quarta-feira, 2 de setembro de 2015

O Jubileu, ou Ano Santo,

Jubileu da Misericórdia: Que a ternura de Deus chegue a todos (clique para ler mais)

Rembrandt | O regresso do filho pródigo | C. 1668 | Museu Hermitage, Rússia | D.R

«Desejo que o Jubileu seja uma experiência viva da proximidade do Pai, como se quiséssemos sentir pessoalmente a sua ternura.»

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Carta de D. Manuel Clemente aos diocesanos de Lisboa, no início do ano pastoral 2015/2016


1. Em caminho sinodal
Chegados a setembro, retomamos o curso normal da nossa vida comunitária, no novo “ano pastoral” 2015-2016. Saúdo a todos e a cada um com o afeto e o envolvimento dum companheiro de jornada, na Igreja e para o mundo – aquele mundo fraterno que o Espírito não deixa de fermentar.
Esta jornada em que prosseguimos juntamente tem entre nós o ritmo próprio do nosso caminho de Lisboa, que nos levará ao Sínodo Diocesano de finais de 2016, assinalando o tricentenário da nossa qualificação “patriarcal” (pelo Papa Clemente XII, a 7 de novembro 1716). Tal qualificação referia a expansão missionária que daqui partira. Trezentos anos depois, exigirá o reforço missionário das nossas comunidades, para “longe ou perto”, como agora se requer.
Há um ano que estamos a estudar e a ensaiar novos métodos de o fazer, pedindo a Deus que nos ilumine e seguindo as sugestões dos vários capítulos da exortação apostólica Evangelii Gaudium, que o Papa Francisco nos dirigiu como autêntico programa eclesial (cf. EG, 25). Assim, de outubro a dezembro e de janeiro a março estudaremos consecutivamente os dois capítulos que ainda faltam. Estou certo de que o envolvimento registado de tantos grupos por toda a diocese, bem como as respetivas conclusões e sugestões, permitirão elaborar depois um sólido “documento de trabalho”, que servirá de base aos trabalhos do Sínodo Diocesano.
Assim definiremos as grandes linhas de ação do Patriarcado nos anos que se seguem. Certamente mais convictos da natureza missionária da Igreja e mais experimentados em trabalhar conjuntamente. Como se escreve no Programa – Calendário Diocesano para 2015-2016, manteremos, a todos os níveis da vida diocesana, “a missão como propósito e a sinodalidade como método”.

2. Três circunstâncias
No Ano Pastoral que agora começamos - e prosseguindo até fevereiro em Ano da Vida Consagrada - seremos estimulados por “três circunstâncias”, como refere o nosso Programa – Calendário:
Primeiramente, o Sínodo dos Bispos, já em outubro, que, além doutros pontos que o Papa Francisco não deixará de clarificar consequentemente, reforçará decerto a importância do critério familiar dentro e além da vida eclesial. Por “critério familiar” indico a necessidade acrescida de organizar as comunidades como “famílias de famílias”, com tudo o que daqui decorre para a iniciação cristã, a convivência e a missão.
Viveremos também, a partir de 8 de dezembro próximo, o “Jubileu da Misericórdia”, com as indicações que o Papa Francisco já nos deu na bula Misericordiae vultus. É tempo de aprofundarmos de modo espiritual e prático este sentimento essencial de Deus a nosso respeito, para o refletirmos na relação com todos. Assim escreve o Papa: «Há momentos em que somos chamados, de maneira ainda mais intensa, a fixar o olhar na misericórdia, para nos tornarmos nós mesmos sinal eficaz do agir do Pai. Foi por isso que proclamei um Jubileu Extraordinário da Misericórdia como tempo favorável para a Igreja, a fim de se tornar mais forte e eficaz o testemunho dos crentes» (MV, 3).
Mas nem precisaremos de esperar pelo início do Jubileu para tomarmos já como atitude de espírito e disponibilidade prática o que o Papa nos propõe. Na verdade, a dramática situação de tantos milhares de pessoas que demandam a Europa como lugar de paz e sustento para si e para os seus, arrostando com duríssimas dificuldades para chegar e permanecer no nosso Continente, exigem de todos nós a resposta mais humana e capaz. Todas as famílias, comunidades e organizações católicas colaborarão inteiramente com as instâncias nacionais e internacionais que se conjugarem nesse sentido, para uma resposta que só pode ser global, dada a complexidade dos problemas a resolver, a curto, médio e longo prazo. Tudo se garantirá com um espírito solidário, tão criativo como persistente, que nos há de impulsionar, a nós e a todos.
Teremos também, de janeiro a fevereiro, a visita da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima ao Patriarcado de Lisboa, percorrendo o conjunto do território. Próximos já do centenário das aparições (2017), receberemos da Mãe de Jesus as atitudes essenciais com que O acompanhou na terra e a missão que Lhe foi confiada de nos acompanhar também, pelos caminhos da conversão e da paz.    

3. Com o povo que integramos
A par do programa eclesial que cumpriremos, vamos viver com os nossos concidadãos dois momentos eleitorais importantes (legislativo e presidencial). “Dando a César o que é de César”, como Jesus Cristo nos manda, cumpriremos o nosso dever cívico com a inspiração evangélica e a doutrina social que dela decorre, na legítima pluralidade das opções.
O magistério social do Papa Francisco tem sido apreciado por vários protagonistas e forças políticas, bem como instâncias nacionais e internacionais. Também por isso, valerá ter presentes algumas das suas indicações, particularmente oportunas nas atuais circunstâncias.
Tomo-as da sua recente encíclica Laudato si’, sobre o cuidado da casa comum. Nela, o Papa propõe uma “ecologia integral”, em que se inclua a totalidade da criação, do ambiente natural ao ser humano e às suas relações em geral. É esta mesma integralidade que devemos ter presente em cada escolha concreta, pois nada existe em particular que não se integre num conjunto a promover: económico, social, político, cultural, ambiental e espiritual – só assim realmente humano. Aliás, o descuido de tal integralidade, por qualquer desvio tecnocrático, economicista ou meramente egoísta e gastador, é a causa maior de muitos dos problemas que nos afetam agora, do local ao universal. Como escreve o Papa: «O ambiente humano e o ambiente natural degradam-se em conjunto; e não podemos enfrentar adequadamente a degradação ambiental, se não prestarmos atenção às causas que têm a ver com degradação humana e social» (LS, 48).
Sobretudo, que se rejeite qualquer egoísmo de base ou de projeto. Uma opção “cristã” é necessariamente solidária, com consequências para o que temos ou possamos vir a ter, que sendo “nosso” nunca o é exclusivamente assim. É por isso grande a responsabilidade que nos onera, no usufruto do que é relativo, porque relacional. Na verdade, o que temos em vez dos outros é o que temos também para os outros: «Deus criou o mundo para todos. Por conseguinte, toda a abordagem ecológica deve integrar uma perspetiva social que tenha em conta os direitos fundamentais dos mais desfavorecidos» (LS, 93).
A “ecologia integral” que havemos de ter como critério, requer deste modo uma solidariedade tanto ambiental como social. E tão social como humana, na humanidade de todos e cada um, começando na sua própria origem. Por isso o Papa Francisco volta a insistir na proteção da vida desde o seu começo, com palavras inequívocas e do maior alcance pedagógico: «Uma vez que tudo está relacionado, também não é compatível a defesa da natureza com a justificação do aborto. Não parece viável um percurso educativo para acolher os seres frágeis que nos rodeiam e que, às vezes, são molestos e inoportunos, quando não se dá proteção a um embrião humano ainda que a sua chegada seja causa de incómodos e dificuldades» (LS, 120).
É um ponto muito a reter, tanto mais que, entre nós, a verdadeira questão, que é a do apoio que, enquanto sociedade, devemos certamente dar à vida em gestação, tem sido repetidamente sonegada. Mas o ser humano, se lho permitirmos e apoiarmos, nasce, cresce e realiza-se pelo trabalho, interagindo assim com a natureza e a cultura. Daí que a promoção do trabalho coincida com a promoção do ser humano, ainda mais do que a simples garantia da respetiva sobrevivência. Como esclarece o Papa Francisco: «O trabalho é uma necessidade, faz parte do sentido da vida nesta terra, é caminho de maturação, desenvolvimento humano e realização pessoal. Neste sentido, ajudar os pobres com o dinheiro deve ser sempre um remédio provisório para enfrentar emergências. O verdadeiro objetivo deveria ser sempre consentir-lhes uma vida digna através do trabalho» (LS, 128).
No entanto, tal objetivo é mais contrariado do que promovido na prática generalizada. O que leva o Papa a advertir: «A orientação da economia favoreceu um tipo de progresso tecnológico cuja finalidade é reduzir os custos de produção com base na diminuição dos postos de trabalho, que são substituídos por máquinas. […] Renunciar ao investimento nas pessoas para se obter maior receita imediata é um péssimo negócio para a sociedade» (ibidem).
Péssimo negócio, de facto, pois contraria o principal “lucro” de qualquer sociedade, que é a realização feliz da humanidade de cada um dos seus membros. Realização garantida pelo “bem comum”, como lembra também o Papa Francisco, citando o Vaticano II: «A ecologia humana é inseparável da noção de bem comum, princípio este que desempenha um papel central e unificador na ética social: É “o conjunto das condições da vida social que permitem, tanto aos grupos como a cada membro, alcançar mais plena e facilmente a própria perfeição”» (LS, 156).
Creio que esta visão “integral” que o Papa nos proporciona, iluminará as nossas opções e escolhas, antes, durante e depois dos momentos eleitorais. Bem assim como a totalidade dos princípios permanentes da Doutrina Social da Igreja – dignidade da pessoa humana, bem comum, subsidiariedade e solidariedade -, outras tantas decorrências evangélicas para a família, a educação, o trabalho, a economia, a política ou a cultura, que deveremos ter em conta. Com isto serviremos a sociedade e seremos consequentemente cristãos.

Desejo a todos os diocesanos de Lisboa um ano pastoral muito feliz e fecundo!

Convosco, irmão e amigo,              

+ Manuel, Cardeal-Patriarca

Lisboa, 1 de setembro de 2015

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

22º Domingo Tempo Comum - Converte-te - Pe. Abel Ferreira

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Desafio

Faz um exame de consciência: será que estou a cumprir a vontade de Deus? Altera aquilo que estiver mal na tua vida e faz ainda melhor aquilo que já está bem feito.

domingo, 30 de agosto de 2015

Praia das Maçãs - Hoje 16 horas


Hoje Praia das Maçãs


A Praia das Maçãs recebe hoje dia 30 de agosto a Procissão de Nossa Senhora da Praia, uma tradição iniciada em 1896, na sequência da construção de uma ermida por Alfredo Keil, inspirado pela lenda segundo a qual, teria sido encontrada uma imagem de Nossa Senhora junto às rochas desta praia.

A eucaristia realiza-se na capelinha da Praia das Maçãs, pelas 16 horas, seguindo depois em procissão os nove andores pelas ruas até à praia, acompanhados pela população local e os milhares de visitantes de vários pontos do país que ali acorrem.

A procissão integra as imagens de Nossa Senhora da Praia, de Nossa Senhora dos Mares, da aldeia de Azenhas do Mar, de Nossa Senhora do Carmo, padroeira dos surfistas da Praia das Maçãs, a imagem de S. Marçal, padroeiro dos bombeiros voluntários, bem como os andores do Menino Jesus, de Nossa Senhora de Fátima, de São José, do Sagrado Coração de Jesus e de Santo António de Lisboa, encabeçada por seis elementos a cavalo da Guarda Nacional Republicana, acompanhada pela  Banda Filarmónica do Mucifal e Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares

Médio Oriente: «Estado Islâmico» é ameaça real à sobrevivência das comunidades cristãs

Vigário apostólico da Península Arábica questiona quem condena fundamentalismo mas compra petróleo a jihadistas


Fátima, Santarém, 29 ago 2015 (Ecclesia) - O vigário apostólico da Península Arábica, D. Camillo Ballin, disse à Agência ECCLESIA que o autoproclamado ‘Estado Islâmico’ (EI) representa um perigo para a sobrevivência das comunidades cristãs no Médio Oriente.

“É um risco muito forte, porque o Estado Islâmico está a expandir-se e usam os métodos que todos conhecem. Por isso, os cristãos têm medo e fogem, há um risco muito grande de que o Médio Oriente se esvazie de cristãos”, referiu o responsável, em Fátima, durante o encontro de bispos combonianos de todo o mundo, que decorre até domingo.

D. Camillo Ballin, responsável pelas comunidades católicas da Arábia Norte (Barém, Kuwait, Catar, Arábia Saudita), recorda ainda os confrontos entre sunitas e xiitas, dentro das próprias nações islâmicas da região.

O prelado questiona hipocrisia de quem condena o fundamentalismo do EI, “que já tomou mais de 50% do território da Síria e boa parte do Iraque”, mas compra petróleo aos jihadistas.

“‘Business is business’, o dinheiro é dinheiro, e mesmo no caso dos países que são contra [o EI], há empresas que por baixo da mesa têm lucro, porque esse petróleo, dizem-me, é vendido com 80% de desconto”, relata.

Os cristãos da região são “pobres” e estão a ser “privados de tudo”, mas não deixam de ajudar quem vive maiores dificuldades “no Iraque e na Síria”.

“Eles têm noção de quão doloroso é para um cristão ser obrigado a deixar a sua casa de imediato, sob ameaças, sem nada”, acrescenta D. Camillo Ballin.

Este responsável denuncia as “atrocidades” do EI, que tem “crucificado, torturado ou enterrado vivos” muitos cristãos.

“Acredito que quanto mais cresce o Estado Islâmico, mais fraco se torna”, refere, por outro lado.

O vigário apostólico da Península Arábica admite, no entanto, que os jihadistas têm Roma na sua mira e “quando olham para Roma, não é para o Coliseu, é para o Papa, isso é bem claro”.

Para este responsável, a ausência de cristãos no Médio Oriente seria uma perda também para o “mundo islâmico”, porque estas comunidades são um “fator de pacificação”.

A situação é muito variada no Barém, onde há boas relações com os governantes, e a Arábia Saudita, país em que qualquer culto não islâmico é “severamente proibido”, o que dificulta a vida de mais de 1,5 milhões de católicos, limitados à celebração nalgumas embaixadas estrangeiras.

HM/OC

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

A CHATINHA... VAI SER MUITO RÁPIDA NESTE XXI DOMº TEMPO COMUM (JoÃO 6,60-69)

UMA SAUDAÇÃO AMIGA NA PAZ DE CRISTO.
Vou apenas aqui deixar algumas linhas do Evangelho de hoje, pois não quero ser chata. Aqui vai:
"Vós também quereis ir embora" - Pergunta de Jesus aos discípulos, mas que me é dirigida também, hoje, a mim. Que resposta dou?
Pedro, com aquela espontaneidade rápida a que nos habituou, responde pelo grupo:
"A quem iremos Senhor? Tu tens Palavras de Vida Eterna". 
"A quem iremos Senhor?" - Interrogo-me eu. Interrogas-te tu e interroga-se a humanidade pela voz de Pedro.
Tantas coisas me vem a ideia, mas vou ficar por aqui. Hoje Jesus questionou-me.... e fez-me pensar a quem irei, qual a escolha que faço na minha vida? Como decido vive-la? ... Mas eu creio que  só Tu tens PALAVRAS DE VIDA ETERNA. Só TU... só Deus.... Só Tu tens palavras que criam, que dão vida a cada parte de mim.... que alargam e dilatam purificando o meu coração quebrando a sua dureza, através do Amor. Palavras que dão vida ao meu pensamento, palavras que libertam, palavras de verdade, palavras que me dão vida ao espírito, à parte divina que em mim despertaste. Palavras que também dão vida ao corpo, pois sem alento que faremos? Palavras de VIDA ETERNA (embora ainda não saiba ou perceba a sua dimensão).... que alimenta a minha fome de TI... de Deus... de infinito.
Eu, não Senhor, eu não quero ir embora. Escolho-Te, tal como Pedro, porque só Tu tens PALAVRAS que DÃO SENTIDO à MINHA VIDA.
PALAVRAS DE VIDA testemunhadas pelos exemplos múltiplos de tantas pessoas bondosas que, impregnadas pelo Teu Amor, se deixam conduzir e são santos e mártires ou vivem simplesmente no anonimato da multidão mesmo aqui ao meu lado.... São as Tuas Testemunhas.... 
As TUAS PALAVRAS DE VIDA tocam nas nossas vidas, transformando-nos num pedacinho da Tua Vida..... Um dia, qualquer dia, que não sabemos quando, onde e como, iremos juntar todos os nossos pedacinhos e seremos uma única VIDA em Ti, JESUS!

Deixo-vos com um abraço fraterno em companhia da Mãe do Céu, ela que tão bem soube acolher em seu ventre a VIDA e em seu  coração AS TUAS PALAVRAS DE VIDA. 
Prometo que não escrevo mais (hoje!),
ana saldanha (elemento da Equipa Casais Stª Maria/Colares)

domingo, 23 de agosto de 2015

Evangelho 23 Agosto | Escandaliza-te!| 21º Domingo Tempo Comum [B]

Pe. Paulo Araujo

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Desafio

Quais são as palavras de Jesus que entendes muito bem, mas não te apetece responder? Faz-Lhe perguntas! Tem coragem de O seguir! Escandaliza-te!

terça-feira, 18 de agosto de 2015

D. Manuel Clemente regressou a Portugal

Taizé: Cardeal-patriarca de Lisboa destaca experiência que reúne os «elementos essenciais da vida cristã» 

Lisboa, 18 ago 2015 (Ecclesia) – O cardeal-patriarca de Lisboa regressou a Portugal depois de uma semana junto da comunidade ecuménica de Taizé (França), com 58 jovens da diocese, inserida no encontro internacional ‘por uma nova solidariedade’.

D. Manuel Clemente foi convidado pelo prior de Taizé, o irmão Alois, para participar no evento, que juntou milhares de jovens de todo o mundo e que foi marcado também por três datas especiais: o centenário do nascimento e os 10 anos da morte do irmão Roger (1915 – 2015), fundador da comunidade ecuménica e os 75 anos do projeto, lançado em 1940 no contexto da II Guerra Mundial.

Em entrevista à Agência ECCLESIA, o cardeal-patriarca destacou a oportunidade que os mais novos tiveram para contactar com uma comunidade onde se vive de forma “profunda” aqueles que são os “elementos essenciais da vida cristã”, desde a “oração” à “solidariedade” para com os outros.

 “Somos filhos de Deus, irmãos uns dos outros, e uma coisa é eles ouvirem dizer isto, como se ouve nas catequeses, nas homilias, outra coisa é experimentar, e durante os testemunhos que eles foram dando, ao longo da semana e agora no regresso, foi o que veio ao de cima”, salientou.

Entre 8 e 16 deste mês, acorreram à pequena aldeia de Taizé, a cerca de 360 quilómetros de Paris, mais de quatro mil jovens de todo o mundo, entre os quais centenas de portugueses, de Lisboa e de outras dioceses.

Ao longo desses dias, tiveram oportunidade de participar em várias atividades, desde momentos de oração e partilha, com especial destaque para a celebração da memória do irmão Roger, até conferências e workshops com responsáveis das várias Igrejas cristãs, dedicadas a temas como a misericórdia, a simplicidade e a alegria.

Para D. Manuel Clemente, tratou-se de uma semana fundamental para “alargar o espírito” dos jovens e prepará-los para continuarem a ser portadores da mensagem cristã no mundo.

“O que vem ao de cima é que, com aqueles milhares de jovens que anualmente passam em Taizé, a Europa pode contar para se reafirmar como continente verdadeiramente cristão e solidário, porque cada geração é uma sementeira de esperança”, complementou.

A ida da comitiva lisboeta a França contou com a organização do serviço diocesano da Juventude.

Para Cláudia Lourenço, que integra aquele organismo, este não foi apenas um desafio profissional mas também pessoal, já que foi a primeira vez que esteve junto da comunidade ecuménica.

Frisando que o Serviço da Juventude do Patriarcado de Lisboa tem como único propósito “levar os jovens a aproximarem-se mais de Jesus Cristo”, a responsável recordou uma “semana muito especial”, que mostrou na prática a “universalidade” da fé em Cristo, que une tantas pessoas.

“Nós podemos ouvir falar muita coisa sobre Taizé mas só indo e experimentando é que realmente se tem a noção e se vive muito aquela universalidade e intensidade da oração, do encontro com o irmão, da partilha, de conhecermos pessoas do mundo inteiro que acreditam em Jesus Cristo e que trabalham no mundo real, concreto, de todos os dias, sempre com essa presença de Jesus nas suas vidas”, realçou.

No próximo domingo, a partir das 11h20 na RTP2, a comunidade ecuménica de Taizé e o último encontro internacional de jovens em França vão ser tema em destaque no programa ‘70x7’.

JCP

Evangelho 16 Agosto | Jesus, o Provocador!| 20º Domingo Tempo Comum [B]

Pe. Abel Ferreira

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Desafio
Procura um lugar, uma igreja onde haja adoração Eucarística. Conversa com Jesus! Pede ajuda nas decisões que tens de tomar

sábado, 15 de agosto de 2015

Senhora do Serviço - Assunção de Nossa Senhora

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Desafio
Já pensaste... Tens um serviço, ou estás ao serviço? Segue o exemplo de Nossa Senhora: cuida do serviço como Ela o fez!

A CHATINHA....

A chata disse que ia de férias das letras por tempo indeterminado, mas não disse que ia das "Coisas de Deus"... por isso vou só ser chatinha hoje!
Celebramos neste sábado, 15 de Agosto, a solenidade da "ASSUNÇÃO DA VIRGEM SANTA MARIA", NOSSA SENHORA, por sinal Padroeira da Paróquia de Colares.
Todas as celebrações são, para mim, motivo de alegria, mas nestas debruço-me com um sorriso, como se o meu olhar sorrisse de ternura para a Mãe do Céu. Como no silêncio ela tanto transmite!...
- Exultemos pois, de alegria porque encontramos na nossa padroeira uma companhia constante - A COMPANHIA DA MÃE !
- Exultemos de alegria porque, em Maria, Deus abriu-nos horizontes de futuro, levantando a ponta do véu deu-nos horizontes de eternidade. A Assunção de Nossa Senhora mostra-nos que a relação de Jesus com sua Mãe não acaba na morte. Transcende a morte!
Jesus ressuscitado sobe ao Céu na glória de Deus Pai, assim como Maria na sua Assunção "é elevada de corpo e alma à glória do céu".  É nesta certeza que se baseia a nossa Esperança de Eternidade.
- Exultemos, pois, de alegria porque alguém nos abre as portas do futuro que  nos espera  (eu creio!).
Na sua humildade Maria canta, no Magnificat (Lucas 1, 39-56):
"O SENHOR FEZ EM MIM MARAVILHAS..."
Hoje, eu digo como Maria: O Senhor fez em NÓS (em mim e em ti ) maravilhas!
Louvado sejas meu Senhor!
Que a Senhora, elevada ao Céu, nos ensine a saborear as maravilhas do Deus das nossas Vidas. Que ela interceda por nós, junto de Seu Filho Jesus, como o fez tantas vezes na sua peregrinação na terra.
Pai nós Te pedimos recicla - nos e danos um coração humilde e pobre, como nas "Bem-aventuranças", Jesus nos ensina e à semelhança de Maria, para podermos entender o que é mesmo essencial na nossa vida, com Deus e com os homens.
Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe em teu regaço coloco todas as nossas Crianças do mundo, Homens de amanhã, para que, em Teus braços, amansem os seus corações e possam cuidar da Criação com bondade e misericórdia.
OBRIGADA Senhora do SIM!
ana saldanha (elemento da Equipa Casais Stª Maria/Colares)
NOTA: MARIA foi "elevada de corpo e alma à glória do céu" pelo Papa Pio XII, alcançando assim a plenitude da salvação .

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Festa da Padroeira da nossa Freguesia

- SEXTA-FEIRA: Procissão dos Oragos com saída da Várzea de Colares pelas 21h00.

- SÁBADO: Solenidade da Assunção de Nossa Senhora. Padroeira da Paróquia. Missa Solene 15h30 seguida de Procissão.

19h00 - Concerto pela Banda dos B. V. Colares
22h00 - Grande noite de fados (numero limitado de lugares, reservas 913 531 934)

 Lembramos que no sábado dia 15 a Varanda estará aberta para almoços e jantares. Como os lugares são limitados, pede-se aos interessados que se inscrevam atempadamente no Cartório Paroquial, bem como para a noite de Fados.

- DOMINGO: 16h00 Animação infantil com instrumentos de percussão e às 18h00 Grande concerto com Rão Kyao.