quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 12 – Semana II do Advento

Is 41, 13-20 / Slm 144 (145), 1.9-13 / Mt 11, 11-15

Não temas (...), bichinho de Israel. Eu venho socorrer-te. (1ª Leit.)

Quanta gente não chama a pessoas que lhe são queridas «o meu bichinho». (Também há muitas pessoas que hominizam os animais. Mas isso é outra história. Triste.) Temos aqui uma passagem do Antigo Testamento cheia de ternura. É bom que tomemos consciência destas passagens para sabermos combater a ideia de que o Antigo Testamento é só guerras, que é uma ideia mais que falsa mas muito arreigada. Hoje o leitor faça por se sentir o bichinho de Israel.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 11 – Semana II do Advento

Is 40, 25-31 / Slm 102 (103), 1-4.8.10 / Mt 11, 28-30

Ele (Deus) não Se cansa nem Se fatiga. (1ª Leit.)

O que, já viu o leitor, é ótimo. Como seria se tivéssemos um Deus que Se cansasse? O mesmo é dizer, um Deus que só nos ouvisse de vez em quando? Nunca saberíamos quando é que Deus estava disposto a ouvir-nos. A não ser que Deus nos tivesse mandado um horário por um anjo. Ou que fizéssemos nós o horário, tendo só grandes atos de culto intermediados por sacerdotes, xamãs ou feiticeiros, sem relação pessoal. O leitor dê-se conta da maravilha que é termos Deus sempre à nossa disposição. À disposição do leitor. Lembre-se de Jesus a lavar os pés dos discípulos. E agradeça.

Oração para quando você for utilizar a água benta

Philip Kosloski | Dez 09, 2019
A água é sempre vista na teologia cristã como um meio de purificação, por isso devemos pedir a Deus que nos purifique toda vez que a usamos

Na maioria das vezes, quando mergulhamos os dedos na fonte de água benta, na igreja ou em casa, simplesmente fazemos o sinal da cruz e seguimos o nosso caminho.
Fazer o sinal da cruz com água benta é uma oração em si e pede à Santíssima Trindade que nos cerque de proteção e graça.

No entanto, há também uma oração adicional que pode ser dita. É uma prece curta, adaptada do Salmo 50, e resume perfeitamente o simbolismo encontrado no uso da água benta para nos abençoar.

A água é sempre vista na teologia cristã como um meio de purificação, e por isso pedimos a Deus que nos purifique toda vez que a usamos. Abaixo está a oração opcional que pode levar a uma experiência mais proveitosa de mergulhar os dedos na fonte de água benta.

“Asperge-me, ó Senhor, com hissopo, e eu serei purificado; lava-me, e ficarei mais branco que a neve. Constrói em mim um coração limpo, ó Deus, e renova um espírito reto dentro de mim.”

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 10 – Semana II do Advento

Is 40, 1-11 / Slm 95 (96), 1-3.10-13 / Mt 18, 12-14

Consolai, consolai o meu povo, diz o vosso Deus. (1ª Leit.)

Hoje o leitor pense numa pessoa que deve consolar. O seu marido, a sua mulher, um parente, uma pessoa da sua comunidade religiosa, um doente, etc. Faça um propósito concreto: quem é? Quando é que vai ser? Como é que vai ser? Os propósitos concretos ajudam-nos a realizar o que queremos. A não adiarmos indefinidamente um bom desejo que ficaria por ali.  

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

DESTAQUES DA SEMANA

- QUARTA-FEIRA: Confissões em Almoçageme às 10h00.
- QUINTA-FEIRA: Confissões aos doentes e idosos do Mucifal a partir das 10h30.
- SEXTA-FEIRA: Confissões aos doentes e idosos da Praia das Maçãs a partir das 10h30. Terço dos homens, na Igreja de Colares às 21h15
- SÁBADO: Curso Alpha Jovens, no Mucifal às 19h30.
- DOMINGO: Missa na Igreja de Almoçageme às 10h30 pelo 124º aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Almoçageme.
- Durante o Advento decorrerá a campanha de recolha de alimentos, para os mais necessitados. 
- Este ano mais uma vez faremos o concurso de presépios, os interessados devem inscrever-se no Cartório Paroquial.   
- Como proposta de Advento sugere-se um retiro espiritual digital orientado pelos Padres Carmelitas. Inscrição gratuita em:
webretiro.karmel.at

MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 9 – Semana II do Advento

Is 35, 1-10 / Slm 84 (85), 9ab-14 / Lc 5, 17-26

Fortalecei as mãos fatigadas (...). Dizei aos corações perturbados: «Tende coragem, não temais». (1ª Leit.)

Somos convidados a fortalecer os outros e a dar-lhes ânimo. E de que maneira o fazemos? Às vezes, basta ouvi-los. Outras vezes, acompanhá-los. Outras vezes, estar sentados com eles. Outras vezes, num hospital, estar só ao pé deles. (Pode-se até estar a ler um livro. Ou a ver o facebook.) Outras vezes, eles telefonam-nos só para ouvirem a nossa voz. Em resumo, temos de estar dispostos. Estar à disposição. O leitor reze para estar disponível.

Imaculada Conceição: Papa reza pelos que vivem sem esperança

Francisco presta homenagem junto a imagem da Virgem Maria, no centro de Roma

Roma, 08 dez 2019 (Ecclesia) – O Papa Francisco deslocou-se hoje ao centro de Roma, para um ato de veneração à Imaculada Conceição junto à imagem da Virgem Maria colocada na Praça de Espanha, evocando todos os que vivem sem esperança.

“Confio-te os que nesta cidade e em todo o mundo, são oprimidos pela desconfiança, pelo desânimo por causa do pecado; aqueles que pensam que para eles já não há esperança, porque a suas falhas são muitas e demasiado grandes e que Deus não tem tempo a perder com eles”, referiu, numa oração proferida durante a tradicional homenagem anual do 8 de dezembro.

Francisco, que foi acolhido por autoridades religiosas e civis, destacou a necessidade de aprender com Jesus, que “quebra as correntes do mal, liberta dos vícios mais implacáveis, dissolve os laços mais criminosos, suaviza os corações mais endurecidos”.

“Se isso acontecer dentro das pessoas, como muda o rosto da cidade”, sustentou, desejando um “clima social mais respirável”.

Antes de chegar à Praça de Espanha, o Papa esteve ainda em oração na Basílica de Santa Maria Maior, junto da imagem da Virgem Maria, venerada como “Salus Populi Romani” (salvação do povo de Roma).

Francisco desejou que os católicos tomem consciência de que não são “escravos do pecado”, distinguindo entre quem peca e quem se deixa corromper pelo mal, sem procurar a “ajuda da misericórdia de Deus”.
A oração fez um elogio “à transparência, à simplicidade” de quem vive como a Virgem Maria, “para o bem, para o amor, para Deus”.

A solenidade da Imaculada Conceição celebra o dogma definido pelo Papa Pio IX em 8 de dezembro de 1854; a imagem da Praça de Espanha foi construída três anos depois.

Junto ao monumento, seguindo a tradição dos seus predecessores, Francisco deixou um ramo de flores; os primeiros a colocar uma coroa de flores nos braços da imagem, às primeiras horas da manhã, são os bombeiros locais.

OC

domingo, 8 de dezembro de 2019

Igreja/Sociedade: Imaculada Conceição, um feriado com história portuguesa

Devoção nacional precedeu proclamação pontifício de dogma

Foto: Rádio Campanário
Após a proclamação dogmática surgiu em Portugal um movimento no sentido de erguer um monumento nacional que assinalasse a definição de Pio IX.

Em 1869 concluiu-se esse primeiro monumento, no Sameiro, seguindo-se-lhe a construção dum santuário dedicado à Imaculada Conceição de Maria, cuja imagem foi coroada solenemente em 1904.

Lisboa, 08 dez 2019 (Ecclesia) – A solenidade da Imaculada Conceição, que a Igreja Católica assinala anualmente a 8 de dezembro, é feriado nacional em Portugal, um reconhecimento à importância desta data na espiritualidade e identidade do país.
O dogma da Imaculada Conceição de Maria foi proclamado a 8 de dezembro de 1854, através da bula ‘Ineffabilis Deus’, a qual declara a santidade da Virgem Santa Maria desde o primeiro momento da sua existência, sendo preservada do pecado original.

A ligação entre Portugal e a Imaculada Conceição ganhara destaque em 1385, quando as tropas comandadas por D. Nuno Alvares Pereira derrotaram o exército castelhano e os seus aliados, na batalha de Aljubarrota.

Em honra a esta vitória, o Santo Condestável fundou a igreja de Nossa Senhora do Castelo, em Vila Viçosa, e fez consagrar aquele templo a Nossa Senhora da Conceição.

A antiga igreja de Nossa Senhora do Castelo, espaço onde se ergue atualmente o santuário nacional, afirmou-se nos finais do século XIV como o primeiro sinal desta devoção, em toda a Península Ibérica.

Um segundo passo deu-se durante o movimento de restauração da independência que acabou com o domínio castelhano em Portugal e que culminou com a coroação de D. João IV como rei de Portugal, a 15 de dezembro de 1640, no Terreiro do Paço, em Lisboa.

O mesmo D. João IV, atento a uma religiosidade que também já envolvera a construção de monumentos como o Mosteiro da Batalha, o Convento do Carmo e o Mosteiro da Conceição, coroou a Imagem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa como Rainha e Padroeira de Portugal durante as cortes de 1646.

A Universidade de Coimbra tem um papel importante em todo este processo, já que todos os seus intelectuais defenderam o dogma sob forma de juramento solene.

OC

MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 8 – Imaculada Conceição de Nossa Senhora, Padroeira de Portugal (Solenidade)

Gn 3, 9-15.20 / Slm 97 (98), 1-4 / Ef 1, 3-6.11-12 / Lc 1, 26-38

Festejamos hoje a Mãe de Deus, que veneramos como nossa Mãe, a melhor Mãe do mundo, toda amor e virtude, imaculada sem algum resquício de pecado. Como afirmou o Papa Francisco: «Maria é o único oásis sempre verde da humanidade, a única não contaminada, criada imaculada para acolher plenamente, com o seu sim, Deus que veio ao mundo e iniciar assim uma história nova».

O dogma da fé católica que define a verdade de que Nossa Senhora foi preservada, desde a sua conceção, de toda a mancha de pecado, foi proclamado pelo Papa Pio IX, já beatificado por S. João Paulo II, a 8 de dezembro de 1854. Contudo, é antiquíssima esta afirmação teológica, tendo o Papa Sisto IV, em 1477, posto a festa da Imaculada Conceição no calendário litúrgico.

No povo português, Maria tem sido sempre venerada como a Imaculada Conceição. O facto mais relevante que demonstra esta vivência da fé cristã é que o rei D. João IV, em 1646, coroou a imagem de Nossa Senhora da Conceição como rainha e padroeira de Portugal, em Vila Viçosa. Desde então os nossos reis deixaram de usar a coroa real, ressaltando assim ser Nossa Senhora a rainha de Portugal. Mas este título de grandeza não afasta Maria da nossa pequenez, pois sendo rainha é, ao mesmo tempo, nossa mãe.

A primeira leitura, do livro do Génesis, relata-nos uma história cheia de simbolismo. O homem e a mulher pretendem substituir a Deus, desobedecendo-Lhe, comendo do fruto que não lhes era permitido, envenenado de orgulho e ambição, não aceitando a sua condição humana e, por isso, se sentiram nus, com vergonha e medo. A serpente tentadora é a imagem da nossa insensatez e autossuficiência que nos seduz a gerir a liberdade sem amor, voltando as costas a Deus. Mas esta história termina na esperança, pois Deus nunca desiste de nos amar. Assim, a serpente será vencida pela mulher que lhe esmagará a sua astúcia e o seu poder. Em Maria, a nova Eva, fiel e obediente ao que Deus lhe pede, se refaz a história da salvação. Todos temos uma imensa dívida de gratidão a Nossa Senhora.

S. Paulo, no início da sua carta aos cristãos de Éfeso, apresenta-nos um hino de glória e gratidão ao «Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, que do alto dos Céus nos abençoou com toda a espécie de bens espirituais em Cristo». E Jesus, salvador de todos os filhos de Adão e Eva, de toda a humanidade, veio-nos por Maria, que é o sinal mais claro da vitória de Deus sobre o mal. A serpente do mal foi sempre derrotada em Maria, que na totalidade da sua existência, incluindo a sua conceção, foi amorosamente fiel ao Senhor. A vitória plena de Nossa Senhora sobre o pecado é também a nossa glória, já que, por graça divina, somos seus filhos.

O Evangelho relata-nos um momento crucial da história da humanidade: Deus assume a maravilhosa aventura de Se fazer pessoa humana, um como nós, na máxima simplicidade. A cena não se passa em Jerusalém ou noutro lugar importante. O anjo Gabriel, enviado por Deus, vai a uma aldeia desconhecida, Nazaré, encontrar uma jovem, chamada Maria, noiva do carpinteiro José. «De Nazaré poderá vir alguma coisa boa?», observa Natanael, troçando de um lugarejo perdido no interior profundo de Israel, nunca nomeado no Antigo Testamento.

Maria, humilde serva, é agraciada com algo que ultrapassa a inteligência e a imaginação humanas: uma criatura vem a ser mãe do Criador; Deus infinito nasce de uma simples mulher virgem. Milagre de amor que só Deus omnipotente pode realizar. E Maria disse sim: «Eis a escrava do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra». Celebremos a nossa imensa gratidão a Maria, Imaculada Conceição.

sábado, 7 de dezembro de 2019

O Papa às ONGs católicas: formação e educação são prioridades para a Igreja

A Igreja conta com a colaboração das várias associações católicas internacionais. Por isso, o Papa propõe três meios para a sua ação concreta: “formação dos membros, meios materiais necessários e trabalho em equipe”.

Manoel Tavares - Cidade do Vaticano

O Santo Padre recebeu, na manhã deste sábado (07/12), na Sala do Consistório, no Vaticano, cerca 100 participantes no Fórum Mundial das ONGs – Organizações não Governamentais – de inspiração católica.

Em seu discurso aos presentes, o Papa cumprimentou os Representantes da Santa Sé, junto aos Organismos Internacionais, e os líderes e dirigentes das diversas ONGs, aos quais expressou sua satisfação por encontrá-los na Sé de Pedro, símbolo da comunhão com a Igreja Católica. A todos, manifestou sua gratidão, dizendo:

“Obrigado por virem, de vários países do mundo, para compartilhar experiências e reflexões sobre o tema da inclusão. Desta forma, vocês desejam dar um testemunho concreto em favor dos mais vulneráveis, para que sejam acolhidos e incluídos no mundo, nossa "Casa comum"

Muitos de vocês, disse Francisco, trabalham pelos direitos humanos e as condições de vida das pessoas: habitat, educação, desenvolvimento e outros problemas sociais. A Igreja, que "vive e atua neste mundo”, também conta com a colaboração das várias associações católicas internacionais, às quais propôs três meios para a sua ação concreta: “formação dos membros, meios materiais necessários e trabalho em equipe”. Falando sobre o primeiro, ou seja, “a formação”, disse:

“A complexidade do mundo e a crise antropológica, na qual estamos imersos, exigem um testemunho coerente de vida, através de um diálogo e uma reflexão positiva sobre a dignidade humana. Tal testemunho supõe uma grande fé e confiança e uma preparação profissional adequada em assuntos científicos e humanos na perspectiva cristã”.

Nesse sentido, afirmou Francisco, a Doutrina Social da Igreja oferece princípios eclesiais adequados para servir melhor a humanidade. A formação e a educação estão entre suas metas prioritárias. Por isso, o Papa fez seu apelo por um “Pacto Global sobre Educação”, para a construção da paz, justiça, acolhida dos povos e solidariedade universal, além do cuidado da nossa “Casa comum”. Para que isto seja possível, o Pontífice explicou o segundo ponto da sua reflexão: os “meios materiais necessários”:

“Os meios são importantes e necessários, mas, às vezes, não são suficientes para alcançar os objetivos propostos. No entanto, não devemos desanimar, sabendo que a Igreja sempre realizou grandes obras com poucos recursos”.

A Igreja, acrescentou Francisco, espera que coloquemos em prática nossos talentos, com a ajuda e o poder de Deus, para a realização das nossas boas obras. Aqui, apresentou sua terceira e última proposta: “compartilhar iniciativas e trabalhar em equipe”:

“Colaborar com os projetos comuns enaltece ainda mais o valor das obras, pois destaca as metas inatas da Igreja: a comunhão e caminhar juntos, na mesma missão, a serviço do bem comum, através da corresponsabilidade e contribuição de todos”.

Por fim, referindo-se ao tema central do Fórum Mundial das ONGs, o Papa afirmou: para a realização dos diversos projetos, é preciso unir as próprias forças às de outras Organizações católicas, em comunhão com seus Pastores e com os representantes da Santa Sé junto aos Organismos Internacionais. E concluiu:

“O mundo de hoje clama por uma nova audácia e uma nova imaginação para criar outras formas de diálogo e cooperação, a fim de favorecer uma maior cultura de encontro, onde a dignidade do ser humano, segundo o plano criador de Deus, seja colocada ao centro”.

ESTILO DE VIDA

 Como ser mais paciente no dia-a-dia?

AJR_photo I Shutterstock
Uma longa fila no supermercado, um capricho de criança, o mau humor de um colega, um cônjuge que é frustrantemente lento… Todos os dias, a nossa paciência é posta à prova. No entanto, ser paciente diariamente pode ser muito útil e ajudar a viver com serenidade

Sejamos pacientes connosco próprios. A primeira pessoa a quem devemos ser longânimos somos nós mesmos. Se não nos aceitarmos como somos, com a nossa lentidão para progredir, as nossas repetidas baixas, as nossas insuficiências e as nossas limitações, não seremos capazes de aceitar os outros. “Quantas agressões contra os outros estão simplesmente a acertar contas com si próprio. Os pais têm uma experiência cruel disso quando seus filhos lhes reenviam suas próprias faltas”, adverte o Padre Pascal Ide.

Reze pedindo paciência

Ser paciente consigo mesmo não é cair no orgulho. É cumprir a vontade de Deus ser paciente consigo mesmo, pois o próprio Deus é paciente. Para adquirir esta paciência, é essencial ter tempo para se expor à luz do Espírito Santo.

É preciso orar, especialmente quando se está tenso, zangado ou muito cansado. É na oração que podemos ser plenamente nós mesmos, em paz. É o olhar amoroso de Deus sobre nós que nos permite aceitar como somos, com mansidão e paciência.

A fadiga, o primeiro inimigo da paciência

Todo mundo sabe que qualquer coisa que ataque e perturbe nosso corpo prejudica nossa capacidade de ser paciente. Saibamos isto para o ter em conta. É claro que não é sempre possível dormir o suficiente, tampouco evitar o ruído, a acumulação de fadiga, as preocupações, mas é importante saber que os nossos estados de espírito estão profundamente ligados ao nosso estado físico. E quanto mais tenso e cansado estivermos, mais provável será que acumulemos artificialmente as causas da tensão e da fadiga. Você tem que saber como dizer: “Pare! Não aguento mais!”

Pedir perdão ao Senhor e à nossa família por nossa falta de paciência, fazer grandes resoluções, está tudo muito bem, mas talvez devêssemos começar a dormir mais – e assim seja se nossas outras obrigações padecem disso. Devemos decidir então nos organizar de modo a manter um pouco de tempo todos os dias, todas as semanas “para si mesmo”, para respirar, relaxar, descansar e… rezar.

A paciência é exigente

A paciência requer uma coisa a cada vez. Quando uma criança aprende a andar, é encorajada a dar um passo, depois outro… e assim, passo a passo, se torna capaz de caminhar longas distâncias. É assim que cresce: nada se consegue de uma vez, nunca se tem “tudo, imediatamente”. E se algum progresso parece deslumbrante, na maioria das vezes é porque foi preparado de forma invisível, como o grão que caiu na terra e germina discretamente, antes de engendrar uma planta magnífica. Somos muitas vezes tentados a forçar o crescimento da semente, correndo o risco de a esgotar, de exigir demasiado, demasiado cedo, dos nossos filhos, do nosso cônjuge, dos nossos familiares, dos nossos colegas…

Ser paciente é mostrar confiança

Ser paciente às vezes significa ter esperança contra toda a esperança. Muitos pais de crianças com deficiência nos dão, neste sentido, testemunhos luminosos. Ao concordar em caminhar passo a passo com seu filho, ao rejeitar o derrotismo e as falsas esperanças com a mesma energia, eles estão fazendo maravilhas, quando os mais eminentes especialistas estão desistindo. Ser paciente é perdoar “setenta vezes sete vezes”, como o próprio Deus nos perdoa. Significa partir novamente depois de cada fracasso, se levantar depois de cada caída, se recusando a se deixar desencorajar. Os nossos filhos, especialmente no período frágil da adolescência, têm uma necessidade infinita de perdão e de encorajamento.

Quando a nossa paciência seja posta à prova, voltemos para Aquele que é a fonte de todo o amor, para que Ele nos dê tesouros de paciência: os nossos filhos precisam deles para crescer na alegria.

Christine Ponsard

Concerto de Natal

Foto: Leonor Belo

APELO SOCIAL - PARÓQUIA DE COLARES


MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 7 – Santo Ambrósio (Memória) / 1º Sábado

Is 30, 19-21.23-26 / Slm 146 (147), 1-6 / Mt 9, 35 – 10, 1.6-8

É este o caminho; segui por ele. (1ª Leit.)

Um dia, um sacerdote idoso e sábio disse-me que ser santo era conatural, que o problema era chegar lá. O problema era o caminho! Normalmente, não pensamos em ser santos, mas queremos andar junto de Deus. Cada vez mais junto de Deus. E para isso contribuem todas as nossas ações, mesmo aquelas em que não pensamos nisso. Porque não passamos o dia a pensar: «vou andar junto de Deus». Não, o nosso dia decorre normalmente. Mas é na nossa oração diária e depois na conclusão do nosso dia que nos propomos, e verificamos, a intenção de andarmos junto de Deus. 

Presépio no coreto - Largo Dr. Carlos França -Colares

Largo da Igreja 
 Nossa Sra da Assunção - Colares


Presépio Igreja Matriz - Nossa Sra da Assunção

Presépio Igreja Matriz - Nossa Sra da Assunção

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

Hoje a Igreja celebra São Nicolau, padroeiro das crianças

REDAÇÃO CENTRAL, 06 Dez. 19 / 05:00 am (ACI).- “Seria um pecado não repartir muito, sendo que Deus nos dá tanto”, costumava dizer São Nicolau, padroeiro das crianças, das moças solteiras, dos marinheiros, dos viajantes e da Rússia, Grécia e Turquia. Um azeite milagroso brota de seus restos, que serviu para a cura dos doentes. Sua festa se celebra neste dia 6 de dezembro.

Por se tratar de um santo dos primeiros séculos, pouco se sabe com exatidão a respeito dele, salvo que nasceu na Licia (atual a Turquia), em uma família muito rica. Tinha um tio Bispo que o ordenou sacerdote.

Seus pais morreram ajudando os doentes de uma epidemia e deixaram uma fortuna para Nicolau. Entretanto, o jovem decidiu reparti-la entre os pobres e tornar-se monge. Mais tarde, peregrinou ao Egito e à Palestina, onde conheceu a Terra Santa.
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MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 6 – Semana I do Advento / 1ª Sexta-Feira

Is 29, 17-24 / Slm 26 (27), 1.4.13-14 / Mt 9, 27-31

Uma coisa peço ao Senhor (…): habitar na casa do Senhor todos os dias da minha vida. (Salmo)

Não vamos viver dentro de uma igreja. Segundo S. Paulo, a casa de Deus somos nós, templos do Espírito Santo (1 Cor 6, 19). Mas, para este salmo, a casa do Senhor tem um sentido mais vasto: é o próprio Deus. Devemos então andar dentro do próprio Deus? Isso também não é possível. Então chegamos à conclusão que o salmista expressa só um desejo piedoso. Mas podíamos pedir, embora não fosse tão poético, para andarmos no «ambiente», na esfera de Deus. O leitor hoje peça para andar sempre na esfera de Deus. 

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Domingo, 8 de Dezembro - Solenidade de Nossa Senhora da Conceição - ULGUEIRA

Missa às 15h00, seguida de Procissão Solene em honra de Nossa Senhora da Conceição.

O futuro dos mais jovens - O Vídeo do Papa 11 - Dezembro de 2019

O Vídeo do Papa:
Cada criança que sofre é um grito que se eleva a Deus

Em "O Vídeo do Papa" de dezembro, o Santo Padre se ocupa dos mais jovens, das crianças, para que em todos os países do mundo tomem-se medidas que façam de seu futuro uma prioridade.


(Cidade do Vaticano, 5 de dezembro) – No mês de dezembro, "O Vídeo do Papa" trata dos meninos e meninas que têm hoje um futuro incerto, sobretudo os que estão sofrendo por diversas causas. Francisco insiste em que "cada criança marginalizada, cada criança abusada, cada criança abandonada, cada criança sem escola, sem cuidados médicos, é um grito que se eleva a Deus".

O pedido do Papa chama a atenção para os dramas da infância, que exigem medidas sérias. Segundo os Informes sobre o Estado Mundial da Infância de 2016 e de 2017, os meninos e meninas formam quase a metade dos 900 milhões de pessoas que sobrevivem com menos de dois dólares por dia. Além disso, em 2014, comprovou-se que cerca de 160 milhões de todos eles apresentavam atraso no crescimento. Quanto à escolarização, apesar dos avanços nas matrículas, existem cerca de 124 milhões de meninos e meninas que não vão à escola, um fator que se vê agravado pelos conflitos armados que, em muitos lugares, são cada vez mais prolongados. Lamentavelmente, cerca de 250 milhões de jovens vivem em países ou áreas afetadas pelos conflitos armados. Essas condições sociais, econômicas e bélicas dificultam seu desenvolvimento normal e a busca de um futuro melhor.

O P. Frédéric Fornos, SJ, Diretor Internacional da Rede Mundial de Oração do Papa (que inclui o Movimento Eucarístico Jovem), sublinha que o convite do Santo Padre a rezar para que "todos os países decidam tomar as medidas necessárias para que o futuro das crianças seja uma prioridade" não nos livra de trabalhar para essa finalidade em nossa vida cotidiana, cada um dentro de suas possibilidades, e naquilo que poderia nos parecer mais simples. Ele recorda as palavras do Papa Francisco às famílias: "Você perde tempo com seus filhos? Você brinca com seus filhos? – Mas não, o senhor sabe, quando eu saio de  casa pela manhã – me diz o homem – eles ainda estão dormindo e quando volto eles estão na cama. Também a gratuidade, aquela gratuidade da mãe e do pai com seus filhos,  é tão importante: “perder tempo” com os filhos, brincar com seus filhos. (...) Sempre que uma criança é abandonada… não se faz apenas um ato de injustiça, mas também se configura o fracasso dessa sociedade”.

Rezemos, pois, e atuemos "para que todos os países tomem as medidas necessárias para fazer com que seja uma prioridade o futuro das crianças, sobretudo daquelas que sofrem". Pois, como Francisco também recordou em outra ocasião, elas "são o presente".

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 5 – SS. Martinho de Dume, Frutuoso e Geraldo (Memória)

Is 26, 1-6 / Slm 117 (118), 1.8-9.19-21.25-27a / Mt 7, 21.24-27

O seu coração está firme (…), porque em Vós tem confiança. (1ª Leit.)

O nosso coração também está firme porque temos confiança em Deus. Não andamos amedrontados. Andamos de cabeça erguida, mesmo no meio das convulsões da vida. Andamos com coragem. E quando temos alguma dificuldade recorremos a Deus com mais força ou mesmo com muito mais força. É por isso que o nosso coração está firme, porque confiamos no Senhor mesmo nos tempos mais difíceis. Rezemos por uma firmeza constante do nosso coração.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Concerto de Natal - A entrada é livre. Apareçam!

Esta 6.ª feira, dia 6 de dezembro, pelas 21h30, vamos cantar melodias de Natal na Igreja de Colares. 

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 4 – Semana I do Advento

Is 25, 6-10a / Slm 22 (23), 1-6 / Mt 15, 29-37

Ele destruirá a morte para sempre. (1ª Leit.)

Parece que a certa altura não teremos o espigão da morte. A morte inclui uma ansiedade latente que nos bafeja de vez em quando. E, segundo parece, a partir de certa altura da história da humanidade, as pessoas estarão livres da morte. Será a instauração do paraíso universal? A segunda vinda do Senhor? Não sei se isso tem uma altura definida por Deus ou se vamos caminhando para lá com o progresso (possível) da bondade humana. Seja como for, o leitor reze pela instauração desse paraíso universal.

Sábado, 7 de Dezembro - Curso Alpha Jovens, no Mucifal às 19h30


- SEXTA-FEIRA, 6 de Dezembro: 1ª do Mês, em Colares na Igreja da Misericórdia às 18h15

e Confissões, e Missa às 19h15

- SÁBADO 7 de Dezembro: 1º do Mês, na Praia das Maçãsl às 16h00

e Terço meditado e Missa às 17h00

- QUINTA-FEIRA 5 de Dezembro: 1ª do Mês, no Mucifal às 18h00

 e Oração Vocacional

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Relíquia da manjedoura de Jesus regressou à Terra Santa depois de 1.400 anos


JERUSALÉM, 02 Dez. 19 / 03:30 pm (ACI).- Os católicos em Jerusalém celebraram na sexta-feira, 29 de novembro, o retorno à Terra Santa de uma relíquia de madeira que, segundo a tradição, pertence à manjedoura de Jesus, e que esteve quase 1.400 anos em Roma como um presente para o Papa Teodoro I.

Por volta do ano 640, o Patriarca de Jerusalém, São Sofronio, enviou a manjedoura ao Papa Teodoro I quando os muçulmanos conquistaram a Terra Santa, e atualmente se conserva na Basílica de Santa Maria Maior, segundo assinala a imprensa internacional.

A relíquia é do tamanho de um polegar e foi apresentada aos fiéis na igreja de Notre Dame, em Jerusalém, para um dia de celebrações e orações.

O Vaticano assinalou que o Papa Francisco devolveu a relíquia aos católicos na Terra Santa como um presente à Custódia da Terra Santa.

Várias atividades foram realizadas na sexta-feira por ocasião chegada da relíquia, segundo o site da Custódia na Terra Santa. O Núncio Apostólico em Israel e Chipre, Dom Leopoldo Girelli, presidiu "a celebração da Santa Missa prevista para as 9h na capela dedicada a Nossa Senhora da Paz, dentro do complexo de Notre Dame".

Depois disso, os fiéis começaram a rezar diante da relíquia. Louisa Fleckenstein, moradora de Jerusalém, assinalou em uma entrevista à AP que, por causa do silêncio e da oração que havia pela adoração à relíquia, sentia-se como se fosse Natal, como o “verdadeiro Natal”.

A Custódia acrescentou que, em 30 de novembro, pela manhã, a relíquia foi "transferida para Belém, coincidindo com o início das celebrações do tempo do Advento". O objetivo é que “os fiéis e os peregrinos possam venerar o berço que acolheu o começo da nossa redenção na igreja franciscana de Santa Catarina”, localizada ao lado da Igreja da Natividade, em Belém (Cisjordânia), construída onde a tradição indica que Jesus nasceu.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 2 – Semana I do Advento

Is 2, 1-5 / Slm 121 (122), 1-9 / Mt 8, 5-11

Ele nos ensinará os seus caminhos e nós andaremos pelas suas veredas. (1ª Leit.)

Deus está dentro de nós, está fora de nós, está à nossa roda, está nos sítios mais pequenos e em toda a imensidão do universo. Daí que tudo nos possa falar de Deus e ensinar os seus caminhos. E nós temos de estar sensíveis e abertos a essa aprendizagem, sempre. Porque durante muitos meses ou anos parece que estamos na mesma e de repente um acontecimento interior ou exterior faz-nos subir um degrau no progresso espiritual. Hoje o leitor reze por essa sensibilidade.

domingo, 1 de dezembro de 2019

Lisboa: Cardeal-patriarca alerta para distrações na celebração do Natal

Dez 1, 2019 - 17:20

D. Manuel Clemente presidiu a Missa pelo Dia Internacional das Pessoas com Deficiência

Foto: C. M. Lisboa
Oeiras, 01 dez 2019 (Ecclesia) – O cardeal-patriarca de Lisboa alertou hoje em Oeiras para as distrações que afastam os católicos do sentido religioso da celebração do Natal, falando numa Missa pelo Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.

“Prepararmos o Natal não é andarmos por aí distraídos com Pais Natais, a oferecer presentes, e outras coisas do género. Preparar o Natal é preparar o coração para o nascimento de Jesus, onde Ele continua a nascer, realmente”, realçou D. Manuel Clemente, na homilia da celebração, que decorreu na Paróquia de Santo António de Nova Oeiras.

A Eucaristia aconteceu no primeiro domingo do tempo litúrgico do Advento, que marca o início de um novo ano, no calendário católico.

“Se nós queremos celebrar verdadeiramente o Natal de Jesus e não nos distrairmos com coisas que não têm nada a ver com isso, então reparemos que o presépio e a Cruz continuam em cada irmão, especialmente naqueles mais dependentes, ou seja, que mais têm para oferecer”, afirmou o cardeal-patriarca de Lisboa.

D. Manuel Clemente falou num “advento permanente” de Jesus Cristo, que vem ao encontro da humanidade.

A celebração foi organizada pelo Serviço Pastoral a Pessoas com Deficiência do Patriarcado de Lisboa, em colaboração com a APCL (Associação de Paralisia Cerebral de Lisboa) – Centro Nuno Belmar da Costa.

“Se quisermos ter Natal a sério, olhemos bem à nossa volta: quer nas instituições, onde muitos estão, quer nas casas em que muitos permanecem, na vida, onde não faltam dependências, onde Jesus está para nos oferecer muito mais do que nós lhe podemos oferecer a Ele”, pediu D. Manuel Clemente aos participantes.

O presidente da Conferência Episcopal Portuguesa referiu que as pessoas com deficiência são “presença” de Deus que vem ao encontro de todos.

“[Jesus] muitas maneiras de chegar a cada um de nós, assim o saibamos receber”, indicou.

O Dia Internacional das Pessoas com Deficiência celebra-se na terça-feira.

OC

Presépio é a “única e verdadeira revolução” que dá esperança e ternura

01 dez, 2019 - 15:04 • Aura Miguel

Carta do Papa Francisco divulgada neste domingo apela à redescoberta do presépio.

Papa Francisco, esta manhã, no Vaticano. Foto: Fabio Frustaci/EPA
O Papa Francisco apela a uma redescoberta e revitalização do Presépio para que volte a ser feito onde deixou de estar presente. Numa carta apostólica assinada e divulgada neste domingo, em Greccio, onde São Francisco de Assis fez o primeiro presépio, o Papa apresenta-o como “a única verdadeira revolução que dá esperança e dignidade aos deserdados, aos marginalizados”, como uma “revolução do amor, a revolução da ternura”.

Numa linguagem muito acessível, o Papa começa por escrever que quer “apoiar a bonita tradição das famílias” que nestes dias preparam o Presépio, não só dentro de casa, também “nos lugares de trabalho, nas escolas, nos hospitais, nos estabelecimentos prisionais, nas praças”. Francisco espera “que esta prática nunca desapareça” e que “onde tenha caído em desuso, se possa redescobrir e revitalizar.” Ler mais...

MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 1 – Domingo I do Advento – Ano A

Começamos um novo ano litúrgico, em que seremos acompanhados pela palavra de Deus que nos apresenta o evangelista S. Mateus. Estamos no 1.º domingo do Advento. Esta palavra «advento» foi tirada da linguagem comum, referindo a vinda de uma pessoa importante, como o imperador. A liturgia tomou este vocábulo para indicar a preparação da chegada do Rei dos reis, a vinda do Salvador do mundo, Jesus Cristo.
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RETIRO ESPIRITUAL CARMELITA ONLINE

Com Francisco de Santa Maria, comungar na vida de graça de Maria 

Advento 2019

Inscrição gratuita Clique aqui


sábado, 30 de novembro de 2019

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 30 – Santo André, Apóstolo (Festa)

Rom 10, 9-18 / Slm 18 A (19 A), 2-5 / Mt 4, 18-22

Os céus proclamam a glória de Deus. (Salmo)

«O dia transmite ao outro esta mensagem e a noite a dá a conhecer à outra noite». Para acabar o mês de novembro, proponho ao leitor que, na sua oração, prepare um dia contemplativo. Mentalize-se que vai pensar em que é que a natureza deste dia lhe fala de Deus. Aquele bocadinho de céu que vê do seu carro. O campo que vê da sua janela. O jardim da sua casa. A árvore que vê na rua. E como isso está lá de dia para dia e proclama a glória de Deus.

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 29 – Semana XXXIV do Tempo Comum

Dan 7, 2-14 / Dan 3, 75-81 / Lc 21, 29-33

Erguei-vos e levantai a cabeça. (Do Aleluia)

Nós temos todas as razões para andar de cabeça levantada porque somos humildes. A humildade é o reconhecimento da verdade de cada um. E a verdade de cada um de nós é que temos uma dignidade que ninguém abala: a dignidade de filhos de Deus e a dignidade da oblação e a dignidade do amor a nós próprios. Não temos a dignidade que vem do orgulho que o fracasso deita abaixo, não temos a dignidade do dinheiro que a ruína destrói. A nossa dignidade é imune ao fracasso. É divina.

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 28 – Semana XXXIV do Tempo Comum

Dan 6, 12-28 / Dan 3, 68-74 / Lc 21, 20-28

Deus (…) permanece para sempre. (1ª Leit.)

Claro, se não fosse assim, não era Deus. Mas é extraordinário apreciarmos a longevidade de Deus, porque nos dá uma grande segurança. É uma longevidade a que chegamos com a nossa fé coadjuvada pela razão. Tem de ser assim para que haja o universo. Deus tem de ser eterno para que haja o mundo, que só existe se for criado. E, naturalmente, para nós existirmos. Agradeçamos a Deus a sua eternidade.

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Rede Social


No próximo dia 4 de dezembro

Programa: "Afectividade e Inclusão - Cuidadores,Voluntários e o seu Impacto Social"

9h15 - Abertura do Secretariado;
9h40 - Sessão de Abertura e Boas-Vindas;
10h00 - Debate 1:As Entidades Públicas e o Trabalho em Rede para a Promoção da Inclusão. 
11h00 - Pausa para Café;
11h30 - Debate li: ''Cidadania Social" - O Papel do Cidadão na Inclusão Social (Testemunhos Pessoais)
12h30 - Encerramento.

Aguardamos a confirmação da presença através dos seguintes contactos:
E-mail servico.social@apadp.pt / apadp@apadp.pt ou Tlf: 214338440. Agradecemos desde já a atenção dispensada e ficamos ao dispôr para qualquer esclarecimento adicional.


MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 27 – Semana XXXIV do Tempo Comum

Dan 5, 1-6.13-14.16-17.23-28 / Dan 3, 62-67 / Lc 21, 12-19

Mas nenhum cabelo da vossa cabeça se perderá. (Evang.)

Deus cuida de nós inteiramente, não deixa nada de fora. Então porque é que nem tudo nos corre bem? Já sabemos que Deus não nos tira as nossas dificuldades. Vamos subir um degrau. Vamos tentar aceitar as nossas dificuldades. Já aqui falámos das dificuldades que advêm de um objetivo a alcançar. Essas são «fáceis» de aceitar. E as «sem sentido»? As doenças? Os inocentes que sofrem? Essas são a solidariedade com um mundo que sofre.

terça-feira, 26 de novembro de 2019

MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 26 – Semana XXXIV do Tempo Comum

Dan 2, 31-45 / Dan 3, 57-61 / Lc 21, 5-11

Poderes do Senhor, bendizei o Senhor. (Salmo)

O que será um «poder do Senhor»? Imaginemos uma «coisa», algo que vem de Deus e que atua em conformidade com Deus. Por exemplo, «o bem». O bem vem de Deus, mas não é Deus. Podemos é dizer que Deus é o Bem no seu grau infinito. Quando nós praticamos o bem, estamos a usar um poder de Deus e um poder que Deus nos dá. Aos poderes que Deus nos dá normalmente chama-se «dom» ou «graça», mas são poderes. São «algo» para podermos fazer alguma coisa. O leitor agradeça a Deus os seus poderes.  

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

O ano litúrgico e seus 3 ciclos: como saber se é A, B ou C?

Estamos terminando o ciclo C e nos preparando para começar, no Advento, o próximo ciclo A: mas por quê?

O ano litúrgico cristão passa por três ciclos, também chamados de anos A, B e C.

Cada ciclo tem a sua sequência própria de leituras do Antigo e do Novo Testamento na liturgia da Igreja, de modo que a distribuição dos textos bíblicos ao longo de três anos permita aos fiéis uma visão abrangente de toda a História da Salvação.

A Constituição Sacrosanctum Concilium nos pede:

“Prepare-se para os fiéis, com maior abundância, a mesa da Palavra de Deus: abram-se mais largamente os tesouros da Bíblia, de modo que, dentro de um período de tempo estabelecido, sejam lidas ao povo as partes mais importantes da Sagrada Escritura”.

Para isto, o rito romano organiza as leituras bíblicas da Celebração Eucarística de modo a se completarem a cada ciclo de três anos:

- No ano “A”, a leitura principal (Evangelho) segue o Evangelho de São Mateus;
- No ano “B”, o Evangelho de São Marcos;
- No ano “C”, o Evangelho de São Lucas.

E o Evangelho de São João? Ele é reservado para ocasiões especiais, principalmente grandes festas e solenidades, com ênfase para a Semana Santa.

Como saber se o ciclo do ano litúrgico atual é A, B ou C?

Basta somar os algarismos do ano.

A referência é o ciclo C, que se aplica aos anos cuja soma de algarismos é divisível por 3.

2019, por exemplo: 2 + 0 + 1 + 9 = 12. Como o 12 é divisível por 3, temos aqui um ano do ciclo C.

Já os algarismos do ano 2020 somam 4, ou seja, 3 + 1. Logo, aplica-se o ciclo imediatamente posterior ao C, que é o retorno ao ciclo A. Da mesma forma, a soma dos algarismos de 2021 é 5, ou seja, 3 + 2. Logo, aplica-se o ciclo B. E 2022 volta a ser ciclo C porque a soma dos seus algarismos é 6, que é múltiplo de 3. Assim, sucessivamente.

É como se o ciclo começasse no primeiro ano da contagem cristã: o ano 1 teria sido ciclo A; o ano 2, ciclo B; o ano 3, ciclo C; e os anos 6, 9, 12, 15… novamente o ciclo C.

MAS ATENÇÃO: Cada ciclo começa junto com o respectivo ano litúrgico, ou seja, a partir da primeira semana do Advento. Isto significa que, liturgicamente, o ciclo correspondente a 2020 já começa ainda em 2019, no primeiro domingo do Advento, que será o próximo dia 1º de dezembro de 2019. Não é preciso esperar até 1º de janeiro de 2020 para entrarmos no ciclo A, já que o marco inicial não se baseia no ano civil, mas sim, é claro, no calendário litúrgico da Igreja.

MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 25 – Semana XXXIV do Tempo Comum

Dan 1, 1-6.8-20 / Dan 3, 52-56 / Lc 21, 1-4

Bendito sejais, Senhor, Deus dos nossos pais. (Salmo)

Há alguma coisa que está muito mal na transmissão da fé de pessoa a pessoa e na transmissão da doutrina na catequese, pois as crianças não sabem rezar e os jovens não sabem responder na Missa. Se estivéssemos muito interessados em transmitir a fé de uma forma eficaz, tínhamo-nos mexido mais. Não podemos transmitir a fé ineficazmente, dizendo que as pessoas é que têm de se adaptar. E que se as igrejas se esvaziam, o problema é das pessoas. Nunca dos padres. O leitor invetive o seu pároco. Tenha iniciativas. (Mas há sinais de esperança.)

domingo, 24 de novembro de 2019

HUMANIDADE DE MÃOS DADAS!...


MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 24 – Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo (Solenidade) – Ano C

Na conclusão do ano litúrgico, celebramos a solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo. Cristo é o alfa e o ómega, o princípio e o fim de tudo. «Por Ele é que tudo começou a existir; e sem Ele nada veio à existência». Assim recorda S. João no prólogo do seu Evangelho. Partindo da linguagem comum sobre as autoridades civis, veneramos a Cristo como Rei, mas um Rei original, pois o seu poder significa serviço e a sua grandeza consiste em dar a vida pela salvação de todos. Na oração que Jesus nos ensinou, rezamos «venha a nós o vosso reino», que é um «reino de verdade e de vida, reino de santidade e de graça, reino de justiça, de amor e de paz». Este reino, que Jesus veio instaurar, é o centro da sua pregação, referindo-Se ao reino de Deus 90 vezes.

sexta-feira, 22 de novembro de 2019

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 22 – Santa Cecília (Memória)

1 Mac 4, 36-37.52-59 / 1 Cr 29, 10-13 / Lc 19, 45-48

a minha casa é uma casa de oração. (Evang.)

E nós, que também somos casa de Deus (não comungamos nós?), também somos casas de oração. E as casas de oração que somos têm de saber acolher Deus quando Ele vem ter connosco na forma do outro. No Evangelho, Jesus identifica-Se com os necessitados e diz que o que lhes fizermos, a Ele o fazemos. Além disso, também temos de acolher o outro que nos fala de Deus de outra maneira. Trazê-lo para a nossa igreja interior e assim saborearmos a sua palavra e os seus gestos. O leitor medite sobre isto.

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 20 – Semana XXXIII do Tempo Comum

2 Mac 7, 1.20-31 / Slm 16 (17), 1.5-6.8b-9a.15 / Lc 19, 11-28

Fazei-as render até que eu volte. (Evang.)

Normalmente, quando pensamos em talentos (as minas), pensamos em coisas que fazer. Mas também há o talento para amar o próximo, que nalguns surge com mais facilidade do que noutros. E só há um certo nivelamento nessa diferença de talento à força de se bater com a cabeça nas paredes, de se magoar e de se ser magoado. Não temos estudos para isso. Daí que seja preciso refletir muito e rezar sobre esta matéria aparentemente fácil, mas que é difícil. Hoje o leitor reflita como é que amanhã vai amar melhor a pessoa tal.

terça-feira, 19 de novembro de 2019

ESPIRITUALIDADE

Oração por famílias divididas e quebradas
Brian A Jackson I Shutterstock
Descubra esta bela oração deixada pela Madre Teresa para pedir a paz na sua família. A ser recitada se os conflitos dividem seus entes queridos e os distanciam uns dos outros

Infelizmente, a vida de uma família não é sempre pontuada por sorrisos e momentos de alegria. Disputas e palavras ofensivas também podem fazer parte da vida familiar diária. Se todas as tentativas de reconciliação parecem perdidas, a oração é o caminho mais seguro para manter ou recuperar a paz. Santa Teresa de Calcutá sabia disso muito bem, ela que dizia que “uma família que reza é uma família unida”. Você pode recitar sua bela oração se você discutiu com seus entes queridos ou se eles estão em conflito uns com os outros:
Oração
Ó Deus, Pai de todos os homens, você nos pede para trazer o Amor onde os pobres são humilhados, Alegria onde a Igreja é abatida, Reconciliação onde os homens estão divididos.
Nos ajuda a reconciliar o pai com o filho, a mãe com a filha, o marido com a mulher, o crente com aquele que não pode acreditar, o cristão com o seu irmão cristão que ele não gosta.
Abres este caminho para nós para que o corpo ferido de Jesus Cristo, a tua Igreja, sê o fermento da comunhão para os pobres da terra e em toda a família humana.
Amém

RELIGIÃO

Papa vai ao Japão e à Tailândia com mensagem de proteção à vida
Papa Francisco “se coloca de certo modo na esteira destes grandes missionários, destes grandes evangelizadores que anunciaram o Evangelho e semearam a fé naquelas terras”

Vatican News | Nov 19, 2019
O Papa Francisco realiza de 19 a 26 de novembro a 32ª viagem apostólica internacional de seu Pontificado. O Papa vai à Tailândia e ao Japão.
Como acontece nessas viagens, acompanhará o Santo Padre o cardeal secretário de Estado Pietro Parolin.

Em entrevista concedida ao L’Osservatore Romano e ao Vatican News, o cardeal Parolin ressalta o caráter missionário da visita a esses dois países, que têm uma presença católica em torno de 0,5%. Trata-se da segunda vez que um Papa visita a Tailândia e o Japão: São João Paulo II esteve em Tóquio em 1981 e em Bangcoc em 1984.

Cardeal Parolin, nestes anos houve muitas mudanças, quais países o Papa Francisco encontrará hoje?

R. Penso que as mudanças são sobretudo as que estão relacionadas à globalização que se acentuou em todo o planeta em seus aspectos positivos, mas também em seus aspectos menos positivos, para não dizer negativos. Hoje as distâncias praticamente acabaram e os progressos dos meios de comunicação fazem de modo que cada um de nós possa ser ao mesmo tempo expectador e protagonista também do que acontece nos países mais distantes. Porém, nesse quadro me parece importante que o Papa queira ir pessoalmente.

MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 19 – Semana XXXIII do Tempo Comum

2 Mac 6, 18-31 / Slm 3, 2-7 / Lc 19, 1-10

O Filho do Homem veio procurar e salvar o que estava perdido. (Evang.)

Hoje em dia, há pessoas muito desprezadas, ostracizadas e odiadas pelo seu pecado. Há que salvar o que está perdido. Foi o que Nossa Senhora de Fátima pediu. Há pessoas que são pecadoras compulsivas e que pedem ajuda a psiquiatras e a sociedade tem de fazer tudo para ajudá-las (e, ao mesmo tempo, defender-se delas.) Mas há outros pecadores que têm um coração de pedra. Estes têm mesmo de ser ostracizados. Apesar de termos (muito) que rezar por eles. Rezemos por estas pessoas.