segunda-feira, 28 de março de 2016

O Senhor ressuscitou Aleluia!!

Liturgia - Por que a Semana Santa muda de data todos os anos?

Uma pergunta que todo o católico precisa saber responder

Como é importante para os cristãos celebrar, viver e prolongar na vida a presença real do Senhor na liturgia! A liturgia permite celebrar os mistérios da vida de Jesus ao longo do ano, tendo sua ressurreição como eixo. Esse ano é conhecido como ciclo ou ano litúrgico.

O ano litúrgico é regulado entre a data móvel da Páscoa (segundo o ciclo lunar) e seu início, também móvel, relacionado com o Natal.

O Natal é celebrado durante o solstício de inverno do hemisfério norte (segundo o ciclo solar), convertendo a celebração popular pagã do nascimento do sol invicto na celebração do nascimento de Jesus.

Mas por que a Semana Santa muda de data todo ano? Porque muda a data da festa da Páscoa. E a data da festa da Páscoa de ressurreição é móvel porque está ligada à páscoa judaica.

O povo judeu celebrava a páscoa, chamada também de “Festa da Liberdade”, comemorando o fim da escravidão e sua saída do Egito. Segundo o judaísmo, os hebreus devem celebrar todos os anos a festa da páscoa durante uma semana inteira, entre os dias 14 e 21 do mês de Nissan – dias que começam com a primeira lua cheia da primavera.

O mês de Nissan é o primeiro mês do calendário hebraico bíblico (Êx 12, 2), porque nesse mês o povo de Israel saiu do Egito. Tal mês cai entre os dias 22 de março e 25 de abril.

A festa da páscoa era fixada com base no ano lunar, e não no ano solar do calendário civil. Recordemos que, nas antigas civilizações, empregava-se o calendário lunar para calcular a passagem do tempo.

Por que os judeus celebram sua páscoa com a primeira lua cheia da primavera? Porque havia lua cheia na noite em que o povo judeu saiu do Egito, e isso lhe permitiu fugir à noite sem ser descoberto pelo exército do Faraó, ao não depender de lâmpadas.

Mas o que a páscoa judaica tem a ver com a Páscoa cristã?

Na Última Ceia, realizada na Quinta-Feira Santa, os apóstolos celebraram com Jesus a páscoa judaica, comemorando o êxodo do povo de Israel, guiado por Moisés. Com isso, temos a certeza de a primeira Quinta-Feira Santa da história era uma noite de lua cheia.

E é por isso que a Igreja coloca a Quinta-Feira Santa no dia de lua cheia que se apresenta entre os meses de março e abril. Então, a data da Semana Santa depende da lua cheia.

Esta mobilidade afeta não somente as festas relacionadas à Pascoa, mas também o número de semanas do Tempo Comum; são as chamadas festas móveis, que variam todos os anos, juntamente com a solenidade da Páscoa, da qual dependem.

Antigamente, a Páscoa era celebrada exatamente no mesmo dia da páscoa judaica; mas uma decisão do Concílio de Niceia (ano 325) determinou que a Páscoa cristã fosse celebrada no domingo (o domingo posterior à primeira lua cheia primaveral do hemisfério norte).

sábado, 26 de março de 2016

Mensagem Pascal - 2016

Páscoa em Ano de Misericórdia

Caros amigos e amigas que nos visitais nesta página da internet e neste tempo festivo da Solenidade da Páscoa que se celebrará por cinquenta dias.É significativo que encontremos na espiritualidade pascal o tema do mandamento do amor que também se pode traduzir por Misericórdia: “Por isto é que todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros” (Jo, 35). O amor ou a misericórdia é o que distingue o discípulo de Cristo neste mundo. Amor semelhante ao de Cristo, que dá a sua vida por todos. Amor que passa pela cruz.

Entre as experiências pascais dos cristãos existe uma que se caracteriza por uma nobreza especial: o amor ao próximo, que na sua plenitude se chama misericórdia. Esse amor constitui uma passagem, supera o egoísmo. Exige um sair de si mesmo e dar um passo em direção ao outro. A experiência do amor ao próximo torna o homem e a mulher semelhantes a Deus, pois Deus é amor.

O homem e a mulher são chamados a amar o próximo, a todo o próximo, porque Deus nos amou primeiro e deu a Sua vida por nós. Desta forma, espelham, manifestam o próprio Deus, apontam para Ele. São profetas e profetizas.

Outro aspecto da nobreza do amor ao próximo é que por ele a pessoa humana vive a realidade última já neste mundo. O amor ao próximo vivido neste mundo não nos é tirado. Ele penetra na eternidade, pois forma a comunidade eclesial, o Corpo místico de Cristo. Constitui uma forte experiência de vida que permanece, por isso mesmo, uma intensa experiência pascal.

É este motivo por que os cristãos não precisam de ir longe para buscar motivos de celebração da Páscoa. Basta viverem o amor, a misericórdia para com o próximo intimamente associado ao amor de Deus, o amor fraternal na família e o amor fraterno na sociedade.

O amor ou misericórdia é pois o modo mais concreto de se viver a espiritualidade pascal, fazendo-se reconhecer Cristo Ressuscitado ao mundo.

A todos uma Santa Páscoa.

Pe. José António Rebelo da Silva.

C23 - Never Give Up! - Paixão do Senhor (Ano C) - Bernardo Pinto Coelho

DESAFIO-TE:

Segue o exemplo do Bernardo. Não desistas perante as adversidades da vida, porque Deus ama-te incondicionalmente!

C22 - Amor Infinito! - Ceia do Senhor (Ano C) - P. Vitor Gonçalves

DESAFIO-TE:

Nesta semana, procura viver as celebrações onde quer que estejas. Vive o Dom da presença de Cristo que começou há 2000 anos e nunca mais acaba!

quinta-feira, 24 de março de 2016

Hoje - Começa o Tríduo Pascal, os três dias que culminarão na Ressurreição de Jesus.

Quinta-feira (24 de Março)
21h00 – Celebração da Ceia do Senhor com Lava-Pés
“Não fostes capazes de Vigiar uma hora comigo?” Mtt..26,,40
Vigília de Oração: a partir das 24h00 os grupos ou movimentos interessados podem inscrever-se no cartório paroquial por ordem sequencial.
Sexta-feira (25 de Março)
• 10h00 – Oração de Ofício de Leituras e Laudes
• 15h00 – Celebração da Paixão e Morte do Senhor
• 21h00 – Via Sacra na Ulgueira/Azóia
Sábado (26 de Março)
• 10h00 – Oração de Ofício de Leituras e Laudes
• 22h00 – Solene Vigília Pascal 

QUINTA-FEIRA SANTA
O Cristo instruí seus discípulos a se prepararem para a Última Ceia. Durante o dia, eles fazem os preparativos (cf. Mt 26,17). Na Missa da Ceia do Senhor que celebramos em nossas paróquias, recordamos e tornamos presente, neste dia, a Última Ceia que Jesus compartilhou com seus apóstolos. Estamos no andar superior, com Jesus e os doze, e fazemos o que eles fizeram. Por meio do ritual de lavar os pés (Jo 13, 1) de doze paroquianos, todos nós nos unimos no serviço de uns aos outros. Por meio da celebração desta primeira Missa e da instituição da Sagrada Eucaristia (Mt 26,26), unimos-nos a Jesus e recebemos o Seu Corpo e o Seu Sangue como se fosse a primeira vez. Nesta Eucaristia, damos especiais graças a Deus pelo dom do sacerdócio ministerial: foi nesta noite que Ele ordenou os seus doze apóstolos a “fazerem isto em memória de mim”. Após a Última Ceia, que foi a Primeira Missa, os apóstolos e Jesus se dirigem pelo Vale do Cedron até o Horto das Oliveiras, onde o Cristo lhes pede que orem e vigiem, enquanto Ele experimenta a sua agonia (cf. Mt 26,30). Nós também iremos em procissão, com Jesus vivo no Santíssimo Sacramento, até o altar de repouso, previamente preparado na paróquia, e que representa o Horto. A liturgia de hoje termina em silêncio. É antigo o costume de passar uma hora em adoração diante do Santíssimo Sacramento nesta noite. Permanecemos, assim, ao lado de Jesus no Horto das Oliveiras e oramos enquanto Ele enfrenta a sua terrível agonia. Perto da meia-noite, Jesus será traído por Judas. O Cristo será preso e levado para a casa do sumo sacerdote (cf. Mt 26,47).

SEXTA-FEIRA SANTA

Durante toda a noite, Jesus fica trancado no calabouço da casa do sumo sacerdote. Pela manhã, Ele é levado até a presença de Pilatos, o governador romano, que repassa o caso para o rei Herodes. Herodes o manda de volta para Pilatos, que, em algum momento no meio da manhã, cede à pressão das autoridades do templo e das multidões e condena Jesus à morte cruel por crucificação. No final da manhã, Jesus é levado pelos soldados através da cidade até a colina do Gólgota. Ali, ao meio-dia, Ele é pregado à cruz e agoniza durante cerca de três horas. Por volta das três da tarde, Jesus entrega o Espírito ao Pai e morre. Descido da cruz, é colocado apressadamente no sepulcro antes do anoitecer. Este é um dia de oração, jejum e abstinência. Sempre que possível, os cristãos são chamados a se abster do trabalho, de compromissos sociais e de entretenimento, a fim de se dedicarem à oração e à adoração em comunidade. De manhã ou ao meio-dia, muitas paróquias realizam a última via-crúcis e uma palestra espiritual sobre as sete palavras finais de Jesus. Outras paróquias oferecem a via-crúcis e as “Sete Palavras” às 3h da tarde, no momento da morte de Jesus. À tarde ou à noite, nos reunimos silenciosamente em nossas igrejas para refletir sobre a morte de Jesus na cruz e rezar pelas necessidades do mundo. Também veneramos a redenção de Cristo na cruz com um beijo sobre o crucifixo. Nossa fome, neste dia de jejum, é satisfeita com a Sagrada Comunhão, consagrada na véspera e distribuída no final desta liturgia. Refletimos também sobre os apóstolos, que podem ter se reunido com medo na noite anterior e refletido sobre tudo o que havia acontecido.

SÁBADO SANTO

O corpo de Jesus está no sepulcro, mas a sua alma, entre os mortos, anuncia o Reino dos Céus. Chega a hora em que os mortos ouvem a voz do Filho de Deus – e os que a ouvem viverão (Jo 5,25). Enquanto isso, desolados com a morte de Jesus, os discípulos observam o sábado judaico imersos na tristeza. Eles se esqueceram da promessa de Jesus. Mas nós não podemos nos esquecer! Não podemos esquecer! Nesta noite, depois do pôr-do-sol, nós nos reuniremos em nossas paróquias para a Grande Vigília Pascal, durante a qual experimentaremos o Jesus ressuscitado dos mortos! Começaremos o nosso encontro na escuridão e acenderemos o fogo da Páscoa, que nos lembra que Jesus é a Luz que brilha nas trevas. Jesus é a Luz do mundo. Entraremos na igreja e ouviremos atentamente os relatos da Bíblia que descrevem a obra salvadora de Deus nos tempos passados. É então que, de repente, as luzes da igreja são acesas e é cantado o Glória jubiloso com o qual celebramos o momento da Ressurreição de Cristo! Jesus Cristo vive! Na alegria da Ressurreição, celebramos então os sacramentos do Batismo, da Confirmação e da Eucaristia para os nossos catecúmenos e para os candidatos que se prepararam durante muitas semanas até a chegada desta noite. Como Igreja, cantamos o Aleluia pela primeira vez em longos quarenta dias. Faça tudo que estiver ao seu alcance para estar presente nesta noite na Vigília Pascal e convide também os seus amigos e a sua família. A Ressurreição de Cristo é o centro da nossa fé: é o momento mais importante de toda a História da Salvação! A nossa vigília culmina em uma alegria pascal que nunca mais terá fim!

Judas e eu

Será que existe um pouco de Judas no seu coração? A resposta vai surpreender-te

“Um dos doze discípulos, chamado Judas Iscariotes, foi ter com os sumos sacerdotes e disse: ‘O que me dareis se vos entregar Jesus?’ Combinaram, então, trinta moedas de prata” (Mt26,14s)

Foi um discípulo quem entregou Jesus, um “cristão”.
Se os judeus foram culpados por rejeitarem seu Messias e tramarem Sua morte, se os romanos tiveram culpa pela covardia de Pilatos que preferiu lavar as mãos, nós, os discípulos também temos a nossa parte, também somos representados nesta triste cena.

Judas era um dos nossos, era como nós: fora amorosamente chamado por Jesus; o Mestre o chamou pelo nome, convidou-o a conviver com Ele…
Judas comera com Jesus, escutara a Sua palavra, como nós… Também comemos à Mesa do Mestre na Eucaristia, também escutamos Suas palavra proclamada de modo solene em cada Sacrifício da Missa…

Por que Judas traiu Jesus? Os motivos não são totalmente claros… Ao que parece, os apóstolos, de modo geral, esperavam um messias glorioso, potente, que restaurasse o antigo reino de Israel; e contavam em participar das glórias e vantagens de tal reino.

Pouco a pouco, Jesus foi decepcionando as ilusões deles: era um Messias humilde, pobre, servidor, manso! Entrou na casa de Zaqueu, o publicano pelego, curou o servo do centurião do exército romano opressor e elogiou-lhe a fé, mandou perdoar os inimigos e afirmou que o Seu Reino era de paz e verdade…

Certamente, que os Doze tiveram, coitados, que ir mudando de mentalidade, tivera quem ir deixando suas ilusões para abraçar a proposta de Jesus.
Parece que Judas não foi capaz… Decepcionou-se com o Mestre. A decepção virou amargura, a amargura tornou-se raiva e a raiva levou Judas a tornar-se cínico ante tudo que dizia respeito a Jesus: ficou entre os Doze, mas já não estava lá de coração, já não era um discípulo, já não era realmente um dos Doze. Começou a roubar o dinheiro da bolsa comum e, agora, estava decidido a entregar Jesus… Era um dos nossos, um de nós, um como nós…

Somos também tentado, às vezes, a nos decepcionar com o Senhor:
Ele não faz como esperamos, não age como desejaríamos, não nos dá satisfação.
A tentação é deixa-Lo pra lá ou mesmo ficar entre os discípulos não mais sendo um verdadeiro discípulo, fazendo do nosso modo, ou até traí-Lo, vendendo-nos às paixões, ao vício, à desonestidade, aos valores do mundo, ao pecado, a uma vida dupla…

Senhor, Jesus, por misericórdia, por piedade, não permitas que eu Te traia! Sou do mesmo material de Judas, meu irmão!

Sou pobre, às vezes, mesquinho, não consigo sempre ver com a largueza e profundidade do Teu Coração…

Às vezes duvido, às vezes tenho uma dificuldade medonha de aceitar de verdade Tuas exigências…Socorre-me, Senhor,
Para que eu não faça como Judas ou pior que Judas!

Aquele lá, ao menos depois chorou e enforcou-se…
Eu poderia fazer pior:
Poderia continuar, cínico, teimando no meu pecado,no meu erro, defendendo a minha posição e dizendo que o errado és Tu, que és ultrapassado, anacrónico!
Piedade de mim, Jesus, pela Tua Paixão!
Lembra-Te de mim, quando vieres no Teu Reino!

Dom Henrique Soares, Bispo de Palmares

MISSA CRISMAL, na Sé de Lisboa

Assista, em direto, a partir do site do Patriarcado de Lisboa www.patriarcado-lisboa.pt

segunda-feira, 21 de março de 2016

sábado, 19 de março de 2016

19 de Março, Dia do Pai - Oração a São José

Oração a São José

Oh São José , esposo de Maria e protector da Igreja, aqui estamos nós pais, que buscamos a tua protecção, para que saibamos ser bons esposos e bons pais. A ti nos dirigimos São José, para que intercedas por nós, inundando o nosso coração de alegria e de consolação. Saibamos nós, pelo teu exemplo, tornar as nossas famílias fortes, fazendo crescer os nossos filhos na fé e partilhando o Amor de Deus. A ti nos confiamos, glorioso Pai de Jesus, na esperança de alcançarmos a Vida Eterna. Ámen

Bênção dos pais

Deus Pai de Misericórdia, que com inefável providencia Vos dignastes escolher o Bem Aventurado S. José para protecção do Vosso Filho Jesus, nós Vos pedimos que abençoeis estes pais na sua missão de educadores, amando, saboreando e vivendo a Vossa Palavra.


Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos. Ámen

C21 - Salta Daí - Domingo de Ramos (Ano C) - P. Abel Ferreira

Salta Daí!
Há mais de dois mil anos atrás, Jesus foi pregado na cruz porque te ama. Nesta primeira celebração da Semana Santa, experimenta este amor e crê que Ele está sempre ao teu lado.

Atenção - Domingo de Ramos

Bênção dos Ramos 
Almoçageme às 10h00
Colares às 11h30 na Igreja da Misericórdia seguida de procissão para a Igreja Matriz

O Domingo de Ramos abre por excelência a Semana Santa. Relembramos e celebramos a entrada triunfal de Jesus Cristo em Jerusalém, poucos dias antes de sofrer a Paixão, Morte e Ressurreição. Este domingo é chamado assim porque o povo cortou ramos de árvores, ramagens e folhas de palmeiras para cobrir o chão onde Jesus passava montado num jumento. Com folhas de palmeiras nas mãos, o povo o aclamava "Rei dos Judeus", "Hosana ao Filho de Davi", "Salve o Messias"... E assim, Jesus entra triunfante em Jerusalém despertando nos sacerdotes e mestres da lei muita inveja, desconfiança, medo de perder o poder. Começa então uma trama para condenar Jesus à morte e morte de cruz. 

Mensagem Pascal - 2016

Páscoa em Ano de Misericórdia

Caros amigos e amigas que nos visitais nesta página da internet e neste tempo festivo da Solenidade da Páscoa que se celebrará por cinquenta dias.É significativo que encontremos na espiritualidade pascal o tema do mandamento do amor que também se pode traduzir por Misericórdia: “Por isto é que todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros” (Jo, 35). O amor ou a misericórdia é o que distingue o discípulo de Cristo neste mundo. Amor semelhante ao de Cristo, que dá a sua vida por todos. Amor que passa pela cruz.

Entre as experiências pascais dos cristãos existe uma que se caracteriza por uma nobreza especial: o amor ao próximo, que na sua plenitude se chama misericórdia. Esse amor constitui uma passagem, supera o egoísmo. Exige um sair de si mesmo e dar um passo em direção ao outro. A experiência do amor ao próximo torna o homem e a mulher semelhantes a Deus, pois Deus é amor.

O homem e a mulher são chamados a amar o próximo, a todo o próximo, porque Deus nos amou primeiro e deu a Sua vida por nós. Desta forma, espelham, manifestam o próprio Deus, apontam para Ele. São profetas e profetizas.

Outro aspecto da nobreza do amor ao próximo é que por ele a pessoa humana vive a realidade última já neste mundo. O amor ao próximo vivido neste mundo não nos é tirado. Ele penetra na eternidade, pois forma a comunidade eclesial, o Corpo místico de Cristo. Constitui uma forte experiência de vida que permanece, por isso mesmo, uma intensa experiência pascal.

É este motivo por que os cristãos não precisam de ir longe para buscar motivos de celebração da Páscoa. Basta viverem o amor, a misericórdia para com o próximo intimamente associado ao amor de Deus, o amor fraternal na família e o amor fraterno na sociedade.

O amor ou misericórdia é pois o modo mais concreto de se viver a espiritualidade pascal, fazendo-se reconhecer Cristo Ressuscitado ao mundo.

A todos uma Santa Páscoa.

Pe. José António Rebelo da Silva.

quarta-feira, 16 de março de 2016

Iémen: «A guerra de que ninguém fala»

Milhares de civis foram mortos e feridos pela coligação liderada pela Arábia Saudita desde o início do conflito no Iémen. Agora, os EUA preparam-se para vender mais armamento ao regime saudita. Campanha da Amnistia Internacional quer evitar a venda

É a guerra que ninguém está a falar, submergida por outros conflitos que preocupam também a comunidade internacional. Milhares de civis foram mortos e feridos pela coligação liderada pela Arábia Saudita desde o início do conflito no Iémen. 

O governo de Riade liderou uma campanha devastadora de ataques aéreos ilegais e bombardeamento a alvos civis no país vizinho, como denuncia a Amnistia Internacional. E agora o Presidente americano Obama autorizou a venda pelos Estados Unidos da América (EUA) de mais de 18 mil bombas e 1500 ogivas para a Arábia Saudita, no valor de mais de mil milhões de dólares (cerca de 898 milhões de euros). 

Como as bombas ainda não foram entregues, a Amnistia Internacional lançou uma campanha na internet para pedir ao Presidente Obama e ao Congresso dos EUA que cancelem a venda deste armamento à Arábia Saudita.

sábado, 12 de março de 2016

Obras de Misericórdia - Apontamentos Catequéticos #5

Publicado a 10/03/2016
Obras de Misericórdia Espirituais: 4-Consolar os tristes; 5-Perdoar a injúrias.

O Cardeal-Patriarca D. Manuel Clemente apresenta, durante a Quaresma deste ano 2016, breves apontamentos catequéticos sobre as Obras de Misericórdia.

C20 - Em Flagrante - 5.º Domingo da Quaresma (Ano c) - P. Hugo Goçalves

DESAFIO-TE:

Esta semana procura um padre e celebra o sacramento da reconciliação para poderes chegares a esta Páscoa de coração livre.

Recordando a eleição do Papa Francisco

O Papa do Sul do mundo trouxe preocupações específicas para a reforma da Igreja e a transformação da sociedade global

Lisboa, 11 mar 2016 (Ecclesia) - A Igreja Católica assinala este domingo o terceiro aniversário da eleição de Jorge Mario Bergoglio como Papa, um pontificado que nos últimos meses conheceu momentos como o Sínodo sobre a Família ou a encíclica ‘Laudato si’.

As viagens internacionais e a convocação de um Jubileu extraordinário da Misericórdia foram outros pontos de destaque, a que se somaram o encontro histórico com o patriarca ortodoxo de Moscovo e a visita à sede da ONU, em Nova Iorque.

Francisco tem proposto uma mudança do paradigma económico e financeiro internacional, como tinha deixado bem vincado na exortação ‘Evangelii Gaudium’ ou no seu discurso em Estrasburgo, perante o Parlamento Europeu, em defesa da democracia face ao poder dos mercados.

Com a encíclica 'Laudato si', Francisco abriu as fronteiras do seu discurso e colocou a Igreja Católica na liderança do movimento mundial para a defesa do ambiente, congregando à sua volta apoios das mais diversas proveniências.
O Papa tem estado próximo dos mais pobres e excluídos, na defesa de uma globalização mais plural, que respeite a identidade de todos e os excluídos, um discurso marcado pela vivência no Sul do mundo.

O primeiro pontífice da América Latina tem mostrado preocupação com a situação do Velho Continente, desejando uma ‘refundação da Europa', particularmente necessária perante as crises de refugiados e do terrorismo internacional.

O Papa tem repetido mensagens em favor da paz nas várias regiões do mundo afetadas por conflitos, assumindo a defesa dos cristãos no Médio Oriente, perseguidos pelo autoproclamado ‘Estado Islâmico’, e criticando quem justifica ataques terroristas com as suas convicções religiosas.

O cardeal Jorge Mario Bergoglio foi eleito como sucessor de Bento XVI a 13 de março de 2013, após a renúncia do agora Papa emérito; assumiu o inédito nome de Francisco e é o primeiro pontífice jesuíta na história da Igreja.

Em 36 meses, o Papa argentino visitou o Brasil, Jordânia, Israel, Palestina, Coreia do Sul, Turquia, Sri Lanka, Filipinas, Equador, Bolívia, Paraguai, Cuba e Estados Unidos da América, Quénia, Uganda, República Centro-Africana, e o México, bem como as cidades de Estrasburgo (França), onde passou pelo Parlamento Europeu e o Conselho da Europa, Tirana (Albânia) e Sarajevo (Bósnia-Herzegovina).

Realizou também dez viagens em Itália, incluindo passagens por Assis e pela ilha de Lampedusa, bem como uma homenagem no centenário no início da I Guerra Mundial, para além de outras visitas a paróquias na Diocese de Roma.

Entre os principais documentos do atual pontificado estão as encíclicas 'Laudato si', dedicada a questões ecológicas, e 'Lumen Fidei' (A luz da Fé), que recolhe reflexões de Bento XVI, bem como a exortação apostólica 'Evangelii Gaudium' (A alegria do Evangelho).

O Papa promoveu um Sínodo sobre a Família, em duas sessões, com consultas alargadas às comunidades católicas, e deu início ao Jubileu da Misericórdia, terceiro ano santo extraordinário na história da Igreja Católica, 50 anos depois do encerramento do Concílio Vaticano II.

Francisco tem sublinhado a sua preocupação com as “periferias” geográficas e existenciais da humanidade, que exigem respostas da Igreja e da sociedade.

Internamente, tem promovido também areforma dos organismos centrais da Igreja Católica, em particular a estrutura de coordenação para as atividades económicas e administrativas.

O Papa criou um Conselho de Cardeais, para o aconselhar no governo da Igreja e na revisão da Constituição Apostólica ‘Pastor Bonus’, sobre a Cúria Romana; o grupo com cardeais dos cinco continentes propôs a criação de uma comissão específica para os casos de abusos sexuais, à qual Francisco deu luz verde.

Os primeiros anos de pontificado são analisados na mais recente edição do Semanário ECCLESIA, com uma entrevista a Adriano Moreira e um dossier que inclui ainda textos de vaticanistas internacionais e testemunhos de vários bispos e outros portugueses que tiveram oportunidade de contactar com Francisco.

OC

sexta-feira, 11 de março de 2016

Lembramos o Convite para o colóquio na próxima terça-feira dia 15/03

Colóquio
«Nostra Aetate – Nossa Era, 50 anos depois»

Há 50 anos, o Concílio Vaticano II, já na sua reta final, promulgou com uma impressionante maioria, a Declaração «Nostre Aetate», sobre o diálogo inter-religioso. No desejo de celebrar os progressos que ao longo destes anos têm vindo a ser conseguidos, mormente no diálogo entre Judaísmo e Cristianismo, a Universidade Católica e a Embaixada de Israel propõem um dia inspirador e desafiante de encontro-reflexão comum.

15 mar | 09h45 | Auditório 1 | Entrada livre 

segunda-feira, 7 de março de 2016

A não perder


Mensagem do Papa para a Quaresma 2016

Cidade do Vaticano (RV) - Leia na íntegra a mensagem do Papa Francisco para a Quaresma 2016:

«“Prefiro a misericórdia ao sacrifício” (Mt 9, 13). As obras de misericórdia no caminho jubilar»

1. Maria, ícone duma Igreja que evangeliza porque evangelizada

Na Bula de proclamação do Jubileu, fiz o convite para que «a Quaresma deste Ano Jubilar seja vivida mais intensamente como tempo forte para celebrar e experimentar a misericórdia de Deus» (Misericordiӕ Vultus, 17). Com o apelo à escuta da Palavra de Deus e à iniciativa «24 horas para o Senhor», quis sublinhar a primazia da escuta orante da Palavra, especialmente a palavra profética. Com efeito, a misericórdia de Deus é um anúncio ao mundo; mas cada cristão é chamado a fazer pessoalmente experiência de tal anúncio. Por isso, no tempo da Quaresma, enviarei os Missionários da Misericórdia a fim de serem, para todos, um sinal concreto da proximidade e do perdão de Deus.

Maria, por ter acolhido a Boa Notícia que Lhe fora dada pelo arcanjo Gabriel, canta profeticamente, no Magnificat, a misericórdia com que Deus A predestinou. Deste modo a Virgem de Nazaré, prometida esposa de José, torna-se o ícone perfeito da Igreja que evangeliza porque foi e continua a ser evangelizada por obra do Espírito Santo, que fecundou o seu ventre virginal. Com efeito, na tradição profética, a misericórdia aparece estreitamente ligada – mesmo etimologicamente – com as vísceras maternas (rahamim) e com uma bondade generosa, fiel e compassiva (hesed) que se vive no âmbito das relações conjugais e parentais.

2. A aliança de Deus com os homens: uma história de misericórdia

O mistério da misericórdia divina desvenda-se no decurso da história da aliança entre Deus e o seu povo Israel. Na realidade, Deus mostra-Se sempre rico de misericórdia, pronto em qualquer circunstância a derramar sobre o seu povo uma ternura e uma compaixão viscerais, sobretudo nos momentos mais dramáticos quando a infidelidade quebra o vínculo do Pacto e se requer que a aliança seja ratificada de maneira mais estável na justiça e na verdade. Encontramo-nos aqui perante um verdadeiro e próprio drama de amor, no qual Deus desempenha o papel de pai e marido traído, enquanto Israel desempenha o de filho/filha e esposa infiéis. São precisamente as imagens familiares – como no caso de Oseias (cf. Os 1-2) – que melhor exprimem até que ponto Deus quer ligar-Se ao seu povo.

Este drama de amor alcança o seu ápice no Filho feito homem. N’Ele, Deus derrama a sua misericórdia sem limites até ao ponto de fazer d’Ele a Misericórdia encarnada (cf. Misericordiӕ Vultus, 8). Na realidade, Jesus de Nazaré enquanto homem é, para todos os efeitos, filho de Israel. E é-o ao ponto de encarnar aquela escuta perfeita de Deus que se exige a cada judeu pelo Shemà, fulcro ainda hoje da aliança de Deus com Israel: «Escuta, Israel! O Senhor é nosso Deus; o Senhor é único! Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todas as tuas forças» (Dt 6, 4-5). O Filho de Deus é o Esposo que tudo faz para ganhar o amor da sua Esposa, à qual O liga o seu amor incondicional que se torna visível nas núpcias eternas com ela.

Este é o coração pulsante do querigma apostólico, no qual ocupa um lugar central e fundamental a misericórdia divina. Nele sobressai «a beleza do amor salvífico de Deus manifestado em Jesus Cristo morto e ressuscitado» (Evangelii gaudium, 36), aquele primeiro anúncio que «sempre se tem de voltar a ouvir de diferentes maneiras e aquele que sempre se tem de voltar a anunciar, duma forma ou doutra, durante a catequese» (Ibid., 164). Então a Misericórdia «exprime o comportamento de Deus para com o pecador, oferecendo-lhe uma nova possibilidade de se arrepender, converter e acreditar» (Misericordiӕ Vultus, 21), restabelecendo precisamente assim a relação com Ele. E, em Jesus crucificado, Deus chega ao ponto de querer alcançar o pecador no seu afastamento mais extremo, precisamente lá onde ele se perdeu e afastou d'Ele. E faz isto na esperança de assim poder finalmente comover o coração endurecido da sua Esposa.

3. As obras de misericórdia

A misericórdia de Deus transforma o coração do homem e faz-lhe experimentar um amor fiel, tornando-o assim, por sua vez, capaz de misericórdia. É um milagre sempre novo que a misericórdia divina possa irradiar-se na vida de cada um de nós, estimulando-nos ao amor do próximo e animando aquilo que a tradição da Igreja chama as obras de misericórdia corporal e espiritual. Estas recordam-nos que a nossa fé se traduz em actos concretos e quotidianos, destinados a ajudar o nosso próximo no corpo e no espírito e sobre os quais havemos de ser julgados: alimentá-lo, visitá-lo, confortá-lo, educá-lo. Por isso, expressei o desejo de que «o povo cristão reflicta, durante o Jubileu, sobre as obras de misericórdia corporal e espiritual. Será uma maneira de acordar a nossa consciência, muitas vezes adormecida perante o drama da pobreza, e de entrar cada vez mais no coração do Evangelho, onde os pobres são os privilegiados da misericórdia divina» (Ibid., 15). Realmente, no pobre, a carne de Cristo «torna-se de novo visível como corpo martirizado, chagado, flagelado, desnutrido, em fuga... a fim de ser reconhecido, tocado e assistido cuidadosamente por nós» (Ibid., 15). É o mistério inaudito e escandaloso do prolongamento na história do sofrimento do Cordeiro Inocente, sarça ardente de amor gratuito na presença da qual podemos apenas, como Moisés, tirar as sandálias (cf. Ex 3, 5); e mais ainda, quando o pobre é o irmão ou a irmã em Cristo que sofre por causa da sua fé.

Diante deste amor forte como a morte (cf. Ct 8, 6), fica patente como o pobre mais miserável seja aquele que não aceita reconhecer-se como tal. Pensa que é rico, mas na realidade é o mais pobre dos pobres. E isto porque é escravo do pecado, que o leva a utilizar riqueza e poder, não para servir a Deus e aos outros, mas para sufocar em si mesmo a consciência profunda de ser, ele também, nada mais que um pobre mendigo. E quanto maior for o poder e a riqueza à sua disposição, tanto maior pode tornar-se esta cegueira mentirosa. Chega ao ponto de não querer ver sequer o pobre Lázaro que mendiga à porta da sua casa (cf. Lc 16, 20-21), sendo este figura de Cristo que, nos pobres, mendiga a nossa conversão. Lázaro é a possibilidade de conversão que Deus nos oferece e talvez não vejamos. E esta cegueira está acompanhada por um soberbo delírio de omnipotência, no qual ressoa sinistramente aquele demoníaco «sereis como Deus» (Gn 3, 5) que é a raiz de qualquer pecado. Tal delírio pode assumir também formas sociais e políticas, como mostraram os totalitarismos do século XX e mostram hoje as ideologias do pensamento único e da tecnociência que pretendem tornar Deus irrelevante e reduzir o homem a massa possível de instrumentalizar. E podem actualmente mostrá-lo também as estruturas de pecado ligadas a um modelo de falso desenvolvimento fundado na idolatria do dinheiro, que torna indiferentes ao destino dos pobres as pessoas e as sociedades mais ricas, que lhes fecham as portas recusando-se até mesmo a vê-los.

Portanto a Quaresma deste Ano Jubilar é um tempo favorável para todos poderem, finalmente, sair da própria alienação existencial, graças à escuta da Palavra e às obras de misericórdia. Se, por meio das obras corporais, tocamos a carne de Cristo nos irmãos e irmãs necessitados de ser nutridos, vestidos, alojados, visitados, as obras espirituais tocam mais directamente o nosso ser de pecadores: aconselhar, ensinar, perdoar, admoestar, rezar. Por isso, as obras corporais e as espirituais nunca devem ser separadas. Com efeito, é precisamente tocando, no miserável, a carne de Jesus crucificado que o pecador pode receber, em dom, a consciência de ser ele próprio um pobre mendigo. Por esta estrada, também os «soberbos», os «poderosos» e os «ricos», de que fala o Magnificat, têm a possibilidade de aperceber-se que são, imerecidamente, amados pelo Crucificado, morto e ressuscitado também por eles. Somente neste amor temos a resposta àquela sede de felicidade e amor infinitos que o homem se ilude de poder colmar mediante os ídolos do saber, do poder e do possuir. Mas permanece sempre o perigo de que os soberbos, os ricos e os poderosos – por causa de um fechamento cada vez mais hermético a Cristo, que, no pobre, continua a bater à porta do seu coração – acabem por se condenar precipitando-se eles mesmos naquele abismo eterno de solidão que é o inferno. Por isso, eis que ressoam de novo para eles, como para todos nós, as palavras veementes de Abraão: «Têm Moisés e o Profetas; que os oiçam!» (Lc 16, 29). Esta escuta activa preparar-nos-á da melhor maneira para festejar a vitória definitiva sobre o pecado e a morte conquistada pelo Esposo já ressuscitado, que deseja purificar a sua prometida Esposa, na expectativa da sua vinda.

Não percamos este tempo de Quaresma favorável à conversão! Pedimo-lo pela intercessão materna da Virgem Maria, a primeira que, diante da grandeza da misericórdia divina que Lhe foi concedida gratuitamente, reconheceu a sua pequenez (cf. Lc 1, 48), confessando-Se a humilde serva do Senhor (cf. Lc 1, 38).

Vaticano, 4 de Outubro de 2015

Festa de S. Francisco de Assis

[Franciscus]

domingo, 6 de março de 2016


 A Universidade Católica Portuguesa convida V. Exa.
para a Grande Conferência “O Julgamento de Jesus” a proferir
pelo Prof. Joseph H. H. Weiler, que terá lugar na Fundação
Calouste Gulbenkian, no dia 14 de março, pelas 18h.

O Julgamento de Jesus é provavelmente o episódio jurídico 
com maiores consequências na evolução da civilização ocidental. 
Tem um impacto profundo no conceito de Justiça, e as suas repercussões sentem-se quer se seja crente ou não-crente. Qual foi o objetivo  
do Julgamento? Nesta palestra, o Professor Weiler analisará o contexto histórico, político e jurídico do Julgamento. Através de uma reflexão 
sobre estas e outras questões, será explorada a forma como 
o Julgamento moldou as noções ocidentais de Justiça.





Sessão em inglês com tradução simultânea

Universidade Católica Portuguesa

INSCRIÇÕES ABERTAS

São permitidas inscrições por conferência até à data da sua realização

6ª CONFERÊNCIA – 9 DE MARÇO « Jesus rosto da misericórdia »

ORADOR: Alexandre Palma

LOCAL: ANFITEATRO 1

Valor: 5.00€

Boletim de Inscrição: AQUI

O Curso sobre a ´Misericórdia` decorrerá  ao longo do ano académico 2015/16,  21 de outubro de 2015 a 11 de maio de 2016, com uma conferência temática mensal (9 conferências), às quartas-feiras das 18.30h às 20.30h

sexta-feira, 4 de março de 2016

Obras de Misericórdia - Apontamentos Catequéticos #4

Publicado a 03/03/2016
Obras de Misericórdia Espirituais: 1-Dar bom conselho; 2-Ensinar os ignorantes; 3-Corrigir os que erram.

O Cardeal-Patriarca D. Manuel Clemente apresenta, durante a Quaresma deste ano 2016, breves apontamentos catequéticos sobre as Obras de Misericórdia.

C19 - Pai Pródigo - 4.º Domingo Quaresma (Ano C) - P. Pedro Manuel

DESAFIO-TE:

E eu que personagem sou? O pai, o filho mais velho, ou o filho mais novo?

quinta-feira, 3 de março de 2016

Catequese

Vaticano: Dia Internacional da Mulher vai destacar papel feminino na Igreja e na sociedade

Cidade do Vaticano, 01 mar 2016 (Ecclesia) – O Vaticano vai assinalar o Dia Internacional da Mulher, a 8 de março, com um grande encontro na Casina Pio XII para que dará destaque ao papel da mulher na Igreja e na sociedade, um pouco por todo o mundo.

Segundo a Rádio Vaticano, a iniciativa vai contar com “a participação de mulheres provenientes de países como Filipinas, Quénia, Alemanha, República Democrática do Congo, Hong Kong, Estados Unidos da América, Índia e República Checa”.

No âmbito do tema “A misericórdia requer coragem”, estas mulheres vão partilhar o modo como “contribuem para promover o papel feminino em suas realidades e a liderança das mulheres na Igreja”.

Este encontro internacional decorre no âmbito do projeto “Vozes de Fé”, um evento organizado pela Fundação Fidel Götz que marca habitualmente o Dia Internacional da Mulher, no Vaticano.

Este ano, a comemoração tem como novidade “uma parceria com o Serviço Jesuíta para Refugiados (JRS), para reforçar a importância da educação feminina”, sobretudo para as mais jovens.

JCP