens. A reflexão leva-nos a crer que o amor selará definitivamente a vitória do bem sobre o mal, justificando o esplendor do Natal de Jesus. A vida de Jesus foi uma mensagem esplendorosa de alegria, de entusiasmo, de amor e luz, que demonstrou à humanidade o poder da divina misericórdia, comprovando que quem comanda o universo não é uma máquina, mas um coração.
Comemoremos o Natal e o Ano Novo, deixando cair sobre os céus das nossas almas, repletas de luz, uma verdadeira melodia de amor oferecida ao nosso próximo, sobretudo em ambiente de família, ou seja aqueles que são o presente mais precioso que Deus nos deu.
A todos os Paroquianos, Amigos e a todos os que nos visitam nesta página da internet: Feliz Natal e próspero Ano Novo!
Pe. José António

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 21 – Féria do Advento

Cant 2, 8-14 ou Sof 3, 14-18a / Slm 32 (33), 2-3.11-12.20-21 / Lc 1, 39-45

Donde me é dado que venha ter comigo a Mãe do meu Senhor? (Evang.)

Perguntemo-nos de onde nos é dado que Jesus nos tenha dado sua Mãe por nossa Mãe. Foi um acontecimento maravilhoso. Ficámos com uma Mãe por toda a eternidade. As pessoas sem Mãe ficaram com uma Mãe. Nossa Senhora não substitui a Mãe terrena mas, para pessoas com fé, faz de Mãe. De uma maneira que as próprias pessoas não sabem explicar. Hoje, peçamos por todas as pessoas que não têm Mãe.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 20 – Féria do Advento

Is 7, 10-14 / Slm 23 (24), 1-6 / Lc 1, 26-38

O Senhor virá: Ele é o rei da glória. (Refrão do Salmo)

O Menino Jesus está a chegar. Hoje vamos preparar a sua vinda, porque o dia 24 é sempre um dia muito atarefado. Que quer o leitor que o Menino lhe ponha no sapatinho? Eu dou uma ajudinha: mais fé, mais esperança, mais caridade. Mais fé, para o leitor ter uma relação mais íntima com Deus. Mais esperança, para o leitor desenvolver mais alegria interior. E mais caridade. O leitor peça isto para este Natal.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Almoçageme - Quarta-feira, 19 às 10h00

E CONFISSÕES

MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 18 – Féria do Advento

Jer 23, 5-8 / Slm 71 (72), 2.12-13.18-19 / Mt 1, 18-24

Deus, concedei ao rei o poder de julgar. (Salmo)

Jesus diz que não nos devemos achar melhores do que os nossos irmãos. Também não haverá motivo para nos acharmos piores, porque devemos amar o outro como nos amamos a nós. A nossa comparação deve ser com o que nós éramos no passado. Mas quando vemos alguém fazer mal, sabemos que a pessoa está a fazer mal. A questão é que eu não posso considerar essa pessoa pior do que eu, porque estão em jogo muitas circunstâncias que eu desconheço. Rezemos por um olhar compassivo.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

E assim se fez o primeiro Presépio em 1223. Criado por São Francisco de Assis.

São Francisco de Assis, em plena Idade Média, encenava em Greccio, cidade Italiana, o nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo, originando assim algo um pouco diferente do que conhecemos hoje, mas ainda os primeiros presépios do Natal Cristão.
Grupos realizam essas encenações até os dias de hoje, como mostra a reportagem.

Colares - Esperando o nascimento de Jesus


PARABÉNS AO PAPA FRANCISCO QUE CELEBRA HOJE 82 ANOS



Jorge Mario Bergoglio nasceu em Buenos Aires, capital da Argentina, a 17 de dezembro de 1936; filho de emigrantes italianos, trabalhou como técnico químico antes de se decidir pelo sacerdócio, no seio da Companhia de Jesus, licenciando-se em filosofia e teologia.

Ordenado padre a 13 de dezembro de 1969, foi responsável pela formação dos novos jesuítas e depois provincial dos religiosos na Argentina (1973-1979).

João Paulo II nomeou-o bispo auxiliar de Buenos Aires em 1992 e foi ordenado bispo a 27 de junho desse ano, assumindo a liderança da diocese a 28 de fevereiro de 1998, após a morte do cardeal Antonio Quarracino.

O primaz da Argentina seria criado cardeal pelo Papa polaco a 21 de fevereiro de 2001, ano no qual foi relator da 10ª assembleia do Sínodo dos Bispos.

Tem como lema ‘Miserando atque eligendo’, frase que evoca uma passagem do Evangelho segundo São Mateus: “Olhou-o com misericórdia e escolheu-o.”

O cardeal Jorge Mario Bergoglio seria eleito como sucessor de Bento XVI a 13 de março de 2013, após a renúncia do agora Papa emérito, assumindo o inédito nome de Francisco; é o primeiro Papa jesuíta na história da Igreja e também o primeiro pontífice sul-americano.
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Concerto de Natal - Igreja Matriz de Colares

Caros Amigos,
Contamos com a vossa presença no nosso concerto de Natal. A entrada é livre.

Boas Festas!

Saudações musicais,

ARdeCORO


MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 17 – Féria do Advento

Gen 49, 2.8-10 / Slm 71 (72), 2-4ab.7-8.17 / Mt 1, 1-17

Florescerá a justiça nos seus dias e uma grande paz até ao fim dos tempos. (Salmo)

Infelizmente, todos sabemos que isso não vai acontecer. (Para já.) Por isso, temos de fazer duas coisas: rezar para que a paz e a justiça aumentem cada vez mais. Se temos muitas guerras, também temos muitos países sem guerra aberta. (Alguns com terrorismo.) Se temos muitas injustiças, também vamos tendo sistemas judiciais que se vão aperfeiçoando. E devemos tratar da paz e da justiça no nosso contexto (relações pessoais, etc.). O leitor reze por estas duas intenções.

domingo, 16 de dezembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 16 – Domingo III do Advento – Ano C

Sf 3, 14-18a / Is 12, 2-3.4bcd.5-6 / Fl 4, 4-7 / Lc 3, 10-18

«Rejubila!», «Alegrai-vos!» são imperativos da Palavra de Deus nas leituras deste domingo. Não se trata de uma vaga sugestão, mas de uma ordem. «Alegrai-vos e exultai» é o título da última Exortação apostólica do Papa Francisco, sobre o chamamento que o Senhor nos faz à santidade na vida quotidiana. É claro que da boca de quem fala em nome de Deus não poderia vir este desinfeliz imperativo: Entristecei-vos e deprimi-vos.

Na primeira leitura, o profeta Sofonias, porta-voz de Deus, convida à alegria, depois de falar em catástrofes iminentes. É que a ira de Deus é contra o pecado e as situações de injustiça, nunca contra o pecador que ama, em aliança irrevogável. O amor omnipotente de Deus revela-se como misericórdia, fonte perene de alegria e paz. Para sermos de Deus é fundamental convertermos as nossas fobias e medos em confiança e júbilo.

S. Paulo escreve à comunidade de Filipos, a partir da sua prisão em Éfeso. Poderia enumerar uma ladainha de queixas e lamentações sobre a desgraça de viver numa cadeia. Mas não: exorta-nos à alegria, repetindo com insistência: «Alegrai-vos sempre no Senhor. Novamente vos digo: alegrai-vos». E explicita a razão da sua paradoxal alegria: é que «o Senhor está próximo». É que a nossa alegria não assenta sobre a mera boa disposição, as facilidades da vida, sobre a boa saúde ou o êxito nos negócios. Se firmarmos a nossa alegria na presença de Cristo, estaremos sempre alegres.

No Evangelho deparamos com três grupos de pessoas que vão ter ao deserto para encontrar o profeta João Batista. Poderíamos pensar que exortaria o povo a simples práticas devocionais de jejuns e orações. De algum modo antecipa o mandamento do amor ao próximo que Cristo iria anunciar como sinal do seu Reino. Ao simples povo recomenda que partilhe o que tem: «Quem tiver duas túnicas reparta com quem não tem; e quem tiver mantimentos faça o mesmo». Aos publicanos, a profissão mais odiada, por frequentemente explorar o povo e colaborar com a opressão do império romano, João pede: «Não exijais nada além do que vos foi prescrito». Aos soldados, com o poder das armas, proíbe os abusos dos poderosos: «Não pratiqueis a violência com ninguém nem denuncieis injustamente».

Que me desafiará João Batista a melhorar, no deserto da minha consciência, hoje, nas vésperas deste Natal?

sábado, 15 de dezembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 15 – Semana II do Advento

Sir 48, 1-4.9-11 / Slm 79 (80), 2-3.15-16.18-19 / Mt 17, 10-13

Aparecei… Despertai o vosso poder. (Salmo)

O nosso sentir de Deus tem altos e baixos. Quando está «em baixo», podemos pedir: «aparecei». Quando somos nós a estar em baixo, podemos pedir: «despertai o vosso poder». Mas não é só o nosso sentir que pode estar em baixo. É o próprio Deus que Se «esconde». Deus não está sempre ao nível da nossa sensibilidade. O sentir ou não sentir não são sinónimos de relação com Deus. A relação com Deus é um ato de vontade e de correspondência à graça.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 14 – S. João da Cruz (Memória)

Is 48, 17-19 / Slm 1, 1-4.6 / Mt 11, 16-19

“É amigo de publicanos e pecadores”. Mas a sabedoria foi justificada pelas suas obras. (Evang.)

É possível que haja sempre gente a dizer mal de nós pelas nossas convicções, ou assuntos em que não se pode tocar para não se criar problemas. Mas se formos coerentes, ganhamos o respeito dos outros e poderemos dar-nos com vários tipos de pessoas, como Jesus Se dava. Nós estamos chamados a levar a Palavra a diferentes pessoas. Ou a Palavra em si ou a nossa coerência com ela. O leitor peça pela sua coerência.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 13 – Santa Luzia (Memória)

Is 41, 13-20 / Slm 144 (145), 1.9-13ab / Mt 11, 11-15

Abra-se a terra e germine o Salvador. (Aleluia)

A terra somos nós. É dentro de nós que o Salvador germina. Cresce como uma planta que lança os seus ramos para fora de nós, onde vêm pousar passarinhos que encontramos pelo caminho e descansam à nossa sombra. Deus, através de nós, dá-lhes algumas das coisas que eles precisam. Eles vêm comer dos nossos frutos. Mas nós temos o poder de ter frutos variados, consoante as necessidades dos passarinhos que se vêm aninhar nos nossos ramos. Hoje, peçamos por todos os passarinhos que se vêm acolher aos nossos ramos.

AVISO - INFORMAÇÃO - CATEQUESE

No próximo Domingo dia 16 a Missa nas Azenhas do Mar será às 15h00 e não às 17h00, enquadrada na Festa de Natal da catequese Paroquial.

Celebrar o Natal é celebrar a alegria do nascimento de Jesus, a alegria de O ter próximo de nós.
É tempo de festa, de enfeitar as nossas casas, o presépio com a ternura da mãe, pai e filho, que beleza nos transmite a família junta.
Na vida familiar é preciso saber cuidar da fé, pois a azáfama da vida e as suas distrações podem levar a que Jesus fuja da nossa presença.
Também nós catequistas temos por missão levar Jesus aos nossos meninos, rezar com eles como Jesus nos ensinou e fazer festa com eles, então dia 16 de dezembro às 16 horas no CEDCRAM nas Azenhas do Mar vamos festejar a festa de Natal com os catequisandos, família, catequistas e amigos.
O nosso programa ė composto por música com a participação da Banda de Colares por nós convidada, e em seguida a apresentação do trabalho dos nossos catequisandos.
Nós catequistas desejamos a todos um Santo e feliz Natal. 
Cecilia Moreira

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 12 – Semana II do Advento

Is 40, 25-31 / Slm 102 (103), 1-4.8.10 / Mt 11, 28-30

E encontrareis descanso para as vossas almas. (Evang.)

As «regras» de Jesus eram simples: amar a Deus e ao próximo como a si mesmo. Hoje, temos muito mais regras do que estas, mas são derivadas destas. São orientações para sabermos como havemos de aplicar estas três regras às situações concretas da vida. Além do mais, são regras de uniformização. Hoje, o leitor pense em como vai amar a Deus, o próximo e a si mesmo hoje (ou amanhã). (Em três aspetos).

Ulgueira - QUINTA-FEIRA dia 13 às 15h00.

A Adoração ao Santíssimo Sacramento da 2ª Quinta-feira do mês passou a ser celebrada na Ulgueira

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 11 – Semana II do Advento

Is 40, 1-11 / Slm 95 (96), 1-3.10ac-13 / Mt 18, 12-14

Não deixará as noventa e nove… para ir procurar a que anda tresmalhada? (Evang.)

O pastor não vai com as outras noventa e nove à procura da ovelha perdida. O pastor tem pressa de se encontrar com a perdida. Também na parábola dos dois filhos, o pai não espera pelo mais velho para fazer a festa. Tem pressa na festa. Deus tem pressa de manifestar a alegria do reencontro. Saboreemos esta realidade. O leitor pense num pecado de que não se consiga ou ainda não queira livrar. E pense em Deus a ir atrás de si. Sim, mesmo que o leitor não se queira livrar desse pecado.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 10 – Semana II do Advento

Is 35, 1-10 / Slm 84 (85), 9ab-14 / Lc 5, 17-26

Encontraram-se a misericórdia e a fidelidade [de Deus]. (Salmo)

Peçamos a Deus a consciência da sua misericórdia e da sua fidelidade. O salmo diz que a justiça e a paz se abraçaram. Caro leitor, deixe-se abraçar pela justiça e pela paz. Depois, diz que a fidelidade vai germinar na terra. Sentindo a fidelidade de Deus, podemos plantar a fidelidade de Deus na terra. «A justiça descerá do céu» e encherá os nossos corações. «O Senhor dará o que é bom e a nossa terra produzirá os seus frutos». Caro leitor, hoje medite – e se possível sinta – o salmo da Santa Missa.

Não podemos nos render a situações negativas, afirma Papa

“Como eu posso mudar algo no meu comportamento para preparar o caminho do Senhor?"

O Papa Francisco rezou hoje ao meio-dia a oração mariana do Angelus com os fiéis e peregrinos de todas as partes do mundo reunidos na grande Praça São Pedro.

Neste segundo domingo do Advento, disse o Papa, vem-nos indicado como dar substância à espera do Senhor: empreendendo um caminho de conversão.

Como guia para este caminho, – continuou Francisco – o Evangelho nos apresenta a figura deJoão Batista, que “percorreu toda a região do Jordão, pregando um batismo de conversão para o perdão dos pecados”.

Para descrever a missão do Batista, o evangelista Lucas recolhe a antiga profecia de Isaías: “Esta é a voz daquele que grita no deserto: preparai o caminho do Senhor, endireitai suas veredas. Todo vale será aterrado, toda montanha e colina serão rebaixadas”.

Para preparar o caminho para o Senhor que vem, é necessário levar em conta as exigências da conversão a que o Batista nos convida.

Antes de mais nada, somos chamados a recuperar os buracos produzidos pela frieza e pela indiferença, abrindo-nos aos outros com os mesmos sentimentos de Jesus, isto é, com a cordialidade e a atenção fraternas que se responsabiliza pelas necessidades do nosso próximo, isto é recuperar os buracos produzidos pela frieza.

E não se pode ter uma relação de amor, de caridade, de fraternidade com o próximo se há buracos, como não se pode caminhar por um estrada com muitos buracos. E tudo isso fazer com um cuidado especial para com os mais necessitados.

Então,  – prosseguiu Francisco – precisamos reduzir tantas severidades causadas pelo orgulho e pela soberba, fazendo gestos concretos de reconciliação com os nossos irmãos, pedindo perdão pelas nossas faltas. Não é fácil reconciliar-se, acrescentou o Papa, se se pensa, quem irá dar o primeiro passo? O Senhor nos ajuda nisto se temos boa vontade.
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