segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

PARABÉNS AO PAPA FRANCISCO QUE CELEBRA HOJE 82 ANOS



Jorge Mario Bergoglio nasceu em Buenos Aires, capital da Argentina, a 17 de dezembro de 1936; filho de emigrantes italianos, trabalhou como técnico químico antes de se decidir pelo sacerdócio, no seio da Companhia de Jesus, licenciando-se em filosofia e teologia.

Ordenado padre a 13 de dezembro de 1969, foi responsável pela formação dos novos jesuítas e depois provincial dos religiosos na Argentina (1973-1979).

João Paulo II nomeou-o bispo auxiliar de Buenos Aires em 1992 e foi ordenado bispo a 27 de junho desse ano, assumindo a liderança da diocese a 28 de fevereiro de 1998, após a morte do cardeal Antonio Quarracino.

O primaz da Argentina seria criado cardeal pelo Papa polaco a 21 de fevereiro de 2001, ano no qual foi relator da 10ª assembleia do Sínodo dos Bispos.

Tem como lema ‘Miserando atque eligendo’, frase que evoca uma passagem do Evangelho segundo São Mateus: “Olhou-o com misericórdia e escolheu-o.”

O cardeal Jorge Mario Bergoglio seria eleito como sucessor de Bento XVI a 13 de março de 2013, após a renúncia do agora Papa emérito, assumindo o inédito nome de Francisco; é o primeiro Papa jesuíta na história da Igreja e também o primeiro pontífice sul-americano.
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Concerto de Natal - Igreja Matriz de Colares

Caros Amigos,
Contamos com a vossa presença no nosso concerto de Natal. A entrada é livre.

Boas Festas!

Saudações musicais,

ARdeCORO


MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 17 – Féria do Advento

Gen 49, 2.8-10 / Slm 71 (72), 2-4ab.7-8.17 / Mt 1, 1-17

Florescerá a justiça nos seus dias e uma grande paz até ao fim dos tempos. (Salmo)

Infelizmente, todos sabemos que isso não vai acontecer. (Para já.) Por isso, temos de fazer duas coisas: rezar para que a paz e a justiça aumentem cada vez mais. Se temos muitas guerras, também temos muitos países sem guerra aberta. (Alguns com terrorismo.) Se temos muitas injustiças, também vamos tendo sistemas judiciais que se vão aperfeiçoando. E devemos tratar da paz e da justiça no nosso contexto (relações pessoais, etc.). O leitor reze por estas duas intenções.

domingo, 16 de dezembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 16 – Domingo III do Advento – Ano C

Sf 3, 14-18a / Is 12, 2-3.4bcd.5-6 / Fl 4, 4-7 / Lc 3, 10-18

«Rejubila!», «Alegrai-vos!» são imperativos da Palavra de Deus nas leituras deste domingo. Não se trata de uma vaga sugestão, mas de uma ordem. «Alegrai-vos e exultai» é o título da última Exortação apostólica do Papa Francisco, sobre o chamamento que o Senhor nos faz à santidade na vida quotidiana. É claro que da boca de quem fala em nome de Deus não poderia vir este desinfeliz imperativo: Entristecei-vos e deprimi-vos.

Na primeira leitura, o profeta Sofonias, porta-voz de Deus, convida à alegria, depois de falar em catástrofes iminentes. É que a ira de Deus é contra o pecado e as situações de injustiça, nunca contra o pecador que ama, em aliança irrevogável. O amor omnipotente de Deus revela-se como misericórdia, fonte perene de alegria e paz. Para sermos de Deus é fundamental convertermos as nossas fobias e medos em confiança e júbilo.

S. Paulo escreve à comunidade de Filipos, a partir da sua prisão em Éfeso. Poderia enumerar uma ladainha de queixas e lamentações sobre a desgraça de viver numa cadeia. Mas não: exorta-nos à alegria, repetindo com insistência: «Alegrai-vos sempre no Senhor. Novamente vos digo: alegrai-vos». E explicita a razão da sua paradoxal alegria: é que «o Senhor está próximo». É que a nossa alegria não assenta sobre a mera boa disposição, as facilidades da vida, sobre a boa saúde ou o êxito nos negócios. Se firmarmos a nossa alegria na presença de Cristo, estaremos sempre alegres.

No Evangelho deparamos com três grupos de pessoas que vão ter ao deserto para encontrar o profeta João Batista. Poderíamos pensar que exortaria o povo a simples práticas devocionais de jejuns e orações. De algum modo antecipa o mandamento do amor ao próximo que Cristo iria anunciar como sinal do seu Reino. Ao simples povo recomenda que partilhe o que tem: «Quem tiver duas túnicas reparta com quem não tem; e quem tiver mantimentos faça o mesmo». Aos publicanos, a profissão mais odiada, por frequentemente explorar o povo e colaborar com a opressão do império romano, João pede: «Não exijais nada além do que vos foi prescrito». Aos soldados, com o poder das armas, proíbe os abusos dos poderosos: «Não pratiqueis a violência com ninguém nem denuncieis injustamente».

Que me desafiará João Batista a melhorar, no deserto da minha consciência, hoje, nas vésperas deste Natal?

sábado, 15 de dezembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 15 – Semana II do Advento

Sir 48, 1-4.9-11 / Slm 79 (80), 2-3.15-16.18-19 / Mt 17, 10-13

Aparecei… Despertai o vosso poder. (Salmo)

O nosso sentir de Deus tem altos e baixos. Quando está «em baixo», podemos pedir: «aparecei». Quando somos nós a estar em baixo, podemos pedir: «despertai o vosso poder». Mas não é só o nosso sentir que pode estar em baixo. É o próprio Deus que Se «esconde». Deus não está sempre ao nível da nossa sensibilidade. O sentir ou não sentir não são sinónimos de relação com Deus. A relação com Deus é um ato de vontade e de correspondência à graça.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 14 – S. João da Cruz (Memória)

Is 48, 17-19 / Slm 1, 1-4.6 / Mt 11, 16-19

“É amigo de publicanos e pecadores”. Mas a sabedoria foi justificada pelas suas obras. (Evang.)

É possível que haja sempre gente a dizer mal de nós pelas nossas convicções, ou assuntos em que não se pode tocar para não se criar problemas. Mas se formos coerentes, ganhamos o respeito dos outros e poderemos dar-nos com vários tipos de pessoas, como Jesus Se dava. Nós estamos chamados a levar a Palavra a diferentes pessoas. Ou a Palavra em si ou a nossa coerência com ela. O leitor peça pela sua coerência.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 13 – Santa Luzia (Memória)

Is 41, 13-20 / Slm 144 (145), 1.9-13ab / Mt 11, 11-15

Abra-se a terra e germine o Salvador. (Aleluia)

A terra somos nós. É dentro de nós que o Salvador germina. Cresce como uma planta que lança os seus ramos para fora de nós, onde vêm pousar passarinhos que encontramos pelo caminho e descansam à nossa sombra. Deus, através de nós, dá-lhes algumas das coisas que eles precisam. Eles vêm comer dos nossos frutos. Mas nós temos o poder de ter frutos variados, consoante as necessidades dos passarinhos que se vêm aninhar nos nossos ramos. Hoje, peçamos por todos os passarinhos que se vêm acolher aos nossos ramos.

AVISO - INFORMAÇÃO - CATEQUESE

No próximo Domingo dia 16 a Missa nas Azenhas do Mar será às 15h00 e não às 17h00, enquadrada na Festa de Natal da catequese Paroquial.

Celebrar o Natal é celebrar a alegria do nascimento de Jesus, a alegria de O ter próximo de nós.
É tempo de festa, de enfeitar as nossas casas, o presépio com a ternura da mãe, pai e filho, que beleza nos transmite a família junta.
Na vida familiar é preciso saber cuidar da fé, pois a azáfama da vida e as suas distrações podem levar a que Jesus fuja da nossa presença.
Também nós catequistas temos por missão levar Jesus aos nossos meninos, rezar com eles como Jesus nos ensinou e fazer festa com eles, então dia 16 de dezembro às 16 horas no CEDCRAM nas Azenhas do Mar vamos festejar a festa de Natal com os catequisandos, família, catequistas e amigos.
O nosso programa ė composto por música com a participação da Banda de Colares por nós convidada, e em seguida a apresentação do trabalho dos nossos catequisandos.
Nós catequistas desejamos a todos um Santo e feliz Natal. 
Cecilia Moreira

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 12 – Semana II do Advento

Is 40, 25-31 / Slm 102 (103), 1-4.8.10 / Mt 11, 28-30

E encontrareis descanso para as vossas almas. (Evang.)

As «regras» de Jesus eram simples: amar a Deus e ao próximo como a si mesmo. Hoje, temos muito mais regras do que estas, mas são derivadas destas. São orientações para sabermos como havemos de aplicar estas três regras às situações concretas da vida. Além do mais, são regras de uniformização. Hoje, o leitor pense em como vai amar a Deus, o próximo e a si mesmo hoje (ou amanhã). (Em três aspetos).

Ulgueira - QUINTA-FEIRA dia 13 às 15h00.

A Adoração ao Santíssimo Sacramento da 2ª Quinta-feira do mês passou a ser celebrada na Ulgueira

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 11 – Semana II do Advento

Is 40, 1-11 / Slm 95 (96), 1-3.10ac-13 / Mt 18, 12-14

Não deixará as noventa e nove… para ir procurar a que anda tresmalhada? (Evang.)

O pastor não vai com as outras noventa e nove à procura da ovelha perdida. O pastor tem pressa de se encontrar com a perdida. Também na parábola dos dois filhos, o pai não espera pelo mais velho para fazer a festa. Tem pressa na festa. Deus tem pressa de manifestar a alegria do reencontro. Saboreemos esta realidade. O leitor pense num pecado de que não se consiga ou ainda não queira livrar. E pense em Deus a ir atrás de si. Sim, mesmo que o leitor não se queira livrar desse pecado.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 10 – Semana II do Advento

Is 35, 1-10 / Slm 84 (85), 9ab-14 / Lc 5, 17-26

Encontraram-se a misericórdia e a fidelidade [de Deus]. (Salmo)

Peçamos a Deus a consciência da sua misericórdia e da sua fidelidade. O salmo diz que a justiça e a paz se abraçaram. Caro leitor, deixe-se abraçar pela justiça e pela paz. Depois, diz que a fidelidade vai germinar na terra. Sentindo a fidelidade de Deus, podemos plantar a fidelidade de Deus na terra. «A justiça descerá do céu» e encherá os nossos corações. «O Senhor dará o que é bom e a nossa terra produzirá os seus frutos». Caro leitor, hoje medite – e se possível sinta – o salmo da Santa Missa.

Não podemos nos render a situações negativas, afirma Papa

“Como eu posso mudar algo no meu comportamento para preparar o caminho do Senhor?"

O Papa Francisco rezou hoje ao meio-dia a oração mariana do Angelus com os fiéis e peregrinos de todas as partes do mundo reunidos na grande Praça São Pedro.

Neste segundo domingo do Advento, disse o Papa, vem-nos indicado como dar substância à espera do Senhor: empreendendo um caminho de conversão.

Como guia para este caminho, – continuou Francisco – o Evangelho nos apresenta a figura deJoão Batista, que “percorreu toda a região do Jordão, pregando um batismo de conversão para o perdão dos pecados”.

Para descrever a missão do Batista, o evangelista Lucas recolhe a antiga profecia de Isaías: “Esta é a voz daquele que grita no deserto: preparai o caminho do Senhor, endireitai suas veredas. Todo vale será aterrado, toda montanha e colina serão rebaixadas”.

Para preparar o caminho para o Senhor que vem, é necessário levar em conta as exigências da conversão a que o Batista nos convida.

Antes de mais nada, somos chamados a recuperar os buracos produzidos pela frieza e pela indiferença, abrindo-nos aos outros com os mesmos sentimentos de Jesus, isto é, com a cordialidade e a atenção fraternas que se responsabiliza pelas necessidades do nosso próximo, isto é recuperar os buracos produzidos pela frieza.

E não se pode ter uma relação de amor, de caridade, de fraternidade com o próximo se há buracos, como não se pode caminhar por um estrada com muitos buracos. E tudo isso fazer com um cuidado especial para com os mais necessitados.

Então,  – prosseguiu Francisco – precisamos reduzir tantas severidades causadas pelo orgulho e pela soberba, fazendo gestos concretos de reconciliação com os nossos irmãos, pedindo perdão pelas nossas faltas. Não é fácil reconciliar-se, acrescentou o Papa, se se pensa, quem irá dar o primeiro passo? O Senhor nos ajuda nisto se temos boa vontade.
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domingo, 9 de dezembro de 2018

08/12/2018 - Solenidade de Nossa Senhora da Conceição - ULGUEIRA

MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 9 – Domingo II do Advento – Ano C

Br 5, 1-9 / Slm 125 (126), 1-6 / Fl 1, 4-6.8-11 / Lc 3, 1-6

Seguimos a caminhada em direção às festas natalícias, à celebração do Natal de Jesus. O profeta João Batista aparece-nos no Evangelho a exortar-nos: «Preparai o caminho do Senhor»! O Natal será uma celebração rica e festiva na medida em que for desejado e preparado. Não há de ser uma data inevitável do calendário, que surge de improviso.

Na primeira leitura, o profeta Baruc, em nome de Deus, anima o povo deportado na Babilónia com a esperança de regressar à Terra Prometida, a Jerusalém, à qual imporá um novo nome: «Paz da justiça e glória da piedade». Nome que não é apenas uma palavra, mas significa uma nova realidade. Jerusalém é comparada a uma viúva que perdeu também os seus filhos e se encontra entregue às desgraças, em total abandono. Mas Deus nunca abandona os que n’Ele confiam e assim o profeta anuncia a ressurreição de um povo: «Deus decidiu abater os altos montes e as colinas seculares e encher os vales, para aplanar a terra, a fim de que Israel possa caminhar em segurança, na glória de Deus». Importa confiar sempre em Deus, aconteça o que acontecer.

Nas nossas orações, estamos mais habituados a pedir graças do que a louvar e agradecer. Um verdadeiro israelita não reza assim. As suas orações começam sempre por uma «bênção», em que se louva e agradece ao Senhor.

S. Paulo, escrevendo aos cristãos de Filipos, afirma que «Deus é testemunha que vos amo a todos no coração de Cristo Jesus». Seguramente que, se amarmos assim, as pessoas com quem convivemos ou encontramos serão amadas com qualidade humano-divina, ao jeito de Jesus, que nos pediu para amar com esta originalidade: «Amai-vos como Eu vos amei», sempre e até ao fim, com todo o coração.

S. Lucas inicia o capítulo 3.º do seu Evangelho de um modo solene, com uma detalhada referência cronológica, situando os acontecimentos no tempo, em que são nomeadas sete personagens da história real. Assim fica claro que não se trata de uma fábula imaginada por um sonhador, mas relata a intervenção de Deus na história.

«Foi dirigida a palavra de Deus a João, filho de Zacarias, no deserto», afirma o Evangelho de Lucas. Tudo começa no deserto, de tão significativas ressonâncias bíblicas, desde a saída do povo eleito da escravidão do Egito, passando pelo deserto a caminho da Terra Prometida. Para o deserto vão viver as pessoas, como João Batista, que se recusam a pactuar com as injustiças da sociedade, qual refúgio ecológico, onde é possível viver a radicalidade da lei do amor a Deus e ao próximo.

Assumindo a «espiritualidade do deserto», preparemos a vinda do Senhor no Natal.

sábado, 8 de dezembro de 2018

Recolha de donativos para o cabaz de Natal


Ao serviço da transmissão da fé – O Vídeo do Papa 12 – Dezembro 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 8 – Imaculada Conceição de Nossa Senhora, Padroeira de Portugal (Solenidade)

Gn 3, 9-15.20 / Slm 97 (98), 1-4 / Ef 1, 3-6.11-12 / Lc 1, 26-38

Celebramos uma festa familiar, porque Maria é a Mãe de Cristo, o Filho de Deus, sendo também a nossa Mãe, por maravilhosa graça do Altíssimo.

Com origem no Oriente, como a maioria das festas de Nossa Senhora, esta festa remonta ao século VII. Entre nós tem raízes profundas. Baste dizer que o rei D. João IV, em 1646, depôs a sua coroa na imagem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa e, desde então, os nossos reis nunca mais usaram coroa, porque passou a pertencer a Maria, a Rainha do céu e da terra. O Papa Pio IX, que já é beato, a 8 de dezembro de 1854, declarou o dogma da Conceição Imaculada da Virgem Maria, como tendo sido preservada de toda a mancha do pecado original. Maria é a «cheia de graça», a imaculada, a mulher impecável.

A primeira leitura não é uma crónica de um facto acontecido nos inícios da história, mas uma reflexão sobre a condição humana, enredada nas teias do pecado. Mas a seguir ao antigo Adão pecador, veio Cristo, o novo Adão salvador. E é-nos oferecido pela nova Eva, Maria, a Mãe do Redentor. Assim responde Deus aos desmandos pecaminosos da humanidade, de todos nós, ontem como hoje.

Na carta de S. Paulo aos cristãos de Éfeso, encontramos uma oração de «bênção», que é a forma mais característica da oração judaica. Aqui recorda os incontáveis benefícios recebidos de Deus. Em vez de pedir, louva e agradece. E Cristo salvador vem-nos por Maria, que é a mulher bendita, o sinal mais claro do triunfo de Deus sobre o mal.

No Evangelho é-nos anunciada a notícia mais original e maravilhosa de todos os tempos. O anjo Gabriel é mensageiro da vontade de Deus Se fazer um de nós. Deus quer humanizar-Se para nos divinizar. A Maria, uma jovem mulher de uma aldeia desconhecida, é pedida a sua ativa colaboração para ser Mãe do próprio Filho de Deus. Maria ficou perturbada com esta inimaginável proposta e pede esclarecimentos. O Anjo mensageiro clarifica: «O Espírito Santo virá sobre ti e a força do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra... porque a Deus nada é impossível».

Agradeçamos a Maria Mãe o seu sim. Foi o sim a uma santa aventura, que lhe exigiu dar Cristo à luz numa gruta de animais e ter de unir-se à morte do seu Filho numa cruz, para redimir o mundo. Peçamos-lhe a graça de a imitarmos em dizer sim nas «anunciações» que o Senhor nos vai fazendo ao longo dos nossos dias.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Colares, 7 de Dezembro - SEXTA-FEIRA: 1ª do Mês.

 Adoração ao SS.mo Sacramento e Confissões na Igreja da Misericórdia às 18h15, seguido de Missa.


MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 7 – Santo Ambrósio (Memória) / 1ª Sexta-Feira

Is 29, 17-24 / Slm 26 (27), 1.4.13-14 / Mt 9, 27-31

Acreditais que posso fazer o que pedis? (Evang.)

É fundamental que acreditemos que Deus pode fazer aquilo que pedimos, porque Deus respeita a nossa fé. Mas, por outro lado, normalmente não faz milagres. Deus atua mais no nosso interior. Deus faz o nosso interior crescer. Mas também não se substitui ao nosso esforço. Por exemplo, não nos tira a necessidade do esforço, mas dá-nos inteligência para realizarmos as coisas com o mínimo de esforço possível. (É para isso que temos os computadores.) Hoje, o leitor peça mais fé.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 6 – Semana I do Advento

Is 26, 1-6 / Slm 117 (118), 1.8-9.19-21.25-27a / Mt 7, 21.24-27

Só aquele que faz a vontade de meu Pai... (Evang.)

Hoje, leitor, reze comigo: Senhor, ajuda-me a viver para fazer a vontade de meu Pai. Que a minha oração me leve a isso. Que os sacramentos a isso me levem. Que a minha meditação me leve a isso. Que o pensar no meu dia me leve a isso. Quero que a vontade de meu Pai seja o centro da minha vontade, da minha alma, do meu coração. Quero que fazer a vontade de meu Pai seja o centro da minha inteligência. À sua procura e realização quero dedicar a minha inteligência e o meu coração.

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 4 – Semana I do Advento

Is 11, 1-10 / Slm 71 (72), 2.7-8.12-13.17 / Lc 10, 21-24

Terá compaixão dos fracos e dos pobres e defenderá a vida dos oprimidos. (Salmo)

Hoje vou só propor ao leitor que fale com Deus sobre o que será para o leitor ter compaixão dos fracos. E o leitor tem tido compaixão dos pobres? De que maneira concreta? E dos oprimidos? O que é um oprimido para o leitor? Isto não é fácil. Algumas vezes, estas pessoas não fazem parte do nosso dia a dia, outras vezes fazem. Algumas vezes, trabalham para nós. Como diz o povo: o leitor «veja a melhor maneira».

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 3 – S. Francisco Xavier (Memória)

Is 2, 1-5 / Slm 121 (122), 1-4a.(4b-7).8-9 / Mt 8, 5-11
Por amor dos meus irmãos e amigos, pedirei a paz para ti. (Salmo)
Talvez haja alguém nas relações do leitor que não esteja em paz. O leitor reze por essa pessoa. Além disso, o leitor veja o que poderá fazer para levar paz a essa pessoa. E rezemos, também, pela paz em Portugal. Já estamos em paz há muitos anos. Agradeçamos isso a Deus e peçamos- -Lhe, por intermédio de Nossa Senhora de Fátima, pela continuação da paz no nosso país e que nos livre do terrorismo.

domingo, 2 de dezembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 2 – Domingo I do Advento – Ano C

Jr 33, 14-16 / Slm 24 (25), 4bc-5ab.8-10.14 / 1 Ts 3, 12 – 4, 2 / Lc 21, 25-28.34-36

Estamos iniciando a caminhada em direção ao Natal de Jesus, neste tempo de Advento. Liturgicamente tem três horizontes: – recordar o tempo em que o povo de Israel aguardou a chegada do Messias salvador; – viver a preparação da celebração do Natal no tempo presente; – aguardar o advento definitivo de Cristo, no final dos tempos, quando Ele será «tudo em todos».

As leituras da Palavra de Deus transmitem-nos uma mensagem de esperança, que é o nome cristão do otimismo. Quem espera em Deus sabe que as suas promessas têm a garantia do seu fiel cumprimento. Mas a esperança cristã não é um aguardar inativo, de braços caídos; exige a nossa colaboração ativa, pela oração e vigilância.

A situação relatada na 1.ª leitura é a do povo eleito que, regressado do cativeiro de Babilónia, chega à cidade santa de Jerusalém, que está em ruínas, com patentes sinais de morte e destruição. É a «desolação da desolação». Mas o profeta Jeremias, que não é um comentarista pessoal, mas fala em nome de Deus, assegura que da casa de David virá alguém que «exercerá o direito e a justiça». Jerusalém passará a chamar-se «O Senhor é a nossa justiça». E mudar o nome, na cultura hebraica, significa mudar a realidade.

O Evangelho apresenta convulsões cósmicas, mas Cristo não fala do fim do mundo. Anuncia que «o Filho do homem virá... com grande poder e glória». Os sinais que causam espanto são como o desmoronar-se de uma grande casa velha, a fim de dar lugar a uma construção nova imensamente melhor. Como interpretamos as injustiças do mundo atual? Como lemos os sinais do terrorismo e da criminalidade, dos desastres e cataclismos que vemos tantas vezes? A narração evangélica conclui-se alertando-nos para o que podemos e devemos fazer: «Vigiai e orai em todo o tempo». Não é verdade que, por vezes, nos fixamos demasiado no que devem fazer os presidentes e governantes, a nível nacional e internacional, e nos esquecemos da parcela de bem que está perfeitamente ao nosso alcance para construir uma família e comunidade melhores, uma sociedade e um mundo melhores?

S. Paulo, dirigindo-se aos cristãos de Tessalónica, fala da vinda de Jesus, através do anúncio da sua boa nova. Foi por isto certamente que a liturgia colocou esta leitura na entrada do Advento. Aceitar Jesus na vida do cristão não pode ficar somente ligado a um ritual sacramental, como o batismo. Tem de comprovar-se num novo estilo de vida, na «caridade uns com os outros (cristãos) e para com todos». Na força de Jesus não nos é pedido pouco: «O Senhor confirme os vossos corações numa santidade irrepreensível». Quem ama exige amando.

sábado, 1 de dezembro de 2018

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 1 – Semana XXXIV do Tempo Comum / 1º Sábado

Ap 22, 1-7 / Slm 94 (95), 1-2.4-7 / Lc 21, 34-36

Não suceda que os vossos corações se tornem pesados... (Evang.)

Pode ser que em alguma ocasião o leitor esteja com o coração pesado. Nessa altura – ou mesmo hoje – o leitor ponha-se na sua posição de oração e deixe-se estar sem dizer nada, também sem querer ouvir nada. Depois, se lhe vier alguma coisa para dizer a Deus, dirá, ou também talvez «ouça» alguma coisa, mas não é isso o essencial. O essencial é estar com Deus; estar só com Deus. Descansar com Deus.

A Missa Explicada - Curso Online


Poderão consultar directamente o site do curso em: www.idfc.patriarcado-lisboa.pt/moodle