quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Catequese.net "Ide e ensinai"

Caros catequistas,

já disponível em www.catequese.net


1. Catequeses da Fé
O Secretariado Nacional da Educação Cristã, através dos departamento de formação/edições e do departamento de catequese acaba de lançar o livro "Catequeses da Fé".
Este novo recurso tem como objetivo primeiro "ajudar a complementar os textos do itinerário catequético" e ajudar a preparar os adolescentes para a profissão de fé. O livro propõe um caminho em seis etapas "ligadas por um tema comum que o autor chama de tesouro da fé guardado numa grande caixa do tesouro que se desdobra e reparte por lugares e tempos em que cada um guarda os tesouros descobertos em cada encontro de catequese.
Disponível nas Livrarias Diocesanas em todo o País.
Veja algumas páginas de exemplo do novo recurso aqui.
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2. Catequese: Interdiocesano da zona centro
O 42º Encontro Interdiocesano de Catequistas da Zona Centro, que reúne em Fátima catequistas das dioceses de Leiria-Fátima, Lisboa, Portalegre - Castelo Branco, Santarém e Setúbal, decorrerá nos dias 1 e 2 de março, no Centro Catequético, com o tema «Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida».
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3.Retiro Diocesano de Catequistas - Fátima
No documento "Orientações para a Catequese Atual" a conferência Episcopal Portuguesa lembra a necessidade dos catequistas"aprofundarem cada vez mais a sua formação pedagógica, doutrinal e espiritual".
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4. Curso de Iniciação em São João das Lampas
A Paróquia de São João das Lampas vai receber, a partir do próximo dia 7 de fevereiro, pelas 21h00, mais uma edição do curso de iniciação para catequistas.
O curso vai desenvolver-se nos dias 7,8, 14 e 15 de fevereiro.
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Votos de continuação de bom trabalho!

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

A Igreja em Portugal e no mundo: síntese de 27.1.2014 

Taizé

Praga: o próximo Encontro Europeu terá lugar no final de Dezembro na República Checa

No dia 30 de Dezembro, na Catedral de Estrasburgo, o irmão Alois anunciou que o próximo Encontro Europeu de Jovens terá lugar de 29 de Dezembro de 2014 a 2 de Janeiro de 2015: «Vai reunir-nos numa cidade que está localizada bem no centro da Europa, a cidade de Praga.»
O Arcebispo de Praga, Cardeal Duka, e o Presidente do Conselho Ecuménico das Igrejas checas, Pastor Fajfr, vieram a Estrasburgo especialmente para este anúncio.

Taizé: a caminho de 2015 «rumo a uma nova solidariedade»

Em Estrasburgo foram anunciados os encontros que vão marcar o ano 2015 em Taizé, centrados no 75º aniversário da comunidade e no 100º aniversário do nascimento do irmão Roger. O ano de 2015 será também o culminar de uma reflexão de quatro anos, que tem associado jovens de todos os horizontes e de diferentes continentes. Há uma diversidade de igrejas e de rostos que continuam a reunir-se, numa procura comum face ao chamamento de Cristo, preparando-se para o encontro rumo a uma nova solidariedade de 2015.

Oração

Jesus Cristo, luz interior, é olhando para ti e reunindo-nos em teu nome que a tua Igreja cresce na unidade. Concede que amemos a fidelidade e que caminhemos para ti. Tu guias os nossos passos no caminho da paz..
Cristãos e judeus, crentes de boa memória
O Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto é um momento privilegiado de ética partilhada, uma ocasião que a humanidade se dá para exercitar o discernimento entre o que é bem e o que é mal, para reconhecer que nas negras épocas de barbárie, a responsabilidade das próprias ações – e dos pensamentos que as movem – é pessoal. Um dia, por isso, em que faz bem a todos recordar: a quem pretenderia esquecer, porque a dor sofrida é demasiado grande, e a quem pretenderia fazer-se esquecer, porque foi cúmplice dessa dor. E recordar faz bem igualmente, e sobretudo, a quem não viveu o inferno da Shoah, nem diretamente nem através de pessoas queridas. «Fazer memória em conjunto» significa também admitir que infelizmente, por mais de 19 séculos, a atitude dos cristãos quanto aos judeus foi modelada pela emulação, pela condenação, pelo desprezo, pela perseguição, ou seja, foi um antijudaísmo que perdurou, nunca contradito de forma decisiva por parte das instituições, dos magistérios, das vozes autorizadas das diversas Igrejas.
Que as lágrimas do Holocausto se convertam em compromisso para que o horror não se repita: Papa evoca Dia da Memória
O papa Francisco enviou uma carta ao rabino Abraham Skorka, seu amigo desde o tempo em que habitava em Buenos Aires, onde expressa o desejo de que as lágrimas causadas pelo Holocausto se convertam em compromisso para que acontecimentos semelhantes não se repitam. A missiva vai ser lida na tarde desta segunda-feira, em Itália, durante o concerto “Os violinos da esperança”, organizado para recordar as vítimas da “Shoah”, revela a Rádio Vaticano. O público, escreve Francisco, vai ouvir música de Vivaldi, Beethoven e outros grandes compositores, «mas o coração de cada um dos presentes sentirá que por trás do som da música vive o som silencioso das lágrimas históricas, lágrimas daqueles que deixam traços na alma e no corpo dos povos».
Papa Francisco pede à Igreja para não ter medo de se misturar com os «gentios»
O papa Francisco afirmou hoje, no Vaticano, que os católicos não devem ceder à tentação de se isolar do mundo, como se estivessem refugiados numa fortaleza, e lembrou que Cristo escolheu pessoas e lugares da periferia para começar a sua missão. A Igreja encontra-se hoje numa situação análoga: «Também nós estamos imersos a cada dia numa “Galileia dos gentios”, e neste contexto podemos ter medo e ceder à tentação de construir recintos para estar mais seguros, mais protegidos». «Mas Jesus ensina-nos que a Boa Nova, que Ele traz, não é reservada a uma parte da humanidade, é para comunicar a todos. É um anúncio feliz destinado a quantos o esperam, mas também a quantos talvez não esperam mais nada e não têm sequer a força de procurar e de pedir», assinalou. Ao partir de uma região remota, Jesus «ensina que ninguém é excluído da salvação de Deus», que «prefere partir da periferia, dos últimos, para chegar a todos», o que impõe à Igreja «sair da própria comunidade e ter a coragem de chegar a todas as periferias».

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Casais de Santa Maria - Nacional

A Assembleia Interdiocesana reunida ontem (25-01-2014)
em Fátima confirmou a data de 17 de Maio para o Encontro Nacional do Movimento
Sob o lema "REZAR REUNIR E REFLECTIR" pretendemos criar uma nova dinâmica a partir da consciência do Movimento na actualidade.
«É preciso chegarmos a velhos para que o Estado faça pouco de nós»
Durante a minha vida profissional, ninguém me explicou a eventualidade de, um dia, um Governo português decidir diminuir a pensão a que teria direito quando cumprisse os 65 anos e por ter sido honesto nas minhas obrigações, com o privilégio de ter trabalhado em empresas cumpridoras. Pensava, ingenuamente, que o Governo, a ser democrático, como tanto desejava, seria pessoa de bem. Foi uma ilusão, que tenho pago caro, ter sido tão ingénuo! Puro engano! Acreditei de boa fé na seriedade e fiabilidade dos compromissos e, afinal, tenho vindo a ser esbulhado na minha pensão, com sacrifícios que pesam – e isso ainda me faz sofrer mais – na vida de tantos reformados, alguns dos quais, da minha geração, estão a ser o suporte de retaguarda de filhos desempregados e de netos que crescem para a vida.

domingo, 26 de janeiro de 2014

Papa Francisco lança apelo ecuménico: «Se não rezamos uns pelos outros, a unidade não virá»
O papa Francisco concluiu hoje em Roma a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, tendo afirmado a membros de Igrejas cristãs e comunidades eclesiais que a reconciliação não acontecerá como «um milagre no fim», mas após um «caminho» conjunto. «Se não rezamos uns pelos outros, a unidade não virá», vincou o papa na oração litúrgica de Vésperas, que celebrou na Basílica de S. Paulo Fora de Muros, no dia em que se assinala a conversão do denominado apóstolo dos gentios, refere o site “Vatican Insider”. As divisões na Igreja não são um fenómeno «inevitável», acentuou Francisco, para quem «a perfeita união entre os irmãos» não «poderá ser fruto de estratégia humana» mas apenas tendo como referência «o pensamento e os sentimentos de Cristo».

Partilha


Ao  visitar o mar (uma das minhas paixões ), eis que vi esta maravilhosa faixa de luz... rompendo as escuras nuvens... É  verdade, veio-me ao pensamento as leituras bíblicas deste domingo. Tal como o sol rompe as nuvens, assim Jesus, cheio de Luz, rompe as trevas do A.T. e chega até nós, tal o profeta Isaías falou. Tanta LUZ Senhor! É Mateus (4,15-16) que se cruza com Isaías (8,23- 9,1)! A LUZ que ilumina a Galileia é Jesus! E a grande novidade é Jesus que podemos te-Lovo em nós.
É no contexto desta passagem que Jesus inicia a sua Vida pública, após a morte de João Batista. Reparei que é na periferia da cidade, na Galileia dos pagãos, o local que Jesus escolhe  para início de pregação   e não na grande cidade de Jerusalém , local propicio para o anúncio de um reino (Mt 4,15). Porquê Jesus? Foi com  eles, os marginalizados, que quisesse começar ...
"Convertei-vos...." as  Suas Palavras
iniciam o convite que mais tarde se vão completando com "Segue-me.." ," Vem" e "Ide".
Há 2000 anos, caminhando na areia da praia, foram as  palavras com que tocaste o coração  dos simples pescadores e, que hoje, se repetem para nós . 
Jesus continua caminhando pelas nossas estradas e praias à  nossa procura...
É Jesus que nos procura ... é Jesus que vem ao nosso encontro! É Jesus, a grande Luz, que quer romper, hoje, as trevas do nosso coração como outrora anunciado por Isaías e Mateus. És o mesmo Deus, de ontem, de hoje e de amanhã!  Por vezes  estamos distraídos...e nem Te vimos! Passa de novo, Jesus, pela nossa praia, levanta-nos para que possamos acolher-Te em nós !
Eu quero ser, à  semelhança da  nuvem que me levou a pensar em Ti, trespassada pela Tua Luz!

Foi apenas a partilha de uma fotografia da minha Praia.
Santo Dia do Senhor. ana saldanha (elemento da Equipa Casais Stª Maria/Colares)

sábado, 25 de janeiro de 2014

Casais de Santa Maria - Nacional

Um esposo foi visitar um sábio conselheiro, disse-lhe que já não amava sua esposa e que pensava em separar-se. O sábio escutou-o, olhou-o nos olhos e apenas lhe disse: - Ame-a. 
E logo se calou. 
- Mas, já não sinto nada por ela, retorquiu o esposo 
- Ame-a, disse-lhe novamente o sábio. 
E diante do desconcerto do esposo, depois de um breve silêncio, acrescentou: 
- “Amar é uma decisão, não um sentimento; amar é dedicação e entrega. Amar é um verbo e o fruto dessa ação é o amor. O amor é um exercício de jardinagem: arranque o que faz mal, prepare o terreno, semeie, seja paciente, regue e cuide. Esteja preparado porque haverão pragas, secas ou excessos de chuvas, mas, nem por isso abandone o seu jardim. Ame seu par, ou seja, aceite-o, valorize-o, respeite-o, dê afecto e ternura, admire e compreenda-o. Isso é tudo. Ame!

Casais de Santa Maria - Nacional

III domingo do tempo comum – Ano A
Evangelho – Mt 4,12-23

Comentário breve
"Arrependei-vos" – estas são as primeiras palavras da pregação de Jesus Cristo. Um convite à acção no seguimento de Deus que se "abaixou" para trazer ao homem fechado sobre si próprio, portanto na escuridão do seu pecado, um luz capaz de iluminar todos os recantos da vida.
Chegou o tempo da acção pessoal. De também cada um de nós fazer uma peregrinação, sobretudo do coração, mas também no contexto concreto dos nossos dias para, operada a mudança, a propor aos irmãos, nas conversas, no encontros, em todas as ocasiões que se nos apresentem, para testemunhar o Reino que vem.
Mateus cuidou da "cenografia" onde coloca Jesus para o início do anúncio. O Mestre desloca-se para uma nova terra, próxima da água, aberta a um mundo novo fruto do seu porto de mar, capaz de receber facilmente gente de outras paragens – sugere o aparecimento de uma vida nova, promessa renovada para o homem.
No meio das nossas vidinhas, com tantas marcas de pecado, Jesus, quando menos esperamos, propõe-se-nos a fim de nos retirar desse Inverno e dar a bela luz da Esperança.
A resposta ao projecto de Deus, no levar ao mundo uma nova dinâmica passa sempre pela compaixão. Sobram discursos sobre justiça, igualdade, fraternidade... Se não formo capazes de uma ajuda prática aos mais desgraçados da terra o mundo não pode ser mais humano, muitos menos reflectir a luz do Reino.
Esta dinâmica do Reino arrasta consigo o reconhecimento da dignidade dos últimos. Temos que imprimir à história uma nova direcção focada nos que não vivem a dignidade de Filhos.
Finalmente, dar impulso a um processo de cura que possa libertar a humanidade de tudo o que a destrói e degrada. Decisivo é construir uma convivência para a maior felicidade para todos.
Esta "herança" de Jesus é compromisso para cada homem e mulher, chamados à Igreja e a esta família, cumprirem sem mais demoras ou desculpas, deixando tudo o resto para trás.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Ciúme e inveja são venenos que matam a alegria e a Igreja, considera papa Francisco
O papa Francisco vincou esta quinta-feira, na missa a que presidiu no Vaticano, que o ciúme, a inveja e as murmurações destroem as relações entre os cristãos e prejudicam a Igreja. «Uma comunidade cristã, quando sofre – alguns dos seus membros – de inveja, de ciúme, acaba por se dividir: um contra o outro. Este é um veneno forte», afirmou Francisco, citado pela Rádio Vaticano. No coração de uma pessoa atingida pelo ciúme e pela inveja ocorrem «duas coisas caríssimas», a começar pelo azedume: «A pessoa invejosa, a pessoa ciumenta, é uma pessoa amarga: não sabe cantar, não sabe louvar, não sabe o que é a alegria, olha sempre para “o que aquele tem e eu não tenho”». O segundo comportamento daninho é dizer mal dos outros: Porque este não tolera que aquele tenha algo, a solução é rebaixar o outro, para que eu seja um pouco mais alto. E o instrumento são as murmurações».

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Atenção Jovens "Dia da Defesa Nacional"

Esta informação que divulgamos por ser de grande importância para os jovens, foi retirada do Noticias de Colares. ( http://freguesiacolares.blogspot.pt/ )

Balcão Único da Defesa
Estrada da Luz, n.º 153
1600-153 Lisboa
Tel: 213 804 200
Horário de Atendimento:
Segunda-Feira a Sexta-Feira das 09h00 às 18h00

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Partilha

Hoje, dia 22 de Janeiro  temos na Igreja Católica a Solenidade de São Vicente, padroeiro do Patriarcado de Lisboa, pelo que o Sr. Patriarca presidirá, pelas 19h, na Sé de Lisboa, à Eucaristia. Uma forma de nos unirmos todos à "volta da Mesa" para, em conjunto, celebrarmos, em Acção de Graças, também a graça deste diácono mártir ter passado pelas nossas terras deixando-nos marcas de Esperança. Claro, aos nossos antepassados, mas que chegam sempre até nós pela passagem do testemunho. 
Vicente era natural de Huesca (Espanha), descendendo de uma ilustre família. Foi arquidiácono em Saragoça.
Perseguido por Dioclaciano, no ano 303, foi preso e torturado, em Valência. É proclamado padroeiro de Lisboa em 1173, aquando da transferência das suas relíquias do Algarve para uma Igreja fora das muralhas de Lisboa, hoje denominada pela nossa tão conhecida Igreja de S. Vicente de Fora (onde hoje fica o Patriarcado)

Vou-vos deixar com esta frase de S. Francisco de SAles: " O pedido mais importante que devemos fazer a Deus é a união da nossa vontade com a d'Ele".
É uma verdade! Eu por mim, costumo dizer: que a vontade d'Ele seja a minha e se isso não acontecer, que eu saiba aceitar a d' Ele.

Despeço-me desejando que a Santa Maria vos acompanhe.

ana saldanha (elemento da Equipa Casais Stª Maria/Colares)

CUSQUICES - CONTINUAÇÃO SEMANA PASSADA OITAVÁRIO DE ORAÇÃO.

Continuando....
1964- Decreto sobre Ecumenismo do Vat II.
2004- Acordo pelo qual os textos de Oração pela Unidade dos Cristãos serão publicados e produzidos no mesmo formato  por FÉ e Ordem  e pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos (Igreja Católica).
2008- Comemoração do centésimo aniversário  da Semana de Oração  pela Unidade dos Cristãos. 
2014- Rezemos, abramos o n/coração a Jesus, através do irmão e, sobretudo, saibamos aceitar o outro que por nós passa, que é pessoa como nós... mas que é diferente!
Tudo começa por nós (p/mim), até mesmo o Amor  que o Senhor Jesus nos veio ofertar. Começa por mim a aceitação, ou não, porque tudo  parte d' Ele. Ele É a FONTE! Ele veio (vem) ao nosso encontro! Ele é o Senhor do Encontro, que nos aceita com as nossas fragilidades, incertezas, infidelidades e que nos pede que façamos o mesmo....
Nesta semana vou-me esforçar para rezar com gestos na vida diária, pois rezar pelos que estão longe... é mais fácil...
BOA SEMANA, se não rezarmos, tiremos uns segundos do n/dia, ou semana, para termos presente
a crescente desunião que cresce no mundo, traduzida em sinais de violência, em e com qualquer tipo de violência.
Que DEUS nos ajude, ana saldanha (elemento da Equipa Casais Stª Maria/Colares)

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Catequese

Meus queridos Jovens da Paróquia de Colares, o grupo de catequese do 9º ano de Almoçageme, preparou para todos vós um momento de oração, a decorrer no próximo Sábado pelas 20H00, na Igreja da Misericórdia em Colares. Atreve-te a vires rezar connosco !!!

Oração

20 de janeiro, dia de São Sebastião.

Ó glorioso mártir São Sebastião, Vós que derramastes Vosso sangue e destes a Vossa vida em testemunho da fé, em Nosso Senhor Jesus Cristo.

Ó glorioso mártir São Sebastião, alcançai deste mesmo Senhor, a graça de sermos vencedores dos nossos verdadeiros inimigos, o ter, o poder e o prazer.

Ó glorioso mártir São Sebastião, protegei com a Vossa intercessão, livrai-nos de todo o mal, de toda a epidemia corporal, moral e espiritual. Fazei que se convertam para Jesus aqueles que se perderam na fé, ajudai que o justo persevere até o fim na fé.

Ó Deus eterno, que pela intercessão de São Sebastião Vosso glorioso mártir, encorajastes os cristãos encarcerados e livrastes cidades inteiras do contágio da peste, atendei hoje nossas súplicas que confiantes Vos apresentamos.

Socorrei-nos em nossas necessidades, alivie-nos nas nossas angústias, livre-nos das enchentes, proteja os agricultores, guarde as lavouras. Pedimos também, ó glorioso São Sebastião, curai os doentes e livrai-nos do contágio.

São Sebastião, jovem discípulo de Jesus, rogai por nós!

Missa Solene às 16H00 - Igreja de São Sebastião - Colares

Hoje 20 de Janeiro 2014  Igreja comemora o Mártir São Sebastião

domingo, 19 de janeiro de 2014

- Agenda para hoje -

Lisboa
Visita guiada: “Circuncisão” no retábulo-mor da Igreja de São RoqueIgreja de S. Roque
16h30
Entrada gratuita, sujeita a inscrição prévia (máximo de 30 pessoas) pelos telefones 213 235 824 / 233 / 065 / 444


Estoril, Cascais
Conferência/concerto: A arte dos instrumentos musicais na Idade MédiaPedro Caldeira Cabral
Auditório Senhora da Boa Nova
Ciclo de Concertos Explicados às Famílias – Os Períodos da História da Música
17h30
Bilhete normal: 5 euros; famílias numerosas, sénior e estudante: 2,50 euros; crianças (até aos 6 anos): entrada livre

sábado, 18 de janeiro de 2014

Papa Francisco pede aos cristãos que resistam à «tentação» de esquecer Deus para aderir à «uniformidade» e «moda»
O papa Francisco vincou esta sexta-feira, no Vaticano, que «a normalidade da vida exige do cristão fidelidade à sua eleição, e não vendê-la para caminhar em direção a uma uniformidade mundana». «Esta é a tentação do povo [judeu do Antigo Testamento], e também a nossa. Tantas vezes esquecemos a Palavra de Deus, aquilo que nos diz o Senhor, e tomamos a palavra da moda, mesmo aquela da telenovela está na moda, tomamo-la, é mais agradável», disse Francisco na missa a que presidiu. «É verdade que o cristão deve ser normal, como são normais as pessoas», mas no entanto «há valores que o cristão não pode tomar para si», pelo que deve resistir à tendência de considerar-se vítima de «um certo complexo de inferioridade» por não se sentir como fazendo parte de um «povo normal».

«Estará Cristo dividido?»: Pergunta de há dois mil anos continua a ecoar hoje entre os cristãos
«Estará Cristo dividido?», interrogação que S. Paulo apontou na sua primeira carta aos Coríntios, e que constitui o tema da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, que começa este sábado, continua a ecoar hoje entre os cristãos, atravessando séculos de discórdias. «Hoje é dirigida a nós a mesma pergunta», afirmou esta sexta-feira o papa Francisco, ao receber no Vaticano uma delegação ecuménica da Igreja Luterana da Finlândia, por ocasião da peregrinação anual a Roma para a celebração da festa de Santo Henrique, patrono do país. «Diante de algumas vozes que já não reconhecem como objectivo que pode ser perseguido a plena e visível unidade da Igreja, somos convidados a não desistir do nosso esforço ecuménico, fiéis a quanto o próprio Senhor Jesus pediu ao Pai: que “todos sejamos um só”», apontou o papa, que realçou a importância do «ecumenismo espiritual».

Casais de Santa Maria - Nacional

2º domingo tempo comum – Ano A
Evangelho - Jo 1,29-34

Comentário breve

A liturgia, deste segundo domingo do tempo comum, coloca a questão da vocação situando-a no contexto do projecto que Deus tem para os homens e para o mundo. 
Deus tem um projecto de vida plena para oferecer aos homens; e elege pessoas para serem testemunhas dessa sua intervenção na história e no tempo.
Neste texto do Evangelho a pretensão é responder à questão: quem é Jesus?
João Baptista, o profeta/percursor do Messias, é o apresentador de "serviço". Ele define Aquele que chega e apresenta-o aos homens. Define Jesus como o Messias, Filho de Deus, que possui o Espírito, é o cordeiro que tira o pecado do mundo e que veio ao encontro dos homens para fazer aparecer o Homem Novo, nascido da água e do Espírito.
Ao não assinalar uma assembleia específica, sugere-se que o testemunho de João é perene, dirigido aos homens de todos os tempos e com eco permanente na comunidade cristã.
Jesus cumpre o projecto de Deus que propôs-se tirar a humanidade da situação de escravidão em que esta se encontra; tendo como missão realizar um novo êxodo, que leve os homens da terra da escravidão para a terra da liberdade.
A missão de Jesus consiste, portanto, em derramar o Espírito sobre o homem; e o homem que adere a Jesus, “cheio” do Espírito e transformado por essa fonte de vida, abandona a experiência do pecado e alcança o seu pleno desenvolvimento, a plenitude da vida.
A declaração de João baptista convida os homens de todas as épocas a voltarem-se para Jesus e a acolherem a proposta libertadora que, em nome de Deus, Ele faz: só a partir do encontro com Jesus será possível chegar à vida plena, à meta final do Homem Novo.
A nossa missão – na sequência da de Jesus – consiste em lutar objectivamente contra “o pecado” instalado no coração de cada um de nós e instalado em cada degrau da nossa vida colectiva. A missão dos seguidores de Jesus consiste em anunciar a vida plena e em lutar contra tudo aquilo que impede a sua concretização na história.
O nosso testemunho ficará limitado às palavras do Credo proclamado a cada domingo? Ou leva-nos a empenharmo-nos em acções concretas no seguimento do Servidor?
Ser cristão é um êxodo permanente
«Embora na pluralidade das estradas, toda a vocação exige sempre um êxodo de si mesmo para centrar a própria existência em Cristo e no seu Evangelho. Quer na vida conjugal, quer nas formas de consagração religiosa, quer ainda na vida sacerdotal, é necessário superar os modos de pensar e de agir que não estão conformes com a vontade de Deus. É “um êxodo que nos leva por um caminho de adoração ao Senhor e de serviço a Ele nos irmãos e nas irmãs”.» O Vaticano divulgou esta quinta-feira a mensagem do papa para o 51.º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, que se assinala a 11 de maio, no qual Francisco sublinha que qualquer estado de vida cristã implica sair de si mesmo, ao encontro de Deus e do ser humano.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

- Agenda para hoje -

Lisboa
Conferência: Crer e pertencer: novas sociabilidades e desafios eclesiaisAlfredo Teixeira, José Eduardo Borges de Pinho
Centro Cultural Franciscano
21h15
Entrada livre
Para saber mais: Pastoral da Cultura
Póvoa de Santo Adrião
Conferência: Deus na literatura portuguesa contemporâneaJorge Paulo
Auditório do Centro Paroquial (Rua Mouzinho de Albuquerque, junto à igreja)
21h30
Entrada livre
Papa Francisco lamenta «escândalos» na Igreja e padres que dão alimento espiritual «envenenado» aos fiéis
O papa Francisco lamentou esta quinta-feira, no Vaticano, os «escândalos» protagonizados por padres católicos, no mesmo dia em que pela primeira vez um representante da Santa Sé responde nas Nações Unidas, em Genebra, sobre casos de abusos de menores praticados por sacerdotes ou religiosos. «Muitos escândalos que não quero mencionar singularmente, mas todos os sabemos… Sabemos onde estão. Escândalos, alguns que obrigaram a pagar muito dinheiro: está bem! Deve fazer-se assim… A vergonha da Igreja! Mas estamos envergonhados daqueles escândalos, dessas derrotas de padres, de bispos, de leigos?», questionou, citado pela Rádio Vaticano. Francisco apontou a escassez de oração como causa principal desses atos: «A Palavra de Deus naqueles escândalos era rara. Não tinham um laço com Deus. Tinham uma posição na Igreja, uma posição de poder, também de comodidade. Mas a Palavra de Deus, não».

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

– Agenda para hoje –

Lisboa
Apresentação do livro “Da Imprensa Regional da Igreja Católica – O que é, quem a faz e quem a lê”Autor: Alexandre Manuel
Apresentação: D. Manuel Clemente, Mário Mesquita, José Rebelo
Editora: MinervaCoimbra
ISCTE-IUL (Av. das Forças Armadas), auditório do edifício 1
18h30

Lisboa
Ciclo de debates: “Uma Igreja despojada”Auditório da Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa (R. Saraiva de Carvalho)
21h30
Entrada livre
Para saber mais: Pastoral da Cultura

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

- Agenda para hoje -

Lisboa
Colóquio: O Papa Francisco e o inquérito sobre a Família
Alfredo Teixeira, Emília Nadal
Centro de Reflexão Cristã (Rua Castilho, 61 – 2.º dt.º)
18h30
Entrada livre

Pastoral da Cultura

Três apelos aos cristãos
Na conjunção do evangelho e do homem, da fé e da dimensão antropológica, joga-se hoje o futuro da fé cristã. Se houve e existe um fracasso, é o da transmissão, da «tradição» da fé, mas o antídoto consiste apenas no restabelecimento do primado do evangelho e da escuta do humano. Num período em que tudo está posto em causa – a concepção da relação com o seu corpo, com o outro sexo, com o sofrimento, com o tempo, com a natureza … – é necessário elaborar respostas de sabedoria que digam quem é o ser humano e como se pode humanizar mediante uma qualidade de vida pessoal e de convivência.

Solidariedade nas empresas: Perspetiva cristã para gestores e trabalhadores
Quem permanece na empresa não pode deixar de sentir-se interpelado, não pode deixar de preocupar-se com o que poderá fazer para ir ao encontro de quem é despedido. Antes de tudo, seria necessário assegurar uma proximidade sincera e cordial, para que a exclusão do trabalho não fosse uma premissa para uma exclusão social ainda mais dolorosa e mais grave. Depois, penso em formas concretas de solidariedade e de atenção para apoiar economicamente quem foi expulso da atividade laboral. No entanto, não podemos esquecer-nos de que em alguns setores subsistem e perduram formas de corporativismo que protegem e tutelam amplamente quem faz parte da corporação, fornecendo tutelas e privilégios a estes trabalhadores. Mas tais proteções não estarão em contradição, e muito claramente, com o clima global de recessão que atinge e penaliza a maior parte dos trabalhadores? Já para não referir que muitas destas proteções e tutelas chegam a impedir que outros trabalhadores – sobretudo os jovens – entrem nesse sistema.


Cristãos não devem ser legalistas e a fé não pode ser um peso, sublinha papa Francisco
O papa Francisco alertou esta terça-feira, no Vaticano, para os comportamentos hipócritas ou legalistas que distanciam as pessoas da fé, tendo também criticado os «cristãos corruptos». Nas suas pregações, Jesus «ensinava como quem tem autoridade, e não como os escribas», que «ensinavam, pregavam, mas atavam as pessoas com muitas coisas pesadas às costas, e a pobre gente não podia avançar», afirmou na homilia da missa a que presidiu, refere a Rádio Vaticano. «Quantas vezes o povo de Deus não se sente querido por parte daqueles que devem dar testemunho: dos cristãos, dos leigos cristãos, dos padres, dos bispos… “Mas, pobre gente, não percebe nada… Deve fazer um curso de teologia para perceber bem”», ironizou o papa.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Partilha

"Incorporados em CRISTO, por meio do Batismo, os cristãos participam do mistério sacerdotal, profético real de Cristo" - JOÃO PAULO II
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"O Batismo é dom de vida. É um  "SIM" ao desafio de viver verdadeiramente a vida, dizendo "Não" ao ataque da morte que se apresenta com a máscara da vida;  e é "SIM" ao grande dom da verdadeira vida, que se faz presente no ROSTO de CRISTO, o qual se doa a nós no Batismo e depois na Eucaristia.
Este é o NOSSO "SIM" a CRISTO, o "SIM" ao vencedor da morte e o "SIM" à VIDA no tempo e na eternidade.
O Batismo é VIDA NOVA em CRISTO"- BENTO XVI.

NOTA: as letras em maiúsculas  (à excepção da palavra Batismo,) são da minha responsabilidade, fui eu que as alterei ao texto original.
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Com um fraterno abraço em Cristo, desejo-vos uma Santa Semana, com a alegria de quem é BATIZADO, no ESP.
SANTO.
(Quem sabe a data do seu Batismo? Pois podem-me dar os parabéns, ainda mais no que no meu nascimento, no dia 03.05. (51).  Estou a brincar, basta só rezarem por mim, para que a VIDA NOVA que recebi no meu Batismo seja verdadeiramente VIDA em Cristo.  
ana saldanha (elemento da Equipa Casais Stª Maria/Colares)

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Casais de Santa Maria - Nacional

Tempo Comum 

Celebrado o ciclo do mistério da Incarnação do Verbo, sem anúncio destacado, entramos no Tempo Comum, com os seus dois períodos – antes da Quaresma/Páscoa e após o Pentecostes.

O «Tempo Comum», ao contrário do que seria de supor, é muitíssimo importante! Perdê-lo, deixá-lo correr em vão, é desperdiçar a parte maior do «ano da graça» que nos é dado para viver ao ritmo do mistério de Cristo.

Sim: chamamos «tempos fortes» (porventura indevidamente) aos ciclos da Incarnação (Advento-Natal-Epifania) e da Redenção (Quaresma-Tríduo Pascal-Tempo Pascal). Talvez porque a «força» das dimensões e momentos do mistério de Cristo em que se participa nessas estações se impõe de tal modo à nossa psicologia que se torna quase impossível passar-lhes ao lado, como que distraídos. E então multiplicam-se iniciativas de formação e celebração para colher de forma mais intensa a sua eficácia salvífica. Só que nós não podemos viver sempre ao ritmo da solenidade. Ficaríamos saturados ou extenuados.
Precisamos – é uma exigência da psicologia humana – de alternar a intensidade e, até, «excesso» da festa com a normalidade serena e pausada do quotidiano.

Sem o precioso «Tempo Comum» as solenidades e tempos «extraordinários» acabariam por se tornar «ordinários» e perder relevância. São «trinta e três ou trinta e quatro semanas no ciclo do ano (…) destinadas não a celebrar um aspecto particular do mistério de Cristo, mas o mesmo mistério de Cristo na sua globalidade, especialmente nos domingos».
Sendo o domingo a grande articulação deste Tempo e sendo a Eucaristia a celebração fulcral do Domingo, então o «Tempo Comum» é o tempo por excelência da pastoral eucarística.

Se, para muitos dos nossos contemporâneos, a missa dominical deixou de ter importância vital, se as nossas assembleias dão de si uma imagem de envelhecimento e decadência, se o «preceito dominical» já pouco ou nada diz a muitos católicos confortavelmente não praticantes, então torna-se imperioso – e é até capítulo não negligenciável de qualquer proposta de «nova evangelização» – dedicar o melhor das nossas energias a este apostolado da Eucaristia.

«Numa época em que para muitos o próprio sentido de Deus é como o sol que de noite declina e desaparece no horizonte, repor a Eucaristia no lugar central da vida das pessoas quer dizer redescobrir o verdadeiro rosto do Deus encarnado, do Deus que é amor, do Deus que veio até nós».

Adaptado de um artigo do Secretariado de Liturgia da diocese do Porto no jornal «Voz Portucalense»
Nomes e rostos dos primeiros cardeais criados pelo papa Francisco | IMAGENS |
O papa Francisco anunciou este domingo o nome dos 19 arcebispos e bispos que vai juntar ao Colégio de Cardeais no próximo dia 22 de fevereiro, data em que a Igreja católica assinala a festa da Cátedra de S. Pedro. Os futuros cardeais, de 12 países, «representam a profunda relação eclesial entre a Igreja de Roma e as outras Igrejas espalhadas pelo mundo», afirmou Francisco na intervenção que proferiu durante a oração do Angelus, no Vaticano. A 23 de fevereiro, o papa preside a uma concelebração com os novos cardeais, enquanto que nos dias 20 e 21 do mesmo mês ocorrerá um consistório «com todos os cardeais para refletir sobre o tema da família», anunciou o papa.

domingo, 12 de janeiro de 2014

Colares - Festas de São Sebastião


Papa critica padres que preferem a vaidade e os negócios à oração, e pergunta: Se não tivermos Cristo, o que daremos às pessoas?
«Nós somos ungidos pelo Espírito Santo, e quando um sacerdote se distancia de Jesus Cristo pode perder a unção. Na sua vida, não: essencialmente tem-na… mas perde-a. E em vez de ser ungido, acaba por ser untuoso. E quanto mal fazem à Igreja os padres untuosos! Aqueles que colocam a sua força nas coisas artificiais, na vaidade.» «Quando as pessoas veem os padres – para dizer uma palavra – idólatras, que em vez de terem Jesus têm os pequenos ídolos… pequenos… alguns até devotos do “deus Narciso”… Quando as pessoas veem isto, dizem: “Coitado!”» O papa Francisco criticou este sábado, no Vaticano, os padres mais interessados na vaidade e nos negócios, que correm o risco de perderem a unção recebida no dia da sua ordenação e passarem a serem «untuosos», tendo vincado que nada terão a dar às pessoas se não mantiverem uma relação próxima com Cristo na oração.

sábado, 11 de janeiro de 2014

Festa do Baptismo do Senhor

Evangelho Mt 3,13-17

Comentário breve
No baptismo de Jesus nas margens do rio Jordão, revela-se o Filho amado de Deus, que veio ao mundo enviado pelo Pai, com a missão de salvar e libertar os homens.
Cumprindo o projecto do Pai, Ele fez-Se um de nós, partilhou a nossa fragilidade e humanidade, libertou-nos do egoísmo e do pecado e empenhou-Se em promover-nos, para que pudéssemos chegar à vida em plenitude.
Nesta catequese de Mateus, aparece-nos a concretização da promessa profética: Jesus é o Filho/“Servo” enviado pelo Pai, sobre quem repousa o Espírito e cuja missão é realizar a libertação dos homens.
Ao receber este baptismo de penitência e de perdão dos pecados (do qual não precisava, porque Ele não conheceu o pecado), Jesus solidarizou-Se com o homem limitado e pecador, assumiu a sua condição, colocou-Se ao lado dos homens para os ajudar a sair dessa situação e para percorrer com eles o caminho novo da reconciliação. Esse era o projecto do Pai, que Jesus cumpriu integralmente.
A identidade de Jesus e a sua missão estão, simbolicamente apresentadas, no céu que se abre, para voltar a estar ligado à terra, na pomba evocativa do Espírito Santo e na voz do céu.

No baptismo, Jesus tomou consciência da sua missão (essa missão que o Pai lhe confiou), recebeu o Espírito e partiu em viagem pelos caminhos poeirentos da Palestina, a testemunhar o projecto libertador do Pai. Eu, que no baptismo aderi a Jesus e recebi o Espírito que me capacitou para a missão, tenho sido uma testemunha séria e comprometida desse programa em que Jesus Se empenhou e pelo qual Ele deu a vida?

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Papa Francisco sublinha que amor cristão não é de «telenovela», mas «concreto»
O papa Francisco vincou esta quinta-feira no Vaticano que o amor cristão, em particular o que é referenciado na primeira carta de João, proclamada hoje nas missas, é totalmente distinto daquele que é narrado nos folhetins que passam na televisão. «Vede que o amor de que fala João não é amor das telenovelas! Não, é outra coisa. O amor cristão tem sempre uma qualidade: a concretude. O amor cristão é concreto. O próprio Jesus, quando fala do amor, fala-nos de coisas concretas: dar de comer aos famintos, visitar os doentes e muitas coisas concretas», apontou na missa a que presidiu, revela a Rádio Vaticano. Para Francisco, o «primeiro critério» dos cristãos é «amar com as obras, não com as palavras. Palavras leva-as o vento. Hoje existem, amanhã não. O segundo critério de concretização é: no amor é mais importante dar do que receber. Quem ama, dá, dá… Dá coisas, dá vida, dá-se a si próprio a Deus e aos outros».

- Agenda para hoje -

Lisboa
DebateJosé Gil, Pedro Vieira
Gravação do programa “Ensaio geral” (Renascença)
Livraria Ferin
18h45

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Informação

Eusébio, «grandeza sem arrogância»: Jornal do Vaticano elogia “Pantera Negra”
«Grandeza sem arrogância» é o título de um artigo de meia página que o jornal do Vaticano, “L’Osservatore Romano”, dedica esta quarta-feira ao futebolista português Eusébio, que morreu no último domingo depois de ter sido um «vencedor no desporto e na vida». «Três dias de luto nacional foram decretados em Portugal pela morte (no passado 5 de janeiro) de Eusébio da Silva Ferreira – só Eusébio para os apaixonados do futebol – considerado um dos maiores atletas de todos os tempos nesta disciplina», escreve Pierluigi Natalia a abrir o texto. «Em 1966, o ano do mundial em Inglaterra que o consagrou como melhor jogador do campeonato, entre a sua terra de origem e a sua pátria de eleição havia já a guerra civil», mas «nunca Eusébio aceitou instrumentalizar-se de uma ou outra parte». Nesse Mundial, ainda que o terceiro lugar final da seleção, «graças sobretudo aos seus golos, tenha sido o melhor resultado de sempre para Portugal», e apesar de ter sido o principal impulsionador do seu clube em vitórias nacionais e internacionais, «Eusébio nunca mostrou arrogância».
A Igreja em Portugal e no mundo: síntese de 8.1.2014De Portugal à Terra Santa, da Venezuela ao Bangladesh, títulos e ligações para mais de 20 artigos sobre a atividade da Igreja católica, publicados esta quarta-feira na comunicação social.

- Agenda para hoje -

Lisboa
Colóquio e inauguração de mostra bibliográfica: “No bicentenário de Frei Manuel do Cenáculo”
Biblioteca Nacional de Portugal
17h45
Mostra patente até 15/2
Para saber mais: Biblioteca Nacional de Portugal
Lisboa
Ciclo de debates: “Uma Igreja despojada”
Auditório da Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa (R. Saraiva de Carvalho)
21h30
Entrada livre
Para saber mais: Pastoral da Cultura

Pastoral da Cultura

Eleições europeias: «Abstenção não é uma opção»
«A abstenção não é uma opção», sublinha o secretário-geral da Comissão das Conferências Episcopais da União Europeia (Comece) a propósito das eleições para o Parlamento Europeu, que vão decorrer de 22 a 25 de maio. No mais recente editorial da publicação mensal “Europeinfos”, o padre Patrick Daly escreve que «os bispos católicos na Europa consideram que a sua prioridade é encorajar os cidadãos a votar». A tarefa não se afigura fácil: em 1979, quando a Comunidade Económica Europeia tinha nove membros, a participação no escrutínio chegou aos 62%, enquanto que nas últimas eleições, em 2009, com 27 países na União Europeia, votaram 43% das pessoas inscritas nos cadernos eleitorais. Esta tendência, assinala o editorial, «favorece os partidos mais extremistas (no caso, os candidatos “eurocéticos” ou antieuropeus), permitindo-lhe ganhar lugares» no parlamento».
Papa diz que Batismo não é «ato formal» para dar um nome e sublinha que «não é o mesmo uma criança batizada ou uma criança não batizada»
O papa Francisco iniciou esta quarta-feira, na primeira audiência geral de 2014, que decorreu na Praça de S. Pedro, no Vaticano, um ciclo de audiências sobre os sacramentos, começando pelo primeiro, o Batismo. «Pode nascer em nós uma pergunta: mas é verdadeiramente necessário o Batismo para viver como cristão e seguir Jesus? Não é, no fundo, um simples rito, um ato formal da Igreja para dar o nome ao menino e à menina?», disse o papa. Para Francisco, o Batismo «não é uma formalidade», mas um «ato que toca em profundidade» a existência humana, vincando que «não é o mesmo uma criança batizada ou uma criança não baptizada», o mesmo acontecendo com os adultos.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

«é necessária a vigilância»

«Humildade» e «serviço» são critérios para orientar vida cristã, aponta papa Francisco
Diante das opções que diariamente têm de ser tomadas, desde a vida familiar à profissional, das pequenas às grandes opções, os critérios que devem orientar quem confia em Deus são a «humildade» e o «desejo», sublinhou o papa esta terça-feira, no Vaticano.
«Se um pensamento, se um desejo te conduz pela estrada da humildade, do abaixamento, do serviço aos outros, é de Jesus. Mas se te conduz pela estrada da suficiência, da vaidade, do orgulho, sobre a estrada de um pensamento abstrato», então já não é de Deus, afirmou Francisco na homilia da missa a que presidiu, refere a Rádio Vaticano.
Todas as tentações a que Jesus foi submetido no deserto o queriam «afastar» da «estrada do serviço, da humildade, da humilhação, da caridade», lembrou o papa, numa intervenção em que realçou o valor sapiencial do cristianismo.
Para Francisco, «é necessária a vigilância» para fazer escolhas que confirmem a fé: «O cristão é um homem ou uma mulher que sabe vigiar o seu coração. E muitas vezes o nosso coração, com tantas coisas que vão e vêm, parece um mercado de bairro: há de tudo, encontras lá tudo… E não!».
«Coloco à prova aquilo que penso, aquilo que quero, aquilo que desejo, ou opto por tudo», questionou Francisco, que perguntou novamente: «Escolho sempre as coisas que vêm de Deus? Sei quais são as que vêm de Deus? Conheço o verdadeiro critério para discernir os meus pensamentos, os meus desejos?».
Francisco concluiu a homilia com uma prece dirigida ao autor a quem é atribuída a primeira leitura proclamada nas missas de hoje: «O apóstolo João nos conceda esta graça de conhecer o que acontece no nosso coração e ter a sabedoria de discernir o que vem de Deus e o que não vem de Deus».

Rui Jorge Martins
© SNPC | 07.01.14

– Agenda para hoje –

Lisboa
Visita guiada: A talha dourada da igreja de S. Roque
Igreja de S. Roque
13h15
Entrada gratuita, sujeita a inscrição obrigatória pelos telefones 213 235 233/824/065/444
Lisboa
Ciclo de conferências “Teologia Pública”Um Deus fiável – Uma leitura de Pierangelo Sequeri
José Frazão Correia
16h00 – 17h30
Universidade Católica (edifício da Biblioteca, Sala de Exposições, 2.º piso)
Entrada livre
Lisboa
Ciclo de seminários “Um mês, um códice iluminado”O “De Avibus” de Alcobaça – Uma cópia de Clairvaux?
Rita Castro
Biblioteca Nacional de Portugal
18h00
Lisboa
Debate: A virtude da PaciênciaEm torno do livro “Paciência com Deus”, de Tomas Halik
Ana Vicente, Rui Medeiros, P. Alexandre Palma
Capela do Rato
21h30
Entrada livre

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Encontro Anual de Centros de Preparação para o Batismo (CPB)

No próximo domingo, dia 12 de Janeiro realiza-se pelas 15.30h, na Igreja de São João de Deus, o Encontro Anual de CPB (Centros de Preparação para o Batismo) dirigido aos agentes envolvidos no acolhimento e preparação de pais e padrinhos para o batismo de crianças.

Em nome da equipa do Sector da Pastoral Familiar do Patriarcado de Lisboa, venho renovar o convite à V. presença e participação no próximo Encontro Diocesano de CPB, porque é preciso prosseguir e melhorar o trabalho que já é desenvolvido em muitas paróquias no acolhimento e evangelização às famílias que pedem o batismo para as crianças.

Agenda de Trabalhos

15.30h – Oração e Abertura – Cón. Carlos Paes
15.40h – Apresentação da Nova Equipa do Sector da Pastoral Familiar do Patriarcado
15.45h – Resumo do Questionário sobre a Família para o Sínodo dos Bispos – Pe. Rui Pedro Carvalho
16.00h – Tema: Catecumenado de Pais – irmã Paula Jordão
17.15h – Testemunho de evangelização – Ana Margarida Lucas
17.30h – Partilha de experiências paroquiais no acolhimento e preparação de pais e padrinhos (Paróquias de Stº António dos Cavaleiros; Paço de Arcos, S. Brás e outras)
18.00h – Oração e Encerramento
19.00h – celebração de eucaristia

Contamos com a V. presença

Local : Lisboa - Igreja de São João de Deus, à Pç. Londres (entrada pelas traseiras)
Contacto : familia@patriarcado-lisboa.pt
http://familia.patriarcado-lisboa.pt/
https://www.facebook.com/familia.patriarcadolisboa

Com os melhores cumprimentos e o desejo de um Santo e Feliz Ano Novo na alegria desta Epifania,
Diác. JoséPauloRomero
Sector da Pastoral Familiar do Patriarcado de Lisboa

Evocação

Duas cartas de Eusébio: «Deus ajuda sempre»
«A formação cristã que minha Mãe me deu e a que recebi também dos padres missionários que estavam lá perto da minha terra [Moçambique] hão-de ajudar-me muito na vida»: este é um excerto de uma carta que o jogador de futebol Eusébio escreveu em Lisboa, quando estava hospitalizado, em dezembro de 1960. Noutra missiva, escrita a 5 de agosto de 1967 no Estádio da Luz, sede do Sport Lisboa e Benfica, clube do coração de Eusébio, pelo qual ganhou vários títulos nacionais e europeus, o futebolista sublinha: «Na vida há sempre dificuldades a vencer e problemas que temos de resolver. Mas resolvem-se quando a nossa vontade é forte. E Deus ajuda sempre». As duas cartas de Eusébio da Silva Ferreira, que morreu este domingo, 5 de janeiro, em Lisboa, aos 71 anos, integram o livro O que as almas são por dentro, da autoria do cónego António de Azevedo Pires, publicado em 1967 pela Editorial Pórtico. São estas duas missivas que transcrevemos na íntegra.
http://www.snpcultura.org/duas_cartas_de_eusebio_Deus_ajuda_sempre.html )

Partilha

Este domingo celebramos a Epifânia do Senhor, isto é, a manifestação, ou revelação , do Senhor Jesus a todos os povos da terra, nas pessoas dos Reis Magos . Até então a manifestação de Deus foi feita, através dos profetas e dirigida ao povo por Ele escolhido : Povo Judeu ("Escuta Israel...."), mas com a Encarnação do Verbo passou a ser um Deus para toda a Humanidade.  Os Reis Magos vindos do  Oriente ao procurarem, através  de um sinal (uma estrela) o Menino Rei que havia nascido há  dias,  são representativos de todas os povos  (um Deus de amor que vem até nós,caminhando com cada um  independente da raça ou da cor da pele ,  fazendo da nossa história a Sua história . Um DEUS ÚNICO E UNIVERSAL) . Alegremo-nos! Veio para mim e para ti! Para TODOS!
É uma das novidades.....! E um dia, eu espero, será reconhecido por todos os povos e nações  do mundo inteiro.
Há alguns aspectos que me tocaram na liturgia de hoje, interrogando-me, como por exemplo:
-à procura do Menino ( e nós , procuramos?); 

-a estrela. Um sinal....(quantos sinais me passam, sem os reconhecer, dada à  minha distracção, comodismo  ou indiferença ?);

-adorar e oferecer (Os  sábios reis vieram de longe para O adorarem e oferecerem o que de melhor acharam para ser digno de um Rei Divino e eu? Desinstalo-me, vou ao encontro do "meu" Deus e Senhor ,através  da graça que Ele me concedeu de me colocar no caminho meu irmão em Xto? Que Lhe ofereço? Não tenho ouro incenso ou mirra, mas tenho a minha adesão à sua causa e o ... meu coração! Será que ponho À Sua disposição estes humildes presentes? );

-brilhar. (Quantos irmãos passam por mim que  são verdadeiras estrelas brilhantes e me indicam, com a sua vivência,  o caminho para Ti? Reconheço-os, como os magos reconheceram o brilho da estrela ?);

-local. (Onde devia nascer o Menino é pergunta de Herodes  aos conhecedores das escrituras. 
"Em Belém de Juda" - é  a resposta. E eu penso... tantos e tantos anos antes do nascimento do Menino que mudou o Mundo, e já o Espírito Santo nos revelava  todas estas "Coisas" através dos profetas (principalmente Isaías -Antigo Testamento). Como não acreditar? Como não conhece-Lo? Como não aceita-Lo? Como não ama-Lo? Como não saber que Ele, H O J E , nasce no coração de todos nós , sempre que queremos ou deixamos?).

Por fim ,Senhor Jesus, te agradeço com humilde alegria a SALVAÇÃO que vieste trazer a cada um de nós, a SALVAÇÃO que a cada passo ofereces a toda a Humanidade!...
E baixinho, vendo-Te dormindo nas palhinhas,como qualquer criança frágil e indefesa, confiada aos cuidados de sua mãe, eu Te peço fica connosco . Que eu nunca Te perca e ,se isso acontecer, ajuda-me a encontrar -Te.  Que eu reconheça, e queira seguir, as estrelas brilhantes que  colocas no meu caminho, para que  Te possa encontrar de novo.

Já escrevi muito... E sei que vos chateio com estas letras, tomando o vosso tempo. Desculpem.....
Com uma saudação fraterna na Paz deste Deus Menino . 
ana saldanha (elemento da Equipa Casais Stª Maria/Colares)


domingo, 5 de janeiro de 2014

- Agenda para hoje -

Lisboa
Visita guiada: A talha dourada da igreja de S. Roque
Igreja de S. Roque
15h00
Entrada gratuita, sujeita a inscrição obrigatória pelos telefones 213 235 233/824/065/444
Lisboa
Música: Concerto dos Reis
Coro Santo Inácio, Capela Gregoriana Laus Deo
Igreja de S. Domingos (ao Rossio)
15h30
Entrada livre
Queijas, Oeiras
Música: Concerto de Reis
St. Dominic’s Gospel Choir
Auditório da igreja paroquial
16h00
Oeiras
Música: Janeiras
Coro de Câmara de Cascais
Igreja matriz
16h00
Lisboa
Música: Noites de LuzCoro Infanto-Juvenil da Universidade de Lisboa; músicos: Erica Mandillo, João Lima
Palácio de Belém (Sala das Bicas)
18h00

Adoração dos Magos

Percorrer hoje o caminho dos Magos
Mensagens de esperança hoje: há um Deus dos que estão longe, dos caminhos, dos céus abertos, das dunas infinitas, e todos têm a sua estrada. Há um Deus que te faz respirar, que está numa casa e não no templo, em Belém, a pequena, não em Jerusalém, a grande. E os Herodes podem opor-se à verdade, abrandar a sua difusão, mas nunca bloqueá-la, ela vencerá seja como for. Mesmo se é frágil como uma criança. Procura agora, com cuidado, nos livros, na arte, na história, no coração das coisas; procura no Evangelho, na estrela e na palavra, procura nas pessoas, e a fundo na esperança; procura com atenção, fixando os abismos do céu e do coração, e depois faz-mo saber para que também eu venha adorá-lo. Tentemos percorrer o caminho dos Magos como se fosse uma crónica da alma.

Solenidade da Epifania do Senhor

Evangelho – Mt 2,1-12

Comentário breve

A liturgia deste domingo celebra a manifestação de Jesus a todos os homens… 
Atentos aos sinais da chegada do Messias, os “magos” do oriente, representantes de todos os povos da terra, procuram-n’O com esperança até O encontrar, reconhecem n’Ele a “salvação de Deus” e aceitam-n’O como “o Senhor”. A salvação rejeitada pelos habitantes de Jerusalém torna-se agora um dom que Deus oferece a todos os homens, sem excepção.
Esta catequese sobre Jesus e o projecto do Pai que corporiza recolhe, de forma paradigmática, duas atitudes que se vão repetir ao longo de todo o Evangelho: o Povo de Israel rejeita Jesus, enquanto que os “magos” do oriente (que são pagãos) O adoram; Herodes e Jerusalém “ficam perturbados” diante da notícia do nascimento do menino e planeiam a sua morte, enquanto que os pagãos sentem uma grande alegria e reconhecem em Jesus o seu salvador. 
O itinerário seguido pelos “magos” reflecte a caminhada que os pagãos percorreram para encontrar Jesus: estão atentos aos sinais (estrela), percebem que Jesus é a luz que traz a salvação, põem-se decididamente a caminho para o encontrar, perguntam aos judeus – que conhecem as Escrituras – o que fazer, encontram Jesus e adoram-n’O como “o Senhor”.
Como os Magos, ponhamo-nos a caminho. Não sabemos exactamente o que será a aventura. Tenhamos confiança. 
Como eles, ergamos os olhos. A luz vem de Deus, deixemo-nos iluminar. 
Como eles, procuremos, não tenhamos demasiadas certezas. 
Como eles, ofereçamos presentes: o da oração, o do respeito de todo o homem. 
Como eles, aceitemos começar um novo caminho.

sábado, 4 de janeiro de 2014

- Agenda para hoje -

Lisboa
Música: Concerto de NatalCoro Regina Coeli de Lisboa
Música de Britten, Carrapatoso e outros autores
Palácio Foz (Restauradores)
16h00
Entrada livre

Música: Concerto de Natal Coro do Teatro Nacional de São Carlos
Natal de Elvas; Adeste Fideles; Christnacht (Friedrich Heinrich Himmel); Psaume 150 (César Franck); L’Adieu des Bergers à la Sante Famille, oratório A Infância de Cristo (Hector Berlioz); 6. A la Nanita Nana (Música tradicional sul-americana); Die heilige Nacht (Franz Gruber); Cantique de Noel (Adolphe Charles Adam); White Christmas (Irvin Berlin); Deck the Halls! (Canção tradicional de Natal); Jingle Bells (James Lord Pierpont)
Museu do Oriente
17h00
Preço: 5,00 €

Missa com Canto GregorianoIgreja de S. José (Largo da Anunciada)
17h30

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Homilia de D. Manuel Clemente na Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus e Dia Mundial da Paz

A partir da paternidade divina, é possível a fraternidade humana
Homilia da Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus e Dia Mundial da Paz

Celebramos o primeiro dia de 2014 como Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus e Dia Mundial da Paz, motivos que intrinsecamente se ligam. Como ouvimos na leitura da Carta aos Gálatas, «quando chegou a plenitude dos tempos, Deus enviou o seu Filho, nascido de uma mulher e sujeito à Lei, para resgatar os que estavam sujeitos à Lei nos tornar seus filhos adotivos». Ora, sendo filhos do mesmo Deus, somos finalmente irmãos, assim culminando a aspiração universal de toda a humanidade, também uma só por origem e destino.
É nesta fraternidade alcançada que residirá absolutamente a paz. E o Papa Francisco intitula a sua mensagem para este Dia nesse sentido igualmente: «Fraternidade, fundamento e caminho para a paz». Meditemos um pouco nestes tópicos, tão plenos de beleza como importando grandes responsabilidades para todos nós, no ano que hoje começa.

É na verdade grande e multissecular a aspiração pela fraternidade entre os homens. Manifestou-se já em tempos recuados, das primeiras organizações de famílias e clãs aos grandes impérios clássicos. Mas importa dizer que, ainda que tal aspiração conseguisse expressões sublimes nalguma literatura e filosofia, não passava geralmente de grupos para grupos, nem alastrava ao conjunto dos seres humanos. Muito menos quando o topo de cidadãos livres dominava sobre grandes quantidades de escravos desprovidos de direitos.

Neste preciso ponto, o cristianismo trouxe uma novidade radical, logo percebida e anunciada pelos primeiros discípulos de Jesus. É também na carta aos Gálatas que São Paulo escreve, tirando uma conclusão social plena da filiação divina que ganhámos com o Filho de Maria: «É que todos vós sois filhos de Deus em Cristo Jesus, mediante a fé; pois todos os que fostes batizados em Cristo, revestistes-vos de Cristo, mediante a fé. Não há escravo nem livre; não há homem e mulher, porque todos sois um só em Cristo Jesus» (Gl 3, 26-28).

Há ainda outro passo de Paulo, muito eloquente sobre a raiz da fraternidade, cristãmente afirmada. É quando o apóstolo escreve ao seu amigo Filémon, a propósito de Onésimo, escravo deste último, entretanto convertido. Pede a Filémon que o receba «não já como escravo, mas […] como irmão muito querido; isto especialmente para mim, quanto mais para ti, que com ele estás relacionado tanto humanamente como no Senhor» (Flm 16).

Sabemos como demorou a conclusão prática desta novidade cristã, até à abolição legal da escravatura. Mas a semente estava lançada e a germinação começou, fazendo do cristianismo uma fonte principal das declarações modernas dos direitos humanos, como ninguém certamente negará.

Mas é igualmente importante sublinhar com o Papa Francisco que a fonte radical da fraternidade está na comum paternidade divina em relação a nós todos. E que, esquecida esta, tudo o mais decerto enfraquece: «Resulta claramente que as próprias éticas contemporâneas se mostram incapazes de produzir autênticos vínculos de fraternidade, porque uma fraternidade privada da referência a um Pai comum como seu fundamento último não consegue subsistir. Uma verdadeira fraternidade entre os homens supõe e exige uma paternidade transcendente» (Mensagem para a celebração do 47º Dia Mundial da Paz, nº 1).

A clareza do Papa neste ponto é bem reforçada – a contra luz – pela evidente dificuldade em concretizar o terceiro item da trilogia moderna, tantas vezes enunciada: liberdade, igualdade e fraternidade. Se os dois primeiros se podem decretar na lei, embora tardem na prática, o terceiro requer motivações mais profundas e uma garantia maior, que só lhe pode ser dada pela inquestionável origem comum e pessoal de todos os seres humanos. Esta mesma que, pressentida e até afirmada pela generalidade das religiões, teve na vida e na doutrina de Jesus Cristo o seu enunciado mais cabal. Como ao dizer: «… porque um só é o vosso Pai, aquele que está no Céu» (Mt 23, 9).

Já o facto de nascermos em família e assim mesmo crescermos, proporciona a aprendizagem concreta da fraternidade a que aspiramos. Sobretudo quando a familiaridade se alarga entre vários parentes, a mútua atenção que tal requer, o respeito uns pelos outros e a entreajuda necessária, tudo há de ativar a potencialidade fraternal que transportamos. Deus põe-nos realmente nas mãos uns dos outros e o mais necessário é que não deixemos cair ninguém, por descuido ou omissão. Daqui se alarga o exercício da fraternidade à sociedade inteira, que só assim faz jus a esse nome, de mundo de “sócios”, isto é de companheiros e gente realmente irmanada.

Para as famílias e comunidades cristãs, esta pedagogia fraternal é um ponto essencial para o que façam e planeiem fazer. O melhor que as comunidades cristãs – e bem assim outras comunidades crentes, que adoram um único Deus e Criador de todos – podem e devem fazer, neste momento complexo e mesmo trágico da história mundial, é serem escolas de fraternidade e solidariedade entre os seus membros e para com todos, concretizando um desígnio universal de salvação, outro modo de dizer de justiça e de paz entre pessoas, povos e culturas.

A gravidade duma globalização que, trazendo e possibilitando proximidades inéditas, nem sempre quer dizer vizinhança e fraternidade universais, exige-nos um compromisso reforçado, tanto pelos problemas a resolver como pelos meios de que hoje dispomos para tal.

Comecemos onde estamos, como “fermento evangélico na massa do mundo”. Pouco a pouco, exemplo a exemplo, o bom contágio alargará. Se fizermos o que Deus quer que se faça, para bem de todos as suas criaturas, ficaremos surpreendidos com o alcance dos pequenos gestos, como quando poucos pães conseguiram alimentar uma multidão inteira e ainda sobrou muito (cf. Jo 6, 4 ss). A partir da paternidade divina é possível realizar a fraternidade humana.

E sobretudo, não nos esqueçamos de viver cristãmente, ou seja, como filhos de Deus e irmãos de todos. São também do Papa Francisco estas incisivas palavras: «A crise atual, com pesadas consequências na vida das pessoas, pode ser também uma ocasião propícia para recuperar as virtudes da prudência, temperança, justiça e fortaleza. Elas podem ajudar-nos a superar os momentos difíceis e a redescobrir os laços fraternos que nos unem uns aos outros, com a confiança profunda de que o homem tem necessidade e é capaz de algo mais do que a maximização do próprio lucro individual. As referidas virtudes são necessárias sobretudo para construir e manter uma sociedade à medida da dignidade humana» (Mensagem, nº 6).

Concluía o Evangelho de há pouco dizendo que «Maria conservava todos estes acontecimentos [que envolviam o nascimento de Jesus], meditando-os em seu coração». - Ajude-nos a Mãe de Deus a guardá-los e meditá-los, para que deem, também por nós, os frutos de justiça e de paz por que o nosso mundo tanto anseia!  

+ Manuel Clemente, Patriarca de Lisboa
Igreja paroquial de Santo António de Moscavide, 1 de janeiro de 2014

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial da Paz - 1º de janeiro de 2014



FRATERNIDADE, FUNDAMENTO E CAMINHO PARA A PAZ
Nesta minha primeira Mensagem para o Dia Mundial da Paz, desejo formular a todos, indivíduos e povos, votos duma vida repleta de alegria e esperança. Com efeito, no coração de cada homem e mulher, habita o anseio duma vida plena que contém uma aspiração irreprimível de fraternidade, impelindo à comunhão com os outros, em quem não encontramos inimigos ou concorrentes, mas irmãos que devemos acolher e abraçar. 

Leia a mensagem completa

«Como vivemos o tempo que Deus nos deu?

Papa Francisco pede mais cidadania para ajudar pobres e desempregados, e questiona: «Como vivemos o tempo?»
O papa pediu esta terça-feira mais cidadania para combater a pobreza e o desemprego, naquela que foi a última celebração litúrgica a que presidiu em 2013, tendo aproveitado a oportunidade para questionar o uso que os católicos dão ao tempo. «Muitas pessoas não encontram trabalho ou realizam trabalhos mal pagos e às vezes indignos. Quem está investido de autoridade tem maior responsabilidade, mas cada um é corresponsável, no bem e no mal», frisou Francisco, citado pelo site da Rádio Vaticano, ao referir-se à cidade de Roma, de que é bispo. O mundo seria melhor «se não houvesse pessoas que olham de longe, que olham a vida só do camarote, sem se envolverem em tantos problemas humanos, problemas de homens e mulheres» que, «queiramos ou não, são nossos irmãos», apontou.

Partilha

(ultima de 2013)
Sentada no sofá a um canto da sala, de olhos fechados, no silêncio de uma área de opera, ao som de  "Aleluia", fecho os olhos e, como flashes , passam por mim alguns dos momentos que eu vivi nestes 365 dias e, por várias vezes surge a tua imagem, meu amigo. Veio-me o desejo de to dizer. Obrigada meu Deus por teres posto no meu caminho tantos amigos  que me têm  acompanhado em alguns momentos  da minha vida. 
Bem hajam a todos vós e que Deus vos abençôe.
ana saldanha (elemento da Equipa Casais Stª Maria/Colares)

1 de Janeiro - DIA MUNDIAL PAZ E SANTA MARIA MÃE DE DEUS


Que melhor poderia acontacer dedicar o 1°dia do ano à PAZ e à MÃE DE DEUS.
Diz-nos Lucas (2, 16-21) que os pastores se dirigiam "apressadamente para Belém e  encontraram Maria,  José e o Menino".... (SAGRADA FAMÍLIA).
Eu te peço, hoje Maria, que me ajudes, a ser simples, como estes pastores, e apressadamente, vá até junto deste MENINO e com humildade, O adore ,Lhe ofereça a minha vida com todas as minhas fragilidades e que este encontro seja um VERDADEIRO encontro, encontro com Deus,o meu encontro com JC...
A Ti, Menino das "palhinhas" , eu agradeço com alegria e muita ternura seres o Emanuel , o nosso Salvador! 
Como há 2000 anos eu canto "Paz na terra aos homens por Ele Amados" . Que neste Dia da Paz ,a Paz de Jesus habite o coração da Humanidade .
Saudação fraterna em Cristo nossa Páscoa.

ana saldanha (elemento da Equipa Casais Stª Maria/Colares)

Hoje 1/1/2014 - Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus

Dia Mundial da Paz

 Evangelho Lc 2, 16-21

Comentário breve
No início de cada novo ano, princípio de nova caminhada na presença de Deus que nos cumula de bênçãos e graças, a Igreja propõe-nos, mais uma vez, a figura de Maria (Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus) para entrarmos no espírito daquele "sim" ao projecto de Deus que nos ofereceu o seu Filho e com ele a plenitude da vida.
Igualmente neste dia, desde 1968, por proposta do Papa Paulo VI, celebra-se o Dia Mundial da Paz, cujo desafio para este 2014 é: "Fraternidade, fundamento e caminho para a Paz".
Na catequese que o Evangelho nos propõe para este dia fica bem claro que Jesus é o Messias libertador, o enviado à terra para trazer a paz, paralelamente, aponta-se a resposta que Deus espera do homem.
A história da comunidade humana, por vezes parece sem sentido, contudo, neste Evangelho, encontramos um fio condutor: Deus ama, tem um projecto que nos leva a superar as nossas fagilidades. Esse projecto foi revelado em Jesus, na sua pessoa (Deus connosco), na sua Palavra e nos seus gestos. Tenho hoje eu esta consciência? Se sim, porque vivo, tantas vezes, tão angustiado e irmãos nossos vivem afogados no desespero? Provavelmente porque a nossa relação com a pessoa de Jesus Cristo não é tão profunda e alicerce da minha vida, levando a que eu não seja uma verdadeira testemunha desse amor.
A boa notícia do projecto de Deus foi dada aos pastores, gente marginal sem lugar na salvação preconizada pela instituição ritual. Diz da missão de Cristo e manifesta a dimensão de universalidade da proposta do Pai. Aquele dirigir-se "apressadamente" ao presépio mostra a abertura, sede, ânsia de salvação dos mais pobres.
Esta é a atitude do crente: a escuta que leva ao encontro em ordem a sujar as mãos na caridade.
De Maria, no presépio, recebemos a lição da atenção aos sinais de Deus libertador no actuar das pequenas coisas do quotidiano.
Na sua mensagem para o Dia Mundial da Paz, o Papa Francisco questiona-nos como podemos continuar a chamar a Deus Pai quando ao nosso lado temos irmãos que não têm pão e nós não somos capazes de lhes dar alimento. Só no fazer irmão nosso cada homem é que poderemos alcançar a paz.