sábado, 6 de julho de 2013

A luz da fé

Encíclica “A luz da fé”: Papa Francisco e papa emérito Bento XVI sublinham que fé não é uma ilusão mas verdade a descobrir
Urge recuperar o caráter de luz que é próprio da fé, pois, quando a sua chama se apaga, todas as outras luzes acabam também por perder o seu vigor. De facto, a luz da fé possui um caráter singular, sendo capaz de iluminar toda a existência do homem. Ora, para que uma luz seja tão poderosa, não pode dimanar de nós mesmos; tem de vir de uma fonte mais originária, deve porvir em última análise de Deus. A fé nasce no encontro com o Deus vivo, que nos chama e revela o seu amor: um amor que nos precede e sobre o qual podemos apoiar-nos para construir solidamente a vida. Transformados por este amor, recebemos olhos novos e experimentamos que há nele uma grande promessa de plenitude e se nos abre a visão do futuro. É precisamente desta luz da fé que quero falar, desejando que cresça a fim de iluminar o presente até se tornar estrela que mostra os horizontes do nosso caminho, num tempo em que o homem vive particularmente carecido de luz.

Encíclica “A luz da fé”: Diálogo entre fé e razão
Encíclica “A luz da fé”: A procura de Deus
Encíclica “A luz da fé”: Crer em Deus torna o mundo melhor
Encíclica “A luz da fé”: Da idolatria que aprisiona à confiança que liberta
Encíclica “A luz da fé”: Transmissão do cristianismo é inseparável da Igreja
Encíclica “A luz da fé”: O sofrimento na vida cristã

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Papa Francisco


Na homilia de hoje o Papa Francisco exorta a ser corajosos em meio à fraqueza para continuar seguindo a estrada de nosso Senhor Por Luca Marcolivio ROMA, 02 de Julho de 2013 (Zenit.org) - Fugir do pecado, deixando-o para trás sem “saudades”: foi em torno a este assun...

Papa Francisco (foto oficial)


terça-feira, 2 de julho de 2013

MOMENTOS ALTOS DE UM PONTIFICADO


Obrigado D. José Policarpo
Em 1997, foi nomeado Arcebispo Coadjutor do Patriarca D. António Ribeiro, com direito de sucessão. A 24 de março de 1998, D. José da Cruz Policarpo tornava-se no 16º Patriarca de Lisboa. Recorde, em fotos e testemunhos, 16 anos de pontificado.
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Um pontificado em testemunhos
D. José – testemunho Foi para mim uma graça ter iniciado o meu ministério episcopal no Patriarcado de Lisboa como Auxiliar do Sr. D. José Policarpo. Do muito que, durante cinco anos, com ele vivi e aprendi, destaco a participação em três acontecimentos que muito mexeram com a vida cristã da diocese, em correspondência com as convicções e o carisma do seu pastor.

sábado, 29 de junho de 2013

Meditação

S. Pedro e S. Paulo: heróis não nascem – fazem-se
Quando celebramos o triunfo da graça de Deus em Pedro e Paulo, celebramos igualmente o facto de também nós podermos ser grandes, cada um de acordo com a sua realidade. A festa é também uma oportunidade para afastar todos os falsos medos que nos segredam que nunca sairemos do que somos hoje, todos aqueles medos que nos dizem que nem Deus nos pode fazer crescer interiormente, que nem Deus nos pode tornar grandes.

Dia de S. Pedro e S.Paulo


quinta-feira, 27 de junho de 2013

Cardeal Bergoglio (Papa Francisco): O desafio de ir ao encontro das pessoas
João XXIII também era um pastor que saía para a rua. Quando era patriarca de Veneza, às onze horas, costumava descer até à praça de São Marcos para cumprir o chamado «ritual da sombra», que consiste em pôr-se à sombra de uma árvore ou à porta dos bares e beber um copinho de vinho branco e conversar uns minutos com os paroquianos. Fazia-o como qualquer veneziano e, depois, continuava o seu trabalho. Isso para mim é um pastor: alguém que sai ao encontro das pessoas. (…) As pessoas afastam-se quando não são recebidas, quando não são reconhecidas nas pequenas coisas, quando não as vamos buscar. Mas também quando não as fazemos participar da alegria da mensagem evangélica, da felicidade de viver cristãmente. Não é um problema só dos padres, mas também dos leigos. Não é de bom católico estar à procura só do negativo, do que nos separa. Não é isso o que Jesus quer.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Andaluzia Mourisca 16 a 21 de Setembro 2013



Jornada Nacional da Pastoral da Cultura 2013

Bispo auxiliar do Porto recusa «gritaria» para resolver «tremenda realidade do desemprego» juvenil e denuncia facilitismo na família e educação
D. Pio Alves, um dos bispos auxiliares do Porto, considera que «entrar na gritaria pela gritaria, na acusação pela acusação» para resolver a «tremenda realidade do desemprego» juvenil não contribui «para uma verdadeira reconstrução da esperança». «O acesso à realidade do trabalho, mormente para os jovens, é, nas atuais circunstâncias, uma tarefa de tal modo árdua e sempre tão imprescindível que não se compadece com a fuga para o mundo das acusações», sustentou esta sexta-feira, em Fátima. O prelado referiu-se também à «educação familiar onde, com a melhor das intenções, estiveram ausentes os nãos» e onde «foram aplanadas as montanhas das dificuldades», «sistematicamente satisfeitas as vontades» e «os recursos financeiros não foram geridos com parcimónia. Acresce a este panorama, no mundo da escola, uma pedagogia que afinou, demasiadas vezes, por idêntico diapasão.»
Jornada Nacional da Pastoral da Cultura 2013 sobre “Culturas Juvenis Emergentes”: intervenção de abertura de D. Pio Alves
«Nós, mais adultos – família e escola –, demos o nosso contributo às marcas de uma formação que não é, certamente, a mais adequada para enfrentar os tremendos desafios de uma sociedade que, entretanto, se desregulou, baralhou, faliu. Podemos e devemos, certamente, corrigir a mão e não abandonar os jovens à sua sorte. Mas não podemos substitui-los no imprescindível protagonismo que só eles podem assumir. Caso contrário, não faríamos mais que prolongar uma infantilização que os diminuiria na sua dignidade e não os tornaria atores da sociedade nova que, entre todos, teremos que reinventar.» Intervenção de D. Pio Alves, bispo auxiliar do Porto e presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais.

Evocação

São João: quem é, e o que nos pede«Começando pelo aspeto externo, João é apresentado como uma figura muito ascética: vestido de pele de camelo, alimenta-se de gafanhotos e mel selvagem, que encontra no deserto da Judeia. O próprio Jesus, certa vez, o contrapôs àqueles que se «encontram nos palácios dos reis» e que «usam roupas delicadas». O estilo de João Batista deveria chamar todos os cristãos a escolher a sobriedade como modelo de vida.» Os católicos assinalam esta segunda-feira, 24 de junho, a solenidade de S. João Batista, cujo nome é associado a festas populares em vários pontos de Portugal que movimentam centenas de milhares de pessoas. Alguns dados sobre o “Precursor” de Cristo, acompanhados por excertos de intervenções dos papas João Paulo II e Bento XVI.

Jornada da Pastoral da Cultura 2013

Jornada Nacional da Pastoral da Cultura: Jovens em Portugal, da frustração à crença
«Frustração» foi uma das palavras mais ouvidas durante as primeiras intervenções na 9.ª Jornada Nacional da Pastoral da Cultura, que decorre hoje em Fátima, a par de uma atitude de crença e esperança. Perante as mais de 120 pessoas presentes no encontro, Manuel Fúria frisou que «ser jovem é difícil e frustrante» e falou do «risco de Portugal começar a ser construído fora de Portugal» devido à emigração. «Ser jovem é dizer que viver não é inútil», salientou o cantautor, enquanto que João Rafael Brites vincou o seu propósito de vida: «Na medida em que depender de mim, vou lutar pelas causas e convicções em que acredito». Por seu lado o sociólogo José Machado Pais afirmou que as recentes manifestações dos jovens querem dizer uma «palavra denunciadora de um presente para esquecer e anunciadora de um futuro para conquistar».

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Jornada Nacional da Pastoral da Cultura 2013

Por que razão os jovens já não vão à missa: Jornada da Pastoral da Cultura sobre “Culturas Juvenis Emergentes”:
Tentando formular uma primeira resposta ao porquê do afastamento dos jovens da Igreja, devemos tomar consciência do facto de que as paróquias (e, em parte, as associações e os movimentos) são essencialmente lugares de exercício da fé: lugares que ressupõem, naqueles que os frequentam, uma fé no Evangelho já presente e um certo domínio da práxis da oração. Se uma qualquer pessoa, que não saiba o que é a fé, entrar, hoje, numa das inúmeras paróquias (…), não encontrará espaço algum onde possa esclarecer a sua ignorância e, na melhor das hipóteses, ultrapassá-la. Se nela entrar uma qualquer pessoa que não saiba o que é rezar, dificilmente encontrará alguém disposto a ensinar-lhe como se reza. E como é importante a oração, sobretudo no nosso tempo… Uma Igreja assim, que não ensina a crer, que não ensina a rezar, não pode suscitar muito interesse à primeira geração incrédula do Ocidente, a qual, de facto, nada faz para ocultar o seu tão pouco interesse por ela.

SEXTA-FEIRA dia 21

Cinema de temática espiritual “Vida de Santo António de Lisboa”, no CEDCRAM, nas Azenhas do Mar às 21h30.

terça-feira, 18 de junho de 2013

«Não se laicizem as festas dos santos»

A perda de sentido, significado e transcendência das festas religiosas
Por esta altura, um pouco por todo o país, surgem, com toda a pujança, as festas patronais. São manifestações cheias de valores: dos artísticos aos conviviais, dos económicos aos espirituais. Mas nem tudo é ouro de lei. Cristãmente, a festa é a experiência dos acontecimentos nos quais Deus realiza e manifesta a salvação. Se lhe retirarmos esta dimensão, ficamos com um monstro nos braços. O que está largamente a acontecer. Em grande parte porque autarquias e comissões autonomeadas, a quem só interessa o folguedo, operaram uma tal metamorfose que da festa cristã ficou apenas… o nome do santo. Na melhor das hipóteses! E são hoje as “festas do Concelho” ou a “Romaria de qualquer coisa”.

O TESTAMENTO DO MENDIGO (Sem Abrigo)

Agora, no fim da vida
Como Sem Abrigo que sou,
Me sinto preocupado,
Intrigado e num momento
Me pergunto, embaraçado,
Se faço ou não testamento.

Não tendo, como não tenho
E nunca tive ninguém,

Para quem é que eu vou deixar
Tudo o que eu tenho: os meus bens?

Pra quem é que vou deixar,
Se fizer um testamento,
Minhas calças remendadas,
O meu céu, minhas estrelas,
Que não me canso de vê-las
Quando ao relento deitado
Deixo o olhar perdido,
Distante, no firmamento?

Se eu fizer um testamento
Pra quem é que vou deixar
Minha camisa rasgada,
As águas dos rios, dos lagos,
Águas correntes, paradas,
Onde às vezes tomo banho?

Pra quem é que vou deixar,
Se fizer um testamento,
Vaga-lumes que em rebanhos
Cercam meu corpo de noite,
Quando o verão é chegado?

Se eu fizer um testamento
Pra quem vou deixar,
Mendigo assim como sou,
Todo o ouro que me dá
O sol que vejo nascer
Quando acordo na alvorada?
O sol que seca meu corpo
Que o orvalho da madrugada
Com sua carícia molhou?

Pra quem é que vou deixar,
Se fizer um testamento,
Os meus bandos de pardais,
Que ao entardecer, nas árvores,
Brincando de esconde-esconde,
Procuram se divertir?
Pra quem é que eu vou deixar
Estas folhas de jornais
Que uso para me cobrir?

Se eu fizer um testamento
Pra quem é que eu vou deixar
Meu chapéu todo amassado
Onde escuto o tilintar
Das moedas que me dão,
Os que têm a alma boa,
Os que têm bom coração?

E antes que a vida me largue,
Pra quem é que eu vou deixar
O grande estoque que tenho
Das palavras "Deus lhe pague"?

Pra quem é que eu vou deixar,
Se fizer um testamento,
Todas as folhas de Outono
Que trazidas pelo vento
Vêm meus pés atapetar?

Se eu fizer um testamento
Pra quem é que vou deixar
Minhas sandálias furadas,
Que pisaram mil caminhos,
Cheias dos pós das estradas,
Estradas por onde andei
Em andanças vagabundas?
Pra quem é que eu vou deixar
Minhas saudades profundas
Dos sonhos que não sonhei?

Pra quem eu vou deixar,
Se fizer um testamento,
Os bancos dos meus jardins,
Onde durmo e onde acordo
Entre rosas e jasmins?
Pra quem é que vou deixar,
Todos os raios de luar
Que beijam minhas mãos
Quando num canto de rua
Eu as ergo em oração?

Se eu fizer um testamento
Pra quem é que vou deixar
Meu cajado, meu farnel,
e a marca deste beijo
Que uma criança deixou
Em meu rosto perguntando
se eu era Papai Noel?

Pra quem é que eu vou deixar,
Se fizer um testamento,
Este pedaço de trapo
Que no lixo eu encontrei
E que transformei em lenço
Para enxugar minhas lágrimas
quando fingi que chorei?

Se eu fizer um testamento...
Testamento não farei!
Sem nenhum papel passado,
Que papéis eu não ligo,
Agora estou resolvido:
O que tenho deixarei,
Na situação em que estou,
Pra qualquer outro mendigo,
Rogando a Deus que o faça,
Depois que eu tiver morrido,
Ser tão feliz quanto eu sou.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Santo António

Santo António lido por D. Manuel Clemente, novo patriarca de Lisboa
«Há quatro espécies de orgulho, no dizer da Glossa: quando alguém possui um bem e julga ter ele vindo de si mesmo; ou se dado por Deus, considera-o dado em razão dos seus méritos; ou jacta-se de possuir o que não possui; ou despreza os outros e procura pôr em evidência o que possui. Daqui o provérbio: Incha falsamente dos seus méritos e quer passar à frente de todos (…). Que são os outros homens, senão toda a gente, exceto ele? Como se dissesse: Só eu sou justo; os demais são pecadores.» Manuel Clemente tinha sido ordenado padre há três anos quando, em 1982, interveio no Colóquio Antoniano promovido pela Câmara Municipal de Lisboa para evocar o 750.º aniversário da morte de Santo António (1195-1231), doutor da Igreja e padroeiro secundário de Portugal. É da intervenção do historiador, intitulada “Santo António e a reforma do clero do seu tempo”, que apresentamos alguns excertos.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Perspectiva

Portugal e os portugueses: o olhar de D. Manuel Clemente, novo patriarca de Lisboa
Um bom indício do modo como nos relacionamos com Portugal são as nossas autofigurações, as feitas e as por fazer. Quanto às feitas, reparemos em duas, uma popular e outra erudita. A popular é certamente o Zé Povinho. Desde que Bordalo a pintou, foi constantemente reproduzida e encontramo-la em todo o lado. Mas que significa ao certo? Ignorância ou esperteza? De tudo um pouco, como se tem dito e escrito, em análises rápidas ou de maior fôlego. A erudita encontra-se nos painéis de Nuno Gonçalves. Quando foram, também eles, «descobertos», logo atraíram como um íman uma atenção crescente e vivaz. Passou um século e continuam a olhar-nos, com aquelas dezenas de olhos que nos perscrutam e avisam, não sabemos bem de quê.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

‘Credo - Arte e expressão da Fé’

Claustros mostram o Credo
Apresentar as várias expressões artísticas do Credo. É este o objetivo da exposição temporária ‘Credo - Arte e expressão da Fé’, que o Administrador Apostólico do Patriarcado de Lisboa, D. José Policarpo, inaugurou no passado dia 27 de maio.

A multiplicação

O dia em que o cardeal Bergoglio multiplicou os alimentos

Tive a oportunidade de entrevistar Bergoglio em diversas ocasiões e circunstâncias, mas num momento em que abundam os episódios de quem afirma que o conheceu muito bem, a minha é realmente uma contribuição mínima. Posso só dizer que uma vez o vi multiplicar os alimentos, como fez Jesus com os pães e os peixes. Foi em outubro de 2012. Aquele pequeno milagre ficou-nos gravado no coração. O homem de hoje que ocupa o sólio de Pedro tinha visto e preenchido uma necessidade, enquanto ninguém se tinha dado conta.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Leitura

“O Evangelho da alegria”: livro recém-editado inclui textos do novo patriarca de Lisboa e do bispo de Lamego
«Da alegria todos sabemos alguma coisa e sobretudo esperamos muito. Com a palavra queremos dizer felicidade, harmonia, entusiasmo até. A vida, porém, enuncia-a com algum receio. Receio de que não chegue, ou de a perdemos depressa demais.» Estas são as primeiras palavras do texto redigido por D. Manuel Clemente, novo patriarca de Lisboa, para o livro “O Evangelho da Alegria”, coordenado por Eugénio Perregil, que a editora Paulus apresenta este domingo, na Feira do Livro de Lisboa. «O tempo soma-se ao tempo, mas nem sempre a alegria à alegria, muito pelo contrário pode ser. Por isso, alguns nos tornamos desconfiados, mais ou menos como o pessimista que dizia da saúde: “É um estado transitório que não augura nada de bom…” Outros, pelo contrário, querem alegrias tão rápidas que acabam por esgotá-las antes de poderem acontecer. É como se apertássemos tanto a água que ela nos escorresse toda entre os dedos.»

Jornada Nacional da Pastoral da Cultura 2013

Jornada Nacional da Pastoral da Cultura: juventude, redes sociais e espiritualidade
Um grande desafio diz respeito à experiência da interioridade que o homem de hoje, especialmente se jovem, pode realizar. O homem que tem alguma habituação à experiência da internet parece, com efeito, estar mais pronto para a interação do que para a interiorização. E, geralmente, «interioridade» é sinónimo de profundidade, enquanto «interatividade» é muitas vezes sinónimo de superficialidade. Estaremos condenados à superficialidade? É possível conjugar profundidade e interatividade? O desafio é de grande alcance. A superfície está no lugar da profundidade, a velocidade no lugar da reflexão, a sequência no lugar da análise, o surf no lugar do aprofundamento, a comunicação no lugar da expressão, as tarefas múltiplas no lugar da especialização.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Papa define pecadores, santos e corrúptos

 Cidade do Vaticano (Segunda-feira, 03-06-2013, Gaudium Press) - Na homilia da Santa Missa celebrada na manhã de hoje, na capela da Casa Santa Marta, o Papa Francisco, a propósito das leituras do dia, definiu os corruptos, os Santos e os pecadores: "três modelos de cristãos que existem na Igreja".
"Não precisamos falar muito dos pecadores, porque sabemos bem como são, já que todos nós o somos. Se algum de nós não se sente pecador, procure um bom ‘médico espiritual', porque alguma coisa está errada", disse o Papa.
Usando a parábola do trecho do Evangelho que trata dos maus vinhateiros, o Papa descreveu como é o corrupto: "aqueles que querem tomar conta da vinha e perderam o relacionamento com o dono dela, aquele que nos chamou com amor, que zela por nós e nos dá a liberdade.
Estas pessoas se sentiram autónomas de Deus.
Estes eram pecadores como todos nós, mas deram um passo avante como se fossem acostumados no pecado, que não precisassem de Deus!
E como não podem negá-lo, criaram um Deus especial: eles mesmos. São os corruptos".
Para o Papa Francisco, os corruptos são os mais perigosos para as comunidades cristãs: "Que o Senhor nos livre de cair neste caminho de corrupção!".
O Papa falou também dos Santos. O que são os Santos?
Ele definiu: "Os santos obedecem ao Senhor, adoram o Senhor e nunca perderam a memória do amor com o qual o Senhor plantou a vinha. Dos santos, a Palavra de Deus nos fala como luz, ‘como aqueles que estarão diante do trono de Deus, em adoração'".
No final de suas palavras o Papa fez uma breve oração pedindo a Deus "a graça de nos sentirmos pecadores, de não sermos corruptos e de caminharmos no caminho da santidade". (JSG).

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Pensai...


“Pensai numa mãe solteira que vai à Igreja, à paróquia e diz ao secretário: Quero baptizar o meu menino. E quem a acolhe diz-lhe: Não tu não podes porque não estás casada. Atentemos que esta mãe que teve a coragem de continuar com uma gravidez o que é que encontra? Uma porta fechada. Isto não é zelo! Afasta as pessoas do Senhor! Não abre as portas! E assim quando nós seguimos este caminho e esta atitude, não estamos fazendo o bem às pessoas, ao Povo de Deus. Jesus instituiu 7 sacramentos e nós com esta atitude instituímos o oitavo: o sacramento da alfândega pastoral. (...) Quem se aproxima da Igreja deve encontrar portas abertas e não fiscais da fé!" 
(Papa Francisco)

Pastoral da Cultura

Jornada Nacional da Pastoral da Cultura: inscrições abertas

Destaques da Semana

QUINTA-FEIRA: 
1ª quinta feira Oração Vocacional no Mucifal às 18h00.
SEXTA-FEIRA:
 1ª sexta-feira Solenidade do Sagrado Coração de Jesus Confissões às 20h30, Missa às 21h00, seguida de Adoração ao SS.mo Sacramento, em Colares.
Mês do Coração de Jesus – Rosário diariamente no Mucifal às 18h00 e em Colares às 18h30.
SÁBADO: 
Encerramento da catequese. Missa ás 10h00, na quinta do Murraçal, seguida de dia de convívio.

domingo, 2 de junho de 2013

Corpo de Deus: ‘Cristo vivo no coração da Cidade

O Cardeal-Patriarca, D. José Policarpo, preside à celebração em honra do Santíssimo Sacramento da Eucaristia. Entre as 13h e as 16h, ainda na Sé, haverá Adoração do Santíssimo Sacramento.

A Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, que este ano tem como lema, em Lisboa, ‘Cristo vivo no coração da Cidade’, terá também a habitual Solene Procissão do Corpo de Deus, que tem início às 17h e que vai percorrer diversas ruas da cidade de Lisboa: Largo da Sé, Rua das Pedras Negras, Rua da Madalena, Rua dos Condes de Monsanto, Praça da Figueira, Rua da Prata, Rua da Conceição, Rua de Santo António da Sé e Largo da Sé.

sábado, 1 de junho de 2013

Visitação de Maria a Isabel: um Magnificat pleno de alegria, fé e delicadeza | IMAGENS |
Pelo Magnificat podemos deduzir que, como nos grandes contemplativos, Deus desperta em Maria um júbilo indescritível. Esse é um dado válido para confirmar a nossa convicção de que a Mãe não só pertence à estirpe dos contemplativos, mas é a coroa e modelo de todos eles. Maria emerge como uma jovem delicada, com grande sentido de serviço fraterno. É fácil imaginar a situação. Isabel está em gravidez adiantada, com eventuais complicações biológicas devido à idade avançada, e tornou-se meio inútil para os trabalhos domésticos. Zacarias estava mudo, «ferido», psicologicamente. Certamente viviam os dois sozinhos. A Mãe foi, para eles, uma bênção caída do céu.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Uma oportunidade para ser generoso


Emprego

Aqui está uma excelente oportunidade para encontrares um emprego na área da EDUCAÇÃO!
Se fazes parte dos inúmeros desempregados que existem em Portugal e se resides no concelho de Sintra, preenche já a ficha de candidatura online : 

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Destaques da semana

TERÇA-FEIRA: SEMANA DA FÉ - Missa nas Clarissas de Monte Santos às 17h30; Vigília de Oração orientada pela Paróquia de Colares, no Mosteiro das Clarissas das 22h30 às 24h00.
QUARTA-FEIRA: Conferência sobre o Credo, na Igreja de São Miguel às 21h30 e também a Conferência sobre o Vaticano II, em Rio de Mouro à mesma hora.
QUINTA-FEIRA: Conferência de Dom José Policarpo, na Igreja de São João de Deus e também transmitida pela internet, podendo ser assistida no CEDCRAM, nas Azenhas do Mar, às 21h30.
SEXTA-FEIRA: Missa da Visitação de Nossa Senhora e Encerramento do Mês de Maria em Colares às 21h00, seguido da Procissão de Velas em honra de Nossa Senhora de Fátima.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Taizé

Taizé: da Páscoa ao Pentecostes 
Com as celebrações da Ascensão e do Pentecostes, os encontros internacionais conheceram um segundo pico de afluência, com uma clara maioria de jovens vindos da Alemanha. Chegaram já a Taizé voluntários que vão ficar até ao final do Verão, vindos da Índia, do Benim, de Madagáscar e da Colômbia. Uma semana depois da Páscoa ortodoxa, esteve também em Taizé um grupo de duas paróquias de Moscovo; no final da semana que passaram em Taizé, os jovens do grupo animaram um workshop com o tema «ser cristão na Rússia hoje em dia».Para a Comunidade, as últimas semanas foram marcadas pela morte do irmão Jean-Pierre, originário da Suíça, que com 94 anos era o mais velho dos irmãos.Houve também uma boa notícia: a entrada na Comunidade de um jovem da Tanzânia, que vive na fraternidade de Nairobi, no Quénia. O irmão Alois foi lá, entregar o hábito de oração ao novo irmão.
Brasil: nas Jornadas Mundiais da Juventude
Um grupo de irmãos da Comunidade estará presente nas JMJ no Brasil, no mês de Julho. Alguns irmãos estarão em Curitiba para as pré-jornadas, onde vão animar orações inseridas no programa da semana missionária. No Rio de Janeiro, de terça-feira 23 a sexta-feira 26 de Julho, os irmãos vão animar todos os dias tempos de acolhimento e de oração durante toda a tarde, na igreja da Candelária (Praça Pio X – Centro. Metro: Uruguaiana). O irmão Alois estará no Rio de 22 a 28 de Julho.
Os Cadernos de Taizé: «Precisamos da Igreja?»
Foram publicados no site mais dois Cadernos de Taizé em português:
Hoje são numerosos os que pensam poder ou dever viver uma vida cristã sem uma referência explícita à comunidade organizada dos discípulos de Cristo. O seu lema é: «Cristo sem a Igreja». Este Caderno examina a legitimidade desta afirmação. Em que medida a Igreja é necessária para o projecto de Jesus? Foi um erro histórico? Tem apenas uma importância relativa ou é essencial para o conteúdo dessa fé? Neste caso, como fazer ressaltar mais a sua importância?
Ler a Bíblia sozinhos: porquê? O que procuramos de único neste livro? Quem lê a Bíblia sente que não pode permanecer distante. Se o coração de Deus se revela na Bíblia é porque procura o nosso coração. E o pouco que nós compreendemos assume uma evidência e uma urgência tão grandes que o levamos dentro de nós e a única coisa que podemos fazer é pô-lo em prática.
Oração
Deus eterno, tu derramas o Espírito Santo sobre toda a criação, depositando-o no coração de cada um. Através dele, queres atrair todos os homens a ti. É o Espírito que nos une numa única comunhão e nos conduz a ir muito além do que poderíamos esperar. Então, do mais profundo do nosso ser, dizemos: vem, Espírito Santo.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Partilha

Graças Te dou, Senhor Jesus , por me teres enviado o Teu Espirito e Te peço que me ajudes a recebe-Lo na minha Vida, como um bem precioso que é preciso, primeiro abraça-LO para O interiorizar, sentir e aprender a viver com Ele cada momento, para depois, O poder partilhar  (testemunhar) com quem por mim passa, na Tua e com a Tua alegria de Ressuscitado em mim.
Espírito Santo reconcilia-me permanentemente comigo, para que possa (com a Tua ajuda) reconciliar-me c/o Pai e, reconciliando-me com Ele, me reconcilie com a Humanidade. Faz de mim um coração em permanente reconciliação para que possa ser um dos Teus de coração reconciliador.
"VINDE E. S. ENCHE O CORAÇÃO DOS TEUS FIEIS E ACENDE EM NÓS O FOGO DO TEU AMOR".
Ana  Saldanha (elemento da Equipa Casais Stª Maria/Colares)

Igreja/Portugal: Novo patriarca de Lisboa pede que governantes respeitem «resistência» da população

Porto, 19 mai 2013 (Ecclesia) – O novo patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, disse hoje que os governantes do país devem respeitar a “capacidade” que a população portuguesa tem mostrado para resistir à crise.
“O que mais me preocupa é este desfasamento que sinto entre a capacidade de resistência e até de reposição das coisas por parte da nossa população em geral e depois não haver uma ligação clara entre as propostas que se fazem, quer nacional quer internacionalmente, para resolver a crise”, afirmou o prelado, em declarações aos jornalistas após a missa de Pentecostes a que presidiu na Sé do Porto, diocese de que é bispo desde 2007.
D. Manuel Clemente pediu aos líderes políticos que sejam, “ao mesmo tempo, solidários e pedagógicos” neste combate à crise, com particular preocupação pelo aumento do desemprego.
“Apesar de tudo, vale a pena resistir à crise positivamente”, acrescentou.

domingo, 19 de maio de 2013

Hoje Domingo - Divino Espírito Santo

15h30 - Missa no Penedo seguindo-se Procissão em honra do Divino Espírito Santo e de Nossa Senhora de Fátima. 

21h30 - Oração do Rosário em Almoçageme seguindo-se Procissão de velas em honra de Nossa Senhora de Fátima. 

D. José Policarpo

Lisboa: Patriarca emérito irá viver para Sintra

Lisboa, 18 mai 2013 (Ecclesia) – D. José Policarpo cessa as suas funções a 7 de julho e irá viver para Sintra, anunciou hoje no fim da bênção de finalistas, em Lisboa.
O patriarca emérito de Lisboa afirmou que termina todos os cargos que tem até agora no dia 7 de Julho.
“Quanto ao cargo de presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, é um cargo eleito e por isso tem de haver eleições”, referiu.
Após a data de cessação de funções D. José Policarpo espera ter uma vida mais particular, “atender pessoas e trabalhar com grupos”.
“Irei viver para Sintra, onde se vai instalar o Centro de Iniciação à Oração e, apesar de não o ir dirigir, terei todo o gosto de estar à disposição das pessoas”, destacou o patriarca emérito.
D. José Policarpo realçou este projeto para quem quer aprender a rezar e espera ter tempo para "escrever e descansar, que também mereço".
PR/SN

sábado, 18 de maio de 2013

Pastural da Cultura

D. Manuel Clemente, novo patriarca de Lisboa: biografia e pensamento | IMAGENS |
D. Manuel Clemente vai ser o novo patriarca de Lisboa, sucedendo a D. José Policarpo, adiantam esta sexta-feira vários órgãos de comunicação portugueses, incluindo a agência Lusa. A notícia, que não foi divulgada pelo Vaticano, poderá ser confirmada este sábado a partir das 11h00 de Lisboa, hora a que habitualmente a Sala de Imprensa da Santa Sé apresenta o boletim diário. O prelado, Prémio Pessoa 2009, presidiu até 2011 à Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais, departamento responsável pelo Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, tendo acompanhado os primeiros passos e a consolidação deste organismo. Nesta página apresentamos os principais dados biográficos de D. Manuel Clemente, atual vice-presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, seguidos de alguns dos textos e notícias sobre o novo patriarca publicadas nos últimos anos no nosso site.

“Dois dedos de conversa sobre o dentro das coisas”: crente e ateu escrevem sobre o que os une e separa
A nova editora Frente e Verso, pertencente aos Jesuítas, apresenta a 21 de maio, em Lisboa, a obra “Dois dedos de conversa sobre o dentro das coisas – “Um crente, um ateu e a Verdade como provocação”. O livro de Bruno Nobre e Pedro Lind conta com dois prefácios assinados pelo neurocirurgião João Lobo Antunes e pelo físico Carlos Fiolhais, a quem foi confiada a apresentação do volume. A obra reporta a correspondência entes os autores, ambos físicos, um crente, jesuíta, e um ateu, «num diálogo intenso e sugestivo sobre o modo de entender a relação entre a ciência e a religião». Os milagres, a relação de Deus com o mundo, o ser humano como acaso ou como criatura, o sentido da vida com ou sem a crença no divino são algumas das questões debatidas.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Novo Patriarca de Lisboa


D. Manuel Clemente sucederá a D. José Policarpo, como Cardeal - Patriarca de Lisboa. O anúncio oficial será feito este sábado.

Síntese:

Nascimento: 16/Jul/48, S. Pedro e S. Tiago, Concelho de Torres Vedras
Ordenação Presbiteral: 29/Jun/79
Nomeação Episcopal: 06/Nov/99, para Auxiliar do Patriarcado de Lisboa, com o título de Pinhel
Ordenação Episcopal: 22/Jan/00
Curriculum: 
22/Fev/07 - Nomeado Bispo do Porto.
24/Março/07 - Tomada de Posse 
25/Março/07 - Entrada Solene na Diocese
Formação e funções académicas:
Após concluir o curso secundário, frequentou a Faculdade de Letras de Lisboa onde se formou em História.
Licenciado em História, ingressou no Seminário Maior dos Olivais em 1973.
Em 1979 licenciou-se em Teologia pela Universidade Católica Portuguesa, doutorando-se em Teologia Histórica em 1992, com uma tese intitulada Nas origens do apostolado contemporâneo em Portugal. A "Sociedade Católica" (1843-1853).
Desde 1975, lecciona História da Igreja na Universidade Católica Portuguesa.
Funções e cargos eclesiais:
Coadjutor das paróquias de Torres Vedras e Runa - 1980.
Membro da Equipa Formadora do Seminário Maior dos Olivais - 1980 a 1989.
Vice-Reitor do Seminário Maior dos Olivais - 1989 a 1997.
Reitor do mesmo Seminário desde 1997.
Membro do Cabido da Sé Patriarcal desde 1989.
Director do Centro de Estudos de História Religiosa da Universidade Católica Portuguesa - 2001-2007.
Colabora habitualmente nos programas "Ecclesia" (RTP2), e o "Dia do Senhor" da RR.
Presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais - 2005 a 2011.
Vice-Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (2011)
Membro do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais (2011)

Vaticano

Economia, pobreza, medo: papa faz o discurso mais crítico sobre sistema financeiro desde que foi eleito
O papa proferiu esta quinta-feira no Vaticano a intervenção mais vigorosa e crítica sobre questões sociais, políticas e económicos desde que foi eleito bispo de Roma, há pouco mais de dois meses. O «desequilíbrio» na distribuição dos rendimentos deve-se às «ideologias que promovem a autonomia absoluta dos mercados e a especulação financeira, negando assim o direito de controlo aos estados em ordem a proverem o bem comum», salientou. «A maior parte dos homens e mulheres do nosso tempo continua a viver em precariedade diária», o que implica «consequências psicológicas», como «o medo e o desespero», fenómenos que ocorrem também «nos países consideradas ricos». Este posicionamento perante o dinheiro, o poder e os mais pobres revelam «a recusa da ética» e também «de Deus», considerado nos meios «financeiros, económicos e políticos» como «perigoso» dado que «chama o homem à sua plena realização e à independência de todo o género de escravidão».

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Vaticano

Quem «dá a vida por amor nunca está sozinho», diz papa em missa com alunos do Pontifício Colégio Português
O papa Francisco afirmou esta terça-feira que quem «dá a vida por amor nunca está sozinho», durante a missa a que presidiu no Vaticano, com a participação de alunos do Pontifício Colégio Português, sediado em Roma. Na celebração em que uma das leituras bíblica mencionava o apóstolo Matias, eleito para substituir Judas, que se enforcou após trair Jesus, o papa apelou aos cristãos para viverem a existência «como um dom» a dar aos outros, e não «como um tesouro a conservar». O papa salientou que «quando um cristão começa a isolar-se, também isola a sua consciência do senso comunitário, do senso da Igreja». «Pelo contrário, aquele cristão que dá a sua vida, que a perde, como diz Jesus, encontra-a, reencontra-a em plenitude. E aquele que, como Judas, quer conservá-la para si mesmo, perde-a no fim», apontou.
Referindo-se ao Pentecostes, que se assinala no domingo, Francisco concluiu a homilia com uma prece.
«Vem, Espírito Santo, vem e dá-nos este coração largo, este coração capaz de amar com humildade, com doçura, mas sempre este coração largo capaz de amar. Pedimos esta graça ao Espírito Santo. E que nos livre sempre da outra estrada, a do egoísmo, que no fim acaba mal.»

Pastoral da Cultura

Para uma vida sem arrependimentos
Uma enfermeira australiana – Bronnie Ware – escreveu um livro original. Tendo-se dedicado a doentes terminais, colecionou as suas queixas, os seus arrependimentos e os seus sonhos não realizados. Tinha a consciência de que aquilo que foi ouvindo de uns e de outros ao longo de alguns anos era muito mais do que meros desabafos: ela estava diante de sentimentos profundos, de dores que magoavam, de vidas não vividas. «Eu gostaria de ter tido a coragem de viver a vida que eu quisesse, não a vida que os outros esperavam que eu vivesse.» Segundo Ware, esse foi o arrependimento mais comum. Diante da proximidade da morte, muitos olhavam para trás e tomavam consciência do que gostariam de ter feito e não fizeram, sempre preocupados com imposições externas ou com o desejo de querer agradar. Por outras palavras, poderiam escolher para a lápide de sua sepultura a frase: “A vida que poderia ter sido e não foi”.

Destaques da semana

QUINTA-FEIRA: 
21h00 - Oração Mariana, nas Azenhas do Mar.
SEXTA-FEIRA:
21h30 - Filme de temática espiritual “A vida de Madre Teresa de Calcutá”, no CEDCRAM, nas Azenhas do Mar.
SÁBADO: 
21h00 - Procissão em honra de Nossa Senhora de Fátima, nas Azenhas do Mar, terminando com Missa e Vigília de Pentecostes.
DOMINGO
15h30 - Missa no Penedo seguindo-se Procissão em honra do Divino Espírito Santo e de Nossa Senhora de Fátima. 
21h30 - Oração do Rosário em Almoçageme seguindo-se Procissão de velas em honra de Nossa Senhora de Fátima.     

terça-feira, 14 de maio de 2013

Pentecostes

A linguagem simbólica do Espírito Santo | IMAGENS |
A Igreja assinala no próximo domingo o Pentecostes, solenidade em que se evoca a descida do Espírito Santo sobre a primeira comunidade cristã, reunida em Jerusalém, de acordo com a narrativa do livro bíblico dos Atos dos Apóstolos. As palavras gregas “Pentekoste hemera”, que significam “dia quinquagésimo”, foram adotadas na Igreja para designar o Pentecostes, festa que decorre 50 dias após a Páscoa, encerrando o denominado Tempo Pascal. Os sete dons do Espírito Santo (Sabedoria, Entendimento, Conselho, Fortaleza, Ciência, Piedade e Temor de Deus) estão na origem do impulso missionário da Igreja desde o seu início e relacionam-se com o sacramento da Confirmação (Crisma), que no domingo encontra uma data muito apropriada para ser recebido. Neste artigo são apresentados alguns símbolos associados ao Espírito Santo.
Para uma espiritualidade inscrita no quotidiano
É tão limitativo, tão empobrecedor, remeter a experiência espiritual para momentos e lugares específicos. A vida no Espírito não pode ser emoldurada. É como um campo aberto que convida a ampliar o espaço interior. Quanto mais escavamos no nosso interior – espaço infinito de investigação – tanto mais crescemos em sensibilidade no olhar sobre as coisas mais simples e mais rotineiras do nosso quotidiano. Do homem novo nasce um olhar novo. Aquele que descobre a alegria de ser habitado, a alegria da comunhão no seu próprio corpo, abre-se ao exterior com renovada capacidade de assombro.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Fátima

De que falamos quando falamos de Fátima?
Numa cultura que se compraz em exaltações crepusculares, impotente face à crise de sentido e de valores, sem os quais as existências dos indivíduos e das sociedades facilmente se esboroam, Fátima vem recolocar a questão da Esperança, porque recoloca também a questão do Homem. Ensinando, na sua linguagem pobre (que escandaliza e confunde os sábios, mas que as crianças e, os que são simples como elas, entendem), que o Homem não tem de ser náufrago ou prisioneiro (eis a paradoxal proposta da “penitência”), mas que a vocação profunda da Pessoa Humana realiza-se na abertura e no diálogo com Deus (eis o que quer dizer a “oração”)

sábado, 11 de maio de 2013

Peregrinação

Fátima: destino de vidas, preces e conversões | IMAGENS |
Durante três dias e mais de 60 quilómetros a palmilhar campo e estrada, teve de se despojar de todo o conforto com que vive no dia a dia. Nunca tinha andado tanto na vida. Não se recorda de estar tanto tempo trajada com fato de treino e ténis, sem joias ou maquilhagem. Nunca dividira a casa de banho com ninguém, muito menos experimentara alguma vez tomar duche junto de dez outras mulheres. Mas fê-lo. Nunca lhe passou pela cabeça que um dia dormiria no chão de uma garagem de bombeiros, com o corpo esticado num retângulo de espuma, literalmente encostado às cabeças e aos pés de dezenas de peregrinos. «Pensei em trazer o cartão de crédito, mas se o trouxesse não resistia e caía em tentação.» Apesar do esforço nunca pensou desistir. Há dois anos repetiu que Deus não existe. Não pode existir. Desde que a irmã mais velha morreu no final de uma gravidez, com uma septicemia, a sua fé desmoronou-se. «Mas é impossível viver sem acreditar em Deus.»

Amanhã vamos à musica?

Concerto de Qualidade em Almoçageme

Hoje vamos à sopa?

 Nos Bombeiros de Colares, hoje sábado, a partir das 19h30.
O ano passado foi excelente, com dezenas de restaurantes a apoiar este evento.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Leiria-Fátima: Itinerário vocacional está a ser um caso de sucesso na aproximação da Igreja Católica aos jovens

Fátima, Santarém, 09 mai 2013 (Ecclesia) – O projeto “em rede, para vidas com sentido”, promovido pela Pastoral Juvenil da Diocese de Leiria-Fátima e pelas irmãs da Aliança de Santa Maria, está a ser um caso de sucesso na aproximação da Igreja Católica aos jovens.
A proposta, lançada em 2007, inclui atividades como “a leitura orante da palavra de Deus, silêncio, catequeses, partilha interpessoal, testemunhos, cânticos e acompanhamento espiritual personalizado”, explica o gabinete de informação diocesano, numa nota enviada hoje à Agência ECCLESIA
O principal objetivo é “proporcionar aos jovens um conhecimento das diversas vocações cristãs e das condições mediante as quais cada um pode perceber o dom divino e o apelo para seguir a que lhe é dirigida”.
Até agora, “mais de cinquenta jovens” cumpriram este itinerário “tendo alguns descoberto a sua vocação pessoal” e o seu caminho “rumo à santidade e à felicidade”.
Em outubro, a diocese vai começar a preparar a constituição de mais um grupo de reflexão que funcionará entre dezembro e maio.  
JCP

Pastoral da Cultura

Eduardo Lourenço: Concílio Vaticano II fez Igreja «reatar-se com o mundo»
Sou natural de uma província das mais arcaicas do nosso país, pertencente a uma família católica, educado catolicamente, e essa educação em relação a mim próprio é de caráter indelével. Por mais que eu faça, por mais heterodoxo que eu seja (e não o faço para me distinguir do comum dos mortais), estou inscrito em algo que é anterior a qualquer opção de ordem mais refletida, aceite, uma opção – escolha, já com caráter mais sério e mais profundo, uma espécie de conversão. Ora eu não preciso de ser convertido, porque nasci cristão, fui batizado (…). São os homens que têm de invocar Deus e de se lhe dirigir na sua própria língua, na sua própria cultura. E essa foi certamente uma das coisas mais importantes que deixou o Vaticano II.

O Estado não é pessoa de bem
Hoje estamos a amargar e muito uma tristeza de vida em que alguns direitos fundamentais, sobretudo os direitos sociais, se estão afirmados em boa teoria, na prática são desrespeitados e incumpridos. Dá pena que a prática da política não se prestigie a nível de todos os membros da sociedade – quem quiser manter as mãos limpas é porque não tem mãos -, com especiais responsabilidades para a classe governante, a nível dos órgãos de soberania, para os partidos políticos, indispensáveis para a consolidação da democracia, e para a opinião pública e publicada. Cito duas questões graves: perdemos a dignidade e o valor do trabalho, negando-o aos desempregados em números assustadores; deixamos de ser refratários aos impostos, mas não terá valido a pena se, agora, impõem a diminuição das contrapartidas das reformas a que os contribuintes cumpridores têm direito.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Papa Francisco: quem está sempre a lamentar-se não pode ser «bom cristão»
O papa afirmou esta terça-feira que quem segue Cristo «é sempre alegre e nunca triste», mesmo quando passa por «tribulações», e acrescentou que quem «continuamente se lamenta» deixa de ser «um bom cristão». «Ser paciente: esse é o caminho que Jesus também nos ensina a nós, cristãos. Ser paciente… Isto não quer dizer ser triste. Não, não, é outra coisa. Quer dizer suportar, levar sobre as costas o peso das dificuldades, o peso das contradições, o peso das tribulações», acentuou na missa a que presidiu no Vaticano. Essa perseverança exige «maturidade cristã», que não se obtém «de um dia para o outro» mas, «como o bom vinho», requer «toda a vida».

terça-feira, 7 de maio de 2013

Destaques da Semana

SEXTA-FEIRA: 21h00- Conferência sobra a Constituição dogmática Dei Verbum orientada pelo Prof. Doutor João Lourenço, Director da Faculdade de Teologia da U.C.P., no Centro Social Paroquial de Colares.
Continuam abertas as inscrições para a peregrinação paroquial a Fátima nos dias 25 e 26 de Maio. E também para quem deseje participar apenas no dia 26. As mesmas podem ser feitas nos locais habituais.
SÁBADO: Procissão em honra de Nossa Senhora de Fátima, na Eugaria às 21h30.
DOMINGO: Procissão em honra de Nossa Senhora de Fátima,  no Mucifal às 21h30.

SINAL - O Dom da Paternidade

Já conheces o "Sinal", o Boletim do Sector de Animação Vocacional do Patriarcado de Lisboa? A edição de Abril foi dedicada ao "Dom da Paternidade". Consulta esta edição em http://www.preseminariodelisboa.net/pdf/sinal/2013/sinal_MarcoAbril13_web.pdfJá conheces o "Sinal", o Boletim do Sector de Animação Vocacional do Patriarcado de Lisboa? A edição de Abril foi dedicada ao "Dom da Paternidade".

II SEMINÁRIO DE SINTRA António Caruna, o “Historiador Colarense”

Um grande homem e paroquiano

18 de maio de 2013
Biblioteca Municipal de Sintra “Casa Mantero”, pelas 15h00

É uma iniciativa do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Sintra, em colaboração com a Junta de Freguesia de Colares, que tem como objetivo primordial homenagear, no 80.º aniversário do seu nascimento, António Caruna (1933-2008), insigne historiador local que, em muito, contribuiu com o seu dedicado labor para o conhecimento da história da vila de Colares e da sua freguesia.
O Prof. Doutor José Subtil (Universidade Autónoma de Lisboa) irá proferir uma conferência sobra a importância da História Local e a Doutora Maria Teresa Caetano (Câmara Municipal de Sintra) abordará, mais pormenorizadamente, o alcance do trabalho historiográfico de António Caruna.
Durante este seminário será apresentada, sob o formato de e-book, a integrar na revista em linha Tritão uma Antologia Historiográfica Colarense, que reúne todos os textos publicados pelo homenageado no Boletim da Junta de Freguesia de Colares.
Entrada livre

Requere-se inscrição, para atribuição de certificado de presença, através do seguinte e-mail gabver.psimoes@cm-sintra.pt ou através do telefone 219 236 100.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Vaticano: Papa quer «coragem» contra abusos de menores e na defesa das pessoas

Francisco deixou ainda mensagem para os cristãos do Oriente que celebram a Páscoa

Cidade do Vaticano, 05 mai 2013 (Ecclesia) – O Papa Francisco manifestou hoje no Vaticano a sua solidariedade a todo os que “sofreram e sofrem” devidos a casos de abuso, ao evocar o Dia das Crianças Vítimas da Violência.
“Gostaria de assegurar-lhes que estão presentes na minha oração, mas gostaria também de dizer com força que todos temos de empenhar-nos com clareza e coragem para que cada pessoa humana, especialmente as crianças, que estão entre as categorias mais vulneráveis, seja sempre defendida e tutelada”, declarou, após a recitação da oração do ‘Regina Caeli’, na Praça de São Pedro.
Francisco dirigia-se em particular aos membros da associação ‘Meter’, ONG que combate a pedofilia e o abuso de menores e que foi criada por um padre católico, Fortunato di Noto.
O Papa aludiu, por outro lado, à celebração da Páscoa em várias Igrejas cristãs do Oriente que seguem o chamado ‘calendário juliano’, deixando uma “saudação especial” a estas comunidades, muitas delas atingidas por “provas e sofrimentos”, com votos de que encontrem o “caminho da reconciliação e da paz”.

domingo, 5 de maio de 2013

Dia da Mãe


Hoje celebramos o dia da Mãe. Cristãos ou não,  na generalidade, guardamos um dia por ano para  festejarmos tão grande dádiva!
MÃE... Mãe espiritual (do céu) e Mãe da terra  (para muitos ainda na Terra), não importa... serão sempre as nossas duas queridas MÃES!
Em primeiro, vou saudar a Mãe do céu, Maria... agradeço-Te porque  um dia disseste   SIM. Provavelmente não imaginavas  ainda a dimensão do Teu SIM, mas acreditaste.  "Faca-se"  e logo a Tua grande missão de acolher o Menino Deus encarnado Homem no Teu ser se iniciou, como sendo a ligação do Céu (Divino) à Terra (Homem). Grande missão, sobretudo porque guardavas tudo no Teu coração e não deixaste de dizer uma vez "..fazei tudo o que Ele vos mandar::" a indicar o CAMINHO... (como se diria hoje, a dar umas dicas !). Sofreste a dor da perda... em silencio!....  mas o Teu coração sabia que não era em vão...Porque acreditavas! Viveste a alegria da Ressurreição e HOJE? Continuas a vive-la de forma diferente ... já estás junto d 'Ele vivendo a Igreja Gloriosa, mas sempre, com se diz por cá, com um pezinho na Terra e outro no Céu, com "Teu olhar amoroso"  ... vais indicando o CAMINHO para Ele... vais velando por nós!
Uma saudação especial para as Mães da Terra, na pessoa da minha própria.
A todas as mães um bem hajam pela Vida que transmitiram.
Eu própria, simultaneamente mãe e filha, agradeço a Deus esta  graça.
Peço à Mãe do céu, neste dia, que ajude todas as Mães a conservarem uma fé pura e forte para assim A poderem tentar imitar no amor e na doação de si próprias ao Mundo. 
Maria, olha para mim e para todas nós Mães, e guia os nossos passos no Amor que o Teu Filho nos veio ensinar e que Tu tão bem  testemunhaste no Teu dia a dia.
Nem sempre fizemos tudo bem, e continuamos a não fazer, é certo, por isso queremos  confiar o nosso coração à Tua ternura e sabedoria para que a nossa maior riqueza seja a procura constante do AMOR, já não só aos nossos filhos mas, a todos os filhos, na dimensão  da Caridade que, porque acreditamos, esperamos  pelo encontro com Jesus. - Ana Saldanha (elemento da Equipa Casais Stª Maria/Colares)

Partilha


Não, não estou a sobrevoar o mar... Estou no cimo da Serra de Sintra!
Uma camada  de nuvens decidiu fazer um chapéuzinho  para o oceano não se "queimar" com o sol, que hoje nos beija com seus raios acolhedores, dando um brilho espetacular aos verdes da Serra. 
Relembro então o "irmão sol" ... o "irmão oceano" ... a "irmã serra".....e ergo os olhos para o alto e bendigo o Senhor, meu Deus, por ter um (a)   amigo (a) como tu! Bem hajas meu amigo pela "irmã amizade"  que tens para comigo e que te dá paciência para aturares estas minhas "partilhas" – Ana Saldanha - (elemento da Equipa Casais Stª Maria/Colares)

(foto obtida às 9.05h de hoje a caminho da Igreja Nª Sª da Conceição (Janes-Malvªda Serra) para participar ma missa dominical)

sábado, 4 de maio de 2013

Hoje Sábado

9h30 -Missa na Igreja de São Sebastião pelos combatentes no Ultramar, da nossa paróquia já falecidos.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Santuário deixa conselhos


Fátima: Santuário mariano pede preparação espiritual aos peregrinos

Fátima, Santarém, 02 mai 2013 (Ecclesia) – O Santuário de Fátima pede a quem se dirige a este local para a peregrinação internacional aniversária de maio que, para além da organização logística, se prepare espiritualmente para o caminho.

Num comunicado enviado à Agência ECCLESIA a instituição solicita “espírito peregrino” e uma preparação “humana e espiritual” às pessoas que já se encontram “a pé a percorrer as estradas portuguesas” ou se preparam para iniciar o trajeto.

Na página oficial do Santuário de Fátima estão disponíveis informações práticas e alguns conselhos para “melhor preparar e viver uma peregrinação a pé”.

Estão ainda disponíveis mapas dos postos de acolhimento e os contatos de guias de peregrinos a pé, fornecidos pelo Movimento da Mensagem de Fátima.

A peregrinação internacional de maio assinala os 96 anos da primeira aparição de Nossa Senhora em Fátima e vai ser presidida por D. Orani Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro, no Brasil.

Esta segunda-feira, no final da celebração eucarística, vai decorrer a consagração do pontificado de Francisco a Nossa Senhora de Fátima, por iniciativa da Conferência Episcopal Portuguesa, respondendo assim ao pedido feito pelo próprio Papa ao cardeal-patriarca de Lisboa, D. José Policarpo.

LS/OC

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura
Papa Francisco cumprimenta papa emérito Bento XVI na sua nova casa no Mosteiro Mater Ecclesiae, no Vaticano. 2.5.2013. Foto: L'Osservatore RomanoPapa Francisco cumprimenta papa emérito Bento XVI na sua nova casa no Mosteiro Mater Ecclesiae, no Vaticano. 2.5.2013. 
Foto: L'Osservatore Romano
Dia do Trabalhador: Papa pede «novo impulso» às políticas de emprego, denuncia «escravidão» e censura «lucros egoístas»
papa marcou a manhã do Dia dos Trabalhadores com duas intervenções em que denunciou a «escravidão» laboral, censurou o «lucro egoísta» e pediu aos detentores de cargos públicos para darem um «novo impulso ao emprego». «Muitos são aqueles que querem trabalhar e não podem. Isto é um peso para a nossa consciência, porque quando a sociedade está organizada de maneira a que nem todos têm a possibilidade de trabalhar, de serem ungidos pela dignidade do trabalho, essa sociedade não vai bem: não é justa», apontou. Atualmente «as pessoas são menos importantes do que as coisas que dão lucro àqueles que têm o poder político, social e económico», sublinhou.

Solidariedade: «Banco de Inovação Social» promove empreendedorismo

Lisboa, 01 mai 2013 (Ecclesia) - A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa criou, esta terça-feira, o Banco de Inovação Social (BIS) para ajudar a concretizar 30 projetos geradores de trabalho, libertando o potencial de criatividade e inovação que existe na sociedade. Esta plataforma que reúne mais de duas dezenas de parceiros abriu, hoje, as candidaturas...


Jesus e o trabalho
As parábolas transmitem uma impressão particularmente instrutiva dos múltiplos mundos de trabalho e dos diferentes contextos de vida dos contemporâneos de Jesus. Na sua diversidade situacional, revelam que o trabalho, aos olhos de Jesus, constitui uma evidente missão; no seu mundo de trabalho, o homem é percebido com todos os seus talentos e riqueza de ideias. A Jesus não interessa o estatuto social de alguém ou o valor da sua atividade, por isso ele pode falar muito naturalmente de um servo ou de um senhor, de um proprietário ou de um criado, de um rei ou do seu exército. Jesus vem ele próprio do mundo do trabalho e, durante a sua atividade pública, insere-se conscientemente no mundo do homem trabalhador. Dá assim a entender que confirma o mundo com as suas condições de vida e que vê no trabalho o elemento fundamental para a realização do mundo.

Textos do Concílio Vaticano II: direito ao trabalho, direitos dos trabalhadores
Tendo em conta as funções e produtividade de cada um, bem como a situação da empresa e o bem comum, o trabalho deve ser remunerado de maneira a dar ao homem a possibilidade de cultivar dignamente a própria vida material, social, cultural e espiritual e a dos seus. Dado que a atividade económica é, na maior parte dos casos, fruto do trabalho associado dos homens, é injusto e desumano organizá-la e dispô-la de tal modo que isso resulte em prejuízo para qualquer dos que trabalham.


Intenções do Papa Francisco para o mês de maio

Cidade do Vaticano (Terça-feira, 30-04-2013, Gaudium Press) Mensalmente o Santo Padre indica ao "Apostolado da Oração" as intenções que ele tem em suas orações e convida a todos os católicos a unirem-se às suas preces.
Para o mês de maio, o Papa Francisco colocou em sua intenção geral de oração os agentes da justiça, para que "atuem sempre com integridade e reta consciência".
Como intenção missionária o pontífice pede para "que os Seminários, especialmente os que se encontram em Igrejas de missão, formem pastores segundo o Coração de Cristo, dedicados por inteiro ao anúncio do Evangelho". (EPC)

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Partilha

..."DEUS ENXUGARÁ TODAS AS AS LAGRIMAS DOS SEUS OLHOS:NUNCA MAIS HAVERÁ MORTE NEM LUTO..." .
"VOU RENOVAR TODAS AS COISAS". (Apoc 21,1-5).
"...QUE VOS AMEIS UNS AOS OUTROS       COMO   EU       VOS AMEI...".   "NISTO   RECONHECERÃO         TODOS QUE SOIS      MEUS    DISCIPLOS....." (Jo 13, 31-35)

"Como Eu Vos amei".  Exigencia do "como" muito forte!  Implica doação total por AMOR. Dar-se simplesmente, como ELE, por Amor  ...Jesus não fingiu AMAR  ....Ele AMOU com a VIDA . 
A Ele reconheceram-NO (reconhecem-NO e reconhece-LO-ão) como o enviado do Pai, o Messias, o Bom Pastor (que é o Cordeiro o Pasto e o Pastor) e.. a nós seus seguidores, reconhecer-nos-ão ? Por mim respondo, nem sempre, ou antes muitas vezes não!
Conto com a Bondade e Misericórdia do Senhor para me ajudar a viver o meu Batismo, como sinal da Sua Caridade no meio da descrença e indiferença do mundo (que também é formado por mim!). BOM DIA DO SENHOR
- Ana Saldanha (elemento da Equipa Casais Santa Maria - Colares)

Paróquia de Colares - Maio Mês de Maria

Celebração do terço todos os dias, em Colares ás 18h30.