sexta-feira, 25 de maio de 2018
MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 25 – SEMANA VII DO TEMPO COMUM
Tg 5, 9-12 / Slm 102 (103), 1-4.8-9.11-12 / Mc 10, 1-12Quem repudiar a sua mulher e casar com outra, comete adultério contra a primeira. E se a mulher repudiar o seu marido e casar com outro, comete adultério. (Evang.)
Sabemos que este assunto é particularmente doloroso para milhares (milhões?) de católicos. O leitor peça por eles e para que o Espírito Santo continue a iluminar os bispos de todo o mundo.
quinta-feira, 24 de maio de 2018
MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 24 – Semana VII do Tempo Comum
tg 5, 1-6 / Slm 48 (49), 14-20 / Mc 9, 41-50
Tende sal em vós mesmos. (Evang.)
Tende sal em vós mesmos. (Evang.)
O sal dá vida aos alimentos e na época de Jesus também servia para os conservar. Com sal dentro do nosso espírito, nós devemos conservar Jesus e dar vida à nossa vida espiritual. Também devemos salgar a vida dos nossos irmãos, dar-lhes vida. Mas com calma, com discernimento. Sal a mais, estraga. Ninguém está preparado para receber sal a mais. Na sua tarefa de salgar, o leitor peça respeito pelo outro.
quarta-feira, 23 de maio de 2018
MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 23 – Semana VII do Tempo Comum
Tg 4, 13-17 / Slm 48 (49), 2-3.6-11 / Mc 9, 38-40Quem sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado. (1ª Leit.)
Será que conseguimos estar sempre a fazer o bem? Será que não temos de estar alguns períodos sem fazer nada? Claro que sim. Mas S. Tiago devia estar a referir-se ao aspeto geral, àquilo que os moralistas chamam a opção fundamental pelo bem ou pelo mal. Devemos sempre ter o bem no nosso coração, não escolher caminhos ínvios. O leitor peça essa graça. Mais a graça do progresso.
Festa da Família - Alteração de local
segunda-feira, 21 de maio de 2018
MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 21 – Semana VII do Tempo Comum
Tg 3, 13-18 / Slm 18 B (19 B), 8-10.15 / Mc 9, 14-19 ... o espírito sacudiu fortemente o menino. (Evang.)
Também há espíritos (maus) mudos que nos agitam. As más inclinações. Muitas vezes, não se expressam por palavras. São sentimentos. Temos de batizar esses sentimentos, isto é, entregá-los ao cuidado do Espírito Santo. Mas isto seria só uma pia consideração se não soubéssemos como fazê-lo. É pedir ao Espírito Santo que venha sobre esses sentimentos e os transforme em sentimentos bons. O leitor tente isso.
domingo, 20 de maio de 2018
MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 20 – Domingo de Pentecostes – Ano B
At 2, 1-11 / Slm 103 (104), 1ab.24c.29bc-31.34 / 1 Cor 12, 3b-7.12-13 ou Gal 5, 16-25 / Jo 20, 19-23 ou Jo 15, 26-27; 16, 12-15
«Rei celeste, Consolador, Espírito da Verdade vem habitar em mim!». Assim começam as ações litúrgicas dos nossos irmãos cristãos do Oriente. Estão conscientes que a graça vem de Deus, mas não desejam que esta desça como um simples hóspede muito querido que nos vem visitar e depois regressa a sua casa. O Espírito vem habitar dentro de nós, tem morada permanente em nós. S. Basílio, um santo da antiguidade cristã, utiliza uma expressão curiosa, dizendo que o Espírito Santo Se torna na nossa «forma», isto é, Ele dá forma à nossa vida. Outra expressão semelhante refere-se ao Espírito Santo como sendo a «Alma da nossa alma». Isto significa que Ele faz parte daquilo que nós somos, «mais íntimo de mim que eu mesmo».
A Solenidade que hoje celebramos, o Pentecostes, em ligação com todas as festas pascais, mostra-nos o ápice do ano litúrgico. Mais: mostra-nos o ponto mais elevado da criação, da incarnação e da redenção: somos habitados pelo Espírito Santo. O Senhor ressuscitado subiu aos céus, mas não nos abandona à nossa sorte: envia--nos o seu Espírito, o Espírito Santo. Interessante notar que, no Antigo Testamento, no livro do Génesis, vemos como Deus sopra sobre o barro e Adão é criado; agora, no Pentecostes, o Senhor sopra sobre homens e mulheres e a Igreja é criada. É destes homens e mulheres, reunidos no cenáculo, habitados pelo Espírito Santo, é da comunidade que brota a Igreja.
A alegria e a tristeza estão na base das nossas ações. Quando estamos tristes, ou não fazemos nada porque não temos força para nada ou o que fazemos não é bom. Mas quando estamos felizes e nos sentimos alegres, então as nossas ações são boas, somos uma presença positiva para os outros e à nossa volta tudo floresce. A alegria do Senhor é a nossa força, é a força da vida nova no Amor, habitados pelo Espírito Santo. Os discípulos estavam fechados, com as portas trancadas, com um medo irracional que lhes fizessem o mesmo que fizeram a Jesus. Como quase todos os medos, este era um medo improvável, mas nem por isso era menos real. O medo tem esta força de nos fechar aos outros e fazer do nosso coração um lugar fechado. Recordemo-nos que o Cenáculo, lugar onde estão fechados por causa do medo, é o mesmo sítio onde o Senhor nos deu o Pão e o Vinho, seu Corpo e Sangue. Quando estamos tristes e com medo, nada faz sentido, tudo é ameaçador. É neste momento de medo e dor, em que nada parece fazer sentido, que o Senhor Se faz presente. Ele está sempre presente na nossa vida e também nos momentos de medo, quando tudo parece escuro e ameaçador. Ele entra no mais profundo do nosso ser e dá-nos o dom da sua paz. Encontrar o Ressuscitado na nossa vida leva-nos à Alegria e a dar frutos de paz. Estes são sinais da sua presença.
Quando os discípulos viram a mão e o lado de Jesus encheram-se de alegria. É esta alegria no Senhor que se torna missão para os discípulos de Jesus. Somos, por isso, todos nós enviados, tal como Jesus foi enviado pelo Pai, a anunciar que somos filhos muito amados do Pai. Temos a mesma missão de Jesus! A nossa missão é mostrar, isto é, testemunhar o Amor do Pai por cada um de nós. Recebemos esta missão com o «sopro» do Espírito Santo. É Ele que em nós grita «Abbá, Pai»; é Ele o orante em nós, mas Ele precisa de nós, precisa que abramos o coração para que a nossa vida seja um lugar de amor, de alegria e de paz.
«Rei celeste, Consolador, Espírito da Verdade vem habitar em mim!». Assim começam as ações litúrgicas dos nossos irmãos cristãos do Oriente. Estão conscientes que a graça vem de Deus, mas não desejam que esta desça como um simples hóspede muito querido que nos vem visitar e depois regressa a sua casa. O Espírito vem habitar dentro de nós, tem morada permanente em nós. S. Basílio, um santo da antiguidade cristã, utiliza uma expressão curiosa, dizendo que o Espírito Santo Se torna na nossa «forma», isto é, Ele dá forma à nossa vida. Outra expressão semelhante refere-se ao Espírito Santo como sendo a «Alma da nossa alma». Isto significa que Ele faz parte daquilo que nós somos, «mais íntimo de mim que eu mesmo».
A Solenidade que hoje celebramos, o Pentecostes, em ligação com todas as festas pascais, mostra-nos o ápice do ano litúrgico. Mais: mostra-nos o ponto mais elevado da criação, da incarnação e da redenção: somos habitados pelo Espírito Santo. O Senhor ressuscitado subiu aos céus, mas não nos abandona à nossa sorte: envia--nos o seu Espírito, o Espírito Santo. Interessante notar que, no Antigo Testamento, no livro do Génesis, vemos como Deus sopra sobre o barro e Adão é criado; agora, no Pentecostes, o Senhor sopra sobre homens e mulheres e a Igreja é criada. É destes homens e mulheres, reunidos no cenáculo, habitados pelo Espírito Santo, é da comunidade que brota a Igreja.
A alegria e a tristeza estão na base das nossas ações. Quando estamos tristes, ou não fazemos nada porque não temos força para nada ou o que fazemos não é bom. Mas quando estamos felizes e nos sentimos alegres, então as nossas ações são boas, somos uma presença positiva para os outros e à nossa volta tudo floresce. A alegria do Senhor é a nossa força, é a força da vida nova no Amor, habitados pelo Espírito Santo. Os discípulos estavam fechados, com as portas trancadas, com um medo irracional que lhes fizessem o mesmo que fizeram a Jesus. Como quase todos os medos, este era um medo improvável, mas nem por isso era menos real. O medo tem esta força de nos fechar aos outros e fazer do nosso coração um lugar fechado. Recordemo-nos que o Cenáculo, lugar onde estão fechados por causa do medo, é o mesmo sítio onde o Senhor nos deu o Pão e o Vinho, seu Corpo e Sangue. Quando estamos tristes e com medo, nada faz sentido, tudo é ameaçador. É neste momento de medo e dor, em que nada parece fazer sentido, que o Senhor Se faz presente. Ele está sempre presente na nossa vida e também nos momentos de medo, quando tudo parece escuro e ameaçador. Ele entra no mais profundo do nosso ser e dá-nos o dom da sua paz. Encontrar o Ressuscitado na nossa vida leva-nos à Alegria e a dar frutos de paz. Estes são sinais da sua presença.
Quando os discípulos viram a mão e o lado de Jesus encheram-se de alegria. É esta alegria no Senhor que se torna missão para os discípulos de Jesus. Somos, por isso, todos nós enviados, tal como Jesus foi enviado pelo Pai, a anunciar que somos filhos muito amados do Pai. Temos a mesma missão de Jesus! A nossa missão é mostrar, isto é, testemunhar o Amor do Pai por cada um de nós. Recebemos esta missão com o «sopro» do Espírito Santo. É Ele que em nós grita «Abbá, Pai»; é Ele o orante em nós, mas Ele precisa de nós, precisa que abramos o coração para que a nossa vida seja um lugar de amor, de alegria e de paz.
sábado, 19 de maio de 2018
MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 19 – Semana VII do Tempo Pascal
At 28, 16-20.30-31 / Slm 10 (11), 4.5.7 / Jo 21, 20-25
Viu que o seguia o discípulo predileto de Jesus. (Evang.)
Parece que Jesus tinha um predileto. E no Céu, também haverá prediletos? Eu acho que no Céu vamos ser todos prediletos, porque Deus ama infinitamente cada um de nós, individualmente. E, naturalmente, já aqui na terra nós somos totalmente amados por Deus. O amor de Deus não se divide, como o tempo de uma pessoa se divide por aqueles que ela ama. Hoje meditemos nesta realidade.
Viu que o seguia o discípulo predileto de Jesus. (Evang.)
Parece que Jesus tinha um predileto. E no Céu, também haverá prediletos? Eu acho que no Céu vamos ser todos prediletos, porque Deus ama infinitamente cada um de nós, individualmente. E, naturalmente, já aqui na terra nós somos totalmente amados por Deus. O amor de Deus não se divide, como o tempo de uma pessoa se divide por aqueles que ela ama. Hoje meditemos nesta realidade.
sexta-feira, 18 de maio de 2018
MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 18 – Semana VII do Tempo Pascal
At 25, 13b-21 / Slm 102 (103), 1-2.11-12.19-20ab / Jo 21, 15-19
Mas quando fores mais velho... outro... te levará para onde não queres. (Evang.)
Às vezes somos levados para onde não queremos e o que temos a fazer é pormo-nos nas mãos de Deus. Recentemente, tive duas situações ligadas com avarias de computadores que afetaram bastante os meus escritos e umas conferências que tinha de dar, mas Deus auxiliou-me muito através do amor das pessoas, que é amor que vem de Deus, como Deus ajudou S. Pedro. Habituemo--nos a pôr-nos nas mãos de Deus nas situações mais tensas do nosso dia a dia. O leitor reze por isso.
Mas quando fores mais velho... outro... te levará para onde não queres. (Evang.)
Às vezes somos levados para onde não queremos e o que temos a fazer é pormo-nos nas mãos de Deus. Recentemente, tive duas situações ligadas com avarias de computadores que afetaram bastante os meus escritos e umas conferências que tinha de dar, mas Deus auxiliou-me muito através do amor das pessoas, que é amor que vem de Deus, como Deus ajudou S. Pedro. Habituemo--nos a pôr-nos nas mãos de Deus nas situações mais tensas do nosso dia a dia. O leitor reze por isso.
quinta-feira, 17 de maio de 2018
MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 17 – Semana VII do Tempo Pascal
At 22, 30; 23, 6-11 / Slm 15 (16), 1-2a.5.7-8.9-10.11 / Jo 17, 20-26
Para que o amor com que Me amaste esteja neles. (Evang.)
Para que o amor com que Me amaste esteja neles. (Evang.)
Jesus quer que sejamos amados com o amor com que o Pai nos ama. Um amor de Pai para filho. Porque nós também somos filhos. É Jesus que nos traz o Pai e é Jesus que nos leva ao Pai, se bem que Jesus também nos diga que o Pai nos ama diretamente. E Jesus dá-nos o Espírito Santo. Nós também, entre os nossos amigos, podíamos ser facilitadores de pontes. Mãos à obra.
quarta-feira, 16 de maio de 2018
Papa Francisco pede aos rígidos da Lei que imitem Saulo e se deixem guiar por Jesus
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| Papa Francisco preside Missa na Casa Santa Marta / Foto: L'Osservatore Romano |
Nesse sentido, contrastou a rigidez com a honestidade. Advertiu contra aqueles que “são os rígidos de vida dupla: mostram-se belos, honestos, mas quando ninguém os vê, fazem coisas feias”.
“Entretanto, este jovem – Saulo – era honesto. Quando falo disso, penso em muitos jovens que caíram na tentação da rigidez, hoje, na Igreja. Alguns são honestos, são bons, devemos rezar para que o Senhor os ajude a crescer no caminho da mansidão”.
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MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 16 – Semana VII do Tempo Pascal
At 20, 28-38 / Slm 67 (68), 29-30.33-35a.35b-36c / Jo 17, 11b-19
Guardei-os e nenhum deles se perdeu. (Evang.)
Guardei-os e nenhum deles se perdeu. (Evang.)
Nesta frase, Jesus refere-Se à vida eterna. Mas nós temos à nossa responsabilidade pessoas que caem sob a alçada do segundo mandamento: amar os outros como a si mesmo. Temos de amar as pessoas à nossa volta e de nos amar, também. Às vezes custa, às vezes estamos muito cansados, às vezes só queríamos que nos deixassem em paz. Peçamos a Deus forças.
terça-feira, 15 de maio de 2018
MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 15 – Semana VII do Tempo Pascal
At 20, 17-27 / Slm 67 (68), 10-11.20-21 / Jo 17, 1-11
Ele dê a vida eterna a todos os que Lhe confiaste. (Evang.)
A vida eterna que os ressuscitados já gozam e para a qual nós havemos de ressuscitar um dia é o elo comum de todos (nós) os que estão unidos às pessoas que estão no Purgatório e no Céu através da Comunhão dos Santos, isto é, através da comunhão – da união – de todos os batizados na Terra e de todas as pessoas que estão no Purgatório e no Céu. Isto deve alegrar-nos muito quando um ente querido morre e ressuscita.
Ele dê a vida eterna a todos os que Lhe confiaste. (Evang.)
A vida eterna que os ressuscitados já gozam e para a qual nós havemos de ressuscitar um dia é o elo comum de todos (nós) os que estão unidos às pessoas que estão no Purgatório e no Céu através da Comunhão dos Santos, isto é, através da comunhão – da união – de todos os batizados na Terra e de todas as pessoas que estão no Purgatório e no Céu. Isto deve alegrar-nos muito quando um ente querido morre e ressuscita.
segunda-feira, 14 de maio de 2018
Toda a Vida tem Dignidade
DIA 29 DE MAIO
Concentração contra a eutanásia, em LisboaA Federação Portuguesa pela Vida, através da campanha Toda a Vida tem Dignidade, está a organizar uma concentração para se manifestar contra a eutanásia, que vai decorrer junto à Assembleia da República, em Lisboa, a 29 de maio, terça-feira, às 13h30. Nesse dia, vão ser discutidos na Assembleia da República quatro projetos de lei que pedem a legalização da eutanásia.
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Coisas que você não deve fazer na Missa e talvez não saiba
Pequenos detalhes que fazem a diferença e unem a Igreja
- Não chegar atrasado. Lembre-se de que Deus está esperando você para enchê-lo com o seu amor, dar o seu perdão e um abraço, falar ao seu ouvido, e dizer o que o você precisa ouvir. Ele separou um lugar na mesa para você. Não o deixe esperando;
- Não usar roupas provocantes. Não use vestuário que possa chamar a atenção ou provocar (decote, minissaia e shorts);
- Não entre na igreja sem saudar o Senhor. Ao chegar, faça o sinal da cruz. Ele está lá, feliz por ver você. Agradeça-o, pois ele o convidou;
- Não tenha preguiça de fazer a reverência ou a genuflexão. Se você passar em frente ao altar, que representa Cristo, faça a reverência. Se passar pelo Sacrário, onde está Cristo, faça a genuflexão (tocar o chão com o joelho);
- Não masque chiclete nem coma ou beba. Só é permitida água e em caso de necessidade e por questão de saúde;
- Não cruze as pernas. O ato de cruzar as pernas é considerado pouco respeitoso. O seu corpo deve expressar a sua devoção;
- A mesma pessoa não deve fazer a Leitura e o Salmo. Se você vir um só leitor ou leitora, ofereça-se para ler, pois as Leituras e o Salmo devem ser proclamados por leitores diferentes (dois no meio da semana e três aos domingos ou dias festivos, quando há a Segunda Leitura);
- Não adicione frases quando for fazer as Leituras e o Salmo. Não leia as letrinhas vermelhas nem diga: “Primeira Leitura” ou “Salmo Responsorial”;
- Nunca recite o Aleluia antecipadamente. Não se adiante para dizer “Aleluia, Aleluia”. Espere alguns segundos, pois, certamente, alguém o cantará. Se nem o padre nem ninguém cantar, omita-o, mas nunca o recite;
- Não faça o sinal da cruz na proclamação do Evangelho. Você só deve fazer três cruzes pequenas: uma na fronte, outra nos lábios e a última no peito;
- Não responda no plural quando Credo é feito em forma de perguntas. Quem preside a Missa pode perguntar: “Creem em Deus Pai Todo Poderoso?” Neste caso, não responda “sim, cremos”, pois a fé é pessoal. Responda: “sim, creio”.
- Não recolha a oferta durante a Oração Universal. A oferta deve ser recolhida durante a apresentação dos dons, quando todos estão sentados e o padre agradece a Deus pelo pão e o vinho e purifica as mãos;
- Não se levante durante a apresentação dos dons. Às vezes, alguém se levanta e, por impulso, outros também ficam de pé. Talvez, ao ver o padre levantar o cálice e a hóstia, as pessoas pensam que já é a Consagração. Mas não é;
- Não se ajoelhe logo depois do “Santo”. É preciso esperar que o padre peça que o Espírito Santo transforme o pão e o vinho em Corpo e Sangue de Cristo. É neste momento que se deve ajoelhar-se (se houver sino, ajoelhe-se quando ele soar);
- Não ficar sentado durante a Consagração. Se você não consegue se ajoelhar, fique de pé, mas nunca se sente, a menos que seja por alguma doença. É falta de respeito com Cristo, que se faz presente no altar;
- Não dizer nada em voz alta durante a Consagração. Tem gente que, durante a Consagração, diz em voz alta: “Meu Senhor, Meu Deus”. Mas isso distrai quem está fazendo uma oração pessoal em silêncio;
- Não diga em voz alta: “Por Cristo, com Cristo, em Cristo…”. Só quem deve dizer isso é quem preside a Missa;
- Não saia do seu lugar para ir dar a Paz. Você só deve cumprimentar quem está perto de você, não outras pessoas, em outros bancos. Tampouco deve aproveitar para ir felicitar alguém ou dar pêsames;
- Se você não estiver preparado, não comungue. Você deve ter guardado o jejum eucarístico (não ter comido nem bebido nada uma hora antes de comungar) e não ter pecado grave;
- Não fazer somente uma fila de Comunhão (a do padre). Jesus está presente na Hóstia Consagrada, não importa se é a hóstia segurada pelo padre ou por um Ministro Extraordinário da Eucaristia, que é uma pessoa preparada e autorizada pela Igreja para distribuir a Comunhão na Missa e levá-la aos idosos e enfermos;
- Depois de comungar, não converse com os outros. Volte ao seu lugar e fale com o Senhor. Se você não comungou, faça uma comunhão espiritual e converse com Ele;
- Quando terminar a distribuição da Comunhão, não continuar cantando. O canto da Comunhão deve terminar quando a última pessoa receber a hóstia, para que haja um silêncio sagrado, em que cada pessoa entra em diálogo com Deus;
- Desligue o celular. Não fique mandando mensagens ou falando ao celular durante a Missa, pois isso distrai você e os outros. Dedique sua atenção ao Senhor, que está dedicando a atenção Dele a você;
- Não perca as crianças de vista. Ensine-as a aproveitar a casa do Pai e a se comportar na Missa;
- Não saia antes que a Missa termine. Não perca a bênção fina, através da qual o padre o envia ao mundo para dar testemunho em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Saia da Igreja com um propósito novo, que tenha sido inspirado no Senhor, para edificar o mundo, seu Reino de amor.
Artigo originalmente publicado por Desde la fe, traduzido e adaptado ao português por Aleteia.
13 a 20 de Maio - Semana da Vida “Eutanásia… O que está em jogo?”
A Igreja Católica em Portugal vai dedicar a sua Semana da Vida de 2018 ao tema da eutanásia, procurando promover um debate “sereno” sobre o tema, apresentando a sua posição à sociedade.
A iniciativa vai decorrer de 13 a 20 de maio, lançando a questão "Eutanásia… O que está em jogo?".
As propostas da Comissão Episcopal do Laicado e Família, através do seu Departamento Nacional da Pastoral Familiar (DNPF) partem de um alerta do Papa Francisco, sobre as “novas interrogações” relativas ao “sentido da vida humana”.
“Voltamos à problemática da Eutanásia, que envolve a ética, a medicina, o direito, a filosofia, a religião… e onde se ‘misturam’ experiências pessoais e familiares”, refere o guião da celebração, preparado pelo DNPF.
Os responsáveis pela iniciativa consideraram importante retomar o documento publicado pela Conferência Episcopal Portuguesa em 2016, ‘Eutanásia: o que está em jogo? Contributos para um diálogo sereno e humanizador’, a fim de “aprofundar o que está em causa, distinguir conceitos, conhecer mais claramente o que a Igreja defende e propõe”.
13 a 20 de Maio - Semana da Vida “Eutanásia… O que está em jogo?”
“Também para nos deixarmos questionar por uma e outra posição, e testemunhar Aquele que pode libertar-nos, oferecendo-nos uma Luz que nos descubra a nós mesmos um sentido capaz de tornar boa a nossa vida e digna de ser vivida”, pode ler-se, no texto de apresentação da iniciativa anual.
· a meditação dos Mistérios Dolorosos;
· momentos de oração pela Vida, ao longo da semana (pode fazer download da pagela com a oração)
Desejamos a todos uma boa Semana da Vida!
MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 14 – S. Matias, Apóstolo (Festa)
At 1, 15-17.20-26 / Slm 112 (113), 1-8 / Jo 15, 9-17
Vós sois meus amigos, se fizerdes o que Eu vos mando. (Evang.)
Vós sois meus amigos, se fizerdes o que Eu vos mando. (Evang.)
Pessoas há que passam a vida sem fazer um pecado que ofenda gravemente a Deus. Supõe-se que os pecados por omissão estão incluídos aqui. Mas nós, pessoas normais, temos de ter atenção com o que não fazemos. Com o que ainda não fazemos, com o que deixámos de fazer, com aquela coisa que devíamos fazer, que nos mói há muito e ainda não fizemos. Peçamos forças a Deus.
domingo, 13 de maio de 2018
MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 13 – Ascensão do Senhor – Ano B
At 1, 1-11 / Slm 46 (47), 2-3.6-9 / Ef 1, 17-23 ou Ef 4, 1-13 / Mc 16, 15-20
Dia Mundial dos Meios de Comunicação Social
A solenidade que hoje celebramos, a Ascensão do Senhor, oferece-nos uma imagem que nos poderá confundir: se não estivermos atentos, até podemos pensar que Jesus Cristo é uma espécie de socorrista que desce dos céus de helicóptero! Quando alguém tem um acidente e está ferido num lugar inacessível, numa montanha, por exemplo, os socorristas vão lá de helicóptero, descem uma corda, seguram a pessoa a si mesmos e salvam a pessoa ferida. Poderíamos pensar que, de algum modo, é assim a vida de Cristo: Ele desce do alto dos céus, resgata a humanidade ferida e eleva-a com Ele aos céus, curando-a. Pode até ser uma imagem simpática, mas não é bem assim. Na verdade, na Ascensão todos nós somos enviados, recebendo a nossa missão.
Jesus, elevando-Se no céu, não Se afasta de nós, mas dá-nos a certeza de que estará sempre connosco, sempre a caminhar ao nosso lado, tal como acontece com os discípulos de Emaús. Será sempre o peregrino que caminha ao nosso lado. Certo, a sua presença agora não é uma presença física, como aquela que os discípulos experimentaram. Ele partiu, mas, como Ele mesmo nos disse, é bom para nós que Ele parta porque assim pode vir o Paráclito, que é o Espírito Santo.
Se durante a vida terrena poderíamos até estar com Jesus, agora Ele está em nós. Antes poderíamos ver o seu rosto, agora o nosso rosto pode transfigurar-se e podemos ser presença de Cristo no mundo. Na Ascensão de Jesus ao Céu podemos ver o sentido de toda a história da humanidade, podemos contemplar o sentido da nossa vida: o mundo, que vem de Deus, regressa a Deus. Ele, Jesus Cristo, é o Primogénito, a cabeça do corpo, e por onde passa a cabeça passará também todo o corpo com todos os seus membros que somos nós. Ele abre a porta para que todo o universo possa ser assumido no seu corpo. «Porque foi n’Ele que todas as coisas foram criadas», diz S. Paulo, tudo subsiste n’Ele e fora de Cristo nada pode subsistir. Em certo sentido, a Ascensão ainda não terminou: a cabeça já foi «dada à luz», já nasceu para a sua existência definitiva, mas o corpo ainda não completamente.
Cristo nem nos abandona à nossa sorte nem nos resgata à força, como faz o socorrista que desce de um helicóptero para nos salvar. Ele quer fazer de nós homens e mulheres livres. Seria muito mais fácil para Ele «forçar» a nossa salvação, mas Ele parte para que O possamos seguir livremente na nossa vida. Que grande sinal de Amor! Prefere o risco de ser rejeitado do que diminuir a nossa liberdade. O caminho que todos somos chamados a percorrer, isto é, o sentido da nossa vida, é o encontro com o Senhor que faz de nós homens e mulheres verdadeiramente livres.
Dia Mundial dos Meios de Comunicação Social
A solenidade que hoje celebramos, a Ascensão do Senhor, oferece-nos uma imagem que nos poderá confundir: se não estivermos atentos, até podemos pensar que Jesus Cristo é uma espécie de socorrista que desce dos céus de helicóptero! Quando alguém tem um acidente e está ferido num lugar inacessível, numa montanha, por exemplo, os socorristas vão lá de helicóptero, descem uma corda, seguram a pessoa a si mesmos e salvam a pessoa ferida. Poderíamos pensar que, de algum modo, é assim a vida de Cristo: Ele desce do alto dos céus, resgata a humanidade ferida e eleva-a com Ele aos céus, curando-a. Pode até ser uma imagem simpática, mas não é bem assim. Na verdade, na Ascensão todos nós somos enviados, recebendo a nossa missão.
Jesus, elevando-Se no céu, não Se afasta de nós, mas dá-nos a certeza de que estará sempre connosco, sempre a caminhar ao nosso lado, tal como acontece com os discípulos de Emaús. Será sempre o peregrino que caminha ao nosso lado. Certo, a sua presença agora não é uma presença física, como aquela que os discípulos experimentaram. Ele partiu, mas, como Ele mesmo nos disse, é bom para nós que Ele parta porque assim pode vir o Paráclito, que é o Espírito Santo.
Se durante a vida terrena poderíamos até estar com Jesus, agora Ele está em nós. Antes poderíamos ver o seu rosto, agora o nosso rosto pode transfigurar-se e podemos ser presença de Cristo no mundo. Na Ascensão de Jesus ao Céu podemos ver o sentido de toda a história da humanidade, podemos contemplar o sentido da nossa vida: o mundo, que vem de Deus, regressa a Deus. Ele, Jesus Cristo, é o Primogénito, a cabeça do corpo, e por onde passa a cabeça passará também todo o corpo com todos os seus membros que somos nós. Ele abre a porta para que todo o universo possa ser assumido no seu corpo. «Porque foi n’Ele que todas as coisas foram criadas», diz S. Paulo, tudo subsiste n’Ele e fora de Cristo nada pode subsistir. Em certo sentido, a Ascensão ainda não terminou: a cabeça já foi «dada à luz», já nasceu para a sua existência definitiva, mas o corpo ainda não completamente.
Cristo nem nos abandona à nossa sorte nem nos resgata à força, como faz o socorrista que desce de um helicóptero para nos salvar. Ele quer fazer de nós homens e mulheres livres. Seria muito mais fácil para Ele «forçar» a nossa salvação, mas Ele parte para que O possamos seguir livremente na nossa vida. Que grande sinal de Amor! Prefere o risco de ser rejeitado do que diminuir a nossa liberdade. O caminho que todos somos chamados a percorrer, isto é, o sentido da nossa vida, é o encontro com o Senhor que faz de nós homens e mulheres verdadeiramente livres.
quinta-feira, 10 de maio de 2018
MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 10 – Semana VI do Tempo Pascal

At 18, 1-8 / Slm 97 (98), 1.2-3ab.3cd-4 / Jo 16, 16-20
Os confins da terra puderam ver a salvação do nosso Deus. (Salmo)
O texto deste salmo é dedicado à grandeza do Deus de Israel, grandeza essa que atinge todos os povos. Depois, Jesus vem dizer-nos que a salvação é individual e não de «povos». E embora uma pessoa possa esperar ser salva, tem de dar o seu melhor. Muito simplesmente porque não dar é pecar; traz mal ao mundo. O leitor reze para saber como há de dar o seu melhor, sem ansiedade.
DIA DA ASCENSÃO 10 de Maio 2018
No calendário cristão, a Ascensão de Cristo celebra a subida de Jesus ao céu 40 dias depois de sua ressurreição.
Após ter ressuscitado, Jesus permaneceu na Terra entre seus discípulos durante 40 dias, período em que os instruiu sobre o reino de Deus1. Seu último momento de vida humana termina com sua subida aos céus e sua passagem para o mundo divino. A cena é descrita na passagem bíblica dos Atos dos Apóstolos 1, 9-10 da seguinte maneira:
“Depois de dizer isso, Jesus foi elevado aos céus, a vista deles. Uma nuvem os encobriu, de forma que seus olhos não podiam mais vê-lo. Os apóstolos continuavam olhando para o céu, enquanto Jesus subia.”
Vem desse acontecimento a passagem na oração do Credo que diz “Subiu aos céus e está sentado à direita do Pai”. A partir de sua ascensão, a presença de Jesus entre os homens se fez sob a forma de sacramento e na figura do próximo.
Em seguida, Cristo promete enviar o Espírito Santo para amparar seus discípulos na tarefa de distribuir a palavra de Deus ao mundo, o que será comemorado no dia de Pentecostes. Assim, Cristo delega os compromissos missionários da evangelização aos seus discípulos e à comunidade2. Da mesma forma, com a solenidade de sua ascensão, ele demonstra que o reino de Deus é possível para toda a humanidade3.
segunda-feira, 7 de maio de 2018
Destaques da semana
Esta semana chamamos principalmente a atenção da antecipação da procissão de velas no Mucifal para Quinta-feira dia 10 - alterando também a missa para as 21h00, seguinda da procissão.
- MISSAS DA SEMANA: 3ª e 6ª feira em Colares às 19h00, quarta feira em Almoçageme às 9h30, 5ª feira no Mucifal às 21h00.
- QUARTA-FEIRA: Reunião da Legião de Maria no Mucifal às 15h00. Reunião de Aprofundamento da fé, em Colares às 21h00.
- QUINTA-FEIRA: Oração pela Paz, na Igreja do Mucifal às 15h00. Adoração ao SS.mo Sacramento na Azóia às 15h00. Missa no Mucifal às 21h00, seguida de Procissão de velas em honra de Nossa Senhora de Fátima.
- SEXTA-FEIRA: 6ª Sessão do Curso Alpha, na Igreja da Misericórdia às 20h00. Reunião dos Conselhos Pastorais da Vigararia de Sintra, em Rio de Mouro às 21h00.
- SÁBADO: Missas Vespertinas na Praia das Maçãs às 17h30 e no Mucifal às 19h00.
- DOMINGO: Missas – no Penedo às 9h15, em Almoçageme às 10h30, em Colares às 12h00 e 19h00 e nas Azenhas do Mar às 21h00, seguida de Procissão de velas em honra de Nossa Senhora.
domingo, 6 de maio de 2018
Vaticano: Papa recebeu novos elementos da Guarda Suíça que vão prestar juramento este domingo
Francisco recordou marca de «coragem e generosidade» que tem pautado o serviço daquela força de segurança da Santa Sé
Cidade do Vaticano, 04 mai 2018 (Ecclesia) – O Papa recebeu hoje um grupo de jovens que vão prestar juramento pela Guarda Suíça e destacou o “serviço precioso” que eles irão prestar à Igreja Católica e às suas comunidades.
Numa mensagem divulgada pelo serviço informativo da Santa Sé, Francisco invocou a missão que a Guarda Suíça desempenha há vários séculos, de zelar, pela segurança dos Papas e do Vaticano, com “coragem e paciência, generosidade e solidariedade”.
JCP
Cidade do Vaticano, 04 mai 2018 (Ecclesia) – O Papa recebeu hoje um grupo de jovens que vão prestar juramento pela Guarda Suíça e destacou o “serviço precioso” que eles irão prestar à Igreja Católica e às suas comunidades.
Numa mensagem divulgada pelo serviço informativo da Santa Sé, Francisco invocou a missão que a Guarda Suíça desempenha há vários séculos, de zelar, pela segurança dos Papas e do Vaticano, com “coragem e paciência, generosidade e solidariedade”.
E recordou “um momento crucial” da história desta força especial, em 1527, quando muitos guardas suíços “sacrificaram as suas vidas durante o saque de Roma”, por parte das tropas do imperador Carlos V.
Um “gesto heróico” que, salientou o Papa argentino, deve servir sempre de exemplo ao serviço prestado pela Guarda Suíça.
Como “um constante convite a manter viva a sua coerência à fé católica, à amizade com Jesus e ao amor pela Igreja”.
“Nunca se cansem de encontrar o Senhor na oração comunitária e pessoal, na escuta atenciosa à Palavra de Deus e na participação fervorosa da Eucaristia. O segredo da eficácia do vosso trabalho, aqui no Vaticano, bem como dos vossos projetos pessoais, é a constante referência ao Senhor”, completou Francisco.
Os novos elementos da Guarda Suíça estiveram na audiência com o Papa acompanhados pelos seus familiares e amigos.
A cerimónia de juramento está marcada para este domingo à tarde, no Pátio São Dâmaso, no Vaticano.
JCP
MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 6 – Domingo VI da Páscoa – Ano B
At 10, 25-26.34-35.44-48 / Slm 97 (98), 1.2-4 / 1 Jo 4, 7-10 ou 1 Jo 4, 11-16 / Jo 15, 9-17 ou Jo 17, 11b-19
No Domingo passado víamos como o Senhor Se identifica como sendo a verdadeira videira da qual nós somos os ramos. Esta metáfora muito rica fala da união profunda entre o Senhor e cada um de nós e também da união entre todos aqueles que aderem a Cristo: somos ramos da mesma videira, membros do mesmo corpo, parte uns dos outros.
Depois desta metáfora que nos apresenta Jesus como a Videira e depois de nos anunciar que a nossa vida depende da ligação ao tronco que Ele é, agora o Senhor diz-nos que a consequência de sermos um ramo da videira que Ele é, isto é, a consequência de vivermos em Cristo, é amarmo-nos uns aos outros com o mesmo amor com que Ele nos ama. É a mesma seiva que atravessa o tronco e os ramos e nós somos chamados a viver em Cristo. É este o mandamento do Senhor: que nos amemos uns aos outros do mesmo modo como Ele nos ama.
Somos chamados a permanecer no amor, a fazer do amor de Cristo a nossa morada permanente, a fazer d’Ele a nossa casa. E nós estamos «em casa» ali onde está o nosso coração, estamos «em casa» quando estamos com aqueles que amamos e nos amam. Viver em Cristo não é uma espécie de sentimento vago de afeto, não é simplesmente gostar muito de Jesus nem uma espécie de iluminação intelectual: é a vida concreta gasta por amor pelos irmãos e pelas irmãs e o amor está mais nos atos do que nos sentimentos e nas palavras.
Estamos aqui no ápice da revelação de Deus como Amor: o Amor, total e absoluto, do Pai pelo Filho é o mesmo Amor, total e absoluto, com que o Filho nos ama e é exatamente desse Amor que Jesus está a falar quando nos dá o mandamento de nos amarmos uns aos outros. É neste Amor, total e absoluto, que somos chamados a permanecer, isto é, a morar, a fazer d’Ele a nossa casa. E como fazemos para morar nesse Amor? Jesus responde: se guardarmos os seus mandamentos. «Mas quais mandamentos?», poderíamos perguntar. Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, responde o Senhor. Viver no seu amor vê--se no modo como amamos os que estão à nossa volta. É pelo modo como amamos que se vê se passámos da morte à vida, porque quem não ama está desligado da linfa vital, da seiva que corre do tronco para os ramos, que em Cristo é o Amor: quem não ama está morto.
O Senhor escolheu-nos para darmos os frutos do amor, para sermos enviados a amar! Este é o fruto distintivo daqueles que permanecem n’Ele. É a vida, no modo como se manifesta nos nossos relacionamentos com os outros, seja em casa, no trabalho, na igreja ou com os amigos, que diz que estamos em Cristo. Somos enviados a revelar o Amor através do modo como nos relacionamos com os outros. Esta é a missão da Igreja no mundo, esta é a nossa missão! Viver amando de modo que aqueles que olham para nós, discípulos de Cristo, membros da sua Igreja, encontrem a beleza que, no fundo, todos procuramos, a beleza do Amor, a beleza que salvará o mundo.
A nossa missão no mundo – sermos cristãos e anunciarmos que o Reino está próximo – não vai lá com palavras, mas com a vida. Jesus diz: quem Me vê, vê o Pai. Que os outros, quando olham para nós, possam ver o rosto de Cristo.
sábado, 5 de maio de 2018
MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 5 – Semana V do Tempo Pascal / 1º Sábado
At 16, 1-10 / Slm 99 (100), 2.3.5 / Jo 15, 18-21
Servi o Senhor com alegria. (Salmo)
Mas Jesus diz-nos que já não nos chama servos mas amigos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor (cf. Jo 15, 15). É como se o servo não tivesse a capacidade de se meter dentro da cabeça do seu senhor. Esforcemo-nos por ter empatia com Jesus. Rezemos por isso.
Servi o Senhor com alegria. (Salmo)
Mas Jesus diz-nos que já não nos chama servos mas amigos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor (cf. Jo 15, 15). É como se o servo não tivesse a capacidade de se meter dentro da cabeça do seu senhor. Esforcemo-nos por ter empatia com Jesus. Rezemos por isso.
sexta-feira, 4 de maio de 2018
MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 4 – Semana V do Tempo Pascal / 1ª Sexta-Feira
At 15, 22-31 / Slm 56 (57), 8-9.10-11 / Jo 15, 12-17
Que vos ameis uns aos outros, como Eu vos amei. (Evang.)
Que vos ameis uns aos outros, como Eu vos amei. (Evang.)
E como é que o vamos fazer? Primeiro, temos de olhar para a maneira como Jesus nos ama: sem limites. Depois, aplicar isso às pessoas com quem nos damos. Mas não podemos amar toda a gente sem limites. Para toda a gente, o nosso amor tem limites. Mas podemos amar «o mais que conseguirmos». Isso é, para nós, o «não ter limites.» O leitor faz isso?
quinta-feira, 3 de maio de 2018
Peregrinação Paroquial a Fátima
Estão abertas as inscrições para a peregrinação a Fátima que será nos dias 26 e 27 de Maio. As mesmas devem ser efectuadas nos locais habituais, no Cartório Paroquial ou através do tel. Nº 219289013. O Preço por pessoa com pensão completa é de 80 euros.
Para quem pretender ir apenas no dia 27. O preço por pessoa com almoço incluído será de 26 euros. Sem almoço será de 16 euros.
O Vídeo do Papa 05-2018 - A Missão dos Leigos - Maio de 2018
O desafio para este mês, que o Papa coloca na sua intenção pela evangelização, é que os leigos realizem com criatividade a sua missão específica. A primeira questão a estarmos atentos é o significado de “específica”. É importante darmo-nos conta de que há um mal-entendido de base quando se fala da missão dos leigos, colocando-a exclusivamente em contexto eclesial, ou seja, que “tarefas” se lhes deve confiar na dinamização da vida da Igreja. Perspetiva ainda mais evidente sendo isso ainda mais urgente quando a delegação destas funções é motivada pela escassez do clero que antes as realizava. Isto não é o “específico” da missão dos leigos. Ser leigo é ser leigo, não é ser um substituto do padre. Ser leigo é ter um emprego em contexto de trabalho na e para a sociedade; é ter responsabilidades sociais e políticas; é ser agente económico; é ser pai, mãe, avô, neto, amigo... E, incluindo tudo isto, é ser membro da Igreja, parte do corpo místico de Cristo.
A intenção deste mês enriquece esta missão específica com o termo “criatividade”. É, de facto, muito importante que se superem os modelos tradicionais de missão laical, conferindo-lhes a sua real dimensão. A sua participação na vida da Igreja é ponto de partida para a vida concreta de todos os dias, não é um ponto de chegada. A pastoral para os leigos e com os leigos terá que ter esse horizonte, apontar para os desafios do mundo concreto e deixar que o Evangelho tenha eco fora da Igreja e não apenas dentro. Este mês pode ser uma ocasião muito particular para motivar os leigos das comunidades cristãs a encontrarem formas criativas de falar do Evangelho com palavras, obras e atitudes nos seus contextos de trabalho, na sua família e nas suas responsabilidades.
MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 3 – S. Filipe e S. Tiago, Apóstolos (Festa)
1 Cor 15, 1-8 / Slm 18 A (19 A), 2-5 / Jo 14, 6-14Eu sou o caminho, a verdade e a vida. (Evang.)
Só Jesus é a vida. O que é que isso quer dizer? Que fora de Jesus não há vida. Não? Mas nós temos uma vida. Todos nós temos uma vida. Sim, mas não deve – não pode – ser independente da de Jesus. Tem de seguir a que Jesus nos mostra nos Evangelhos. Tem de seguir as características da vida de Jesus nos Evangelhos. O leitor sabe quais são?
quarta-feira, 2 de maio de 2018
MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 2 – Santo Atanásio (Memória)
At 15, 1-6 / Slm 121 (122), 1-5 / Jo 15, 1-8
O ramo não pode dar fruto por si mesmo. (Evang.)
O ramo não pode dar fruto por si mesmo. (Evang.)
É um exercício de humildade termos consciência de que não damos fruto sozinhos, desligados da videira. Hoje aprofundemos essa realidade rezando sobre o facto de não darmos fruto sem amor pois Deus é amor – e não há fruto (divino) fora do amor.
terça-feira, 1 de maio de 2018
Papa Francisco pede ao mundo que reze o Terço pela paz durante todo o mês de maio
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| Papa Francisco - Foto: Vatican Media / ACI Prensa |
Vaticano, 30 Abr. 18 / 12:00 pm (ACI).- O Papa Francisco convidou os fiéis a se unirem espiritualmente na terça-feira, 1º de maio, à oração do Terço pela paz na Síria e em todo o mundo que presidirá durante a sua peregrinação ao Santuário de Nossa Senhora do Divino Amor; e encorajou a prolongar a oração mariana durante todo o mês de maio por esta intenção.
“Queridos irmãos e irmãs, no dia 1º de maio na parte da tarde, iniciarei o mês mariano com uma peregrinação ao Santuário de Nossa Senhora do Divino Amor. Rezaremos o Terço, rezando especialmente pela paz na Síria e no mundo inteiro. Convido todos a se unirem espiritualmente e a prolongar por todo o mês de maio a oração do Terço pela paz”, disse o Papa aos 30 mil fiéis reunidos na Praça de São Pedro para a Oração do Regina Coeli, no domingo.
Segundo Vatican News, o Santo Padre visitará às 17h este santuário está localizado em Castel di Leva, uma cidade na zona rural de Roma.
MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 1 – Semana V do Tempo Pascal
At 14, 19-28 / Slm 144 (145), 10-11.12-13ab.21 / Jo 14, 27-31
Se me amásseis, ficaríeis contentes por Eu ir para o Pai. (Evang.)
Se me amásseis, ficaríeis contentes por Eu ir para o Pai. (Evang.)
O que Jesus quer dizer é que, por baixo de todo o sofrimento e lágrimas que a morte de alguém nos causa, devemos estar conscientes de que essa pessoa vai para o colo do Pai. E que o devemos saber com o coração. Nesse sentido, ficamos a um tempo tristes e contentes. Quando alguém que nos é próximo ressuscitar, lembremo-nos disso. Com esse objetivo, hoje rezemos sobre isso.
segunda-feira, 30 de abril de 2018
MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 30 - SEMANA V DO TEMPO PASCAL
At 14, 5-18 / Slm 113 B (115), 1-2.3-4.15-16 / Jo 14, 21-26
Se alguém aceita… (Evang.)
Se alguém aceita… (Evang.)
Neste texto, Jesus fala da liberdade que o leitor tem em aceitar os seus mandamentos. Jesus diz «se». Mas o leitor pode não querer, não poder, não conseguir aceitar os mandamentos. Pode estar deprimido, zangado com Jesus, zangado com a Igreja… Fale nisso a um amigo. Não se feche. Desabafe. Fechar-se é o pior. E peça a um amigo que reze por si, se o leitor não for capaz de rezar. (Ou talvez que reze consigo…)
domingo, 29 de abril de 2018
MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 29 - Domingo V da Páscoa - Ano B
At 9, 26-31 / Slm 21 (22), 26b-28.30-32 / 1 Jo 3, 18-24 / Jo 15, 1-8
A imagem da vinha é conhecida já no Antigo Testamento: o Senhor é o Agricultor que planta a vinha para o seu povo, mas aquilo que Jesus nos diz no Evangelho deste domingo é um pouco diferente: «Eu sou a verdadeira vide e meu Pai é o agricultor». É o próprio filho de Deus que é a videira e nós os seus ramos.
É interessante que já em Ezequiel se fala da videira, mas sublinhando a inutilidade da sua madeira. Isto é: os ramos cortados da videira são inúteis, a sua madeira só serve para ser queimada. Nem sequer as cinzas servem para alguma coisa. Isto significa que o verdadeiro e único sentido para a videira é o seu fruto, as uvas. Não serve mesmo para mais nada.
«Porventura podem colher-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos?», diz o Senhor. Se queremos uvas, então precisamos das videiras. Ora, Cristo é a vide e nós os ramos, portanto, o fruto que se espera de nós é aquele que a «vide» produz. Somos ramos de uma vide muito particular que dá frutos muito particulares. Se somos realmente ramos ligados à vide, então a linfa que nos atravessa é a vida de Jesus Cristo, isto é, o Amor.
A vida de Deus é o amor, o dom de Si aos outros. É a única coisa que Ele sabe fazer: amar. A única coisa que serve para realizar em nós aquilo que somos: amar. É este o único sentido da nossa vida: deixarmo-nos atravessar pelo Amor de Deus, tal como os ramos da videira são atravessados pela linfa, até vermos o fruto na nossa vida. De outro modo, o Homem não serve para nada e, tal como os ramos são deitados fora, também nós deitamos fora a nossa vida. Podemos até comer, beber e dormir, mas estamos só a sobreviver e não a viver realmente.
«Quem não serve para servir, não serve para nada», sublinha o Papa Francisco. A única coisa para que servimos é para Amar. Quem não ama está desligado do tronco que é Cristo e não pode dar os frutos que poderia dar ligado a Ele. Cada um de nós tem sentido só se agarrado a Cristo. Só n’Ele nos tornamos divino-humanos, que é o mesmo que dizer que somos de Cristo.
O texto fala ainda de duas “podas”: a primeira, é o Senhor que corta tudo aquilo que dentro de nós não dá fruto. Mas é Ele quem corta, é Ele o podador que, na medida em que nos abrimos à sua presença, vai cortando aquilo que em nós é impedimento para que dêmos fruto. Mas há uma segunda poda: «Ele limpa todo aquele que dá fruto, para que dê ainda mais fruto». Qual é o fruto da videira? As uvas, poderíamos responder, mas estas realizam-se no vinho. O objetivo do agricultor é ter bom vinho! Por isso, há uma segunda limpeza que pode até sacrificar alguns ramos que até dariam uvas, mas com o objetivo de dar bom vinho: sacrificar alguns ramos que dariam mais uvas, para que aqueles que dão uvas sejam melhores.
Ao longo da vida, vamos sendo surpreendidos com momentos de dor e de sofrimento. Estes podem ser momentos em que nos deixamos purificar pelo Senhor, para que o fruto da nossa vida seja cada vez mais o amor, para que a nossa vida seja cada vez mais acolher a vida que vem de Cristo, a vida que é o Espírito Santo e que nos faz dar frutos de Amor.
sábado, 28 de abril de 2018
MAIO - Mês de Maria
Procissão das Velas e Oração do Rosário
Em honra de Nossa Sra. de Fátima
Dia 1 Eugaria
Dia 5 Praia das Maçãs
Dia 10 Mucifal
Dia 13 Azenhas do Mar
Dia 19 Penedo
Dia 20 Almoçageme
Dia 25 Azóia
Dia 30 Colares
Oração diária do Rosário no Mucifal ás 18h00 e em Colares ás 18h30
Estão abertas as inscrições para a peregrinação a Fátima que será nos dias 26 e 27 de Maio. As mesmas devem ser efectuadas nos locais habituais, no Cartório Paroquial ou através do tel. Nº 219289013. O Preço por pessoa com pensão completa é de 80 euros.
Para quem pretender ir apenas no dia 27. O preço por pessoa com almoço incluído será de 26 euros. Sem almoço será de 16 euros.
MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 28 - SEMANA IV DO TEMPO PASCAL
At 13, 44-52 / Slm 97 (98), 1.2-3ab.3cd-4 / Jo 14, 7-14
Há tanto tempo que estou convosco e [ainda] não me conheces…? (Evang.)
Há tanto tempo que estou convosco e [ainda] não me conheces…? (Evang.)
Como é evidente, Filipe conhecia bem Jesus. Portanto, Jesus estava a referir-Se a outra dimensão do conhecimento. Um conhecimento interno. Um conhecimento do interior de Jesus pelo interior de Filipe. Um conhecimento de coração a coração. Jesus repreendia Filipe por não ter intuído que Ele era a imagem do Pai. Este é um conhecimento que nós também temos de ter: um conhecimento que não é completamente racional. Um conhecimento, por exemplo, dos estados de espírito de Jesus. Ou um conhecimento do Pai através de Jesus. Peçamo-lo.
MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 27 - SEMANA IV DO TEMPO PASCAL
At 13, 26-33 / Slm 2, 6-7.8-9.10-11 / Jo 14, 1-6
... virei novamente para vos levar Comigo. (Evang.)
... virei novamente para vos levar Comigo. (Evang.)
Esta frase de Jesus consola-me muito e suponho que ao leitor também. Como Jesus não veio em grande esplendor e glória no «fim dos tempos» levar os apóstolos, é óbvio que se referia à ressurreição de cada um, individualmente. Assim, podemos esperar que Jesus também nos venha buscar na hora da nossa ressurreição. Assim como Maria, sua Mãe. O leitor medite nisto e agradeça.
quinta-feira, 26 de abril de 2018
MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 26 - SEMANA IV DO TEMPO PASCAL
At 13, 13-25 / Slm 88 (89), 2-3.21-22.25-27 / Jo 13, 16-20
Estarei sempre a seu lado e com a minha força o sustentarei. (Salmo)
Estarei sempre a seu lado e com a minha força o sustentarei. (Salmo)
Seremos sempre sustentados pela força de Deus. Às vezes, não nos lembramos disto. Às vezes, temos tendência para desistir quando tudo parece negro à nossa volta e não nos lembramos – porque o sofrimento nos fecha – que Deus está ao nosso lado. Com Deus, as coisas acontecem. O impossível transforma-se em possível. A luz volta a brilhar. Eu já experimentei isto na minha vida. Se calhar, o leitor também já experimentou. De futuro, lembre-se disto. Hoje, reze sobre isto.
quarta-feira, 25 de abril de 2018
MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 25 - S. MARCOS, EVANGELISTA (Festa)
1 Pe 5, 5-14 / Slm 88 (89), 2-3.6-7.16-17 / Mc 16, 15-20
Quem entre os filhos de Deus será igual ao Senhor? (Salmo)
Quem entre os filhos de Deus será igual ao Senhor? (Salmo)
Jesus diz-nos que sejamos perfeitos como o Pai é perfeito. Mas é um ideal. (Um ideal tão elevado que nós nem nos esforçamos.) Mas devíamos esforçar-nos, porque o Céu será um assemelharmo-nos a Deus mais e mais, porque a nossa capacidade de amar vai sempre aumentando cada vez mais, logo, vamo-nos assemelhando a Deus cada vez mais. E podemos começar esta caminhada já aqui na terra.
Eutanásia: É necessário esclarecer e capacitar a sociedade para «prevenir desesperos» – Cardeal-patriarca
Abr 24, 2018 - 11:02
D. Manuel Clemente considera que o presidente da República assumirá as suas responsabilidades no debate em curso
Lisboa, 24 abr 2018 (Ecclesia) – O cardeal-patriarca de Lisboa afirmou que a sociedade tem de estar habilitada para “acompanhar cada um dos seus membros” em “fases mais complexas” da vida e disse que “há tanto para fazer” no “campo dos cuidados paliativos”.
Em declarações à Agência ECCLESIA à margem da conferência “A Eutanásia e a Cultura do Cuidado”, que decorreu na Universidade Católica Portuguesa esta segunda-feira, D. Manuel Clemente afirmou que “o que está em causa é a vida” e é “importante e oportuno” debater a questão para que as pessoas tomem “consciência” do debate em curso.
A Assembleia da República deverá debater a legalização da eutanásia, a partir de projetos legislativos do PAN, do Bloco de Esquerda, dos Verdes e também do PS.
“O que está em causa é a vida, a promoção da vida e defesa da vida, com respeito por cada um, mas habilitando respostas capazes que passam sobretudo por uma sociedade que seja capaz de acompanhar cada um dos seus membros, especialmente nas alturas difíceis, prevenir desesperos, estarmos lá”, sublinhou o cardeal-patriarca de Lisboa.
Para D. Manuel Clemente, “há tanto para fazer” no “campo dos cuidados paliativos” e “é preciso ir para a frente” no prestação desses serviços de saúde a quem deles necessita.
“Que essa fase mais complexa da vida de cada um de nós, que mais tarde ou mais cedo pode chegar, seja devidamente acompanhada, que é o que a palavra paliativo quer dizer, é preciso ir para a frente”, acrescentou o cardeal-patriarca de Lisboa
Questionado pela Rádio Renascença sobre o silêncio do presidente da República em relação ao debate sobre a legalização da eutanásia em Portugal, D. Manuel Clemente disse que “não é preciso sequer apelar” para que se pronuncie porque “com certeza que tomará as suas responsabilidades”.
“Nem preciso de fazer esse apelo porque o Presidente da República tem-se mostrado sempre muito consciente das suas responsabilidades e por isso não deixará de as exercer, não é preciso sequer apelar. Quando for o caso, com certeza que tomará as suas responsabilidades”, afirmou o cardeal-patriarca de Lisboa.
A conferência “A Eutanásia e a Cultura do Cuidado” foi promovida pela Universidade Católica Portuguesa e pelo movimento “Toda a Vida tem dignidade”, com o apoio da Agência ECCLESIA e da Rádio Renascença, e contou com a presença de Theo A. Boer, que integrou a Comissão de Supervisão da Lei sobre a Eutanásia na Holanda.
LS/PR
D. Manuel Clemente considera que o presidente da República assumirá as suas responsabilidades no debate em curso
Lisboa, 24 abr 2018 (Ecclesia) – O cardeal-patriarca de Lisboa afirmou que a sociedade tem de estar habilitada para “acompanhar cada um dos seus membros” em “fases mais complexas” da vida e disse que “há tanto para fazer” no “campo dos cuidados paliativos”.
Em declarações à Agência ECCLESIA à margem da conferência “A Eutanásia e a Cultura do Cuidado”, que decorreu na Universidade Católica Portuguesa esta segunda-feira, D. Manuel Clemente afirmou que “o que está em causa é a vida” e é “importante e oportuno” debater a questão para que as pessoas tomem “consciência” do debate em curso.
A Assembleia da República deverá debater a legalização da eutanásia, a partir de projetos legislativos do PAN, do Bloco de Esquerda, dos Verdes e também do PS.
“O que está em causa é a vida, a promoção da vida e defesa da vida, com respeito por cada um, mas habilitando respostas capazes que passam sobretudo por uma sociedade que seja capaz de acompanhar cada um dos seus membros, especialmente nas alturas difíceis, prevenir desesperos, estarmos lá”, sublinhou o cardeal-patriarca de Lisboa.
Para D. Manuel Clemente, “há tanto para fazer” no “campo dos cuidados paliativos” e “é preciso ir para a frente” no prestação desses serviços de saúde a quem deles necessita.
“Que essa fase mais complexa da vida de cada um de nós, que mais tarde ou mais cedo pode chegar, seja devidamente acompanhada, que é o que a palavra paliativo quer dizer, é preciso ir para a frente”, acrescentou o cardeal-patriarca de Lisboa
Questionado pela Rádio Renascença sobre o silêncio do presidente da República em relação ao debate sobre a legalização da eutanásia em Portugal, D. Manuel Clemente disse que “não é preciso sequer apelar” para que se pronuncie porque “com certeza que tomará as suas responsabilidades”.
“Nem preciso de fazer esse apelo porque o Presidente da República tem-se mostrado sempre muito consciente das suas responsabilidades e por isso não deixará de as exercer, não é preciso sequer apelar. Quando for o caso, com certeza que tomará as suas responsabilidades”, afirmou o cardeal-patriarca de Lisboa.
A conferência “A Eutanásia e a Cultura do Cuidado” foi promovida pela Universidade Católica Portuguesa e pelo movimento “Toda a Vida tem dignidade”, com o apoio da Agência ECCLESIA e da Rádio Renascença, e contou com a presença de Theo A. Boer, que integrou a Comissão de Supervisão da Lei sobre a Eutanásia na Holanda.
LS/PR
terça-feira, 24 de abril de 2018
MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 24 - SEMANA IV DO TEMPO PASCAL
At 11, 19-26 / Slm 86 (87), 1-7 / Jo 10, 22-30
As obras que Eu faço em nome de meu Pai dão testemunho de Mim. (Evang.)
Não é costume preocuparmo-nos muito se as nossas obras dão testemunho de Cristo. E, ao certo, o que é que isso seria? Seria juntarmos mais o Evangelho à nossa vida. Seria amarmos com mais discernimento. Muitas vezes, rezamos para um lado e agimos para o outro. As coisas não têm a ver umas com as outras. As nossas ações não são inspiradas pelo Evangelho. As do leitor são? Em quê? Quando?
As obras que Eu faço em nome de meu Pai dão testemunho de Mim. (Evang.)
Não é costume preocuparmo-nos muito se as nossas obras dão testemunho de Cristo. E, ao certo, o que é que isso seria? Seria juntarmos mais o Evangelho à nossa vida. Seria amarmos com mais discernimento. Muitas vezes, rezamos para um lado e agimos para o outro. As coisas não têm a ver umas com as outras. As nossas ações não são inspiradas pelo Evangelho. As do leitor são? Em quê? Quando?
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