domingo, 30 de julho de 2017

Por que algumas pessoas beijam as mãos dos padres?

Conheça o significado deste gesto

Este gesto de humildade teve origem nos tempos de Jesus. As crianças corriam para ele quando o viam, e os pais orientavam para que elas beijassem a mão dele. Jesus colocava suas mãos sobre as cabeças dos pequenos, pedindo que Deus os abençoasse. Depois, ficou o costume de beijar as mãos dos apóstolos, continuando até hoje com os padres, seus sucessores.

Mãos consagradas

É costume sempre ao fim de uma ordenação sacerdotal que os fiéis se aproximem dos novos padres e beijem as mãos deles, porque elas acabaram de ser consagradas.

Durante a consagração dos óleos, na Sexta-feira Santa, derrama-se perfume sobre eles. Com este perfume, o Crisma tem um novo odor, o bom odor de Cristo, de que fala São Paulo.

As mãos de um padre foram consagradas pelos óleos do Crisma. Além disso, elas administram o poder e a graça de Deus na Eucaristia, o perdão dos pecados e a transmissão dos sacramentos. Por isso é que se beija a mão do sacerdote, porque essa mão está cheia do poder de Deus.

Sábia lição

O padre José Rodrigo López Cepeda conta que, quando chegou ao México, foi nomeado vigário de uma zona rural e visitava 24 comunidades dedicadas às atividades do campo.

No primeiro ano, foi convidado por sr. Nicanor – um fazendeiro de intensos olhos azuis e pele branca – para conhecer sua propriedade. Ele já tinha mais de 60 anos, mas seu físico, acostumado ao trabalho, era o de um homem jovem e forte. Na fazenda, era respeitado por sua prudência e sabedoria empírica.

O padre José Rodrigo não se esquece da primeira vez que se aproximou dele e estendeu a mão.  “Eu o cumprimentei como faria com qualquer outra pessoa, mas ele fez um gesto que logo eu tratei de evitar”.

É que sr. Nicanor quis beijar a mão do padre. Com força, o sacerdote quis impedir. Talvez porque tenha vindo da Espanha, onde toda forma de clericalismo mudou, devido à indiferença e até à rejeição aos religiosos.

Mas, sem pensar, sr. Nicanor pegou fortemente na mão do padre, levou-a à boca e a beijou. Logo, ele olhou nos olhos do sacerdote e disse com certa autoridade na voz: “Não beijo você. Beijo o Senhor, através de suas mãos consagradas”.

Artigo publicado originalmente por Catholic.net, traduzido e adaptado ao português

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Vaticano: Papa apela à «moderação» e ao diálogo entre israelitas e palestinos

Foto: Lusa
Francisco deixa mensagem por causa das «graves tensões» em Jerusalém 
Cidade do Vaticano, 23 jul 2017 (Ecclesia) – O Papa Francisco apelou hoje ao diálogo entre israelitas e palestinos, alertando para as “graves tensões” dos últimos dias em Jerusalém.
“Sinto a necessidade de lançar um forte apelo à moderação e ao diálogo”, disse, perante milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro para a recitação do ângelus.
Francisco referiu seguir com “estremecimento” as tensões e a “violência destes dias” em Jerusalém, onde as autoridades israelitas montaram um apertado esquema de segurança após ataques contra a polícia, a 14 de julho.
O acesso à Mesquita de Al-Aqsa está condicionado, não tendo o espaço recebido as orações de sexta-feira pela primeira vez em 48 anos.
O Papa convidou todos a unir-se a ele na oração, “para que o Senhor inspire “propósitos de reconciliação e de paz” na região.
O ângelus é o único compromisso público de Francisco durante o mês de julho.
Na sua catequese desta manhã, o pontífice rejeitou a ideia de uma “Igreja de puros” que julga antes do tempo “quem está no Reino de Deus” ou não.
“O bem e o mal não se podem identificar com territórios definidos ou determinados grupos humanos”, os “bons” e os “maus”, advertiu.
“Somos todos pecadores”, acrescentou.
O Papa Francisco defendeu a necessidade de aprender “os tempos de Deus” e o seu “olhar” sobre a realidade, numa “perspetiva de esperança”.
“Que a Virgem Maria nos ajude a captar na realidade que nos rodeia não só a sujidade e o mal mas também o bom e o belo; a desmascarar a obra de Satanás e sobretudo a confiar na ação de Deus que fecunda a história”, concluiu.
Como habitualmente, o Papa despediu-se com votos de “bom domingo” e “bom almoço” para os peregrinos e visitantes reunidos na Praça de São Pedro, pedindo a oração destes por si.
OC

domingo, 23 de julho de 2017

Mucifal - Festas Populares

Hoje domingo, 23 de Julho às 16h00 - Procissão em Honra de Nossa Sra das Dores, seguida de missa no Complexo Desportivo

Atenção, hoje não há missa ás 19h30 em Colares

domingo, 16 de julho de 2017

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Santarém: Programa pastoral inclui «maior integração eclesial dos divorciados a viver em nova união»

 Jovens e família estão no centro das atenções

Santarém, 11 jul 2017 (Ecclesia) – O bispo de Santarém, D. Manuel Pelino, publicou esta terça-feira, uma nota pastoral com as linhas programáticas para o próximo ano que vai colocar no centro os jovens e a família.

“Uma primeira direção é a preparação do Sínodo sobre «Os jovens, a fé e o discernimento vocacional»” e a outra prioridade “é continuar a aplicação da Exortação Apostólica «A Alegria do amor»”, lê-se na nota pastoral de D. Manuel Pelino enviada à Agência ECCLESIA.

Apoiar a família na transmissão da fé, designadamente “pela prática das propostas do programa de catequese” e uma “maior integração eclesial dos divorciados a viver em nova união” é uma aposta do programa pastoral de 2017-18 porque a Exortação Apostólica abre “caminhos novos e temos alguns critérios para dar passos seguros nesta área”.

A preocupação pelos jovens “não pode deixar para trás o cuidado pela família”, mas antes, deve “prepará-los e motivá-los para assumir com empenho esta vocação”, escreveu o bispo de Santarém.

Tanto a preparação do Sínodo sobre os jovens como o acompanhamento da família, só poderão “alcançar eficácia com uma ação bem conjugada e o potenciamento de todas as sinergias, ou seja, com um estilo sinodal”, sublinha o documento.

D. Manuel Pelino reconhece que existem “muitos movimentos e serviços dedicados aos jovens e à família” mas, por vezes, “cada um opera isolado no seu campo”.

“Para vencer o intimismo e a subjetividade que, por vezes, empobrecem a vida cristã”, o bispo de Santarém pede para que se cultive “a espiritualidade bíblica, litúrgica e mistagógica”.

LFS

Azoia - Quinta-feira, 13 de Julho 2017

domingo, 9 de julho de 2017

Parabéns, D. Jorge Ortiga

Hoje, D. Jorge Ortiga comemora as bodas de ouro sacerdotais e a Arquidiocese de Braga vai comemorar os 50 anos de serviço durante uma semana. O programa começa com ordenações diaconais, pelas 15h30, na cripta da Basílica do Sameiro.


Primeiro sintonize a televisão pelas 13h30 no programa ‘70x7’, na RTP 2. A Agência ECCLESIA esteve na cidade dos arcebispos a conversar com D. Jorge Ortiga. A não perder.
Mas a Igreja Católica em Portugal está em festa todos os dias que um sacerdote ou um diácono celebra mais um aniversário de ordenação. O Anuário Católico online tem um separador dedicado aos aniversários natalícios e às ordenações.
Desenho: Adão Silva, cartunista do jornal Diário do Minho
Texto: Carlos Borges

Tesouros revelados a Lisboa

Lisboa |Convento da Graça
foto por CM Lisboa
Desde o passado dia 1 de julho é possível visitar a portaria, a sala do Capítulo e aquele que é considerado “um dos mais bonitos claustros da cidade” de Lisboa, no Convento da Graça. As obras de conservação e restauro, num investimento de 420 mil euros, foram realizadas no âmbito do protocolo entre a Câmara Municipal de Lisboa, a Fábrica Paroquial da Freguesia de Santo André-Graça e a Real Irmandade de Santa Cruz e Passos da Graça. O Cardeal-Patriarca, D. Manuel Clemente, reconheceu a importância para a cidade da abertura deste espaço aos cidadãos e agradeceu o esforço e o empenho da autarquia na concretização do projeto.

Juventude convocada para o Jubileu Jovem

‘O segredo da Paz, o caminho do coração’ é o tema do Jubileu Jovem que o Santuário de Fátima está a promover, nos dias 9 e 10 de setembro, para celebrar o Centenário das Aparições de Nossa Senhora. O JubJovem 2017 pretende “celebrar o acontecimento e descobrir na Mensagem de Fátima uma proposta de espiritualidade para os jovens do século XXI”, aponta um comunicado, salientando que esta peregrinação juvenil quer também “permitir que os seus participantes descubram algo do segredo de si mesmo que ainda não conhece, e que só Deus lhe revelará, de modo a alcançar a Paz”.

Informações: www.jubjovem.fatima.pt

sábado, 8 de julho de 2017

Muitas cimeiras… Poucos resultados

Está a decorrer na cidade alemã de Hamburgo, a cimeira do G20… Os países poderosos comandam os destinos do globo. Todavia, as decisões não podem estar dependentes do estado de humor de alguns líderes políticos. A turbulência mundial e as brincadeiras nucleares de alguns países limitam os resultados. É caso para dizer: menos cimeiras e mais trabalho de campo.
Sempre atento aos mais desprotegidos, o Papa Francisco enviou uma mensagem à cimeira do G20 e pediu aos responsáveis políticos uma «prioridade absoluta» para os mais pobres e os refugiados na política internacional «Há necessidade de dar prioridade absoluta aos pobres, aos refugiados, aos que sofrem, aos deslocados e aos excluídos, sem distinções de nação, raça, religião e cultura, bem como de rejeitar os conflitos armados”, refere um texto divulgado pela sala de imprensa da Santa Sé.

Detalhes que expressam nossa profunda devoção

A Fé Explicada | Jul 07, 2017

Observo em praticamente 99% das comunidades que visito, quando o padre fala o nome da Virgem Maria na missa, quase ninguém inclina a cabeça. Provavelmente por falta de conhecimento litúrgico , os poucos que inclinam são os acólitos. As vezes nem o próprio sacerdote inclina.

A inclinação quer expressar “a reverência e a honra que se atribuem às próprias pessoas ou aos seus símbolos” (Pe. Aldazábal – Presidente do Centro Pastoral de Barcelona) .

A instrução do Missal romano nos ensina que devemos fazer inclinação da cabeça quando o sacerdote fala :

“A Virgem Maria, Mãe de Deus…”
“Por nosso Senhor Jesus Cristo..”
“… vos abençoe em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”
OBS 1: Na bênção final , todos devem se inclinar, mesmo sem o padre ou diácono mandarem.

“Se for usada a oração sobre o povo ou a fórmula da bênção solene, o diácono diz: inclinai-vos para receber a bênção. Dada a bênção pelo sacerdote… ” (IGMR 185).

OBS 2: Lembrando que na Missa de Paulo VI (pós-concilio) não se pode ajoelhar-se para receber a bênção final, como é na Missa tridentina.

(via Fé Explicada)

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Colares - Sexta-feira dia 07 de Julho de 2017

Mucifal - Hoje Quinta-feira dia 06 de Julho de 2017

Passeio Paroquial - 2017

No passado dia 29 de Junho de 2017 a Paróquia de Colares realizou o seu já tradicional passeio.
Este ano com destino a Tomar, passando por Vila Nova da Barquinha e Almourol.


Na Barquinha visitamos o Barquinha Parque, que foi inaugurado em Julho de 2005. Desde essa data tornou-se num ícone de Vila Nova da Barquinha, sendo hoje um local de eleição dos habitantes do concelho e da região para passar os seus tempos livres. Projectado pela dupla de Arquitectos Paisagistas – Hipólito Bettencourt e Joana Sena Rego, conquistou o Prémio Nacional de Arquitectura Paisagista 2007, na categoria "Espaços Exteriores de Uso Público", embora houvesse muito mais para visitar o tempo escasseava, em Almourol o barco esperava-nos para nos levar até ao Castelo Medieval de Almourol,
À época da Reconquista cristã da península Ibérica, quando esta região foi ocupada por forças portuguesas, Almourol foi conquistado em 1129 por D. Afonso Henriques (1112-1185). O soberano entregou-o aos cavaleiros da Ordem dos Templários, então encarregados do povoamento do território entre o rio Mondego e o Tejo, e da defesa da então capital de Portugal, Coimbra.
Nesta fase, o castelo foi reedificado, tendo adquirido, em linhas gerais, as suas atuais feições, características da arquitectura templária: espaços de planta quadrangular, muralhas elevadas, reforçadas por torres adossadas, Tinham 9 torres e uma mais alta e na janela virada a nascente tem uma cruz dos templários. Dominadas por uma torre de menagem. Uma placa epigráfica, colocada sobre o portão principal, dá conta que as suas obras foram concluídas em 1171, dois anos após a conclusão do Castelo de Tomar, edificado por determinação de Gualdim Pais, filho de Paio Ramires. As mesmas características arquitectónicas estão presentes também no Castelo de Idanha, no de Monsanto, no de Pombal, no de Tomar e no de Zêzere, seus contemporâneos.
Sob os cuidados da Ordem, constituído em sede de uma Comenda, o castelo tornou-se um ponto nevrálgico da zona do Tejo, controlando o comércio de azeite, trigo, carne de porco, frutas e madeira entre as diferentes regiões do território e Lisboa. Acredita-se ainda que teria existido uma povoação associada ao castelo, em uma ou em ambas as margens do rio, uma vez que, em 1170, foi concedido foral aos seus moradores.
Com o avanço da reconquista para o sul e a extinção da Ordem dos Templários em 1311 pelo Papa Clemente V durante o reinado de D. Dinis (1279-1325), a estrutura passou para a Ordem de Cristo, vindo posteriormente a perder importância, tendo sofrido diversas alterações.
Ver album:

Chegados a Tomar pelas 13h00 dirigimo-nos ao restaurante “Casa Matreno & Casa das Ratas” onde nos esperava um reconfortante almoço. Seguiu-se uma visita guiada a esta magnífica cidade templária. Fundada em 1157 por Gualdim Pais, o primeiro Grão-mestre da Ordem dos Templários em Portugal, a cidade é dominada pelo castelo do séc. XII que contém o famoso Convento de Cristo. O centro da cidade é formado por ruas estreitas, a mais importante das quais conduz à Igreja gótica de São João Batista, do século XV, que possui um elegante portal manuelino rematado por um coruchéu octogonal, um púlpito esculpido em pedra e pinturas do séc. XVI das quais se destaca uma Última Ceia de Gregório Lopes. À volta desta igreja, desenrola-se em Julho, de 2 em 2 anos ou de 3 em 3 anos, a espetacular Festa dos Tabuleiros, de origem pagã, em que as raparigas de branco transportam à cabeça tabuleiros com pães e flores. Esta celebração tem origens semelhantes às da festa do Espirito Santo que acontece nos Açores. Na zona antiga de Tomar ergue-se também uma das mais antigas sinagogas de Portugal, do século XV. Depois de D. Manuel I banir os judeus, esta tornou-se prisão, palheiro e armazém. Hoje abriga um pequeno museu: o Museu Luso-hebraico de Abraham Zacuto (astrónomo e matemático do séc. XV). Não houve tempo para visitar mais a sul a igreja de São Francisco do séc. XVII, onde se encontra hoje o Museu dos Fósforos, que se orgulha de ter a maior coleção do género: 43.000 caixas de fósforos de 104 países. Dirigimenos ao autocarro que nos levou para continuar-mos a visita pelo inevitável Convento de Cristo. Fundado em 1162 por Gualdim Pais, conserva ainda hoje recordações desses monges-cavaleiros e dos seus herdeiros no cargo, a Ordem de Cristo. Aqui se destacam a Charola, o Grande Claustro, a Janela Manuelina, o Claustro do Pão, a Igreja Manuelina, o Claustro do Cemitério, o Claustro da Lavandaria, a Torre de Menagem, o Claustro dos Corvos, o Aqueduto e o Castelo Templário. Concluída a visita, regressamos ao autocarro, para seguirmos para a margem leste do rio Nabão, onde se situa a Igreja de Nossa Senhora do Olival do séc. XIII. Restaurada, diversas vezes, esta igreja preserva a sua fachada gótica e uma rosácea. No seu interior encontram-se os túmulos de Gualdim Pais e de outros mestres templários. À época dos Descobrimentos, tornou-se na Igreja-mãe dos Marinheiros
Foi nesta bonita e bem conservada Igreja que o nosso Pároco celebrou a Santa Missa do dia de São Pedro. De volta ao autocarro para o inevitável regresso à nossa Paróquia.

Ver album:

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Fátima Missionária

Fátima Missionária
Texto F.P. | Foto Lusa | 03/07/2017 | 15:06

Papa: «A fome e a desnutrição não são fenómenos naturais»
A situação difícil em que se encontram milhões de pessoas em todo o mundo resulta de uma complexa condição desenvolvimento, causada pela inércia ou pelo egoísmo, considera Francisco

O Papa Francisco alertou esta segunda-feira, 3 de julho, que «as guerras, o terrorismo e os deslocamentos forçados não são fruto da fatalidade, mas consequência de decisões concretas» e pediu à comunidade internacional que use a solidariedade como um critério inspirador em qualquer forma de cooperação. 

«Todos estamos conscientes de que não basta a intenção de garantir a todos o pão quotidiano, mas que é necessário reconhecer que todos têm direito a ele e que devem, portanto, beneficiar-se do mesmo. Se os contínuos objetivos propostos permanecem distantes, isso depende da falta de uma cultura da solidariedade e de atividades internacionais que ficam ligadas somente ao pragmatismo das estatísticas» sublinhou o Pontífice, numa mensagem enviada aos participantes da 40ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), que se iniciou em Roma, Itália.

Para Francisco, quando um país não é capaz de oferecer respostas adequadas à desnutrição devido a seu grau de desenvolvimento, às suas condições de pobreza, mudanças climáticas ou insegurança, é necessário que a FAO e as demais instituições intergovernamentais possam ter a capacidade de intervir especificamente para empreender uma adequada ação solidária.

«A partir da consciência de que os bens que Deus Criador nos entregou são para todos, é urgente que a solidariedade seja o critério inspirador de qualquer forma de cooperação nas relações internacionais». A fome e a desnutrição «não são fenómenos naturais ou estruturais de determinadas áreas geográficas, mas o resultado de uma complexa condição de desenvolvimento, causada pela inércia de muitos ou pelo egoísmo de poucos», referiu o Papa.

A reunião magna da FAO decorre até 8 de julho e tem como principal objetivo a análise e votação do programa de trabalho proposto pelo diretor-geral da organização, José Graziano da Silva, relacionado com a alimentação e agricultura.