sábado, 16 de dezembro de 2017

MEDITAÇÃO DIÁRIA - Sáb, 16 – SEMANA II DO ADVENTO

Sir 48, 1-4.9-11 / Slm 79 (80), 2ac.3b.15-16.18-19 / Mt 17, 10-13
Felizes os que (…) morreram no amor. (1ª Leit.)

Sim, verdadeiramente felizes se morrermos no amor. Podemos morrer no amor de várias maneiras: cheios do amor de Deus (sentindo o amor de Deus), cheios do amor da família, fazendo um ato de amor, num ato de heroísmo… Mas não morreremos verdadeiramente bem se não prepararmos a nossa morte, ao longo da nossa vida, com um grande ato de amor. O leitor já descobriu qual é o seu, ou os pequenos atos de amor que o constituem?

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Azoia Hoje - QUINTA-FEIRA:

Adoração ao SS.mo Sacramento na Azóia às 15h00.

MEDITAÇÃO DIÁRIA - QUI, 14 – S. JOÃO DA CRUZ (MEMÓRIA)

Is 41, 13-20 / Slm 144 (145), 1.9-13 / Mt 11, 11-15
Não temas (...), bichinho de Israel. (1ª Leit.)

Esta frase é cheia de ternura. Quanta gente não chama as pessoas que lhe são queridas «o meu bichinho». A linguagem da ternura não tem vocábulos ridículos; é uma linguagem poética. Deus trata o seu povo por bichinho. Caro leitor, sinta-se o bichinho que Deus acaricia e protege. Ou, se este termo não lhe agradar, arranje um que lhe agrade e goze-o durante a sua oração de hoje.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

MEDITAÇÃO DIÁRIA, QUA, 13 – SANTA LUZIA (MEMÓRIA)

Is 40, 25-31 / Slm 102 (103), 1-4.8.10 / Mt 11, 28-30
Ele não Se cansa nem Se fatiga. (1ª Leit.)

O nosso amor é o amor de Deus dentro de nós. Quer dizer, Deus ama através de nós. Nós somos o vaso de barro (2 Cor 4, 7). Mas somos alguma coisa. Não somos o nada. Somos o transmissor. Cada um de nós é um transmissor original que transmite uma faceta das infinitas que Deus tem. Nós cansamo-nos e fatigamo-nos, mas prontamente – ou não tão prontamente – recuperamos forças para continuar a avançar. Essas forças também vêm de Deus. Cabe-nos pedi-las.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Desafio de Natal da Pastoral da Família

A Pastoral Familiar do Patriarcado de Lisboa tem o prazer de convidar todas as famílias a participar no desafio de Natal 2017 com o tema "Como transmitem a Fé através da Palavra na vossa família?", que decorrerá através do Facebook da Pastoral Familiar entre os dias 1/12 e 28/12.

Como funciona?

As famílias são convidadas a publicar no Facebook uma fotografia ilustrativa da forma como transmitem a Fé através da Palavra. Por exemplo em momentos de oração em família, em catequese familiar, etc.

Deverão publicar a foto e colocar um comentário na página de Facebook da Pastoral Familiar (poderão aceder através deste link) ou em alternativa, enviar para o endereço de email familia@patriarcado-lisboa.pt a fotografia e o comentário para nós publicarmos.

Como vencer o desafio?

Será um concurso de "gostos" na página de Facebook da Pastoral Familiar, sendo que a publicação com mais "gostos" será a vencedora do desafio de Natal deste ano.

Quando se anuncia a família vencedora?

A família vencedora será anunciada no dia 31/12 (dia da Sagrada Família) e receberá um prémio da Pastoral Familiar.

Aceitam o desafio? Participem!

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Destaques da semana

- TERÇA: FEIRA: Confissões aos doentes e idosos das Azenhas do Mar, a partir das 15h00.

- QUARTA-FEIRA: Confissões em Almoçageme às 10h00. Confissões aos doentes e idosos de Almoçageme a partir das 11h00 e aos da Praia das Maçãs a partir das 14h00. 

- QUINTA-FEIRA: Adoração ao SS.mo Sacramento na Azóia às 15h00. Confissões no Mucifal às 18h30. 

- SÁBADO: Festa de Natal da Catequese, nos Bombeiros Voluntários de Colares às 21h00.

- DOMINGO: Bênção das grávidas na Missa das 12h00 em Colares, Concerto de Natal do Grupo Ardecoro na Igreja de Colares às 16h00.

- Concurso de Presépios. Pedimos que se inscrevam no Cartório Paroquial.

MEDITAÇÃO DIÁRIA - SEG, 11 – SEMANA II DO ADVENTO

 Is 35, 1-10 / Slm 84 (85), 9ab-14 / Lc 5, 17-26
Fortalecei as mãos fatigadas e robustecei os corações vacilantes. (1ª Leit.)

O profeta Isaías exorta-nos a fortalecermos as nossas mãos fatigadas (o nosso empenho periclitante) e o nosso coração (a nossa emoção), o que implica esforço e, algumas vezes, dor. Aos poucos, ir-nos-emos habituando à dor. Outras vezes, será demais e teremos de descansar. Mas o que importa é não desistirmos de ir robustecendo o coração. Quanto mais forte for o nosso coração, mais amará.

domingo, 10 de dezembro de 2017

MEDITAÇÃO DIÁRIA - DOM, 10 – DOMINGO II DO ADVENTO – ANO B

Is 40, 1-5.9-11 / Slm 84 (85), 9-14 / 2 Pedro 3, 8-14 / Mc 1, 1-8

«Consolai, consolai o meu povo, diz o vosso Deus». Assim começa a mensagem que o profeta Isaías anuncia da parte de Deus. Depois de longas provações por que Israel estava a passar, eis que o Consolador se aproxima. Por isso, Isaías diz: «Terminaram os seus trabalhos e está perdoada a sua culpa».
Israel tinha-se afastado de Deus e perdido a esperança. O povo vivia tempos de desolação, mas o Senhor anuncia a sua vinda e o fim da provação. Para nós, normalmente, consolar significa dizer palavras de alento a alguém que está triste, mas para Deus consolar é bem mais do que só uma carícia. A consolação que vem de Deus é a salvação: Ele consola o triste levantando-o do pó, transformando o lamento em canto de Alegria. Revela-nos Jesus que o Consolador é o Espírito Santo que Ele nos envia e nos liberta de tudo aquilo que nos escraviza, isto é, que nos impede de Amar. Esta é a desolação das desolações: a incapacidade de amar e de se deixar amar.
No Evangelho, vemos que a voz que clama no deserto é João Batista, o Precursor, aquele que prepara o caminho do Senhor. Estas são as primeiras palavras do Evangelho segundo S. Marcos e mostram-nos as condições para acolher o Senhor. A primeira condição é a sede de justiça. Olhando à nossa volta, percebemos que há como que um abismo entre a realidade tal como a vemos e aquilo que achamos que deveria ser. Percebemos que não é isto que Deus quer, e ai de nós se nos acomodamos às injustiças e negamos a sede de justiça que nos permite reconhecer o Senhor. Sabemos que Deus não abandona o mundo, que está presente e atuante e esta sede é para nós uma bússola para O encontrar. A segunda condição é a sede de liberdade: percebemos dentro de nós uma sede de mais, que há coisas que nos aprisionam, nos tiram a liberdade. Até reconhecemos o bem, mas muitas vezes somos incapazes de o seguir; intuímos um caminho de felicidade, mas sentimo-nos impotentes para o seguir. Há uma voz que grita para abrirmos uma «estrada» que nos liberte daquilo que nos escraviza.
João Batista é o homem do «desejo», que espera ardentemente a chegada do «desejado» e nos ensina a canalizar as nossas sedes de «mais», a sede de justiça e a sede de liberdade para reconhecermos na nossa vida a presença do Consolador. Todo o discípulo do Senhor é chamado a cultivar em si este desejo que Deus coloca no nosso coração, tal como fez com o povo de Israel, que é a sede da fraternidade, da liberdade, da coragem para deixar os nossos interesses, por vezes mesquinhos, que nos fecham em nós mesmos, e receber a força de enfrentar o deserto na vida e encarar de frente o desejo de conversão que, por vezes, brota do nosso coração.
Tudo isto será dito por Jesus, o «desejado», o Senhor que está a vir.

sábado, 9 de dezembro de 2017

MEDITAÇÃO DIÁRIA - SÁB, 9 – SEMANA I DO ADVENTO

Is 30, 19-21.23-26 / Slm 146 (147), 1-6 / Mt 9, 35 – 10, 1.6-8
É este o caminho; segui por ele. (1ª Leit.)

Já temos o caminho: Cristo. Claro. Mas é um bocadinho vago quando estamos a conduzir, ou nas compras, ou a tratar dos filhos, ou a lidar com a nossa comunidade religiosa. Cristo deixou-nos o Espírito Santo, que atua em nós nessas ocasiões e nos ensina o caminho. Precisamos é de ir apurando a sensibilidade, o nosso ouvido, à sua voz. Ele guia-nos, mas temos de estar atentos. Podemos pôr um lembrete no telemóvel para nos lembrarmos de estar atentos.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

MEDITAÇÃO DIÁRIA - SEX, 8 – IMACULADA CONCEIÇÃO DE NOSSA SENHORA – PADROEIRA DE PORTUGAL (SOLENIDADE)

Gen 3, 9-15.20 / Slm 97 (98), 1-4 / Ef 1, 3-6.11-12 / Lc 1, 26-38

Dizia S. Bernardo que de Maria há sempre mais para dizer. Hoje celebramos a solenidade da Imaculada Conceição de Nossa Senhora e o Evangelho que a liturgia nos oferece mostra-nos a nossa Mãe Santíssima oferecendo toda a sua vida ao Senhor. Nada guarda para si, mas em tudo confia em Deus, dizendo-Lhe: «Eis a escrava do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra».
Desde o início da Igreja que a devoção a Nossa Senhora sempre esteve presente entre o povo cristão. Continuamos, hoje em dia, em muitos lugares, a rezar o terço com devoção, na certeza de que Maria é a nossa intercessora junto de Deus e nunca nos abandona. Por vezes, alguns criticam o que poderá ser um excesso de devoção. Atento a este problema, o Papa Pio XII diz que todas as devoções perderiam a sua força se não procurássemos viver com o coração centrado em Cristo, como o fez Maria. Se não procurarmos uma vida centrada em Jesus, todas as devoções correm o risco de se tornar mero folclore. A melhor das devoções marianas é uma vida verdadeiramente cristã. Se as nossas peregrinações e terços nos fazem procurar evitar o pecado, superar as dificuldades, instruir na fé, se nos fazem aumentar em intimidade com Jesus Cristo e ver em cada homem e em cada mulher um irmão e uma irmã, então as nossas devoções são verdadeiramente marianas. Onde nos abrimos à graça de Deus, estamos em contacto íntimo com Maria, a cheia de Graça.
Maria é a Cheia de Graça porque grandes coisas fez nela o Omnipotente! Nos primeiros séculos, uma imagem que representa Maria é a Lua: durante o dia, somos iluminados pelo Sol, que tem a sua luz própria; mas, quando vem a noite, esta é iluminada pela Lua que, não tendo em si a luz, reflete para nós a luz que recebe do Sol. Assim é Maria. É, tal como nós, uma criatura de Deus e o que faz dela a Cheia de Graça é a sua colaboração total e sem barreiras com o Senhor. Nada nela é obstrução à graça de Deus. Colabora sem colocar entraves à ação do Espírito Santo, porque nada nela fala de si própria, mas tudo de Deus; porque não há nada nela que não tenha vindo do Pai, a sua vida fala toda do Amor.
A luz com que Maria, a nossa Mãe Santíssima, ilumina a nossa vida não é a sua luz, mas a Luz do Pai e por isso esta Luz continuará a brilhar na nossa vida, porque ela é, para nós, a Mediadora de todas as graças.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Destaques da semana

- QUINTA-FEIRA: Adoração ao SS.mo Sacramento e Oração Vocacional no Mucifal às 18h00. Missa Vespertina da Solenidade de Imaculada Conceição no Mucifal às 19h00.

- SEXTA-FEIRA: Solenidade da Imaculada Conceição. Missas em Almoçageme às 10h30 e em Colares às 12h00 e 18h30.

- DOMINGO: Festa de São Nicolau, na Igreja da Misericórdia. Convida-se todas as crianças a aparecer às 15h30. Pedimos que se inscrevam pelo telm -965130176 ou pelo email: saonicolaucolares@gmail.com

MEDITAÇÃO DIÁRIA - QUI, 7 – SANTO AMBRÓSIO (MEMÓRIA)

Mosaico na Basílica 
de Santo Ambrósio 
em Milão
Is 26, 1-6 / Slm 117 (118), 1.8-9.19-21.25-27a / Mt 7, 21.24-27
O seu coração está firme (…), porque em Vós tem confiança. (1ª Leit.)

Às vezes, é ao contrário. Queremos pôr a nossa confiança em Deus porque o nosso coração não está muito firme. Mas o leitor creia-me: firmar o nosso coração na confiança em Deus é toda uma caminhada de que saímos vitoriosos. Aos poucos, vamos confiando em Deus e Deus vai-nos culminando de graças. É um processo muito moroso e duro, mas vale a pena.