quinta-feira, 26 de novembro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 26 – Semana XXXIV do Tempo Comum

Ap 18, 1-2.21-23; 19, 1-3.9a / Slm 99 (100), 2-5 / Lc 21, 20-28

Erguei-vos e levantai a cabeça porque a vossa libertação está próxima. (Do Aleluia)

Quando estamos esmagados pelo sofrimento não nos parece que a nossa libertação esteja próxima. No entanto, a nossa fé deve fazer-nos acreditar nisso. Esta proximidade é a proximidade do reino de Deus, não é a proximidade do mês seguinte. Temos de nos habituar a viver imersos na fé porque o sofrimento, nas longas e escuras horas da noite, tende a fazer que nos sintamos sozinhos. Mas se a relação com Deus for habitual, aos poucos também irá penetrando as nossas noites.

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 25 – Semana XXXIV do Tempo Comum

 Ap 15, 1-4 / Slm 97 (98), 1-3ab.7-9 / Lc 21, 12-19 

Deitar-vos-ão as mãos e hão de perseguir-vos. (Evangelho) 

Provavelmente, o leitor nunca será sujeito a nenhuma perseguição cruenta. Mas não deve gostar de ser enxovalhado. Pelos seus pares, pelos filhos ou netos, pelos membros da sua comunidade, pelos empregados, pelo chefe. Se foi enxovalhado por causa do Evangelho foi uma boa causa. No entanto, ponha sempre a pessoa no seu lugar. O leitor deve amar-se. 

terça-feira, 24 de novembro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 24 – Santo André Dung-Lac e CC., mm. (Memória)

 Ap 14, 14-19 / Slm 95 (96), 10-13 / Lc 21, 5-11

O templo estava ornado com belas pedras. (Evangelho) 

Quando visitamos uma terra é comum visitarmos a(s) igreja(s) do sítio para vermos a sua beleza. Normalmente, não temos tanta sensibilidade para contemplar a beleza interior das pessoas de quem não gostamos. Se não gostamos mesmo nada delas, não lhes vemos mesmo nenhuma qualidade. Isto é normal, mas ainda não é cristão. Hoje o leitor tente ver uma qualidade numa pessoa de quem não gosta nada e agradeça-a a Deus.

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Avisos da semana


 

📢 Mensagem do Prior 📢


 

Medidas contra liberdade religiosa sob pretexto da pandemia: Vaticano reage


 Reportagem local - publicado em 23/11/20

Dom Janus denunciou também a "disseminação do desprezo" para com as comunidades religiosas

Medidas contra liberdade religiosa sob pretexto da pandemia foram questionadas e denunciadas pelo Vaticano junto à OSCE (Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa).

A entidade organizou em Viena, nos dias 9 e 10 de novembro, o encontro “Liberdade de Religião ou Credo”, do qual participou dom Janus Urbanczyk na qualidade de observador permanente da Santa Sé junto àquela entidade.

Dom Janus, que é polonês, chamou fortemente as atenções dos legisladores para as consequências das medidas restritivas ao culto religioso, determinadas no contexto da pandemia de covid-19. Ele reforçou a relevância do apoio, da solidariedade e da esperança que a fé oferece em tempos de crise:

“As diversas medidas impostas pelos países para combater a pandemia da covid-19 têm tido consequências profundas na liberdade de manifestar a própria religião ou crença e têm limitado as atividades religiosas, educacionais e caritativas das comunidades religiosas”.

Além disso, ele denunciou situações não relacionadas com a pandemia, como leis e decretos que limitam o direito de contratar ou demitir pessoas de acordo com as suas opiniões. Ele também criticou as “atitudes negativas em relação às religiões e aos crentes”, bem como a tendência a “relegar as religiões à esfera individual, despojando-as do seu papel legítimo na esfera pública”.

Dom Janus afirmou que existe uma “disseminação do desprezo” para com as comunidades religiosas, que promove conteúdos de “incitação ao ódio” contra padres e religiosos com base em generalizações absurdas, além da “promoção da irreverência” ou de “representações provocatórias” de símbolos religiosos, supostamente em nome da liberdade artística ou de expressão.

A propósito da liberdade religiosa, ele afirmou que os países não têm o direito de interferir. Por fim, ele recordou que, num mundo muito secularizado, a liberdade religiosa continua sendo direito muito importante a ser protegido.

MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 23 – Semana XXXIV do Tempo Comum

 Ap 14, 1-3.4b-5 / Slm 23 (24), 1-6 / Lc 21, 1-4 

Jesus (…) viu (…) uma viúva muito pobre deitar duas pequenas moedas. (Evangelho) 

O leitor paga a côngrua? (Pode sempre ir até à sacristia perguntar o que é isso.) É generoso nos peditórios com objetivos específicos? Quanto é que costuma dar ao domingo, a moedinha da praxe? (Menos que a gorjeta do restaurante?) Contribui para a Cáritas? Quando aparecem as pessoas do Banco Alimentar contra a Fome traz o carro cheio e depois dá, por exemplo, dois litros de leite para o Banco Alimentar contra a Fome? Confessa-se de ser avarento? (Tenho em crer que também haverá leitores muitíssimo generosos.)

domingo, 22 de novembro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 22 – Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo (Solenidade) – Ano A

 Ez 34, 11-12.15-17 / Slm 22 (23), 1-3.5-6 / 1 Cor 15, 20-26.28 / Mt 25, 31-46

Como conclusão do ano litúrgico celebramos Jesus Cristo, pedra angular da nossa construção espiritual, centro da nossa fé, perfeito modelo de vida. Celebramos Aquele que, felizmente, temos por «Nosso Senhor». Fazemos festa a Cristo como «Rei do Universo», um rei original cuja importância se resume em servir e dar a vida.

O profeta Ezequiel relata-nos os tempos difíceis de violência e barbárie que se seguiram à conquista de Jerusalém pelos exércitos da Babilónia, em 587 a.C.. No meio deste ambiente desolador, Deus é apresentado como o bom pastor que defende as ovelhas que estão no aprisco, que trata as feridas e que vai à procura das que se tresmalharam. É uma bela imagem para apresentar o que Cristo Rei faz hoje por todos nós, que somos o seu querido rebanho.

São Paulo recorda-nos uma verdade maravilhosa: Cristo ressuscitou não como uma mera vitória pessoal, triunfando sobre os inimigos que o crucificaram. «Cristo ressuscitou dos mortos como primícias dos que morreram» e irão morrer. Assim, a ressurreição de Cristo é o seguro da nossa futura ressurreição. Não morremos para ficar mortos, mas para ressuscitar: «o último inimigo a ser aniquilado é a morte», aguardando o dia em que, finalmente, «Deus será tudo em todos».

No soleníssimo juízo final, Jesus apresenta os critérios da salvação das pessoas: «Vinde benditos de meu Pai; recebei como herança o reino que vos está preparado desde a criação do mundo». Como motivo desta maravilhosa herança eterna não apresenta o terem realizado atos heroicos, penitências austeras ou sacrificados atos de culto a Deus. O «bilhete de entrada» no Céu é oferecido a quem realizou simples serviços de caridade a quem passava alguma necessidade: no comer ou beber, no vestir ou em visitar doentes ou presos. A grandeza imensa destas ações vem de serem feitas ao próprio Deus, na pessoa do necessitado: «Todas as vezes que o fizestes a um dos meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes». Sei ver a Deus na pessoa do próximo?

sábado, 21 de novembro de 2020

Amanhã 22 de Novembro das 10h00 às 11h45 Exposição do Santíssimo Sacramento na Igreja Matriz de Colares Venha!


Será dirigida a oração pelo fim da pandemia, que continua a alastrar , pedindo pelos doentes e pelos profissionais de saúde, assim como pelas nossa intenções pessoais e comunitárias.

O nosso Prior, Pe José Antonio Rebelo da Silva, fará a benção sobre o povo e a toda a nossa Paróquia.

Que o Santíssimo Sacramento estenda o seu Poder sobre nós!

sexta-feira, 20 de novembro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 20 – Semana XXXIII do Tempo Comum

Ap 10, 8-11 / Slm 118 (119), 14.24.72.103.111.131 / Lc 19, 45-48

Não encontravam o modo de o fazer [matar Jesus], porque todo o povo ficava maravilhado quando o ouvia. (Evangelho)

Na luta entre o Bem e o pecado, Deus deixa os acontecimentos terrenos seguirem o seu curso e não se imiscui neles. Isso foi tragicamente sentido nos horrores da 2ª guerra mundial e nas perseguições comunistas, em que morreram tantas dezenas de milhões de inocentes. Deus não interveio diretamente. Deus age através de nós. Aqui foi a multidão que meteu medo aos fariseus, com Pilatos foi a multidão que condenou Jesus. É o leitor que deve rezar, ser fiel e defender o que é bem.

quinta-feira, 19 de novembro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 19 – Semana XXXIII do Tempo Comum

 Ap 5, 1-10 / Slm 149, 1-6.9 / Lc 19, 41-44

Se ao menos hoje conhecesses o que te pode dar a paz. (Evangelho)

Peçamos paz a Deus. Peçamos-lhe paz e luz para a nossa vida. Hoje o leitor reze repetindo devagar «paz», «luz», e repetindo sempre. Pelo meio vá intercalando o nome de uma das pessoas da Santíssima Trindade, dizendo Pai, ou Jesus ou Espírito Santo concede-me a paz, a luz e depois continue a repetir «paz», «luz». Marque um tempo para isso no despertador do telemóvel. Ao longo do dia, se se lembrar, também pode repetir «paz», «luz».

terça-feira, 17 de novembro de 2020

 Ap 3, 1-6.14-22 / Slm 14 (15), 2-5 / Lc 19, 1-10

Jesus entrou em Jericó e começou a atravessar a cidade. (Evangelho)

E encontrou Zaqueu, que já estando curioso sobre Ele, se converteu. Hoje o leitor deixe Jesus atravessá-lo e chegar àquela falha há algum tempo a olhar para Jesus, mas sem coragem para se converter. Talvez tenha chegado o momento. Veja o leitor se Jesus quererá ficar em sua casa. Talvez essa conversão não seja tão difícil quanto o leitor pensa. Porque se não pensasse isso já tinha superado essa falha, não é assim? Mas talvez tenha uma surpresa. Quem sabe.

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 16 – Semana XXXIII do Tempo Comum

Ap 1, 1-4; 2, 1-5a / Slm 1, 1-4.6 / Lc 18, 35-43

Mas ele gritava ainda mais. (Evangelho)

Querido leitor: há situações sem solução. Talvez o leitor já tenha passado por isso. Mas talvez também já tenha experimentado que Deus, embora não resolva todos os problemas humanos, nem pouco mais ou menos, nos dá sempre a mão. Daí que seja bom «gritar» bastante. Rezar bastante. E dar tempo ao tempo. Deus está sempre connosco. É preciso nunca perder a fé numa cada vez maior união com Deus. E desta união virá o alívio para as nossas penas.