segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Destaques da semana de 17 a 23-02-2020


- QUARTA-FEIRA 19: Vigília de Oração com Adoração ao SS.mo Sacramento pela vida e pelos deputados, no Mucifal das 21h00 às 22h00.





- QUINTA-FEIRA 20: Memória dos Pastorinhos Francisco e Jacinta Marto. Terço para as famílias em Colares às 21h15.





- SEXTA-FEIRA 21: Curso Alpha para casais, em Colares às 19h30.






- SÁBADO 22: Reunião de Formação para o voluntariado, no CSP de Colares das 10h00 ás 12h00. 

MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 17 – Semana VI do Tempo Comum

Tg 1, 1-11 / Slm 118 (119), 67-68.71-72.75-76 / Mc 8, 11-13

A fé assim provada produz a constância. (1ª Leit.)

A constância espiritual. Mas não se engane o leitor, que não é uma constância voluntarista, uma constância que advém da pura força de vontade. Temos de nos fazer pobres em espírito e deixar que Deus faça a sua parte. Esta constância é, pois, a simbiose da nossa vontade e da ação de Deus. E o leitor não se deixe desanimar pelas suas falhas. Da constância também faz parte não desistir. Tentar, tentar muito até se alcançar a constância. Hoje o leitor peça pela sua fidelidade.

domingo, 16 de fevereiro de 2020

Rezar pela missão da Igreja

Um caminho que se renova
Já pensaste quantas pessoas se conectam através de Click To Pray para rezar pelo Papa, pelas suas intenções e para rezarmos uns pelos outros? Atualmente, somos mais de dois milhões de utilizadores que nos unimos em oração através da plataforma digital da Rede Mundial de Oração do Papa.

Desde setembro de 2019, Click To Pray está num processo de renovação, graças à criação de uma equipa de gestão cuja missão é dar continuidade ao projeto que nasceu em 2014 para ligar a nossa oração com os desafios do mundo. A equipa depende da Direção Internacional da Rede Mundial de Oração do Papa, é coordenada por uma equipa internacional de Click To Pray e é formada por jovens profissionais que contribuem com os seus conhecimentos para o desenvolvimento da plataforma digital.

Os membros da equipa internacional de gestão de Click To Pray são: Virginia Núñez (Community Manager – Paraguai), Diego Martínez (Community Manager – Guatemala), Marcelo Mareco (Community Manager – Argentina), Liliana Mereles (Designer – Argentina) e Juan Ignacio Castellaro (Project Manager – Argentina). Com grande dedicação e serviço à missão da Igreja, cada um dá o melhor de si para que o projeto continue a crescer, aproximando e unindo mais pessoas em oração.

No Encontro Internacional assinalando os 175 anos da Rede de Oração do Papa, no Vaticano, Francisco dizia-nos: "entrando no mundo digital, aproxima idosos e jovens, ajudando-os a dar nova vitalidade ao tradicional Apostolado da Oração. É necessário que a missão da Igreja se adapte aos tempos e utilize os instrumentos modernos que a técnica põe à disposição" .

Estamos dispostos a seguir este caminho que Francisco nos propõe, para sermos servidores da missão universal da Igreja e para colaborarmos na construção de uma comunidade sólida que reza pelos desafios da humanidade.

Juan Ignacio Castellaro
Project Manager – Click To Pray
 

MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 16 – Domingo VI do Tempo Comum – Ano A

Sir 15, 16-21 / Slm 118 (119), 1-2.4-5.17-18.33-34 / 1 Cor 2, 6-10 / Mt 5, 17-37 ou 5, 20-22.27-28.33-34.37

A lei de Deus é muito mais que um conjunto de regras que obrigatoriamente temos de cumprir. A lei de Deus não é, de modo algum, um instrumento de subjugação do homem, controlando a sua liberdade. A lei de Deus é a indicação dos caminhos certos para vivermos felizes e alcançarmos a meta da salvação. Para circularmos nas estradas deste mundo precisamos de cumprir um código de regras: assim evitamos acidentes e chegamos seguros ao nosso destino. A lei de Deus é amiga do homem, que Jesus Cristo resumiu no duplo mandamento do amor a Deus e ao próximo. Os mandamentos e preceitos, que nos vêm de Deus e da sua Igreja, são ajudas para amar sempre e melhor.

sábado, 15 de fevereiro de 2020


Encerramento da Semana Vicarial da Caridade

Ter um Coração que Vê”
Conferência 
Paróquia de Colares

Saúde: Acompanhar no momento da morte «é um privilégio» – Irmã Ângela Coelho

Religiosa da Aliança de Santa Maria é médica na Unidade de Cuidados Continuados, na Batalha, e afirma que pacientes querem «carinho, conforto e presença dos que ama, sem antecipar último momento da vida»

Foto: Agência ECCLESIA/MC
Fátima, 14 fev 2020 (Ecclesia) – A Irmã Ângela Coelho, religiosa da Aliança de Santa Maria e médica de formação, diz que “acompanhar um paciente no processo de morrer e na morte” não é fácil, mas “é um privilégio” fazê-lo.

“É um privilégio acompanhar o processo de morrer: poder, pelo menos, para além da dor e higiene, libertar os doentes da pior coisa no processo de morrer que é a solidão. Estar ali presente, a acompanhar, é um privilégio”, indica, em declarações à Agência ECCLESIA.

“Se todos, o Estado inclusivamente, proporcionassem os meios de conforto e carinho, a possibilidade de os utentes estarem próximos dos seus familiares, até em contexto de domicílio e sobretudo em matéria de dor, creio que a eutanásia nem se colocaria”, sublinha religiosa da Aliança de Santa Maria, congregação que tem por carisma aprofundar e transmitir a Mensagem de Fátima.

Formada em Medicina há 25 anos, a exercer na Unidade de Cuidado Continuados no Centro Hospitalar de Nossa Senhora da Conceição, na Batalha, a irmã Ângela Coelho sustenta que a sociedade transformou a morte em “tabu” e que a foi relegando para ambientes hospitalares.

Em ambiente familiar a morte era entendida como “um ritual, encarada com muita naturalidade, era um momento da vida, o último”, onde todos “participavam no processo de morrer”, com a pessoa “em contexto familiar, rodeado por outros que amava”, conferindo “um horizonte” à última etapa da vida.

“Está a mudar e os cuidados paliativos são uma realidade relativamente recente, com alguns anos, e é curioso ver quão importante é a formação dos profissionais que trabalham em cuidados paliativos e sentirem-se vocacionados. Não é fácil acompanhar o doente no seu processo de morrer e na morte”, observa.

A religiosa afirma que a recusa em acompanhar e encarar a morte se deve ao facto de “não ser fácil encarar o próprio destino”.

Não gostamos de pensar na nossa morte – banimo-la do horizonte da vida – e perdemos e empobrecemo-nos muito. A morte é que dá horizonte à vida, se nunca morrêssemos a nossa vida seria outra coisa”.

A irmã Ângela Coelho acompanha, semanalmente, a Unidade de Cuidados Continuados, onde considera haver “muita reabilitação”, bem como pessoas que estão a morrer.

“A experiência é que todos querem viver”, relata.

“Aceitando o momento da morte que chega, querem-no viver com dignidade. Quando os doentes têm satisfeitas as suas necessidades desta fase, da fase da morte, que é o carinho, o conforto, a ausência de dor, a alimentação, a presença dos que amam, não querem antecipar a sua morte, querem vivê-la como o último momento da sua vida”, conclui a religiosa.

LS

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 15 –Semana V do Tempo Comum

1 Reis 12, 26-32; 13, 33-34 / Slm 105 (106), 6-7a.19-22 / Mc 8, 1-10

Esqueceram a Deus que os salvara, que realizara prodígios... (Salmo)

Temos de meditar nos prodígios, ou simplesmente coisas menos comuns, que nos aconteceram, para não os esquecermos. Ou registá-los. Os benefícios que Deus faz connosco têm de ser lembrados, porque só assim é que podem voltar a atuar. Hoje, o leitor podia fazer uma oração de ação de graças e de lembrança. Podia lembrar o que é que Deus tem feito por si desde a última oração de ação de graças. Por exemplo. (Lembra-se quando foi?)

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 14 – S. Cirilo e S. Metódio (Festa)

At 13, 46-49 / Slm 116 (117), 1.2 / Lc 10, 1-9

E se lá houver gente de paz, a vossa paz repousará sobre eles. (Evang.)

O leitor é «gente de paz»? Suponho que sim. Então hoje, na sua oração, aquiete-se, concentre-se e peça a Deus que lhe envie a sua paz. E deixe-se invadir por ela. Peça a Deus que esta paz não seja uma coisa de um momento, mas que crie raízes no coração do leitor. Peça a Deus que o ajude a viver «em paz». Não o «em paz» que significa livre de maçadas, mas em paz por entre todas as maçadas.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 13 – Semana V do Tempo Comum

1 Reis 11, 4-13 / Slm 105 (106), 3-4.35-37.40 / Mc 7, 24-30

Quando Salomão envelheceu… (1ª Leit.)

«Quando Salomão envelheceu» deixou-se levar pelas mulheres que lhe desviaram o coração. Não nos deixemos nós levar pelo envelhecimento da vida. Pela rotina, o passar do tempo, o esmorecimento de um entusiasmo. Temos de trazer sempre frescura às nossas vidas. Novos hábitos, novas maneiras de rezar, novas maneiras de amar, melhores(!) maneiras de amar. Caso contrário, enferrujaremos. Envelheceremos e seremos levados «por quem», «pelo que» não queremos. Hoje rezemos por essa intenção.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Semana Vicarial da caridade

“Ter um Coração que Vê”
Conferência sobre Pastoral da Saúde Mental
Paróquia do Cacém

Semana Vicarial da caridade

“Ter um Coração que Vê”
Conferência sobre Pastoral do Voluntariado
Paróquia de Montelavar

Sesta-feira 14

Curso Alpha Casais, às 19h30, em Colares
11 de Fevereiro de 2020
Eutanásia
Bispos portugueses apoiam a realização de referendo
A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) manifestou hoje o seu apoio à realização de um referendo sobre a legalização da eutanásia em Portugal, propondo uma aposta nos “cuidados paliativos”, como alternativa.

“A opção mais digna contra a eutanásia está nos cuidados paliativos como compromisso de proximidade, respeito e cuidado da vida humana até ao seu fim natural. Nestas circunstâncias, a Conferência Episcopal acompanha e apoia as iniciativas em curso contra a despenalização da eutanásia, nomeadamente a realização de um referendo”, refere um comunicado dos bispos católicos, divulgado após a reunião mensal do Conselho Permanente que decorreu em Fátima.

No documento que foi apresentado aos jornalistas pelo secretário da CEP, padre Manuel Barbosa, os bispos aludem à “hipótese da despenalização da eutanásia na Assembleia da República”, recordando as posições tomadas pela Igreja Católica em 2016, em particular a Nota Pastoral «Eutanásia: o que está em causa? Para um diálogo sereno e humanizador», na qual se afirma que “nunca é absolutamente seguro que se respeita a vontade autêntica de uma pessoa que pede a eutanásia”. “A sociedade tem de ser consultada – e o referendo é uma forma -, tem de ser ouvida sobre questões tão essenciais”, indicou o padre Manuel Barbosa, considerando que o referendo é uma forma “útil” para defender a vida no seu todo.

Um movimento de cidadãos lançou, na sexta-feira, uma recolha de assinaturas que tem como objetivo propor à Assembleia da República a realização de um referendo nacional sobre “a (des)penalização da morte a pedido”. O movimento “#simavida” quer apresentar ao Parlamento uma Iniciativa Popular de Referendo considerando que uma decisão tão grave e fraturante como a de despenalizar e legalizar certos casos de morte a pedido não deve ser tomada no interior dos partidos e nos corredores de São Bento.

Na mensagem para Dia Mundial do Doente 2020 (11 de fevereiro), o Papa Francisco reforça a sua oposição a projetos de legalização da eutanásia. Dirigindo-se aos profissionais de saúde, Francisco pede que a sua ação vise “constantemente a dignidade e a vida da pessoa, sem qualquer cedência a atos de natureza eutanásica, de suicídio assistido ou supressão da vida, nem sequer se for irreversível o estado da doença”.

*Com Ecclesia

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 12 – Semana V do Tempo Comum

1 Reis 10, 1-10 / Slm 36 (37), 5-6.30-31.39-40 / Mc 7, 14-23

Jesus chamou de novo para junto de Si a multidão e disse-lhes… (Evang.)

O leitor acha que Jesus o chama para junto d’Ele? Claro que sim. E o leitor vai ter com Jesus? Não se deixa assoberbar pelos múltiplos afazeres do seu dia a dia? E o que é que Jesus terá para lhe dizer? Hoje, na sua oração, o leitor pergunte-o a Jesus. Pode perguntar a Jesus o que é que Ele tem para lhe dizer para hoje. Ou para a sua vida. Ou para um capítulo particular da sua vida. Ou, talvez, perguntar em geral. 

domingo, 9 de fevereiro de 2020

AVISOS DA SEMANA de 10 a 16/02/2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 9 – Domingo V do Tempo Comum – Ano A

Is 58, 7-10 / Slm 111 (112), 4-9 / 1 Cor 2, 1-5 / Mt 5, 13-16

O profeta Isaías, no século V antes de Cristo, exorta o povo regressado do exílio na Babilónia a praticar «obras de misericórdia». O exercício concreto da caridade é a expressão visível da fé no Deus verdadeiro, que realiza connosco uma história de salvação. Acreditar em Deus tem de significar amar o pobre e o indigente, consolar os tristes, socorrer os desamparados, praticar a justiça. Quem assim põe em prática a sua fé é escutado por Deus e a sua vida é uma candeia acesa que «brilhará na escuridão e a tua noite será como o meio dia».

O apóstolo Paulo apresenta-se aos cristãos da cidade de Corinto com toda a simplicidade. Não exibe os seus títulos e qualidades, como cidadão romano e formado em excelente escola de Jerusalém, mas mostra que a força da sua pregação se baseia na fé em Jesus Cristo, que ofereceu a sua vida por nós na cruz. Cristo, sendo Deus omnipotente, não ostentou a sua grandeza como os personagens importantes deste mundo, mas fez-Se servo de todos. Esta é a justa atitude com que nos devemos apresentar aos outros: não como senhores, mas como servidores; não no pedestal da nossa importância, mas como próximos e amigos.

Cristo exorta-nos a ser sal que dá sabor à vida, ao convívio humano. Quando uma conversa é banal e até desagradável, dizemos que é «insonsa». A nossa presença e ação, os nossos encontros e convívios devem ter o sabor da caridade, do amor fraterno inspirado por Cristo. Assim exorta S. Paulo os cristãos numa sua carta: «A vossa palavra seja sempre amável, temperada de sal» (Cl 4, 6). Amabilidade não permissiva, mas que crie exigência. Por isso, assim afirma o Santo Cura d’Ars: «O bom Deus pediu-nos para sermos sal e não mel». O cristão não pode ser «insípido», mas deve ter sempre o sabor de Cristo, em pensamentos, palavras e atos, sem omissões.

O sal tem também a qualidade de conservar os alimentos, de não deixar que se corrompam. A imagem que Cristo usa alerta-nos para a coerência de vida, para a virtude da honestidade de quem não se deixa corromper e disso dá testemunho ao seu redor.

Cristo definiu-Se a Si mesmo como «a luz do mundo». Sem esta luz essencial, a escuridão da noite nos invade, desorientando-nos. Tudo passa a ser diferente, triste e inseguro. O cristão é aquele que se deixa iluminar pelo «sol da justiça», abandonando os caminhos das trevas do egoísmo, do pecado. É natural que Cristo nos peça para sermos a «luz do mundo» e disso darmos claro testemunho: «Assim deve brilhar a vossa luz diante dos homens, para que, vendo as vossas boas obras, glorifiquem o vosso Pai que está nos céus». Ser cristão é ser testemunha da luz de Cristo, criando um ambiente de confiança, amabilidade e segurança.

sábado, 8 de fevereiro de 2020

Carta Aberta de D. Nuno Almeida aos Deputados sobre a Eutanásia

A propósito da discussão, este mês, na Assembleia da República, de projectos de lei sobre a despenalização da eutanásia.

Ex.mos Senhores Deputados!

Sou padre há 33 anos e bispo há quatro anos. Tive responsabilidades diretas, como pároco e presidente da direção, na criação e funcionamento de três IPSS. Desde há 33 anos e, sobretudo, desde há quatro anos que permanentemente visito idosos e doentes nas suas casas, nos lares, nas unidades de cuidados continuados e paliativos, centros de dia e de convívio, Hospitais e outras instituições. Faz parte da minha agenda, quase todas as semanas, a celebração festiva com largas dezenas de idosos e doentes do Sacramento da Unção.

Se neste momento fosse deputado pensaria conscientemente, livremente e responsavelmente nas pessoas, especialmente nas mais frágeis. No momento de decidir o voto não poderia dar prioridade a estratégias políticas, ideológicas ou a orientações partidárias. 


MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 8 – Semana IV do Tempo Comum

1 Reis 3, 4-13 / Slm 118 (119), 9-14 / Mc 6, 30-34

Vinde Comigo para um lugar isolado. (Evang.)

Hoje, o leitor vá com Jesus para um lugar isolado e ofereça-se a Ele. Ofereça-se a Ele para o que Ele quiser de si. Será algo de extraordinário? Será algo banal? Eu não sei. E repare que o leitor também não. Não comece a oração a pensar que já sabe. Vá em branco. Até pode ser que hoje não tenha nenhuma resposta. Nessa altura, amanhã, volte a rezar sobre este assunto.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Escutar os gritos dos migrantes - O Vídeo do Papa 2 - fevereiro de 2020



Não podemos ser cúmplices silenciosos do fenómeno mafioso que envolve o tráfico de pessoas. E muito menos protagonistas, embora indiretos. Diante daqueles que vivem do infortúnio dos outros e se aproveitam de seu desespero, trabalhemos para superar as desigualdades que favorecem a uma pessoa escravizar a outra.

"Frequentemente, os migrantes são vítimas do tráfico de pessoas.

Entre outras causas, isto acontece pela corrupção daqueles que estão dispostos a fazer qualquer coisa para enriquecer.

O dinheiro dos seus negócios sujos e dos seus delitos é dinheiro manchado de sangue. Não estou exagerando: é dinheiro manchado de sangue.

Rezemos para que o clamor dos irmãos migrantes vítimas do tráfico criminoso de pessoas seja escutado e considerado."

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 7 – Cinco Chagas do Senhor (Festa) / 1ª Sexta-Feira

Is 53, 1-10 / Slm 21 (22), 7-8.15.17-18a.22-23 / Jo 19, 28-37

E, inclinando a cabeça, expirou. (Evang.)

Expirou depois de ter exclamado: «Tudo está consumado». Depois de ter terminado de fazer a vontade de Deus na terra. Nós também devemos ter um sentido de missão cumprida, de vontade de Deus cumprida. E o que é a vontade de Deus? Muitas vezes, a vontade de Deus é «só» fazermos bem aquilo em que estamos metidos. E fazermos bem é quebrar uma rotina em que fazemos as coisas do dia a dia automaticamente. É pormos todo o nosso ser no que fazemos.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 6 – SS. Paulo Miki e Companheiros, mm. (Memória)

1 Reis 2, 1-4.10-12 / 1 Cr 29, 10-13 / Mc 6, 7-13

Tudo no céu e na terra Vos pertence. (Salmo)

E nós somos os administradores. Nós que usamos a terra devemos melhorá-la para a transmitir às gerações futuras. A comida do supermercado é toda para nós, ou também é para o Banco Alimentar? E quando há o Banco Alimentar, é um bocadinho do que temos no carrinho que damos ou é um bocadinho do que demos ao Banco Alimentar que levamos para casa? Que tal, um dia, darmos mais para o Banco Alimentar do que o que levamos para nós? (O leitor não faça batota, não vale aquele dia em que só foi comprar um litro de leite.)

O Papa: o mundo rico de hoje pode e deve acabar com a pobreza

"Um mundo rico e uma economia vibrante podem e devem acabar com a pobreza." “O nível de riqueza e de técnica acumulados pela humanidade, bem como a importância e o valor que os direitos humanos adquiriram, não permitem mais pretextos. Devemos ter consciência de que todos somos responsáveis”, disse o Papa falando a banqueiros, economistas e ministros da economia reunidos no Vaticano pela Pontifícia Academia das Ciências Sociais

Raimundo de Lima - Cidade do Vaticano

“O mundo é rico e, todavia, os pobres aumentam ao nosso redor.” Foi a constatação expressa pelo Papa no discurso na tarde desta quarta-feira (05/02) na Casina Pio IV, no Vaticano, no Simpósio “Novas formas de fraternidade solidária, de inclusão, integração e inovação”, com a participação, entre outros, de economistas, ministros da economia e banqueiros.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Início da semana Vicarial da caridade: Domingo 9 Fevereiro em Rio de Mouro

 “Ter um coração que vê”
Celebração para doentes e idosos, a nível Vicarial, com Confissões às 15h00 e Missa com Unção dos enfermos às 15h30

Vigararia de Sintra


SEXTA-FEIRA, 7 de Fevereiro: 1ª do Mês, em Colares na Igreja da Misericórdia às 18h15

e Confissões, às 19h15 Missa

QUINTA-FEIRA 6 de Fevereiro: 1ª do Mês, na Igreja do Mucifal às 18h00

e Oração Vocacional 

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 5 – Santa Águeda (Memória)

2 Sam 24, 2.8b-17 / Slm 31 (32), 1-2.5-7 / Mc 6, 1-6

Não é Ele o carpinteiro? (Evang.)

Conseguimos sempre arranjar defeitos. O Ronaldo é vaidoso! Um homem que faz vibrar milhões e milhões é culpado por ser vaidoso. Um homem que fazia milagres era criticado por ser de condição modesta. Os médicos no estrangeiro é que são bons e a nossa religião está muito bem mas a nossa Igreja tem aquele problema terrível. Tudo tem duas faces. Para qual delas é que o leitor se deixa atrair?

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

04 de Fevereiro de 2020 - Eutanásia

Cardeal-Patriarca rejeita abordagens de «ânimo leve» e pede aposta em sociedade «paliativa»
“A atitude correta que devemos ter é estar ao lado de quem sofre", referiu D. Manuel Clemente.

O Cardeal-Patriarca de Lisboa disse à Agência Ecclesia que o tema da legalização da eutanásia “não se pode tratar de ânimo leve”, apontando ao debate parlamentar agendado para 20 de fevereiro. “A atitude correta que devemos ter é estar ao lado de quem sofre, para que essa última fase da sua vida – com tudo aquilo que os cuidados paliativos também podem e devem fazer, quando generalizados e aplicados -, seja uma fase positiva”, sustentou D. Manuel Clemente, presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP).

O presidente da CEP assumiu a intenção de promover uma intervenção “antes, durante e depois” do debate, numa mobilização “até fora do âmbito eclesial”, por considerar que está em causa “a vida, o seu significado, sobretudo quando está mais fragilizada”. “[A despenalização da eutanásia] Pode ser episodicamente aprovada, mas nós cá estamos, como seres humanos, nesta frente comum por uma humanidade melhor”, aponta, lembrando que “esta é uma questão humana, não se deve confinar esta frente pela vida ao âmbito eclesial, porque ela é humanitária e a humanidade diz respeito a todos”.

Para D. Manuel Clemente, a prioridade é que a sociedade seja “toda ela paliativa”, ou seja, uma sociedade “que abriga, que acolhe, que envolve”. “Isto é muito importante, quer no princípio da vida, quer na sua última fase”, indicou.

O Cardeal-Patriarca entende que quem é acompanhado “não quer morrer”. “A vida tem de ser vivida em toda a sua latitude e longitude, ainda antes do nascer, na sua fase embrionária, e na sua fase final. Está é uma questão que, ou se trata na totalidade, ou fica muito maltratada”, defende.

Em 2016, a CEP publicou a Nota Pastoral ‘Eutanásia: o que está em causa? Contributos para um diálogo sereno e humanizador’, na qual os bispos católicos afirmam que “nunca é absolutamente seguro que se respeita a vontade autêntica de uma pessoa que pede a eutanásia”.

Ecclesia

MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 4 – S. João de Brito (Memória)

2 Sam 18, 9-10.14b.24-25a.30 – 19, 3 / Slm 85 (86), 1-6 / Mc 5, 21-43

Jesus [era] seguido por grande multidão, que O apertava de todos os lados. (Evang.)

Porque queria coisas boas. Nós também queremos coisas boas de Jesus. Isso é normal. O problema é se as coisas boas que queremos só são boas para nós. A multidão que recebeu coisas boas de Jesus, inclusivamente os apóstolos, não esteve ao lado de Jesus quando Pilatos perguntou quem queria que soltasse. A multidão tinha querido coisas boas só para ela. Não se interessava verdadeiramente por Jesus. Leitor: o que é que faz por Jesus?

Igreja/Portugal: Missão País vai levar 3377 estudantes em missão para 60 locais (c/vídeo)

Em 2020, iniciativa tem como lema «Desce depressa! Eu fico contigo»


Lisboa, 03 fev 2020 (Ecclesia) – A ‘Missão País 2020’ vai mobilizar 3377 universitários, de 55 faculdades, numa semana de oração e divertimento, entrega e serviço, em 60 locais de Portugal, numa iniciativa de estudantes que nasceu ligada ao Movimento Apostólico de Schoenstatt.

“Uma grande novidade e muito boa, é que para além dos polos do Porto, Coimbra, Lisboa e Évora, este ano Aveiro, Leiria, Santarém e Algarve começaram as suas primeiras missões, depois de um processo de acompanhamento”, disse Joana Sequeira, chefe nacional da ‘Missão Pais’.

Em declarações à Agência ECCLESIA, a estudante da Faculdade de Psicologia adianta que 3377 estudantes missionários, de 55 faculdades, estão envolvidos em 60 missões em território nacional, que já começaram no dia 20 de janeiro.

Os ciclos da ‘Missão País’ numa localidade têm a duração de três anos e Joana Sequeira refere que são “muitas marcas e muito boas”, depois de um triénio em Nisa; 2020 é seu segundo ano em Almeida.

“Posso referir os amigos que se fazem nas missões e é um espírito muito bom que se cria. Para além disso o facto de nesta semana termos uma relação tão boa e tão próxima com Jesus também acabamos por trazer isso para o nosso dia-a-dia”, acrescentou.

Teresa Prazeres, responsável pela área da Comunicação na ‘Missão País’, afirma por sua vez que esta “é uma semana imprescindível no ano académico”, depois de um primeiro semestre em que os participantes estão “muito focados” em si, “no estudo, nos livros, nos cadernos”, naquilo que têm de responder e nas provas que têm de dar.

“Poder parar uma semana para refletir sobre aquilo que é a nossa vida, o nosso ano, como é que está a nossa fé, a nossa espiritualidade. Podermos sair de dentro desta bola para nos abrirmos aos outros, a quem mais precisa, para ter novas relações com outras pessoas que nos cruzamos todos os dias na faculdade e também com as pessoas do local para onde vamos missionar”, desenvolveu a jovem da Faculdade de Ciências Médicas, que já esteve três anos em Alcanena.

O também chefe nacional Miguel Cordovil, estudante do Instituto Superior Técnico, assinala que “todas as experiências são diferentes” e da ‘Missão País’ “saem sempre grandes amizades, importantes”, porque são feitas durante “uma semana muito intensa, com muito serviço, com muito apostolado, em que se fazem coisas muito bonitas”.

‘Acolher, transformar, enviar’ são as etapas da ‘Missão País’ em cada localidade, ao longo do triénio, e Miguel Cordovil contextualiza que são as “três graças”.

(No primeiro ano) não só somos acolhidos inteiramente pela comunidade como, pouco a pouco, começamos a acolher a comunidade nas nossas atividades, na nossa fé; no segundo ano tentamos entrar um pouco mais fundo na vida das pessoas, dar um bocadinho mais de nós, receber mais dos outros; e, no, final termina tudo no envio”.

Joana Sequeira assinala que o dinamismo missionário dos estudantes também fica nas terras de missão e dá como exemplo a criação de “grupos de jovens que começam a ter reuniões todas as semanas”, ou grupos de amigos que começam a visitar o lar.

‘Desce depressa! Eu fico contigo’, inspirado na passagem bíblica de Zaqueu, é o tema desta edição que segundo a organização se situa entre a exortação pós-sinodal ‘Cristo vive’, do Papa Francisco, e a Jornada Mundial da Juventude que Lisboa vai receber em 2022.

O logótipo, a partir do tema, tem “movimento” e Miguel Cordovil explica que o “pequeno Zaqueu que é muito pequenino” em relação à cruz grande “está a descer na direção de fazer qualquer” e, nesse sentido, a cor, o “terracota, é a cor de obra, de construção, o tijolo que constrói uma igreja, que constrói uma missão”.

A iniciativa universitária começou com estudantes ligados ao Movimento Apostólico de Schoenstatt, com 20 jovens em 2003.

PR/CB/OC

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 3 – Semana IV do Tempo Comum

2 Sam 15, 13-14.30; 16, 5-13a / Slm 3, 2-7 / Mc 5, 1-20

Ele [o homem com o espírito impuro] despedaçava os grilhões e quebrava as cadeias. (Evang.)

Ontem li um artigo que dizia que os maus têm uma energia que os bons não têm. Todos nós sentimos que um acesso de raiva dá muita energia. A bondade parece não ter muita energia. E, no entanto, tem uma energia poderosa. A energia da atração. A bondade tem dentro de si a lei da atração universal. Os espíritos impuros afastam, quebram elos. O leitor chegue-se ao outro. Hoje vai ser a quem?

domingo, 2 de fevereiro de 2020

AVISOS DA SEMANA de 03 a 09/02/2020


MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 2 – Apresentação do Senhor (Festa)

Mal 3, 1-4 / Slm 23 (24), 7-10 / Heb 2, 14-18 / Lc 2, 22-40 ou 2, 22-32

Dia dos Consagrados / Dia da Universidade Católica Portuguesa

Celebramos hoje a apresentação de Jesus no templo e a purificação ritual de sua Mãe, cumprindo a lei, com a simplicidade dos humildes, sem requerer um estatuto de exceção para o próprio Senhor da lei e sua santíssima Mãe.

Esta festa remonta ao século IV, quando em Jerusalém se fazia a bênção dos círios. No século VII, estendeu-se a Roma e ao Ocidente. Na liturgia oriental esta celebração tem o nome de «Festa do Encontro», pois se comemora o primeiro encontro oficial de Jesus com o seu povo.

A carta aos Hebreus recorda-nos a realidade maravilhosa de Deus que, em Jesus Cristo, Se aproximou de nós, assumindo plenamente a nossa condição humana. Daqui vem a garantia de podermos ser compreendidos e ajudados por Deus: «uma vez que Ele próprio passou pela tentação e pelo sofrimento, pode agora socorrer os que são tentados». É um privilégio seguirmos um Deus tão comprometido com a nossa vida e felicidade, um Deus que nos compreende e serve, maximamente solidário com a nossa condição humana, frágil e limitada.

O «Senhor do universo», cheio de poder e glória, de que nos fala o profeta Malaquias, aparece-nos no templo na fragilidade de um menino. Os pais, cumprindo a lei judaica, apresentam Jesus no templo, pois todos os primogénitos devem ser oferecidos ao Senhor. O velho Simeão e a profetisa Ana têm a experiência extremamente consoladora ao descobrirem naquele menino o Messias salvador, esperado há séculos.

Simeão louva a Deus porque «os meus olhos viram a vossa salvação, que pusestes ao alcance de todos os povos: luz para se revelar às nações e glória de Israel, vosso povo». O próprio Cristo Se definiu como luz: «Eu sou a luz do mundo. Quem Me segue não anda nas trevas, mas terá a luz da vida». Neste dia se celebra especialmente «Nossa Senhora das Candeias» ou «Nossa Senhora da Luz», como sendo a Mãe de Cristo, luz do mundo.

Este é também o «Dia do Consagrado», dos irmãos e irmãs que, em castidade pobreza e obediência, se consagraram a Cristo na Vida Religiosa, num Instituto Secular ou numa Sociedade de Vida Apostólica. Agradecemos o seu testemunho de radicalidade e pedimos a graça da fidelidade na sua entrega generosa.

No primeiro domingo de fevereiro, celebramos o «Dia da Universidade Católica Portuguesa», notável instituição cultural da Igreja em Portugal, que presta um prestigioso serviço a todos os cidadãos e espera o nosso apoio e a nossa oração.

sábado, 1 de fevereiro de 2020

XXIV Dia Mundial da Vida Consagrada que será celebrado neste domingo (02/02)

Vida Consagrada: «A minha vocação nasceu mais no mar do que em terra» – Irmã Amélia Costa

Faz mergulho, tinha 12 anos quando “fugiu” dos vulcão dos Capelinhos, queria viver numa roulotte, começou a acompanhar jovens com o padre Max, em Vila Real, toca, canta e assina uma das músicas mais populares entre os jovens

Lisboa, 01 fev 2020 (Ecclesia) – A irmã Maria Amélia Costa é natural dos Açores, gosta de mergulhar, deixou a “rebeldia” há 50 anos quando experimentou o “contágio” de uma comunidade franciscana e aposta na música para acompanhar grupos de jovens.

“Jesus chamou-me mais junto à praia do que junto ao templo”, afirma a religiosa da Congregação das Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição (CONFHIC) que este ano assinalou as bodas de ouro de Vida Religiosa.

Por ocasião do Dia do Consagrado, que se assinala no dia 2 de fevereiro, a irmã Amélia Costa falou sobre o seu percurso de vida à Agência ECCLESIA, disse que a sua vocação “tem muito de mar”, recordou a praia e os pescadores da ilha onde morava, o Faial, e a inspiração que encontrava “nas rochas, nas fajãs, junto ao mar”.

“Sempre que é possível, retiro-me oito a 10 dias para um local que tenha mar – porque se não tiver mar, nenhum local serve para repousar e regenerar – e aproveito a manhã, a tarde e o fim de tarde para desfrutar o máximo que é possível do mar”, afirmou.

Com três irmãos, Amélia Costa era a “mais rebelde” e o pai quis que estudasse num colégio, onde o testemunho de cinco religiosas professoras “começou a alterar completamente” o seu interior, que “estava muito confuso, muito fechado”.

Prestes a abandonar a prática cristã, participou num retiro durante três dias e recorda que foi na madrugada de domingo que a sua vida mudou após ter falado com um sacerdote que estava a confessar as colegas da turma.

“Pelas duas e meia da manhã eu vou igreja a cima, fui ter com o sacerdote e pedi-lhe para me dizer o que tinha dito a elas, porque vi que vinham com rostos diferentes, vinham bem, ficavam bem”, recorda.

“A partir daí a minha vida mudou, até em casa”, afirmou.


Dia Mundial do Doente - 11 de Fevereiro.

Queridos irmãos e irmãs enfermos: a doença coloca-vos de modo particular entre os «cansados e oprimidos» que atraem o olhar e o coração de Jesus. É de lá que vem a luz para os vossos momentos de escuridão, a esperança para o vosso desalento. Convida-vos a ir ter com Ele: «Vinde». Com efeito, n’Ele encontrareis força para ultrapassar as inquietudes e interrogações que vos surgem nesta “noite” do corpo e do espírito. É verdade que Cristo não nos deixou receitas, mas, com a sua paixão, morte e ressurreição, liberta-nos da opressão do mal.

Com esta citação da Mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial do Doente que se celebra a 11 de Fevereiro, trazemos até si a mensagem bem como os subsídios que preparámos e que se encontram disponíveis em

 Pretendemos que estes materiais, cuja ampla divulgação agradecemos, contribuam  para uma sentida vivência junto de todos os que se encontram privados da sua saúde física ou mental.

Com um abraço em Cristo, que cura os enfermos

P. José Manuel Pereira de Almeida
Coordenador Nacional da Pastoral da Saúde 

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 1 – Semana III do Tempo Comum / 1º Sábado

2 Sam 12, 1-7a.10-17 / Slm 50 (51), 12-17 / Mc 4, 35-41

Porque estais tão assustados? (Evang.)

Os discípulos estavam cheios de medo da tempestade. E Jesus ralhou-lhes porque eles não tiveram fé que com Ele na barca a tempestade não prevaleceria. O leitor tem medo das suas tempestades? Como é que o leitor reage quando se aproximam as suas tempestades? E as tempestadezinhas de todos os dias? Sente/sabe que Jesus está na sua barca? Isso dá-lhe tranquilidade? Se não, porque será?