quinta-feira, 8 de março de 2012

Espiritualidade

Da Quaresma à Páscoa (16): A Quaresma cartusiana
Os legisladores monásticos consideraram a penitência interior e exterior como necessária, embora nenhum deles tivesse a intenção de mortificar seus monges, pelo gosto de os ver padecer. As suas prescrições dirigiam-se sobretudo para a ordem moral, pois a austeridade da vida e as exigências do espírito são a melhor e salutar penitência. E todo o cristão, monge ou não, precisa duma purificação pessoal em maior ou menor grau. E se insistem em práticas positivas é porque estas estão dirigidas para o mais profundo da alma. Assim fala-se: da oração mais intensa, da compunção e da pureza do coração, da lectio divina como alimento da alma e da liturgia como o melhor caminho para a busca e o encontro com Deus.

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