segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Destaques da semana de 17 a 23-02-2020


- QUARTA-FEIRA 19: Vigília de Oração com Adoração ao SS.mo Sacramento pela vida e pelos deputados, no Mucifal das 21h00 às 22h00.





- QUINTA-FEIRA 20: Memória dos Pastorinhos Francisco e Jacinta Marto. Terço para as famílias em Colares às 21h15.





- SEXTA-FEIRA 21: Curso Alpha para casais, em Colares às 19h30.






- SÁBADO 22: Reunião de Formação para o voluntariado, no CSP de Colares das 10h00 ás 12h00. 

MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 17 – Semana VI do Tempo Comum

Tg 1, 1-11 / Slm 118 (119), 67-68.71-72.75-76 / Mc 8, 11-13

A fé assim provada produz a constância. (1ª Leit.)

A constância espiritual. Mas não se engane o leitor, que não é uma constância voluntarista, uma constância que advém da pura força de vontade. Temos de nos fazer pobres em espírito e deixar que Deus faça a sua parte. Esta constância é, pois, a simbiose da nossa vontade e da ação de Deus. E o leitor não se deixe desanimar pelas suas falhas. Da constância também faz parte não desistir. Tentar, tentar muito até se alcançar a constância. Hoje o leitor peça pela sua fidelidade.

domingo, 16 de fevereiro de 2020

Rezar pela missão da Igreja

Um caminho que se renova
Já pensaste quantas pessoas se conectam através de Click To Pray para rezar pelo Papa, pelas suas intenções e para rezarmos uns pelos outros? Atualmente, somos mais de dois milhões de utilizadores que nos unimos em oração através da plataforma digital da Rede Mundial de Oração do Papa.

Desde setembro de 2019, Click To Pray está num processo de renovação, graças à criação de uma equipa de gestão cuja missão é dar continuidade ao projeto que nasceu em 2014 para ligar a nossa oração com os desafios do mundo. A equipa depende da Direção Internacional da Rede Mundial de Oração do Papa, é coordenada por uma equipa internacional de Click To Pray e é formada por jovens profissionais que contribuem com os seus conhecimentos para o desenvolvimento da plataforma digital.

Os membros da equipa internacional de gestão de Click To Pray são: Virginia Núñez (Community Manager – Paraguai), Diego Martínez (Community Manager – Guatemala), Marcelo Mareco (Community Manager – Argentina), Liliana Mereles (Designer – Argentina) e Juan Ignacio Castellaro (Project Manager – Argentina). Com grande dedicação e serviço à missão da Igreja, cada um dá o melhor de si para que o projeto continue a crescer, aproximando e unindo mais pessoas em oração.

No Encontro Internacional assinalando os 175 anos da Rede de Oração do Papa, no Vaticano, Francisco dizia-nos: "entrando no mundo digital, aproxima idosos e jovens, ajudando-os a dar nova vitalidade ao tradicional Apostolado da Oração. É necessário que a missão da Igreja se adapte aos tempos e utilize os instrumentos modernos que a técnica põe à disposição" .

Estamos dispostos a seguir este caminho que Francisco nos propõe, para sermos servidores da missão universal da Igreja e para colaborarmos na construção de uma comunidade sólida que reza pelos desafios da humanidade.

Juan Ignacio Castellaro
Project Manager – Click To Pray
 

MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 16 – Domingo VI do Tempo Comum – Ano A

Sir 15, 16-21 / Slm 118 (119), 1-2.4-5.17-18.33-34 / 1 Cor 2, 6-10 / Mt 5, 17-37 ou 5, 20-22.27-28.33-34.37

A lei de Deus é muito mais que um conjunto de regras que obrigatoriamente temos de cumprir. A lei de Deus não é, de modo algum, um instrumento de subjugação do homem, controlando a sua liberdade. A lei de Deus é a indicação dos caminhos certos para vivermos felizes e alcançarmos a meta da salvação. Para circularmos nas estradas deste mundo precisamos de cumprir um código de regras: assim evitamos acidentes e chegamos seguros ao nosso destino. A lei de Deus é amiga do homem, que Jesus Cristo resumiu no duplo mandamento do amor a Deus e ao próximo. Os mandamentos e preceitos, que nos vêm de Deus e da sua Igreja, são ajudas para amar sempre e melhor.

sábado, 15 de fevereiro de 2020


Encerramento da Semana Vicarial da Caridade

Ter um Coração que Vê”
Conferência 
Paróquia de Colares

Saúde: Acompanhar no momento da morte «é um privilégio» – Irmã Ângela Coelho

Religiosa da Aliança de Santa Maria é médica na Unidade de Cuidados Continuados, na Batalha, e afirma que pacientes querem «carinho, conforto e presença dos que ama, sem antecipar último momento da vida»

Foto: Agência ECCLESIA/MC
Fátima, 14 fev 2020 (Ecclesia) – A Irmã Ângela Coelho, religiosa da Aliança de Santa Maria e médica de formação, diz que “acompanhar um paciente no processo de morrer e na morte” não é fácil, mas “é um privilégio” fazê-lo.

“É um privilégio acompanhar o processo de morrer: poder, pelo menos, para além da dor e higiene, libertar os doentes da pior coisa no processo de morrer que é a solidão. Estar ali presente, a acompanhar, é um privilégio”, indica, em declarações à Agência ECCLESIA.

“Se todos, o Estado inclusivamente, proporcionassem os meios de conforto e carinho, a possibilidade de os utentes estarem próximos dos seus familiares, até em contexto de domicílio e sobretudo em matéria de dor, creio que a eutanásia nem se colocaria”, sublinha religiosa da Aliança de Santa Maria, congregação que tem por carisma aprofundar e transmitir a Mensagem de Fátima.

Formada em Medicina há 25 anos, a exercer na Unidade de Cuidado Continuados no Centro Hospitalar de Nossa Senhora da Conceição, na Batalha, a irmã Ângela Coelho sustenta que a sociedade transformou a morte em “tabu” e que a foi relegando para ambientes hospitalares.

Em ambiente familiar a morte era entendida como “um ritual, encarada com muita naturalidade, era um momento da vida, o último”, onde todos “participavam no processo de morrer”, com a pessoa “em contexto familiar, rodeado por outros que amava”, conferindo “um horizonte” à última etapa da vida.

“Está a mudar e os cuidados paliativos são uma realidade relativamente recente, com alguns anos, e é curioso ver quão importante é a formação dos profissionais que trabalham em cuidados paliativos e sentirem-se vocacionados. Não é fácil acompanhar o doente no seu processo de morrer e na morte”, observa.

A religiosa afirma que a recusa em acompanhar e encarar a morte se deve ao facto de “não ser fácil encarar o próprio destino”.

Não gostamos de pensar na nossa morte – banimo-la do horizonte da vida – e perdemos e empobrecemo-nos muito. A morte é que dá horizonte à vida, se nunca morrêssemos a nossa vida seria outra coisa”.

A irmã Ângela Coelho acompanha, semanalmente, a Unidade de Cuidados Continuados, onde considera haver “muita reabilitação”, bem como pessoas que estão a morrer.

“A experiência é que todos querem viver”, relata.

“Aceitando o momento da morte que chega, querem-no viver com dignidade. Quando os doentes têm satisfeitas as suas necessidades desta fase, da fase da morte, que é o carinho, o conforto, a ausência de dor, a alimentação, a presença dos que amam, não querem antecipar a sua morte, querem vivê-la como o último momento da sua vida”, conclui a religiosa.

LS

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 15 –Semana V do Tempo Comum

1 Reis 12, 26-32; 13, 33-34 / Slm 105 (106), 6-7a.19-22 / Mc 8, 1-10

Esqueceram a Deus que os salvara, que realizara prodígios... (Salmo)

Temos de meditar nos prodígios, ou simplesmente coisas menos comuns, que nos aconteceram, para não os esquecermos. Ou registá-los. Os benefícios que Deus faz connosco têm de ser lembrados, porque só assim é que podem voltar a atuar. Hoje, o leitor podia fazer uma oração de ação de graças e de lembrança. Podia lembrar o que é que Deus tem feito por si desde a última oração de ação de graças. Por exemplo. (Lembra-se quando foi?)

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 14 – S. Cirilo e S. Metódio (Festa)

At 13, 46-49 / Slm 116 (117), 1.2 / Lc 10, 1-9

E se lá houver gente de paz, a vossa paz repousará sobre eles. (Evang.)

O leitor é «gente de paz»? Suponho que sim. Então hoje, na sua oração, aquiete-se, concentre-se e peça a Deus que lhe envie a sua paz. E deixe-se invadir por ela. Peça a Deus que esta paz não seja uma coisa de um momento, mas que crie raízes no coração do leitor. Peça a Deus que o ajude a viver «em paz». Não o «em paz» que significa livre de maçadas, mas em paz por entre todas as maçadas.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 13 – Semana V do Tempo Comum

1 Reis 11, 4-13 / Slm 105 (106), 3-4.35-37.40 / Mc 7, 24-30

Quando Salomão envelheceu… (1ª Leit.)

«Quando Salomão envelheceu» deixou-se levar pelas mulheres que lhe desviaram o coração. Não nos deixemos nós levar pelo envelhecimento da vida. Pela rotina, o passar do tempo, o esmorecimento de um entusiasmo. Temos de trazer sempre frescura às nossas vidas. Novos hábitos, novas maneiras de rezar, novas maneiras de amar, melhores(!) maneiras de amar. Caso contrário, enferrujaremos. Envelheceremos e seremos levados «por quem», «pelo que» não queremos. Hoje rezemos por essa intenção.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Semana Vicarial da caridade

“Ter um Coração que Vê”
Conferência sobre Pastoral da Saúde Mental
Paróquia do Cacém

Semana Vicarial da caridade

“Ter um Coração que Vê”
Conferência sobre Pastoral do Voluntariado
Paróquia de Montelavar

Sesta-feira 14

Curso Alpha Casais, às 19h30, em Colares
11 de Fevereiro de 2020
Eutanásia
Bispos portugueses apoiam a realização de referendo
A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) manifestou hoje o seu apoio à realização de um referendo sobre a legalização da eutanásia em Portugal, propondo uma aposta nos “cuidados paliativos”, como alternativa.

“A opção mais digna contra a eutanásia está nos cuidados paliativos como compromisso de proximidade, respeito e cuidado da vida humana até ao seu fim natural. Nestas circunstâncias, a Conferência Episcopal acompanha e apoia as iniciativas em curso contra a despenalização da eutanásia, nomeadamente a realização de um referendo”, refere um comunicado dos bispos católicos, divulgado após a reunião mensal do Conselho Permanente que decorreu em Fátima.

No documento que foi apresentado aos jornalistas pelo secretário da CEP, padre Manuel Barbosa, os bispos aludem à “hipótese da despenalização da eutanásia na Assembleia da República”, recordando as posições tomadas pela Igreja Católica em 2016, em particular a Nota Pastoral «Eutanásia: o que está em causa? Para um diálogo sereno e humanizador», na qual se afirma que “nunca é absolutamente seguro que se respeita a vontade autêntica de uma pessoa que pede a eutanásia”. “A sociedade tem de ser consultada – e o referendo é uma forma -, tem de ser ouvida sobre questões tão essenciais”, indicou o padre Manuel Barbosa, considerando que o referendo é uma forma “útil” para defender a vida no seu todo.

Um movimento de cidadãos lançou, na sexta-feira, uma recolha de assinaturas que tem como objetivo propor à Assembleia da República a realização de um referendo nacional sobre “a (des)penalização da morte a pedido”. O movimento “#simavida” quer apresentar ao Parlamento uma Iniciativa Popular de Referendo considerando que uma decisão tão grave e fraturante como a de despenalizar e legalizar certos casos de morte a pedido não deve ser tomada no interior dos partidos e nos corredores de São Bento.

Na mensagem para Dia Mundial do Doente 2020 (11 de fevereiro), o Papa Francisco reforça a sua oposição a projetos de legalização da eutanásia. Dirigindo-se aos profissionais de saúde, Francisco pede que a sua ação vise “constantemente a dignidade e a vida da pessoa, sem qualquer cedência a atos de natureza eutanásica, de suicídio assistido ou supressão da vida, nem sequer se for irreversível o estado da doença”.

*Com Ecclesia

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 12 – Semana V do Tempo Comum

1 Reis 10, 1-10 / Slm 36 (37), 5-6.30-31.39-40 / Mc 7, 14-23

Jesus chamou de novo para junto de Si a multidão e disse-lhes… (Evang.)

O leitor acha que Jesus o chama para junto d’Ele? Claro que sim. E o leitor vai ter com Jesus? Não se deixa assoberbar pelos múltiplos afazeres do seu dia a dia? E o que é que Jesus terá para lhe dizer? Hoje, na sua oração, o leitor pergunte-o a Jesus. Pode perguntar a Jesus o que é que Ele tem para lhe dizer para hoje. Ou para a sua vida. Ou para um capítulo particular da sua vida. Ou, talvez, perguntar em geral. 

domingo, 9 de fevereiro de 2020

AVISOS DA SEMANA de 10 a 16/02/2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 9 – Domingo V do Tempo Comum – Ano A

Is 58, 7-10 / Slm 111 (112), 4-9 / 1 Cor 2, 1-5 / Mt 5, 13-16

O profeta Isaías, no século V antes de Cristo, exorta o povo regressado do exílio na Babilónia a praticar «obras de misericórdia». O exercício concreto da caridade é a expressão visível da fé no Deus verdadeiro, que realiza connosco uma história de salvação. Acreditar em Deus tem de significar amar o pobre e o indigente, consolar os tristes, socorrer os desamparados, praticar a justiça. Quem assim põe em prática a sua fé é escutado por Deus e a sua vida é uma candeia acesa que «brilhará na escuridão e a tua noite será como o meio dia».

O apóstolo Paulo apresenta-se aos cristãos da cidade de Corinto com toda a simplicidade. Não exibe os seus títulos e qualidades, como cidadão romano e formado em excelente escola de Jerusalém, mas mostra que a força da sua pregação se baseia na fé em Jesus Cristo, que ofereceu a sua vida por nós na cruz. Cristo, sendo Deus omnipotente, não ostentou a sua grandeza como os personagens importantes deste mundo, mas fez-Se servo de todos. Esta é a justa atitude com que nos devemos apresentar aos outros: não como senhores, mas como servidores; não no pedestal da nossa importância, mas como próximos e amigos.

Cristo exorta-nos a ser sal que dá sabor à vida, ao convívio humano. Quando uma conversa é banal e até desagradável, dizemos que é «insonsa». A nossa presença e ação, os nossos encontros e convívios devem ter o sabor da caridade, do amor fraterno inspirado por Cristo. Assim exorta S. Paulo os cristãos numa sua carta: «A vossa palavra seja sempre amável, temperada de sal» (Cl 4, 6). Amabilidade não permissiva, mas que crie exigência. Por isso, assim afirma o Santo Cura d’Ars: «O bom Deus pediu-nos para sermos sal e não mel». O cristão não pode ser «insípido», mas deve ter sempre o sabor de Cristo, em pensamentos, palavras e atos, sem omissões.

O sal tem também a qualidade de conservar os alimentos, de não deixar que se corrompam. A imagem que Cristo usa alerta-nos para a coerência de vida, para a virtude da honestidade de quem não se deixa corromper e disso dá testemunho ao seu redor.

Cristo definiu-Se a Si mesmo como «a luz do mundo». Sem esta luz essencial, a escuridão da noite nos invade, desorientando-nos. Tudo passa a ser diferente, triste e inseguro. O cristão é aquele que se deixa iluminar pelo «sol da justiça», abandonando os caminhos das trevas do egoísmo, do pecado. É natural que Cristo nos peça para sermos a «luz do mundo» e disso darmos claro testemunho: «Assim deve brilhar a vossa luz diante dos homens, para que, vendo as vossas boas obras, glorifiquem o vosso Pai que está nos céus». Ser cristão é ser testemunha da luz de Cristo, criando um ambiente de confiança, amabilidade e segurança.

sábado, 8 de fevereiro de 2020

Carta Aberta de D. Nuno Almeida aos Deputados sobre a Eutanásia

A propósito da discussão, este mês, na Assembleia da República, de projectos de lei sobre a despenalização da eutanásia.

Ex.mos Senhores Deputados!

Sou padre há 33 anos e bispo há quatro anos. Tive responsabilidades diretas, como pároco e presidente da direção, na criação e funcionamento de três IPSS. Desde há 33 anos e, sobretudo, desde há quatro anos que permanentemente visito idosos e doentes nas suas casas, nos lares, nas unidades de cuidados continuados e paliativos, centros de dia e de convívio, Hospitais e outras instituições. Faz parte da minha agenda, quase todas as semanas, a celebração festiva com largas dezenas de idosos e doentes do Sacramento da Unção.

Se neste momento fosse deputado pensaria conscientemente, livremente e responsavelmente nas pessoas, especialmente nas mais frágeis. No momento de decidir o voto não poderia dar prioridade a estratégias políticas, ideológicas ou a orientações partidárias. 


MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 8 – Semana IV do Tempo Comum

1 Reis 3, 4-13 / Slm 118 (119), 9-14 / Mc 6, 30-34

Vinde Comigo para um lugar isolado. (Evang.)

Hoje, o leitor vá com Jesus para um lugar isolado e ofereça-se a Ele. Ofereça-se a Ele para o que Ele quiser de si. Será algo de extraordinário? Será algo banal? Eu não sei. E repare que o leitor também não. Não comece a oração a pensar que já sabe. Vá em branco. Até pode ser que hoje não tenha nenhuma resposta. Nessa altura, amanhã, volte a rezar sobre este assunto.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Escutar os gritos dos migrantes - O Vídeo do Papa 2 - fevereiro de 2020



Não podemos ser cúmplices silenciosos do fenómeno mafioso que envolve o tráfico de pessoas. E muito menos protagonistas, embora indiretos. Diante daqueles que vivem do infortúnio dos outros e se aproveitam de seu desespero, trabalhemos para superar as desigualdades que favorecem a uma pessoa escravizar a outra.

"Frequentemente, os migrantes são vítimas do tráfico de pessoas.

Entre outras causas, isto acontece pela corrupção daqueles que estão dispostos a fazer qualquer coisa para enriquecer.

O dinheiro dos seus negócios sujos e dos seus delitos é dinheiro manchado de sangue. Não estou exagerando: é dinheiro manchado de sangue.

Rezemos para que o clamor dos irmãos migrantes vítimas do tráfico criminoso de pessoas seja escutado e considerado."

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 7 – Cinco Chagas do Senhor (Festa) / 1ª Sexta-Feira

Is 53, 1-10 / Slm 21 (22), 7-8.15.17-18a.22-23 / Jo 19, 28-37

E, inclinando a cabeça, expirou. (Evang.)

Expirou depois de ter exclamado: «Tudo está consumado». Depois de ter terminado de fazer a vontade de Deus na terra. Nós também devemos ter um sentido de missão cumprida, de vontade de Deus cumprida. E o que é a vontade de Deus? Muitas vezes, a vontade de Deus é «só» fazermos bem aquilo em que estamos metidos. E fazermos bem é quebrar uma rotina em que fazemos as coisas do dia a dia automaticamente. É pormos todo o nosso ser no que fazemos.