sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Hoje 16 de Novembro 2018 - Colares


MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 16 – Semana XXXII do Tempo Comum

2 Jo, 4-9 / Slm 118 (119), 1-2.10-11.17-18 / Lc 17, 26-37

Quem procurar salvar a vida há de perdê-la. (Evang.) 

Quem não andar ansiosamente à procura da vida, encontra-a. Temos de nos lançar para fora de nós, temos de deixar de olhar (ainda) tanto para nós e sermos muito mais soltos, soltarmos mais o passo para chegarmos mais longe. Levantarmos a cabeça. Não podemos andar devagarinho e de cabeça baixa. Assim chocamos com todos os postes. Era isto que Jesus queria dizer. Hoje, o leitor reze por vistas largas.

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 15 – Semana XXXII do Tempo Comum

Flm 7-20 / Slm 145 (146), 7-10 / Lc 17, 20-25

O reino de Deus não vem de maneira visível (...); o reino de Deus está no meio de vós. (Evang.)

E, portanto, estamos todos a contribuir para o Reino. É importante termos esta perspetiva porque nos dá a visão de funcionarmos em rede e não de termos uma religião que é só Deus, eu e a missa dos domingos. É importante que nos lembremos da comunhão dos santos, que nos lembremos de tudo o que nos une neste corpo místico de Cristo que é a Igreja. Hoje, o leitor reze pela construção do Reino.

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

II Dia Mundial dos Pobres vai ser assinalado pelo Santuário de Fátima

A Igreja Católica celebra no próximo dia 18 de novembro o II Dia Mundial dos Pobres, instituído pelo Papa Francisco no encerramento do Ano Santo da Misericórdia, e o Santuário de Fátima vai associar-se à iniciativa, promovendo a primeira Peregrinação do Dia Mundial dos Pobres.
No Vaticano, o Papa Francisco, depois da missa, convida os pobres para almoçar. Seguindo este exemplo, o Santuário decidiu assinalar este dia formulando um convite a uma instituição diocesana, fora da diocese de Leiria-Fátima, para peregrinar até à Cova da Iria, ficando as despesas da deslocação, incluindo a refeição, por conta do Santuário.
O projeto prevê que se convide anualmente uma instituição diocesana dedicada aos pobres, de todas as dioceses portuguesas, incluindo as regiões autónomas, de acordo com um sistema rotativo.
A primeira instituição convidada é a Cáritas de Vila Real, que está a organizar um grupo de 50 utentes para peregrinar ao Santuário de Fátima. A acolher o grupo estará o Pe. Carlos Cabecinhas, Reitor, acompanhado por alguns dos Capelães do Santuário de Fátima.
O programa da Primeira Peregrinação do Dia Mundial dos Pobres começa pelas 10h45 com o acolhimento do  grupo, na entrada da Basílica da Santíssima Trindade. Segue-se a participação na Missa, pelas 11h00, no mesmo local. O almoço está marcado para as 13h00. Pelas 14h30 vai ter lugar uma visita acompanhada aos vários espaços do Santuário de Fátima. O programa finda com uma despedida na Capelinha das Aparições pelas 15h30.
O Dia Mundial dos Pobres foi instituído pelo Papa Francisco há dois anos, inspirado pelo Ano Santo da Misericórdia, que decorreu entre 2015 e 2016. No calendário, a iniciativa está marcada sempre para o penúltimo domingo do ano litúrgico, isto é o XXXIII Domingo do tempo Comum.

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 14 – Semana XXXII do Tempo Comum

Tit 3, 1-7 / Slm 22 (23), 1-3a.3b-4.5.6 / Lc 17, 11-19

Conservando-se à distância... (Evang.) 

Os leprosos tinham que se manter à distância porque faziam mal a quem estivesse perto deles. Todos nós temos alturas em que, se nos aproximarmos do outro, lhe fazemos mal. Às vezes, é uma conversa a dizer mal de alguém. Outras vezes, é uma gaffe. Outras vezes, somos uma tentação para o outro: quantas vezes não se impinge comida a uma pessoa que está de dieta, dizendo que «hoje é dia de festa»? Hoje, peçamos a Deus a graça de não fazermos mal ao nosso próximo e lembremos algumas ocasiões concretas.

terça-feira, 13 de novembro de 2018

QUARTA-FEIRA 14 de Novembro - Adoração ao SS.mo Sacramento na Igreja de Almoçageme às 10h00


MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 13 – Semana XXXII do Tempo Comum

Tit 2, 1-8.11-14 / Slm 36 (37), 3-4.18.23.27.29 / Lc 17, 7-10

Dizei: «somos inúteis servos: fizemos o que devíamos fazer». (Evang.)

Nós servimos gratuitamente, mas não somos completamente inúteis. Se fizermos o que devíamos fazer já é ótimo. Quem faz o que devia fazer? Os santos? Hoje perguntemos a Deus o que devíamos fazer mais? Ou talvez menos. A algumas personalidades, o que custa é fazer menos para se fazer alguma coisa mais importante. Caro leitor, veja isso com Deus.

domingo, 11 de novembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 11 – Domingo XXXII do Tempo Comum – Ano B

1 Reis 17, 10-16 / Slm 145 (146), 7-10 / Hebr 9, 24-28 / Mc 12, 38-44

Na vida, que mestre escolhemos seguir? Podemos estar mais ou menos conscientes disso, mas todos nós seguimos mestres ou, se preferirem, ideais de vida. Para todos nós existe, com certeza, alguém para quem olhamos com um respeito especial, reconhecendo a sua autoridade.

O Evangelho deste Domingo apresenta-nos dois tipos possíveis de mestres que podemos escolher seguir na vida: um representado pelos escribas e outro pela viúva pobre. Os escribas seguem, na verdade, o culto da própria imagem. Adoram ser reconhecidos como homens de bem e cumpridores zelosos da lei de Deus. Amam-se a si mesmos e acabam por subverter tudo ao culto de si mesmos. Como são ricos, dão daquilo que lhes sobra e fazem grandes ofertas ao Templo, sempre diante de todos, para serem reconhecidos e louvados. Usam o Senhor para aparecer: são imagem de um pecado que a todos pode tentar: o pecado do protagonismo, o pecado de querermos ser a estrela, o pecado de meter o próprio «eu» no lugar de Deus. O mais grave é que acabamos por adorar a nossa própria vontade, mascarando-a de «vontade de Deus», deixamo-nos possuir pelo orgulho e acabamos até por nos considerar bons porque «até somos de Cristo».

Por outro lado, o Evangelho apresenta-nos a Viúva Pobre, que, «na sua pobreza, ofereceu tudo o que tinha, tudo o que possuía para viver». No original grego vem escrito que ela oferece «toda a sua vida inteira». Esta mulher, sozinha, pobre, humilde e discreta oferece toda a sua vida. Ela é verdadeiramente como Jesus que Se oferece totalmente. Ele que, sendo Deus, faz-Se um de nós, abdica da sua condição divina e faz-Se o último de todos nós. Sendo Deus, faz-Se servo de todos por amor. Esta mulher é habitada pelo mesmo Espírito de Jesus e nela podemos ver o Senhor. Através dela, é o mesmo Espírito Santo que fala; das suas ações, fica-nos o perfume de Jesus.

Ela não faz discursos, não se irrita se alguém não cumpre a lei, não se ofende se não reparam na sua oferta: pelo contrário, está (muito justamente) convencida que a sua oferta é insignificante. Sabe que, diante do Amor de Deus, a sua oferta é muito pequenina, mas sabe também que de Deus Lhe chegam todos os bens e que ela própria vem de Deus e a Deus regressa. Está consciente de que só n’Ele está a certeza da Vida e de que tudo o que se oferece a Deus regressa purificado e transformado pelo Amor. Por isso, a ela, que dá tudo, tudo lhe será dado; a ela, que oferece a sua vida, lhe será dada a Vida.

Os escribas, ricos e convencidos da própria justiça, dão do que lhes sobra. Têm a sua segurança nos bens que possuem. Convencidos que são bons, exigem ser tratados com respeito. Do alto do seu orgulho, querem os primeiros lugares nos banquetes, querem o reconhecimento pelo bem que fazem. Como estão convencidos que se bastam a si mesmos e acham que não precisam de ninguém, dão a Deus só aquilo que lhes sobra. Pode até ser muito dinheiro, mas é o que lhes sobra. Não oferecem vida, só dinheiro. Recebem a recompensa do dinheiro sendo reconhecidos nas praças públicas e tendo os primeiros lugares nos banquetes.

Nestes dois exemplos, o Senhor bem nos diz que temos de fugir do exemplo dos escribas. Estes são os falsos mestres da aparência. Somos convidados a olhar para esta viúva pobre que, na verdade, até preferíamos ignorar, mas é o exemplo do verdadeiro discípulo. Temos de escolher qual mestre seguir. Temos de escolher o que queremos dar ao Senhor. Ele desafia-nos a amá-Lo, isto é, a entregar-Lhe a nossa vida, na certeza de que tudo o que Lhe entregamos nos será devolvido purificado pelo Amor.  

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Ao serviço da paz – O Vídeo do Papa 11 – Novembro 2018

Advertência do Papa: parem de murmurar

É pecado ficar fazendo comentários negativos dos outros em voz baixa

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O Papa Francisco condenou hoje o hábito de fazer comentários negativos sobre os outros.

Em sua homilia na Casa Santa Marta, o Papa comentou o Evangelho dia. “Os publicanos e pecadores aproximavam-se de Jesus para o escutar. Os fariseus, porém, e os mestres da Lei criticavam Jesus. ‘Este homem acolhe os pecadores e faz refeição com eles.’”

Primeiramente, há o testemunho de Jesus: “Uma coisa nova para aquele tempo”, ressaltou o Papa, “porque encontrar os pecadores tornava a pessoa impura, assim como tocar um leproso”.

Por isso, os doutores da lei se distanciavam. Francisco afirmou que “nunca na história o testemunho foi algo confortável para as testemunhas, que muitas vezes pagam com o martírio, e para os poderosos”.
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MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 9 – Dedicação da Basílica de Latrão (Festa)

Ez 47, 1-2.8-9.12 / Slm 45 (46), 2-3.5-6.8-9 / 1 Cor 3, 9c-11.16-17 / Jo 2, 13-22

Deus é o nosso refúgio e a nossa força, auxílio sempre pronto na adversidade. (Salmo)

Posso dizer ao leitor que já tenho experimentado isto na minha vida, apesar do meu pecado. Deus tem-me protegido, apesar do meu pecado. Deus não está à espera que sejamos santos para nos proteger, e os santos também tinham pecados. Mas a mim parecia-me que tinha de atingir determinado grau de virtude para Deus me proteger. O salmo, porém, lá diz: «sempre pronto». E assim é. O leitor não o sente?

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 8 – Semana XXXI do Tempo Comum

Filip 3, 3-8a / Slm 104 (105), 2-7 / Lc 15, 1-10

Os publicanos e os pecadores aproximavam-se todos de Jesus... (Evang.)

E o texto diz que era para ouvirem Jesus. O texto não diz que era para mudarem de vida. É provável que fosse, mas o texto não o diz. Ora, não será que às vezes não queremos ouvir Jesus com medo de que Ele nos vá dizer alguma coisa que nos faça sofrer? Isso dá-se quando vamos ouvir Jesus já com um preconceito em relação ao que Ele nos vai dizer. Hoje, peçamos a Jesus para O ouvirmos sem ideias feitas.

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 7 – Semana XXXI do Tempo Comum

Filip 2, 12-18 / Slm 26 (27), 1.4.13-14 / Lc 14, 25-33

... quem de entre vós não renunciar a todos os seus bens, não pode ser meu discípulo. (Evang.)  

Em que se traduzirá, na prática do dia a dia, pormos Deus acima dos nossos bens? (Porque, na prática, não somos chamados a renunciar a eles.) Eu volto a insistir que é na prática da esmola, que é na nossa generosidade para com os que precisam. O dinheiro das esmolas, da caridade é o dinheiro que damos a Deus. E, normalmente, é muito pouco, em relação aos nossos rendimentos. Nós não renunciamos a nada. Nem ao supérfluo. (Deus queira que eu esteja enganado.)

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Papa Francisco convida rabinos a “empreender processos de reconciliação pacientes”

Papa Francisco / Foto: Daniel Ibáñez (ACI Prensa)
Vaticano, 06 Nov. 18 / 12:00 pm (ACI).- Na última segunda-feira, o Papa Francisco fez um discurso a um grupo de líderes judeus no qual assegurou que “não é o tempo de soluções violentas e bruscas, mas a hora urgente para empreender processos de reconciliação pacientes”.

O Pontífice pronunciou estas palavras na Sala dos Papas do Palácio Apostólico durante a audiência concedida aos rabinos do Congresso Mundial "Mountain Jews", provenientes da região do Cáucaso.

O Santo Padre assegurou que este encontro foi um "motivo de alegria", porque é a primeira vez que "os irmãos judeus desta tradição antiga visitaram juntos o Papa".

Durante seu discurso, o Papa Francisco recordou que a última vez que se encontrou com a comunidade judaica foi em 23 de setembro passado, durante sua recente viagem aos países bálticos.

Naquela ocasião, o Pontífice participou de um dia dedicado ao 65º aniversário da destruição do gueto em Vilna, a capital da Lituânia, onde milhares de judeus foram mortos. Naquele dia, Francisco rezou em frente ao monumento dedicado às vítimas do holocausto.

Na audiência no dia 5 de novembro, o Papa condenou novamente esta tragédia da história. “É necessário lembrar o holocausto, para que o passado permaneça uma memória viva. Sem uma memória viva não haverá futuro, porque se não aprendermos das páginas mais sombrias da história a não cair nos mesmos erros, a dignidade humana permanecerá letra morta”.

Nesse sentido, também recordou que no último dia 16 de outubro, completou-se 65 anos do ataque ao gueto de Roma e que, no dia 9 deste mês, completará 80 anos da “noite dos cristais”, quando foram destruídos vários lugares de culto judeus com a intenção de “desarraigar o que no coração do ser humano e de um povo é absolutamente inviolável: a presença do Criador”.

Em seguida, o Santo Padre fez um apelo a cuidar da liberdade religiosa. “Quando quiseram substituir o Bom Deus com a idolatria do poder e a ideologia do ódio, chegou-se à loucura de exterminar as criaturas. Por isso, a liberdade religiosa é um bem supremo a ser protegido, um direito humano fundamental, baluarte contra pretensões totalitaristas”, disse.

Além disso, o Papa assegurou que “infelizmente, ainda hoje, estão presentes comportamentos antissemitas”. Francisco recordou que “um cristão não pode ser antissemita”, porque “as nossas raízes são comuns”.

“Seria uma contradição da fé e da vida”, assinalou o Pontífice e recordou aos cristãos que são chamados a um compromisso comum para que “o antissemitismo seja banido da comunidade humana”.

O Santo Padre também destacou "a importância da amizade entre judeus e católicos" que deve se basear sobre “uma fraternidade que se arraiga na história da salvação, ela se concretiza na atenção recíproca”.

Francisco também agradeceu a Deus pelo presente desta amizade que é “impulso e motor do diálogo entre nós”. “É um diálogo que nestes tempos somos chamados a promover e ampliar no âmbito inter-religioso para o bem da humanidade”, sublinhou.

Nesse sentido, Francisco recordou o encontro inter-religioso em 2016 no Azerbaijão, destacando “a harmonia que as religiões podem criar a partir das relações pessoais e da boa vontade dos responsáveis”.

“Este é o caminho”, afirmou o Papa, “dialogar com os outros e rezar por todos: estes são os nossos meios para fazer surgir o amor onde houver ódio e o perdão onde houver ofensa, e não se cansar de implorar e percorrer caminhos de paz”.

Ao concluir, o Santo Padre assegurou que “não é o tempo de soluções violentas e bruscas, mas a hora urgente para empreender processos de reconciliação pacientes”, que é uma tarefa fundamental para a qual somos chamados.

“Peço ao Todo-Poderoso para abençoar o caminho de amizade e confiança, para que vivamos sempre em paz e possamos ser artesãos e construtores de paz”, afirmou e se despediu desejando a paz em hebraico “Shalom alechem!”.

«O Iémen é um inferno para as crianças»

Campanhas de vacinação diminuíram drasticamente por falta de condições de segurança e 1,8 milhões de menores sofrem de desnutrição aguda. Destes, 400 mil encontram-se em risco de vida
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AZOIA - QUINTA-FEIRA dia 8 às 15h00.


MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 6 – S. Nuno de Santa Maria (Memória)

Filip 2, 5-11 / Slm 21 (22), 26b-32 / Lc 14, 15-24

Ele, que era de condição divina (…), tornou-Se semelhante aos homens. (1ª Leit.)

Jesus desceu do Céu e veio estar connosco. Veio – só – viver connosco durante trinta anos. Depois, cumpriu a sua missão durante três anos. Mas durante trinta anos esteve só connosco. Nós também, às vezes, temos que estar só com alguém e isso já é uma coisa ótima para esse alguém. Às vezes, a companhia faz muito. Mesmo uma companhia silenciosa. O leitor veja a quem deve fazer companhia.

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 5 – Semana XXXI do Tempo Comum

Filip 2, 1-4 / Slm 130 (131), 1-3 / Lc 14, 12-14

... ser-te-á retribuído na ressurreição dos justos. (Evang.)

Eu acho que é muito difícil amar sem se ser retribuído, porque normalmente somos retribuídos. Mas às vezes acontece. Quando trabalhamos sem nenhum feedback, estamos como que a amar sem ser retribuídos; não temos nenhuma reação do lado de lá. É como se trabalhássemos para o vazio. Aí conta o valor do trabalho, o amor que se põe no trabalho. Hoje, o leitor peça a Deus uma experiência de gratuidade.