terça-feira, 2 de junho de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 2 – Semana IX do Tempo Comum

2 Pe 3, 12-15a.17-18 / Slm 89 (90), 2.3-4.10.14.16 / Mc 12, 13-17

Os dias da nossa vida andam pelos setenta anos e, se robustos, por uns oitenta. (Salmo)

O salmista estava incrivelmente atualizado. Que fazemos nós com a nossa vida? O salmista pede a Deus que o sacie com a sua bondade. Nem sempre sentimos que Deus nos sacia. Às vezes, Deus esconde-Se para não ficarmos muito dependentes d’Ele. Mas nós não nos podemos esconder. Temos de lutar, arregaçar as mangas e amar em todas as circunstâncias dolorosas e outras. Temos de ser um ombro, um ouvido e uma voz.

segunda-feira, 1 de junho de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 1 – Maria, Mãe da Igreja (Memória)

Gen 3, 9-15.20 ou At 1, 12-14 / Slm 86 (87), 1-2.3.5.6-7 / Jo 19, 25-34 (L. Sant.)

Estavam junto à cruz de Jesus sua Mãe, a irmã de sua Mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena. [E o discípulo predileto.] (Evangelho)

Nestes tempos em que tanta gente morre sozinha nos hospitais podemos avaliar melhor como deve ter sido consolador, para Jesus, ter sua Mãe, a tia, amigas e o discípulo predileto com Ele na hora da sua morte. Mas não é só neste tempo que muitas pessoas morrem sozinhas. Na Índia (e em muitos outros sítios), doentes na rua, presos nas cadeias, pessoas que morrem sozinhas em acidentes ou mesmo nas suas casas, etc. Encomendemo-las todas a Jesus.

domingo, 31 de maio de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 31 – Domingo do Pentecostes – Solenidade – Ano A

At 2, 1-11 / Slm 103 (104), 1ab.24ac.29bc-31.34 / 1 Cor 12, 3b-7.12-13 / Jo 20, 19-23

Com a solenidade do Pentecostes, 50 dias depois da Páscoa, encerramos o Tempo Pascal. Nela celebramos a efusão do Espírito Santo sobre a Igreja nascente, sobre os Apóstolos, que perseveravam unidos em oração com Maria, Mãe de Jesus, como nos refere S. Lucas, nos Atos dos Apóstolos.

O Pentecostes era uma especial festa dos judeus, que celebrava a Lei que Deus entregou a Moisés no Monte Sinai, para que o povo eleito pudesse viver no caminho da aliança. O Pentecostes da nova aliança, 50 dias depois da Páscoa de Cristo, ocorrido no mesmo dia da festa judaica, indica que a antiga lei vem substituída pela lei do amor do Espírito Santo.

O Espírito de Deus no Pentecostes manifesta-Se mediado por sinais exteriores: «forte rajada de vento» e «línguas de fogo». São imagens que ajudam a entender a presença do Espírito Santo, hoje, na sua Igreja: presença que gera dinamismo forte, como o vento, e que transforma, como o fogo.

S. Lucas observa que, estando presente em Jerusalém tanta variedade de povos, culturas e línguas, «cada um ouvia os apóstolos falar na sua própria língua». Não é verdade que, quando nos deixamos guiar pelo Espírito de Deus, conseguimos fazer-nos entender e criar unidade, apesar de todas as diferenças de gostos, estilos, idades e culturas?

Perante as rivalidades e divisões que o apóstolo Paulo notava na comunidade cristã de Corinto, sublinha que os carismas e dons só valem se estão ao serviço do bem comum, criando unidade. É que «fomos batizados num só Espírito, para constituirmos um só corpo».

Nas aparições de Cristo ressuscitado, este apresenta-Se como quem oferece o dom da paz: «A paz esteja convosco!» Cada um dá o que tem. E Cristo oferece-nos, também hoje, a paz do «Deus da paz». Para que a minha vida seja uma manifestação da presença de Deus, preciso de transmitir paz.

sábado, 30 de maio de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 30 – Semana VII do Tempo Pascal

At 28, 16-20.30-31 / Slm 10 (11), 4.5.7 / Jo 21, 20-25

Os seus olhos estão atentos ao pobre... (Salmo)

Os olhos de Deus estão atentos ao pobre. Quando nos sentimos pobres, quando nos sentimos tristes, quando nos sentimos apertados, pode ser reconfortante lembrarmo-nos que os olhos de Deus estão atentos ao pobre, que é aquele que precisa. Para isso, assimilemos esta frase do salmo: «os seus olhos estão atentos ao pobre». Repitamo-la devagar, na nossa oração de hoje, para melhor a interiorizarmos e nos surgir espontaneamente quando dela precisarmos.

quinta-feira, 28 de maio de 2020

Papa convoca Terço Mundial simultâneo com santuários do mundo todo: sábado, 30 às 16h30

Isabelle Puaut | Flickr CC BY-NC-ND 2.0
Transmissão ao vivo dos Jardins do Vaticano, em conjunto com santuários do mundo inteiro, pelo fim da pandemia de covid-19

O próximo dia 30 de maio será o último sábado deste mês de Maria, e, nessa ocasião emblemática, o Papa Francisco rezará o Terço na Gruta dos Jardins do Vaticano dedicada a Nossa Senhora de Lourdes, com a intenção de pedir a intercessão de Maria contra a pandemia da covid-19.

Participação simultânea dos santuários

Santuários católicos de todo o mundo se juntarão à oração por meio de transmissão online. O convite do Papa foi oficializado mediante carta aos reitores dos santuários assinada por dom Rino Fisichella, presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização. Evocando o testemunho do livro dos Atos dos Apóstolos, que afirma que “todos se uniram constantemente em oração, juntamente com Maria” (1,14), dom Rino escreveu:
“À luz da situação de emergência causada pela pandemia de coronavírus que provocou a interrupção da atividade normal de todos os santuários e a interrupção de todas as peregrinações, o Papa Francisco deseja expressar um gesto de proximidade a cada um de vocês com a oração do Santo Terço”.
 De fato, o Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização se tornou o responsável mundial pelos santuários católicos em 2017.

Horário e transmissão

O Terço deste sábado será rezado às 17h30 do horário de Roma (12h30 em Brasília; 16h30 em Lisboa e Luanda; Maputo está no mesmo fuso de Roma).

Embora todos os santuários devam participar simultaneamente, cada um realizará a sua própria oração do Terço na língua local.

Todos transmitirão as suas celebrações compartilhando-as com o Centro de Televisão do Vaticano, que, assim, poderá exibir, alternadamente, imagens locais e de santuários do mundo inteiro.

Já confirmaram participação, entre outros, os santuários europeus de Fátima (Portugal), Lourdes (França), Pompeia (Itália) e Częstochowa (Polônia), bem como os santuários latino-americanos de Guadalupe (México), Aparecida (Brasil) e Luján (Argentina).

O evento poderá ser acompanhado através do site e das redes sociais do Vatican News.

Santuários reabrindo aos poucos
Durante os períodos de quarentena ou distanciamento social decretados pelos diversos governos, a maioria dos santuários católicos ficou fechada ao público.

O de Nossa Senhora de Fátima, em Portugal, pela primeira vez em sua história, não recebeu peregrinos para as celebrações deste último 13 de maio, data da primeira aparição de Nossa Senhora em 1917.

Outros estão retomando a normalidade aos poucos, como o de Nossa Senhora de Lourdes, na França, que reabriu parcialmente no último dia 16.

Papa: “Ensinem as crianças a fazerem bem o Sinal da Cruz: é a primeira oração!”

Antoine Mekary / I.Media / Aleteia
“Me dói quando encontro crianças e faço o Sinal da Cruz e elas fazem assim, fazem um gesto, não sabem fazê-lo”, disse Francisco

Na manhã desta quarta-feira, 27, ao encerrar a sua catequese da Audiência Geral sobre a oração dos justos e o embate entre o bem e o mal no mundo, o Papa Francisco relatou o seguinte caso:
“Lembro-me da história de um homem: um chefe de governo, importante, não desse tempo, de tempos passados. Ateu. Ele não tinha senso religioso no coração. Mas, quando criança, ouvia a avó que rezava, e aquilo permaneceu no seu coração. Num momento difícil da sua vida, aquela lembrança voltou ao seu coração e ele disse: ‘Mas a vovó rezava…’. Ele começou a rezar com as coisas que sua avó dizia e assim encontrou Jesus. A oração é sempre uma corrente de vida, sempre. Muitos homens e mulheres que rezam, rezam, semeiam vida”.
Francisco completou com mais uma observação e um pedido:
“A oração semeia vida. A pequena oração… Por isso é importante ensinar as crianças a rezar. Me dói quando encontro crianças e faço o Sinal da Cruz e elas fazem assim, fazem um gesto, não sabem fazê-lo. Ensine as crianças a fazerem bem o Sinal da Cruz: é a primeira oração! Que as crianças aprendam a rezar. Depois, talvez, elas se esqueçam, sigam outro caminho; mas isso permanece no coração, porque é uma semente de vida, a semente do diálogo com Deus".

quarta-feira, 27 de maio de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 27 – Semana VII do Tempo Pascal

At 20, 28-38 / Slm 67 (68), 29-30.33-35ab.36c / Jo 17, 11b-19

Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal. (Evangelho)

Claro que Deus não nos tira do mundo, que em S. João representa o mal. Deus não nos tira do meio do mal, mas o seu desejo é livrar-nos da prática do mal. «Resta-nos» colaborar nesse distanciamento do mal que nos rodeia. O que não é fácil. Requer adesão a Deus, encantamento por Ele. E desencanto pelo mal. Muitas vezes, o mal aparece-nos sob a aparência de bem. Nós vivemos numa sociedade que cultiva muito a aparência veiculada pelas revistas cor-de-rosa e pelas montras das lojas. Por outro lado, as pessoas estão sedentas de algum tipo de espiritualidade. O ioga e misticismos orientais proliferam. As pessoas andam desorientadas. Precisamos de cristãos convictos e bem formados e, sobretudo, de cristãos que rezem. Hoje o leitor reze o terço ou uma parte.

terça-feira, 26 de maio de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Ter, 26 – S. Filipe Néri (Memória)

Naquele tempo, Jesus ergueu os olhos ao Céu… (Evangelho)

Nós também podíamos erguer os olhos ao Céu. Não digo andarmos mesmo de olhos no céu, claro. Mas andarmos com uma certa sintonia com o Céu. De vez em quando, irmo-nos lembrando de «erguer» os olhos ao Céu para aferir das nossas disposições. E isso pode ser aferirmos como está a nossa prática em relação aos valores do Evangelho. O leitor escolha um valor e afira a sua vida com ele. Por exemplo, amar os inimigos. Ou a caridade para com os desfavorecidos.

segunda-feira, 25 de maio de 2020

Vaticano: Papa reafirma compromisso «irreversível» com o ecumenismo em data histórica

Francisco assinala 25 anos da encíclica «Ut unum sint», de São João Paulo II

Cidade do Vaticano, 25 mai 2020 (Ecclesia) – O Papa Francisco assinalou hoje com uma mensagem os 25 anos da publicação da encíclica ‘Ut unum sint’, de São João Paulo II, que “confirmou de modo irreversível o empenho ecuménico da Igreja Católica”.

“Neste aniversário, dou graças ao Senhor pelo caminho que nos permitiu percorrer como cristãos na busca da plena comunhão”, assinala o pontífice, que diz compreender a “impaciência” de quem pensa que poderia e deveria ser feito mais.

Segundo Francisco, apesar da consciência do que falta fazer, é preciso manifestar reconhecimento pelos “muitos passos que foram dados nestas décadas para curar feridas” de séculos.

O Papa escreve que há progressos visíveis diálogo teológico e em várias formas de colaboração entre cristãos.

A mensagem anuncia que este ano vai ser lançado um Vade-mécum ecuménico para os bispos, “como encorajamento e guia ao exercício das suas responsabilidades ecuménicas”, bem como uma revista, ‘Acta Œcumenica’.

“Invoquemos confiantes o Espírito, para que guie os nossos passos e cada um sinta, com renovado vigor, o apelo a trabalhar pela causa ecuménica”, conclui Francisco.


OC

MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 25 – Semana VII do Tempo Pascal

At 19, 1-8 / Slm 67 (68), 2-5ac.6-7ab / Jo 16, 29-33

Os justos exultam na presença de Deus, exultam e transbordam de alegria. (Salmo)

Isto é o que acontece aos que estão na presença de Deus. O problema é que nós não estamos na presença – visível – de Deus. Estamos nesta terra, longe da presença palpável de Deus. Mas há outro tipo de presença que nos cabe. Uma presença interior que dá uma alegria subjacente às outras coisas, uma espécie de cantinho inviolável. Esse cantinho está sempre dentro de nós. É uma espécie de cofre onde Deus está, indestrutível mas interagindo com tudo o que nos acontece. Esse cantinho é fonte de alegria, embora nem sempre seja uma alegria esfuziante. Hoje, o leitor tome consciência dele.

sábado, 23 de maio de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sáb, 23 – Semana VI do Tempo Pascal

At 18, 23-28 / Slm 46 (47), 2-3.8-9.10 / Jo 16, 23b-28

E não vos digo que rogarei por vós ao Pai, pois o próprio Pai vos ama. (Evangelho)

Como um filho não tem de pedir ao pai por um irmão, porque sabe que o pai ama esse irmão. Mas, naquele tempo, dizer que Deus era Pai e que amava os seus era uma enorme novidade, cuja frescura nós não alcançamos porque para nós é uma notícia mil vezes repetida. Mas se a tivéssemos mais fresca dentro de nós, se para nós o amor de Deus como Pai fosse uma surpresa absoluta, talvez nos agarrássemos ao amor de Deus Pai, talvez cultivássemos essa relação com forças mais intensas. Peçamos essa graça.

PARÓQUIA DE COLARES: ORIENTAÇÕES PARA AS CELEBRAÇÕES EM TEMPO DE PANDEMIA

Estimados paroquianos nos próximos dias 30 e 31 de Maio, Solenidade de Pentecostes, vamos retomar as celebrações comunitárias da Eucaristia. É um momento de singular importância para nós, mas também de grande responsabilidade.
As orientações que seguem abaixo têm por base as orientações da Conferência Episcopal Portuguesa. Consideramos que estas são a melhor solução possível para a nossa realidade paroquial, a fim de garantir que todos possamos participar na Eucaristia em segurança.
Nesse sentido, solicita-se a boa vontade e colaboração de todos na gestão de uma nova situação que acarreta novas exigências e responsabilidades para todos.

1) MISSAS DOMINICAIS

a) Horários revistos: Tendo em conta as dimensões das nossas igrejas, vamos adotar os seguintes horários:

- Sábado: 1ºs e 3ºs Azóia às 16h00; Praia das Maçãs (na Quinta da Tomadia) às 17h30; Mucifal às 19h00.

- Domingo: 2ºs e 4ºs Penedo às 09h15; Almoçageme às 10h30; Colares às 12h00 e 19h00; Azenhas do Mar 1ºs e 3ºs às 17h00.

Desta forma, esperamos que um maior número de fiéis possível possa participar na celebração dominical da Eucaristia.

b) Lugares marcados: Haverá uma equipa de acolhimento que indicará os lugares que devemos ocupar. Os lugares que se encontram disponíveis para serem ocupados vão estar devidamente marcados em cada lugar de culto.

- Na Igreja Matriz de Colares, os membros da família que vivem na mesma casa, vão começar por ocupar os lugares junto dos altares laterais. Os membros da mesma família e pessoas que vivem na mesma casa poderão ficar juntos no mesmo banco, sempre que participem na Celebração. Desta forma, esperamos garantir a distância sanitária e a segurança dos participantes.

c) Número de lugares disponíveis: O número de lugares encontra-se limitado e solicita-se assim que nos distribuamos pelas várias celebrações.

- Não vamos poder participar todos ao mesmo tempo nas celebrações em que participávamos até agora. Solicitamos, pois, a quem participava na Missa ao sábado e ao domingo que, opte por participar em apenas um desses dias.

- Na Igreja Matriz de Colares, na Igreja do Mucifal e nas Azenhas do Mar, vai haver som para o exterior. Assim, quem não conseguir entrar, vai poder participar a partir do exterior, onde a Sagrada Comunhão será distribuída no momento apropriado. Na Praia das Maçãs, a Missa será campal na Quinta da Tomadia e vai começar no dia 6 de junho de 2020.
Desta forma, esperamos que os fiéis possam participar de forma segura e tranquila nas celebrações e agradecemos, desde já, a compreensão de todos.

d) Entrada na Igreja: A entrada e a saída da Igreja far-se-ão unicamente pela porta principal.
Estas portas são abertas e fechadas pela equipa de acolhimento para assegurar que ninguém tenha de tocar em portas ou puxadores. A saída da Igreja far-se-á sempre por ordem, iniciando pela última fila.

e) Uso de Máscara: É obrigatório o uso de máscara sempre que entramos na Igreja.

- A máscara apenas pode ser tirada pelo leitor/salmista para a proclamação da leitura, e no momento da comunhão (recebida na mão e sem dizer «Amen»).

- Os elementos do coro vão poder tirar a máscara durante os cânticos na celebração, garantindo, no entanto, uma maior distância entre os mesmos.

f) Desinfeção das mãos: A desinfeção das mãos é feita à entrada da igreja pela equipa de acolhimento.

g) Gesto da Paz: Vamos omitir o gesto da paz, que já era por si facultativo.

h) Comunhão: Os Ministros da Sagrada Comunhão, vão higienizar as mãos antes e depois da distribuição desta, além de usarem máscara. Por sua vez, os membros da equipa de acolhimento vão ajudar a orientar-nos no momento da comunhão, que vai ser feita da seguinte forma:

- Na fila para a comunhão, devemos guardar 2 metros de distância. A máscara deve ser retirada apenas 2 pessoas antes de chegar a nossa vez de comungar.

- A comunhão é dada na mão e em silêncio pelos Ministros da Sagrada Comunhão, e devemos recebê-la na mão e sem dizer «Amen».

i) Ofertório: Vamos fazer o ofertório à porta da Igreja, no final da Eucaristia.

j) Acólitos: O número de acólitos vai ser limitado atendendo aos espaços celebrativos das nossas igrejas. Vamos ter dois acólitos em cada celebração (mas na Igreja Paroquial poderão ser mais se forem mantidas as devidas distâncias). A participação dos acólitos vai poder ser feita de forma rotativa, conforme o número destes que se encontram disponíveis.

k) Depois da Missa: Uma vez terminada a Missa, vamos proceder à desinfeção dos bancos, espaços e objetos litúrgicos e ainda ao arejamento da Igreja.

2) MISSAS DE SEMANA:

a) Horários:

Num primeiro momento, e até posterior avaliação da situação, as missas semanais vão ter lugar nos seguintes horários:

- Igreja Matriz de Colares, Terças e Sextas-feiras, às 19h00.

- Almoçageme, Quartas-feiras, às 09h30.

- Mucifal, Quintas-feiras, às 19h00.

b) Outras indicações: No caso das Missas semanais, aplicam-se igualmente todas as

orientações previstas para as Missas dominicais.

3) OUTROS SACRAMENTOS E CELEBRAÇÕES

a) Casamentos e batismos: A celebrar-se, têm de respeitar todas as regras sanitárias (uso de máscaras, lugares limitados, etc.).

b) Iniciação Cristã das Crianças: Fica adiada para a próxima Páscoa.

c) Confissões: O Sacramento da Penitência vai exigir o uso obrigatório de máscara (tanto para o Sacerdote como para o penitente) e vai ter lugar nos seguintes horários:

- Igreja Matriz de Colares, Terça e Sexta-feira, antes das Missas.

- Almoçageme, Quarta-feira, no final da Missa.

- Mucifal, Quinta-feira, antes e depois da Missa.

d) Unção dos doentes: O Sacramento da Unção deve ser pedido contactando o Prior ou então o cartório paroquial, atempadamente sempre que possível, respeitando ainda todas as regras sanitárias em vigor.

e) Funerais e velórios: Os velórios vão voltar a ser realizados na Igreja de São Sebastião e nas salas mortuárias, contando apenas com a presença dos familiares e em número que respeite as distâncias legais. A celebração exequial vai ter em conta as orientações descritas acima para a celebração das Missas dominicais.

f) Oração pessoal: Os fiéis vão poder fazer as suas orações pessoais nos seguintes horários:

- Igreja Matriz de Colares, que vai estar aberta de terça a sexta das 15h00 às 17h30. A

entrada faz-se pela sacristia. Nestes horários funcionará o serviço de cartório.

- Igreja do Mucifal, que vai estar aberta de Segunda a Sábado, das 9h30 às 17h00. A

entrada faz-se pela porta lateral direita que vai estar apenas encostada.

- Igreja da Misericórdia, oração diária do Terço entre as 15h00 e as 16h00.

g) Sagrada Comunhão aos fiéis doentes ou vulneráveis:

- Solicita-se aos fiéis que se encontrem doentes para não irem à Missa. Em alternativa, vão poder receber a comunhão em suas casas recorrendo ao serviço dos Ministros Extraordinários da Comunhão, que também vão observar as regras de higienização da comunhão iguais às da Missa dominical.

- De igual forma, solicita-se aos fiéis pertencentes a grupos de risco para não irem à Missa dominical. Em alternativa, vão poder participar na Missa semanal pois há menos fiéis presentes e por isso menos risco.

Paróquia de Colares, Memória Litúrgica de Santa Rita de Cássia, 22 de Maio de 2020

Pe. José António Rebelo da Silva

sexta-feira, 22 de maio de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Sex, 22 – Semana VI do Tempo Pascal

At 18, 9-18 / Slm 46 (47), 2-3.4-5.6-7 / Jo 16, 20-23a

Chorareis e lamentar-vos-eis, enquanto o mundo se alegrará. (Evangelho)

Às vezes parece que tudo nos corre mal, pode parecer que Deus Se esqueceu de nós, podemos mesmo estar à beira do desespero. Mas Deus nunca Se esquece de nós. É nas alturas em que estamos bem que temos de arregimentar forças para essas ocasiões. O leitor, hoje, compenetre-se da ajuda que Deus lhe tem dado em todas as ocasiões da sua vida. Lembre-se delas e agradeça-as. Depois, quando estiver mal, será mais fácil agarrar-se à história da graça de Deus.

quinta-feira, 21 de maio de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qui, 21 – Semana VI do Tempo Pascal

At 18, 1-8 / Slm 97 (98), 1.2-3ab.3cd-4 / Jo 16, 16-20

Procurais entre vós compreender as minhas palavras. (Evangelho)

Estarmos sempre sozinhos a tentar compreender as palavras de Jesus não é bom. De vez em quando, é bom partilharmos a nossa interpretação da palavra de Deus com a nossa família, com algum grupo religioso, os nossos amigos ou na direção espiritual. Ao fecharmo-nos na nossa interpretação, corremos sempre o risco de tirarmos da leitura só o que nos interessa. E, naturalmente que as homilias também são outra boa fonte de inspiração. Temos muito por onde confrontar a nossa interpretação da Palavra. Para não corrermos o risco de cair no subjetivismo. Peçamos a Deus essa graça.

quarta-feira, 20 de maio de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Qua, 20 – Semana VI do Tempo Pascal

At 17, 15.22 – 18, 1 / Slm 148, 1-2.11-12ab.12bc-14a.14bcd / Jo 16, 12-15

Ele não falará de Si mesmo mas dirá tudo o que tiver ouvido. (Evangelho)

O mesmo se passará connosco quando falarmos de nós mesmos, se cultivarmos a união com Deus. Cada vez espelharemos mais Deus naquilo que diremos, na maneira como o diremos, nos agradecimentos e nos louvores que faremos, na maneira de amarmos, na maneira de estarmos recetivos às críticas, na docilidade aos conselhos dos outros, que espelham a vontade de Deus em relação a nós. Cada vez falaremos mais do que tivermos ouvido. Hoje, o leitor peça a Deus a graça de uma união profunda com Ele.

segunda-feira, 18 de maio de 2020

Hoje celebramos 100 anos do nascimento de São João Paulo II, o “Papa da família”

EAST NEWS
Família de São João Paulo II: o pai Karol, a mãe Emilia e o irmão mais velho Edmundo


Redação da Aleteia | Maio 18, 2020
Ele, no entanto, perdeu muito cedo a própria família: a mãe aos 9 anos, o irmão aos 12 e o pai aos 21. Um futuro Papa a sós no mundo, mas nunca sozinho.

Neste 18 de maio de 2020, celebramos o centenário de nascimento de São João Paulo II, o “Papa da família”, como foi descrito no dia da sua canonização pelo Papa Francisco.
De fato, a família foi a instituição mais apaixonadamente defendida pelo pontífice polonês, a ponto de ele ter chegado a declarar:
“Em torno da família se trava o combate fundamental da dignidade do homem”.
O amor do Papa Wojtyła pela família vinha de casa. Os seus pais, aliás, acabam de ter aberta, na Polônia, a fase diocesana do seu processo de beatificação.

E é sobre essa família polonesa e católica, sofrida, mas cheia de fé, esperança e amor cristão, que nos fala um artigo especial assinado no Vatican News por Alessandro Gisotti, vice-diretor editorial dos meios de comunicação da Santa Sé.

Gisotti observa que basta ler os dados biográficos básicos da mãe, Emilia, e do pai, Karol, de quem herdou o nome, para se compreender o quanto o testemunho deles influenciou profundamente a personalidade do futuro pontífice, nascido na pequena cidade de Wadowice, no extremo sul da Polônia, em 18 de maio de 1920.
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MEDITAÇÃO DIÁRIA Seg, 18 – Semana VI do Tempo Pascal

At 16, 11-15 / Slm 149, 1-6a.9b / Jo 15, 26 – 16, 4a

Todo aquele que vos matar julgará que presta culto a Deus. (Evangelho)

«Procederão assim por não terem conhecido o Pai». Sinal que temos de lhes mostrar o Pai. Às vezes, sermos agressivos com quem nos faz mal não é a melhor solução, mas sim mostrarmos o Pai. Quer dizer, amar mais. (O que nunca significa deixarmo-nos espezinhar.) Muitas vezes, a agressividade das outras pessoas é um grito de dor que sai daquela maneira. Às vezes, talvez a possamos apaziguar. Ou, pelo menos, não a aumentar com a nossa resposta. O leitor veja qual é a melhor forma de reagir. E encha-se de Deus para isso.

domingo, 17 de maio de 2020

MEDITAÇÃO DIÁRIA Dom, 17 – Domingo VI da Páscoa – Ano A

At 8, 5-8.14-17 / Slm 65 (66), 1-3a.4-7a.16.20 / 1 Pe 3, 15-18 / Jo 14, 15-21

Os Atos dos Apóstolos relatam-nos a expansão da Igreja nascente «entre as perseguições do mundo e as consolações de Deus», usando uma expressão de Santo Agostinho. Também hoje vivemos neste clima, mas seguros e confiantes, pois sabemos que só Deus é omnipotente, não havendo dificuldades ou problemas que possam ser todo-poderosos. A força do Espírito Santo é concedida aos que se convertem a Jesus e o poder da Trindade Santíssima manifesta--se com sinais que ultrapassam as capacidades humanas.

S. Pedro adverte-nos que, perante quem se opõe à nossa fé, devemos estar sempre disponíveis para apresentar «as razões da nossa esperança», ou seja, do nosso ser cristãos. O apóstolo Pedro indica também o modo de o fazer: «com brandura e respeito», evitando o estilo polémico, agressivo e impositivo. São conselhos de há uma vintena de séculos, mas perfeitamente atuais. Nas incompreensões, adversidades e oposições, encontraremos força e consolação recorrendo a Jesus Cristo que, sendo «perfeito Deus e perfeito homem», foi incompreendido e perseguido até à morte de cruz.

Cristo, ao despedir-Se de nós, no discurso da Última Ceia, promete que pedirá ao Pai para nos enviar o Espírito Santo, o “Paráclito”. É um termo muito rico para apresentar a presença de Deus na nossa vida. Paráclito é aquele que num tribunal se põe do nosso lado e faz de nosso

advogado de defesa, quer sejamos inocentes ou culpados. Falando da sua partida deste mundo, Cristo esclarece que não nos abandona nem nos deixará órfãos. Será importante reconhecer esta presença solícita de Deus na nossa vida, sobretudo em ocasiões de prova e desânimo.