segunda-feira, 6 de julho de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 6 – Semana XIV do Tempo Comum

Os 2, 16.17b-18.21-22 / Slm 144 (145), 2-3.4-5.6-7.8-9 / Mt 9, 18-26

A minha filha acaba de falecer. (Evangelho)

A alegria daquele chefe acabara de morrer. Tinha-se acabado a esperança. Mas Deus, contra toda a esperança, ressuscitou-lhe a filha. Deus é a nossa luz. É raro Deus curar alguém e nunca ressuscita ninguém. Mas atua por dentro de nós. Agarremo-nos a Ele e a Nossa Senhora. Nossa Senhora é uma intercessora muito poderosa. Às vezes, um problema pode estar dezenas de anos por resolver, e a certa altura Deus intervém. É essa a minha experiência contra toda a esperança.

domingo, 5 de julho de 2020

As nossas famílias - O Vídeo do Papa 7 - julho 2020

Rezemos para que as famílias no mundo de hoje sejam acompanhadas com amor, respeito e conselho. E, de modo especial, que sejam protegidas pelos Estados.

Papa Francisco – Julho 2020

A família tem que ser protegida.
São muitos os perigos enfrentados por ela: o ritmo de vida, o stress…
Às vezes, os pais esquecem-se de brincar com os filhos.
A Igreja tem que animar e estar ao lado das famílias, ajudando-as a descobrir caminhos que lhes permitam superar todas estas dificuldades.
Rezemos para que as famílias no mundo de hoje sejam acompanhadas com amor, respeito e conselho. E, de modo especial, que sejam protegidas pelos Estados.

MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 5 – Domingo XIV do Tempo Comum – Ano A

Zac 9, 9-10 / Slm 144 (145), 1-2.8-9.10-11.13cd-14 / Rom 8, 9.11-13 / Mt 11, 25-30

O profeta Zacarias refere-se ao Messias Salvador em termos de grande simplicidade. Não aparece montado num elegante cavalo, mas num jumentinho. Os seus propósitos não são de um poderoso guerreiro, mas «quebrará o arco de guerra e anunciará a paz às nações». Este é o verdadeiro Deus que o profeta apresenta e que nós seguimos: o seu poder manifesta-se no serviço; a sua soberania traduz-se em estar centrado nos que precisam d’Ele. No tempo em que Zacarias profetizava, dava-se muita importância a catalogar as pessoas pelo seu prestígio social. Neste contexto, apresenta uma imagem revolucionária de Deus como simples servidor. É no poder de servir que eu procuro imitar a grandeza de Deus?

S. Paulo recorda-nos uma verdade que abre um maravilhoso horizonte de esperança sobre o nosso futuro. Como o próprio Filho de Deus, Jesus, teremos de morrer. Mas morremos não para ficar mortos, mas sim para ressuscitar para uma vida nova e eterna, na força do Espírito de Jesus: «Se o Espírito d’Aquele que ressuscitou Jesus de entre os mortos habita em vós, Ele, que ressuscitou Cristo de entre os mortos, também dará vida aos vossos corpos mortais, pelo Espírito que habita em vós». Por imensa graça de Deus, a vitória de Cristo sobre a morte também um dia se verificará nas nossas vidas.

No Evangelho, Jesus apresenta os critérios para qualificar o valor das pessoas. Valemos e somos grandes não pela presunção da nossa inteligência e sabedoria. Aos olhos de Deus somos grandes pela simplicidade e humildade. Cristo desafia-nos a crescer nestas virtudes, pois só assim conseguiremos passar na «porta estreita» do reino dos Céus.

Jesus faz-nos um convite a irmos ao seu encontro, porque nos ama. E ama-nos não apenas quando tudo corre bem, mas sobretudo quando parece que o cansaço e os reveses nos derrotam. Ele quer dar-nos a vitória da sua aceitação e ternura. Muito poucas vezes encontramos Jesus a fazer a apresentação da sua identidade. Aqui Jesus apresenta-Se como «manso e humilde de coração». É um convite à imitação do Coração de Jesus nas nossas relações humanas, a cultivarmos a virtude da cordialidade, com humildade e mansidão.

sábado, 4 de julho de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 4 – Santa Isabel de Portugal (Memória) / 1.º Sábado

Am 9, 11-15 / Slm 84 (85), 9.11-12.13-14 / Mt 9, 14-17

Por que motivo nós e os fariseus jejuamos e os teus discípulos não jejuam? (Evangelho)

Os discípulos de João jejuavam como penitência. Os fariseus, para cumprir uma regra. Nós, os católicos, temos prescrito um jejum mínimo. O jejum é uma mortificação da concupiscência. A mortificação da concupiscência serve para a «carne» (o corpo) estar mais disposta a amar, isto é, para a pessoa não estar tão voltada sobre o seu próprio prazer. Se não servir para isto, é o jejum dos fariseus, um jejum estéril. O leitor jejua?

Eutanásia

Grupo inter-religioso alertou para “rutura no dique da vida”

Segundo o padre Fernando Sampaio, representante da Igreja Católica no Grupo de Trabalho Inter-religioso – Religiões-Saúde (GTIR), o grupo foi bem acolhido e pôde manifestar a sua preocupação perante os deputados pelo risco de se estar a abrir uma “rutura no dique da vida”. “Considerámos que não nos devíamos manifestar sobre as propostas de lei, porque os nossos princípios são doutrinais e partimos de pressupostos diferentes do que eles partem, portanto achámos que não nos devíamos pronunciar sobre isso”, explica o sacerdote.

O Grupo de Trabalho Inter-religioso – Religiões-Saúde (GTIR) esteve esta quarta-feira no Parlamento para ser ouvido pela Comissão Constitucional de Direitos, Liberdades e Garantias, no contexto do processo de legalização da eutanásia. O GTIR participou em conjunto com a Associação de Médicos Católicos, tendo a Associação dos Juristas Católicos recusado o convite da Comissão, por ter sido feita na sexta-feira e não dar tempo para preparar a intervenção. “Reafirmámos os nossos princípios e porque defendemos a nossa posição de que uma lei da eutanásia trará dificuldades e problemas, porque introduzirá uma rutura no dique da vida”, disse ainda o diretor da Pastoral da Saúde do Patriarcado de Lisboa, que esteve acompanhado de representantes da Igreja Evangélica, da Igreja Adventista do Sétimo Dia, da União Budista e da Comunidade Hindu.

Não obstante esta oportunidade, em que o GTIR entregou aos deputados um documento em que explica que toda a vida tem dignidade, independentemente do sofrimento e das doenças que possam acometer as pessoas, o padre Fernando Sampaio parece conformado com o facto de que o processo no Parlamento vai mesmo avançar. “O processo vai para a frente. Depois, talvez só o Presidente da República possa ter uma palavra a dizer. Mas isso são já problemas que me ultrapassam. Mas eles estão a escutar a sociedade civil, naturalmente com a intenção de o processo ir para a frente”, disse o padre Fernando Sampaio, em declarações à Renascença.

Noutro comunicado, a Associação dos Médicos Católicos, que esteve presente na mesma audição, diz que aproveitou para reiterar “a sua absoluta oposição a todos os projetos Lei de Despenalização da Eutanásia apresentados”. A associação profissional defende com convicção que “a eutanásia nunca será um ato médico”, secundando assim a recente posição da Ordem dos Médicos, que manifestou a sua indisponibilidade em colaborar com o Parlamento na nova legislação sobre a Eutanásia.

Com Renascença



sexta-feira, 3 de julho de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 3 – S. Tomé (Festa) / 1.ª Sexta-Feira

Ef 2, 19-22 / Slm 116 (117), 1-2 / Jo 20, 24-29

Porque Me viste acreditaste. (Evangelho)

Suponho que o leitor não tem visões. Mas o coração do leitor «vê». O coração do leitor tem de «ver» claramente. Não podemos rezar a um Deus de quem duvidamos. É a história da nossa relação com Deus que nos faz ver. Às vezes, algum milagre interior. Quer dizer, um milagre que as outras pessoas não notaram. Seja como for, é à medida que os factos se vão entrelaçando numa corda que nós vamos ficando mais ligados. Hoje o leitor olhe para o seu passado com Deus. O que vê?

quinta-feira, 2 de julho de 2020

Francisco do Amor (Clipe Oficial)

Brasileiros lançam primeira música em homenagem ao Papa Francisco no mundo
Antoine Mekary | ALETEIA
Redação da Aleteia | Jun 29, 2020
A canção é uma linda meditação sobre o Santo Padre e a mensagem de paz e confiança que ele leva ao mundo

Acaba de ser lançada mundialmente a primeira música em homenagem ao Papa Francisco. Chama-se “Francisco do Amor”. Ouça agora mesmo aqui logo abaixo ou no  YouTube.


Ou escute através da plataforma de música de sua preferência, usando este link: presavefranciscodoamor 

A música é uma composição de Carlos Renê Belo, que contou com a interpretação dos cantores Thiago Tomé, Eliana Ribeiro, Camila Holanda e padre Omar.

A canção medita sobre o Santo Padre e a mensagem de paz e confiança que ele leva ao mundo.

A Gravadora Canção Nova produziu o clipe especial para a canção.

As imagens dos cantores foram gravadas em diferentes cidades do Sudeste e Nordeste do Brasil.

Thiago Tomé gravou em Cachoeira Paulista (SP), Eliana Ribeiro em São José dos Campos (SP); já Padre Omar gravou no Rio de Janeiro (RJ) e Camila Holanda em João Pessoa (PB).

O lançamento do single e do clipe conta com a parceria da página Papa Francisco – Amigos e Amigas e também da Aleteia.

A letra
Francisco do Amor
Mesmo de longe,
Eu te sinto aqui bem perto
Santo Padre,
És o pastor do mundo inteiro.
A tua prece toca o nosso coração,
Aos pobres e esquecidos
Tu pedes proteção.

Levas ao mundo Jesus Cristo
Por todas as nações.
Tu és Pedro, o servo do Senhor,
O pescador de corações.

Francisco do amor,
Francisco, abraço de Pai.
Dá-nos tua bênção
Ensina ao mundo a paz (2 vezes)

Mesmo de longe,
Eu te sinto aqui bem perto
Santo Padre,
És o pastor do mundo inteiro.

***
Escute, emocione-se e compartilhe esta linda canção em homenagem ao Papa Francisco.

O sorriso, a melhor arma anti-stress

Trabalho, filhos, cônjuge, engarrafamentos… O estresse pode se manifestar de várias maneiras em nossa vida e até se tornar nosso companheiro diário. Mas seja duradouro ou passageiro, é possível combatê-lo com um sorriso!

O sorriso é um indicador não-verbal de felicidade. E se sorrir pudesse ter um efeito benéfico nos níveis de estresse e induzir a um estado de maior felicidade, maior bem-estar?

Os sorrisos geralmente são divididos entre “sorrisos comuns”, que envolvem os músculos ao redor da boca, e “sorrisos autênticos”, que usam os músculos que enquadram a boca e os olhos. É o segundo tipo de sorriso que mais afeta nossa condição física. Mas como é que isso funciona?

Parece que um sorriso, assim como o riso, é capaz de agir sobre o cortisol, um hormônio ligado ao estresse. Você já deve ter notado que é difícil ser ou permanecer agressivo diante de um sorriso.

De fato, dado ou recebido, ele traz pensamentos positivos e, como resultado, diminui o nível de estresse e agressividade. A consumir sem moderação em nossa família e em nosso relacionamento conjugal!

Teste no trabalho e com a família

Foi o que Clemente disse ao descobrir os resultados de vários estudos, como os da Universidade do Texas e da Universidade do Tennessee (Estados Unidos). O que o levou a recuperar a coragem. De fato, ele se entristece ao ver que sua esposa Letícia muitas vezes mostra um rosto irritado e mal-humorado.

Ele não sabe como ajudá-la a ver a vida de uma maneira mais otimista. Um domínio maior de suas expressões faciais ajudará Letícia a, sem dúvida, se sentir mais à vontade com a vida. Ao oferecer ao mundo um rosto luminoso de alegria, ela também atrairá reações mais agradáveis ​​de seus interlocutores. Não é isso também o que a Lei Escoteira diz quando propõe que “o Escoteiro sorri e canta nas dificuldades”?

Solicita-se aos funcionários de caixa de supermercado que sistematicamente ofereçam um sorriso aos seus clientes: “Lembre-se de sorrir, você reduzirá a possível agressividade de seus interlocutores”. Nós também podemos utilizar desse bom conselho em família ou no trabalho!

Marie-Noël Florant

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 2 – Semana XIII do Tempo Comum

Am 7, 10-17 / Slm 18 B (19 B), 8.9.10.11 / Mt 9, 1-8

Os preceitos do Senhor (…) alegram o coração. (Salmo)

O Senhor deu ao seu povo dez regras que lhe permitiam viver feliz, numa grande liberdade. Esse povo é que depois fez uma infinidade de regras, algumas para os mais frágeis serem protegidos. Até que, no tempo de Jesus, as regras já oprimiam esses mais frágeis, a ponto de Jesus os chamar a Si. («Vinde a Mim, vós que estais cansados e oprimidos…»). Como é que o leitor encara os preceitos de Deus? Eles dão-lhe alegria? Ansiedade? Tristeza? Fale com Deus sobre isso.

quarta-feira, 1 de julho de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 1 – Semana XIII do Tempo Comum

Am 5, 14-15.21-24 / Slm 49 (50), 7.8-9.10-11.12-13.16bc-17 / Mt 8, 28-34

… saindo dos túmulos, dois endemoninhados… (Evangelho)

As gentes daquela terra queriam expulsar Jesus porque o negócio valia mais que a cura de duas pessoas. Temos parecido entre nós. Os governos não dão nada do seu orçamento para que os refugiados tenham melhores condições de vida, pelo menos nos campos de refugiados. (Mas para se construir cercas à volta e policiar há dinheiro.) Os refugiados não votam. Algumas vezes tiram negócio. Acolher migrantes pode tirar votos. Então, para quê tratá-los bem? O inimigo é aquele que nós desejaríamos que não existisse. O leitor reze por esses. E, se puder, faça alguma coisa.