quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Oração

Através de ti, Jesus Cristo, sabemos que Deus é amor. Tu sofres com quem atravessa dificuldades e dás a tua paz a quem procura a reconciliação. Dás-nos a liberdade dos filhos de Deus.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Destaques da semana

TERÇA-FEIRA: Reunião de colaboradores do Jornal Construir, em Colares às 21h00.
QUARTA-FEIRA: Reunião de Vicarial de Pastoral Familiar, para casais responsáveis do setor em Rio de Mouro.
QUINTA-FEIRA: Adoração ao SS.mo Sacramento nas Azenhas do Mar às 21h00.
SÁBADO: Visita Pastoral - Encontro de Pastoral Liturgica: Leitores, Grupos Corais, Acólitos, Ministros Extaordinários da Comunhão e Zeladoras das Igrejas, na Terrugem às 21h00.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Música


O concerto “‘Salve, Mater Misericordiæ’ – Cenas da Vida da Virgem”, inspirado na coleção de pintura da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e interpretado pelo grupo coral Voces Caelestes, vai ser apresentado este domingo na igreja de São Roque, em Lisboa, monumento nacional. No sábado, às 21h30, atua na igreja de São Roque o Coro de Câmara de Lisboa. O repertório evoca as obras de “Marcos Portugal e os seus contemporâneos”, compositores portugueses e brasileiros que nos séculos XVII e XVIII aproximaram a história da música destes dois países. Conheça o programa.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Destaques da semana

SEXTA-FEIRA: Filme de temática espiritual sobre a vida de Edith Stein (Santa Teresa Benedita da Cruz) Padroeira da Europa, no CEDCRAM, nas 
Azenhas do Mar às 21h30. 
  

sábado, 17 de novembro de 2012

«Diálogos no Átrio dos Gentios»

Igreja: Delegado do Conselho Pontifício da Cultura apela à «sabedoria das grandes perguntas»

Braga, 17 nov 2012 (Ecclesia) – O bispo português D. Carlos Azevedo, delegado do Conselho Pontifício para a Cultura (CPC), da Santa Sé, disse hoje em Braga que a Igreja Católica deve voltar a propor a “sabedoria das grandes perguntas” para ir ao encontro de quem “Estou convicto de que será neste espaço de liberdade, neste tempo dado à...

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

A Bíblia em Minha Casa

ORAÇÃO SOBRE AS OBLATAS
Olhai, Senhor, com benevolência
para o sacrifício que Vos apresentamos,
a fim de participarmos com sincera piedade
no memorial da paixão do vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

ANTÍFONA DA COMUNHÃO Salmo 22, 1-2
O Senhor é meu pastor: nada me falta.
Leva-me a descansar em verdes prados.
Conduz-me às águas refrescantes
e reconforta a minha alma.

Ou Lc 24, 35
Os discípulos reconheceram
o Senhor Jesus ao partir o pão.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Nós Vos damos graças, Senhor,
pelo alimento celeste que recebemos
e imploramos da vossa misericórdia
que, pela acção do Espírito Santo,
perseverem na vossa graça
os que receberam a força do alto.
Por Nosso Senhor.

Informação

Um pouco atrasado, mas vamos sempre a tempo quando vamos à procura de DEUS.

Noticia

Lisboa: Colóquio sobre II Concílio do Vaticano

Lisboa, 15 nov 2012 (Ecclesia) – Guilherme d’ Oliveira Martins, Pedro Roseta e Hugo Chelo vão ser os conferencistas do colóquio sobre o II Concílio do Vaticano, dia 29 deste mês, organizado pela Irmandade do Santíssimo Sacramento da Freguesia de Nossa Senhora da Lapa (Lisboa).
Segundo o programa enviado à Agência ECCLESIA, este colóquio será moderado por Manuel Braga da Cruz e os intervenientes vão falar sobre «Os leigos na Igreja», «A Igreja e o Mundo» e «Liberdade Religiosa».
Esta iniciativa será às 18 horas no antigo refeitório do convento da Estrela e serve para celebrar os 50 anos de abertura do II Concílio do Vaticano.
LFS

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Destaques da semana

QUINTA-FEIRA: 
Mucifal ás 18h00 - Oração Vocacional na semana dos Seminários
Azenhas do Mar às 19h00 - Confissões e às 21h00 - Oração Mariana

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Espiritualidade

A Missa sobre o Mundo
Um a um, Senhor, eu os vejo e os amo, aqueles que me destes como sustento e como encanto natural de minha existência. Um a um, também, eu os conto, os membros dessa outra e tão cara família que pouco a pouco as afinidades do coração, da pesquisa científica e do pensamento juntaram à minha volta, a partir dos elementos mais diversos. Mais confusamente, mas todos sem exceção, eu os evoco, aqueles cujo exército anónimo forma a massa inumerável dos vivos: aqueles que me rodeiam e me sustentam sem que eu os conheça; aqueles que vêm e aqueles que vão; sobretudo aqueles que, na Verdade ou através do Erro, no seu escritório, laboratório ou fábrica, creem no progresso das Coisas e, hoje, perseguirão apaixonadamente a luz.

5 ideias que vão mudar a forma como vês a confissão

Ryan Eggenberger | 2 Outubro 2012    

O que eu quero é encorajar a confessares-te, se por ventura não o fazes há mais de um ano.
As vantagens compensam DE LONGE os momentos de ansiedade.
Para lá da sensação de bem-estar pós-confissão, a tua alma fica
tão totalmente limpa como no dia do baptismo.
Mas se ainda estás inquieto com a confissão, lembra-te do seguinte.

1. Ninguém se arrepende de se confessar, tenha sido fácil ou difícil
Pergunta a qualquer católico praticante, ele dirá que a confissão é uma das melhores coisas de se ser católico. A paz de limpar tudo para trás, de admitir a culpa e de ouvir que estás perdoado mesmo 'daqueles' pecados é indescritível.
Recorda que não são os teus pecados que dizem o que tu és. Porém, eles vão continuar a moer-te até que Cristo os apague na confissão.

2. Não interessa há quanto tempo não te confessas
Garanto que não interessa quando foi a última confissão. O padre não te vai acusar e dizer "com que então andaste fugido, hem? Vai-te embora daqui!". Pelo contrário, quanto mais afastado tiveres estado, mais feliz vai ficar ao ver-te voltar. Se não sabes muito bem como é isso de te confessares, então há 2 coisas que podes fazer.
- Ler, descarregar, imprimir material que possa ajudar, como este
- Ir à confissão, e dizeres ao padre que não fazes lá muita ideia do que tens que fazer.
Vais ver que ele até vai ficar contente por te poder ajudar.

3. Podes confessar-te sob anonimato
A Igreja quer que todos nós possamos, se quisermos, confessar-nos sem que ninguém saiba. Isto é, em muitos confessionários podes ter a opção de te ajoelhares junto de uma pequena janela de grade ou rede apertada de tal maneira que o padre não te vê. Também podes preferir, diferentemente, sentar-te numa cadeira em frente do sacerdote. Se, ainda assim, receias ser reconhecido pela voz, sempre podes ir confessar-te noutra paróquia, embora para dizer a verdade nenhum padre vai ficar impressionado contigo ou te vai julgar.

4. Não há nada que possas dizer que o padre não tenha já ouvido
Depois de anos a ouvir confissões podes confessar o que quer que seja que o padre não se vai escandalizar. De certeza que já ouviu pior.

5. O padre nunca pode falar sobre a tua confissão, NUNCA, nem mesmo contigo
É verdade. É o chamado, sigilo sacramental da confissão, (sigilo = selo): O que é dito no confessionário fica (selado) no confessionário. O Código de Direito Canónico de 1983 diz no cânone 983§1. O sigilo sacramental é inviolável; pelo que o confessor não pode denunciar o penitente nem por palavras nem por qualquer outro modo nem por causa alguma.
A Igreja insiste nisto por algumas razões. A melhor delas é para te sentires confortável e seres 100% sincero na confissão, sem estares preocupado de que algo seja revelado fora do confessionário.

É um generoso dom que a Igreja nos deu e que vale a pena aproveitar.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

domingo, 4 de novembro de 2012

Visita Pastoral

do Senhor Cardeal Patriarca de Lisboa à Vigararia de Sintra de 3/11/12 a 6/1/13


«Portugal: O país que queremos ser»

Crise: Contrapor a «ética da solidariedade» ao «egoísmo avarento»

Lisboa, 03 nov 2012 (Ecclesia) – O presidente do Tribunal de Contas considerou, esta manhã, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, que “há um conjunto vasto de riquezas” que “escapa à justa tributação”. Guilherme d’ Oliveira Martins - falava na conferência «Portugal: O país que queremos ser»...

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Noticias Nacionais

Crise: Um rumo para Portugal e o mundo

Lisboa, 02 nov 2012 (Ecclesia) – A Comissão Nacional Justiça e Paz, organismo da Igreja Católica, vai promover este sábado a sua conferência anual sobre o tema ‘Portugal: o país que queremos ser’, uma reflexão sobre o país “no quadro do mundo globalizado”. “Estamos perante desafios importantes da nossa cultura...

Espiritualidade

  • As Almas do Purgatório
    Que bela festa! É como se Todos os Santos e Finados fosse uma só festa. Dum lado, a Igreja militante, sobre a terra, roga à Igreja triunfante do céu, e doutro lado, roga pela Igreja sofredora e paciente do purgatório. ...

Opinião

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Dia de Fieis Defuntos


SEXTA-FEIRA: Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos: Missas em Almoçageme às 10h00, na Ulgueira às 11h15, no Cemitério de São Gregório do Vinagre às 15h30 e em Colares às 21h00, seguindo-se Adoração ao Ss.mo Sacramento no contexto da primeira sexta-feira.

Centro Social Paroquial de Colares



Oração para todos os Santos

Pai Altíssimo nosso criador, eu vos glorifico e vos louvo, pedindo primeiramente Senhor perdão por tantas omissões e falhas, agradecendo-vos por tudo que tenho e por tudo que sou.
Venho até aos vossos pés, implorar que eu saiba me conduzir nesta vida, seguindo os ensinamentos de Cristo Nosso Senhor orientando-me sempre nos exemplos da vida dos espíritos iluminados que aqui entre nós vieram, deixando-nos os seus exemplos através de suas vidas santificadas, que o exemplo e sacrifício deles não sejam em vão, que eu possa Pai conscientizar-me e que eu possa efetuar a minha reforma intima, tornando-me assim digno de Vos.
Amém !
Que Assim Seja.
CARTA APOSTÓLICA
SOB FORMA DE MOTU PRÓPRIO
PORTA FIDEI
DO SUMO PONTÍFICE
BENTO XVI
COM A QUAL SE PROCLAMA O ANO DA FÉ

- PÃO POR DEUS


A Igreja Católica celebra a Festum Omnium Sanctorum a 1 de Novembro (a festa do dia de Todos-os-Santos é celebrada em honra de todos os santos e mártires, conhecidos ou não) a que se segue o dia dos fiéis defuntos, a 2 de novembro.
Em Portugal, no dia de Todos-os-Santos as crianças saem à rua e juntam-se em pequenos grupos para pedir o pão por Deus de porta em porta. As crianças quando pedem o pão por Deus cantam e recitam versos após o que recebem como oferendas: pão, broas, bolos, romãs e frutos secos (nozes, amêndoas ou castanhas) que colocam dentro de sacos de pano.
É também costume em algumas regiões os padrinhos oferecerem um bolo, o Santoro. Em algumas povoações chama-se a este dia o "Dia dos Bolinhos".
Pensa-se que esta tradição teve origem em 1756, na cidade de Lisboa (1 ano depois do grande terramoto que destruiu a cidade). A 1 de Novembro de 1755 ocorreu o terramoto que afectou Lisboa, no qual morreram milhares de pessoas. A população da cidade, que era na sua maioria pobre, mais pobre ficou, após tal catástrofe.
Como a data do terramoto coincidiu com uma data com significado religioso (1 de Novembro), de forma espontânea, no dia em que se cumpria o primeiro aniversário do sismo, a população aproveitou a solenidade do dia para desencadear, por toda a cidade, um peditório, com a intenção de minorar a situação difícil em que se encontrava. As pessoas, percorriam a cidade, batiam às portas e pediam que lhes fosse dada qualquer esmola, mesmo que fosse pão, dado grassar a fome pela cidade. E, ao fazê-lo as pessoas pediam: "Pão por Deus".

Esta tradição perpetuou-se no tempo, sendo sempre comemorada neste dia e tendo-se propagado gradualmente a todo o país. Atravessou, depois, o oceano chegou aos Açores, e à Madeira e viajou até o Brasil.
Na cidade de Lisboa o Pão por Deus é, contudo, uma tradição em vias de extinção. Só esporadicamente e em alguns bairros é que as crianças andam a fazer este peditório.
Até a comunicação social, contribui para o empobrecimento da nossa memória colectiva e o desaparecimento de algumas destas tradições. Neste dia, as estações de TV, a Rádio e os jornais, falam mais no Halloween, do que no "Pão por Deus".
Para que não esqueça o " Pão por Deus", aprecie agora os versos de uma das cantilenas usadas para o pedir:

Na zona saloia ouve-se:

Pão por Deus, Pão por Deus,/Saco cheio e vamos com Deus!

Noutras zonas:

“Pão por Deus,/Fiel de Deus,/Bolinho no saco,/Andai com Deus.”

Ou então:
“Bolinhos e bolinhos/Para mim e para vós/Para dar aos finados/Qu’estão mortos, enterrados/À porta daquela cruz

Truz! Truz! Truz!/A senhora que está lá dentro/Assentada num banquinho/Faz favor de s’alevantar/P´ra vir dar um tostãozinho.”

Quando os donos da casa dão alguma coisa:

“Esta casa cheira a broa/Aqui mora gente boa./Esta casa cheira a vinho/Aqui mora algum santinho.”

Quando os donos da casa não dão nada:

“Esta casa cheira a alho/Aqui mora um espantalho/Esta casa cheira a unto/Aqui mora algum defunto.”

adaptado de http://lumeear.blogspot.pt/2011/11/um-pao-por-deus.html