sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Eutanásia: Capelães e Assistentes Espirituais Hospitalares promovem debate sobre «Morte Assistida e Compaixão»

Iniciativa decorre em Fátima

Fátima, 01 dez 2016 (Ecclesia) – A Associação Portuguesa de Capelães e Assistentes Espirituais Hospitalares promove hoje, em Fátima, um seminário sobre «Morte Assistida e Compaixão».

A iniciativa decorre num momento em que a discussão em torno do fim da vida - da eutanásia/morte assistida e a dignidade da vida humana - é um assunto “a exigir uma profunda reflexão, seja sob o ponto de vista ético, técnico, religioso, cultura”.

A Associação e a Coordenação Nacional das Capelanias Hospitalares realizam este evento no Hotel Verbo Divino, realça uma nota enviada à Agência ECCLESIA.

O seminário conta com intervenções de Filipe Almeida (professor da Faculdade de Medicina do Porto); Pedro Afonso (professor da Faculdade de Medicina de Lisboa); Manuel Luis Capelas (presidente da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos) e a jornalista Laurinda Alves.

LFS

Advento - Rezando em família


Concerto de Natal - Amanhã sábado Igreja Matriz 21h30


sábado, 19 de novembro de 2016

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

25 de Novembro de 2016 - Concerto Comemorativo dos 300 Anos, no Teatro de São Carlos

 Obras de compositores portugueses do século XVIII, como Carlos Seixas, Francisco António de Almeida, João de Sousa Carvalho, António Leal Moreira e Marco Portugal, vão ser interpretadas no Concerto Comemorativo dos 300 Anos do Patriarcado de Lisboa, que decorre no Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa, no dia 25 de novembro, às 21h00

Numa parceria do Patriarcado de Lisboa com o Teatro Nacional de São Carlos, o concerto vai ser interpretado pela Orquestra Sinfónica Portuguesa, um dos corpos artísticos do Teatro Nacional de São Carlos que foi criada em 1993, tendo direção musical do maestro Rui Pinheiro.
“A primeira parte deste concerto é integralmente preenchida por obras religiosas de compositores que, de uma forma ou de outra, estiveram intimamente associados à instituição fundada pelo Rei Magnânimo. De Carlos Seixas (1704-1742), compositor coimbrão que se notabilizou sobretudo pela sua vasta produção de sonatas para instrumentos de tecla, será cantado o Credo da sua Missa em Sol Maior, de Francisco António de Almeida (1745-1799) uma ária de La Giuditta, oratória estreada em Roma em 1726 e obra do mais alto nível da música barroca portuguesa, de João de Souza Carvalho (1745-1799), Primeiro Mestre da Capela do Seminário, dois excertos da Missa a 4 Vozes e do Te Deum  e de António Leal Moreira (1758-1819), Mestre Capela da Patriarcal e primeiro diretor do Teatro Real de São Carlos, encerraremos a primeira parte com dois excertos do seu Te Deum Laudamus, composto em 1786. Na segunda parte deste concerto comemorativo será interpretado o Te Deum em Ré maior P04.08 de Marcos Portugal (1762-1830), Mestre de Música do Seminário da Patriarcal e porventura o compositor português cujas obras no seu tempo maior difusão tiveram no estrangeiro. Composto expressamente para celebrar o nascimento do infante D. Miguel, o Te Deum foi estreado a 14 de Novembro de 1802 no Palácio de Queluz por ocasião do batizado do infante”, refere um comunicado do Teatro Nacional de São Carlos.
Criado em 1713 por decreto de D. João V, o Real Seminário de Música da Patriarcal de Lisboa “viria a ser a mais importante e influente Escola de Música do país antes da criação do Conservatório Nacional em 1835”. “A par da contratação de músicos estrangeiros, tais como Domenico Scarlatti, Giovanni Giorgi ou David Perez, o Real Seminário tinha, como primeiro objetivo, fornecer uma sólida formação musical aos jovens músicos portugueses. O terramoto de 1755 não só destruiu o edifício como a sua riquíssima biblioteca recheada de manuscritos de incalculável valor musical e patrimonial”, salienta a nota.

Para mais informações e compra de bilhetes, consulte o site do Teatro de São Carlos

C59 - Deus Cuida de Ti - 33.º Domingo Tempo Comum (Ano C) - P. Abel Ferr...

DESAFIO-TE:
És capaz de olhar com amor as dificuldades da tua vida? Não? Pede a Deus essa graça.

domingo, 13 de novembro de 2016

Hoje - Encerramento do Ano da Misericórdia , na Igreja de São Miguel, Sintra às 15h30

DIVÓRCIO por Arnaldo Jabor

Meus amigos separados não cansam de perguntar como consegui ficar casado 30 anos com a mesma mulher. As mulheres sempre mais maldosas que os homens, não perguntam a minha esposa como ela consegue ficar casada com o mesmo homem, mas como ela consegue ficar casada comigo. Os jovens é que fazem as perguntas certas, ou seja, querem conhecer o segredo para manter um casamento por tanto tempo. Ninguém ensina isso nas escolas, pelo contrário. Não sou um especialista do ramo, como todos sabem, mas dito isso, minha resposta é mais ou menos a que segue:

Hoje em dia o divórcio é inevitável, não dá para escapar. Ninguém agüenta conviver com a mesma pessoa por uma eternidade. Eu, na realidade já estou em meu terceiro casamento – a única diferença é que casei três vezes com a mesma mulher.

Minha esposa, se não me engano está em seu quinto, porque ela pensou em pegar as malas mais vezes que eu. O segredo do casamento não é a harmonia eterna. Depois dos inevitáveis arranca-rabos, a solução é ponderar, se acalmar e partir de novo com a mesma mulher.

O segredo no fundo é renovar o casamento e não procurar um casamento novo. Isso exige alguns cuidados e preocupações que são esquecidos no dia-a-dia do casal.

De tempos em tempos, é preciso renovar a relação. De tempos em tempos é preciso voltar a namorar, voltar a cortejar, seduzir e ser seduzido. Há quanto tempo vocês não saem para dançar? Há quanto tempo você não tenta conquistá-la ou conquistá-lo como se seu par fosse um pretendente em potencial?

Há quanto tempo não fazem uma lua-de-mel, sem os filhos eternamente brigando para ter a sua irrestrita atenção?
Sem falar dos inúmeros quilos que se acrescentaram a você depois do casamento. Mulher e marido que se separam perdem 10 kg em um único mês, por que vocês não podem conseguir o mesmo?

Faça de conta que você está de caso novo. Se fosse um casamento novo, você certamente passaria a freqüentar lugares novos e desconhecidos, mudaria de casa ou apartamento, trocaria seu guarda-roupa, os discos, o corte de cabelo, a maquiagem. Mas tudo isso pode ser feito sem que você se separe de seu cônjuge.

Vamos ser honestos: ninguém agüenta a mesma mulher ou o mesmo marido por trinta anos com a mesma roupa, o mesmo batom, com os mesmos amigos, com as mesmas piadas. Muitas vezes não é a sua esposa que está ficando chata e mofada, é você, são seus próprios móveis com a mesma desbotada decoração.

Se você se divorciasse, certamente trocaria tudo, que é justamente um dos prazeres da separação. Quem se separa se encanta com a nova vida, a nova casa, um novo bairro, um novo circuito de amigos.

Não é preciso um divórcio litigioso para ter tudo isso. Basta mudar de lugares e interesses e não se deixar acomodar. Isso obviamente custa caro e muitas uniões se esfacelam porque o casal se recusa a pagar esses pequenos custos necessários para renovar um casamento.

Mas se você se separar, sua nova esposa vai querer novos filhos, novos móveis, novas roupas e você ainda terá a pensão dos filhos do casamento anterior.

Não existe essa tal “estabilidade do casamento” nem ela deveria ser almejada. O mundo muda, e você também, seu marido, sua esposa, seu bairro e seus amigos.

A melhor estratégia para salvar um casamento não é manter uma “relação estável”, mas saber mudar junto. Todo cônjuge precisa evoluir, estudar, aprimorar-se, interessar-se por coisas que jamais teria pensado em fazer no inicio do casamento. Você faz isso constantemente no trabalho, porque não fazer na própria família?

É o que seus filhos fazem desde que vieram ao mundo. Portanto descubra a nova mulher ou o novo homem que vive ao seu lado, em vez de sair por aí tentando descobrir um novo interessante par. Tenho certeza que seus filhos os respeitarão pela decisão de se manterem juntos e aprenderão a importante lição de como crescer e evoluir unidos apesar das desavenças. Brigas e arranca-rabos sempre ocorrerão: por isso de vez em quando é necessário se casar de novo, mas tente fazê-lo sempre com o mesmo par.

Como vê, NÃO EXISTE MÁGICA – EXISTE COMPROMISSO, COMPROMETIMENTO E TRABALHO – é isso que salva casamentos e famílias.”

Fonte: Citações Arnaldo Jabor