Os
discípulos descobrem que a oração de Jesus é transfigurante. Eis aqui uma boa
nova para o nosso mundo tão desfigurado pelo ódio, a violência, o rancor, as
guerras, a corrida aos interesses pessoais. O primeiro testemunho que podemos
dar-lhe é o da atenção ao que nos afeta. Todos conhecemos momentos de graça e de
iluminação na nossa vida. É a partir dessa iluminação que retomamos as forças
para nos levantarmos e continuarmos. Santo Inácio diz-nos que a alegria é um dos
frutos do Espírito, enquanto a tristeza e o desencorajamento denunciam a
presença de Satã, o adversário. A ação mais profunda de Deus em nós é aquela em
que ele se gera pelo Espírito, através da oração. Ora, só o desejo reza. Não
como tendência, nem pulsão, nem gozo mas como esperança. O desejo visa o real
que não conhecemos e que só podemos esperar, como algo que nos é dado. Visa
sempre um além do prazer, o que é impossível imaginar, a Vida.
terça-feira, 6 de agosto de 2013
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
domingo, 4 de agosto de 2013
Espiritualidade
17 maneiras de
rezar | IMAGENS
|
Caminhar. Ler um livro. Ler a Sagrada Escritura. Exprimir
um pedido do Pai Nosso. Angustiar-se profundamente por não rezar. Dormir. Como
uma criança, dizer coisas a Deus. Conversar disto e daquilo. Abrir a Sagrada
Escritura. Desejar, desejar desesperadamente. Escrever. Ouvir música. Permanecer
em paz. Sair da igreja. Duvidar, duvidar de Deus intensamente. Nem as imagens
nem o texto. Trabalhar com as próprias mãos.
Caminhar. Ler um livro. Ler a Sagrada Escritura. Exprimir
um pedido do Pai Nosso. Angustiar-se profundamente por não rezar. Dormir. Como
uma criança, dizer coisas a Deus. Conversar disto e daquilo. Abrir a Sagrada
Escritura. Desejar, desejar desesperadamente. Escrever. Ouvir música. Permanecer
em paz. Sair da igreja. Duvidar, duvidar de Deus intensamente. Nem as imagens
nem o texto. Trabalhar com as próprias mãos.sábado, 3 de agosto de 2013
Espiritualidade
O simples e o
complexo
Para quem a quiser ouvir, a vida lança-nos o desafio (a
sugestão, a prece) de um amor sem posse. Não é o que sabíamos o mais importante,
mas o que vamos sabendo. Não é o conhecimento armazenado de um dia que nos pode
servir de mapa, mas a meditação do acontecer. Somos convocados para peregrinar,
para aferir a profundidade no movimento, para vislumbrar através da incessante
deslocação aquilo que permanece. O nosso olhar nem sempre aceita que é pobre,
mas quando aceita, percebe finalmente aquilo que está dito num verso de Rainer
Maria Rilke e em tantos outros lugares: «A pobreza é um grande brilho que vem de
dentro…».
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Mais uma diferença...
O Papa Francisco quando deixou o seu apartamento em Santa Marta, encontrou um guarda suíço no lado de fora da sua porta. O Papa perguntou o que ele fazia ali, e se ele tinha ficado acordado a noite toda.- Sim, respondeu o guarda.
- De pé? - perguntou o Papa Francisco. Você não está cansado?
- É meu dever, Sua Santidade, para a sua segurança.
O Papa Francisco , olhou para ele, voltou para o seu apartamento e, momentos depois, voltou com uma cadeira entre as mãos.
- Pelo menos sente e descanse - disse o Papa.
O guarda respondeu:
- Desculpe-me Sua Santidade, mas não posso, as regras não permitem isso.
- As regras? - disse Francisco.
- Meu capitão, Sua Santidade... - disse o guarda.
- Bem, mas eu sou o Papa e lhe peço para se sentar.
Mais tarde, o Papa Francisco voltou com um pouco de pão e presunto, entregou-o ao guarda e disse:
- Bom apetite, meu irmão.
( Sao as atitudes que fazem toda a diferença e gestos de generosidade devem ser espalhados . Concorda ? COMPARTILHE .
Tá aqui a fonte .
http://
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Vamos procurar respostas...
As perguntas
do papa Francisco
Procuramos que o nosso trabalho e o de nossos
presbíteros seja mais pastoral que administrativo? Superamos a tentação de
tratar de forma reativa os problemas complexos que surgem? Criamos um hábito
proativo? Na prática, fazemos os fiéis leigos participantes da Missão? Temos
como critério habitual o discernimento pastoral, servindo-nos dos Conselhos
Diocesanos? Nós, Pastores Bispos e Presbíteros, temos consciência e convicção da
missão dos fiéis e damos-lhe a liberdade para irem discernindo, de acordo com o
seu caminho de discípulos, a missão que o Senhor lhes confia? Os agentes de
pastoral e os fiéis em geral sentem-se parte da Igreja, identificam-se com ela e
aproximam-na dos batizados indiferentes e afastados? A Conversão Pastoral diz
respeito, principalmente, às atitudes e a uma reforma de vida.
Diocese de Lisboa
História
da diocese de Lisboa contada pelo novo patriarca (IV): resistências às reformas
e evolução da vida cristã

História da diocese de Lisboa contada pelo novo patriarca (III): os sínodos como meio para reformar a Igreja
História da diocese de Lisboa contada pelo seu novo patriarca, D. Manuel Clemente (I): das origens ao fim da permanência islâmica
História da diocese de Lisboa contada pelo novo patriarca (II): da reconquista cristã à separação de Compostela
Esta panorâmica geral sobre a vida diocesana de
Lisboa até à época «moderna», através das disposições sinodais e da estatística
paroquial, poderia ser corroborada e complementada com a leitura das várias
visitações feitas entretanto às unidades pastorais pelos bispos ou seus
vigários. Lá encontraríamos as mesmas exigências que observámos atrás:
necessidade de melhor formação, porte e atuação dos ministros; mais restrição de
abusos, ligeirezas e superstições, sobretudo dentro dos templos, e mais cuidado
com os objetos religiosos e alfaias litúrgicas; mais atenção à doutrina e
administração dos sacramentos… ano após ano e mesmo século após século,
atestando afinal que as exigências dos grandes momentos reformadores, como o
foram o gregoriano (século XI), lateranense (século XIII) ou tridentino (século
XVI) demoravam a concretizar-se aqui, como noutras partes.
História da diocese de Lisboa contada pelo novo patriarca (III): os sínodos como meio para reformar a Igreja
História da diocese de Lisboa contada pelo seu novo patriarca, D. Manuel Clemente (I): das origens ao fim da permanência islâmica
História da diocese de Lisboa contada pelo novo patriarca (II): da reconquista cristã à separação de Compostela
Leitura
A
separação entre a fé e a prática diária dos negócios pode conduzir a
desequilíbrios e a uma devoção deslocada ao sucesso mundano. O caminho
alternativo, de uma “liderança de serviço” assente na fé, faculta aos líderes
empresariais uma perspetiva mais ampla e ajuda-os a equilibrar os requisitos do
mundo dos negócios com os dos princípios ético-sociais, iluminados para os
cristãos pelo Evangelho. Isto realiza-se através de três patamares: ver, julgar
e agir, embora seja claro que estes três aspetos se encontram profundamente
interrelacionados. Os líderes empresariais podem pôr as suas aspirações em
prática quando a sua vocação é motivada por muito mais do que o sucesso
financeiro. Quando integram os dons da vida espiritual, as virtudes e os
princípios ético-sociais na sua vida e no seu trabalho, podem ultrapassar a vida
dividida, e receber a graça de promover o desenvolvimento integral de todos os
interessados no negócio.
Para uma
espiritualidade terrena
Eu vejo hoje muitos cristãos que estão suspensos
de Deus e das suas experiências profissionais. Mas a sua vida não espelha nada
de Deus. A sua piedade não muda a sua vida. Ela não é visível no exterior. O
caminho espiritual precisa de formas muito concretas para ser visível aos
outros, mas acima de tudo para nos mudar. Precisamos de uma cultura de vida
cristã. O espírito quer tornar-se carne. A espiritualidade precisa de
visibilidade. A palavra quer tornar-se carne. Cristo desceu dos Céus para tornar
o Céu uma realidade terrena, para apresentar a Terra de forma mais habitável ou
mais humana. A espiritualidade tem de se tornar terrena, para poder modificar a
Terra.
domingo, 28 de julho de 2013
Brasil
Fraternidade
e justiça não são utopia: Papa propõe “programa de governo” com «humanismo»,
«responsabilidade social» e diálogo» |
IMAGENS |
O papa defendeu este sábado que o «humanismo integral, que respeite a cultura original», a «responsabilidade solidária» e o «diálogo construtivo» constituem linhas orientadoras para a ação de quem tem um «papel de responsabilidade» num país. No discurso à «classe dirigente do Brasil», Francisco frisou que «a fraternidade entre os homens e a colaboração para construir uma sociedade mais justa não constituem uma utopia, mas são o resultado de um esforço harmonioso de todos em favor do bem comum». A «via a seguir» deve assegurar que «ninguém fique privado do necessário, e que a todos sejam asseguradas dignidade, fraternidade e solidariedade». E acrescentou: «Quando os líderes dos diferentes setores me pedem um conselho, a minha resposta é sempre a mesma: diálogo, diálogo, diálogo. A única maneira para uma pessoa, uma família, uma sociedade crescer, a única maneira para fazer avançar a vida dos povos é a cultura do encontro; uma cultura segundo a qual todos têm algo de bom para dar, e todos podem receber em troca algo de bom. O outro tem sempre algo para nos dar, desde que saibamos nos aproximar dele com uma atitude aberta e disponível, sem preconceitos».
Papa pede ao clero para pensar pastoral a partir das pessoas mais afastadas e «promover cultura do encontro» | IMAGENS |
«Decididamente pensemos a pastoral a partir da periferia, daqueles que estão mais afastados, daqueles que habitualmente não frequentam a paróquia», pediu este sábado o papa a bispos, padres, diáconos e seminaristas. «Não podemos ficar encerrados na paróquia, nas nossas comunidades, quando há tanta gente esperando o Evangelho! Não se trata simplesmente de abrir a porta para acolher, mas de sair pela porta fora para procurar e encontrar», que também «são convidados para a Mesa do Senhor». O clero é igualmente chamado a «promover a cultura do encontro», para fazer frente à «cultura de exclusão» que ganhou espaço «em muitos ambientes», onde «não há lugar para o idoso, nem para o filho indesejado», frisou Francisco na catedral do Rio de Janeiro.
O papa defendeu este sábado que o «humanismo integral, que respeite a cultura original», a «responsabilidade solidária» e o «diálogo construtivo» constituem linhas orientadoras para a ação de quem tem um «papel de responsabilidade» num país. No discurso à «classe dirigente do Brasil», Francisco frisou que «a fraternidade entre os homens e a colaboração para construir uma sociedade mais justa não constituem uma utopia, mas são o resultado de um esforço harmonioso de todos em favor do bem comum». A «via a seguir» deve assegurar que «ninguém fique privado do necessário, e que a todos sejam asseguradas dignidade, fraternidade e solidariedade». E acrescentou: «Quando os líderes dos diferentes setores me pedem um conselho, a minha resposta é sempre a mesma: diálogo, diálogo, diálogo. A única maneira para uma pessoa, uma família, uma sociedade crescer, a única maneira para fazer avançar a vida dos povos é a cultura do encontro; uma cultura segundo a qual todos têm algo de bom para dar, e todos podem receber em troca algo de bom. O outro tem sempre algo para nos dar, desde que saibamos nos aproximar dele com uma atitude aberta e disponível, sem preconceitos».
Papa pede ao clero para pensar pastoral a partir das pessoas mais afastadas e «promover cultura do encontro» | IMAGENS |
«Decididamente pensemos a pastoral a partir da periferia, daqueles que estão mais afastados, daqueles que habitualmente não frequentam a paróquia», pediu este sábado o papa a bispos, padres, diáconos e seminaristas. «Não podemos ficar encerrados na paróquia, nas nossas comunidades, quando há tanta gente esperando o Evangelho! Não se trata simplesmente de abrir a porta para acolher, mas de sair pela porta fora para procurar e encontrar», que também «são convidados para a Mesa do Senhor». O clero é igualmente chamado a «promover a cultura do encontro», para fazer frente à «cultura de exclusão» que ganhou espaço «em muitos ambientes», onde «não há lugar para o idoso, nem para o filho indesejado», frisou Francisco na catedral do Rio de Janeiro.
sábado, 27 de julho de 2013
Mucifal - Domingo 28 às 16h00
Procissão no Mucifal às 16h00 seguida de Missa no Complexo Desportivo do Mucifal.
A procissão sai da Capela
sexta-feira, 26 de julho de 2013
O ultimo folheto...
Todos os domingos à tarde, depois da missa da manhã na igreja, o velho padre e seu sobrinho de 11 anos saíam pela cidade e entregavam folhetos sacros.
Numa tarde de domingo, quando chegou à hora do padre e seu sobrinho saírem pelas ruas com os folhetos, fazia muito frio lá fora e também chovia muito. O menino se agasalhou e disse:
-Ok, tio padre, estou pronto. '
E o padre perguntou:
-'Pronto para quê?':
-'Tio, está na hora de juntarmos os nossos folhetos e sairmos.'
O padre respondeu:
-'Filho, está muito frio lá fora e também está chovendo muito.'
O menino olhou surpreso e perguntou:
-'Mas tio, as pessoas não vão para o inferno até mesmo em dias de chuva?'
O padre respondeu:
-'Filho, eu não vou sair nesse frio.'
Triste, o menino perguntou:
-'Tio, eu posso ir? Por favor!'
O padre hesitou por um momento e depois disse:
-'Filho, você pode ir. Aqui estão os folhetos. Tome cuidado, filho.'
-'Obrigado, tio!'
Então ele saiu no meio daquela chuva. Este menino de onze anos caminhou pelas ruas da cidade de porta em porta entregando folhetos sacros a todos que via.
Depois de caminhar por duas horas na chuva, ele estava todo molhado, mas faltava o último folheto. Ele parou na esquina e procurou por alguém para entregar o folheto, mas as ruas estavam totalmente desertas. Então ele se virou em direcção à primeira casa que viu e caminhou pela calçada até a porta e tocou a campainha. Ele tocou a campainha, mas ninguém respondeu. Ele tocou de novo, mais uma vez, mas ninguém abriu a porta. Ele esperou, mas não houve resposta.
Finalmente, este soldadinho de onze anos se virou para ir embora, mas algo o deteve. Mais uma vez, ele se virou para a porta, tocou a campainha e bateu na porta bem forte. Ele esperou, alguma coisa o fazia ficar ali na varanda. Ele tocou de novo e desta vez a porta se abriu bem devagar.
De pé na porta estava uma senhora idosa com um olhar muito triste. Ela perguntou gentilmente:
-'O que eu posso fazer por você, meu filho?'
Com olhos radiantes e um sorriso que iluminou o mundo dela, este pequeno menino disse:
-'Senhora, me perdoe se eu estou perturbando, mas eu só gostaria de dizer que JESUS A AMA MUITO e eu vim aqui para lhe entregar o meu último folheto que lhe dirá tudo sobre JESUS e seu grande AMOR.'
Então ele entregou o seu último folheto e se virou para ir embora.
Ela o chamou e disse:
-'Obrigada, meu filho!!! E que Deus te abençoe!!!'
Bem, na manhã do seguinte domingo na igreja, o Padre estava no altar, quando a missa começou ele perguntou:
- 'Alguém tem um testemunho ou algo a dizer?'
Lentamente, na última fila da igreja, uma senhora idosa se pôs de pé.Conforme ela começou a falar, um olhar glorioso transparecia em seu rosto.
- 'Ninguém me conhece nesta igreja. Eu nunca estive aqui. Vocês sabem antes do domingo passado eu não era cristã. Meu marido faleceu a algum tempo deixando-me totalmente sozinha neste mundo. No domingo passado, sendo um dia particularmente frio e chuvoso, eu tinha decidido no meu coração que eu chegaria ao fim da linha, eu não tinha mais esperança ou vontade de viver.
Então eu peguei uma corda e uma cadeira e subi as escadas para o sótão da minha casa. Eu amarrei a corda numa madeira no telhado, subi na cadeira e coloquei a outra ponta da corda em volta do meu pescoço.De pé naquela cadeira, tão só e de coração partido, eu estava a ponto de saltar, quando, de repente, o toque da campainha me assustou. Eu pensei:
-'Vou esperar um minuto e quem quer que seja irá embora. '
Eu esperei e esperei, mas a campainha era insistente; depois a pessoa que estava tocando também começou a bater bem forte. Eu pensei:
-'Quem neste mundo pode ser? Ninguém toca a campainha da minha casa ou vem me visitar.'
Eu afrouxei a corda do meu pescoço e segui em direcção à porta, enquanto a campainha soava cada vez mais alta.Quando eu abri a porta e vi quem era, eu mal pude acreditar, pois na minha varanda estava o menino mais radiante e angelical que já vi em minha vida. O seu SORRISO, ah, eu nunca poderia descrevê-lo a vocês!
As palavras que saíam da sua boca fizeram com que o meu coração que estava morto há muito tempo SALTASSE PARA A VIDA quando ele exclamou com voz de querubim:
-'Senhora, eu só vim aqui para dizer QUE JESUS A AMA MUITO. '
Então ele me entregou este folheto que eu agora tenho em minhas mãos.
Conforme aquele anjinho desaparecia no frio e na chuva, eu fechei a porta e atenciosamente li cada palavra deste folheto.
Então eu subi para o sótão para pegar a minha corda e a cadeira. Eu não iria precisar mais delas. Vocês vêem - eu agora sou uma FILHA FELIZ DE DEUS!!!
Já que o endereço da igreja estava no verso deste folheto, eu vim aqui pessoalmente para dizer OBRIGADO ao anjinho de Deus que no momento certo livrou a minha alma de uma eternidade no inferno.
Não havia quem não tivesse lágrimas nos olhos na igreja.
o Velho Padre desceu do altar e foi em direcção a primeira fila onde o seu anjinho estava sentado. Ele tomou o seu sobrinho nos braços e chorou copiosamente.
Provavelmente nenhuma igreja teve um momento tão glorioso como este.
Bem aventurados são os olhos que vêem esta mensagem. Não deixe que ela se perca, leia-a de novo e passe-a adiante.
Lembre-se: a mensagem de Deus pode fazer a diferença na vida de alguém próximo a você.
Por isso...
- Me perdoe se eu estou perturbando, mas eu só gostaria de
dizer que JESUS TE AMA MUITO e eu vim aqui para lhe entregar o meu último folheto.
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Brasil - Papa Francisco
Droga
não se combate com liberalização, mas com mais justiça e educação, frisa
papa
O papa vincou esta quarta-feira no Rio de Janeiro que o narcotráfico «não se combate com a liberalização do uso das drogas», mas através de «maior justiça» e educação dos jovens «para os valores». Na visita ao hospital S. Francisco de Assis, que se dedica ao tratamento de pessoas toxicodependentes, o papa fez um discurso de pendor social a partir da biografia do santo que inspirou o seu nome pontifício. «Neste lugar de luta contra a dependência química, desejo abraçar-vos, vós que sois a carne de Cristo», habitando uma sociedade em que prevalece o «egoísmo», e onde «muitos vendedores de morte seguem a lógica do poder e do dinheiro a todo o custo».
Papa no Santuário de Aparecida: a visita de Francisco à «casa da Mãe» | VIDEO |
«Quantas dificuldades na vida de cada um, no nosso povo, nas nossas comunidades, mas, por maiores que possam parecer, Deus nunca deixa que sejamos submergidos. Frente ao desânimo que poderia aparecer na vida, em quem trabalha na evangelização ou em quem se esforça por viver a fé como pai e mãe de família, quero dizer com força: Tenham sempre no coração esta certeza! Deus caminha a seu lado, nunca lhes deixa desamparados! Nunca percamos a esperança! Nunca deixemos que ela se apague nos nossos corações!» O Santuário de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, acolheu esta quarta-feira a primeira missa que o papa celebrou publicamente no país. O papa levou a imagem da Virgem consigo após o fim da missa, cumprimentou responsáveis religiosos e saudou a multidão que participou na celebração do lado de fora da igreja. Assista a um resumo em vídeo da visita de Francisco à «casa da Mãe de cada brasileiro».
O papa vincou esta quarta-feira no Rio de Janeiro que o narcotráfico «não se combate com a liberalização do uso das drogas», mas através de «maior justiça» e educação dos jovens «para os valores». Na visita ao hospital S. Francisco de Assis, que se dedica ao tratamento de pessoas toxicodependentes, o papa fez um discurso de pendor social a partir da biografia do santo que inspirou o seu nome pontifício. «Neste lugar de luta contra a dependência química, desejo abraçar-vos, vós que sois a carne de Cristo», habitando uma sociedade em que prevalece o «egoísmo», e onde «muitos vendedores de morte seguem a lógica do poder e do dinheiro a todo o custo».
Papa no Santuário de Aparecida: a visita de Francisco à «casa da Mãe» | VIDEO |
«Quantas dificuldades na vida de cada um, no nosso povo, nas nossas comunidades, mas, por maiores que possam parecer, Deus nunca deixa que sejamos submergidos. Frente ao desânimo que poderia aparecer na vida, em quem trabalha na evangelização ou em quem se esforça por viver a fé como pai e mãe de família, quero dizer com força: Tenham sempre no coração esta certeza! Deus caminha a seu lado, nunca lhes deixa desamparados! Nunca percamos a esperança! Nunca deixemos que ela se apague nos nossos corações!» O Santuário de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, acolheu esta quarta-feira a primeira missa que o papa celebrou publicamente no país. O papa levou a imagem da Virgem consigo após o fim da missa, cumprimentou responsáveis religiosos e saudou a multidão que participou na celebração do lado de fora da igreja. Assista a um resumo em vídeo da visita de Francisco à «casa da Mãe de cada brasileiro».
quarta-feira, 24 de julho de 2013
domingo, 21 de julho de 2013
Meditação
Escolher a
melhor parte
A preocupação rouba as melhores partes das nossas vidas, mas não tem que ser assim. É por isso que Jesus diz firmemente a Marta: “Andas inquieta e perturbada com muitas coisas; mas uma só é necessária”.
A preocupação rouba as melhores partes das nossas vidas, mas não tem que ser assim. É por isso que Jesus diz firmemente a Marta: “Andas inquieta e perturbada com muitas coisas; mas uma só é necessária”.
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Leitura
Revista
“Brotéria” mostra «um retrato de Portugal» e analisa «coadoção em uniões
homossexuais»
A mais recente edição da revista “Brotéria – Cristianismo e Cultura”, referente aos meses de maio e junho, abre com «Um retrato de Portugal» tirado por Manuel Braga da Cruz, anterior reitor da Universidade Católica Portuguesa. O professor de Sociologia Política na mesma instituição apresenta «alguns traços mais característicos» do país, «do ponto de vista social e político». «A coadoção em uniões homossexuais» é o tema da análise de Pedro Vaz Patto, que começa por frisar que o projeto-lei 278/XII «permitirá tornear facilmente a atual proibição da adoção conjunta por pares do mesmo sexo». «Títulos dados ao papa. Quando as palavras contam», «Resquícios da Guerra Fria: a Península Coreana», «Viagem ao outono da vida», «Religião sem Deus?» e «O Concílio de Trento» completam os temas deste número.
A mais recente edição da revista “Brotéria – Cristianismo e Cultura”, referente aos meses de maio e junho, abre com «Um retrato de Portugal» tirado por Manuel Braga da Cruz, anterior reitor da Universidade Católica Portuguesa. O professor de Sociologia Política na mesma instituição apresenta «alguns traços mais característicos» do país, «do ponto de vista social e político». «A coadoção em uniões homossexuais» é o tema da análise de Pedro Vaz Patto, que começa por frisar que o projeto-lei 278/XII «permitirá tornear facilmente a atual proibição da adoção conjunta por pares do mesmo sexo». «Títulos dados ao papa. Quando as palavras contam», «Resquícios da Guerra Fria: a Península Coreana», «Viagem ao outono da vida», «Religião sem Deus?» e «O Concílio de Trento» completam os temas deste número.
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Hoje e amanhã Azenhas do Mar
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Evocação
Os portugueses e
a poesia: evocação de D. Manuel Clemente, patriarca de Lisboa, no dia dos seus
65 anos (16.7.2013)
«Compreende-se que o melhor Portugal seja poético, ou
seja, mais feito do que construído, mais desligado da prosa e das contas. Melhor
porque maior, só assim o podendo ser, sem restrição geográfica. Com tanta água
territorial, o mais de Portugal é mar… Talvez por isso mesmo, a melhor ideia que
temos de nós próprios provém da poesia e não da prosa. Desta última guardamos
sobretudo o que nos distancia de nós próprios, entre a ironia e o sarcasmo.
Pensamo-nos mais altamente à maneira de Camões do que à maneira de Eça. Ou,
deste último, recolhemos as páginas mais «poéticas» que nos dedicou n’A Cidade e
as Serras.»D. Manuel Clemente, novo patriarca de Lisboa, nasceu no dia 16 de
julho de 1948, há 65 anos. Damos-lhe os parabéns e assinalamos o aniversário
recordando um texto da sua autoria, redigido para o pavilhão que a Santa Sé
apresentou na Expo 98, em Lisboa, onde são evidenciados os laços entre os
portugueses e a poesia.
«Compreende-se que o melhor Portugal seja poético, ou
seja, mais feito do que construído, mais desligado da prosa e das contas. Melhor
porque maior, só assim o podendo ser, sem restrição geográfica. Com tanta água
territorial, o mais de Portugal é mar… Talvez por isso mesmo, a melhor ideia que
temos de nós próprios provém da poesia e não da prosa. Desta última guardamos
sobretudo o que nos distancia de nós próprios, entre a ironia e o sarcasmo.
Pensamo-nos mais altamente à maneira de Camões do que à maneira de Eça. Ou,
deste último, recolhemos as páginas mais «poéticas» que nos dedicou n’A Cidade e
as Serras.»D. Manuel Clemente, novo patriarca de Lisboa, nasceu no dia 16 de
julho de 1948, há 65 anos. Damos-lhe os parabéns e assinalamos o aniversário
recordando um texto da sua autoria, redigido para o pavilhão que a Santa Sé
apresentou na Expo 98, em Lisboa, onde são evidenciados os laços entre os
portugueses e a poesia.
Indulgências
Numa altura em que se debate o tema das indulgências recuperamos aqui a explicação do Penitenciário-Mor do Vaticano, Cardeal Monteiro de Castro, em entrevista ao Jornal VOZ DA VERDADE.
terça-feira, 16 de julho de 2013
Hoje
D. MANUEL III, PATRIARCA DE LISBOA
Armas de Fé
Ordenado Bispo quando celebrámos os 2000 anos da incarnação do Verbo de Deus, o Senhor D. Manuel Clemente quis que as suas “armas” e a sua divisa aludissem a este mistério.
A estrela significa a Incarnação. As suas oito pontas lembram o 8º Dia, a vida eterna que o Pai nos dá no seu Filho pelo seu Espírito. Essa estrela resplandece no centro de uma cruz, não só porque é na cruz que se cumpre inteiramente a Kenose, o esvaziamento d’Aquele que sendo Deus se fez homem e tomou a condição de servo, mas sobretudo porque na cruz de Cristo aconteceu a maior teofania alguma vez vista na terra: na cruz resplandece plenamente o amor, resplandece a luz da nova criação inaugurada por Cristo Novo Adão. Na cruz amanhece o dia eterno em que se consumará a comunhão do homem com Deus.
“O mesmo Deus que disse: do meio das trevas brilhe a luz, foi Ele mesmo que luziu em nossos corações, para fazer brilhar o conhecimento da glória de Deus que resplandece na face de Cristo”.
Nós vimos a sua estrela.
No meio das trevas, na cruz de cada dia, nós vemos a luz.
Em Cristo glorioso, libertos do pecado e da morte, veremos a LUZ.
In lumine tuo. Videbimus lumen.
Leitura Heráldica:
Escudo de prata, com cruz latina de vermelho, carregada de uma estrela de oito raios de ouro, no cruzamento dos braços.
O escudo assente sobre a cruz arquiepiscopal (patriarcal) de ouro, com pedraria de vermelho, encimada por chapéu de 15+15 borlas, como é uso dos Patriarcas da Igreja Latina, tudo de purpura como é próprio do Patriarca de Lisboa.
Sotoposto ao escudo, listel branco com o texto em maiúsculas “IN LUMINE TUO
segunda-feira, 15 de julho de 2013
JMJ - Rio de Janeiro 2013
JMJ 2013: Bispo português destaca «trabalho meritório» na preparação para o Rio de Janeiro
Viseu, 15 jul 2013 (Ecclesia) – D. Ilídio Leandro, bispo de Viseu e membro da Comissão Episcopal do Laicado e Família, considera que as Jornadas Mundiais da Juventude no Rio de Janeiro têm tudo para ser um acontecimento católico marcante para os jovens portugueses. Em entrevista concedida à Agência ECCLESIA, o prelado destaca o “trabalho meritório”...Pastoral da Cultura
Lumen
fidei: A novidade de uma encíclica
Comecemos por sacudir equívocos. O primeiro é o de pensar que uma encíclica sobre a fé destina-se a ser acolhida dentro da cerca eclesial, e aí só, como se ela não constituísse um texto de enorme importância para a cultura ou para a sociedade no seu conjunto. O segundo é a consideração de que a relevância do discurso cristão se esgota nos pronunciamentos ditos sociais: o Papa Francisco ir ao desembarcadouro de Lampedusa, reclamar corajosamente por políticas mais humanas, colhe o interesse geral, mas propor, com igual desassombro, uma reflexão sobre o sentido da fé, isso já é olhado como minudência descartável. Ora, a discussão sobre a fé, e sobre a irreverente singularidade da fé cristã, é um assunto de cidade, como já amplamente o provou o apóstolo Paulo, que deslocou esse debate do interior das sinagogas para areópagos, escolas de filosofia, teatros e cantos de estrada o debate sobre a essência do cristianismo precisa urgentemente de reencontrar a sua natureza pública.
Papa lembra que Deus prefere a «misericórdia» à «condenação», e pede orações pela Jornada Mundial da Juventude
«Deus quer sempre isto, a misericórdia, e não andar a condenar todos», frisou o papa este domingo, na recitação da oração mariana do Angelus, em Castel Gandolfo. As palavras de Francisco foram proferidas a propósito da parábola bíblica do Bom Samaritano, lida no evangelho proclamado nas missas deste dia: «Deus é misericordioso, sabe compreender todas as nossas misérias e também os nossos pecados», vincou. O papa confiou à Virgem Maria a sua viagem ao Rio de Janeiro, para a Jornada Mundial da Juventude. Antes do Angelus, Francisco recordou João Paulo II e Bento XVI, que gostavam de passar parte do verão nesta residência pontifícia: «O seu testemunho vos sirva sempre de encorajamento na fidelidade diária a Cristo e no esforço contínuo para conduzir uma vida coerente com a exigência do Evangelho e os ensinamentos da Igreja», apelou. O papa também pediu as orações dos colaboradores: «Rezai por mim. Bem preciso… Não vos esqueçais de mim. Rezai também vós por mim e pelo meu serviço».
Comecemos por sacudir equívocos. O primeiro é o de pensar que uma encíclica sobre a fé destina-se a ser acolhida dentro da cerca eclesial, e aí só, como se ela não constituísse um texto de enorme importância para a cultura ou para a sociedade no seu conjunto. O segundo é a consideração de que a relevância do discurso cristão se esgota nos pronunciamentos ditos sociais: o Papa Francisco ir ao desembarcadouro de Lampedusa, reclamar corajosamente por políticas mais humanas, colhe o interesse geral, mas propor, com igual desassombro, uma reflexão sobre o sentido da fé, isso já é olhado como minudência descartável. Ora, a discussão sobre a fé, e sobre a irreverente singularidade da fé cristã, é um assunto de cidade, como já amplamente o provou o apóstolo Paulo, que deslocou esse debate do interior das sinagogas para areópagos, escolas de filosofia, teatros e cantos de estrada o debate sobre a essência do cristianismo precisa urgentemente de reencontrar a sua natureza pública.
Papa lembra que Deus prefere a «misericórdia» à «condenação», e pede orações pela Jornada Mundial da Juventude
«Deus quer sempre isto, a misericórdia, e não andar a condenar todos», frisou o papa este domingo, na recitação da oração mariana do Angelus, em Castel Gandolfo. As palavras de Francisco foram proferidas a propósito da parábola bíblica do Bom Samaritano, lida no evangelho proclamado nas missas deste dia: «Deus é misericordioso, sabe compreender todas as nossas misérias e também os nossos pecados», vincou. O papa confiou à Virgem Maria a sua viagem ao Rio de Janeiro, para a Jornada Mundial da Juventude. Antes do Angelus, Francisco recordou João Paulo II e Bento XVI, que gostavam de passar parte do verão nesta residência pontifícia: «O seu testemunho vos sirva sempre de encorajamento na fidelidade diária a Cristo e no esforço contínuo para conduzir uma vida coerente com a exigência do Evangelho e os ensinamentos da Igreja», apelou. O papa também pediu as orações dos colaboradores: «Rezai por mim. Bem preciso… Não vos esqueçais de mim. Rezai também vós por mim e pelo meu serviço».
Destaques da Semana
TERÇA-FEIRA:
Dia de Nossa Senhora do Carmo. Aniversário natalício do Senhor Patriarca. Missas em Colares às 19h00 e na Praia das Maçãs às 21h30.
QUINTA-FEIRA:
Oração Mariana nas Azenhas do Mar às 21h00.Ensaio de cânticos litúrgicos, em Colares às 21h30.
SEXTA-FEIRA:
Filme de temática espiritual “Um sonho impossível” no CEDCRAM nas Azenhas do Mar às 21h30.
Encontra-se a pagamento o Contributo paroquial. Lembramos que o mesmo é fundamental para o bom funcionamento dos serviços da paróquia e que o mesmo faz parte do 5º Preceito da santa Igreja.
Dia de Nossa Senhora do Carmo. Aniversário natalício do Senhor Patriarca. Missas em Colares às 19h00 e na Praia das Maçãs às 21h30.
QUINTA-FEIRA:
Oração Mariana nas Azenhas do Mar às 21h00.Ensaio de cânticos litúrgicos, em Colares às 21h30.
SEXTA-FEIRA:
Filme de temática espiritual “Um sonho impossível” no CEDCRAM nas Azenhas do Mar às 21h30.
Encontra-se a pagamento o Contributo paroquial. Lembramos que o mesmo é fundamental para o bom funcionamento dos serviços da paróquia e que o mesmo faz parte do 5º Preceito da santa Igreja.
domingo, 14 de julho de 2013
Espiritualidade
Vai e faz o mesmo»:
comentário do patriarca de Lisboa à parábola do Bom Samaritano (evangelho do
domingo 14.7.2013)
Tinham mãos os salteadores, como as têm hoje. Mas não
são mãos de dar, são mãos de roubar bolsas e vidas. Roubaram-lhe tudo o que
levava, que no seu caso seria material. Nos caminhos solitários que tantos
percorrem hoje, os assaltos são permanentes e não roubam apenas coisas. Rouba-se
a transparência dos novos, rouba-se a sabedoria dos velhos; rouba-se o ideal dos
jovens, rouba-se o sustento dos adultos; roubam-se disponibilidades, sonhos e
projetos… Não falo em abstrato. Refiro aspetos precisos, como a escassa educação
para os valores essenciais da verdade, da bondade e da beleza; refiro a pouca
prioridade que se dá à família, como célula base do organismo social, onde se
possa aprender com espaço e tempo o convívio intergeracional, a
complementaridade masculino – feminino, a memória das coisas e a solidariedade
essencial; refiro o pouco respeito pela dignidade da pessoa humana, que não pode
ser lesada pela sobrevalorização da imagem, a exorbitância da moda, a
secundarização dos menos hábeis ou habilitados, ou a banalização da pornografia,
do mau gosto e dos maus consumos. Falo de realidades assim, como podia juntar
tantas outras, que assaltam e roubam as pessoas no que têm e no que são,
sobretudo porque as apanham sós ou solitárias, mesmo que rodeadas por multidões
anónimas.
sábado, 13 de julho de 2013
História de Nossa Senhora da Rosa Mistica
Montichiari (“Montes Claros”) situa-se na fértil planície do rio Pó, 100 quilómetros a nordeste de San Damiano, com o lindo lago Guarda uns 10 quilómetros mais longe, contra a tela de fundo dos Alpes italianos. A cidade grande mais próxima é Brescia, 22 quilômetros a noroeste de Montichiari.
Ligado a Montichiari, há um subúrbio chamado Fontanelle, e foi aí que Pierina Gilli nasceu em 3 de agosto de 1911. Seus dados biográficos são vagos, mas durante a primavera de 1947, aos 35 anos, ela trabalhava em um hospital em Montichiari. Fazia pouco tempo que a Segunda Grande Guerra terminara e a Itália estava em reconstrução.
Noticias de Taizé
Taizé: a colina está pronta para a grande afluência estival
As maiores semanas do ano em termos de afluência vão agora começar. No mês de Junho, os que estão mais tempo em Taizé prepararam-se para o novo Verão. Ao longo das últimas semanas, os mais numerosos foram jovens vindos da Suécia. Começando pelos de África, os voluntários dos vários continentes começaram a animar um workshop todos os sábados para apresentar os seus países. Vindos da Bielorrússia com dois sacerdotes, jovens ortodoxos também propuseram uma animação musical, com cânticos do seu país.
Uma visita importante foi a do conselho da Federação protestante de França, com o seu pastor Claude Baty. Nessa semana, foi organizado um encontro para eles com pastores vindos de diversos países: Suécia, Alemanha, Inglaterra ; mas também Coreia, Taiwan, Estados Unidos… Um bispo católico do Burundi, D. Nzéyimana, também esteve em Taizé durante alguns dias. E no primeiro domingo de Julho foi D. Minnerath, Arcebispo de Dijon, que presidiu a Eucaristia.
Brasil: Taizé na Jornada Mundial da Juventude
Durante a Jornada Mundial da Juventude no Rio, tal como aconteceu nas Jornadas precedentes, alguns irmãos da Comunidade, juntamente com o irmão Alois, vão animar cada dia, de terça-feira 23 a sexta-feira 26 de Julho, tempos de acolhimento e de oração durante toda a tarde, numa grande igreja do centro da cidade, a Candelária. Os irmãos vão participar, com todos os peregrinos, na vigília de sábado à noite em Guaratiba e na Eucaristia final das JMJ. Para além disso, os irmãos aceitaram também vários convites para animar orações em diferentes locais: ver Taizé na JMJ.
Oração
Jesus Cristo, tu envias-nos o Espírito Santo, que nos há-de ensinar a ser perseverantes para fazer o bem dia após dia. Pela sua presença, o Reino de Deus já está entre nós. Ele dá-nos a tua paz; essa paz que gostaríamos de transmitir àqueles que nos confias.
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura
Uma meditação do Papa Francisco (cardeal Bergoglio), no momento em que se discute «O Estado da Nação» no Parlamento
«Nenhum sistema ou ideologia assegura, por si mesma, este cuidadoso e justo trabalho político do bem dos outros, de todos nós. Para ele faz falta viver o amor como dom valioso e invocado, que inspira a ética e o sacrifício, a prudência e a decisão. Assim, diante deste mandamento que pede todas as nossas forças, diante deste dom que ajuda a fundar a nossa consciência cívica e política mais profunda, e que, sobretudo, pede um coração nobre, far-nos-á bem hoje, com genuína coragem, fazer um exame de consciência e perguntarmo-nos em concreto sobre uma realidade diária que, precisamente, é o contrário do amor, é consequência do desamor: O que nos leva a ser cúmplices, com a nossa indiferença, das manifestações de abandono e desprezo para com os mais débeis da sociedade? (…)
Uma política sem mística para os outros, sem paixão pelo bem, acaba por ser um racionalismo da negociação ou uma voragem para permanecer pelo único gozo do poder. Aqui não há ética possível porque, simplesmente, o outro não desperta interesse. (…)
O exercício de buscar poder sobre poder, como adrenalina, é uma sensação de plenitude artificial hoje, e de autodestruição amanhã. O verdadeiro poder é o amor; o que potencia os outros, o que desperta iniciativas, o que nenhuma cadeia pode travar, porque mesmo na cruz ou no leito de morte se pode amar. Não precisa de beleza juvenil, nem reconhecimento ou aprovação, nem dinheiro ou prestígio. Simplesmente brota… e é imparável; e se o caluniam e destroem, mais reconhecimento inquestionável adquire. O Jesus débil e insignificante aos olhos dos políticos e poderosos da terra, revolucionou o mundo.» (Cardeal Jorge Bergoglio (Papa Francisco), 25.5.2012)
«Nenhum sistema ou ideologia assegura, por si mesma, este cuidadoso e justo trabalho político do bem dos outros, de todos nós. Para ele faz falta viver o amor como dom valioso e invocado, que inspira a ética e o sacrifício, a prudência e a decisão. Assim, diante deste mandamento que pede todas as nossas forças, diante deste dom que ajuda a fundar a nossa consciência cívica e política mais profunda, e que, sobretudo, pede um coração nobre, far-nos-á bem hoje, com genuína coragem, fazer um exame de consciência e perguntarmo-nos em concreto sobre uma realidade diária que, precisamente, é o contrário do amor, é consequência do desamor: O que nos leva a ser cúmplices, com a nossa indiferença, das manifestações de abandono e desprezo para com os mais débeis da sociedade? (…)
Uma política sem mística para os outros, sem paixão pelo bem, acaba por ser um racionalismo da negociação ou uma voragem para permanecer pelo único gozo do poder. Aqui não há ética possível porque, simplesmente, o outro não desperta interesse. (…)
O exercício de buscar poder sobre poder, como adrenalina, é uma sensação de plenitude artificial hoje, e de autodestruição amanhã. O verdadeiro poder é o amor; o que potencia os outros, o que desperta iniciativas, o que nenhuma cadeia pode travar, porque mesmo na cruz ou no leito de morte se pode amar. Não precisa de beleza juvenil, nem reconhecimento ou aprovação, nem dinheiro ou prestígio. Simplesmente brota… e é imparável; e se o caluniam e destroem, mais reconhecimento inquestionável adquire. O Jesus débil e insignificante aos olhos dos políticos e poderosos da terra, revolucionou o mundo.» (Cardeal Jorge Bergoglio (Papa Francisco), 25.5.2012)
quinta-feira, 11 de julho de 2013
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Vaticano
Papa
Francisco insurge-se contra indiferença diante da pobreza e da morte | IMAGENS |
O papa visitou esta segunda-feira a ilha de Lampedusa, em Itália, destino de milhares de migrantes africanos e asiáticos que procuram atingir a Europa para alcançarem uma vida melhor. «Quem é o responsável por este sangue? (…) Todos nós respondemos: não sou eu. (…) Hoje ninguém se sente responsável por isto; perdemos o sentido da responsabilidade fraterna; caímos na atitude hipócrita do sacerdote e do servidor do altar, de quem fala Jesus na parábola do Bom Samaritano: olhamos o irmão meio morto na berma da estrada, talvez pensando “pobrezinho”, e continuamos pela nossa estrada, não é a nossa função.»
O papa visitou esta segunda-feira a ilha de Lampedusa, em Itália, destino de milhares de migrantes africanos e asiáticos que procuram atingir a Europa para alcançarem uma vida melhor. «Quem é o responsável por este sangue? (…) Todos nós respondemos: não sou eu. (…) Hoje ninguém se sente responsável por isto; perdemos o sentido da responsabilidade fraterna; caímos na atitude hipócrita do sacerdote e do servidor do altar, de quem fala Jesus na parábola do Bom Samaritano: olhamos o irmão meio morto na berma da estrada, talvez pensando “pobrezinho”, e continuamos pela nossa estrada, não é a nossa função.»
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Lisboa
Abdicar do cristianismo é pôr em perigo a humanidade, diz patriarca de Lisboa, que convida ao entendimento com quem discorda da Igreja
O novo patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, alertou este domingo para os efeitos negativos que podem advir da eliminação dos valores que o testemunho cristão consolidou na sociedade portuguesa. «Com a difusão do cristianismo e a sua feliz coincidência com as aspirações de tantas sabedorias e credos, foram pouco a pouco germinando sementes de vida, civilização e cultura de que não podemos abdicar sem pôr em risco a própria humanidade de nós todos», vincou na missa que assinalou a sua entrada solene no Patriarcado de Lisboa. O presidente da República, Cavaco Silva, o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, e o vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, entre outras personalidades do governo, autarquias e forças de segurança, ouviram igualmente D. Manuel Clemente salientar a importância da Igreja para Portugal, desde que os fiéis se comprometam com esse princípio.
O novo patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, alertou este domingo para os efeitos negativos que podem advir da eliminação dos valores que o testemunho cristão consolidou na sociedade portuguesa. «Com a difusão do cristianismo e a sua feliz coincidência com as aspirações de tantas sabedorias e credos, foram pouco a pouco germinando sementes de vida, civilização e cultura de que não podemos abdicar sem pôr em risco a própria humanidade de nós todos», vincou na missa que assinalou a sua entrada solene no Patriarcado de Lisboa. O presidente da República, Cavaco Silva, o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, e o vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, entre outras personalidades do governo, autarquias e forças de segurança, ouviram igualmente D. Manuel Clemente salientar a importância da Igreja para Portugal, desde que os fiéis se comprometam com esse princípio.
sábado, 6 de julho de 2013
A luz da fé
Encíclica
“A luz da fé”: Papa Francisco e papa emérito Bento XVI sublinham que fé não é
uma ilusão mas verdade a descobrir
Encíclica “A luz da fé”: Diálogo entre fé e razão
Encíclica “A luz da fé”: A procura de Deus
Encíclica “A luz da fé”: Crer em Deus torna o mundo melhor
Encíclica “A luz da fé”: Da idolatria que aprisiona à confiança que liberta
Encíclica “A luz da fé”: Transmissão do cristianismo é inseparável da Igreja
Encíclica “A luz da fé”: O sofrimento na vida cristã
Urge
recuperar o caráter de luz que é próprio da fé, pois, quando a sua chama se
apaga, todas as outras luzes acabam também por perder o seu vigor. De facto, a
luz da fé possui um caráter singular, sendo capaz de iluminar toda a existência
do homem. Ora, para que uma luz seja tão poderosa, não pode dimanar de nós
mesmos; tem de vir de uma fonte mais originária, deve porvir em última análise
de Deus. A fé nasce no encontro com o Deus vivo, que nos chama e revela o seu
amor: um amor que nos precede e sobre o qual podemos apoiar-nos para construir
solidamente a vida. Transformados por este amor, recebemos olhos novos e
experimentamos que há nele uma grande promessa de plenitude e se nos abre a
visão do futuro. É precisamente desta luz da fé que quero falar, desejando que
cresça a fim de iluminar o presente até se tornar estrela que mostra os
horizontes do nosso caminho, num tempo em que o homem vive particularmente
carecido de luz.
Encíclica “A luz da fé”: Diálogo entre fé e razão
Encíclica “A luz da fé”: A procura de Deus
Encíclica “A luz da fé”: Crer em Deus torna o mundo melhor
Encíclica “A luz da fé”: Da idolatria que aprisiona à confiança que liberta
Encíclica “A luz da fé”: Transmissão do cristianismo é inseparável da Igreja
Encíclica “A luz da fé”: O sofrimento na vida cristã
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Papa Francisco
Na homilia de hoje o Papa Francisco exorta a ser corajosos em meio à fraqueza para continuar seguindo a estrada de nosso Senhor Por Luca Marcolivio ROMA, 02 de Julho de 2013 (Zenit.org) - Fugir do pecado, deixando-o para trás sem “saudades”: foi em torno a este assun...
terça-feira, 2 de julho de 2013
MOMENTOS ALTOS DE UM PONTIFICADO
| Obrigado D. José Policarpo | |||
Em 1997, foi nomeado Arcebispo Coadjutor do Patriarca D.
António Ribeiro, com direito de sucessão. A 24 de março de 1998, D. José da Cruz
Policarpo tornava-se no 16º Patriarca de Lisboa. Recorde, em fotos e
testemunhos, 16 anos de pontificado.
| |||
ver
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segunda-feira, 1 de julho de 2013
sábado, 29 de junho de 2013
Meditação
S.
Pedro e S. Paulo: heróis não nascem – fazem-se
Quando celebramos o triunfo da graça de Deus em Pedro e Paulo, celebramos igualmente o facto de também nós podermos ser grandes, cada um de acordo com a sua realidade. A festa é também uma oportunidade para afastar todos os falsos medos que nos segredam que nunca sairemos do que somos hoje, todos aqueles medos que nos dizem que nem Deus nos pode fazer crescer interiormente, que nem Deus nos pode tornar grandes.
Quando celebramos o triunfo da graça de Deus em Pedro e Paulo, celebramos igualmente o facto de também nós podermos ser grandes, cada um de acordo com a sua realidade. A festa é também uma oportunidade para afastar todos os falsos medos que nos segredam que nunca sairemos do que somos hoje, todos aqueles medos que nos dizem que nem Deus nos pode fazer crescer interiormente, que nem Deus nos pode tornar grandes.
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Cardeal
Bergoglio (Papa Francisco): O desafio de ir ao encontro das pessoas
João XXIII também era um pastor que saía para a rua. Quando era patriarca de Veneza, às onze horas, costumava descer até à praça de São Marcos para cumprir o chamado «ritual da sombra», que consiste em pôr-se à sombra de uma árvore ou à porta dos bares e beber um copinho de vinho branco e conversar uns minutos com os paroquianos. Fazia-o como qualquer veneziano e, depois, continuava o seu trabalho. Isso para mim é um pastor: alguém que sai ao encontro das pessoas. (…) As pessoas afastam-se quando não são recebidas, quando não são reconhecidas nas pequenas coisas, quando não as vamos buscar. Mas também quando não as fazemos participar da alegria da mensagem evangélica, da felicidade de viver cristãmente. Não é um problema só dos padres, mas também dos leigos. Não é de bom católico estar à procura só do negativo, do que nos separa. Não é isso o que Jesus quer.
João XXIII também era um pastor que saía para a rua. Quando era patriarca de Veneza, às onze horas, costumava descer até à praça de São Marcos para cumprir o chamado «ritual da sombra», que consiste em pôr-se à sombra de uma árvore ou à porta dos bares e beber um copinho de vinho branco e conversar uns minutos com os paroquianos. Fazia-o como qualquer veneziano e, depois, continuava o seu trabalho. Isso para mim é um pastor: alguém que sai ao encontro das pessoas. (…) As pessoas afastam-se quando não são recebidas, quando não são reconhecidas nas pequenas coisas, quando não as vamos buscar. Mas também quando não as fazemos participar da alegria da mensagem evangélica, da felicidade de viver cristãmente. Não é um problema só dos padres, mas também dos leigos. Não é de bom católico estar à procura só do negativo, do que nos separa. Não é isso o que Jesus quer.
terça-feira, 25 de junho de 2013
Jornada Nacional da Pastoral da Cultura 2013
Bispo
auxiliar do Porto recusa «gritaria» para resolver «tremenda realidade do
desemprego» juvenil e denuncia facilitismo na família e educação
D. Pio Alves, um dos bispos auxiliares do Porto, considera que «entrar na gritaria pela gritaria, na acusação pela acusação» para resolver a «tremenda realidade do desemprego» juvenil não contribui «para uma verdadeira reconstrução da esperança». «O acesso à realidade do trabalho, mormente para os jovens, é, nas atuais circunstâncias, uma tarefa de tal modo árdua e sempre tão imprescindível que não se compadece com a fuga para o mundo das acusações», sustentou esta sexta-feira, em Fátima. O prelado referiu-se também à «educação familiar onde, com a melhor das intenções, estiveram ausentes os nãos» e onde «foram aplanadas as montanhas das dificuldades», «sistematicamente satisfeitas as vontades» e «os recursos financeiros não foram geridos com parcimónia. Acresce a este panorama, no mundo da escola, uma pedagogia que afinou, demasiadas vezes, por idêntico diapasão.»
Jornada Nacional da Pastoral da Cultura 2013 sobre “Culturas Juvenis Emergentes”: intervenção de abertura de D. Pio Alves
«Nós, mais adultos – família e escola –, demos o nosso contributo às marcas de uma formação que não é, certamente, a mais adequada para enfrentar os tremendos desafios de uma sociedade que, entretanto, se desregulou, baralhou, faliu. Podemos e devemos, certamente, corrigir a mão e não abandonar os jovens à sua sorte. Mas não podemos substitui-los no imprescindível protagonismo que só eles podem assumir. Caso contrário, não faríamos mais que prolongar uma infantilização que os diminuiria na sua dignidade e não os tornaria atores da sociedade nova que, entre todos, teremos que reinventar.» Intervenção de D. Pio Alves, bispo auxiliar do Porto e presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais.
D. Pio Alves, um dos bispos auxiliares do Porto, considera que «entrar na gritaria pela gritaria, na acusação pela acusação» para resolver a «tremenda realidade do desemprego» juvenil não contribui «para uma verdadeira reconstrução da esperança». «O acesso à realidade do trabalho, mormente para os jovens, é, nas atuais circunstâncias, uma tarefa de tal modo árdua e sempre tão imprescindível que não se compadece com a fuga para o mundo das acusações», sustentou esta sexta-feira, em Fátima. O prelado referiu-se também à «educação familiar onde, com a melhor das intenções, estiveram ausentes os nãos» e onde «foram aplanadas as montanhas das dificuldades», «sistematicamente satisfeitas as vontades» e «os recursos financeiros não foram geridos com parcimónia. Acresce a este panorama, no mundo da escola, uma pedagogia que afinou, demasiadas vezes, por idêntico diapasão.»
Jornada Nacional da Pastoral da Cultura 2013 sobre “Culturas Juvenis Emergentes”: intervenção de abertura de D. Pio Alves
«Nós, mais adultos – família e escola –, demos o nosso contributo às marcas de uma formação que não é, certamente, a mais adequada para enfrentar os tremendos desafios de uma sociedade que, entretanto, se desregulou, baralhou, faliu. Podemos e devemos, certamente, corrigir a mão e não abandonar os jovens à sua sorte. Mas não podemos substitui-los no imprescindível protagonismo que só eles podem assumir. Caso contrário, não faríamos mais que prolongar uma infantilização que os diminuiria na sua dignidade e não os tornaria atores da sociedade nova que, entre todos, teremos que reinventar.» Intervenção de D. Pio Alves, bispo auxiliar do Porto e presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais.
Evocação
São João: quem é, e o que
nos pede«Começando
pelo aspeto externo, João é apresentado como uma figura muito ascética: vestido
de pele de camelo, alimenta-se de gafanhotos e mel selvagem, que encontra no
deserto da Judeia. O próprio Jesus, certa vez, o contrapôs àqueles que se
«encontram nos palácios dos reis» e que «usam roupas delicadas». O estilo de
João Batista deveria chamar todos os cristãos a escolher a sobriedade como
modelo de vida.» Os católicos assinalam esta segunda-feira, 24 de junho, a
solenidade de S. João Batista, cujo nome é associado a festas populares em
vários pontos de Portugal que movimentam centenas de milhares de pessoas. Alguns
dados sobre o “Precursor” de Cristo, acompanhados por excertos de intervenções
dos papas João Paulo II e Bento XVI.
Jornada da Pastoral da Cultura 2013
Jornada
Nacional da Pastoral da Cultura: Jovens em Portugal, da frustração à
crença
«Frustração» foi uma das palavras mais ouvidas durante as primeiras intervenções na 9.ª Jornada Nacional da Pastoral da Cultura, que decorre hoje em Fátima, a par de uma atitude de crença e esperança. Perante as mais de 120 pessoas presentes no encontro, Manuel Fúria frisou que «ser jovem é difícil e frustrante» e falou do «risco de Portugal começar a ser construído fora de Portugal» devido à emigração. «Ser jovem é dizer que viver não é inútil», salientou o cantautor, enquanto que João Rafael Brites vincou o seu propósito de vida: «Na medida em que depender de mim, vou lutar pelas causas e convicções em que acredito». Por seu lado o sociólogo José Machado Pais afirmou que as recentes manifestações dos jovens querem dizer uma «palavra denunciadora de um presente para esquecer e anunciadora de um futuro para conquistar».
«Frustração» foi uma das palavras mais ouvidas durante as primeiras intervenções na 9.ª Jornada Nacional da Pastoral da Cultura, que decorre hoje em Fátima, a par de uma atitude de crença e esperança. Perante as mais de 120 pessoas presentes no encontro, Manuel Fúria frisou que «ser jovem é difícil e frustrante» e falou do «risco de Portugal começar a ser construído fora de Portugal» devido à emigração. «Ser jovem é dizer que viver não é inútil», salientou o cantautor, enquanto que João Rafael Brites vincou o seu propósito de vida: «Na medida em que depender de mim, vou lutar pelas causas e convicções em que acredito». Por seu lado o sociólogo José Machado Pais afirmou que as recentes manifestações dos jovens querem dizer uma «palavra denunciadora de um presente para esquecer e anunciadora de um futuro para conquistar».
sexta-feira, 21 de junho de 2013
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Jornada Nacional da Pastoral da Cultura 2013
Por
que razão os jovens já não vão à missa: Jornada da Pastoral da Cultura sobre
“Culturas Juvenis Emergentes”:
Tentando formular uma primeira resposta ao porquê do afastamento dos jovens da Igreja, devemos tomar consciência do facto de que as paróquias (e, em parte, as associações e os movimentos) são essencialmente lugares de exercício da fé: lugares que ressupõem, naqueles que os frequentam, uma fé no Evangelho já presente e um certo domínio da práxis da oração. Se uma qualquer pessoa, que não saiba o que é a fé, entrar, hoje, numa das inúmeras paróquias (…), não encontrará espaço algum onde possa esclarecer a sua ignorância e, na melhor das hipóteses, ultrapassá-la. Se nela entrar uma qualquer pessoa que não saiba o que é rezar, dificilmente encontrará alguém disposto a ensinar-lhe como se reza. E como é importante a oração, sobretudo no nosso tempo… Uma Igreja assim, que não ensina a crer, que não ensina a rezar, não pode suscitar muito interesse à primeira geração incrédula do Ocidente, a qual, de facto, nada faz para ocultar o seu tão pouco interesse por ela.
Tentando formular uma primeira resposta ao porquê do afastamento dos jovens da Igreja, devemos tomar consciência do facto de que as paróquias (e, em parte, as associações e os movimentos) são essencialmente lugares de exercício da fé: lugares que ressupõem, naqueles que os frequentam, uma fé no Evangelho já presente e um certo domínio da práxis da oração. Se uma qualquer pessoa, que não saiba o que é a fé, entrar, hoje, numa das inúmeras paróquias (…), não encontrará espaço algum onde possa esclarecer a sua ignorância e, na melhor das hipóteses, ultrapassá-la. Se nela entrar uma qualquer pessoa que não saiba o que é rezar, dificilmente encontrará alguém disposto a ensinar-lhe como se reza. E como é importante a oração, sobretudo no nosso tempo… Uma Igreja assim, que não ensina a crer, que não ensina a rezar, não pode suscitar muito interesse à primeira geração incrédula do Ocidente, a qual, de facto, nada faz para ocultar o seu tão pouco interesse por ela.
SEXTA-FEIRA dia 21
Cinema de temática espiritual “Vida de Santo António de Lisboa”, no CEDCRAM, nas Azenhas do Mar às 21h30.
terça-feira, 18 de junho de 2013
«Não se laicizem as festas dos santos»
A
perda de sentido, significado e transcendência das festas religiosas
Por esta altura, um pouco por todo o país, surgem, com toda a pujança, as festas patronais. São manifestações cheias de valores: dos artísticos aos conviviais, dos económicos aos espirituais. Mas nem tudo é ouro de lei. Cristãmente, a festa é a experiência dos acontecimentos nos quais Deus realiza e manifesta a salvação. Se lhe retirarmos esta dimensão, ficamos com um monstro nos braços. O que está largamente a acontecer. Em grande parte porque autarquias e comissões autonomeadas, a quem só interessa o folguedo, operaram uma tal metamorfose que da festa cristã ficou apenas… o nome do santo. Na melhor das hipóteses! E são hoje as “festas do Concelho” ou a “Romaria de qualquer coisa”.
Por esta altura, um pouco por todo o país, surgem, com toda a pujança, as festas patronais. São manifestações cheias de valores: dos artísticos aos conviviais, dos económicos aos espirituais. Mas nem tudo é ouro de lei. Cristãmente, a festa é a experiência dos acontecimentos nos quais Deus realiza e manifesta a salvação. Se lhe retirarmos esta dimensão, ficamos com um monstro nos braços. O que está largamente a acontecer. Em grande parte porque autarquias e comissões autonomeadas, a quem só interessa o folguedo, operaram uma tal metamorfose que da festa cristã ficou apenas… o nome do santo. Na melhor das hipóteses! E são hoje as “festas do Concelho” ou a “Romaria de qualquer coisa”.
O TESTAMENTO DO MENDIGO (Sem Abrigo)
Agora, no fim da vida
Como Sem Abrigo que sou,
Me sinto preocupado,
Intrigado e num momento
Me pergunto, embaraçado,
Se faço ou não testamento.
Não tendo, como não tenho
E nunca tive ninguém,
Para quem é que eu vou deixar
Tudo o que eu tenho: os meus bens?
Pra quem é que vou deixar,
Se fizer um testamento,
Minhas calças remendadas,
O meu céu, minhas estrelas,
Que não me canso de vê-las
Quando ao relento deitado
Deixo o olhar perdido,
Distante, no firmamento?
Se eu fizer um testamento
Pra quem é que vou deixar
Minha camisa rasgada,
As águas dos rios, dos lagos,
Águas correntes, paradas,
Onde às vezes tomo banho?
Pra quem é que vou deixar,
Se fizer um testamento,
Vaga-lumes que em rebanhos
Cercam meu corpo de noite,
Quando o verão é chegado?
Se eu fizer um testamento
Pra quem vou deixar,
Mendigo assim como sou,
Todo o ouro que me dá
O sol que vejo nascer
Quando acordo na alvorada?
O sol que seca meu corpo
Que o orvalho da madrugada
Com sua carícia molhou?
Pra quem é que vou deixar,
Se fizer um testamento,
Os meus bandos de pardais,
Que ao entardecer, nas árvores,
Brincando de esconde-esconde,
Procuram se divertir?
Pra quem é que eu vou deixar
Estas folhas de jornais
Que uso para me cobrir?
Se eu fizer um testamento
Pra quem é que eu vou deixar
Meu chapéu todo amassado
Onde escuto o tilintar
Das moedas que me dão,
Os que têm a alma boa,
Os que têm bom coração?
E antes que a vida me largue,
Pra quem é que eu vou deixar
O grande estoque que tenho
Das palavras "Deus lhe pague"?
Pra quem é que eu vou deixar,
Se fizer um testamento,
Todas as folhas de Outono
Que trazidas pelo vento
Vêm meus pés atapetar?
Se eu fizer um testamento
Pra quem é que vou deixar
Minhas sandálias furadas,
Que pisaram mil caminhos,
Cheias dos pós das estradas,
Estradas por onde andei
Em andanças vagabundas?
Pra quem é que eu vou deixar
Minhas saudades profundas
Dos sonhos que não sonhei?
Pra quem eu vou deixar,
Se fizer um testamento,
Os bancos dos meus jardins,
Onde durmo e onde acordo
Entre rosas e jasmins?
Pra quem é que vou deixar,
Todos os raios de luar
Que beijam minhas mãos
Quando num canto de rua
Eu as ergo em oração?
Se eu fizer um testamento
Pra quem é que vou deixar
Meu cajado, meu farnel,
e a marca deste beijo
Que uma criança deixou
Em meu rosto perguntando
se eu era Papai Noel?
Pra quem é que eu vou deixar,
Se fizer um testamento,
Este pedaço de trapo
Que no lixo eu encontrei
E que transformei em lenço
Para enxugar minhas lágrimas
quando fingi que chorei?
Se eu fizer um testamento...
Testamento não farei!
Sem nenhum papel passado,
Que papéis eu não ligo,
Agora estou resolvido:
O que tenho deixarei,
Na situação em que estou,
Pra qualquer outro mendigo,
Rogando a Deus que o faça,
Depois que eu tiver morrido,
Ser tão feliz quanto eu sou.
Como Sem Abrigo que sou,
Me sinto preocupado,
Intrigado e num momento
Me pergunto, embaraçado,
Se faço ou não testamento.
Não tendo, como não tenho
E nunca tive ninguém,
Para quem é que eu vou deixar
Tudo o que eu tenho: os meus bens?
Pra quem é que vou deixar,
Se fizer um testamento,
Minhas calças remendadas,
O meu céu, minhas estrelas,
Que não me canso de vê-las
Quando ao relento deitado
Deixo o olhar perdido,
Distante, no firmamento?
Se eu fizer um testamento
Pra quem é que vou deixar
Minha camisa rasgada,
As águas dos rios, dos lagos,
Águas correntes, paradas,
Onde às vezes tomo banho?
Pra quem é que vou deixar,
Se fizer um testamento,
Vaga-lumes que em rebanhos
Cercam meu corpo de noite,
Quando o verão é chegado?
Se eu fizer um testamento
Pra quem vou deixar,
Mendigo assim como sou,
Todo o ouro que me dá
O sol que vejo nascer
Quando acordo na alvorada?
O sol que seca meu corpo
Que o orvalho da madrugada
Com sua carícia molhou?
Pra quem é que vou deixar,
Se fizer um testamento,
Os meus bandos de pardais,
Que ao entardecer, nas árvores,
Brincando de esconde-esconde,
Procuram se divertir?
Pra quem é que eu vou deixar
Estas folhas de jornais
Que uso para me cobrir?
Se eu fizer um testamento
Pra quem é que eu vou deixar
Meu chapéu todo amassado
Onde escuto o tilintar
Das moedas que me dão,
Os que têm a alma boa,
Os que têm bom coração?
E antes que a vida me largue,
Pra quem é que eu vou deixar
O grande estoque que tenho
Das palavras "Deus lhe pague"?
Pra quem é que eu vou deixar,
Se fizer um testamento,
Todas as folhas de Outono
Que trazidas pelo vento
Vêm meus pés atapetar?
Se eu fizer um testamento
Pra quem é que vou deixar
Minhas sandálias furadas,
Que pisaram mil caminhos,
Cheias dos pós das estradas,
Estradas por onde andei
Em andanças vagabundas?
Pra quem é que eu vou deixar
Minhas saudades profundas
Dos sonhos que não sonhei?
Pra quem eu vou deixar,
Se fizer um testamento,
Os bancos dos meus jardins,
Onde durmo e onde acordo
Entre rosas e jasmins?
Pra quem é que vou deixar,
Todos os raios de luar
Que beijam minhas mãos
Quando num canto de rua
Eu as ergo em oração?
Se eu fizer um testamento
Pra quem é que vou deixar
Meu cajado, meu farnel,
e a marca deste beijo
Que uma criança deixou
Em meu rosto perguntando
se eu era Papai Noel?
Pra quem é que eu vou deixar,
Se fizer um testamento,
Este pedaço de trapo
Que no lixo eu encontrei
E que transformei em lenço
Para enxugar minhas lágrimas
quando fingi que chorei?
Se eu fizer um testamento...
Testamento não farei!
Sem nenhum papel passado,
Que papéis eu não ligo,
Agora estou resolvido:
O que tenho deixarei,
Na situação em que estou,
Pra qualquer outro mendigo,
Rogando a Deus que o faça,
Depois que eu tiver morrido,
Ser tão feliz quanto eu sou.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Santo António
Santo
António lido por D. Manuel Clemente, novo patriarca de Lisboa
«Há quatro espécies de orgulho, no dizer da Glossa: quando alguém possui um bem e julga ter ele vindo de si mesmo; ou se dado por Deus, considera-o dado em razão dos seus méritos; ou jacta-se de possuir o que não possui; ou despreza os outros e procura pôr em evidência o que possui. Daqui o provérbio: Incha falsamente dos seus méritos e quer passar à frente de todos (…). Que são os outros homens, senão toda a gente, exceto ele? Como se dissesse: Só eu sou justo; os demais são pecadores.» Manuel Clemente tinha sido ordenado padre há três anos quando, em 1982, interveio no Colóquio Antoniano promovido pela Câmara Municipal de Lisboa para evocar o 750.º aniversário da morte de Santo António (1195-1231), doutor da Igreja e padroeiro secundário de Portugal. É da intervenção do historiador, intitulada “Santo António e a reforma do clero do seu tempo”, que apresentamos alguns excertos.
«Há quatro espécies de orgulho, no dizer da Glossa: quando alguém possui um bem e julga ter ele vindo de si mesmo; ou se dado por Deus, considera-o dado em razão dos seus méritos; ou jacta-se de possuir o que não possui; ou despreza os outros e procura pôr em evidência o que possui. Daqui o provérbio: Incha falsamente dos seus méritos e quer passar à frente de todos (…). Que são os outros homens, senão toda a gente, exceto ele? Como se dissesse: Só eu sou justo; os demais são pecadores.» Manuel Clemente tinha sido ordenado padre há três anos quando, em 1982, interveio no Colóquio Antoniano promovido pela Câmara Municipal de Lisboa para evocar o 750.º aniversário da morte de Santo António (1195-1231), doutor da Igreja e padroeiro secundário de Portugal. É da intervenção do historiador, intitulada “Santo António e a reforma do clero do seu tempo”, que apresentamos alguns excertos.
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Perspectiva
Portugal e os
portugueses: o olhar de D. Manuel Clemente, novo patriarca de Lisboa
Um
bom indício do modo como nos relacionamos com Portugal são as nossas
autofigurações, as feitas e as por fazer. Quanto às feitas, reparemos em duas,
uma popular e outra erudita. A popular é certamente o Zé Povinho. Desde que
Bordalo a pintou, foi constantemente reproduzida e encontramo-la em todo o lado.
Mas que significa ao certo? Ignorância ou esperteza? De tudo um pouco, como se
tem dito e escrito, em análises rápidas ou de maior fôlego. A erudita
encontra-se nos painéis de Nuno Gonçalves. Quando foram, também eles,
«descobertos», logo atraíram como um íman uma atenção crescente e vivaz. Passou
um século e continuam a olhar-nos, com aquelas dezenas de olhos que nos
perscrutam e avisam, não sabemos bem de quê.
sexta-feira, 7 de junho de 2013
‘Credo - Arte e expressão da Fé’
| Claustros mostram o Credo |
Apresentar as várias expressões artísticas do Credo. É este o
objetivo da exposição temporária ‘Credo - Arte e expressão da Fé’, que o
Administrador Apostólico do Patriarcado de Lisboa, D. José Policarpo, inaugurou
no passado dia 27 de maio.
|
A multiplicação
O
dia em que o cardeal Bergoglio multiplicou os alimentos


Tive a
oportunidade de entrevistar Bergoglio em diversas ocasiões e circunstâncias, mas
num momento em que abundam os episódios de quem afirma que o conheceu muito bem,
a minha é realmente uma contribuição mínima. Posso só dizer que uma vez o vi
multiplicar os alimentos, como fez Jesus com os pães e os peixes. Foi em outubro
de 2012. Aquele pequeno milagre ficou-nos gravado no coração. O homem de hoje
que ocupa o sólio de Pedro tinha visto e preenchido uma necessidade, enquanto
ninguém se tinha dado conta.
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Leitura
“O Evangelho da
alegria”: livro recém-editado inclui textos do novo patriarca de Lisboa e do
bispo de Lamego
«Da alegria todos sabemos alguma coisa e sobretudo esperamos muito. Com a palavra queremos dizer felicidade, harmonia, entusiasmo até. A vida, porém, enuncia-a com algum receio. Receio de que não chegue, ou de a perdemos depressa demais.» Estas são as primeiras palavras do texto redigido por D. Manuel Clemente, novo patriarca de Lisboa, para o livro “O Evangelho da Alegria”, coordenado por Eugénio Perregil, que a editora Paulus apresenta este domingo, na Feira do Livro de Lisboa. «O tempo soma-se ao tempo, mas nem sempre a alegria à alegria, muito pelo contrário pode ser. Por isso, alguns nos tornamos desconfiados, mais ou menos como o pessimista que dizia da saúde: “É um estado transitório que não augura nada de bom…” Outros, pelo contrário, querem alegrias tão rápidas que acabam por esgotá-las antes de poderem acontecer. É como se apertássemos tanto a água que ela nos escorresse toda entre os dedos.»
«Da alegria todos sabemos alguma coisa e sobretudo esperamos muito. Com a palavra queremos dizer felicidade, harmonia, entusiasmo até. A vida, porém, enuncia-a com algum receio. Receio de que não chegue, ou de a perdemos depressa demais.» Estas são as primeiras palavras do texto redigido por D. Manuel Clemente, novo patriarca de Lisboa, para o livro “O Evangelho da Alegria”, coordenado por Eugénio Perregil, que a editora Paulus apresenta este domingo, na Feira do Livro de Lisboa. «O tempo soma-se ao tempo, mas nem sempre a alegria à alegria, muito pelo contrário pode ser. Por isso, alguns nos tornamos desconfiados, mais ou menos como o pessimista que dizia da saúde: “É um estado transitório que não augura nada de bom…” Outros, pelo contrário, querem alegrias tão rápidas que acabam por esgotá-las antes de poderem acontecer. É como se apertássemos tanto a água que ela nos escorresse toda entre os dedos.»
Jornada Nacional da Pastoral da Cultura 2013
Jornada
Nacional da Pastoral da Cultura: juventude, redes sociais e
espiritualidade
Um grande desafio diz respeito à experiência da
interioridade que o homem de hoje, especialmente se jovem, pode realizar. O
homem que tem alguma habituação à experiência da internet parece, com efeito,
estar mais pronto para a interação do que para a interiorização. E, geralmente,
«interioridade» é sinónimo de profundidade, enquanto «interatividade» é muitas
vezes sinónimo de superficialidade. Estaremos condenados à superficialidade? É
possível conjugar profundidade e interatividade? O desafio é de grande alcance.
A superfície está no lugar da profundidade, a velocidade no lugar da reflexão, a
sequência no lugar da análise, o surf no lugar do aprofundamento, a comunicação
no lugar da expressão, as tarefas múltiplas no lugar da especialização.
terça-feira, 4 de junho de 2013
Papa define pecadores, santos e corrúptos
Cidade do Vaticano (Segunda-feira, 03-06-2013, Gaudium Press) - Na homilia da Santa Missa celebrada na manhã de hoje, na capela da Casa Santa Marta, o Papa Francisco, a propósito das leituras do dia, definiu os corruptos, os Santos e os pecadores: "três modelos de cristãos que existem na Igreja".
"Não precisamos falar muito dos pecadores, porque sabemos bem como são, já que todos nós o somos. Se algum de nós não se sente pecador, procure um bom ‘médico espiritual', porque alguma coisa está errada", disse o Papa.
Usando a parábola do trecho do Evangelho que trata dos maus vinhateiros, o Papa descreveu como é o corrupto: "aqueles que querem tomar conta da vinha e perderam o relacionamento com o dono dela, aquele que nos chamou com amor, que zela por nós e nos dá a liberdade.
Estas pessoas se sentiram autónomas de Deus.
Estes eram pecadores como todos nós, mas deram um passo avante como se fossem acostumados no pecado, que não precisassem de Deus!
E como não podem negá-lo, criaram um Deus especial: eles mesmos. São os corruptos".
Para o Papa Francisco, os corruptos são os mais perigosos para as comunidades cristãs: "Que o Senhor nos livre de cair neste caminho de corrupção!".
O Papa falou também dos Santos. O que são os Santos?
Ele definiu: "Os santos obedecem ao Senhor, adoram o Senhor e nunca perderam a memória do amor com o qual o Senhor plantou a vinha. Dos santos, a Palavra de Deus nos fala como luz, ‘como aqueles que estarão diante do trono de Deus, em adoração'".
No final de suas palavras o Papa fez uma breve oração pedindo a Deus "a graça de nos sentirmos pecadores, de não sermos corruptos e de caminharmos no caminho da santidade". (JSG).
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Pensai...

“Pensai numa mãe solteira que vai à Igreja, à paróquia e diz ao secretário: Quero baptizar o meu menino. E quem a acolhe diz-lhe: Não tu não podes porque não estás casada. Atentemos que esta mãe que teve a coragem de continuar com uma gravidez o que é que encontra? Uma porta fechada. Isto não é zelo! Afasta as pessoas do Senhor! Não abre as portas! E assim quando nós seguimos este caminho e esta atitude, não estamos fazendo o bem às pessoas, ao Povo de Deus. Jesus instituiu 7 sacramentos e nós com esta atitude instituímos o oitavo: o sacramento da alfândega pastoral. (...) Quem se aproxima da Igreja deve encontrar portas abertas e não fiscais da fé!"
(Papa Francisco)
(Papa Francisco)
Destaques da Semana
QUINTA-FEIRA:
1ª quinta feira Oração Vocacional no Mucifal
às 18h00.
SEXTA-FEIRA:
1ª sexta-feira Solenidade do Sagrado Coração de
Jesus Confissões às 20h30, Missa às 21h00, seguida de Adoração ao SS.mo
Sacramento, em Colares.
Mês do Coração de Jesus – Rosário diariamente no Mucifal às 18h00 e em Colares às 18h30.
SÁBADO:
Encerramento
da catequese. Missa ás 10h00, na quinta do Murraçal, seguida de dia de
convívio.
domingo, 2 de junho de 2013
Corpo de Deus: ‘Cristo vivo no coração da Cidade
O Cardeal-Patriarca, D. José Policarpo, preside à celebração em honra do Santíssimo Sacramento da Eucaristia. Entre as 13h e as 16h, ainda na Sé, haverá Adoração do Santíssimo Sacramento.
A Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, que este ano tem como lema, em Lisboa, ‘Cristo vivo no coração da Cidade’, terá também a habitual Solene Procissão do Corpo de Deus, que tem início às 17h e que vai percorrer diversas ruas da cidade de Lisboa: Largo da Sé, Rua das Pedras Negras, Rua da Madalena, Rua dos Condes de Monsanto, Praça da Figueira, Rua da Prata, Rua da Conceição, Rua de Santo António da Sé e Largo da Sé.
A Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, que este ano tem como lema, em Lisboa, ‘Cristo vivo no coração da Cidade’, terá também a habitual Solene Procissão do Corpo de Deus, que tem início às 17h e que vai percorrer diversas ruas da cidade de Lisboa: Largo da Sé, Rua das Pedras Negras, Rua da Madalena, Rua dos Condes de Monsanto, Praça da Figueira, Rua da Prata, Rua da Conceição, Rua de Santo António da Sé e Largo da Sé.
sábado, 1 de junho de 2013
Visitação
de Maria a Isabel: um Magnificat pleno de alegria, fé e delicadeza | IMAGENS |
Pelo Magnificat podemos deduzir que, como nos grandes contemplativos, Deus desperta em Maria um júbilo indescritível. Esse é um dado válido para confirmar a nossa convicção de que a Mãe não só pertence à estirpe dos contemplativos, mas é a coroa e modelo de todos eles. Maria emerge como uma jovem delicada, com grande sentido de serviço fraterno. É fácil imaginar a situação. Isabel está em gravidez adiantada, com eventuais complicações biológicas devido à idade avançada, e tornou-se meio inútil para os trabalhos domésticos. Zacarias estava mudo, «ferido», psicologicamente. Certamente viviam os dois sozinhos. A Mãe foi, para eles, uma bênção caída do céu.
Pelo Magnificat podemos deduzir que, como nos grandes contemplativos, Deus desperta em Maria um júbilo indescritível. Esse é um dado válido para confirmar a nossa convicção de que a Mãe não só pertence à estirpe dos contemplativos, mas é a coroa e modelo de todos eles. Maria emerge como uma jovem delicada, com grande sentido de serviço fraterno. É fácil imaginar a situação. Isabel está em gravidez adiantada, com eventuais complicações biológicas devido à idade avançada, e tornou-se meio inútil para os trabalhos domésticos. Zacarias estava mudo, «ferido», psicologicamente. Certamente viviam os dois sozinhos. A Mãe foi, para eles, uma bênção caída do céu.
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