segunda-feira, 27 de abril de 2015

domingo, 26 de abril de 2015

"EU SOU O BOM PASTOR. O BOM PASTOR DÁ A VIDA PELAS SUAS OVELHAS"

 "NINGUÉM  ME A TIRA, SOU EU QUE A DOU..." (palavras de J. Cristo, transcritas no Evangelho de João  Cap. 10 vers.11 a 18).

Que melhor para começarmos a nossa tarde? !... Uma Santa tarde!

Um Deus que se preocupa comigo!.. Um Deus que não é mercenário, mas que se  preocupa com todas as ovelhas. Ele está-nos a dizer que cuida de nós. Importa-se comigo e contigo ao ponto de dar a Sua Vida por ambas, por todos!. A Sua vida pela minha vida!
Vem-me à memória várias passagens do Evangelho onde Ele nos diz que, para Ele, contamos mais que os lírios do campo ou os passarinhos do céu... Ele diz ainda que sabe quantos cabelos temos! Sou importante para Ele! Somos importantes para Ele! E Ele para mim?...
Quantas vezes me esqueci e esqueço deste grande "pormenor". Nos momentos em que fico magoada com o Teu silêncio e tenho dificuldade em seguir a Tua Luz... Naqueles momentos que às vezes Te perco e Te volto a encontrar , não me lembro de Te ter agradecido por teres sido o meu BOM PASTOR...mas sei que estava atento e que velas-Te por mim.... Sei que, sem T, não seria capaz de Te encontrar.... de me "alimentar". Tu não vieste trazer um sem fim de regras, vieste só oferecer, gratuitamente, a TUA VIDA, para que tivéssemos acesso ao TEU REINO!  É a Tua Missão!
Oferecer... Não será por acaso que esta palavra se repete 5 vezes nesta passagem de João.... És uma oferta permanente!
Jesus, oferece-nos o seu modo de amar, de sentir e de lutar, para podermos vencer os "lobos" que nos atacam e matam. A sociedade, competitiva e de consumo, tem muitos e diferentes lobos que nos afastam do Pastor.
Nos dias de hoje, para mim, pastor é alguém que tem outro a seu cuidado.
Neste sentido todos nós somos pastores, embora diminutamente, à medida da nossa pequenez. Na nossa família, com os nossos amigos, com aqueles que confiam em nós.... Cuidar é dar-mo-nos. Dar-lhes o nosso tempo, a nossa atenção e mostrar-lhes como são importantes para nós, fazendo parte da nossa vida. Estar atenta.... Mostra-lhes o quanto nos preocupamos, à semelhança do Nosso Bom Pastor, JESUS!
Rezar.. Rezar por eles e pedir a intercessão do Senhor. Rezar é importante perante a nossa incapacidade de resolução... Rezar é falar a Deus sobre as suas preocupações e como nós poderemos suavizar as suas dores ou dificuldades... Quando eu não sou capaz de fazer mais nada, como se as minhas mãos estivessem vazias, rezo. Rezo e ponho no Coração de Jesus toda a minha pequenez, toda a minha limitação e... é como se o meu coração se sentisse abraçado pelo Seu!
Ajuda-me, Senhor, a seguir-Te para que cada vez mais eu me possa dar a quem de mim precisa Ajuda-me a ajudar. Ajuda-me a ser sempre agradecida a quem me ajuda e a quem eu ajudo. Ajuda-me a assumir as minhas limitações e a não me esquecer de que ÉS o MEU PASTOR. Obrigada meu Senhor e meu Deus por me amares, por nos amares.
Um pensamento neste último dia da "Semana de Oração p/Vocações". O mundo precisa de bons Pastores, Pastores à Tua semelhança, Jesus.

Com uma saudação fraterna na Paz de Cristo,
ana saldanha (elemento da Equipa Casais Stª Maria/Colares)

sábado, 25 de abril de 2015

#somostodospessoas -- Proposta da Conferência Episcopal Portuguesa para este Domingo IV da Quaresma (Ano B)

Esta iniciativa está relacionada com as vítimas dos naufrágios no Mediterrâneo e propõe algumas iniciativas para este Domingo, 26 de abril. 
Organizações da Igreja Católica pedem mais atenção para com as vítimas da imigração forçada

Lisboa, 23 abril de 2015 - Consternação e indignação é o sentimento que une várias organizações da Igreja
Católica numa manifestação de solidariedade e de alerta para a atual situação de muitos migrantes que
têm sido ultrajados na sua dignidade humana ao tentarem atravessar fronteiras à procura das mais básicas
condições para a sua sobrevivência.
Este ano, mais de 1500 pessoas morreram no Mar Mediterrâneo, um número 50 vezes superior ao de 2014.
Os acontecimentos dos últimos dias, nomeadamente a morte de mais de 700 pessoas que se viram
trancadas no porão do navio, e muitos outros já vividos não só no nesta região mas também noutros
lugares onde a imigração é considerada irregular face às leis humanas vigentes, obrigam-nos a não ficar
calados, sob pena de sermos cúmplices de um verdadeiro massacre que deveria envergonhar o mundo,
particularmente os que têm responsabilidades políticas.
Agência Ecclesia, Cáritas Portuguesa, Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal (CIRP), Comissão
Nacional Justiça e Paz, Comissão Nacional Justiça, Paz e Ecologia dos Religiosos, Departamento Nacional da
Pastoral Juvenil, Fundação Ajuda à Igreja que Sofre, Obra Católica Portuguesa de Migrações, Rádio
Renascença , Serviço Jesuíta aos Refugiados e Sociedade de São Vicente de Paulo apelam a todos os
portugueses para que, no próximo domingo, dia 26 de abril, coloquem nas suas janelas um pano branco ou
usem uma peça de roupa branca e se unam, em oração ou num minuto de silêncio, aos milhares de pessoas
que se sentem solidárias com todos os que buscam uma vida melhor para si e para as suas famílias e
partem diariamente das suas terras na procura legítima de melhores condições de vida
Em todas as eucaristias celebradas no próximo domingo, será incluída uma prece no momento da Oração
dos Fiéis, rogando a Deus que nos ajude a construir “uma só família humana”.
As organizações da Igreja Católica, com o apoio da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade
Humana, lembram que todas estas pessoas “são pessoas como nós que se vêm obrigadas a fugir do seu
país porque vivem situações que ferem gravemente a sua dignidade e colocam em risco a sua sobrevivência
e das suas famílias”.
Acreditamos que a União Europeia pode e deve fazer mais por cada uma destas pessoas, nomeadamente,
olhando de forma diferente para os seus países de origem. As organizações da Igreja Católica pedem
medidas que ultrapassem a excessiva preocupação securitária e de controlo de fronteiras e que se pensem
alternativas de maior humanização.
Um gesto tão simples como este que agora se propõem é uma manifestação de indignação e, para além
disso, deverá ser entendido como uma adesão pessoal e institucional à realidade vivida nas periferias e o
inconformismo com uma cultura do descartável.
“São homens e mulheres como nós, irmãos que procuram uma vida melhor, famintos, perseguidos,
feridos, explorados, vítimas de guerras. Procuram uma vida melhor, procuravam a felicidade.” (Papa
Francisco)
#somostodospessoas

DOMINGO IV DA PÁSCOA - Propostas de orações
- Oração dos Fieis -

Irmãos e irmãs:
Unidos aos cristãos de toda a terra,
oremos a Jesus ressuscitado
para que dê muitos pastores à sua Igreja, dizendo (ou: cantando), com alegria:

R. Cristo, ouvi-nos. Cristo, atendei-nos.
Ou: Cristo ressuscitado, ouvi-nos.
Ou: Rei da glória, ouvi a nossa oração.

1. Para que o Papa, os bispos e os presbíteros
se dêem todos às ovelhas que apascentam
e aproximem aquelas que andam longe,
oremos.

2. Para que os responsáveis pelo governo das nações
sejam verdadeiros servidores dos outros homens,
na liberdade, na justiça e no respeito,
oremos.

3. Para que os jovens que o Bom Pastor chama a segui-l’O
saibam servir o seu rebanho como Ele serviu
e abrir os corações ao dom do Espírito,
oremos.

4. Para que os fiéis da nossa assembleia
sigam a Cristo com amor e fidelidade
e reconheçam que é Ele quem lhes fala,
oremos.

5. Para que saibamos pôr fim ao drama do Mediterrâneo,
lutando contra a indiferença e denunciando as injustiças,
no cuidado com todos os que buscam melhores condições de vida
e na atenção à dignidade humana de cada um dos nossos irmãos e irmãs,
oremos.

6. Para que os pastores que adormeceram no Senhor
sejam eternamente felizes junto de Cristo,
com os cristãos que eles guiaram para o Céu,
oremos.

Senhor Jesus Cristo,
Bom Pastor, que nos chamais a ir convosco,
dai fortaleza à nossa fé tão vacilante,
abri os nossos ouvidos ao vosso apelo
e reuni num só rebanho os que Vos seguem.

Vós que viveis e reinais por todos os séculos dos séculos.

Oração para a mesa da refeição

Senhor, nosso Deus,
nós vos damos graças pelo alimento que partilhamos.
Nós vos pedimos por todos os que,
sem terem o necessário para viver,
buscam na Europa um futuro melhor.
E, em especial, por aqueles que,
em tão grande número,
morrem no Mediterrâneo.
Nós vos pedimos sabedoria
para os responsáveis dos governos e para cada um de nós,
que nos leve a encontrar soluções justas e solidárias,
capazes de pôr termo à fome.
Que, quando nos apresentarmos diante de Vós,
possamos reconhecer-nos como membros
de uma só família humana com alimento para todos.
Por Cristo, nosso Senhor.

Amen.


Abril

Liberdade | Vieira da Silva
Abril 1974
Col. Família SMBA | D.R.
A Revolução de Abril: um sobressalto religioso?
A esta distância, alguns ficarão um pouco surpresos com a designação e com os objetivos de um dos primeiros estudos sociográficos sobre os valores e comportamentos religiosos dos portugueses, realizado em 1973: «Estudo sobre Liberdade e Religião», (promovido pelo Instituto Português de Opinião Pública e de Estudos de Mercado e coordenado por Luís de França). Este inquérito deixou-nos um retrato (certamente parcial) da sociedade portuguesa, num momento muito próximo dos acontecimentos de 1974.
A palavra da Igreja para as primeiras eleições livres em Portugal após o 25 de Abril
Os bispos manifestavam a convicção de que «o bom senso da generalidade do povo português» conduziria à escolha, de «entre todos os partidos que prometem uma sociedade mais justa, livre e feliz, os que dão maiores garantias de seriedade, competência e sintonia com a maneira de ser dos portugueses, recusando, pelo contrário, aqueles que apontam para as vias do ódio e da violência ou da aventura utópica».

Festa da Família - Exposição das cruzes floridas

“Do coração de Deus ao coração da família e do mundo”
Na sequência da proposta da Quaresma/Páscoa do Sector da Catequese e da Pastoral da Família, ao logo do tempo Pascal cada família foi convidada a desenvolver um projeto de missão. No espírito do terceiro capítulo da Exortação Apostólica a Alegria do Evangelho, as famílias foram chamadas a anunciar aos outros a alegre mensagem da ressurreição de Jesus. A missão desenvolveu-se em torno da construção de três cruzes floridas que cada família entregou ou irá entregar a outras pessoas, fazendo o anúncio da alegria pascal e proporcionando um momento fraterno e de pregação informal da Palavra de Deus. A primeira cruz florida entregou-se a alguém da família alargada (avós, primos, tios etc.). A segunda Cruz florida entregou-se a outra família da comunidade cristã.

A Terceira cruz florida e a Festa da Família

Quanto à terceira cruz florida, cada família é chamada a oferecê-la a alguém que não conhece o amor de Jesus ou que precise de redescobrir esse amor. Mas antes disso a Pastoral da Família convida todas as famílias a trazerem a terceira cruz florida à Festa da Família para podermos fazer uma grande exposição, partilhando assim a beleza dos trabalhos que se foram desenvolvendo em cada família. Essas cruzes serão abençoadas pelo Senhor Patriarca para que depois cada família leve a cruz a uma pessoa, família ou instituição como sinal de ressurreição, esperança e alegria.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

HOJE

- SEXTA-FEIRA: Encontro de Preparação do Dia Diocesano da Familia "A Família no Sinodo", orientado por D. Manuel Clemente,Cardeal Patriarca de Lisboa, em rio de Mouro às 21h30.

terça-feira, 21 de abril de 2015

Oração pelas vocações

Deus Pai,
fonte de toda a santidade,
envia novas vocações à Tua Igreja,
Servidores generosos
da humanidade ferida,
Evangelizadores
entusiasmados e corajosos,
Pastores santos,
que santifiquem o Teu povo
com a palavra e os sacramentos da
Tua Graça,
Consagrados que mostrem
a santidade do Teu Reino,
Famílias tocadas pela Tua beleza,
para que, pelo Teu Espírito Santo,
comuniquem a salvação de Cristo
a todas as pessoas da Terra.

Amén.

Actividades e destaques da semana

- TERÇA-FEIRA: Reunião de pais, dos alunos da Profissão de Fé às 21h00 e reunião de preparação da Festa da Padroeira Nossa Senhora da Assunção às 21h30, no Centro Social Paroquial.

- QUARTA-FEIRA:  Reunião dos Departamentos de Pastoral Familiar, Evangelização, Liturgia, Animação Espiritual e Animação Comunitária, às 21h30, De preparação da Festa da Famíli no Centro Social Paroquial.

- QUINTA-FEIRA: Ensaio de cânticos litúrgicos de preparação da Festa da Família, na Igreja do Cacém às 21h30.

- SEXTA-FEIRA: Encontro de Preparação do Dia Diocesano da Família "A Família no Sinodo", orientado por D. Manuel Clemente,Cardeal Patriarca de Lisboa, em rio de Mouro às 21h30.

AZOIA - Hoje terça-feira 21

Ás 11h00 Missa e inauguração do sino.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

DA CHATA.... EM DOMINGO (III), EM QUE SOMOS CHAMADOS A SER TESTEMUNHAS DO RESSUSCITADO

Uma saudação na PAZ  DAQUELE QUE  É  A  PAZ 

Hoje, Jesus fala-nos através do Evangelho de Lucas (Lc 24,35-48) .
Os discípulos encontravam-se reunidos, isto ainda no Domingo de Pascoa, e falavam sobre as notícias que se espalharam rapidamente: uns diziam que o túmulo estava vazio, outros falavam do  desaparecimento do cadáver  outros diziam que estava vivo.... falavam das aparições a Maria Madalena, a Pedro e aos caminhantes de Emaús. Havia confusão... desconfiança e até medo e desapontamento. O Calvário havia deixado mágoas profundas sem hipóteses de entenderem a novidade do momento: - CRISTO RESSUSCITADO!
Mas, Cristo, não os deixa sós Vai ter, mais uma vez, com eles. Faz-lhes uma visita e colocando-Se  no meio deles, saúda-os: " A PAZ ESTEJA CONVOSCO". (Paro um momento nesta frase.... transporto-a a mim.... Que bom, Senhor, bateres à minha porta.... Hoje, Jesus, como tantas vezes, trazes-me a PAZ!.... Paz para mim.... para aqueles que me são próximos. Imagino-Te, Jesus, de manhã, quando me levanto, com os teus braços abertos a acolher-me oferecendo-me a  PAZ. A Tua PAZ para o mundo inteiro!)
Voltando onde estávamos, com esta saudação os amigos de Jesus, ficam perturbados, pensam entre si: será uma visão, uma ilusão enganosa, será um fantasma.... duvidam.... ainda não perceberam, como nós tantas vezes, a novidade da Ressurreição. Então para acabar com os medos e as dúvidas, Jesus, pronuncia algumas palavras, como: - "vede", "tocai", "comamos juntos"...Os discípulos rendem-se e compreendem que não se trata de uma visão, mas de uma realidade... (os fantasmas não comem...) O SENHOR QUE ESTAVA MORTO, ESTA COM ELES E COME COM ELES; CUMPRINDO UMA NECESSIDADE HUMANA..... O Senhor está VIVO! Vivo para que se cumprissem as Escrituras!
Jesus quer entrar na nossa vida ... quer ser reconhecido por gestos concretos, como que a pedir-nos que vivamos com gestos o Evangelho e não com factos vazios. Nos Actos dos Apóstolos, eles dizem "Comemos e bebemos com Ele, depois de ressuscitado". 
Comer é sinal de vida! Comer com eles é sinal de comunhão!
Jesus é o mesmo de antes (a 2ª Pessoa Ssª Trindade – o "Filho muito amado", do  Pai, no Qual  pôs todo o Seu elevo - "escutai-O"), no entanto está diferente, não o reconheceram logo. A Ressurreição não é equivalente a regressar à vida, como o irmão de Marta e Maria. Ressurreição é transformação. Jesus quer que nós vivamos essa transformação... com ELE!
Jesus não faz pedidos, oferece comunhão, partilha alimentos (incluindo o Seu Corpo e Sangue, plenamente realizado na CRUZ  do AMOR), partilha amizade... Quer partilhar da minha vida e oferece-me a Sua para partilhar com a dos outros... Como um entrelaçado!... Faz-nos um convite: toca-Me, Olha-Me..... Vem, vive a minha Paz!
Mas... como Senhor? Quando? Talvez eu Te toque quando Tu me tocas (e...eu deixo!) Talvez eu Te toque quando rezo, quando Te procuro, quando Te reconheço no rosto do meu próximo... nas pessoas... nas coisas simples.... nos gestos.... no Evangelho. Quando eu Te digo baixinho, bem no fundo do meu ser  "MEU SENHOR E MEU DEUS" em Tuas mãos confio a minha vida!.... ou quando toco o sofrimento humano.... tantas chagas no coração da Humanidade..
Continua o evangelista a dizer que se lhes abriu o entendimento (aos apóstolos de ontem... e hoje? já nos conseguimos  abrir  ao entendimento divino depois de tantas marcas que Jesus nos deixou no coração? Será que entendemos, ou continuamos a tentar conciliar o Evangelho com todas as situações, mesmo que saibamos erradas, só porque é mais cómodo? O poder... a economia, a guerra a fome... tudo esmaga... ficamos só com as imagens?.... ainda transportamos a dureza do nosso coração ou o AMOR da CRUZ já no-la derreteu?)
"Vós sois minhas testemunhas" foi uma das Tuas afirmações que o Lucas nos transcreveu no Evangelho que hoje ouvimos. Jesus não diz: Pregadores ide pregar: blá-blá-blá, mas TESTEMUNHAS.... com gestos sentidos, como os "d'ELE" (de Jesus).
Jesus não é um fantasma, é  o Pão da Vida que  alimenta o meu espírito, que me envolve em PAZ e PERDÃO, que me AMA, a mim e a ti! Jesus vive comigo a cada momento, mesmo sem eu ter disso consciência (senão....) mas sei que está comigo nos momentos alegres e menos alegres, no choro e no sorriso.... Às vezes, dá-me até a sensação de que Ele vive no meu lugar, pois só com Ele em mim, eu sei que consigo ultrapassar os meus grandes limites de fragilidade.
Agradeço, Senhor, a Tua presença, em cada um de nós.... no mundo! Mesmo que teimemos em Te querer ignorar nunca desistas de todos nós, teus irmãos. Peço-Te que nos guies nos momentos de angústia e sofrimento para que nunca Te possamos "perde de vista"
Tu que és a LUZ, ilumina o nosso caminho para que possamos sempre encontrar-Te e reconhecer-Te,  como os discípulos de Emaús e testemunhar-Te, conforme nos pedes.
Vou terminar  com uma saudação fraterna na alegria do Senhor Ressuscitado. Aleluia! e que a Paz do Senhor esteja connosco.
ana saldanha (elemento da Equipa Casais Stª Maria/Colares)

sábado, 18 de abril de 2015

DOMINGO III DA PÁSCOA Ano B

"A paz esteja convosco.”
Lc 24,36

P. Vitor Gonçalves 
Consta em alguns meios que a próxima encíclica do Papa Francisco será sobre a ecologia e o desenvolvimento sustentável. E foi disso que me lembrei ao ver a exposição “Génesis” do fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado, que estará por Lisboa até 2 de Agosto, desejando intimamente que o Papa Francisco pudesse ver também a beleza daquelas imagens. Se é verdade que a procura de lugares “que conseguiram escapar das transformações impostas pelo mundo contemporâneo” parece evidenciar o ser humano num papel destrutivo, é certo que pressentimos uma responsabilidade em preservar a beleza e a majestade deste frágil planeta. A obra começada no primeiro dia da criação foi confiada ao ser humano como imagem e semelhança de Deus. E, por isso, como um primeiro sinal pascal, fruto do primeiro dia em que Jesus ressuscitado venceu a morte, não se pode anunciar e viver a alegria da Páscoa sem o renovado cuidado pela criação!
Porque é um princípio que não tem mais fim, Jesus ao aparecer vivo junto dos discípulos atrapalha-os profundamente. Não sabem o que pensar, o que dizer, se hão de ter medo ou romper em gritos de alegria. A palavra de Jesus é um convite à paz. Não a paz feita de acordos impostos aos vencidos, mas aquela que permite sempre começar de novo, renascer, ver e saborear como se fosse a primeira vez. É a paz que ensina a ler a história e a aprender com ela, a integrar os processos de sofrimento e paixão, e a abrir o coração à vida como ela é, sonhando o que é chamada a ser. Na contemplação da natureza que o olhar de Sebastião Salgado nos oferece não vemos um mundo “delicodoce” mas uma escultura do tempo que marca as montanhas, os glaciares, os animais e os rostos humanos. Na sobrevivência e na festa, estamos perante um mundo pleno de vida, uma vida que importa cuidar e ver com os olhos de ressuscitados.
A ressurreição de Jesus é também ressurreição da criação. Sem cair num panteísmo ou na exaltação do primitivismo e do selvagem, a responsabilidade confiada à humanidade no Génesis (primeiro livro da Bíblia) amplia-se com a Boa Nova de Jesus. Ao oferecer a salvação em Jesus, o Pai confirma-nos na comum missão de cuidar das questões relativas aos recursos naturais e ao alimento para todos, ao respeito pela diversidade da natureza, e ao bem comum da família humana. A beleza, a bondade e a verdade da criação são a base sustentável para uma existência humana mais digna e mais fraterna, que é a consequência da ressurreição de Jesus. Quem poderá esquecer S. Francisco de Assis quando nos convida a dizer: “Louvado seja Deus na natureza, / Mãe gloriosa e bela da Beleza, E com todas as suas criaturas…”!
Como anunciar a vida plena que Jesus oferece ao ressuscitar dos mortos, sem cuidarmos desta vida frágil que é confiada a todos e da qual todos somos responsáveis?
P. Vítor Gonçalves

É já este Domingo 19 de Abril


Azoia - Colares

- SÁBADO 18 :  Vigília com os Escuteiros na Azóia às 21h00

- DOMINGO 19 : Missa às 15h30 com Promessas dos escuteiros

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Festa da Família 2015


No dia 17 de Maio de 2015, todas as famílias de Lisboa são convidadas a celebrar o dia do Senhor em conjunto com o seu bispo, na Festa da Família que se realiza no Mucifal, em Sintra. Para melhor nos preparar para este grande acontecimento, a Pastoral Familiar do Patriarcado de Lisboa propõe um itinerário composto por 5 catequeses que se poderão realizar em família (tanto na Igreja Doméstica como na comunidade alargada). Estes textos, que serão disponibilizados entre 15 de Abril e 10 de Maio, correspondem a parte das catequeses preparatórias para o Encontro Mundial das Famílias, a realizar em Setembro de 2015. Todos os textos podem ser acedidos em http://familia.patriarcado-lisboa.pt/Catequeses.

I Catequese preparatória da Festa da Família 2015 (Clique no link a baixo para ver o texto)

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Vaticano: Papa nomeia D. Manuel Clemente como membro de Congregação para o Clero

Cardeal-patriarca mantém funções no Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais

Cidade do Vaticano, 13 abril 2015 (Ecclesia) - O Papa nomeou hoje o cardeal-patriarca de Lisboa Membro da Congregação para o Clero e do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais (Santa Sé), a que já pertencia.

Francisco tornou públicas, esta Manhã, as responsabilidades que decidiu atribuir aos vários Cardeais que criou no Consistório de 14 de fevereiro deste ano, incluindo D. Manuel Clemente, nos vários Organismos da Cúria Romana.

D. Manuel Clemente, de 66 anos, foi nomeado Patriarca de Lisboa pelo Papa Francisco a 18 de maio de 2013, após a resignação do Cardeal D. José Policarpo, que faleceu em março de 2014; anteriormente, era Bispo do Porto desde 2007.

Após a nomeação como Patriarca de Lisboa, foi eleito presidente da CEP.

O 17.º patriarca de Lisboa foi o vencedor do Prémio Pessoa 2009, a distinção que evoca a sua obra historiográfica, intervenção civica e "postura humanística de defesa do diálogo e da tolerância, de combate à exclusão e da intervenção da Igreja social."

Manuel José Macário do Nascimento Clemente, nasceu em Torres Vedras a 16 de julho de 1948; Após concluir o Curso secundário, frequentou a Faculdade de Letras de Lisboa onde se formou em História antes de entrar no Seminário Maior dos Olivais em 1973.

Em 1979 licenciou-se em Teologia Pela Universidade Católica Portuguesa, Doutorando-se em Teologia Histórica em 1992, com uma tese intitulada "Nas Origens do Apostolado Contemporâneo em Portugal. A Sociedade Católica" (1843-1853).

Ordenado padre em 29 de junho de 1979, o novo Patriarca foi coadjutor das paróquias de Torres Vedras e Runa, formador e reitor do Seminário dos Olivais e Membro do Cabido da Sé de Lisboa.

D. Manuel Clemente foi nomeado Bispo auxiliar de Lisboa por João Paulo II, a 6 de novembro de 1999; a ordenação episcopal teve lugar na Igreja de Santa Maria de Belém (Jerónimos) no dia 22 de janeiro de 2000.

Em 2007, Bento XVI nomeou-o Bispo do Porto, para suceder a D. Armindo Lopes Coelho; receberia o Papa Alemão na Cidade Nortenha, a 14 de maio de 2010; nesse mesmo ano lançou uma missão especial na diocese.

O Patriarca de Lisboa é autor de vários trabalhos sobre o catolicismo em Portugal a partir do liberalismo, colaborou semanalmente no Programa ECCLESIA, na RTP2.

OC

Igreja: Conferência Episcopal Portuguesa vai reunir-se em Fátima

186ª assembleia plenária tem em agenda questões ligadas aos Centros Sociais Paroquiais e Sínodo sobre a Família

Lisboa, 12 abr 2015 (Ecclesia) - A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) vai reunir-se em Fátima, a partir de segunda-feira, na sua 186ª assembleia plenária, para debater, entre outros assuntos, a situação atual dos Centros Sociais Paroquiais.

A informação foi avançada em comunicado enviado à Agência ECCLESIA pelo Secretariado Geral da CEP.

Os bispos vão discutir a situação dos Centros Sociais Paroquiais e propor um modelo para os respetivos estatutos, além de apresentarem um “compromisso-modelo para as Irmandades da Misericórdia”.

A reunião do órgão máximo do episcopado católico inicia-se na segunda-feira pelas 16h00, com o discurso de D. Manuel Clemente, patriarca de Lisboa e presidente da CEP, momento aberto aos jornalistas.

Depois do encerramento da assembleia, na quinta-feira, está marcada uma conferência de imprensa, às 14h30, na qual será apresentado o comunicado final.

Os trabalhos incluem uma reflexão relativa ao Sínodo dos Bispos sobre a família que teve uma primeira assembleia extraordinária em 2014 e vai ter uma assembleia geral ordinária em outubro deste ano.

A CEP deve aprovar uma nota pastoral sobre a visita da imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima às dioceses, em 2015-2016, preparando o centenário das aparições na Cova da Iria.

Outro dos assuntos em discussão é o programa das próximas jornadas pastorais do episcopado (15-17 de junho de 2015).

OC

A CHATA NO II DOMINGO DE PASCOA OU DA MISERICÓRDIA

TAMBÉM CONHECIDO COMO PASCOELA, E DOMINGO BRANCO (UMA TRADIÇÃO MUITO ANTIGA DOS CRISTÃOS QUE ERAM BATIZADOS NA VIGÍLIA/DOMINGO DE PASCOA E QUE NO DOMINGO SEGUINTE ERAM APRESENTADOS À COMUNIDADE, COM VESTE BRANCA

Olá amigos! A PAZ DE CRISTO reine entre nós, tal qual ELE no-la dá!
Continuamos (e continuaremos) a proclamar o anuncio da RESSURREIÇÃO DO SENHOR, que é a SUA VIDA EM NÓS.
Hoje debruçamo-nos na passagem do Evangelho tão conhecida por  todos nós (talvez por ter um bocadinho de cada um) que é a de Tomé. (João 20,19-31).
Oito dias depois do Domingo da Ressurreição do Senhor, "estando as portas fechadas...." diz-nos João. Mas porque estariam as portas fechadas? Medo? Desilusão? Traição? Mas fico contente, por pensar que Jesus apesar de ter encontrado as portas fechadas não se vai embora... Oito dias depois continua a estar presente e a procurar os seus amados e amigos, os discípulos.
Regressas-Te Senhor  aos teus!.. Regressas hoje para mim, para nós,.. Foste traído, abandonado... ontem e hoje!
Continua João a dizer-nos: - "Apresentou-se no meio dele e disse: "A PAZ ESTEJA CONVOSCO". Enquanto vivo preocupaste-Te em curar, restituir a vida, sarar as feridas e as doenças do corpo e da alma; na Cruz do Amor, ou já ressuscitado, transmite-nos a PAZ.  A PAZ QUE É A TUA  VIDA!
Jesus não se preocupa com Ele, mas connosco: com o pranto  da Mª Madalena, com a solidão  dos discípulos abatidos pelo desanimo e desilusão, com a incredulidade de Tomé ... Tal como eles, hoje, talvez , não tenhamos interiorizado o que é ter DEUS como nosso servo..... Quantas vezes  sou como Tomé e duvido dos outros, tantas vezes preciso de ver para crer.... ter factos...
Cristo ressuscita, não para Si... mas pelo homem! É ao Homem, a mim e a ti, meu irmão, à Humanidade, que Ele continuamente sopra sobre nós dizendo: "Recebei o ESPÍRITO SANTO"
Jesus ama-nos! Ama-nos quer estejamos amedrontados, inseguros, com todos as nossas fragilidades e feridas, com todas as nossas infidelidades, com todas as nossas canseiras... Como Tomé, como os de Emaús.... como a Madalena e as outras mulheres, como Simão Pedro... Como a nós!
Jesus Disse a Tomé: - "Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos...... mete-o no meu lado.... não sejas incrédulo..."
Jesus não se escandaliza  com as minhas dúvidas de fé, não se impressiona com a minha dificuldade em crer.... apenas nos abre as Suas mãos..... os seus braços.... Ele está ali.... Está aqui! Está VIVO no meio de nós e deu-nos o Seu  Espírito para que pudéssemos, também, ter a força e a capacidade de passar fazendo o bem, à Sua semelhança.
Todos nós temos chagas e feridas da vida, mas com a presença do Espírito Santo podemos ajudar a sarar as feridas dos outros... podemos estar presentes no seu sofrimento da dor...
Tomé acaba por se render.... Rende-se às mãos de Cristo, à PAZ que a partir de então não para de correr de mãos para mãos e que chega até nós  fazendo eco no nosso ser, projectando-se  na nossa vivência (nem sempre, na minha, claro!)
Tomé passa de incredulidade à plena  felicidade do acreditar e faz a 1ª profissão de fé, após a Ressurreição, dizendo: "MEU SENHOR E MEU DEUS". (Após a morte quem faz é o centurião junto à Cruz: "...é verdadeiramente Filho de Deus". Na morte, um não crente e, na Ressurreição, é Tomé, um discípulo, um cristão, a professa-LO publicamente.
"MEU".... Também eu quero dizer "MEU.." porque este "Meu", sentido e vivido no meu intimo é a parte mais saborosa da minha vida.... Sem o Meu Senhor e Meu Deus eu não existiria, como existo.
E... Jesus deixa-nos mais uma Bem-Aventurança:
"...FELIZES OS QUE ACREDITAM SEM TEREM VISTO"
Hoje, neste Domingo da Misericórdia, meu Senhor e Meu Deus tem compaixão de mim, dos meus familiares e amigos, dos meus menos amigos também, daqueles que lutam por uma causa onde o Teu amor e a Tua Paz não faz sentido... e matam! De todos nós, teus Irmãos tem piedade!
Damos a graça de uma FÉ forte  capaz de anunciar, por gestos, ao mundo que ESTÁS VIVO e ÉS a NOSSA PAZ!

Um abraço fraterno em Cristo, ALELUIA!
ana saldanha (elemento da Equipa Casais Stª Maria/Colares)

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Agenda para hoje 10 de Abril

- SEXTA-FEIRA: Apresentação do 3º Tema da Evangelii Gaudium “O Anúncio do Evangelho”, orientado pelo Pe.Manuel Barbosa, SCJ, Porta voz da Conferência Episcopal Portuguesa, na Igreja de Colares às 21h30.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

quarta-feira, 8 de abril de 2015

O grupo do 10º ano da catequese, do centro de Almoçageme

No passado dia 21 de Fevereiro, fez a experiência de viver um dia diferente. 
Um encontro com outros Jovens, na Casa de Saúde da Idanha. Este foi orientado pelas Irmãs da Congregação do Sagrado Coração de Jesus, e apoiado pelo seu  grupo da Juventude Hospitaleira.

 Eu direi que este dia foi um verdadeiro dia de retiro.

Entre alguns momentos de reflexão, de partilha, de convívio, de oração, não só durante a celebração da Eucaristia, mas também no momento de oração que

as irmãs nos proporcionaram no final do encontro, houve também um momento de encontro com eles mesmos, quando foram convidados a viver a experiência de interagir com os doentes. Devo confessar que inicialmente tive algum receio da reacção dos jovens, mas logo me apercebi que o meu receio não tinha qualquer fundamento, uma vez que testemunhei verdadeiramente Jesus Cristo a agir à frente dos meus olhos, através de cada doente, quando vi que não era só os lábios dos jovens a sorrir, mas sim também o olhar, o brilho que eu vi transparecer dos olhos daqueles jovens, foi verdadeiramente magnifico e foi sem duvida muito

gratificante viver esta experiência com eles e com os doentes.


Só posso estar grata a Deus, pelos presentes que Ele me vai dando e dos ensinamentos que vou recebendo destes jovens. 


Penso que para o ano haverá novo encontro e faço desde já o convite a todos os jovens da Paroquia de Colares, que estejam atentos às informações dadas pelo vosso catequista, e que queiram entrar nesta aventura. Uma coisa eu vos garanto, sairão sem duvida nenhuma,  muito mais ricos interiormente.

Um bem hajam e desejo-vos UMA SANTA PÁSCOA.


Do coração de Deus ao coração da família e do mundo

Proposta para a vivência em família da Quaresma e Páscoa 2015

Da Pastoral da Família em conjunto com o Departamento de Catequese, ambos, do Patriarcado de Lisboa, lançaram um desafio não só à catequese, como também a todas as famílias da Diocese de Lisboa, para vivermos a Quaresma e nos preparamos para a celebração da Pascoa  de uma forma diferente.
Acolhemos de coração esse convite e colocámos mãos à obra.
Inicialmente pensámos em desafiar apenas as famílias das crianças e jovens, que andam na catequese, e estes, junto com as suas famílias fariam
esta atividade em casa , mas posteriormente,  achámos que esta vivência, infelizmente,  não chegaria a todas as famílias  e o nosso coração achou por bem, alargar não só às famílias, mas a toda a comunidade tenha ou não crianças na catequese. Surgiu então a ideia de podermos preparar também um deserto, na Igreja, em conjunto com toda comunidade e que ao longo do tempo de quaresma seria colocado os símbolos propostos na atividade.
Tem sido efetivamente muito gratificante ver, especialmente, como as crianças e jovens têm vivido
esta simbologia, até porque os ajuda a perceber e a fazer a ligação entre os símbolos e o  Evangelho que se lê a cada Domingo na Eucaristia.      
Quanto a nós catequistas, esta caminhada tem-nos ajudado também, não só a vivenciar um pouco mais este tempo de quaresma, mas também a seguir as pisadas do nosso Mestre Jesus, quando ele ensinava contando histórias e quando através dos símbolos, mostrava, aos que o procuravam,  qual era o verdadeiro caminho a seguir.
Desejando que este tempo de oração, dê os seus frutos em nosso coração e  ajude a nossa
comunidade preparar-se  para viver o verdadeiro sentido da Ressurreição de Jesus Cristo.

Um bem Hajam e uma Santa Páscoa é o desejo dos catequistas do Centro de Almoçageme da Paróquia de Colares. 

4 de Abril - Solene Vigília Pascal


Seleccione o Link a baixo para ver todas as fotos

Tarde de Domingo 12 - AIP Reformados de Mucifal


2 e 3 de Abril - Ceia do Senhor com lava pés - Paixão e Morte - Via Sacra

Seleccione o Link a baixo para ver todas as fotos
https://picasaweb.google.com/106859147768263025512/April2E32015CeiaDoSenhorcomLavaPesPaixaoEMorteViaSacra?authuser=0&authkey=Gv1sRgCNbH_f_eytKErAE&feat=directlink

Espiritualidade

29 de Março Domingo de Ramos

Seleccione o Link a baixo para ver todas as fotos
https://picasaweb.google.com/106859147768263025512/Marco292015DomingoDeRamos?authuser=0&authkey=Gv1sRgCPuqk9Smqd-AUw&feat=directlink 

segunda-feira, 6 de abril de 2015

FESTA DIOCESANA DA FAMILIA

Está a ser preparado pelo Secretariado Diocesano da Pastoral Familiar, em colaboração com a Equipa Vicarial de Sintra um encontro diocesano das famílias que terá lugar na nossa Paróquia, nas instalações da sede do União Mucifalense, no próximo dia 17 de maio. O tema do encontro será “O Sonho Missionário de Chegar a Todas as Famílias”.
O programa inicia-se com o Acolhimento pelas 10h00, ao qual segue-se a Oração da Manhã (10h30), a Feira Familiar (11h00), o Almoço em jeito de piquenique (13h00), a Animação Musical e Testemunhos (14h30), o Ensaio de Cânticos (16h30), terminando com a Celebração da Eucaristia presidida por Dom Manuel Clemente, Cardeal Patriarca de Lisboa.
Nesta Jornada haverá a oportunidade de Celebrar as Bodas Matrimoniais (10º, 25º, 50º, 60º aniversários). De forma a melhor organizarmos esta celebração, solicita-se a inscrição de todos os casais que celebram as suas bodas matrimoniais durante o ano de 2015. As mesmas devem ser feitas através do seguinte sítio na internet: familia.patriarcado-lisboa.pt
Recorda-se ainda que este evento será precedido por dois Encontros de Preparação ao nível Vicarial, nos seguintes moldes: I-Tema: ”Orientar os Noivos no Caminho de Preparação para o Matrimónio e Acompanhamento dos Casais Novos”, que será no dia 13 de março às 21h30 na Igreja do Cacém, orientado por Dom José Traquina, Bispo Auxiliar de Lisboa. O II-Tema: “Anunciar o Evangelho da Família Hoje”, a ter lugar no dia 20 de março às 21h30 na Igreja do Algueirão, orientado por Dom Nuno Brás, Bispo Auxiliar de Lisboa.
Teremos ainda dois encontros a realizar: O III-Tema: “A Família no Sínodo”, que será no dia 24 de abril pelas 21h30 na Igreja de Rio de Mouro, orientado por Dom Manuel Clemente, Cardeal Patriarca de Lisboa e finalmente o IV- Tema: “A Transmissão da Vida, o Desafio da Diminuição da Natalidade e da Educação e o Papel da Família na Evangelização”, que terá lugar no dia 15 de maio às 21h30 na Igreja de São Miguel- Sintra, e será orientado por Dom Joaquim Mendes, Bispo Auxiliar de Lisboa.
A Paróquia de Colares, na pessoa do seu pároco e os agentes pastorais da Pastoral Familiar, vêm assim convidar, com um enorme agrado, todos os paroquianos a participarem neste grande Encontro de âmbito Diocesano. Será certamente uma forte experiência de partilha da fé e de comunhão eclesial com os nossos Bispos, sacerdotes, diáconos e ainda com as famílias oriundas de toda a comunidade diocesana.

Pe. José António Rebelo da Silva

Páscoa em ambiente de Sínodo Diocesano

Pe José António Rebelo da Silva
Caros amigos que nos visitais nesta página da internet e neste tempo festivo da Solenidade da Páscoa que se celebrará por cinquenta dias.Na celebração da Páscoa, festa da Ressurreição do Senhor, estamos a professar, a celebrar e a viver o mistério central da nossa fé cristã, a tal ponto que São Paulo avisara os coríntios: “Se Cristo não ressuscitou é vã a vossa fé (…) Mas não! Cristo ressuscitou dos mortos, como primícia dos que morreram” (cf. 1Cor.15,16-21). Por outras palavras, a ressurreição de Jesus inaugura, para cada um de nós, uma nova vida. A ressurreição não é apenas um acontecimento isolado e do passado, que diga apenas respeito a um homem chamado Jesus de Nazaré. Trata-se sobretudo de uma mudança decisiva, de uma transformação completa, dentro da nossa própria humanidade, que a todos nos atinge e interpela, que a todos liberta da morte, no sentido de uma vida autêntica e completa. A ressurreição de Jesus é, por este motivo, o «princípio e fonte da nossa ressurreição futura» (CIC, n. 655).

Crer que Jesus «ressuscitou ao terceiro dia» significa reconhecer que o mal e a morte, o ódio e o pecado, a desgraça e a injustiça, não têm a última palavra, pois o amor de Deus é mais forte do que a própria morte! Na Páscoa de Cristo tem apenas início aquela Vida, para a qual o ser humano foi criado por Deus, e, com esta inaugura-se a regeneração da humanidade inteira. Até lá, até à nossa ressurreição futura, até que Cristo venha, a nossa vida está em boas mãos, está “escondida, com Cristo, em Deus” (Col.3,1-4). Até lá, até que Ele venha e se manifeste na nossa vida em toda a sua glória, celebremos, com beleza e alegria, o mistério da fé, em cada Eucaristia, anunciando a sua morte e proclamando a Sua Ressurreição!

De resto, a ressurreição é uma surpresa completa, para a fé dos judeus e também para a esperança das mulheres e dos discípulos, que nem queriam crer, nem podiam ainda entender. E, neste sentido, também a ressurreição, constitui um mistério, um acontecimento que os transcende a todos, uma realidade que supera todas as suas expectativas (cf. CIC, nn. 639-647), e que só o olhar da fé, iluminado pela Palavra das Escrituras, poderá alcançar! Por isso se diz, que o discípulo amado “viu e acreditou” (Jo 20,8)! O sepulcro vazio é apenas um sinal visível para a fé. Da experiência, real e histórica do encontro divinal, com o Cristo Ressuscitado, é que brotarão depois todos os testemunhos da Sua Ressurreição.

Hoje somos nós que temos como missão anunciar, com a nossa fé e com a nossa vida, o Mistério da Ressurreição de Jesus. Em ambiente de caminho sinodal, vivido pela nossa Diocese de Lisboa peçamos esta graça ao Senhor. A graça de sermos enviados em Missão, de forma a anunciar a todos o Evangelho da Alegria
A todos uma Páscoa abençoada e feliz!

Pe. José António Rebelo da Silva 

domingo, 5 de abril de 2015

ALELUIA! ALELUIA! ALELUIA!
RESSUSCITOU! RESSUSCITOU!  RESSUSCITOU!
ALELUIA! ALELUIA! ALELUIA!
Vive para sempre entre nós :
"DOU - VOS A MINHA PAZ, DEIXO - VOS A MINHA PAZ "
Santa Páscoa na SUA PAZ!
Abraço fraterno de alegria em Cristo Ressuscitado
ana saldanha (elemento da Equipa Casais Stª Maria/Colares)

sábado, 4 de abril de 2015

A CHATA. ... EM SEXTA FEIRA SANTA

Ontem, Quinta Feira Santa, Jesus antecipou, com a instituição
da Eucaristia  através  do pão e do vinho, aquilo que hoje Lhe aconteceu:
- O CORPO   ENTREGUE  E O  SANGUE  DERRAMADO.
Junto à CRUZ,  de coração vergado , aqui estou para contemplar o AMOR CRUCIFICADO, consequência do Teu Amor levado ao extremo.... ao infinito! Deste a VIDA por nós... Deste a Tua Vida por mim e por meu irmão.
JESUS, sofreu a morte para que eu e tu tivéssemos a VIDA!... A VIDA ETERNA!
Hoje, tal como João e Maria há 2000 anos, aqui me encontro junto ao Teu Coração trespassado..... faço silêncio e fecho os
olhos ... Vejo no Teu coração o rosto de todo o sofrimento humano. Tu continuas, hoje, a morrer.... não com uma lança, mas trespassado pelo meu egoísmo, o meu conformismo e indiferença, pelo meu orgulho, pela destruição da esperança consequência do meu não compromisso...
Vejo nas Tuas chagas o rosto de tantos cristãos sofrendo na pele o peso do testemunho e fidelidade ao Pai.... Vejo crianças sem amor, homens a chorar cuja dignidade lhe foi negada, jovens caminhando sem rumo. Vejo tanto sofrimento! E onde estou eu?
Hoje, ao beijar a Tua Cruz de Amor, foi com um grande OBRIGADA. OBRIGADA porque foi por mim que morreste...! Que o Teu gesto não tenha sido em vão...
Ajuda-me para que eu Te ame sempre e cada vez mais, através do meu irmão; que eu saiba sarar as Tuas chagas sarando as chagas do meu irmão.
Como a figura do "bom ladrão" Junto à  Tua Cruz de Amor eu digo: tem compaixão de mim... tem compaixão de todos nós, teus irmãos. Fica connosco!
                 -------------------------------
É hora do silêncio...  Da contemplação!
ana saldanha (elemento da Equipa Casais Stª Maria/Colares)

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Do coração de Deus ao coração da família e do mundo

A Pastoral Familiar do Patriarcado de Lisboa deseja a si e a toda a sua família uma Santa Páscoa. Neste início do Tríduo Pascal recordamos a proposta de oração que lançámos em conjunto com o Departamento da Catequese: "Do coração de Deus ao coração da família e do mundo". Para cada um dos dias deste tríduo propomos uma oração, um símbolo e uma actividade, que poderão seguir recorrendo ao guião anexo, ao nosso site, ou à nossa página no facebook.
Propomos ainda a seguinte oração para rezar em família antes de cada refeição deste Tríduo.

Ó Deus, autor de toda a graça, que na paixão e ressurreição do vosso Filho nos fizestes passar da morte à vida, abençoai-nos e abençoai o alimento que vamos tomar. 
Fazei que possamos testemunhar com obras o que professamos com a fé. 
Por Cristo nosso Senhor, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. 
Amen

Proposta para a vivência em família da Quaresma e Páscoa 2015






Santo João Paulo II - 10º ano da Sua morte

Vaticano: Papa Recorda décimo Aniversário da morte de São João Paulo II
São João Paulo II em Fátima
Francisco evoca «grande testemunha de Cristo sofredor»

Cidade do Vaticano, 01 abr 2015 (Ecclesia) - O Papa Francisco recordou hoje no Vaticano o décimo aniversário de morte de São João Paulo II (1920-2005), que apresentou aos peregrinos reunidos na Praça de São Pedro como “grande testemunha de Cristo sofredor”.

“Amanhã [hoje 2 de abril] ocorre o décimo aniversário da morte de São João Paulo II. Recordamo-lo como grande testemunha de Cristo sofredor, morto e ressuscitado, e pedimos-lhe que interceda por nós, pelas famílias, pela Igreja, para que a luz da ressurreição resplandeça sobre todas as sombras da nossa vida e nos encha de alegria e de paz”, declarou, durante a audiência pública semanal desta semana, que reuniu milhares de pessoas.

Na tradicional saudação final aos jovens, doentes e recém-casados presentes no Vaticano, Francisco afirmou que o “exemplo e o testemunho” do Papa João Paulo II estão “sempre vivos”, lembrando o seu “ardor e entusiasmo”.

Karol Jozef Wojtyla, eleito Papa a 16 de outubro de 1978, assumindo o nome de João Paulo II, nasceu em Wadowice (Polónia), a 18 de maio de 1920, e morreu no Vaticano, a 2 de abril de 2005.

Entre os seus principais documentos, contam-se 14 encíclicas, 15 exortações apostólicas, 11 constituições apostólicas e 45 cartas apostólicas; realizou 104 viagens internacionais, incluindo três visitas a Portugal, em 1982, 1991 e 2000.

O Papa polaco foi beatificado por Bento XVI, seu sucessor, a 1 de maio de 2011 e foi canonizado a 27 de abril de 2014, por Francisco.

A Igreja Católica celebra a memória litúrgica de João Paulo II a 22 de outubro, data que assinala o dia de início de pontificado de Karol Wojtyla, em 1978, pouco depois de ter sido eleito Papa.

Na habitual resenha biográfica que é apresentada no calendário dos santos e beatos, João Paulo II é lembrado pela “extraordinária solicitude apostólica, em particular para com as famílias, os jovens e os doentes, o que o levou a realizar numerosas visitas pastorais a todo o mundo”.

João Paulo II esteve no Santuário de Fátima em 1982, 1991 e, pela última vez, em 2000, altura em que beatificou os videntes Francisco e Jacinta Marto.

Nessas três visitas, sempre no mês de maio, passou ainda por Braga, Coimbra, Lisboa, Porto, Vila Viçosa, Açores e Madeira, somando-se uma escala técnica no aeroporto de Lisboa (2 de março de 1983), a caminho da América Central

A ida a Roma, em outubro 2000, da imagem original de Nossa Senhora de Fátima da Capelinha das Aparições, no Jubileu dos Bispos, consagrando-lhe o terceiro milénio, confirmou a particular ligação do Papa polaco com o santuário da Cova da Iria.

Simbolicamente, a bala que lhe atravessou o abdómen no atentado de 13 de maio de 1981 repousa hoje na nessa imagem da Virgem.

OC

As intenções do Papa Francisco para o mês de Abril

Mensalmente o Santo Padre indica ao "Apostolado da Oração" as intenções que ele tem em suas orações e convida a todos os católicos a unirem suas orações às dele.

Para o mês de abril o Pontífice deu como intenções: pelo respeito à criação e pelos cristãos perseguidos.

Como intenção universal, "para que as pessoas aprendam a respeitar a criação e a conservá-la como dom de Deus".

Já na intenção missionária os fiéis são convidados a orarem "para que os cristãos perseguidos sintam a presença reconfortante do Senhor Ressuscitado e a solidariedade de toda a Igreja". (GPE/EPC)

Boa Páscoa


O SILÊNCIO E A NOTÍCIA

Apenas o silêncio poderá dar espaço à escuta de coisas importantes. O ruído dispersa, os afazeres diários distraem. Mesmo a enorme vontade de viver com atenção a Quaresma e a Páscoa vai sentindo as dificuldades próprias de um dia-a-dia agitado entre actividades e preocupações. Mas é necessário o silêncio, especialmente nestes dias que se aproximam. Estamos a chegar ao Tríduo Pascal, onde, em três dias, se concentra uma série de acontecimentos que despertam atitudes de desconcerto, espera e profunda alegria.

O Sábado Santo é um tempo longo para se dar conta do inexplicável, o silêncio próprio da experiência da morte, diante da qual ficamos sem palavras, numa aceitação difícil da condição frágil de todos nós. Mas não é um silêncio desesperado, é pacífico, alimentado por uma secreta esperança. Que não se sabe o que é, apenas convida a deixarmo-nos guiar, aceitar e acolher.

E chega aos nossos ouvidos o anúncio mais extraordinário de todos os tempos: Aquele que foi crucificado está vivo, ressuscitou! É o motivo principal – na verdade, o único motivo – da nossa alegria cristã.

Vivamos esta Páscoa no silêncio atento do coração, mergulhados na esperança, e deixemo-nos ressuscitar com Cristo. Por muito que a vida nos diga o contrário, a Ressurreição e a Vida são as palavras finais de Deus. Não nos podemos esquecer disso.

Nesta alegria, o Secretariado Nacional do Apostolado da Oração deseja uma Santa Páscoa a si e a toda a sua família.

P. António Valério, sj
Secretário Nacional do Apostolado da Oração 

quarta-feira, 1 de abril de 2015

A CHATA...

  Santa Luzia - Viana do Castelo 
Humildemente, meu Deus  no silêncio  das Tuas maravilhas, Te digo: OBRIGADA. Obrigada por proporcionares  acontecer o nosso diálogo!
Obrigada por me continuares a amar apesar de todas as minhas faltas e limitações. Obrigada por me perdoares todas as minhas traições e fragilidades. Por todas as vezes que Te louvei e a seguir Te neguei...  Por todas as vezes que,  directamente ou indirectamente,  Te esqueci no meu querer de Te amar.  Obrigada por estares sempre à minha espera, apesar de eu, em tantas vezes  me esquecer do nosso encontro.
Hoje, que no meu coração Te vejo traído, não só por Judas, mas por todos nós, Humanidade por TI AMADA, sem limites, perdoa - nos e lembra - nos a cada momento que a nossa salvação não tem preço e que jamais poderá ser comprada, pois o preço da liberdade que nos ofereces  não se reduz a "30 moedas de prata". Não tem limites: É A TUA VIDA NA NOSSA VIDA- isso me basta! 
OBRIGADA, SEM FIM, JESUS POR NOS AMARES. 
AMIGOS,  caminhamos para as celebrações do Tríduo Pascal, não com os olhos na Cruz triste de sofrimento, mas com a certeza de que foi nela que Cristo nos salvou e, é  dando a SUA VIDA,   que o Pai O GLORIFICA.  É na Cruz que Jesus nos Ama. É na Cruz que Jesus nos eleva ao Pai. Simplesmente nos AMA!
Com um abraço na Paz de Cristo, ana saldanha (elemento da Equipa Casais Stª Maria/Colares)

Espiritualidade