sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus - 1 de Janeiro

- SÁBADO: Missas Vespertinas  no Mucifal às 19h00. e nas Azenhas do Mar às 22h30 seguida de Adoração ao SS.mo Sacramento.
- DOMINGO:.Missas em Almoçageme às 10h30 e em Colares às 12h00 e 18h30

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Destaques da semana

- MISSAS DA SEMANA: 3ª e 6ª feira em Colares às 19h00, 4ª feira em Almoçageme às 9h30 e 5ª feira em Colares às 19h30 (não haverá missa no Mucifal)
- QUARTA-FEIRA: Reunião da Legião de Maria no Mucifal às 15h00. Adoração ao SS.mo Sacramento, nas Azenhas do Mar às 21h30.
- QUINTA-FEIRA: Aniversário do Sr. Prior. Missa em Colares às 19h30 seguida de jantar-convívio, na varanda.

domingo, 25 de dezembro de 2016

D. Manuel Clemente lembra que o Natal se reflecte no rosto dos que estão sós

25 dez, 2016 - 16:54

videoO Cardeal Patriarca de Lisboa, na homilia de Natal, esta manhã na Sé de Lisboa, lembra que o Natal se reflecte no rosto de todos os que estão sós ou abandonados e dos que vivem em situações muito difíceis. D. Manuel Clemente sublinha que a oração aproxima todos de todos.

Hoje dia de Natal a Missa das 18h30 é celebrada no Mucifal

O nascimento de Jesus foi um evento muito importante para todos nós. Deus veio à terra e viveu entre nós, como um homem. A própria História foi dividida em antes e depois de seu nascimento!
Jesus nasceu de condição humilde, não como um rei. Seu nascimento milagroso, de uma virgem, prova que ele era mais que um homem - ele também era Deus. Ele nasceu com uma missão: salvar o mundo do pecado e nos unir novamente com Deus.

sábado, 24 de dezembro de 2016

Mensagem do Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente*

O Natal, cada Natal, é ocasião oportuna e necessária para nós aprendermos o modo divino de acontecer e o modo solidário de agir. O modo divino de acontecer porque é sempre para nós uma surpresa como Deus apareceu no mundo – foi esperado, e é esperado, por tantas gerações e depois acontece assim, tão imprevisivelmente num lugar recôndito em Belém de Judá, sem lugar na hospedaria… e é assim que Deus acontece no mundo e por isso temos de estar muito atentos a este modo divino de acontecer para também podermos coincidir com Ele em tudo aquilo que é mais simples e que foge às atenções, mas é o lugar de Deus.

E daqui o modo solidário de agir. Porque não podemos esquecer aquela frase do Evangelho de que o Menino foi deitado numa manjedoira porque não havia lugar na hospedaria. Quantas pessoas ainda hoje, quantos meninos, quantos outros que já nasceram há mais tempo não têm um teto que os abrigue com dignidade, não têm uma casa onde possam viver como Deus quer. Daí a solidariedade, para que, de ano para ano, de Natal em Natal, todos nós como sociedade – e nós, cristãos, integramos uma sociedade que deve crescer precisamente aí, na solidariedade – vamos resolvendo esta problemática da habitação, que é uma problemática fundamental para que tudo o resto possa acontecer bem. O crescer, a educação, a convivência, a família, tudo! Porque a casa é a nossa maneira correta de vivermos e de convivermos, de guardar e fomentar a vida familiar e de possibilitar que depois a vizinhança seja cada vez mais concreta, mais próxima e mais realizadora.

Por isso, que neste Natal nos fixemos nestas duas notas: no modo divino de acontecer e no modo solidário de agir, consequentemente.”

* declaração ao Jornal VOZ DA VERDADE

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Palavras de Fé - O DOM DO NATAL

Celebramos mais uma vez o Natal do Senhor. Acabamse
as palavras. A prosa torna-se pequena. Deus connosco
é a Palavra! Deus feito da nossa raça. Deus construiu
a sua tenda, acampou neste mundo e da forma
mais humana possível.

Aqui está. Deus está ao nosso lado. Deus é dos nossos,
do que é nosso, do mesmo barro, mas não está manchado
de lama. Igual, mas especial. Igual, mas com
divindade que transborda por todos os lados, porque
vem para revelar o Pai, para que entendamos Deus e o
mistério da sua vontade e do Seu amor.

No Natal celebramos o mistério da Encarnação. Deus
descendo, fazendo-se de cá, sem fazer barulho. Deus
assumindo o que somos, entendendo-nos no mais fundo
de nós, onde jogamos a nossa vida, os sentimentos,
todo o mistério humano. Deus feito homem para nos ajudar
a nos entendermos, que somos mistério
.
Deus surpreendendo-nos. Este Deus acampado não
cabe na cabeça. Se o quisermos conter em ideias não
conseguimos. Deus já só cabe no coração. Rompeu
toda a lógica, deslumbrou-nos.

Muitos não conseguem acreditar nisto. Muitos não conseguem
reconhecê-lo. Muitos não o querem receber.
Outros ficam-se na verdade das suas pequenas verdades,
incapazes de abrir o coração ao Deus connosco.

Mas quem vive com o coração aberto, pode recebê-lo. E
uma nova existência começará: sentir e saborear que
Deus nos torna filhos, que Deus nos torna seus filhos e
por isso sua família.

É a nova família que não se constitui nem pela carne
nem pelo sangue, mas pela corrente de fé, de confiança,
de abertura ao que é possível porque Deus é dom.
A todos um abençoado e feliz Natal! Que o Menino
Jesus a todos conceda uma fé forte e generosa!

Pe. José António Rebelo da Silva

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Destaques da Semana

- TERÇA-FEIRA: 14h30 - Confissões aos doentes e idosos da Praia das Maçãs e Azenhas do Mar.
- QUARTA-FEIRA: Confissões de preparação para o Natal em Almoçageme, às 10h00. Reunião da Legião de Maria no Mucifal às 15h00.
- QUINTA-FEIRA: Confissões aos doentes de Almoçageme a partir das 11h00. Confissões no Mucifal às 18h30.
- SEXTA-FEIRA: Confissões aos doentes e idosos de Colares a partir das 15h00. Festa de Natal da catequese, no Mucifal às 21h00, Pavilhão do Mucifalense.


sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Mensagem do Papa Francisco por ocasião do Sínodo Diocesano de Lisbo

Venerado Irmão
D. MANUEL CLEMENTE
Cardeal Patriarca de Lisboa

No próximo dia 8 de dezembro, solenidade de Nossa Senhora da Conceição, terá lugar o encerramento do Sínodo Diocesano dessa amada Igreja local, promovido na passagem dos 300 anos da sua qualificação «patriarcal» recebida do meu antecessor Clemente XI, a 7 de novembro de 1716, em atenção ao assinalável esforço missionário que, de Lisboa, fizera irradiar a Boa Nova de Jesus pelas cinco partidas do mundo.

E permanece viva, como comprova o presente Sínodo, a vossa decisão de prosseguir neste caminho ao encontro de todas as pessoas e situações que esperam o anúncio do Evangelho de Cristo. Disseste-me, venerado Irmão, que a caminhada sinodal envolveu milhares de fiéis do Patriarcado, que estudaram e rezaram os sucessivos capítulos da Exortação Apostólica Evangelii gaudium, compartilhando comigo «o sonho missionário de chegar a todos» (n. 31). Obrigado pela alegria que me dais! Que as vossas comunidades se abram cada vez mais a fim de «alcançar a todas as pessoas que vivem no seu território, para que chegue a todas a carícia de Deus através do testemunho dos crentes. Este é o tempo da misericórdia» (Carta ap. Misericordia et misera, 21), que nos impele a trabalhar para restituir dignidade a todos esses nossos irmãos e irmãs, chamados connosco a contruir uma cidade fiável (cf. Ibid., 18).

Na Sagrada Escritura, fala-se duma cidade luminosa colocada sobre o monte que a tradição aplicou à Igreja (cf. Mt 5, 14; Ap 21, 10-11.23-24) advertindo, porém, a seus filhos e filhas de que só poderão irradiar a luz de Deus, se acolherem em si mesmos a pessoa do Senhor ressuscitado, procurando transfigurar-se n’Ele num contínuo e perseverante caminho de verdadeira conversão. Que o Senhor encha da sua graça quantos trabalharam para o Sínodo e agora se vão empenhar para que dele nasçam e amadureçam abundantes frutos do Espírito Santo! Na hora da aplicação das decisões sinodais que espelham o rosto e o coração do Patriarcado latino de Lisboa, ao deparar-vos com as limitações humanas e as dificuldades que sempre aparecem, nunca percais de vista a promessa que o Senhor vos fez: «Eu estarei sempre convosco até ao fim dos tempos» (Mt 28, 20).

Queridos irmãos e irmãs da Igreja de Deus que está em Lisboa, à cabeça da vossa peregrinação no tempo rumo ao futuro de Deus colocai a Imaculada Virgem Mãe, pois ninguém soube como Ela anunciar Cristo ao mundo: não Se limitou a dizê-lo, mas deu-O. Que Ela, o padroeiro São Vicente, Santo António e todos os outros Santos e Santas que, através dos séculos, tornaram fecundo o caminho dessa amada Igreja local, vos guiem e sustentem com o seu exemplo e a sua intercessão. E não vos esqueçais de rezar por mim, como eu rezo por vós. Como prova da minha estima fraterna, a todos concedo a implorada Bênção Apostólica.

Vaticano, 29 de novembro de 2016.

FRANCISCUS

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Descarregue aqui a Constituição Sinodal de Lisboa

A Constituição Sinodal de Lisboa foi apresentada neste dia 8 de dezembro, no Mosteiro dos Jerónimos. A versão impressa está disponível, a partir de dia 9 de dezembro, na Livraria Nova Terra, no Patriarcado de Lisboa.

Descarregue aqui o documento:
CONSTITUIÇÃO SINODAL DE LISBOA

Nossos fracassos espirituais

Quantas vezes você já se perguntou: "Por que as coisas ruins não desaparecem da minha vida?"


Quantas vezes perguntamos: por que as coisas ruins não desaparecem de minha vida?

Com estes e outros pensamentos, no fundo estamos dizendo: por que Deus não vem em meu socorro? Algo semelhante também aconteceu com os discípulos, ao ponto de um pai desesperado dizer a Jesus em Lucas 9,40: “Pedi a teus discípulos que o expelissem, mas não o puderam fazer.”

Qual foi a dificuldade dos discípulos? Quem sabe não haviam orado o suficiente, e como consequência foram dominados pelo desânimo. Agindo assim não confiaram no poder de Deus para realizar o impossível aos olhos humanos.

Assim tem acontecido na vida de muitos cristãos em todos os tempos. O fracasso tem a sua origem na perda de confiança ou na fé fraca, que se desenvolve na falta de oração. A fé que opera milagres tem a sua fonte de poder na oração.

A maioria dos nossos fracassos espirituais brota no coração que está distante de Deus. A intimidade divina é cultivada pela oração. Isso vale para as nossas lutas pessoais de qualquer tipo.

Dedicar tempo à oração é a única garantia que temos de que Ele estará connosco dando-nos a força e a coragem para continuar combatendo o bom combate.
(via Encontro com Cristo)

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Patriarcado de Lisboa - 8 de Dezembro 2016

AMANHÃ vai ser apresentada a Constituição Sinodal de Lisboa, às 15h30, no Mosteiro dos Jerónimos.
Na celebração onde vão ser ordenados 5 diáconos e um padre, o Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, vai encerrar o Sínodo Diocesano e dar a conhecer a Constituição que resulta da Assembleia Sinodal.

Participe ou acompanhe a transmissão em DIRETO, através de www.patriarcado-lisboa.pt

Ulgueira - 5ª Feira 8 de Dezembro

Dia da Padroeira   Nossa Senhora da Conceição
15h30 Missa seguida de Procissão

Colares - Festa de São Nicolau - Igreja da Misericórdia

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

TOTUS TUUS Maria



Azoia - 6 de Dezembro


Sínodo Lisboa 2016: Membros da assembleia sinodal destacam vontade de mudança

Foto Patriarcado de Lisboa, Assembleia Sinodal

Trabalhos terminaram hoje, no Centro Diocesano de Espiritualidade, no Turcifal

Torres Vedras, 04 dez 2016 (Ecclesia) – A assembleia sinodal do Patriarcado de Lisboa terminou hoje e os participantes destacam a vontade de mudar saída dos trabalhos que decorreram no Centro Diocesano de Espiritualidade e que vai estar expressa no documento final.

“Fica a certeza de que tudo o que se disse é importante, tudo o que está escrito é importante. As palavras têm uma força enorme mas têm de passar a atitudes, a gestos que têm de se concretizar, em mudanças de vida, de atitude”, disse Isabel Figueiredo à Agência ECCLESIA, que acompanhou o final da assembleia sinodal.

Para a entrevistada, que participou nos trabalhos, “não se pode dizer” que a assembleia sinodal terminou, antes que foi um “ponto-chave” em todo o processo do caminho que o Patriarcado de Lisboa está a fazer desde 2014.

 “Abre novas perspetivas. Agora temos de pôr mãos à obra e trabalhar. Há confiança, sinto que é possível”, destacou.

Os 137 elementos da assembleia sinodal – bispos, padres, diáconos, leigos, consagrados – estiveram reunidos durante quatro dias, desde quarta-feira, na Casa de Espiritualidade do Turcifal, em Torres Vedras, “perfeitamente integrados”, como comprovou o decorrer dos trabalhos de grupos.

 “Toda a gente disse o que pensava, sentia, gostava. Há muito realismo e estamos conscientes que é uma seara enorme”, disse Isabel Figueiredo, acrescentando que a dimensão da família deveria estar mais “estar presente”, uma vez que só havia um casal a acompanhar o sínodo.

Para Teresa Quintela De Brito a caminhada sinodal “começou agora”, sendo preciso “repensar as estruturas” depois de “definir muito bem os caminhos”.

A entrevistada da Vigararia 2 destacou da assembleia o trabalho de equipa com “muita autenticidade, entusiamo, grande desejo de mudar e grande preocupação pela família e presença da Igreja junto das famílias”.

Jorge Sá Nogueira, da comunidade Verbum Dei de Lisboa e da Paróquia Campo Grande, leva da assembleia sinodal a “alegria e esperança” que encontrou em muitas pessoas “comprometidas”.

 “Tivemos um trabalho com muitas sensibilidades, onde as pessoas tiveram oportunidades de dizer o que pensam, o que intuem, o que o Senhor chama a dizer”, recorda.

O também membro do Conselho Pastoral Diocesano observou que o documento final do sínodo, que foi aprovado ponto por ponto, este sábado, traduz essas “várias sensibilidades e inquietações”, onde o essencial “é a vontade de renovar a Igreja de Lisboa”, a ação missionária e a forma como chega “aos outros”.

Por sua vez o jurista Pedro Vaz Patto considera que a assembleia sinodal foi uma experiência de “Igreja comunhão” que serve de “luz para o futuro”, para tudo aquilo que se fizer a partir de agora.

 “É neste âmbito de Igreja comunhão, de partilha, diálogo, comunhão de dons, também das nossas diferenças, que encaramos este desafio que é o sonho missionário de chegar a todos”, explicou o presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz.

Manuel Albuquerque da ‘Missão País’ sentiu que falaram “muito dos jovens”, mas depois “não ficou muito concretizado qual era a pastoral e o que se iria fazer”.

A representar o projeto católico de universitários, Manuel Albuquerque assinala que era importante terem conhecido outras realidades juvenis na assembleia e leva consigo a perceção que “na diocese se querem ouvir os leigos”.

O encerramento solene do Sínodo Diocesano é celebrado na Solenidade da Imaculada Conceição, dia 8 de dezembro, às 15h30, na igreja do Mosteiros dos Jerónimos, numa cerimónia com ordenações diaconais.

HM/CB

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Eutanásia: Capelães e Assistentes Espirituais Hospitalares promovem debate sobre «Morte Assistida e Compaixão»

Iniciativa decorre em Fátima

Fátima, 01 dez 2016 (Ecclesia) – A Associação Portuguesa de Capelães e Assistentes Espirituais Hospitalares promove hoje, em Fátima, um seminário sobre «Morte Assistida e Compaixão».

A iniciativa decorre num momento em que a discussão em torno do fim da vida - da eutanásia/morte assistida e a dignidade da vida humana - é um assunto “a exigir uma profunda reflexão, seja sob o ponto de vista ético, técnico, religioso, cultura”.

A Associação e a Coordenação Nacional das Capelanias Hospitalares realizam este evento no Hotel Verbo Divino, realça uma nota enviada à Agência ECCLESIA.

O seminário conta com intervenções de Filipe Almeida (professor da Faculdade de Medicina do Porto); Pedro Afonso (professor da Faculdade de Medicina de Lisboa); Manuel Luis Capelas (presidente da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos) e a jornalista Laurinda Alves.

LFS

Advento - Rezando em família


Concerto de Natal - Amanhã sábado Igreja Matriz 21h30