sexta-feira, 15 de novembro de 2019

ESTILO DE VIDA

Estudo de Harvard revela os benefícios levar os filhos à igreja

Marko Vombergar-ALETEIA
Uma educação religiosa está diretamente ligada a resultados positivos em jovens adultos

Educar os filhos na fé traz não só benefícios espirituais. Um estudo recente de Harvard revela que as crianças se beneficiam também física e mentalmente da formação religiosa.
O estudo, divulgado em 2018 pela Harvard T. H. Chan School of Public Health, descobriu que crianças que participavam da missa semanalmente ou tinham uma vida de oração ativa eram mais positivas e tinham maior satisfação com a vida quando atingiam seus vinte anos. Esses jovens adultos tinham uma tendência a escolher um estilo de vida mais saudável – evitando beber, fumar, usar drogas e a promiscuidade sexual.

Usando uma amostra de 5.000 crianças durante um período de 8-14 anos, o estudo trouxe revelações impressionantes: pelo menos 18% dos frequentadores regulares da igreja relataram níveis mais altos de felicidade em seus vinte anos do que seus colegas não religiosos. E, mais importante, 29% tendiam a se unir a causas comunitárias e 33% se afastavam de drogas ilícitas.

Um dos autores do estudo, Ying Chen, reconheceu que a formação religiosa das crianças no contexto familiar e da igreja “pode afetar poderosamente sua saúde física, saúde mental, felicidade e bem-estar geral”.

Este não é o primeiro estudo a demonstrar as vantagens de uma educação religiosa. Segundo a diretora do Centro DeVos para Religião e Sociedade Civil da Fundação Heritage, Emilie Kao, “as crenças religiosas dão às pessoas forças espirituais que levam a hábitos saudáveis, constroem suas redes sociais e lhes dão a capacidade de superar obstáculos em suas vidas”.

O estudo pode ajudar a servir como motivação para os pais.

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 15 – Semana XXXII do Tempo Comum

Todos os homens que vivem na ignorância de Deus são verdadeiramente insensatos. (1ª Leit.)

Não sei se, hoje em dia, alguém viverá na ignorância de Deus. Algumas pessoas dizem não acreditar em Deus e outras esforçam-se mesmo por provar a inutilidade de um Deus. Outros nem acreditam nem negam a existência de Deus. Nós, que professamos a existência de Deus, temos de dar testemunho, conversar com quem não acredita em Deus e saber defender as nossas ideias. E rezar pelos incrédulos, que às vezes não são tão incrédulos como isso.

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

A construção de uma sociedade inclusiva começa (também) com a sua participação! #euinclusive

Neste seminário desafiamo-nos a refletir, à luz dos pressupostos éticos, e a responder com criatividade aos novos desafios e às novas necessidades em Deficiência Intelectual.

A inscrição no seminário é gratuita, limitada a 150 vagas, e inclui o almoço.

Poderá realizar a inscrição em:  www.casadesaudedaidanha-eventos.com

Fique a par de todas as noticias e publicações em:  www.facebook.com/events/1026352777747644/ 

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 14 – Semana XXXII do Tempo Comum

Sab 7, 22 – 8, 1 / Slm 118 (119), 89-91.130.135.175 / Lc 17, 20-25

Espelho puríssimo da atividade de Deus. (1ª Leit.)

Como é que podemos ser um «espelho puríssimo da atividade de Deus» em nós? Jesus diz-nos que «a boca fala da abundância do coração» (Lc 6, 45). De maneira que parece que esse reflexo tem qualquer coisa de automático. Temos de cultivar a sintonia com Deus. Como? Através da meditação. Através da reflexão sobre o nosso comportamento ético no emprego e/ou na nossa comunidade religiosa. (O que não deve ser confundido com deixarmo-nos amarfanhar.) O leitor reze sobre isto.

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 13 – Semana XXXII do Tempo Comum

Sab 6, 1-11 / Slm 81 (82), 3-4.6-7 / Lc 17, 11-19

Ele examinará as vossas obras e sondará as vossas intenções. (1ª Leit.)

E ajudar-nos-á a andar bem, a pensar retamente. Daí ser bom as pessoas corrigirem-nos, porque nós temos facetas que só os outros notam (Menos boas e muito boas.) Há também a correção que vem de Deus quando Este atua através da nossa consciência. Peçamos a Deus uma consciência clara, porque nem sempre estamos muito certos do que é bem ou mal. Mas Deus pode ajudar-nos sondando as nossas intenções e dizendo-nos se a nossa intenção é boa ou não. (Às vezes, faz isto indiretamente, outras, diretamente.)

terça-feira, 12 de novembro de 2019

MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 12 – S. Josafat (Memória)

Sab 2, 23 – 3, 9 / Slm 33 (34), 2-3.16-19/ Lc 17, 7-10

Deus criou o homem para ser incorruptível. (1ª Leit.)

Não o criou incorruptível, mas para se tornar incorruptível. E, na sequência disso, estar disposto a ser difamado, ultrajado, incompreendido por ser um cristão de mão-cheia. Uma pessoa incorruptível é uma pessoa incómoda, que em certas alturas é posta na prateleira porque se recusa a ser uma «Maria vai com as outras», que é uma forma de corrupção do pensamento. O leitor já rezou sobre isto?

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

ACES Sintra

A Direção Executiva do ACES Sintra vem por este meio convidar a REDE SOCIAL de Sintra  a participar no  seu IV Encontro e também no  III Encontro de Cuidados Paliativos que se vai realizar nos próximos dias 4 e 5 de Dezembro 2019 no Centro Cultural Olga Cadaval – Auditório Acácio Barreiros
Para mais informações e inscrições clique AQUI

MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 11 – S. Martinho de Tours (Memória)

Sab 1, 1-7 / Slm 138 (139), 1-10 / Lc 17, 1-6

(…) vós que governais a terra... (1ª Leit.)

Nós governamos a terra e «governamos» o outro; quer dizer, influenciamos. Governamos a terra na nossa maneira de a tratar e influenciamos o outro também na nossa maneira de o tratar. As nossas ações são como uma pedrada num rio. A nossa influência no outro e na terra formam aqueles anéis que se vão espalhando e movendo as águas. Assim, temos um poder sobre o outro que se vai espalhando sobre a terra. Querido leitor, junto de Deus Pai, torne o seu coração bem ciente disto porque é uma grande responsabilidade.

domingo, 10 de novembro de 2019

QUINTA-FEIRA, 14 de Novembro

Igreja da Ulgueira às 15h00

Bartolomeu dos Mártires: Vaticano apresenta novo santo como «modelo» para os bispos

Jornal e portal de notícias destacam canonização do arcebispo português, que se destacou na vida eclesial do século XVI

Cidade do Vaticano, 10 nov 2019 (Ecclesia) – O Vaticano destaca hoje no seu portal de notícias e no jornal ‘Osservatore Romano’ a canonização de frei Bartolomeu dos Mártires, arcebispo de Braga, no século XVI, que apresenta como um “modelo” para os bispos.

A leitura do decreto de canonização vai ser feita, esta tarde, pelo cardeal Angelo Becciu, prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, durante a Missa de Ação de Graças que se celebra na Catedral de Braga.

Relicário com o osso da vértebra de
S. Bartolomeu dos Mártires
O portal ‘Vatican News’ evoca o percurso de vida do religioso dominicano, que concluiu os estudos teológicos e começou a lecionar em vários conventos de Lisboa e Évora, antes de ser prior no convento do Benfica.

Bartolomeu Fernandes nasceu a 3 de maio de 1514 em Verdelha, Mártires, na região de Lisboa, no seio de uma família humilde; em 1551 recebeu em Salamanca o grau de Mestre em Teologia.

Em 1559, aceita a nomeação como arcebispo de Braga, sucedendo a D. Frei Baltasar Limpo, na qual “tratará, em particular, da santificação do clero através do estabelecimento de diferentes escolas de teologia moral e da evangelização do povo”.

O novo santo é lembrado como “um bispo popular, preocupado com as questões sociais e empenhado nas obras de caridade”.

São Bartolomeu dos Mártires escreveu um catecismo que foi distribuído a todos os clérigos, dividido em duas partes: na primeira uma exposição do Pai-Nosso, da profissão de fé, dos Dez Mandamentos, dos pecados capitais e dos sacramentos; a segunda parte possuía práticas e sermões a serem lidos aos fiéis aos domingos e nos dias de festa.

“Bartolomeu foi um dos defensores do princípio da correção fraterna, adotando a correção dos hereges em segredo, ao invés de enviá-los para o Santo Ofício, ou de julgá-los em tribunais episcopais; com isso, tornava-se possível poupar o indivíduo de uma pena mais dura e da exposição pública”, recorda o Vaticano.

A nota biográfica destaca as mais de 90 visitas em todas as 1260 paróquias que faziam parte da Arquidiocese de Braga (na altura incluindo territórios bracarenses, de Viana do Castelo, Vila Real e Bragança), bem como o “verdadeiro programa de reforma pastoral”, que levou a cabo.

Os textos destacam a atuação do novo santo português durante o Concílio de Trento, onde esteve presente nas reuniões de 1562 e 1563, apresentando 268 petições.

Entre os seus livros conta-se o “Stimulus Pastorum”, uma obra em a responsabilidade dos bispos é destacada no papel da preservação dos costumes e na tarefa da salvação de almas, que estava entre os textos entregues para reflexão aos padres que participaram nos concílios Vaticano I e Vaticano II.

O processo canónico para o reconhecimento da santidade de Frei Bartolomeu dos Mártires foi estabelecido em 1643, com depoimentos recolhidos nas dioceses de Lisboa e Braga; seria declarado venerável por Gregório XVI a 23 de março de 1845.

Como milagre para a beatificação, foi reconhecida a cura de uma jovem portuguesa afetada por meningoencefalite; foi proclamado beato por João Paulo II na Praça de São Pedro, a 4 de novembro de 2001.

OC

Ler também: https://agencia.ecclesia.pt/portal/igreja-portugal-tem-um-novo-santo/

MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 10 – Domingo XXXII do Tempo Comum – Ano C / 1º Dia da Semana dos Seminários

2 Mac 7, 1-2.9-14 / Slm 16 (17), 1.5-6.8b.15 / 2 Tes 2, 16 – 3, 5 / Lc 20, 27-38

Os Macabeus dão-nos um excelente exemplo de acreditar na ressurreição e na vida eterna. Por isso arriscam sofrer cruéis tormentos e morrer «porque o Rei do universo nos ressuscitará para a vida eterna». Usando uma imagem desportiva, podemos comparar a nossa vida na terra, que só muito raramente ultrapassa os cem anos, à primeira parte de um jogo. Depois vem a segunda parte que, no caso das nossas vidas, é eterna. A fidelidade ao Deus da vida, durante os nossos anos na terra, garante-nos a vitória sobre a morte e uma eternidade feliz.

A fidelidade inquebrantável destes nossos irmãos do Antigo Testamento é fonte de inspiração para sermos fortes, sem nos deixarmos arrastar por modas e pressões que se opõem à nossa fé e aos valores do Evangelho.

sábado, 9 de novembro de 2019

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 9 – Dedicação da Basílica de Latrão (Festa)

Ez 47, 1-2.8-9.12 / Slm 45 (46), 2-3.5-6.8-9 / 1 Cor 3, 9c-11.16-17 / Jo 2, 13-22

[O] alicerce (…) que está posto (…) é Jesus Cristo. (2ª Leit.)

«Sois templo de Deus e o Espírito de Deus habita em vós». Somos, pois, templos de Deus e dentro desse templo está Deus. Nós temos Deus dentro de nós. Às vezes, irrita-nos a sua mudez. Hoje, no dia em que escrevo isto, estive 40 minutos à espera que me atendessem num restaurante e lembrei-me que podia desabafar com Deus. Mas Deus estava irritantemente mudo. Outras vezes, Deus ouve-me e dialoga comigo, só que eu não O obrigo a falar comigo quando quero. Não instrumentalizo Deus. Qual é a experiência do leitor?

sexta-feira, 8 de novembro de 2019


MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 8 – Semana XXXI do Tempo Comum

Rom 15, 14-21 / Slm 97 (98), 1-4 / Lc 16, 1-8

Para não construir em alicerce alheio. (1ª Leit.)

S. Paulo não queria pregar onde outro já tivesse pregado. Para não ir desvirtuar aquela pregação? Nós devemos deixar as construções dos outros intactas. Não devemos desvirtuar o que os outros dizem quando o reproduzimos, ou mesmo quando o pensamos. Devemos procurar ser fiéis à letra e ao espírito do que o outro diz. Isso também se aplica ao cumprimento da lei. Da lei da Igreja e da lei civil, desde que a nossa consciência nos diga que a devemos cumprir. Hoje o leitor peça docilidade de espírito.