sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 19 – Semana II do Tempo Comum

1 Sam 24, 3-21 / Slm 56 (57), 2-4.6.11 / Mc 3, 13-19

O Senhor entregou-me nas tuas mãos. (1ª Leit.)

O Senhor entrega-nos nas mãos de algumas pessoas. Nas mãos da nossa família, nas mãos dos nossos amigos. E há momentos de grande ternura, de grande carinho, que nos marcam para sempre. Há gestos que nos marcam para sempre. Hoje, lembremos essas ocasiões e agradeçamos por essas pessoas.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 18 – Semana II do Tempo Comum

1 Sam 18, 6-9; 19, 1-7 / Slm 55 (56), 2-3.9-10ab.10c-11.12-13 / Mc 3, 7-12

Todos os que sofriam de algum padecimento corriam para Ele. (Evang.)

E como é que reagimos quando Deus já não nos é agradável? Já não digo quando Deus não nos cura porque, muitas vezes, mesmo muitas, não nos cura. Mas, às vezes, a nossa oração seca. Torna-se-nos difícil rezar, parece que já não temos fé. A oração já não nos conforta. Como é que reagimos a esses tempos? Às vezes, não é bem a isso que temos de reagir, é ao facto de a oração não ter o grau de necessidade que tem o ir ao supermercado e, por isso, ser deixada para trás. Como reagimos a estas situações?

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

O Oitavário de Oração pela Unidade dos Cristãos

O Oitavário de Oração pela Unidade dos Cristãos surgiu em 1908, por iniciativa de Thomas Watson, um convertido do anglicanismo ao catolicismo, que propôs a vários grupos de cristãos rezar pela unidade, entre os dias 18 de janeiro (Festa da Cátedra de S. Pedro) e 25 de janeiro (Festa da Conversão de S. Paulo). A partir dos anos 60 do séc. XX, passou a haver um subsídio comum para este Oitavário, elaborado com a colaboração da Comissão Fé e Constituição do Conselho Mundial das Igrejas e do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos. Nas palavras de P. Paul Couturier (1881-1953), esta Semana de Oração não pretende antecipar uma unidade institucional, mas antes rezar pela unidade plena, que ultrapassa as limitações históricas e eclesiais e que "será como Deus quer, quando Ele quiser e através dos meios que Ele escolher".

Em 2018, o Oitavário tem como mote: "A tua mão direita, Senhor, resplandeceu de força" (Êxodo 15, 6)

O Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos apresenta a seguinte reflexão sobre o tema:

A libertação e a salvação do povo de Deus vêm através do poder de Deus. A mão direita de Deus pode ser compreendida como a vitória de Deus sobre os seus adversários e também como a infalível proteção do próprio povo. Apesar das ordens do Faraó, Deus escutou o clamor do seu povo e não deixará o seu povo perecer porque Deus é o Deus da vida. Com o seu domínio sobre o vento e o mar, Deus mostra o seu desejo de preservar a vida e destruir a violência (Êxodo 15,10). O objetivo dessa redenção era fazer dos israelitas um povo de louvor, que reconhece o amor perseverante de Deus.

A libertação trouxe esperança e uma promessa para o povo. Foi esperança porque um novo dia havia despontado, em que o povo podia livremente adorar o seu Deus e por em ação o seu potencial. Era também uma promessa: o seu Deus os acompanharia por toda a caminhada e nenhuma força poderia derrotar o propósito de Deus para eles.

O capítulo 15 do Êxodo faz-nos ver como o caminho para a unidade precisa frequentemente de passar por uma experiência comunitária de sofrimento. A libertação dos israelitas da escravidão é o evento fundamental da constituição desse povo. Para os cristãos o processo tem o seu ponto alto na encarnação e no mistério pascal. Embora na libertação/salvação Deus tenha a iniciativa, Deus envolve forças humanas na realização do seu objetivo e nos planos para a redenção do seu povo. Os cristãos, pelo batismo, participam do ministério divino de reconciliação, mas as nossas divisões restringem o nosso testemunho e a nossa missão num mundo necessitado da cura que vem de Deus.

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 17 – Santo Antão (Memória)

1 Sam 17, 32-33.37.40-51 / Slm 143 (144), 1-2.9-10 / Mc 3, 1-6

Entristecido com a dureza dos seus corações... (Evang.)

O problema de um coração duro é que não se dá p or isso, por ser duro. Um coração, para deixar de ser duro, p recisa de humildade. Há pessoas incapazes de fazer uma autocrítica ou de ouvirem, já não digo uma crítica, mas a mais pequena observação, tal é o seu orgulho ou vaidade. E há aquelas pessoas que já não se critica porque já atingiram um tal estatuto que só se lhes faz vénias. Tudo isto são durezas de coração. Como é que o leitor reage a críticas?

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 16 – Semana II do Tempo Comum

1 Sam 16, 1-13 / Slm 88 (89), 20-22.27-28 / Mc 2, 23-28

O sábado foi feito para o homem... (Evang.)

Sim, sabemos que as leis são feitas para o homem. São feitas para o Homem com letra grande. As leis são para serem assumidas ou rejeitadas, mas com consciência e reta intenção. Não são para nos escapulirmos a elas ou para as virarmos a nosso favor, se não foi para isso que elas foram feitas. Uma lei vem de fora, passa pelo nosso coração e transforma-se na nossa prática. Prática com o coração e a cabeça. Peçamos a reta intenção.

FESTA EM HONRA DE SÃO SEBASTIÃO - SÁBADO 20 DE JANEIRO


Encontros de formação para leitores.

Se é leitor escolha o dia e local que mais lhe convém, mas não falte!
Para Deus devemos sempre fazer melhor.


Almoçageme - Quarta-feira 17 de Janeiro



segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 15 – Semana II do Tempo Comum


1 Sam 15, 16-23 / Slm 49 (50), 8-9.16bc-17.21.23 / Mc 2, 18-22

[Os companheiros do noivo] enquanto têm o noivo consigo não podem jejuar. (Evang.)

O banquete é um sinal do Céu. Na eucaristia, nós também temos a prefiguração de um banquete divino: uma refeição espiritual com pão e vinho que matam a fome e a sede de Deus. Tendo as duas espécies connosco, nunca mais teremos de jejuar, isto é, teremos «o noivo» sempre no meio de nós. Hoje, o leitor renove a sua devoção à Santíssima Eucaristia. Medite na Santíssima Eucaristia.

sábado, 13 de janeiro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 13 – Semana I do Tempo Comum

1 Sam 9, 1-4.17-19; 10, 1a / Slm 20 (21), 2-7 / Mc 2, 13-17

Ele come com publicanos e pecadores. (Evang.)

Jesus estava a comer com os pecadores, em casa de um vendido à causa romana e ladrão dos seus compatriotas. Um grupo de gente posta de parte pela sociedade que «dava o tom». Muitas vezes, o nosso problema também é sair fora do tom, sair fora do que o grupo pensa, não seguindo assim a nossa consciência, mas acalmando o nosso medo. Agora, o leitor, na sua oração, pergunte-se: «Quando foi a última vez que isto se deu comigo?».

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 12 – Semana I do Tempo Comum

1 Sam 8, 4-7.10-22a / Slm 88 (89), 16-19 / Mc 2, 1-12

Não é só Deus que pode perdoar os pecados? (Evang.)

Sim, de certo ponto de vista. Mas nós também nos temos de perdoar. E isso pode ser muito difícil. Às vezes, há pecados que, embora confessados e perdoados, nos custa muito a perdoar a nós próprios. Outras vezes, são circunstâncias que, não sendo pecado, magoaram outras pessoas e nós nunca fomos capazes de nos perdoar. Entreguemo-nos completamente. Na oração de hoje, peçamos a Nossa Senhora que nos ajude a curar as nossas feridas. E podemos acabar com a Consagração a Nossa Senhora.

Ecumenismo: Jovens rezam pela Unidade dos Cristãos

Os departamentos juvenis da Igreja Católica, Lusitana, Metodista e Presbiteriana organizam a Vigília Ecuménica Jovem, que vai decorrer no dia 20 de janeiro, às 21h30, na igreja de Santa Joana Princesa, em Lisboa. A iniciativa decorre no âmbito da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos (18 a 25 de janeiro) e vai reunir centenas de jovens.

“Esta noite de vigília, que será também de dimensão nacional, foi preparada pelos cristãos das Caraíbas, que ao logo da sua história foram sujeitos a regimes de escravatura e que encontraram na Bíblia, na Palavra de Deus e na pessoa de Jesus Cristo, um refúgio e uma fonte de libertação para as correntes que os aprisionavam”, explica a organização.

A Vigília Ecuménica tem como tema “A Tua mão, Senhor, liberta-nos com poder” (cf. Ex 15, 6), é de entrada livre e procura responder ao apelo do Papa Francisco: “A unidade dos cristãos é um requisito essencial da nossa fé. Um requisito que brota do fundo de nosso ser como crentes em Jesus Cristo”, sublinham os responsáveis da iniciativa.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 11 – Semana I do Tempo Comum

1 Sam 4, 1-11 / Slm 43 (44), 10-11.14-15.24-25 / Mc 1, 40-45

Não digas nada a ninguém, mas vai mostrar-te ao sacerdote. (Evang.)

Talvez Jesus quisesse tocar o coração do sacerdote. Talvez o tivesse feito, talvez não. Nós sabemos que nem todos, entre a hierarquia religiosa judaica, eram contra Jesus. Peçamos a graça de sermos sinais de Deus para os outros. Peçamos a graça de a nossa humildade ser um sinal de Deus. E como é a nossa humildade, não nos vamos armar em sinal de Deus. É só deixarmo-nos estar humildes. Deus atuará através de nós.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 10 – Semana I do Tempo Comum

1 Sam 3.1-10.19-20 / Slm 39 (40), 2.5.7-8a.b-9.11 / Mc 1, 29-39

Ela começou a servi-los. (Evang.)

A sogra de Pedro estava reconhecida e começou a servir Jesus. Nós vamos servindo a Cristo e vamos estando reconhecidos mais ou menos ao mesmo tempo. Não podemos separar estas duas coisas, estes dois momentos. Mas é importante exercitarmos o reconhecimento e a oferenda. Às vezes, a balança tende mais para o lado do pedir. Os pratos da balança devem estar mais ou menos equilibrados. O leitor é que sabe onde é que deve pôr mais peso. Agora só tem de pôr.

Azoia, Quinta -feira, 11 de Janeiro


terça-feira, 9 de janeiro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 9 – Semana I do Tempo Comum

1 Sam 1, 9-20 / 1 Sam 2, 1.4-8 / Mc 1, 21-28

Ensinava com autoridade. (Evang.)

Dizia-me um jesuíta que é mais fácil ver onde não está o Espírito Santo do que onde está. uma pessoa que pretende impor a sua opinião aos berros, enraivecida, «espumando», não tem o Espírito Santo com ela. Outra, que propõe a sua opinião de uma forma calma, «aceitando que não seja aceite», por muito importante que ache que essa ideia seja, estará mais próxima do Espírito Santo, de Deus. Quer isso dizer que esse tipo de apresentação mais tolerante de uma ideia implica que a sigamos? Não. Implicará, sim, que prestemos atenção à pessoa que a proferiu. Naquele momento, pelo menos, foi uma pessoa tocada pelo Espírito Santo. Talvez não nas ideias. Na atitude, com certeza.