quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 29 – Semana III do Tempo Comum

2 Sam 7, 4-17 / Slm 88 (89), 4-5.27-30 / Mc 4, 1-20

Vós sois meu pai, meu Deus, meu salvador. (Salmo)

Estamos no Antigo Testamento. O salmista já tem noção de um ser que é pai, que é Deus, que é salvador. Ainda não fala em ser filho e não é claro como é que Deus é salvador, se bem que outros salmos já no-lo expliquem: Deus é um salvador de todos os que nos fazem mal, esmagando estes impiedosamente. Jesus virá apresentar-nos um Deus que também é pai dos nossos inimigos, com as devidas consequências para a nossa relação com eles. Hoje, na sua oração, o leitor medite sobre isto.

terça-feira, 28 de janeiro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 28 – S. Tomás de Aquino (Memória)

2 Sam 6, 12b-15.17-19 / Slm 23 (24), 7-10 / Mc 3, 31-35

Quem fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha Mãe. (Evang.)

Desta maneira todos pertencemos à família dos que fazem a vontade de Deus. Dos que fazem? Dos que tentam fazer. Todos somos irmãos, com um só Pai e uma só Mãe. Ovelhas de um só rebanho, com um só pastor. É, pois, nosso dever rezar por todos aqueles que, como nós, mais que nós, se esforçam por fazer a vontade do Pai. Dediquemos a nossa oração de hoje a isso.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

JMJ 2022: Comité Organizador Local aponta à «melhor» Jornada de sempre, um ano depois do anúncio de Lisboa (c/vídeo)

D. Américo Aguiar, coordenador-geral, sublinha cooperação «entusiasta» das autoridades civis
Lisboa, 27 jan 2020 (Ecclesia) – O Comité Organizador Local (COL) da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) de 2022, que vai decorrer em Lisboa, aponta à “melhor” edição internacional de sempre desta iniciativa católica, um ano após o anúncio da escolha da capital portuguesa.

“Nós, portugueses, seremos capazes de – como se diz nos Jogos Olímpicos – fazer a melhor Jornada Mundial da Juventude de sempre. É para isso que estamos a trabalhar”, adianta D. Américo Aguiar, coordenador-geral da JMJ 2022 para o setor logístico-operativo, em declarações enviadas hoje à Agência ECCLESIA.

O anúncio da escolha de Lisboa foi feito pelo Vaticano, a 27 de janeiro de 2019, no final da JMJ que decorreu no Panamá.

Desde esse momento, o COL, presidido pelo cardeal-patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, e coordenado por D. Américo Aguiar (setor logístico-operativo) e D. Joaquim Mendes (área pastoral), tem desenvolvido trabalhos de organização e preparação do maior evento juvenil promovido pela Igreja Católica.

“Todos somos convocados, todos estamos convocados, porque todos seremos poucos para acolher mais de um milhão de jovens, quem sabe muito mais do que isso. Estou convencido de que Portugal, como sempre, será vencedor no acolhimento a estes jovens de todo o mundo”, refere D. Américo Aguiar.

O bispo auxiliar de Lisboa manifesta a sua convicção de que o “país que inaugurou a globalização e deu novos mundos ao mundo, mais uma vez será exemplar no acolhimento de toda esta juventude”.

“Estes jovens serão embaixadores de Portugal, daquilo que são os valores da Jornada Mundial da Juventude, humanizantes, cristãos”, acrescenta.

Até ao momento foram constituídas sete equipas de trabalho, nas áreas da logística, do acolhimento, da parte financeira e pastoral”.

Ao longo deste ano, informa D. Américo Aguiar, tem sido desenvolvido um “diálogo com as autoridades”, entre as quais a Presidência da República, o Governo, vários ministérios, a Câmara Municipal de Lisboa e a Câmara Municipal de Loures, que “têm colaborado de uma maneira muito entusiasta”.

Os trabalhos têm visado ainda a captação de voluntariado, com jovens de vários países a manifestar a sua disponibilidade.

O coordenador-geral apela à participação de pessoas de todas as idades, considerando, por exemplo, que os mais velhos podem ser de particular importância nos trabalhos de “traduções”.

“Agradecemos, desde já, aos que vão ser voluntários e a todos aqueles que até esta data, neste ano, têm sido magníficos na disponibilidade, no empenho e na ajuda, porque a Jornada Mundial da Juventude só se concretizará se formos capazes de estar todos disponíveis e cada um der o melhor de si”, sublinha D. Américo Aguiar.
Para ler mais: Clique aqui

SÁBADO 1 de Fevereiro: 1º do Mês, na Igreja da Praia das Maçãsl às 16h00

e Terço meditado, às 17h00 Missa

Quinta-feira, 30 de Janeiro, na Igreja das Azenhas do Mar às 21h30.


MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 27 – Semana III do Tempo Comum

2 Sam 5, 1-7.10 / Slm 88 (89), 20-22.25-26 / Mc 3, 22-30

Impus uma coroa a um herói... (Salmo)

Será que Deus lhe pode impor uma coroa de herói? E o que é ser herói? O que é que para o leitor seria ser herói? Que tal ser um herói no seu dia a dia? Esforçar-se por ser um herói simples nas coisas que tem de fazer? Treinar a perseverança quando está cansado, ou com sono, ou maçado, ou sem lhe apetecer. Mas comece por coisas pequenas. Por onde? Veja na oração de hoje.

Vaticano: «Nunca mais!», pede o Papa, evocando Holocausto

Papa Francisco recorda 75.º aniversário da libertação do campo nazi de Auschwitz
Cidade do Vaticano, 26 jan 2020 (Ecclesia) – O Papa Francisco recordou hoje no Vaticano o 75.º aniversário da libertação do campo nazi de Auschwitz (27 de janeiro de 1945),  símbolo do Holocausto, pedindo que “nunca mais” se repita essa tragédia.

“Esta segunda-feira completa-se o 75.º aniversário da libertação do campo de extermínio de Auschwitz-Birkenau. Diante desta enorme tragédia, desta atrocidade, não se pode admitir a indiferença e é imperiosa a memória”, disse, desde a janela do apartamento pontifício.

Milhares de pessoas acompanharam o Papa na recitação dominical da oração do ângelus.

“Amanhã, somos todos convidados a fazer um momento de oração e de recolhimento, dizendo, cada um no seu coração: nunca mais! Nunca mais!”, apelou.

Na última segunda-feira, Francisco tinha recordado o aniversário da libertação do campo de concentração nazi de Auschwitz, numa audiência a membros do “Simon Wiesenthal Center”

“O aniversário da crueldade indescritível que a humanidade descobriu há 75 anos é um chamamento a parar, calar e lembrar. Precisamos disso, para não nos tornarmos indiferentes”, declarou, em intervenção divulgada pela Santa Sé.

“Não me canso de condenar todas as formas de antissemitismo”, disse ainda.

Francisco destacou a importância de preservar a memória do Holocausto, para as novas gerações, como forma de “combater todas as formas de antissemitismo, racismo e ódio de minorias”.

O Conselho de Conferências Episcopais da Europa (CCEE) e a Comissão dos Episcopados Católicos da União Europeia (COMECE) convocaram os católicos do continente à oração pelas vítimas de Auschwitz- Birkenau.

“A 27 de janeiro, pelas 15h00, horas em o campo de concentração de Auschwitz- Birkenau foi encerrado, acenderemos velas e rezaremos por todas as nacionalidades e religiões assassinadas nos campos de extermínio e por seus familiares”, assinalam os organismos episcopais, em nota enviada à Agência ECCLESIA.

OC

domingo, 26 de janeiro de 2020

Papa: vamos dar espaço à Palavra de Deus, lendo diariamente a Bíblia, inclusive no celular

Ao pronunciar a homilia na missa que, pela primeira vez, celebra o Domingo da Palavra de Deus, Francisco nos encorajou novamente a ler o Evangelho todos os dias. A cerimónia foi instituída no ano passado e, neste domingo (26), foi celebrada para fortalecer e recuperar a identidade cristã, através da familiaridade com a Bíblia: “vamos ler diariamente qualquer versículo”, trazendo o Evangelho no bolso ou mesmo lendo pelo celular, disse o Papa.
Andressa Collet – Cidade do Vaticano
Dom Ferrell: a Bíblia "não é prerrogativa de poucos,
 mas pertence a todos, é o livro do povo de Deus" 
Pela primeira vez a Igreja celebrou o Domingo da Palavra de Deus dedicado ao estudo e à difusão do Evangelho. Esse dia é celebrado sempre no III Domingo do Tempo Comum, desde a instituição do Papa em setembro de 2019, para fortalecer e recuperar a identidade cristã, através da familiaridade com a Bíblia.

Na homilia deste domingo (26), na Basílica de São Pedro, Francisco se inspirou nas leituras do dia para voltar às origens da pregação de Jesus, que relata como, onde e a quem começou a pregar.

A missão pública de Jesus começou com a base de todos os discursos de Jesus, ao nos dizer que “o Reino do Céu está próximo”, que dizer que “Deus está próximo” porque se fez homem. E essa mensagem, que é de alegria ao tomar a condição humana, disse o Papa, não foi num “sentido de dever, mas por amor”. E, por isso, pediu para mudarmos de vida, de “passar da escuridão à luz”, com a força da sua Palavra.

“Mudem de vida porque começou um modo novo de viver: acabou o tempo de viver para si mesmo, começou o tempo de viver com Deus e para Deus, com os outros e para os outros, com amor e por amor.”

Ao observar onde Jesus começou a pregar, Francisco lembrou que foram “a partir das regiões então consideradas ‘tenebrosas’”, onde moravam pessoas muito diferentes entre si, em termos de povos, línguas e culturas:

“Não era certo o lugar onde se encontrava o povo eleito na sua pureza religiosa melhor. E, no entanto, Jesus começou de lá: não do átrio do templo de Jerusalém, mas do lado oposto do país, da Galileia dos gentios, de um local de fronteira, de uma periferia. Disso mesmo podemos tirar uma lição: a Palavra que salva não procura lugares refinados, esterilizados, seguros. Vem à complicação dos nossos dias, às nossas obscuridades. Hoje, como então, Deus deseja visitar aqueles lugares, onde se pensa que lá Ele não vai.”

Por fim, para quem Jesus iniciou a pregar?

“Os primeiros destinatários da chamada foram pescadores: não pessoas atentamente selecionadas com base nas suas capacidades, nem homens piedosos que estavam no templo a rezar, mas gente comum que trabalhava. Pessoas normais, que trabalhavam.”

Para seguir Jesus, finalizou o Papa, “não bastam os bons propósitos; é preciso ouvir dia a dia a sua chamada”. Dessa forma, Francisco enaltece a importância de saber escutar, em meio a milhares de palavras todos os dias, “a única Palavra que não nos fala de coisas, mas de vida”.

“Queridos irmãos e irmãs, demos espaço à Palavra de Deus! Vamos ler diariamente qualquer versículo da Bíblia. Começar pelo Evangelho: mantê-lo aberto no cómodo de casa, trazê-lo connosco no bolso, visualizá-lo no celular; deixemos que nos inspire todos os dias. Descobriremos que Deus está perto de nós, ilumina as nossas trevas, amorosamente impele para conduzir a nossa vida.”

AVISOS DA SEMANA de 27/01 a 02/02/2020


MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 26 – Domingo III do Tempo Comum – Ano A / Domingo da Palavra de Deus

Is 8, 23b – 9, 3 / Slm 26 (27), 1.4.13-14 / 1 Cor 1, 10-13.17 / Mt 4, 12-13 ou 4, 12-17

O profeta Isaías refere a situação dramática que viveu o povo de Israel na segunda metade do século VIII a.C., com a invasão dos exércitos vindos da Mesopotâmia, e as consequentes devastações e deportações. É o triunfo da escuridão da violência sobre a luz da paz. Mas o profeta, recordando factos passados, ilumina de esperança os tempos presentes, pois o Senhor acabou por multiplicar a alegria e o contentamento do seu povo. Quem está do lado de Deus, por maiores que sejam as provações, acaba sempre por vencer: «O povo que andava nas trevas viu uma grande luz; para aqueles que habitavam nas sombras da morte uma luz se levantou».

Paulo escreve esta sua primeira carta aos cristãos de Corinto, a partir de Éfeso, que era a capital política e religiosa da província romana da Ásia. Tomando conhecimento dos graves problemas que esta comunidade atravessava, exorta à unidade os grupos que arranjavam apoios invocando a proteção de personagens importantes. Mas quem segue a Jesus Cristo tem de ser promotor de unidade, espelhando nas relações humanas a união perfeita da Trindade divina. Só na medida em que construímos pontes de unidade é que somos seguidores de Cristo.

Cristo, resumindo a sua missão apostólica, assim proclama: «Arrependei-vos porque está próximo o reino dos Céus». Este arrependimento que Jesus pede não se trata apenas de ser um pouco melhor. Cristo exige uma mudança radical, no pensar e no agir. Trata-se de ser uma nova criatura, de um renascimento espiritual.

O evangelista Mateus descreve o chamamento dos primeiros apóstolos. Partindo da sua profissão e dos respetivos saberes, aproveita-os para outro tipo de pesca: «Vinde e segui-Me e farei de vós pescadores de homens». Cristo aproveita tudo o que de bom há em nós para o rentabilizar no seu seguimento. Seguimento que não pode ficar condicionado por atrasos e adiamentos, por dificuldades e desculpas. É a partir da nossa vida concreta que hoje o Senhor nos chama a responder como os primeiros apóstolos: «Eles deixaram logo as redes e seguiram Jesus».

Hoje celebramos, pela primeira vez, o “Domingo da Palavra de Deus” que o Papa Francisco há meses instituiu, e assim nos exortou: «O dia dedicado à Bíblia pretende ser, não “uma vez no ano”, mas uma vez por todo o ano, porque temos urgente necessidade de nos tornar familiares e íntimos da Sagrada Escritura e do Ressuscitado, que não cessa de repartir a Palavra e o Pão na comunidade dos crentes».

sábado, 25 de janeiro de 2020

A história de conversão do santo que odiava a Igreja

Mário Scandiuzzi | Jan 24, 2020
Como, de severo perseguidor dos cristãos, São Paulo se tornou um dos maiores defensores e divulgadores dos ensinamentos de Jesus

No dia 25 de janeiro a Igreja celebra um dos santos mais conhecidos. Estamos falando de São Paulo.

A história dele pode ser encontrada no livro dos Atos dos Apóstolos. De um severo perseguidor dos cristãos, se tornou um dos maiores defensores e divulgadores dos ensinamentos de Jesus.

No capítulo 8, versículo 3, lemos que “Saulo, porém, detestava a Igreja. Entrando pelas casas, arrancava delas homens e mulheres e os entregava à prisão”.

Mas a obra de Deus muitas vezes parece incompreensível aos olhos humanos.

No capítulo 9, encontramos a narração de quando Saulo se dirigia a Damasco, em mais uma perseguição aos cristãos. Já perto de seu destino, ele foi cercado por uma luz resplandecente vinda do céu. “Caindo por terra ouviu uma voz que lhe dizia: ‘Saulo, Saulo, por que me persegue?’ Saulo disse: ‘Quem és, Senhor?’ Respondeu ele: ‘Eu sou Jesus a quem tu persegues’. (Atos 9, 4-6).

Na escritura vemos que o próprio Cristo se manifestou a Saulo. Em seguida, um discípulo chamado Ananias teve uma visão na qual Jesus diz para que ele procure por Saulo. Diante da resposta de Ananias, dizendo que Saulo já fizera muitos males aos fiéis. Mas o Senhor lhe disse: “Vai, porque este homem é para mim um instrumento escolhido, que levará o meu nome diante das nações, dos reis e dos filhos de Israel. Eu lhe mostrarei tudo o que terá de padecer pelo meu nome.” (Atos 9, 15-16).

A conversão de Saulo é uma das mais importantes da história da igreja, pois transformou o perseguidor de Cristão em Apóstolo. Paulo não negou o seu passado, e se atribuiu o título de “menor dos Apóstolos”.

Após a conversão, tornou-se de perseguidor a defensor do Cristianismo. Escreveu 13 cartas  que fazem parte do Novo Testamento. Segundo a tradição católica, Paulo morreu em Roma, por volta do ano de 67.

A história de são Paulo nos mostra a misericórdia de Deus. Ele chamou um perseguidor que, abrindo seu coração, recebeu os ensinamentos Divinos e transformou não só a sua própria vida, como a de muitas outras pessoas. E é assim que Deus age, quando nos abrimos à sua graça, ele opera verdadeiros milagres.

São Paulo, rogai por nós.

Domingo da Palavra de Norte a Sul - Diocese de LISBOA

Para ver outra Diocese:Clique aqui

Em setembro de 2019, o Papa Francisco divulgou a carta apostólica ‘Aperuit illis’ (‘Abriu-lhes o entendimento’) onde anunciava a instituição de um “Domingo da Palavra de Deus”, celebração anual nas comunidades católicas que visa promover a “familiaridade” com a Bíblia.

Carta sobre o Domingo da Palavra de Deus
Como sublinha ainda o Papa Francisco, o dia dedicado à Bíblia pretende ser, não «uma vez no ano», mas é para ser vivido todo o ano, já que temos urgente necessidade de nos tornar familiares e íntimos da Sagrada Escritura e do Ressuscitado, que não cessa de partir a Palavra e o Pão na comunidade dos crentes. Para tal, “precisamos de entrar em confidência assídua com a Sagrada Escritura; caso contrário, o coração fica frio e os olhos permanecem fechados, atingidos, como somos, por inumeráveis formas de cegueira” (AI 8).

D. Daniel Henriques, bispo auxiliar de Lisboa

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Media: Papa alerta para narrativas «falsas» e «devastadoras»

Mensagem para o 54.º Dia Mundial das Comunicações Sociais sublinha poder das boas histórias, em tempos de «confusão»
Foto: Lusa/EPA
Cidade do Vaticano, 24 jan 2020 (Ecclesia) – O Papa alertou hoje para as narrativas “falsas” e “devastadoras” que marcam a comunicação atual, apelando a um maior espaço para “boas histórias”.

“Numa época em que se revela cada vez mais sofisticada a falsificação, atingindo níveis exponenciais (o ‘deepfake’), precisamos de sabedoria para patrocinar e criar narrações belas, verdadeiras e boas”, escreve, na mensagem para o 54.º Dia Mundial das Comunicações Sociais, divulgada pelo Vaticano.

O texto tem como tema “‘Para que possas contar e fixar na memória’ (Ex 10, 2). A vida faz-se história”, centrando-se no papel central que a “narração” tem na história do ser humano.

Francisco alerta para as histórias que “narcotizam”, apelando ao consumo, inclusive de mentiras.

“Quase não nos damos conta de quão ávidos nos tornamos de bisbilhotices e intrigas, de quanta violência e falsidade consumimos”, adverte.

A mensagem papal lamenta que a comunicação gere, cada vez mais, “histórias devastadoras e provocatórias”, quando se “misturam informações não verificadas, repetem discursos banais e falsamente persuasivos”, levando a “proclamações de ódio”.

Precisamos de coragem para rejeitar as falsas e depravadas. É necessária paciência e discernimento para descobrirmos histórias que nos ajudem a não perder o fio, no meio das inúmeras feridas de hoje; histórias que tragam à luz a verdade daquilo que somos, mesmo na heroicidade oculta do dia a dia”.

O Papa convida a “respirar a verdade das histórias boas”, perante a crescente “confusão das vozes e mensagens”, na atualidade.

“Temos necessidade duma narração humana, que nos fale de nós mesmos e da beleza que nos habita; uma narração que saiba olhar o mundo e os acontecimentos com ternura, conte a nossa participação num tecido vivo, revele o entrançado dos fios pelos quais estamos ligados uns aos outros”, apela.

A mensagem considera que, perante Deus, “não existem histórias humanas insignificantes ou pequenas”.

“Cada história humana tem uma dignidade que não pode ser eliminada. Por isso, a humanidade merece narrações que estejam à sua altura, àquela altura vertiginosa e fascinante a que Jesus a elevou”, aponta o pontífice.

"Ninguém é mero figurante no palco do mundo; a história de cada um está aberta a possibilidades de mudança. Mesmo quando narramos o mal, podemos aprender a deixar o espaço à redenção; podemos reconhecer, no meio do mal, também o dinamismo do bem e dar-lhe espaço”.

A mensagem papal apresenta o ser humano como um “ente narrador”, que em toda a sua vida sente “fome de histórias”, em forma de “fábula, romance, filme, canção, ou simples notícia”.

“Não tecemos apenas roupa, mas também histórias: de facto, servimo-nos da capacidade humana de «tecer» quer para os tecidos, quer para os textos”, escreve.

Francisco indica que as pessoas têm “necessidade” de se narrar a si próprias, uma narração ameaçada constantemente pelo mal.

“Enquanto as histórias utilizadas para proveito próprio ou ao serviço do poder têm vida curta, uma história boa é capaz de transpor os confins do espaço e do tempo: à distância de séculos, permanece atual, porque alimenta a vida”, pode ler-se.

mensagem do Papa é tradicionalmente publicada por ocasião da festa litúrgica de São Francisco de Sales, padroeiro dos jornalistas, no dia 24 de janeiro.

OC

O Dia Mundial das Comunicações Sociais foi a única celebração do género estabelecida pelo Concílio Vaticano II, no decreto ‘Inter Mirifica’, em 1963; assinala-se no domingo antes do Pentecostes (24 de maio, em 2020).

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 25 – Conversão de S. Paulo, Apóstolo (Festa) / 8º Dia da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos

At 22, 3-16 / Slm 116 (117), 1.2 / Mc 16, 15-18

Caí por terra e ouvi uma voz que me dizia: «Saulo, Saulo, porque Me persegues?» (1ª Leit.)

A perseguição de Saulo não era pelas melhores razões, mas nós podemos perseguir alguém por boas razões. Pode ser até por estarmos apaixonados por essa pessoa. Hoje, proponho-lhe que, na sua oração, se pergunte porque persegue Deus. Já alguma vez se perguntou porque é que «anda atrás de Deus»? Porque O ama? E porque é que O ama? Anda atrás de Deus por alguma razão egoísta? Um misto de razões? Quais?

sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

Um guia de São Francisco de Sales para quem usa as redes sociais

Philip Kosloski | Jan 24, 2020

Lembre-se destes conselhos ao navegar pelo seu feed

As redes sociais, embora sejam uma ótima ferramenta para nos conectar com pessoas de todo o mundo, também podem nos levar a um caminho sombrio de fofocas, calúnias e julgamentos. Nossas emoções podem ser facilmente “liberadas”, e o anonimato da Internet pode nos proteger das repercussões naturais de palavras não-caridosas.
No século 16, São Francisco de Sales escreveu um profundo trabalho espiritual intitulado “Introdução à Vida Devota”. A obra contém uma riqueza de sabedoria que ainda pode ser aplicada hoje, no século 21.

Ele escreve, por exemplo:

“Não declare que um homem é um bêbado, embora você possa vê-lo bêbado ou adúltero, porque você sabe que ele pecou; um único ato não o carimba para sempre … Noé estava bêbado uma vez e Ló, além disso, era culpado de incesto, mas nenhum homem podia ser mencionado como habitualmente dado a tais pecados; nem você chamaria São Paulo de homem de sangue ou de blasfemador, porque ele blasfemara e derramara sangue antes de se tornar cristão … que garantia temos de que aquele que ontem era pecador é o mesmo hoje?”

Muitas vezes, nossa tentação nas redes sociais é ver uma notícia ou a publicação de um amigo e tirar conclusões imediatas, formando uma visão negativa da pessoa a partir dessa única publicação. Todos cometemos erros e, às vezes, o que postamos mostra uma imagem negativa de quem somos. No entanto, não podemos julgar com base no que vemos nas mídias sociais.

São Francisco de Sales chegaria a desculpar a pessoa, vendo-a da melhor maneira possível. Diz ele:

“Quando você ouvir sobre o mal de alguém, lance qualquer dúvida que puder sobre a acusação ou, se isso for impossível, dê qualquer desculpa disponível para o culpado… Seja compassivo e lembre àqueles com quem você está falando que os que estão de pé o fazem unicamente pela graça de Deus. Faça o possível para checar o portador de escândalo e, se souber de algo favorável à pessoa criticada, faça um esforço para mencioná-lo.”

Não é bom apontar o dedo para outra pessoa quando não fazemos nenhum esforço para corrigir as falhas em nossas próprias vidas. Não podemos enxergar o coração de outra pessoa, mas podemos ver dentro do nosso próprio coração.

São Francisco de Sales tem algumas sugestões que podemos seguir quando vamos fazer comentários ou postagens nas nossas redes sociais:

“Que suas palavras sejam gentis, francas, sinceras, diretas, simples e verdadeiras; evite todo artifício, duplicidade e pretensão, lembrando que, embora nem sempre seja bom publicar tudo o que é verdade, ainda assim nunca é permitido se opor à verdade. Faça sua a regra de nunca dizer conscientemente o que não é estritamente verdadeiro, acusador ou desculpador, lembrando sempre que Deus é o Deus da Verdade.”

Além disso, ele sugere:

“Quando é necessário contradizer alguém ou afirmar a própria opinião, isso deve ser feito com gentileza e consideração, sem irritação ou veemência. De fato, nada ganhamos com esperteza ou petulância.”

Por fim, devemos enfatizar a qualidade de nossas conversas on-line, não a quantidade:

“O silêncio, tão elogiado pelos sábios da antiguidade, não se refere tanto ao uso literal de poucas palavras, como a não usar muitas palavras inúteis. Nesse ponto, devemos olhar menos para a quantidade do que para a qualidade e, como me parece, nosso objetivo deve ser evitar os dois extremos.”

Portanto, quando você for utilizar as mídias sociais, lembre-se dessas diretrizes. Você fará bem em levar a luz de Cristo a outras pessoas!

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 24 – S. Francisco de Sales (Memória) / 7º Dia da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos

1 Sam 24, 3-21 / Slm 56 (57), 2-4.6.11 / Mc 3, 13-19

... o Senhor entregou-me nas tuas mãos. (1ª Leit.)

O que é que o leitor faz com as pessoas que Deus lhe entrega? Primeiro: sabe quais são? Depois, afasta-as porque são umas maçadoras, ou quando são maçadoras? Só as aceita quando tem alguma coisa a lucrar? O leitor é uma ponte para Deus ou um ponto de chegada para essas pessoas? Quer dizer, faz com que elas se concentrem em si, em vez de lhes apontar Deus? Como é que apascenta o seu rebanho? (Porque todos nós temos um rebanho, um grupo de pessoas que Deus nos confia.)

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 22 – Semana II do Tempo Comum / 5º Dia da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos

1 Sam 17, 32-33.37.40-51 / Slm 143 (144), 1.2.9-10 / Mc 3, 1-6

... entristecido com a dureza dos seus corações… (Evang.)

Jesus não estava zangado, estava entristecido, como que impotente, como um pai que baixa os braços momentaneamente. A maior dureza do nosso coração é onde normalmente não se vê. O que quer dizer que precisamos de um esforço extra para detetarmos algumas durezas. Que tal fazermos algum trabalho de detetive durante a oração de hoje?

terça-feira, 21 de janeiro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 21 – Santa Inês (Memória) / 4º Dia da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos

1 Sam 16, 1-13 / Slm 88 (89), 20-22.27-28 / Mc 2, 23-28

O sábado foi feito para o homem (…). ... o Filho do Homem é (…) Senhor do sábado. (Evang.)

Jesus queria fazer ao sábado o trabalho de Deus que as leis dos homens O impediam de fazer. Jesus proclama que a nossa obediência à lei se baseia no respeito pelo ser humano e não pela lei em si. E uma vez que este critério vem de Jesus, o nosso respeito pelo ser humano não é humano; é divino. O do leitor é-o?

segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

São Sebastião

Serviu o exército romano como capitão da guarda pretoriana no tempo de Diocleciano. Este, como não conseguiu fazê-lo renegar a fé em Cristo, mandou-o atar a uma coluna e cobrir de flechas. Quando todos os julgavam morto, uma mulher piedosa, de nome Irene, vendo que ainda vivia, levou-o para a sua casa e cuidou-lhe das feridas. Sebastião apresenta-se de novo ao imperador para reprovar a sua impiedade. Foi então vergastado até morrer.

“Pensar a Igreja. Projetar igrejas” é o tema da 5.ª Jornada de Liturgia, Arte e Arquitetura

O cardeal-patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, e o presidente da Ordem dos Arquitetos, José Manuel Pedreirinho, vão participar na 5.ª Jornada de Liturgia, Arte e Arquitetura, que a 1 de fevereiro reflete, em Lisboa, o tema “Pensar a Igreja. Projetar igrejas”.

Após a sessão de abertura, marcada para as 9h45, com D. Manuel Clemente e João Luís Marques, dá-se início ao painel “Contextos”, centrado no “Pensar a Igreja”, o Cón. António Janela (10h15), responsável pela paróquia do Santíssimo Coração de Jesus, cuja igreja, monumento nacional, projetada pelos arquitetos Nuno Teotónio Pereira e Nuno Portas, acolhe a iniciativa.

O programa prossegue com as conferências da professora Helena Valentim (10h45), do jornalista António Marujo (11h30) e do arquiteto Hugo Casanova (12h00), seguindo-se o debate com os protagonistas de «quatro pontos de partida diferentes», refere uma nota enviada hoje ao Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura.

Durante a tarde, o painel “Formas”, que incide sobre a projeção de igrejas, homenageia arquitetos «de grande relevância na arquitetura religiosa em Portugal», através de intervenções de colaboradores e amigos.

António de Freitas Leal é evocado por Maria do Rosário Mourão (15h00), António Flores Ribeiro vai ser lembrado pelo P. Lereno Dias (15h30), a figura de Diogo Lino Pimentel contará com as memórias de Hugo Venade (16h00), e Luiz Cunha é recordado por Paulo Miranda e António Sá Machado (16h30).

A seguir ao debate (17h00) prevê-se a intervenção do presidente da Ordem dos Arquitetos (17h45).

O encontro é complementado com duas atividades: na véspera, 31 de janeiro, pelas 21h00, na igreja de Olivais Sul é exibido um filme sobre a sua conceção, “A espessura da luz”, de Pedro Vieira de Almeida.

A 2 de fevereiro, às 16h30, na igreja do Sagrado Coração de Jesus, é apresentado o livro “Nuno Portas: 18 obras partilhadas” (ed. Circo de Ideias).

A inscrição no dia da Jornada organizada pelo grupo informal e voluntário de arquitetos "Átrio", dedicado «à partilha, estudo e discussão da arquitetura, arte e liturgia», é obrigatória (público em geral, 10 €; estudantes, 5 €).

A iniciativa conta com os apoios do Centro de Estudos de História Religiosa da Universidade Católica Portuguesa, Centro de Estudos de Arquitetura e Urbanismo da Faculdade de Arquitetura do Porto, Comissão Nacional Portuguesa do ICOMOS, PRERICO, Escola Artística António Arroio e Ordem dos Arquitetos.

MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 20 – Semana II do Tempo Comum / 3º Dia da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos

1 Sam 15, 16-23 / Slm 49 (50), 8-9.16bc-17.21.23 / Mc 2, 18-22

[Os companheiros do noivo] enquanto têm o noivo consigo não podem jejuar. (Evang.)

E porque será isto? Vejamos. Enquanto há comida e vinho, há festa. Enquanto o noivo está com os seus companheiros, há festa. Jesus é o noivo que veio para ficar eternamente connosco. Através da comida eterna, o pão e o vinho, está permanentemente connosco. E nós não podemos jejuar porque temos de comungar. Resta-nos sermos dignos do banquete nupcial… Seremos?

domingo, 19 de janeiro de 2020

Oração sobre a violência doméstica na Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos

Dentro da semana em que rezamos pela unidade de todos os cristãos, pedimos ao nosso Deus que proteja todas as famílias da violência doméstica e ampare aquelas que vivem este sofrimento dentro de suas portas.

É a família que nos sustenta, nos orgulha e nos realiza. Normalmente, amamos a nossa família com o mesmo amor com que nos amamos a nós próprios…

Hoje, rezamos por uma família que se define, se constrói e se une pelo Dom que Deus faz de Si próprio no nosso amor. Assim:


Rezamos por um amor livre, mas comprometido;
Amor gratuito e que também sabe receber;
Amor intenso, mas equilibrado;
Amor apaixonado e ao mesmo tempo consciente…
Rezamos por um amor mais forte do que a fraqueza,
Mais entregue do que pedido,
Mais doado do que um direito.
O Filho de Deus encarnado ensina-nos que todos merecemos ser amados assim. E os outros também merecem ser assim amados por nós.
Hoje pedimos a Deus, Pai de todos nós, pelo seu Filho jesus Cristo, no Amor do Espírito Santo, que a violência não entre nas nossas casas e todos vivam em paz.
Ámen.

Agradecimento

"A Paroquia de Nossa Senhora da Assunção de Colares" agradece à família do José: José, Maria, Francisco e João, esta sua doação para Exposição do Santíssimo Sacramento, simples e digna.

Aqueles que se poderem a nós juntar, rezemos, um Pai Nosso, uma Avé Maria e um Glória, junto de Nosso Senhor, por esta família!

Bem haja pela entrega e devoção!
Seja Louvado Nosso Senhor Jesus Cristo!

MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 19 – Domingo II do Tempo Comum – Ano A / 2º Dia da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos

Is 49, 3.5-6 / Slm 39 (40), 2.4ab.7-8a.8b-9-11ab / 1 Cor 1, 1-3 / Jo 1, 29-34

Num contexto de extrema prova e profunda desolação, desterrados na Babilónia, no século VI a.C., o profeta Isaías anima os seus irmãos israelitas para que sejam fiéis ao seu Deus. É um Deus que não improvisa o seu amor, pois já Se desvela em protegê-los desde o seio materno, fazendo experimentar a sua força, quando tudo parece não ter solução, em terras de exílio. Situar-se e falar em nome de Deus tem de ser sempre uma voz de esperança, própria de quem acende uma luz ao fundo do túnel da provação. Deus quer precisar de nós para sermos seus porta-vozes de consolação e esperança.

Na leitura de S. Paulo encontramos a introdução da sua primeira carta à Igreja de Deus que está em Corinto. Nesta comunidade tinham surgido problemas graves: desavenças e invejas, questões sobre o comportamento moral de alguns cristãos, certa anarquia nas celebrações eucarísticas. Ontem como hoje, dado que os cristãos não são anjos, sempre haverá problemas, mas também sempre nos acompanhará a graça de Deus e gente boa, artífices de soluções.

Paulo apresenta-se como «apóstolo por vocação». Para ter autoridade perante a comunidade cristã de Corinto, não invoca os seus altos estudos, que os tinha na melhor escola de Gamaliel, nem recorda o seu estatuto social de cidadão romano. Recorda, sim, que recebeu de Cristo a vocação para evangelizar. Como Paulo, também nós deveremos considerar que o nosso estatuto fundamental é o chamamento que Cristo nos faz para sermos seus discípulos e missionários, e nos convida à santidade de vida.

S. João, no seu Evangelho, dá um grande relevo a João Batista, apresentando-o como o «homem enviado por Deus para dar testemunho da Luz», que é Jesus Cristo. Jesus é apresentado claramente como o protagonista, quando o povo ainda O desconhecia e muitos até apontavam o Precursor como sendo ele o Messias. João Batista entreviu o destino de Jesus, descrevendo-O como «o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo». O seu sangue imaculado iria libertar a humanidade do pecado.

O texto do Evangelho refere também o batismo de Jesus: «Aquele sobre quem vires o Espírito Santo descer e permanecer é que batiza no Espírito Santo». Não se trata apenas de indicar a cena que aconteceu no momento do batismo no rio Jordão. Em Jesus, o Espírito de Deus permanece de modo estável, contínuo. É esta graça que devemos pedir: viver sempre no Espírito de Deus, na sua presença, agindo com a sua luz e força.

Estamos no Oitavário de Oração pela Unidade dos Cristãos. Pedimos a graça da unidade de todos os que seguem a Jesus Cristo, segundo a sua vontade, claramente expressa no discurso da Última Ceia: «Que todos sejam um».