sábado, 19 de janeiro de 2019

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 19 – Semana I do Tempo Comum | 2º Dia do Oitavário pela Unidade dos Cristãos

Hebr 4, 12-16 / Slm 18 B (19), 8-10.15 / Mc 2, 13-17

Vamos, portanto, cheios de confiança, ao trono da graça. (1ª Leit.)

"A fim de alcançarmos misericórdia e obtermos a graça de um auxílio oportuno". Esta podia ser a nossa oração de hoje. Vamos junto de Deus cheios de confiança na sua misericórdia e na sua ajuda. Mas não só vamos junto de Deus. Podemos dizer: "vamos começar o nosso dia cheios de confiança na misericórdia de Deus e na sua ajuda". Isto é uma maneira repousante de começarmos o nosso dia. O leitor experimente.  

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Domingo 20 de Janeiro - Festa de São Sebastião

Procissão às 15h00, com inicío na Igreja do Mucifal e terminando com Missa na Igreja de São Sebastião.

SEXTA-FEIRA 18 de Janeiro

 Assembleia Paroquial alargada, no Penedo às 21h00

DESABAFO

Hoje, terminada que está a quadra natalícia com a Festa do Baptismo do Senhor, e terminado que está também o ano 2018 onde não faltaram Mensagens de Ano Novo, sinto-me um pouco no papel de desmancha-prazeres, embora não passe dum desabafo. Por isso, esta nota não será nem sobre o ano que passou, nem sobre as ditas Mensagens de fim de ano, com o mesmo guião repetido anualmente, nem sequer sobre Os Reis Magos (Epifania) que na construção do relato de S. Mateus são os únicos que “buscam” verdadeiramente o “Menino” que estava para nascer e que, por isso mesmo, têm o privilégio de O “encontrar”, “feito criança”. E por isso mesmo, repito, são os únicos que regressaram “por outro caminho” e merecem “Votos de Ano Novo”. Tão pouco vou escrever sobre Aquele “Deus Menino” que marcaria a história da humanidade desde então, ou sobre aquelas crianças “inocentes” que ficaram pelo caminho do capricho do Poder (Matança dos Inocentes). Mas sim, sinto a necessidade de falar de outras crianças, porque de crianças, também elas “inocentes”, se trata. E estas não são construção do evangelista S. Mateus, mas realidade recente.

A notícia saiu uma semana ou duas antes do Natal. Diga-se, em abono da verdade, que não vi nem ouvi alarido por ai além, talvez porque os espíritos já andavam atarefados com ”Prendas” e preparações de “Árvores” e “Pais Natais”. E saiu devido a uma suspeita/denúncia anónima sobre uma senhora que “engravidava” e “re-engravidava” constantemente sem que se visse o “fruto” do seu ventre. A investigação concluiu que a senhora engravidava de facto para ter filhos que “vendia” para o estrangeiro, o que fazia “a bom preço”. Hoje, o marketing onde tudo se vende está em alta, mas vender filhos, Santo Deus! Vendam corpos, vendam almas, vendam honras, vendam honestidade, vendam pornografia, vendam tudo o que quiserem, vendam até o amor, mas “filhos”, por amor de Deus, não!

Não sei o que levaria aquela senhora a transformar a sua maternidade em negócio puro e duro de vidas humanas, mas que é triste e chocante, é. E que diz bem da degradação a que podem chegar os sentimentos humanos mais profundos, também. E que esta degradação leva à desumanização, por mim não tenho dúvidas. E que estamos em caminho acelerado para a animalização irracional em que o que conta são os instintos hedonistas do prazer, do consumo e do dinheiro, também não tenho dúvidas. Como dúvidas não tenho sobre o desfecho trágico da sociedade e civilização ocidentais onde se teima querer construir a “cidade dos homens” sem o suporte dos valores humanos e cristãos. Embora em vão, diria eu com o salmista.

Entrego este desabafo ao Ano 2019 para os homens e mulheres de “Boa Vontade”.

Para que possa ser “ANO NOVO” com “VIDA NOVA”.

Só desejo que Deus nos abençoe e proteja ao longo dele.

São os Meus Votos.

O resto soa-me a Mentira.

A. da Costa Silva, s.j.

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 18 – Semana I do Tempo Comum | 1º Dia do Oitavário pela Unidade dos Cristãos

Hebr 4, 1-5.11 / Slm 77 (78), 3.4bc.6c-7.8 / Mc 2, 1-12

Não entrarão no meu repouso. (1ª Leit.)

Hoje o leitor medite sobre o Céu. O Céu é uma realidade dinâmica, onde as pessoas se relacionam com Deus "cara a cara" e umas com as outras. Esse relacionamento está imbuído do amor de Deus em toda a medida que o nosso espírito o pode ir recebendo. Recebendo, porque a nossa receção do amor de Deus vai aumentando por toda a eternidade e, portanto, a relação com Deus e com os outros habitantes do Céu também vai aumentando infinitamente.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 17 – Santo Antão (Memória)


Hebr 3, 7-14 / Slm 94 (95), 6-11 / Mc 1, 40-45


Se ouvirdes hoje a voz do Senhor, não endureçais os vossos corações. (Salmo)

Pode ser o anúncio de uma coisa tão boa que duvidamos. Pode ser um pedido que achamos difícil. Pode ser uma necessidade de um irmão cuja resposta andamos há muito a adiar. Etc. E sobre tudo isso podemos ser tentados a pôr para trás das costas, a querer esquecer. O leitor veja se ontem Deus lhe disse alguma coisa a que o leitor não quis ligar ou se tem alguma situação escondida "lá atrás das costas".  

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Os diferentes tipos de cruz e seu significado

Nem todas as cruzes são a mesma, e cada uma tem o seu próprio significado

A cruz é um emblema comum para muitas culturas e religiões. Mas sua representação mais importante é para o cristianismo, já que Jesus Cristo morreu na cruz.

Como símbolo universal do cristão, tem suas variações, segundo fatos históricos e diferentes culturas e comunidades cristãs.

Estas são algumas das cruzes com que você certamente já deparou.

Unidade Pastoral de Sintra

Visite a Biblioteca da Unidade Pastoral de Sintra no café da Igreja de S.Miguel

Consulte os livros disponíveis em  http://biblioteca.paroquias-sintra.pt/

MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 15 – Semana I do Tempo Comum

Hebr 2, 5-12 / Slm 8, 2a.5-9 / Mc 1, 21b-28

Aquele que santifica e os que são santificados procedem todos de um só. (1ª Leit.)

Sermos santificados significa que, por toda a eternidade, vamos participar da vida de Deus. O que começa desde já, quando agimos retamente. E essa graça vem-nos de Jesus Cristo, que procede do Pai. Mas podia não ser assim. Podíamos ter sido criados para uma vida puramente terrena, sem perspetivas do Além. Por isso, hoje agradeçamos a Deus a nossa vida sem fim junto d’Ele, que é a maior graça que temos.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 14 – Semana I do Tempo Comum

Hebr 1, 1-6 / Slm 96 (97), 1-2b.6-7c.9 / Mc 1, 14-20

Nestes dias, que são os últimos, [Deus] falou-nos por seu Filho. (1ª Leit.)

De alguma maneira, todos nós estamos a viver os últimos dias da nossa vida. Só que, normalmente, não pensamos em termos de dias. Mas e se fossem mesmo dias? Será que mudávamos alguma coisa na nossa maneira de proceder? Será que nos empenhávamos mais em alguma coisa? Será que aproveitávamos melhor o tempo? Será que…? Será que, pensando nisso, podemos, agora, melhorar alguma coisa no nosso proceder? O leitor fale sobre isso com Deus.

domingo, 13 de janeiro de 2019

MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 13 – Batismo do Senhor (Festa) – Ano C

Is 42, 1-4.6-7 / Slm 28 (29), 1-4.9-10 / At 10, 34-38 / Lc 3, 15-16.21-22

Jesus, que não precisava de batismo, quis ser batizado. Esta festa é ocasião para celebrar a Cristo, no qual todo o cristão é batizado, nosso modelo e ideal de vida.

Na leitura de Isaías encontramos a Deus que elege o seu servo. As escolhas de Deus não são promoções nem predileções exclusivistas. As suas escolhas são para realizar uma missão concreta em favor do seu povo.

O que o profeta diz em relação ao «servo do Senhor», cinco séculos antes de Cristo, tem a sua realização plena em Jesus de Nazaré. E qual é o seu modo de realizar a missão? Não se trata de partir do zero e criar tudo de novo. A sua pedagogia está em saber aproveitar tudo o que há de bom naqueles a quem é enviado: "Não gritará, nem levantará a voz, nem se fará ouvir nas praças; não quebrará a cana fendida, nem apagará a torcida que fumega; proclamará fielmente a justiça". Este modo de atuar deve ser ocasião para um exame de consciência sobre o modo como nós nos relacionamos com os outros, como desempenhamos a nossa missão. Aproveitamos ou destruímos? Condenamos ou animamos? Descarregamos sobre os outros as nossas impaciências ou sabemos esperar que a semente do bem dê o fruto a seu tempo?

Na leitura dos Atos dos Apóstolos, relata-se o discurso feito por Pedro, em Cesareia, na casa de Cornélio. Nas primeiras comunidades cristãs, discutia-se se o batismo se podia conceder aos pagãos, que não tinham a cultura e as tradições de Israel. Pedro intervém de um modo incisivo, que não deixa margem para dúvidas: "Eu reconheço que Deus não faz aceção de pessoas, mas, em qualquer nação, aquele que O teme e pratica a justiça Lhe é agradável". As portas da Igreja abrem-se de par em par. É uma clara experiência de "Igreja em saída", usando a expressão do Papa Francisco, o último sucessor de Pedro.

No Evangelho, encontramos o precursor do Messias, João Batista. Não chama a atenção sobre si, exaltando o valor da sua pessoa e missão. Aponta para um novo batismo que Jesus inaugurará: "Ele batizar-vos-á com o Espírito Santo e com o fogo". João exalta Jesus, achando-se até indigno de desatar as correias das suas sandálias. É uma atitude exemplar de quem ultrapassa carreirismos e invejas.

A celebração do batismo dá-se num clima de oração e não de simples cumprimento de um ritual, como devem ser todas as celebrações dos seguidores de Cristo. Esta insistência sobre a oração é caraterística do evangelista S. Lucas, aparecendo Jesus uma dezena de vezes a falar com o Pai. Jesus reza para viver unido a quem O enviou em missão à terra. Não é para dar exemplo de edificação, mas porque sente a necessidade de viver unido ao Pai.

A cena do batismo de Jesus concluiu-se com uma declaração solene de grande ternura de Deus Pai para com Jesus: "Tu és o meu Filho muito amado: em Ti pus toda a minha complacência". É a confirmação explícita da excelente relação paternal de Deus Pai com Jesus, que Se compromete com a missão a que O enviou à terra. Como batizados, deveremos facilitar que Deus tenha uma semelhante relação de amor connosco. 

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

O perfil do batizado

Festa do Batismo de Jesus

Esta festa faz a transição do tempo do Natal para um período de tempo comum que se prolonga até ao início da Quaresma.

E não seria fácil encontrar melhor passagem, pois sabemos como o batismo de Jesus não só está no início da sua missão pública, mas também se mantém ao longo dela como o referencial de toda a sua existência e atuação. E quando se aproxima a sua ‘hora’, diz-nos S. João que Jesus “se retirou novamente para o lugar onde João começara a batizar e lá permaneceu” (Jo. 10,40).

Sinal também da importância do Batismo é o facto de os quatro evangelistas registarem esse acontecimento. Podemos dizer que é aí que tudo começou para Jesus e que tudo começa para nós. Não se trata, pois, de mero acontecimento do passado, que permanece nos livros através do respetivo registo, mas de um verdadeiro nascimento, cujo aniversário deveria ser lembrado por cada um de nós. Foi por ele que nascemos para “uma vida nova”, para uma nova maneira de estar na vida.

Os outros textos de hoje ajudam-nos a definir o perfil para todo o batizado, cujo modelo é Cristo e de quem S. Pedro afirma “que passou fazendo o bem e curando todos os que eram oprimidos pelo Demónio, porque Deus estava com Ele”. Por esta afirmação, desaparecem os critérios estreitos de qualquer clubismo religioso e ficam abertas as portas a todo aquele que, “em qualquer nação, teme a Deus e pratica a justiça”. Mas é sobretudo o texto de Isaías que, de forma mais precisa e completa, nos apresenta o perfil que também a nós nos deve caracterizar. Batizados “com o Espírito Santo e com o fogo”, e estando conscientes de que foi Deus quem nos formou e tomou pela mão, sabemos que o Seu espírito também repousa sobre nós.

Por isso, também nós, como Cristo, procuramos acolher e entregar-nos à missão de levar a justiça de Deus a tudo e a todos, com uma fidelidade capaz de resistir a todos os fracassos e desfalecimentos, e sem recorrer aos meios e processos do mundo, pois a nossa força não reside em qualquer tipo de prepotência ou de ameaça, nem pretendemos arrasar e destruir, mas sim “estabelecer a justiça na terra”, afinal a única “doutrina que até as ilhas longínquas esperam” e compreendem.

Como é importante que hoje os cristãos se definam e se distingam por este perfil, que não apenas pelo simples registo batismal ou por mera prática religiosa, por mais assídua que ela seja! Como é importante que, em toda a parte e em todas as circunstâncias (do lar ao trabalho, da casa à convivência social, da economia à política), os cristãos fossem reconhecidos como homens e mulheres de justiça e de paz, de verdade e de solidariedade. A nossa grande força para transformar o mundo não está nem nos números, nem nos privilégios, nem nos ordenamentos jurídicos, – embora tudo isso tenha a sua importância – mas na força do nosso testemunho! Também a nós não nos faltará a força e o fogo do Espírito Santo desde que entremos com a parte que nos toca: determinação, empenho e coerência com o nosso batismo!

Como seria diferente a nossa Igreja e o Mundo, se todos os cristãos tivessem consciência de que, pelo Batismo, nos tornamos discípulos de Jesus, para O seguirmos incondicionalmente, irmãos entre irmãos para a vivência comunitária da nossa fé; e apóstolos, para, com Jesus e como Jesus, consagrarmos todas as nossas energias à construção do Reino!

É ‘isto’ que a Igreja e o Mundo esperam e exigem de cada um/a de nós!
https://espiritanos.pt/ 

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 11 – Tempo do Natal depois da Epifania

1 Jo 5, 5-13 / Slm 147, 12-15.19-20 / Lc 5, 12-16

Estando Jesus em certa cidade, apareceu um homem cheio de lepra. (Evang.)

E Jesus curou-o. Na nossa vida, há uma instituição que tem lepra: o Fisco. E também a podemos curar. Rezando por ela. Temos alguma margem para que nos tirem menos impostos. Uma
vez isso feito, não há apelo nem agravo. O que eu hoje venho propor ao leitor é que reze para que os nossos impostos sejam bem aplicados. (Ou tem falta de fé?)

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 10 – Tempo do Natal depois da Epifania

1 Jo 4, 19 – 5, 4 / Slm 71 (72), 2.14-15bc.17 / Lc 4, 14-22

Nós devemos amar porque Deus nos amou primeiro. (1ª Leit.)

Nós devemos amar. Nós devemos não ser egoístas. Devemos ser educados. Não devemos escolher a comida. A que propósito é que isto vem agora? É que eu já reparei que a comida é das coisas que mais mexe connosco e que mais revela o quanto em pequenos nos disseram que (e como) devíamos amar. Comer evangelicamente exige um amor imenso. Ou uma boa educação. Muitas vezes, as boas maneiras aproximam-nos do Evangelho. Hoje, o leitor peça maneiras evangélicas. (E fomente-as nos menores.)

Curso Alpha Casais - Inicio Sábado 12 Janeiro 2019





















O Curso Alpha Casais é uma série de sete sessões, pensadas para ajudar os casais a investir na sua relação e a construir uma relação sólida.

O que é Curso Alpha Casais?

O curso Alpha casais foi desenvolvido para casais que procuram apoio prático, para fortalecer o seu relacionamento.

Durante sete sessões, o curso ajudará a:

Compreender as necessidades de cada um
Comunicar mais eficazmente
Crescer juntos, aprendendo métodos para resolver conflitos
Recuperar das situações em que se possam ter ferido um ao outro
Reconhecer como a sua educação afecta o seu relacionamento
Melhorar o relacionamento com os pais e família alargada
Desenvolver uma maior intimidade sexual
Descobrir a linguagem do amor um do outro e muito, muito mais ....
Para quem é?

O curso destina-se a casais que casados ou não, que procuram fortalecer a sua relação.
Alguns casais fazem o curso para investir na sua relação, outros precisam de ajuda mais urgente. De qualquer maneira, o curso oferece muitas ideias práticas e ferramentas para ajudar a manter a sua relação mais sólida.

O curso Alpha casais é baseado em princípios cristãos, mas projectado para todos os casais com ou sem ligação à Igreja.

O que esperar?
No curso Alpha Casais, cada sessão inclui um jantar, uma conversa prática e um tempo para discussão privada entre o casal.

A música de fundo garante que pode conversar em total privacidade. Não terá que partilhar nada sobre a sua relação com alguém que não seja o seu companheiro.

Quando & onde?

- 7 Sessões
- Sábados das 19h00 às 21h30
- 12 Janeiro – 23 Fevereiro
- Colares/Sintra (Sarrazola House A.L.)

Inscrições & Custos
Informações & inscrições: alphacolares@gmail.com ou por telm 965130176

Custo do jantar: 10€ por participante

Actividades para crianças
Para facilitar a disponibilidade dos pais, serão organizadas actividades para crianças que irão decorrer em local separados!

Jovens na escola de Maria – O Vídeo do Papa 1 – Janeiro de 2019

Rezemos pelos jovens, especialmente os da América Latina, para que, seguindo o exemplo de Maria, respondam ao chamado do Senhor para comunicar ao mundo a alegria do Evangelho.

Papa Francisco – Janeiro 2019

Vocês, jovens, têm na Virgem Maria um motivo de alegria e uma fonte de inspiração.
Aproveitem a Jornada Mundial da Juventude no Panamá para contemplar Cristo com Maria. Cada um em seu idioma, rezemos o Terço pela paz.
E peçam-lhe forças para sonhar e trabalhar pela paz.
Rezemos pelos jovens, especialmente os da América Latina, para que, seguindo o exemplo de Maria, respondam ao chamado do Senhor para comunicar ao mundo a alegria do Evangelho.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 9 – Tempo do Natal depois da Epifania

1 Jo 4, 11-18 / Slm 71 (72), 2.10-13 / Mc 6, 45-52

Se Deus nos amou tanto, também nós devemos amar-nos uns aos outros. (1ª Leit.)

Se Deus nos amou tanto, não devíamos nós estar tão cheios de amor que amássemos automaticamente? Só se tivermos tomado consciência desse amor. Temos de sentir esse amor. Podemos sentir esse amor na oração – ou não – ou através das pessoas que nos amam. Ou com a ajuda da educação que tivemos em pequenos, que também é uma manifestação de Deus. Quanto mais em contacto estivermos com Deus, melhor amamos. O leitor medite no que será para si amar "melhor".

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 7 – Tempo do Natal depois da Epifania


1 Jo 3, 22 – 4, 6 / Slm 2, 7-8.10-11 / Mt 4, 12-17.23-25

Nós recebemos de Deus tudo o que Lhe pedirmos porque cumprimos os seus mandamentos. (1ª Leit.)

Mas, de facto, isso não acontece. É porque pedimos contra os planos de Deus. Normalmente, os nossos pedidos vão no sentido de nos ser poupado sofrimento. Ou a outras pessoas. Só que Deus não criou um mundo onde não houvesse sofrimento. Deus não podia ter criado algo perfeito – sem dor – porque perfeito só Deus. Nós temos é de pedir ao Espírito Santo que peça em nós e por nós. O leitor faça isso hoje.

SEXTA-FEIRA 11 Jan - Conferência sobre o Espírito Santo:

“A Natureza Maravilhosa na Idade-Média, o Únicórnio”, na Igreja da Misericórdia às 21h00.

domingo, 6 de janeiro de 2019

MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 6 – Epifania do Senhor (Solenidade)

Is 60, 1-6 / Slm 71 (72), 2.7-8.10-13 / Ef 3, 2-3.5-6 / Mt 2, 1-12

"Epifania" significa manifestação, revelação. Nesta solenidade celebramos Jesus que é apresentado a todos os povos, para além do clima de intimidade familiar do Natal. O nosso Natal é celebrado pelos cristãos do Oriente nesta festa.

A passagem do profeta Isaías é das páginas mais poeticamente belas de toda a Sagrada Escritura. Aqui se relata o volte-face dos acontecimentos dramáticos da conquista e destruição de Jerusalém, no ano 587 a.C., pelos exércitos da Babilónia. Agora, tudo é luz, paz e glória, no regresso dos exilados que voltam à sua pátria, à cidade santa de Jerusalém.

S. Paulo fala-nos do mistério de Cristo que lhe foi dado a conhecer e que transmite aos que encontra na sua missão apostólica. É uma graça que não pode ficar encerrada num cofre, mas que é para oferecer a todos os povos. Não se trata de um privilégio concedido apenas aos judeus, mas é para comunicar a todos: "os gentios recebem a mesma herança que os judeus, pertencem ao mesmo corpo e participam da mesma promessa, em Cristo Jesus, por meio do Evangelho".

No Evangelho encontramos o episódio dos Magos vindos do Oriente, que se dirigem para destino incerto, procurando o recém-nascido rei dos Judeus. Perante o rei Herodes afirmam: "Nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-Lo". É-nos dito que Herodes ficou inseguro, temendo ser suplantado, procurando informações para se poder desfazer de Jesus menino.

Desde os tempos das primeiras cristandades, os Magos suscitaram grande interesse, tendo nascido muitas lendas: os Magos foram apresentados como reis, sendo três (embora no texto de S. Mateus não se indique o número nem se aponte a sua realeza), dando-se-lhes mesmo nomes (Belchior, Baltasar e Gaspar), que acabaram por se encontrar vindos da Ásia, da África e da Europa. As suas relíquias estiveram em Constantinopla, depois em Milão, até 1162, altura em que foram para a catedral de Colónia, na Alemanha.

Com este relato evangélico, S. Mateus quer dizer-nos que o que é indicado na leitura do profeta Isaías se cumpriu plenamente. O Messias chegou e é adorado pelos povos pagãos, representados pelos Magos, que se dirigem a Jerusalém, oferecendo a Deus Menino ricos presentes, prostrando-se em adoração. A tradição popular aplicou aos dons oferecidos um significado simbólico: o ouro é o reconhecimento de Jesus como rei; o incenso significa a adoração de Deus que é aquele Menino; a mirra representa a humanidade de Deus encarnado.

Os Magos são imagem da Igreja, que não tem fronteiras, acolhendo a todos e congregando pessoas de todas as línguas, raças, povos e nações. No respeito da identidade de cada um, cria unidade na diversidade.  

sábado, 5 de janeiro de 2019

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 5 – Tempo do Natal / 1º Sábado

1 Jo 3, 11-21 / Slm 99 (100), 2-5 / Jo 1, 43-51

Todo aquele que odeia o seu irmão é homicida. (1ª Leit.)

O leitor talvez não tenha ódio a ninguém, mas talvez tenha um forte «não gostar» de alguém. Talvez tenha, lá no fundo, uns amargos de boca contra alguém. Reze por essa(s) pessoa(s), mesmo que isso lhe seja difícil. Peça docilidade de pensamento para com essas pessoas. Se não gostamos nada de alguém, não estamos muito dispostos a ter bons sentimentos face a essa pessoa. Mas talvez possamos pedi-los…

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

SÁBADO 1° do Mês, 5 de Janeiro de 2019

Às 16h30 - Praia das Maçãs

Grupo Alpha Colares - Divulgação

Alpha Portugal desafia-nos a participar, nos encontros Alpha nacional em Braga a 8-9 de Fevereiro e no Alpha internacional leadership em Londres a 6-7 de Maio! 
Este ano o encontro Alpha nacional é mais longe... Braga! Há 2 anos foi em Leiria, pareceu-nos longe, hesitámos mas fomos e valeu a pena!
No ano passado, um pouco mais longe, foi em Coimbra, também não nos arrependemos, foram conferencias muito interessantes!
Este ano Braga e com um espírito de conferencistas mais jovem... porque não? 
Quem quer/pode participar, sem duvida dias intensos com um entusiasmo contagiante!
Mais informação: http://portugal.alpha.org/enovar-principal/ 

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 4 – Tempo do Natal / 1ª Sexta-Feira

1 Jo 3, 7-10 / Slm 97 (98), 1.7-9 / Jo 1, 35-42

Mestre, onde moras?… Vinde ver. (Evang.)

Também podemos ser nós a levar Jesus a diferentes sítios. Onde é que o vamos levar hoje? Ou amanhã? Talvez possamos fazer um plano porque talvez saibamos que no nosso emprego, na nossa família, nos nossos amigos há este ou aquele que está a precisar de um elogio, de uma palavra amiga, de desabafar. Ou nós. Eu. Eu, leitor. Estou a precisar de uma palavra de encorajamento, uma palavra de firmeza. O leitor fale com Deus sobre isso.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 3 – Tempo do Natal

1 Jo 2, 29 – 3, 6 / Slm 97 (98), 1.3-6 / Jo 1, 29-34

Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do Mundo. (Evang.)

Cristo é o sacrifício vivo que tirou o pecado do mundo uma vez por todas. Mas o pecado permanece. E a graça salvífica de Cristo também. Na cruz, Cristo, vítima de expiação pelos nossos pecados, obteve do Pai, definitivamente, o perdão dos nossos pecados: tirou o pecado do mundo. E com esse gesto adquiriu, para nós, o dom da vida nova na graça. Mas, na terra, as forças do Mal e do Bem digladiam-se. Hoje, peçamos que a vitória do Bem chegue o mais depressa possível.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

OS VÍCIOS E VIRTUDES DA POLÍTICA QUE CONDICIONAM A PAZ

“A boa política está ao serviço da paz” foi o tema da Mensagem para o Dia Mundial da Paz, que se celebrou no dia 1 de janeiro de 2019. No texto divulgado a 18 dez 2018, o Papa sustenta que “a política pode tornar-se verdadeiramente uma forma eminente de caridade”, “se for implementada no respeito fundamental pela vida, a liberdade e a dignidade das pessoas”.

O Santo Padre enumera um conjunto de “virtudes humanas que subjazem a uma boa ação política” e nas quais “se podem reconhecer todos os políticos, de qualquer afiliação cultural ou religiosa, que desejam trabalhar para o bem da família humana”: “a justiça, a equidade, o respeito mútuo, a sinceridade, a honestidade, a fidelidade”.

A par das virtudes, Francisco fala também dos “vícios da vida política”, que “enfraquecem o ideal de uma vida democrática autêntica, são a vergonha da vida pública e colocam em perigo a paz social”.

Estes vícios, segundo o Papa, são “a corrupção – nas suas múltiplas formas de apropriação indevida dos bens públicos ou de instrumentalização das pessoas –, a negação do direito, a falta de respeito pelas regras comunitárias, o enriquecimento ilegal, a justificação do poder pela força ou com o pretexto arbitrário da 'razão de Estado', a tendência a perpetuar-se no poder, a xenofobia e o racismo, a recusa a cuidar da Terra, a exploração ilimitada dos recursos naturais em razão do lucro imediato, o desprezo daqueles que foram forçados ao exílio”.

Na Mensagem, Francisco condena a guerra, a proliferação descontrolada das armas e a estratégia do medo, assinalando que “manter o outro sob ameaça significa reduzi-lo ao estado de objeto e negar-lhe a sua dignidade”.

“Não são sustentáveis os discursos políticos que tendem a acusar os migrantes de todos os males e a privar os pobres da esperança”, afirma o Santo Padre, lembrando que “a paz baseia-se no respeito por toda a pessoa, independentemente da sua história, no respeito pelo direito e o bem comum, pela criação que nos foi confiada e pela riqueza moral transmitida pelas gerações passadas”.

Francisco defende que “a paz é fruto de um grande projeto político, que se baseia na responsabilidade mútua e na interdependência dos seres humanos”, mas também “um desafio que requer ser abraçado dia após dia”, de alma e coração, por cada ser humano.

Neste contexto, o Papa aponta três dimensões indissociáveis desta paz interior e comunitária:

- a paz consigo mesmo, rejeitando a intransigência, a ira e a impaciência e – como aconselhava São Francisco de Sales – cultivando “um pouco de doçura para consigo mesmo”, a fim de oferecer “um pouco de doçura aos outros”;

- a paz com o outro: o familiar, o amigo, o estrangeiro, o pobre, o atribulado..., tendo a ousadia do encontro, para ouvir a mensagem que traz consigo;

- a paz com a criação, descobrindo a grandeza do dom de Deus e a parte de responsabilidade que compete a cada um de nós, como habitante deste mundo, cidadão e ator do futuro.
Ler Mensagem 

Aniversário do nosso Pároco 29 Dez 2018



As maiores bênçãos para 2019 

Presépio - Colares


"É um escândalo ir à igreja e odiar os outros"

O papa Francisco afirmou durante sua primeira audiência geral de 2019, que é um "escândalo" ir à igreja e "odiar os outros".

A missa ocorreu esta manhã, dia 2, na Sala Paolo VI, no Vaticano. "Quantas vezes nós vemos o escândalo daqueles que vão à igreja, ficam o dia inteiro ali, todos os dias, e depois vivem odiando os outros ou falando mal das pessoas? Isso é um escândalo, vivem como ateus", acusou.

Segundo Francisco, se um fiel vai à igreja, deve "viver como filho e dar bom testemunho". "Há gente capaz de tecer orações ateias, sem Deus. Fazem isso para ser admirados pelos homens", acrescentou, dizendo também que muitos cristãos pensam que rezar seja "falar a Deus como um papagaio".

«Mundo falhou em proteger as crianças em 2018»

Os casamentos forçados, raptos e violações tornaram-se num padrão de atuação em muitos países em conflito. A UNICEF frisa que precisa de ser feito «muito mais» para «prevenir as guerras e acabar com os vários conflitos armados»


Os responsáveis pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) alertam para o facto do futuro dos mais pequenos estar em risco em países onde decorrem confrontos, em consequências das violações perpetradas pelas partes envolvidas. Manuel Fontaine, diretor de Programas de Emergência da UNICEF, refere em comunicado que os líderes mundiais falharam na responsabilização dos causadores destas violações: «O mundo falhou em proteger as crianças em 2018».

Segundo Manuel Fontaine, os menores que vivem em regiões onde decorrem confrontos estão a ser vítimas de extrema pobreza. O responsável da UNICEF lamenta o facto das partes envolvidas nos conflitos terem praticado atos cruéis, por muito tempo, com quase total impunidade, situação essa que «está a piorar». «Muito mais pode e deve ser feito para proteger e ajudar» crianças de Estados em guerra, que «estão a ser atacadas diretamente, usadas como escudos humanos, mortas, mutiladas ou recrutadas para combater», frisa Fontaine.

A existência de casamentos forçados, violações e raptos tornaram-se em 2018, segundo o diretor de Programas de Emergência da UNICEF, um padrão em conflitos na Síria, Iémen, República Democrática do Congo, Nigéria, Sudão do Sul e Mianmar. No Afeganistão «a violência e o derramamento de sangue ocorrem diariamente», com mais de 5 mil crianças a morrerem no primeiro semestre de 2018.

No nordeste da Nigéria, grupos armados, incluindo partes do grupo terrorista Boko Haram, utilizaram raparigas como «bombas humanas», forçaram-nas a tornarem-se esposas de combatentes e foram alvo de violações. Nos Camarões olha-se para o caso de «escolas, alunos e professores» que «são frequentemente atacados». Na República Centro-Africana deu-se uma agravação dos confrontos, colocando duas em cada três crianças a necessitarem de assistência humanitária.

Manuel Fontaine pediu aos Estados que cumpram as suas obrigações sob a lei internacional e que «parem imediatamente com as violações contra crianças e ataques contra infra-estruturas civis, incluindo escolas, hospitais e fontes de água». «Muito mais precisa de ser feito para prevenir as guerras e acabar com os vários conflitos armados que arrasam a vida das crianças de forma desastrosa (…) Ataques contra crianças nunca devem ser admitidos», sustenta o responsável. O diretor de Programas de Emergência da UNICEF apela para que as partes em confrontos sejam obrigadas a proteger as crianças, caso contrário «elas, as suas famílias e comunidades continuarão a sofrer as consequências, agora e por muitos anos».

Adoração ao SS.mo Sacramento

- QUINTA-FEIRA: 1ª do Mês - Adoração ao SS.mo Sacramento e Oração Vocacional no Mucifal às 18h00.

- SEXTA-FEIRA: 1ª do Mês - Adoração ao SS.mo Sacramento e Confissões na Igreja da Misericórdia às 18h15

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 2 – S. Basílio Magno e S. Gregório Nazianzeno (Memória)

1 Jo 2, 22-28 / Slm 97 (98), 1-4 / Jo 1, 19-28

Quem é o mentiroso senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? (1ª Leit.)

Em tempos tão conturbados como os nossos, em que nos fazem passar que todas as ideias valem desde que não sejam as tradicionais difundidas pelo homem, pior se for branco, pior se vier da civilização cristã ocidental, ainda pior se defender a família e a vida, é altura de se proclamar alto que Jesus é o Cristo, que o Papa é o nosso líder espiritual e que tudo isso tem implicações nos valores que defendemos e transmitimos aos nossos e "na rua". Peçamos a Deus que os cristãos (nós) se afirmem com dignidade e sem respeitos humanos.

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

TER, 1 – SANTA MARIA, MÃE DE DEUS (SOLENIDADE), E DIA MUNDIAL DA PAZ

Num 6, 22-27 / Slm 66 (67), 2-3.5-6.8 / Gl 4, 4-7 / Lc 2, 16-21

Iniciando um novo ano, 2019 depois de Cristo, celebramos a solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus. A reforma litúrgica do Concílio Vaticano II fez começar o ano civil festejando Nossa Senhora, simples criatura humana, que Deus assumiu como a sua própria Mãe no mistério da encarnação de Jesus Cristo.

A leitura do livro dos Números refere a mais famosa de todas as bênçãos contidas na Sagrada Escritura: «O Senhor te abençoe e te guarde. O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face e te seja favorável. O Senhor volte para ti os seus olhos e te conceda a paz». Esta fórmula foi ensinada pelo próprio Deus a Moisés, e era usada no templo como conclusão da liturgia diária. À sua semelhança, também terminam com uma bênção as nossas atuais liturgias eucarísticas. Esta fórmula sagrada nunca podia ser usada para amaldiçoar, como será hoje um abuso sacrílego utilizar expressões semelhantes para desejar mal a alguém.

Nos salmos, somos convidados repetidamente a bendizer a Deus: «Bendizei o Senhor, todos os servos do Senhor... Elevai as vossas mãos em oração e bendizei o Senhor» (134, 1-2). Assim respondemos aos benefícios que recebemos de Deus, explicitando a nossa consciência de tantas graças recebidas.

O povo de Israel esperava uma bênção bastante material, ligada às vitórias sobre os inimigos e à prosperidade no bem-estar. Mas, chegada a plenitude dos tempos, Deus ofereceu-lhe o seu próprio Filho. É no contexto litúrgico natalício que estamos celebrando o melhor presente de Deus à humanidade: Jesus Cristo.

Na vez em que S. Paulo se refere a Nossa Senhora, recorda que «Deus enviou ao mundo o seu Filho, nascido de uma mulher... para nos tornar seus filhos adotivos». É uma graça maravilhosa que devemos não só agradecer a Deus, mas também a Maria. Por Ela, nos tornámos filhos de Deus e, portanto, herdeiros da felicidade eterna que Ele nos quer oferecer.

No Evangelho encontramos os pastores, pessoas humildes e simples, a quem é concedido o privilégio de serem os primeiros a chegar à gruta de Belém e de encontrarem a sagrada família já com o Emanuel, Deus connosco nascido. Nada viram de extraordinário, mas uma pobre criança com Maria e José, tendo reconhecido a chegada do Messias salvador.

Aqui se diz que o Deus Menino é posto numa manjedoura. Na Eucaristia, o mesmo Jesus é-nos oferecido como alimento, tão nosso Se faz o Emanuel.

O evangelista Lucas sublinha a atitude contemplativa de Nossa Senhora: «Maria conservava todas estas palavras (dos pastores), meditando-as em seu coração». É a atitude inversa à superficialidade de quem se deixa submergir por factos e informações, sem ponderar por dentro a mensagem que está para além das fachadas e aparências. Muito temos a aprender com a fé simples dos pastores e com a profundidade espiritual de Maria.

Desde 1968, por decisão do Papa S. Paulo VI, se celebra o «Dia Mundial da Paz» no primeiro dia do ano. A paz continua a ser uma aspiração fundamental e urgente das famílias, povos e nações. Por intercessão de «Maria, Rainha da Paz», pedimos ao «Deus da Paz» que nos conceda a graça da paz.